Pilhas de Combustíveis
nos Transportes
José Maia
Escola Superior de Tecnologia, Instituto Politécnico de Setúbal
Centro de Automática da UTL [email protected]
Jorge Esteves
Instituto Superior TécnicoDEEC / Centro de Automática da UTL [email protected]
APVE - Associação Portuguesa do Veículo Eléctrico
Av. Rovisco Pais, 1 , 1049-001 LISBOA
Tel.: 21 841 76 71
Fax: 21 841 71 67
[email protected]
Pilhas de Combust
Pilhas de Combust
í
í
vel
vel
A pilha de combust
A pilha de combust
í
í
vel
vel
é
é
um dispositivo
um dispositivo
electroqu
electroqu
í
í
mico
mico
que converte, sem
que converte, sem
qualquer combustão, energia de um determinado combust
qualquer combustão, energia de um determinado combust
í
í
vel em energia
vel em energia
el
el
é
é
ctrica.
ctrica.
O resultado desta conversão directa apresenta um rendimento elev
O resultado desta conversão directa apresenta um rendimento elev
ado e
ado e
é
é
não
não
poluente; a pilha de combust
poluente; a pilha de combust
í
í
vel produz unicamente electricidade, calor e
vel produz unicamente electricidade, calor e
á
á
gua.
gua.
O combust
O combust
í
í
vel utilizado
vel utilizado
é
é
hidrog
hidrog
é
é
nio que pode ser fornecido na sua forma pura
nio que pode ser fornecido na sua forma pura
ou a partir de uma mistura produzida por um processo de reformul
ou a partir de uma mistura produzida por um processo de reformul
a
a
ç
ç
ão a partir
ão a partir
de um
de um
hidrocarboneto
hidrocarboneto
.
.
A decisão quanto
A decisão quanto
à
à
utiliza
utiliza
ç
ç
ão de hidrog
ão de hidrog
é
é
nio puro ou de um sistema reformador
nio puro ou de um sistema reformador
no interior do autom
no interior do autom
ó
ó
vel imputa custos de investimento, problemas de
vel imputa custos de investimento, problemas de
rendimento e de desempenho e não existe consenso sobre a via que
rendimento e de desempenho e não existe consenso sobre a via que
vir
vir
á
á
a ser
a ser
predominante.
Pilhas de Combust
Pilhas de Combust
í
í
vel
vel
(2)(2)
Inventada em 1839 por
Inventada em 1839 por
Sir
Sir
Grove
Grove
Tubos
Tubos ““oxox””contêm oxigécontêm oxigénio; nio; tubos
tubos ““hyhy””contêm hidrogécontêm hidrogénio; os nio; os tubos estão imersos em
tubos estão imersos em áácido cido sulf
sulfúúricoricodiluídiluído; as barras pretas do; as barras pretas são folhas de platina; a corrente são folhas de platina; a corrente el
eléctrica circulava na direcéctrica circulava na direcçção da ão da seta para realizar uma electr seta para realizar uma electróóliselise
Pilhas de Combust
Pilhas de Combust
í
í
vel
vel
(3)(3) HidrogHidrogéénio nio éé fornecido atravfornecido atravéés do s do
ânodo da PC
ânodo da PC
OxigOxigéénio (ou ar) entram atravnio (ou ar) entram atravéés do s do
c
cáátodo.todo.
““EncorajadoEncorajado”” pelo catalisador, o pelo catalisador, o áátomo tomo
de hidrog
de hidrogéénio dividenio divide--se num protão e se num protão e num electrão, que tomam diferentes
num electrão, que tomam diferentes
caminhos para o c
caminhos para o cáátodo.todo.
O protão passa pela membrana mas o O protão passa pela membrana mas o
electrão não consegue.
electrão não consegue.
Estes electrões criam uma corrente Estes electrões criam uma corrente
el
elééctrica que pode ser utilizada antes ctrica que pode ser utilizada antes do seu retorno ao c
do seu retorno ao cáátodo.todo.
No cNo cáátodo, a reunião do hidrogtodo, a reunião do hidrogéénio e nio e
do oxig
do oxigéénio criam uma molnio criam uma moléécula de cula de á
água.gua.
Princ
Princíípio de funcionamento de uma PC pio de funcionamento de uma PC
Pilhas de Combust
Pilhas de Combust
í
í
vel
vel
(4)(4) HidrogHidrogéénio nio éé fornecido atravfornecido atravéés do s do
ânodo da PC
ânodo da PC
OxigOxigéénio (ou ar) entram atravnio (ou ar) entram atravéés do s do
c
cáátodo.todo.
““EncorajadoEncorajado”” pelo catalisador, o pelo catalisador, o áátomo tomo
de hidrog
de hidrogéénio dividenio divide--se num protão e se num protão e num electrão, que tomam diferentes
num electrão, que tomam diferentes
caminhos para o c
caminhos para o cáátodo.todo.
O protão passa pela membrana mas o O protão passa pela membrana mas o
electrão não consegue.
electrão não consegue.
Estes electrões criam uma corrente Estes electrões criam uma corrente
el
elééctrica que pode ser utilizada antes ctrica que pode ser utilizada antes do seu retorno ao c
do seu retorno ao cáátodo.todo.
No cNo cáátodo, a reunião do hidrogtodo, a reunião do hidrogéénio e nio e
do oxig
do oxigéénio criam uma molnio criam uma moléécula de cula de á
água.gua.
Princ
Diversos tipos de Pilhas de Combust
Diversos tipos de Pilhas de Combust
í
í
vel
vel
O tipo de electr
O tipo de electr
ó
ó
lito utilizado est
lito utilizado est
á
á
relacionado com o nome
relacionado com o nome
atribu
atribu
í
í
do aos diferentes tipos de PC:
do aos diferentes tipos de PC:
AFC alkaline fuel cell pilha de combustível alcalina
PAFC phosphoric acid fuel cell pilha de combustível de ácido fosfórico MCFC molten carbonate fuel cell pilha de combustível de carbonato fundido SOFC solid oxide fuel cell pilha de combustível de óxido sólido
SPFC solid polymer fuel cell pilha de combustível de polímero sólido Surgem, também, as seguintes designações para as SPFC:
SPEFC solid polymer electrolyte fuel cell
PEFC proton exchange fuel cell ou polymer electrolyte fuel cell
PEMFC proton exchange membrane fuel cell IEMFC ion exchange membrane fuel cell
Como excepção à regra anterior, relativa ao nome, surge a:
Tipos de Pilhas de Combust
Tipos de Pilhas de Combust
í
í
vel
vel
Temperatura de operação [oC]
Combustível* Electrólito Aplicação
AFC 80 H 2 KOH
(hidróxido de potássio)
transporte aeroespacial
SPFC 40-80 H 2 (/CO 2 ) polímero transporte, produção de
electricidade (rede e baterias), co-geração
DMFC 60-130 metanol polímero produção de electricidade
(baterias), transporte (?) PAFC 200 H 2 (/CO 2 ) ácido fosfórico produção de electricidade (rede),
co-geração**
MCFC 650 H2, CO carbonato fundido produção de electricidade (rede), co-geração**
SOFC 1000 H 2 , CO óxido sólido produção de electricidade (rede),
co-geração** Nota:
* Pilhas de combustível que aceitem misturas de H2CO 2podem, em combinação com reformador, utilizar alguns hidrocarbonetos; ** co-geração: produção de energia eléctrica e energia térmica.
Tipos de Pilhas de Combust
Tipos de Pilhas de Combust
í
í
vel
vel
(2)(2)Central de 1000
Central de 1000 kW kW com PAFCcom PAFC
Reformulador
Reformulador a partir de ga partir de gáás natural e s natural e M
Móódulo de 1kW de PEFC
Pilha de combust
Pilha de combustíível PAFC (vel PAFC (áácido fosfcido fosfóórico)rico)
dulo de 1kW de PEFC
Vista em corte de uma central de 1000
Vista em corte de uma central de 1000 kWkW MóMódulo tubular de 1 dulo tubular de 1 kWkWpara SOFCpara SOFC
Pilha de combust
Pilha de combustíível SOFC (vel SOFC (óóxido sxido sóólido)lido) Pilha de combust
Funcionamento das Pilhas de Combust
Funcionamento das Pilhas de Combust
í
í
vel
vel
http://www.terravista.pt/AguaAlto/2295/
Funcionamento da PEFC
Funcionamento da PEFC
Rendimento da PEFC
Componentes auxiliares para o
Componentes auxiliares para o
funcionamento das PC
funcionamento das PC
Estes componentes asseguram a:
Estes componentes asseguram a:
alimentaalimentaçção permanente de ar e de hidrogão permanente de ar e de hidrogéénio;nio;
remoremoçção do calor produzido pela PCão do calor produzido pela PC
Estes componentes são:
Estes componentes são:
Compressor Compressor ou ventilador para ou ventilador para
fornecer ar ao c
fornecer ar ao cáátodotodo;;
ReformadorReformador,, casocaso oo combustcombustíível vel
utilizado seja
utilizado seja umumhidrocarbonetohidrocarboneto;;
CircuitoCircuito dederefrigerarefrigeraççãoão;;
Separador para remoSeparador para remoççãoão dede áágua gua
contida nos
contida nos gasesgases sasaíídosdosdodoccáátodotodo;
Bomba para recirculaBomba para recirculaççãoão dos gasesdos gases
rejeitados pelo ânodo
rejeitados pelo ânodo;;
ControladorControladordo do sistemasistema;;
SistemaSistema dede alimentaalimentaççãoão dede
combust
combustíívelvel..
Aplica
Aplica
ç
ç
ões de PC nos transportes
ões de PC nos transportes
Uma c
Uma c
é
é
lula de uma pilha de combust
lula de uma pilha de combust
í
í
vel apresenta uma
vel apresenta uma
diferen
diferen
ç
ç
a de potencial de 0,7V e pode fornecer 350W
a de potencial de 0,7V e pode fornecer 350W
(dimensão de
(dimensão de
um tapete de rato de computador e 0,5 a 0,7 cm de espessura)
um tapete de rato de computador e 0,5 a 0,7 cm de espessura)
Para permitir que um ve
Para permitir que um ve
í
í
culo tenha os valores adequados de
culo tenha os valores adequados de
acelera
acelera
ç
ç
ão e de velocidade de ponta,
ão e de velocidade de ponta,
é
é
necess
necess
á
á
rio uma potência
rio uma potência
de pico da ordem dos 50
de pico da ordem dos 50
-
-
70kW.
70kW.
Isto implica que 150
Isto implica que 150
-
-
200 c
200 c
é
é
lulas sejam
lulas sejam
empilhadas em conjunto.
empilhadas em conjunto.
Estas pilhas têm que ser muito compactas
Estas pilhas têm que ser muito compactas
não podendo ultrapassar um volume de
não podendo ultrapassar um volume de
50 litros, para a sua aplica
50 litros, para a sua aplica
ç
ç
ão em
ão em
autom
Pilhas de Combust
Pilhas de Combust
í
í
vel na propulsão autom
vel na propulsão autom
ó
ó
vel
vel
Todos os principais fabricantes autom
Todos os principais fabricantes autom
ó
ó
veis investiram em prot
veis investiram em prot
ó
ó
tipos
tipos
de ve
TOYOTA RAV 4
Pilha de Combustível
TOYOTA RAV 4
TOYOTA RAV 4
Dois outros exemplos de referência
Dois outros exemplos de referência
Autocarros com PC
2ª geração Chicago
Autocarros com PC
Autocarros com PC
2
2
ª
ª
gera
gera
ç
ç
ão Chicago
ão Chicago
NECAR - New Electric CAR
DaimlerChrysler
NECAR
NECAR
-
-
New Electric
New Electric
CAR
CAR
DaimlerChrysler
DaimlerChrysler
Necar
Necar 3
3
-
-
metanol como combust
metanol como combust
í
í
vel
vel
(Setembro 1997) 400Km de
(Setembro 1997) 400Km de
autonomia com 38 litros de
autonomia com 38 litros de
combust
combust
í
í
vel (metanol)
vel (metanol)
Necar
Necar
4
4
-
-
hidrog
hidrog
é
é
nio como
nio como
combust
Evolu
Evolu
ç
ç
ão dos ve
ão dos ve
í
í
culos com PC
culos com PC
da
A 1
A 1
ª
ª
aplica
aplica
ç
ç
ão comercial
ão comercial
(conhecida) (conhecida)
Unidade auxiliar de energia
Unidade auxiliar de energia
Volume de uma bateria convencional de
Volume de uma bateria convencional de
á
á
cido
cido
-
-
chumbo, apresentando
chumbo, apresentando
maior durabilidade e desempenho
Considera
Considera
ç
ç
ões sobre produ
ões sobre produ
ç
ç
ão e utiliza
ão e utiliza
ç
ç
ão
ão
sustent
sustent
á
á
vel de energia
vel de energia
Energia de
Energia de ““elevada qualidadeelevada qualidade”” e e ““elevada concentraelevada concentraççãoão””com uma elevada maiscom uma elevada mais--valia valia
Energia potencial (barragem)
Energia potencial (barragem)
Energia qu
Energia quíímica (petrmica (petróóleo, gleo, gáás natural, carvão)s natural, carvão)
Energia El
Considera
Considera
ç
ç
ões sobre produ
ões sobre produ
ç
ç
ão e utiliza
ão e utiliza
ç
ç
ão
ão
sustent
sustent
á
á
vel de energia
vel de energia
(2)(2)Energia
Energia ““dispersadispersa””de baixa densidade e difde baixa densidade e difíícil de utilizarcil de utilizar
Energia da
Energia da biomassabiomassa Á
Água quente / Desperdgua quente / Desperdíício cio de
de áágua quentegua quente e de calore de calor Energia da luz (solar)
Energia da luz (solar) Energia do vento Energia do vento
Nesta perspectiva, não esquecer que
Nesta perspectiva, não esquecer que
cada kWh poupado vale tanto (ou
cada kWh poupado vale tanto (ou
mais) como cada kWh produzido por
mais) como cada kWh produzido por
uma fonte de energia renov
uma fonte de energia renováável Restantes formas de
Restantes formas de
energia renov
energia renovááveis veis dispon
disponííveis na veis na natureza
Considera
Considera
ç
ç
ões sobre produ
ões sobre produ
ç
ç
ão e utiliza
ão e utiliza
ç
ç
ão
ão
sustent
sustent
á
á
vel de energia
vel de energia
(3)(3)Uma estrat
Uma estrat
é
é
gia de conserva
gia de conserva
ç
ç
ão de energia passa por:
ão de energia passa por:
conservar a energia de
conservar a energia de
“
“
elevada qualidade
elevada qualidade
”
”
o mais poss
o mais poss
í
í
vel
vel
utilizar apropriadamente a energia dilu
utilizar apropriadamente a energia dilu
í
í
da e dif
da e dif
í
í
cil de utilizar,
cil de utilizar,
as energias renov
as energias renov
á
á
veis
veis
O verdadeiro interesse das Pilhas de Combust
O verdadeiro interesse das Pilhas de Combust
í
í
vel surge
vel surge
enquadrado nesta estrat
enquadrado nesta estrat
é
é
gia de produç
gia de produ
ção e de utiliza
ão e de utiliza
ç
ç
ão
ão
sustent
Aplica
Aplica
ç
ç
ões previstas para as Pilhas de Combust
ões previstas para as Pilhas de Combust
í
í
vel
vel
Sistema urbano de gera
Sistema urbano de geraçção elão elééctrica com fornecimento de calorctrica com fornecimento de calor
Sistema urbano e descentralizado de gera
Sistema urbano e descentralizado de geraçção elão elééctricactrica Sistema industrial de co
Sistema industrial de co--gerageraççãoão
Sistema de PC para ve
Sistema de PC para veículos, etc.ículos, etc.
Sistema de gera
Sistema de geraçção elão elééctrica a partir de carvão gaseificadoctrica a partir de carvão gaseificado Sistema de gera
Sistema de geraçção elão eléctrica éctrica utilizando desperd
utilizando desperdíícios agrcios agríícolascolas
Sistema de co
Sistema de co--gerageraçção residencial ão residencial (electricidade e
(electricidade e áágua quente) Sistema de gera
Sistema de geraçção elão elééctrica ctrica transport
Caracter
Caracter
í
í
sticas das Pilhas de Combust
sticas das Pilhas de Combust
í
í
vel
vel
As Pilhas de Combust
As Pilhas de Combust
í
í
vel vão passar a fazer parte do nosso dia
vel vão passar a fazer parte do nosso dia
-
-
a
a
-
-
dia
dia
As grandes vantagens da PC são:
As grandes vantagens da PC são:
Adapta
Adapta
ç
ç
ão para uma instala
ão para uma instala
ç
ç
ão e utiliza
ão e utiliza
ç
ç
ão nas cidades, devido ao
ão nas cidades, devido ao
ru
ru
í
í
do e vibra
do e vibra
ç
ç
ão reduzidos e n
ão reduzidos e n
í
í
vel desprez
vel desprez
á
á
vel de emissões de
vel de emissões de
NOx
NOx
e
e
fuligem ;
fuligem ;
Elevado rendimento de gera
Elevado rendimento de gera
ç
ç
ão de energia el
ão de energia el
é
é
ctrica (mesmo em
ctrica (mesmo em
pequenas unidades) e rendimento global tamb
pequenas unidades) e rendimento global tamb
é
é
m elevado (pode atingir
m elevado (pode atingir
80% se incluirmos o aproveitamento do calor libertado); para mai
80% se incluirmos o aproveitamento do calor libertado); para mai
s nas
s nas
MSFC e SOFC pode ser obtido vapor de elevada temperatura (energi
MSFC e SOFC pode ser obtido vapor de elevada temperatura (energi
a
a
de elevada mais
de elevada mais
-
-
valia).
valia).
A grande desvantagem actual
A grande desvantagem actual
é
é
o seu pre
o seu pre
ç
ç
o.
o.
Enquadrando as aplica
Enquadrando as aplica
ç
ç
ões nos transportes com o mercado das
ões nos transportes com o mercado das
aplica
aplica
ç
ç
ões estacion
ões estacion
á
á
rias poder
rias poder
á
á
fazer surgir a grande oportunidade de
fazer surgir a grande oportunidade de
uma introdu
uma introdu
ç
ç
ão em larga escala, permitindo reduzir os custos de
ão em larga escala, permitindo reduzir os custos de
produ
Transi
Transi
ç
ç
ão para uma produ
ão para uma produ
ç
ç
ão e utiliza
ão e utiliza
ç
ç
ão
ão
sustent
sustent
á
á
vel da energia
vel da energia
Fonte:
Fonte: Christian BeckervordersandforthChristian Beckervordersandforth, , “
“The The Role Role of of Natural Natural Gas in Gas in
Sustainable Energy Management Sustainable Energy Management –– Brinding the Gap
Brinding the Gap to to HydrogenHydrogen””em em “
“On the EnergiesOn the Energies--ofof--Change Change ––The The Hydrogen Solution
Hydrogen Solution””, editado por , editado por CarlCarl- -Jochen Winter
Jochen Winter, , Gerling Akademie Gerling Akademie Verlag
Verlag, 2000, ISBN 3, 2000, ISBN 3--932425932425--3131--66
Nos
Nos
ú
ú
ltimos 150 anos, viveu
ltimos 150 anos, viveu
-
-
se uma transi
se uma transi
ç
ç
ão dos combust
ão dos combust
í
í
veis com
veis com
alto teor de carbono para os de baixo teor de carbono
alto teor de carbono para os de baixo teor de carbono
Nos pr
Nos pr
ó
ó
ximos 150 anos, viver
ximos 150 anos, viver
-
-
se
se
-
-
á
á
a continua
a continua
ç
ç
ão desse esfor
ão desse esfor
ç
ç
o rumo
o rumo
à
à
era do hidrog
era do hidrog
é
é
nio, em que o g
nio, em que o g
á
á
s natural poder
s natural poder
á
á
assegurar a ponte entre
assegurar a ponte entre
estas duas realidades.
Transi
Transi
ç
ç
ão para uma produ
ão para uma produ
ç
ç
ão e utiliza
ão e utiliza
ç
ç
ão
ão
sustent
sustent
á
á
vel sustent
vel sustent
á
á
vel da energia
vel da energia
(2)(2)
As alteraAs alteraçções na cadeia de utilizaões na cadeia de utilizaçção dos combustão dos combustííveis veis éésempre lenta (vsempre lenta (váárias rias
gera
geraçções), o que impõe que novas infraões), o que impõe que novas infra--estruturas para estarem no seu lugar daqui estruturas para estarem no seu lugar daqui a 30
a 30--50 anos tem de ser consideradas e iniciadas hoje.50 anos tem de ser consideradas e iniciadas hoje.
O hidrogO hidrogéénio surge como a nio surge como a ““solusoluççãoão”” para uma sociedade sustentpara uma sociedade sustentáável de mvel de méédio dio
prazo mas não corresponde a uma fonte de energia prim
prazo mas não corresponde a uma fonte de energia primáária; de momento, surge ria; de momento, surge sempre como um
sempre como um ““produto manufacturadoproduto manufacturado””cuja producuja produçção tem um determinado ão tem um determinado impacto ambiental.
impacto ambiental.
O gO gáás natural s natural ééa solua soluçção que parece mais ão que parece mais óóbvia (no curto prazo) para a produbvia (no curto prazo) para a produçção ão
de hidrog
de hidrogéénio.nio.
A electrA electróólise da lise da áágua gua éé uma outra soluuma outra soluçção de interesse para a produão de interesse para a produçção do ão do
hidrog
hidrogéénio. Diversos panio. Diversos paííses posicionamses posicionam--se na perspectiva de virem a produzir se na perspectiva de virem a produzir hidrog
hidrogéénio, para ser utilizado como combustnio, para ser utilizado como combustíível para as pilhas de combustvel para as pilhas de combustíível, vel, atrav
atravéés da electrs da electróólise da lise da áágua e utilizando energia elgua e utilizando energia elééctrica produzida a partir de ctrica produzida a partir de fontes de renov
Transi
Transi
ç
ç
ão para uma produ
ão para uma produ
ç
ç
ão e utiliza
ão e utiliza
ç
ç
ão
ão
sustent
sustent
á
á
vel sustent
vel sustent
á
á
vel da energia
vel da energia
(3)(3)
Deste modo, serDeste modo, seráá posspossíível produzir o hidrogvel produzir o hidrogéénio a partir da electrnio a partir da electróólise da lise da áágua, em gua, em
locais onde seja poss
locais onde seja possíível produzir a electricidade necessvel produzir a electricidade necessáária a partir de de uma fonte ria a partir de de uma fonte renov
renováável de energia (impacto ambiental reduzido e nvel de energia (impacto ambiental reduzido e nííveis nulos de emissões gasosas). veis nulos de emissões gasosas).
O hidrogO hidrogéénio, depois de transportado do seu local de produnio, depois de transportado do seu local de produçção para o local final de ão para o local final de
utiliza
utilizaçção, ão, éé utilizado como combustutilizado como combustíível das pilhas de combustvel das pilhas de combustíível na produvel na produçção de ão de electricidade (n
electricidade (níível de emissões nulas). vel de emissões nulas).
A energia el
A energia elééctrica ctrica éé a a úúnica nica forma de energia cuja utiliza
forma de energia cuja utilizaçção ão éé verdadeiramente limpa.
verdadeiramente limpa.
As pilhas de combust
As pilhas de combustíível poderão vel poderão ser o elo que falta para a
ser o elo que falta para a
viabiliza
viabilizaçção da produão da produçção de ão de electricidade a partir das energias
electricidade a partir das energias
renov
Ve
Ve
í
í
culos El
culos El
é
é
ctricos Rodovi
ctricos Rodovi
á
á
rios e Energias Renov
rios e Energias Renov
á
á
veis
veis
O hidrogO hidrogéénio nio ééo combusto combustíível para as pilhas de combustvel para as pilhas de combustíível;vel;
A utilizaA utilizaçção das pilhas de combustão das pilhas de combustíível viabiliza vevel viabiliza veíículos elculos elééctricos com o desempenho e ctricos com o desempenho e
a autonomia desejada
a autonomia desejada
VeVeíículos elculos elééctricos sem limitactricos sem limitaçções de desempenho e de autonomia podem contribuir ões de desempenho e de autonomia podem contribuir
para a redu
para a reduçção do impacto ambiental do sector dos transportes. ão do impacto ambiental do sector dos transportes.