Gestão Financeira
Prof.: Marcelo dos Santos VAR - Value At Risk e
Valuation
“Tudo na vida é administração de Risco, não sua eliminação”
VAR - Value At Risk
ç Walter Wriston
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
A noção de risco está ligada diretamente a probabilidade de
d d l
Risco
3
perda de algo.
Quanto maior o valor do objeto e maior a possibilidade de perda maior o risco.
(JORION:2003 p.4 e 5)
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
Filmes - Riscos
9Vídeo 1: Riscos Allianz
• Duração: 31 segundos ç g
http://www.youtube.com/watch?v=xqSlnsGPgq8
9Vídeo 2: Riscos Allianz F1
• Duração: 34 segundos
http://www.youtube.com/watch?v=sZ_hig_rAik
Risco está ligado a probabilidade, portanto, tem laços muito estreitos
E t tí ti M t áti
História do Risco
5
com a Estatística e Matemática.
Até 350 anos atrás o pensamento humano levava a conclusão de ser impossível prever riscos.
(JORION:2003 p.5)
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
Para Quem quer saber mais:
História do Risco
A primeira impressão é que risco e incerteza são sinônimos, mas apesar de estarem associados a um conhecimento imperfeito
Risco x Incerteza
7
um conhecimento imperfeito sobre acontecimentos futuros há uma diferença conceitual entre os dois.
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
Em uma situação com risco conhecido temos o conhecimento da distribuição de probabilidades em relação as decisões tomadas
Risco x Incerteza
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em relação as decisões tomadas sobre o evento.
A lançarmos uma moeda,
sabemos que há 50 % de chance de sair uma cara ou uma coroa.
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
Em uma situação de incerteza não temos o conhecimento da distribuição de probabilidades em relação ao evento
Risco x Incerteza
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relação ao evento.
Tentamos, portanto, aproximar uma distribuição de
probabilidades para este evento através de situações parecidas ocorridas no passado.
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
No caso da Incerteza temos por exemplo o tempo estimado de vida de uma pessoa.
Risco x Incerteza
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As seguradoras tentam estimar uma distribuição de
probabilidades para colocar o preço na apólice de seguro de vida.
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
A escola clássica da estatística alega que não podemos nos balizar em eventos passados para prever eventos futuros
História do Risco
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para prever eventos futuros.
Já a escola Bayesiana diz que todo evento passado é
conhecimento que pode melhorar sua escolha.
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
A Gestão de Risco para
organizações é uma das chaves para o sucesso.
Gestão de Risco
Em contabilidade, passivos são
obrigações e deveres bem como
ativos são bens e direitos de uma
empresa.
A empresa pode ter um empréstimo em moeda
estrangeira e esta moeda pode variar rapidamente gerando
Gestão de Risco
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variar rapidamente gerando perdas para a empresa.
Uma organização pode também ter ativos nos mercados futuros que variam muito e podem também gerar perdas.
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
O desenvolvimento da Gestão de Risco, nos últimos 30 anos, se deve em grande parte a
acontecimentos de grande perda
Gestão de Risco
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acontecimentos de grande perda financeira em eventos onde os riscos não eram controlados.
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
1971 - Final do sistema de taxas de câmbio fixas.
1973 – Choque de petróleo.
Gestão de Risco
15
1987 – Segunda Feira Negra (perdas de US$ 1 trilhão)
1989 – Queda da bolsa do Japão (perdas de US$ 2,7 trilhões)
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
1992 – Crise sistema Monetário Europeu
1994 – Aumento de taxas de Juros pelo FED (perdas US$ 1,5 trilhão)
Gestão de Risco
16
(p )
1995 – Quebra do banco Barings 1997 – Crise Asiática
1998 – Crise Russa
2008 - Crise Sub-Prime EUA
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
Filmes - Riscos
9Vídeo 3: Volatilidade
• Duração: 2:07 minutos ç
http://www.youtube.com/watch?v=E3ITMKttri0
O que é volatilidade ?
A princípio Risco, Volatilidade e Variância tem a mesma
Volatilidade
conotação e o mesmo sentido.
Mas tecnicamente em finanças
não são iguais.
ESTATÍSTICA
UM POUCO DE ESTATÍSTICA ESTATÍSTICA...
ESTATÍSTICA - MÉDIA
9 Média aritmética: é o resultado da soma dos valores de todas os dados da população ou amostra, dividida pela quantidade de dados existentes no conjunto.
x
1+x
2+x
3+...
+x
nX =
N
ESTATÍSTICA - VARIÂNCIA
Temos que somar os quadrados das diferenças de cada dado e a média. Após obter a soma, devemos dividir pelo número de observações menos um no caso de amostras ou pelo número e os u o caso de a ost as ou pe o ú e o de observações no caso de população.
∑ ( x
i– x )
2Variância => S
2=
N - 1
O Desvio Padrão é a raiz quadrada da variância.
ESTATÍSTICA -DESVIO PADRÃO
(
)∑ x x 2
1 (
i )= −
= ∑ −
N x S x
DP
2
As funções apresentadas até aqui podem ser obtidas pela planilha eletrônica excel com as seguintes nomenclaturas:
ESTATÍSTICA - EXCEL
MÉDIA CALCULA A MÉDIA ARITIMÉTICA
23
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
MÉDIA => CALCULA A MÉDIA ARITIMÉTICA VAR => CALCULA A VARIÂNCIA PARA AMOSTRA VARP => CALC. A VARIÂNCIA PARA POPULAÇÃO DESVPAD => CALCULA O DESVIO PADRÃO DE AMOST.
DESVPADP => CALCULA O DESV PADRÃO DE POP.
Das distribuições de
probabilidade a mais importante é a Distribuição Normal de probabilidade ou Curva de
Distribuições de Probabilidade
probabilidade ou Curva de Gauss.
E há ligação entre a distribuição normal e Finanças?
Vamos lá então...
mês CDB Bolsa
%a.m. %a.m.
jan 4,30 ‐4,50
fev 4,50 9,50
mar 5,45 ‐2,30
abr 5,45 ‐2,40
mai 5,50 ‐12,45
jun 5,65 32,58
jul 5,80 ‐2,50
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
j , ,
ago 6,00 4,30
set 5,90 ‐4,50
out 5,80 6,15
nov 5,80 5,40
dez 5,75 ‐8,30
média 5,49 1,75
variancia 0,27 123,52
desv pad 0,52 11,11
DÚVIDAS DÚVIDAS
Em relação ao CDB (renda fixa), caso as taxas estiverem
normalmente distribuídas podemos dizer que há 68,73 % de
Estatística e Finanças
27
q
probabilidade do rendimento estar entre 4,97% e 6,01%.
Como chegamos a estes valores?
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
média – DP...média...média + DP 5,49-0,52... 5,49... 5,49+0,52
4 97 5 49 6 01
Estatística e Finanças
28
4,97 ... 5,49... 6,01 Limite Superior = 6,01 % Média = 5,49 %
Limite Inferior = 4,97 %
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
Se estipularmos 1 desvio padrão temos a probabilidade de 68,73 %, caso utilizarmos 2 desvios
padrões possuímos probabilidade
Estatística e Finanças
29
padrões possuímos probabilidade de 95,44% e ao utilizarmos 3 desvios padrões teremos 99,73 % de probabilidade.
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
Caso aplicasse no dia 01 de Janeiro o valor de R$100,00
i t l t
Estatística e Finanças
esperaria ter um valor entre
R$104,97 e R$106,01 ao final do
mês.
Em relação as ações (renda variável), caso as taxas estiverem normalmente distribuídas podemos dizer que há 68,73 % de
Estatística e Finanças
31
q
probabilidade do rendimento estar entre -9,36% e 12,86% .
Como chegamos a estes valores?
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
média – DP...média...média + DP 1,75-11,11... 1,75... 1,75+11,11
-9 36 1 75 12 86
Estatística e Finanças
32
-9,36 ... 1,75... 12,86 Limite Superior = 12,86 % Média = 1,75%
Limite Inferior = -9,36 %
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
Se estipularmos 1 desvio padrão temos a probabilidade de 68,73%, caso utilizarmos 2 desvios
padrões possuímos probabilidade
Estatística e Finanças
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padrões possuímos probabilidade de 95,44% e ao utilizarmos 3 desvios padrões teremos 99,73%
de probabilidade.
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
Caso aplicasse no dia 01 de Janeiro o valor de R$100,00
i t l t
Estatística e Finanças
34
esperaria ter um valor entre R$90,64 e R$112,86 ao final do mês, neste caso poderíamos ter perda do capital investido.
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
Quando falamos de risco, a medida a ser utilizada é o desvio padrão da série de dados discretos.
A série de retornos é calculada de
Risco x Volatilidade
35
A série de retornos é calculada de forma discreta para obtermos o risco (desvio padrão).
Retorno = preço ontem – preço hoje preço ontem
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
Retorno = preço ontem – preço hoje preço ontem Preço 12/08 = 110,20
Risco x Volatilidade
Preço 11/08 = 100,00 Retorno = 100,00 – 110,20
100,00
Retorno = 10,20 %
Quando falamos de volatilidade a medida a ser utilizada é o desvio padrão da série contínua de dados.
Risco x Volatilidade
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A série de retornos é calculada de forma contínua para obtermos a volatilidade (desvio padrão).
Retorno = LN preço hoje preço ontem
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
Risco x Volatilidade
retornos retornos preços discretos contínuos
jan 101 10
38 Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
jan 101,10
fev 103,10 1,98% 1,96%
mar 104,75 1,60% 1,59%
abr 103,25 ‐1,43% ‐1,44%
mai 110,75 7,26% 7,01%
jun 108,87 ‐1,70% ‐1,71%
desv pad 3,23% 3,15%
Podemos perceber que há uma pequena variação entre o conceito de volatilidade e risco. Para a gestão financeira o correto é calcularmos a volatilidade e não o risco
Risco x Volatilidade
39
calcularmos a volatilidade e não o risco, pois é uma medida mais refinada e com maior precisão.
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
Var – Valor do Risco
Consegue traduzir em um valor o risco que a empresa esta exposta, ou seja, no pior
á í f
Var – Value At Risk
40
cenário qual seria o prejuízo financeiro que a empresa deveria suportar.
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
Var – Valor do Risco Existem dois tipos de Var
Paramétrico
Var – Value At Risk
41
Paramétrico Não Paramétrico
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
Var Paramétrico
Calculado pela metodologia Riskmetrics, utilizada inicialmente em 1995 pelo banco
J P M l l d b l
Var – Value At Risk
J P Morgan, calculada com base no valor
esperado (esperança=média) e com base
em seu desvio padrão.
Var Não Paramétrico
Calculado por metodologia desenvolvida por Makarov (1995), utilizado pelo Chase
M h tt B k d ã d t
Var – Value At Risk
43
Manhattan Bank, onde não adotam hipótese de cenário algum.
O modelo fornece um percentual que deve ser seguido como grau de confiança através de uma distribuição de probabilidades.
Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx Fonte: http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/default.aspx
VAR - VALUE AT RISK
Passos para cálculo do VAR
1) Marcar a posição a mercado (Mark to Market) 2) Medir a variabilidade dos fatos de Risco
3) D t i h i t d t d lid d
3) Determinar o horizonte de tempo de validade 4) Determinar o nível de confiança
5) Reportar a perda potencial
(fonte: JORION, Philip - VALUE AT RISK ,BMF 2003 pg. 96)
VAR - VALUE AT RISK Passos para cálculo do VAR
1) Marcar a posição a mercado (Mark to Market) Os valores dos títulos, passivos e ativos, com que a empresa trabalha não estão atualizados que a empresa trabalha não estão atualizados pelo valor financeiro que o mercado está disposto a pagar.
Por exemplo, um caminhão está registrado
contabilmente por um valor mas, no mercado
vale mais.
VAR - VALUE AT RISK Passos para cálculo do VAR
2) Medir a variabilidade dos fatos de Risco
Em nosso exemplo do caminhão verificamos qual a variação de preço do mesmo em um dado a variação de preço do mesmo em um dado intervalo de tempo, normalmente o horizonte de tempo da determinação do VAR.
VAR - VALUE AT RISK
Passos para cálculo do VAR
3) Determinar o horizonte de tempo de validade Qual é o horizonte de tempo em que o VAR deve estar válido para utilização na tomada de
estar válido para utilização na tomada de decisões dentro da organização?
DÚVIDAS
DÚVIDAS
VAR - VALUE AT RISK Passos para cálculo do VAR 4) Determinar o nível de confiança
O nível de confiança está intimamente ligado ao perfil dos dirigentes da organização
perfil dos dirigentes da organização.
Conservador, Moderado, Agressivo ou arrojado.
Quanto mais risco deseja-se correr menor é o grau de confiança que o gestor tem.
VAR - VALUE AT RISK
Passos para cálculo do VAR 5) Reportar a perda potencial
Após os cálculos devemos indicar a organização qual é a possível perda financeira na ocorrência qual é a possível perda financeira na ocorrência do pior cenário.
VAR - VALUE AT RISK Exemplo de Cálculo do Var
Medir o VAR de uma carteira de
investimentos de US$ 100 milhões para um
horizonte de 10 anos com um nível de
horizonte de 10 anos com um nível de
confiança de 99 %.
VAR - VALUE AT RISK Passos para cálculo do VAR 1) Marcar posição a mercado
Vamos ao mercado e verificamos que o valor dos títulos da carteira tem um montante de US$ 110 títulos da carteira tem um montante de US$ 110 milhões.
VAR - VALUE AT RISK
Passos para cálculo do VAR
2) Medir a variabilidade dos fatos de Risco
Os fatos de risco são avaliados de acordo com o ativo objeto a que se referem os títulos para ativo objeto a que se referem os títulos, para nosso exemplo adotaremos 15 % ao ano.
VAR - VALUE AT RISK Passos para cálculo do VAR 3) Determinar o horizonte de tempo
Normalmente o prazo de planejamento da empresa é de 5 ou 10 dias mas podemos empresa é de 5 ou 10 dias, mas podemos também adotar longos prazos como 5 anos. O problema é que com um horizonte de tempo tão grande teremos dificuldade de traçar cenários com precisão.
Em nosso exemplo 10 dias.
VAR - VALUE AT RISK Passos para cálculo do VAR 4) Determinar o nível de confiança
Como verificamos anteriormente, depende do perfil dos gestores que tomam decisões dentro perfil dos gestores que tomam decisões dentro da organização, em nosso exemplo adotaremos 99 %.
VAR - VALUE AT RISK
Passos para cálculo do VAR 4) Determinar o nível de confiança
Como verificamos anteriormente, depende do perfil dos gestores que tomam decisões dentro perfil dos gestores que tomam decisões dentro da organização, em nosso exemplo adotaremos 99 %.
Na distribuição normal de probabilidade temos 99% => 2,33
95% => 1,96 90% => 1,65
VAR - VALUE AT RISK Passos para cálculo do VAR 5) Reportar a perda potencial Cálculo VAR
VCM FR TP X CF VAR VCM x FR x TP X CF = VAR VCM = Carteira a Valor de Mercado FR = Fatos de Risco
TP = Horizonte de Tempo em dias úteis
CF = Confiança
VAR - VALUE AT RISK 5) Reportar a perda potencial Cálculo VAR
VCM = US$ 110 milhões FR = 15 % ao ano
TP R i Q d d (10 / 252) TP = Raiz Quadrada (10 / 252) CF = 99% => 2,33
VAR = VCM x FR x TP X CF
VAR = 110 x 0,15 x [raiz quadrada (10/252) ] x 2,33 VAR = 110 x 0,15 x 0,199205 x 2,33
VAR = 7,66 milhões
Um país com o Mercado de Capitais desenvolvido oferece mais oportunidades para as empresas e para os seus
cidadãos pois a dinâmica da oferta de
PRECIFICAÇÃO DE EMPRESAS
59
cidadãos, pois, a dinâmica da oferta de recursos e pulverização do capital das companhias fazem com que as mesmas sejam mais zelosas com a sua
administração.
Poderíamos dizer que o objetivo de uma empresa é tão somente dar lucro?
Temos que analisar tal informação com
it id d i d t
PRECIFICAÇÃO DE EMPRESAS
muito cuidado, pois, a empresa pode ter
lucro por um curto período de tempo e
depois entrar em um processo falimentar.
Também temos empresas que dão lucro mas não se preocupam com o seu entorno, ou seja, não são sócio- ambientalmente responsáveis
PRECIFICAÇÃO DE EMPRESAS
61
ambientalmente responsáveis.
Portanto, uma empresa deve sempre se preocupar com a rentabilidade do capital
i tid l i tá i i i t
PRECIFICAÇÃO DE EMPRESAS
62
investido pelos proprietários e acionistas e também se perpetuar ao longo do tempo oferecendo benefícios a sociedade e ao meio ambiente.
Podemos dizer que a empresa
administrada com estas preocupações cria valor para o acionista e para a sociedade
PRECIFICAÇÃO DE EMPRESAS
63
sociedade.
A criação de valor em uma companhia
deverá ser uma das medidas mais
importantes na verificação do
desempenho de uma empresa.
Como podemos comprar e vender empresas sem saber corretamente qual é o seu preço ou valor de mercado.
PRECIFICAÇÃO DE EMPRESAS
64
Em uma empresa S.A. com ações em bolsa é muito simples, pois, as informações estão disponíveis e poderemos calcular quanto o mercado estaria disposto a pagar.
QUANTIDADE DE AÇÕES MULTIPLICADO PELO NÚMERO DE AÇÕES SERÁ IGUAL AO VALOR DE MERCADO DA ORGANIZAÇÃO
PRECIFICAÇÃO DE EMPRESAS
65
QTD DE AÇÕES X VLR DA AÇÃO = VLR MERCADO
Podemos verificar se a empresa Cria valor ou destrói valor para efetuar sua avaliação.
PRECIFICAÇÃO DE
EMPRESAS
Algumas medidas de valor:
DCF – Discounted Cash Flow
PRECIFICAÇÃO DE EMPRESAS
67
EVA – Economic Value Added MVA – Market Value Added
DCF – Discounted Cash Flow Fluxo de Caixa descontado, ou seja, mensuramos o poder da companhia de
i l l l d fl
PRECIFICAÇÃO DE EMPRESAS
68
gerar caixa e calculamos o valor do fluxo de caixa descontado através de uma taxa de mercado para um investimento pré- definido.
DFC = FCO + CF1/(1+i)^1 + ...
EVA – Economic Value Added
O método do valor econômico adicionado foi desenvolvido em 1983 por uma equipe
d lt ifi
PRECIFICAÇÃO DE EMPRESAS
69
de consultores, verifica se a empresa cria riqueza a partir de um investimento, comparando o valor investido e a taxa de rentabilidade com a taxa média do custo de capital da empresa.
EVA = (tx rent. – tx custo capital) x vlr Inv
MVA – Market Value Added O método de valor de mercado
adicionado efetua a comparação entre o
l d ã lti li d l
PRECIFICAÇÃO DE EMPRESAS
70
valor da ação multiplicado pela
quantidade de ações com o patrimônio líquido da organização, quando o cálculo é positivo dizemos que a empresa cria valor de mercado.
MVA = (qtd ações x vlr ação) - PL
B !
Boa semana!
Prof.: Marcelo dos Santos
Referência de imagens:
http://office.microsoft.com/pt-br/clipart/download.aspx Referências Bibliograficas :
EVES, Howard.Introdução a história da Matemática – Ed. Unicamp:São Paulo - 2003 JORION, Philip. Value At Risk– BM&F Brasil: São Paulo , 2003
SA, Geraldo Tosta de.Administração de Investimentos – Qualitmark:São Paulo – 1998 SECURATO, Jose Roberto .Calculo Financeiro das Tesourarias – Saint Paul:São Paulo- 1999