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COMUNICAÇÃO PÚBLICA E CIDADANIA A PARTIR DAS CONTRIBUIÇÕES DA ECONOMIA POLÍTICA DA COMUNICAÇÃO

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ISSN nº 2447-4266

DOI: http://dx.doi.org/10.20873/uft.2447

Mary Sandra Landim Pinheiro

RESUMO

Este trabalho tem como objetivo trazer uma discussão teórica da Cidadania sob o viés da Economia Política da Comunicação

questões relacionadas entre o mercado de comunicação, Estado e sociedade. conceito trabalhado por alguns estudiosos que ampliam as discussõ

traçada uma definição de Comunicação Pública e Cidadania, posteriormente pesquisas que aliam a lógica do público ao jornalis

1 Mestranda do Programa de Pós

PPGCOM-UFPI,Membro do Grupo de Pesquisa em Comunicação, Economia Política e Diversidade (COMUM-UFPI). Bolsista Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Níve

mail: mary_landim@yahoo.com.br

2 Doutora em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), Professora do Programa de Pós

Grupo de Pesquisa em Comunicação, Economia Política e Diversidade (COMUM

jacdourado@uol.com.br.

3

Endereço de contato dos autores (por correio):

Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Piauí Petrônio Portella, Bairro Ininga, Teresina (PI), Brasil,

COMUNICAÇÃO PÚBLICA E

CIDADANIA A PARTIR DAS

CONTRIBUIÇÕES DA

ECONOMIA POLÍTICA DA

COMUNICAÇÃO

4266 Vol. 2, Especial 2, outubro.

http://dx.doi.org/10.20873/uft.2447-4266.2016v2Especial2p29

Mary Sandra Landim Pinheiro

1

Jacqueline Lima Dourado

2, 3

Este trabalho tem como objetivo trazer uma discussão teórica da Comunicação Pública e da Cidadania sob o viés da Economia Política da Comunicação, um campo que abrange questões relacionadas entre o mercado de comunicação, Estado e sociedade.

por alguns estudiosos que ampliam as discussões sobre as temáticas é traçada uma definição de Comunicação Pública e Cidadania, posteriormente

pesquisas que aliam a lógica do público ao jornalismo diante de questões

Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Piauí UFPI,Membro do Grupo de Pesquisa em Comunicação, Economia Política e Diversidade UFPI). Bolsista Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Níve

mary_landim@yahoo.com.br.

Doutora em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), Professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM/UFPI).

Grupo de Pesquisa em Comunicação, Economia Política e Diversidade (COMUM Endereço de contato dos autores (por correio):Universidade Federal do Piauí

Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Piauí Campus ella, Bairro Ininga, Teresina (PI), Brasil, CEP: 64049-550.

PUBLIC COMMUNICATION AND

CITIZENSHIP FROM THE

CONTRIBUTIONS OF POLITICAL

ECONOMY OF COMMUNICATION

COMUNICACIÓN PÚBLICA Y LA

CIUDADANÍA DE LAS

CONTRIBUCIONES DE

ECONOMÍA POLÍTICA DE

COMUNICACIÓN

COMUNICAÇÃO PÚBLICA E

CIDADANIA A PARTIR DAS

CONTRIBUIÇÕES DA

ECONOMIA POLÍTICA DA

COMUNICAÇÃO

Vol. 2, Especial 2, outubro. 2016

4266.2016v2Especial2p29

Comunicação Pública e da , um campo que abrange questões relacionadas entre o mercado de comunicação, Estado e sociedade. A partir do es sobre as temáticas é traçada uma definição de Comunicação Pública e Cidadania, posteriormente são elencadas diante de questões econômicas em

Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Piauí - UFPI,Membro do Grupo de Pesquisa em Comunicação, Economia Política e Diversidade UFPI). Bolsista Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). E-Doutora em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS),

Graduação em Comunicação (PPGCOM/UFPI). Coordenadora do Grupo de Pesquisa em Comunicação, Economia Política e Diversidade (COMUM-UFPI). E-mail: rsidade Federal do Piauí – UFPI. Programa de Campus Universitário Ministro

PUBLIC COMMUNICATION AND

CITIZENSHIP FROM THE

CONTRIBUTIONS OF POLITICAL

ECONOMY OF COMMUNICATION

COMUNICACIÓN PÚBLICA Y LA

CIUDADANÍA DE LAS

CONTRIBUCIONES DE

ECONOMÍA POLÍTICA DE

COMUNICACIÓN

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ISSN nº 2447-4266

DOI: http://dx.doi.org/10.20873/uft.2447

meio aos produtos que circulam no espaço

comunicação pública como um mecanismo de resistência na esfera comunicacional.

PALAVRAS-CHAVE: Economia Política da Comunicação; Comunicação Pública; Cidadania.

ABSTRACT

This work aims to bring a theoretical discussion of Public Communication and Citizenship under the bias of the Political Economy of Communication , a field that addresses issues between the communication market , state and society. From the concept worked

scholars that expand discussions on the issues is drawn a definition of Public Communication and Citizenship , they are subsequently listed research that combine the logic of public journalism on economic issues among the products circulating in th

into account public communication as a mechanism of resistance in the communication sphere.

KEYWORDS: Political Economy of Communication; Public communication; Citizenship.

RESUMEN

Este trabajo tiene como objetivo reunir una

Ciudadanía bajo el sesgo de la Economía Política de la Comunicación , un campo que se ocupa de situaciones entre el mercado de la comunicación , el estado y la sociedad. Desde el concepto trabajado por algunos es

hasta la proyección de una definición de Comunicación Pública y Ciudadanía , que posteriormente se enumeraran en la investigación que combinan la lógica del periodismo público sobre temas económicos en

televisión teniendo en cuenta la comunicación pública como un mecanismo de resistencia en la esfera de comunicación .

PALABRAS CLAVE: Economía Política de la Comu Ciudadanía.

Recebido em: 30

4266 Vol. 2, Especial 2, outubro.

http://dx.doi.org/10.20873/uft.2447-4266.2016v2Especial2p29

os produtos que circulam no espaço televisivo, levando em consideração a comunicação pública como um mecanismo de resistência na esfera comunicacional.

Economia Política da Comunicação; Comunicação Pública;

This work aims to bring a theoretical discussion of Public Communication and Citizenship under the bias of the Political Economy of Communication , a field that addresses issues between the communication market , state and society. From the concept worked

scholars that expand discussions on the issues is drawn a definition of Public Communication and Citizenship , they are subsequently listed research that combine the logic of public journalism on economic issues among the products circulating in the television space taking into account public communication as a mechanism of resistance in the communication

Political Economy of Communication; Public communication;

Este trabajo tiene como objetivo reunir una discusión teórica de Comunicación Pública y Ciudadanía bajo el sesgo de la Economía Política de la Comunicación , un campo que se ocupa de situaciones entre el mercado de la comunicación , el estado y la sociedad. Desde el concepto trabajado por algunos estudiosos que amplían las discusiones sobre los temas hasta la proyección de una definición de Comunicación Pública y Ciudadanía , que posteriormente se enumeraran en la investigación que combinan la lógica del periodismo público sobre temas económicos entre los productos que circulan en el espacio de la televisión teniendo en cuenta la comunicación pública como un mecanismo de resistencia en la esfera de comunicación .

: Economía Política de la Comunicación; Comunicación P

30.12.2015. Aceito em: 19.08.2016. Publicado em: 30.

Vol. 2, Especial 2, outubro. 2016

4266.2016v2Especial2p29

do em consideração a comunicação pública como um mecanismo de resistência na esfera comunicacional.

Economia Política da Comunicação; Comunicação Pública;

This work aims to bring a theoretical discussion of Public Communication and Citizenship under the bias of the Political Economy of Communication , a field that addresses issues between the communication market , state and society. From the concept worked by some scholars that expand discussions on the issues is drawn a definition of Public Communication and Citizenship , they are subsequently listed research that combine the logic of public e television space taking into account public communication as a mechanism of resistance in the communication

Political Economy of Communication; Public communication;

discusión teórica de Comunicación Pública y Ciudadanía bajo el sesgo de la Economía Política de la Comunicación , un campo que se ocupa de situaciones entre el mercado de la comunicación , el estado y la sociedad. Desde el tudiosos que amplían las discusiones sobre los temas hasta la proyección de una definición de Comunicación Pública y Ciudadanía , que posteriormente se enumeraran en la investigación que combinan la lógica del periodismo tre los productos que circulan en el espacio de la televisión teniendo en cuenta la comunicación pública como un mecanismo de resistencia en

nicación; Comunicación Pública;

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ISSN nº 2447-4266

DOI: http://dx.doi.org/10.20873/uft.2447

Introdução

A proposta do artigo é fazer uma reflexão sobre o campo da Economia Política da Comunicação, levando em consideração algumas discussões traçadas nessa perspectiva teórica, a partir da reflexão estabelecida por meio de estudos desenvolvidos na área.

Para a organização do trabalho foi necessário traçar uma discussão sobre Teoria da Economia Política da Comunicação. Para isso,

contribuições dadas pelas reflexões

seguida são expostas discussões sobre Economia Polít (1999); Brittos e Dourado

Público Becerra (2013) , Valente

Situando do ponto de vista teórico algumas reflexões importantes, para a configuração dos conteúdos divulgados por meio de mecanismos públicos, a citar a Televisão, como importante meio de difusão de informações, por estar presente nas casas da maioria da população brasileira, mas ainda com uma audiência maior voltada aos oligopólios comunicacionais.

importantes para os conteúdos do telejornalismo público e também do papel do profissional, em meio ao cenário.

Indústrias Culturais, breve contextualização

O conceito de indústria denominações e autor

explanação de Melo (201 primeira vez na obra

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A proposta do artigo é fazer uma reflexão sobre o campo da Economia Política da Comunicação, levando em consideração algumas discussões traçadas perspectiva teórica, a partir da reflexão estabelecida por meio de estudos

a organização do trabalho foi necessário traçar uma discussão sobre Teoria da Economia Política da Comunicação. Para isso, são discutidas

ições dadas pelas reflexões sobre as Indústrias Culturais Melo

discussões sobre Economia Política da Comunicação M o (2013), em seguida a contribuição sobre o Telejornalismo , Valente (2009); Brittos e Dourado (2013

Situando do ponto de vista teórico algumas reflexões importantes, para a configuração dos conteúdos divulgados por meio de mecanismos públicos, a citar como importante meio de difusão de informações, por estar presente nas casas da maioria da população brasileira, mas ainda com uma audiência maior voltada aos oligopólios comunicacionais. Também serão citados

importantes para os conteúdos do telejornalismo público e também do papel do profissional, em meio ao cenário.

Indústrias Culturais, breve contextualização

indústria cultural possui ao longo dos utores que trabalharam de forma distinta

(2013) desde o seu nascedouro onde o termo

A indústria cultural: o iluminismo como

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A proposta do artigo é fazer uma reflexão sobre o campo da Economia Política da Comunicação, levando em consideração algumas discussões traçadas perspectiva teórica, a partir da reflexão estabelecida por meio de estudos

a organização do trabalho foi necessário traçar uma discussão sobre a são discutidas as sobre as Indústrias Culturais Melo (2013), em ica da Comunicação Mosco 2013), em seguida a contribuição sobre o Telejornalismo

2013).

Situando do ponto de vista teórico algumas reflexões importantes, para a configuração dos conteúdos divulgados por meio de mecanismos públicos, a citar como importante meio de difusão de informações, por estar presente nas casas da maioria da população brasileira, mas ainda com uma audiência maior Também serão citados alguns pontos importantes para os conteúdos do telejornalismo público e também do papel do

anos de utilização a. De acordo com mo foi utilizado pela

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ISSN nº 2447-4266

DOI: http://dx.doi.org/10.20873/uft.2447

massas

, publicada em produção em ritmo indust Horkheimer (1947), no qual seguida, apresenta a vis positiva dentro da Escola a reprodução expandia o democratização do conh O termo foi pluralizado por

Industries Culturelles,

ofertando uma visão so passa a ser vista como n

Dourado e Andrade (2013) contribuem com a discussão ao período histórico:

As diversas indústrias de produção simbólica (cinema, livro, música, TV, jornal, etc.) para tentar compreender o processo crescente de valorização das atividades culturais pelo capital, o que se verificou de forma ainda intensa a partir do final do século XX, período da reconfiguração capitalista de modo global.

Sobre a temática, podemos acrescentar que “as indústrias culturais compõem um mercado produtor que, mais do que concorrencial, revela monopolista, controlado e produzido por poucas corporações”

ANDRADE, 2013, p. 299

caso brasileiro algumas famílias concentram o que é publico de forma privada, conforme apresenta Christofoletti (2003), onde 80% de todos os veículos de comunicação do país estão concentrados nas mãos sete grupos. Apesar de passados doze anos, o poderio continua o mesmo, pois o controle se perpetua por gerações, enquanto o interesse e a rentabilidade ainda se mantêm ativos.

Cabe acrescentar

tida como um meio de destaqu

conforme aponta Vizeu (2005) que é uma indústria cultural que tem uma

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http://dx.doi.org/10.20873/uft.2447-4266.2016v2Especial2p29 1947. Nesse trabalho, estava relacionad

industrial dado as obras de arte para Theodor Ado no qual a reprodutibilidade retirava a aura d

são de Walter Benjamim (1980), dando um ola de Frankfurt a reprodução, pois Benjam ndia o acesso as obras de arte como

onhecimento, antes oferecida apenas pa do por Bernard Miège, em 1978, no li ofertando uma visão socioeconômica à difus omo negócio.

Dourado e Andrade (2013) contribuem com a discussão ao

As diversas indústrias de produção simbólica (cinema, livro, música, TV, jornal, etc.) para tentar compreender o processo crescente de valorização das atividades culturais pelo capital, o que se verificou de forma ainda intensa a partir do final do século XX, período da reconfiguração capitalista de modo global. (DOURADO e ANDRADE, 2013, p. 298

Sobre a temática, podemos acrescentar que “as indústrias culturais compõem um mercado produtor que, mais do que concorrencial, revela monopolista, controlado e produzido por poucas corporações”

ANDRADE, 2013, p. 299). Os oligopólios centram o poder nas mãos de poucos, no caso brasileiro algumas famílias concentram o que é publico de forma privada, conforme apresenta Christofoletti (2003), onde 80% de todos os veículos de comunicação do país estão concentrados nas mãos sete grupos. Apesar de assados doze anos, o poderio continua o mesmo, pois o controle se perpetua por gerações, enquanto o interesse e a rentabilidade ainda se mantêm ativos.

Cabe acrescentar, na atualidade o lugar ocupado pela televisão, onde ela é tida como um meio de destaque entre as indústrias culturais, nesse fim de século, conforme aponta Vizeu (2005) que é uma indústria cultural que tem uma

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da principalmente à odor Adorno e Max de originalidade. Em ma perspectiva mais njamim acreditava que uma garantia de ara poucos eleitos.

ivro

Capitalisme et

difusão da arte, que

Dourado e Andrade (2013) contribuem com a discussão ao contextualizar o

As diversas indústrias de produção simbólica (cinema, livro, música, TV, jornal, etc.) para tentar compreender o processo crescente de valorização das atividades culturais pelo capital, o que se verificou de forma ainda mais intensa a partir do final do século XX, período da reconfiguração capitalista

ANDRADE, 2013, p. 298).

Sobre a temática, podemos acrescentar que “as indústrias culturais compõem um mercado produtor que, mais do que concorrencial, revela-se monopolista, controlado e produzido por poucas corporações” (DOURADO & o poder nas mãos de poucos, no caso brasileiro algumas famílias concentram o que é publico de forma privada, conforme apresenta Christofoletti (2003), onde 80% de todos os veículos de comunicação do país estão concentrados nas mãos sete grupos. Apesar de assados doze anos, o poderio continua o mesmo, pois o controle se perpetua por gerações, enquanto o interesse e a rentabilidade ainda se mantêm ativos.

, na atualidade o lugar ocupado pela televisão, onde ela é e entre as indústrias culturais, nesse fim de século, conforme aponta Vizeu (2005) que é uma indústria cultural que tem uma

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ISSN nº 2447-4266

DOI: http://dx.doi.org/10.20873/uft.2447

participação decisiva na formação de identidades e no crescimento econômico dos países. Segundo o autor, o veículo tem baixo custo a

torna competitivo à publicidade e lembra o quanto para manter o funcionamento de uma emissora existem custos elevados de manutenção.

Economia Política da Comunicação Ao refletir sobre a

necessário ampliar a discussão da temática. Primeiramente,

contextualizar a lógica de pesquisa que tem início nas discussões sobre economia política. Segundo Mosco (1999), possui duas definições centrais coloca como o “estudo

constituem a produção, dis de comunicação” (MOS nessa área da compreen acordo com o autor, o que sustenta a produção

O referido campo de Melo (2013), onde sã pragmática, ligada às hegemônico na socied marxismo e problematiz

Ao expor o campo de estudo da Economia Política da Comunicação, em obra que trata sobre abordagens a diversas Teorias da Comunicação, o pesquisador Adilson Vaz Filho, situa o campo como a “recomposição da participação dos setores sociais nos diversos processos de produção comunicacional, compreendendo a atual dinâmica de circulação de mercadorias e recomposição dos mercados na assim chamada sociedade da informação” (FILHO, 2014, p. 69).

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participação decisiva na formação de identidades e no crescimento econômico dos países. Segundo o autor, o veículo tem baixo custo aos telespectadores, fator que o torna competitivo à publicidade e lembra o quanto para manter o funcionamento de uma emissora existem custos elevados de manutenção.

Economia Política da Comunicação

sobre a Economia Política da Comunicação (E a discussão da temática. Primeiramente,

contextualizar a lógica de pesquisa que tem início nas discussões sobre economia política. Segundo Mosco (1999), possui duas definições centrais

das relações sociais, em especial das rela

, distribuição e consumo de recursos, incluindo SCO, 1999, p.98). Também acrescenta o

nsão da mudança social e transformação his faturamento publicitário obtido por meio

o do que é feito pelos meios de comunic mpo de estudo tem um recurso didático propo

ão apresentadas duas linhas de raciocíni s abordagens que preservam o si dade, e a crítica que tem inspiração n iza as estruturas vigentes.

Ao expor o campo de estudo da Economia Política da Comunicação, em obra que trata sobre abordagens a diversas Teorias da Comunicação, o pesquisador Adilson Vaz Filho, situa o campo como a “recomposição da participação dos setores sociais nos diversos processos de produção comunicacional, compreendendo a atual dinâmica de circulação de mercadorias e recomposição dos mercados na assim chamada sociedade da informação” (FILHO, 2014, p. 69).

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participação decisiva na formação de identidades e no crescimento econômico dos os telespectadores, fator que o torna competitivo à publicidade e lembra o quanto para manter o funcionamento

conomia Política da Comunicação (EPC), faz-se a discussão da temática. Primeiramente, é preciso contextualizar a lógica de pesquisa que tem início nas discussões sobre economia política. Segundo Mosco (1999), possui duas definições centrais se ações de poder, que incluindo os recursos objetivo do estudo o histórica. Ainda de por meio da audiência é o

icação.

oposto por Marques o: primeiramente, a sistema econômico o nas influências do

Ao expor o campo de estudo da Economia Política da Comunicação, em obra que trata sobre abordagens a diversas Teorias da Comunicação, o pesquisador Adilson Vaz Filho, situa o campo como a “recomposição da participação dos setores sociais nos diversos processos de produção comunicacional, compreendendo a atual dinâmica de circulação de mercadorias e recomposição dos mercados na assim

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DOI: http://dx.doi.org/10.20873/uft.2447 Brittos e Dourado

comunicacionais apres pesquisadores e unive

campo de estudos, que possui “um político - tecnológico do

Tendo por base a pesquisa as consequên referências de capitalismo que mudanças nas prá capitalista, onde o jorna indústrias culturais, um econômica centrada na obediência aos ditames prestação de serviço e caracterizado um modelo autora sugere uma lista do que

Obs histór gran tam heg conte É importante enfatizar

relações existentes na sociedade que vive em meio aos ditames dos oligopólios comunicacionais, mas diante dos entraves apontados pela grande mídia surgem alternativas para que os telespectadores possam acompanhar outros conteúdos. Mas, do ponto de vista teórico, qual a reflexão sobre a Comunicação Pública?

4266 Vol. 2, Especial 2, outubro.

http://dx.doi.org/10.20873/uft.2447-4266.2016v2Especial2p29 do (2013) contribuem com os esforços em

sentando que o espaço de discuss

e universidades em diversas perspectivas comprom que possui “um olhar crítico ao dinâmico ce

do capitalismo global” (BRITTOS; DOURAD as contribuições teóricas da EPC, Andrade (201 ncias trazidas ao jornalismo e à comun smo avançado levantadas pela pesquisado

ráticas jornalísticas são ocasionadas p alismo passa por transformações no amb um espaço sem regulamentações e que na lucratividade; além disso, que o jorna mes do capitalismo avançado se afasta

e se torna mais pragmático e menos

modelo de jornalismo informativo das indústrias re uma lista do que chamou de mutações do jornalismo:

servar esses fenômenos como mutações é flagr órica, que se esconde atrás de uma força hege ndes empresas de comunicação, com interesses mbém reproduzida em empresas menores que gemônicos sem grandes questionamentos, ta teúdo como de modelos administrativos. (ANDRA

É importante enfatizar que as reflexões na área visam problematizar as relações existentes na sociedade que vive em meio aos ditames dos oligopólios comunicacionais, mas diante dos entraves apontados pela grande mídia surgem alternativas para que os telespectadores possam acompanhar outros conteúdos. Mas, do ponto de vista teórico, qual a reflexão sobre a Comunicação Pública?

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m discutir as relações de discussão da EPC une omprometidas com cenário econômico –

DO, 2013, p.40). de (2013) afirma em omunicação dadas às ora. A autora aponta pela reconfiguração mbiente ditado pelas que atende a lógica alismo noticioso em sta do conceito de crítico, também é indústrias culturais. A

smo:

rante de sua condição emônica sustentada por no capitalismo geral, e e seguem os formatos anto de produção de ADE, 2013, p.122- 123).

que as reflexões na área visam problematizar as relações existentes na sociedade que vive em meio aos ditames dos oligopólios comunicacionais, mas diante dos entraves apontados pela grande mídia surgem alternativas para que os telespectadores possam acompanhar outros conteúdos. Mas, do ponto de vista teórico, qual a reflexão sobre a Comunicação Pública?

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Comunicação Pública e Cidadania

A mídia é tida pa para alguns segmentos para a busca pela cida participação popular. C povo fala, onde o cidadã nos telejornais, a pesquis quantitativos a qualitativo

pesquisadora Ana Carolina Temer,

Embora não contemple toda a complexidade filosófica

atividade profissional do telejornalismo esta definição deixa claro que o jornalismo se caracteriza por ser uma atividade social que busca entender, a partir dos limites

humano: a curiosidade do ser humano de saber sobre os outros homens. O jornalismo é um elemento de articulação entre o indivíduo e o coletivo, o homem e suas necessidades para sobrevivência, a ação humana

significado social, e que realiza essa articulação fornecendo informações. (TEMER, 2010, p. 102

Apesar disso, os mais cidadã, ainda são (2006, p.12) mencionam o midiática contemporân mesmo quando midiatiz

Moraes (2001) aborda que as corporações da mídia na contemporaneidade funcionam como agentes discursivos e ideológicos a partir da ordem global, onde “os conglomerados de mídia atuam como agentes econômicos globais, contribuindo para revigorar o modo de pr

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Comunicação Pública e Cidadania

ara a sociedade como um espaço de ent como de reivindicação e luta, sendo ta

idadania. No caso do jornalismo televisivo é ampliada a participação popular. Conforme Coutinho (2012) houve uma maior

ão comum tem maior destaque e tempo squisadora acrescenta ainda que é possível no

tativos. Ao refletir sobre a prática do telejornalismo a pesquisadora Ana Carolina Temer, apresenta que:

Embora não contemple toda a complexidade filosófica

atividade profissional do telejornalismo esta definição deixa claro que o jornalismo se caracteriza por ser uma atividade social que busca entender, a partir dos limites éticos predefinidos, parte da essência do que é ser humano: a curiosidade do ser humano de saber sobre os outros homens. O jornalismo é um elemento de articulação entre o indivíduo e o coletivo, o homem e suas necessidades para sobrevivência, a ação humana

significado social, e que realiza essa articulação fornecendo informações. TEMER, 2010, p. 102-103).

os espaços que deveriam ser ocupados o ocupados pela lucratividade. Diante diss

m o espaço público é o espaço social, o nea, mais do que nunca é regido por za temas públicos de forma pretensamen

Moraes (2001) aborda que as corporações da mídia na contemporaneidade funcionam como agentes discursivos e ideológicos a partir da ordem global, onde “os conglomerados de mídia atuam como agentes econômicos globais, contribuindo para revigorar o modo de produção capitalista” (MORAES, 2001, p.1),

Vol. 2, Especial 2, outubro. 2016

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ntretenimento, mas ambém um campo nia. No caso do jornalismo televisivo é ampliada a maior utilização do tempo nas falas editadas l notar que em termos . Ao refletir sobre a prática do telejornalismo a

Embora não contemple toda a complexidade filosófica- epistemológica da atividade profissional do telejornalismo esta definição deixa claro que o jornalismo se caracteriza por ser uma atividade social que busca entender, a éticos predefinidos, parte da essência do que é ser humano: a curiosidade do ser humano de saber sobre os outros homens. O jornalismo é um elemento de articulação entre o indivíduo e o coletivo, o homem e suas necessidades para sobrevivência, a ação humana e seu significado social, e que realiza essa articulação fornecendo informações.

dos por uma lógica so, Brittos e Bolaño que, na sua versão decisões privadas, mente pluralista.

Moraes (2001) aborda que as corporações da mídia na contemporaneidade funcionam como agentes discursivos e ideológicos a partir da ordem global, onde “os conglomerados de mídia atuam como agentes econômicos globais, odução capitalista” (MORAES, 2001, p.1),

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ISSN nº 2447-4266

DOI: http://dx.doi.org/10.20873/uft.2447

sob a égide da retórica de uma globalização que mede a expressão cultural pelo consumo de indivíduos e grupos.

Segundo Mattos

sobre a temática está apresentado na Constituição Cidadã deve

sociais: A c prog 221, artís inde (MA A discussão sobre o país é de fundamenta

cumprimento do que está posto na acesso à informação por p

Outra autora que acesso de vários segm importância desse tipo

O m do cida com econ contri Em 2005, no Se ativistas midiáticos, particip elaboraram, segundo M São Bernardo, que trou regional para o desenvolv

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sob a égide da retórica de uma globalização que mede a expressão cultural pelo consumo de indivíduos e grupos.

(2002) outro ponto importante para ampliar a discussão apresentado na Constituição Brasileira, também chamada de

ve ser visto com bastante enfoque pelos d

carta de 1988 também fixou normas para gramação das emissoras de rádio e televisão. De , as emissoras devem promover programas com sticas, culturais e informativas, procurando est ependente, visando a promoção da cultura ATTOS, 2002, p.118).

o sobre o que está posto no documento al importância para que sejam cobrada do que está posto na Carta Magna, oferecendo

por parte da população de todos os recantos do e reforça a importância de estratégias de mentos sociais é Cecília Perruzzo, a e

de veículo, onde:

meio de comunicação local tem a possibilidad o que qualquer outro a vida em determinadas

ades, vilas, bairros, zonas rurais etc. Por vezes, s mo as que tem origem em vínculos com interess

nômicos, mas, mesmo acarretando vieses de tribuindo na divulgação de temas locais (P

eminário Mídia Cidadã, pesquisadores rticipantes de movimentos sociais discutir Marques de Melo (2006), um documento que trouxe algumas questões; entre elas o pap

nvolvimento da cidadania, questões soci

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sob a égide da retórica de uma globalização que mede a expressão cultural pelo

ampliar a discussão a, também chamada de los diversos segmentos

a produção de uma De acordo com o artigo m finalidades educativas, estimular a produção a nacional e regional

umento que rege nosso as iniciativas para o assim garantias de ntos do Brasil. democratização do estudiosa expõe a de de mostrar melhor as regiões, municípios, se cerca de distorções, sse político-partidários e e informação, acaba PERUZZO, 2005, p. 7). da comunicação e s discutiram vários pontos e

intitulado Carta de pel da mídia local/ sociais, bem como

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ISSN nº 2447-4266

DOI: http://dx.doi.org/10.20873/uft.2447 posturas econômicas, pol

cidadã mais focada em at A globalização di diferenciada em prol da um processo diferenciado. Ser desig ser alc o ca cond esta O geógrafo acres dada a partir de soluçõ estruturação político- recursos, prerrogativas e o

Ao refletir sobre o capital da mídia na lógica da globalização, Dênis de Moraes (2001), elenca pontos que auxiliam na articulação do perfil do cenário midiático global. Primeiramente, a mudança no paradigma comunicacional, onde a mudança ocorre por meio da digitalização. Como segundo aspecto, está o modelo organizacional das corporações de mídia que em virtude da abertura dos mercados permite a instalação de grupos com sede nos Estados Unidos da América. Por último, cita os arranjos,

para defender a manutenção no mercado.

A alternativa apresentada, ainda no trabalho de Moraes, para preservar a liberdade do fluxo de informações e conteúdos culturais está na revitalização da sociedade civil, assim como a articulação de forças comunitárias para que sejam traçadas iniciativas concretas para conter a mercantilização generalizada. Para isso, afirma que são necessárias políticas comunicacionais com princípios democráticos de regulação, concessão, tributação e fiscalização. Esforços para garantir políticas

4266 Vol. 2, Especial 2, outubro.

http://dx.doi.org/10.20873/uft.2447-4266.2016v2Especial2p29 políticas e culturais, que buscaram contribuir p m atender os interesses coletivos.

dita ricos e pobres, no entanto, autores busc da melhoria da qualidade de vida da popula iado. Santos (2010) diz que:

er cidadão de um país, sobretudo quando o esigual, pode constituir, apenas uma perspectiva d

alcançada em escalas sub-nacionais, a começar aso brasileiro, em que a realização da cida dições atuais uma revalorização dos lugares e estatuto político (SANTOS, 2010, p.113).

scenta ainda que a busca por uma cidad

r de soluções locais buscadas pelas pessoas, somada a territorial que passa também por uma

s e obrigações.

Ao refletir sobre o capital da mídia na lógica da globalização, Dênis de Moraes (2001), elenca pontos que auxiliam na articulação do perfil do cenário midiático global. Primeiramente, a mudança no paradigma comunicacional, onde a ança ocorre por meio da digitalização. Como segundo aspecto, está o modelo organizacional das corporações de mídia que em virtude da abertura dos mercados permite a instalação de grupos com sede nos Estados Unidos da América. Por último, cita os arranjos, onde empresas de menor porte precisam se unir às líderes para defender a manutenção no mercado.

A alternativa apresentada, ainda no trabalho de Moraes, para preservar a liberdade do fluxo de informações e conteúdos culturais está na revitalização da ade civil, assim como a articulação de forças comunitárias para que sejam traçadas iniciativas concretas para conter a mercantilização generalizada. Para isso, afirma que são necessárias políticas comunicacionais com princípios democráticos oncessão, tributação e fiscalização. Esforços para garantir políticas

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ontribuir para uma mídia

buscam uma reflexão da população a partir de

território é extenso e de cidadania integral, a pelo nível local. Esse é adania, reclama, nas e uma adequação de seu

idadania plena deve ser somada a uma nova m por uma redistribuição de

Ao refletir sobre o capital da mídia na lógica da globalização, Dênis de Moraes (2001), elenca pontos que auxiliam na articulação do perfil do cenário midiático global. Primeiramente, a mudança no paradigma comunicacional, onde a ança ocorre por meio da digitalização. Como segundo aspecto, está o modelo organizacional das corporações de mídia que em virtude da abertura dos mercados permite a instalação de grupos com sede nos Estados Unidos da América. Por onde empresas de menor porte precisam se unir às líderes

A alternativa apresentada, ainda no trabalho de Moraes, para preservar a liberdade do fluxo de informações e conteúdos culturais está na revitalização da ade civil, assim como a articulação de forças comunitárias para que sejam traçadas iniciativas concretas para conter a mercantilização generalizada. Para isso, afirma que são necessárias políticas comunicacionais com princípios democráticos oncessão, tributação e fiscalização. Esforços para garantir políticas

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DOI: http://dx.doi.org/10.20873/uft.2447

comunicacionais mais amplas que possam ir além da lógica regional e local. “Torna-se crucial conceber alianças e coalizões de forças de todos os quadrantes, como meio de tentar frear, em

neurose por lucro a qualquer preço” (MORAES, 2001, p.1). Diante do panorama apresentado,

Comunicação Pública, partindo primeiramente do conceito de tal terminologia. Duarte (2001) reforça o quanto “costumeiramente esta relacionado à difusão de ideias, mas também tratado como sistema público de radiodifusão” (DUARTE, 2001, p. 122). É importante estabelecer que a Comunicação Pública deve ter as informações temáticas de interes

Também que incluem:

Tudo que está relacionado ao aparato estatal, às ações governamentais, a partidos políticos, ao legislativo, ao judiciário, ao terceiro setor, às instituições representativas, ao cidadão i

circunstâncias ações privadas. (DUARTE, 2001, p. 1226).

Em uma análise sobre a tanto em meios comerc

Um deles é o utilitário

propagandista, que está fund promoção de informaçõ

convertida a uma posi clientes, ora comerciais ora

Valente (2009) traça a discussão das emissoras de TV com caráter público no Brasil, o pesquisador traz a seguinte definição sobre a televisão pública:

Como um aparelho de Estado que desempenha uma função de reprodução ideológica, por meio do estabelecimento de ‘consensos’ construídos a partir do embate entre forças que disputam o seu controle e entre estas e as demandas do publico a que se dirige, devend

concorrência com outros agentes a partir da tensão entre seu modelo de

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comunicacionais mais amplas que possam ir além da lógica regional e local. se crucial conceber alianças e coalizões de forças de todos os quadrantes, como meio de tentar frear, em um duradouro e persistente processo de lutas, a neurose por lucro a qualquer preço” (MORAES, 2001, p.1).

o panorama apresentado, é preciso refletir sobre o que Comunicação Pública, partindo primeiramente do conceito de tal terminologia.

(2001) reforça o quanto “costumeiramente esta relacionado à difusão de ideias, mas também tratado como sistema público de radiodifusão” (DUARTE, 2001, p. 122). É importante estabelecer que a Comunicação Pública deve ter as informações temáticas de interesse coletivo voltadas a uma perspectiva cidadã.

Tudo que está relacionado ao aparato estatal, às ações governamentais, a partidos políticos, ao legislativo, ao judiciário, ao terceiro setor, às instituições representativas, ao cidadão individualmente e, em certas circunstâncias ações privadas. (DUARTE, 2001, p. 1226).

sobre a TV Pública na América Latina, Bece rciais quanto em governamentais existem io que busca justificar as estratégias de

stá fundamentado na utilização de meios ões parciais. Para o autor, nos dois casos,

a a uma posição clientelar, onde cidadãs e cidadãos são vistos c is ora políticos.

Valente (2009) traça a discussão das emissoras de TV com caráter público no Brasil, o pesquisador traz a seguinte definição sobre a televisão

Como um aparelho de Estado que desempenha uma função de reprodução ideológica, por meio do estabelecimento de ‘consensos’ construídos a partir do embate entre forças que disputam o seu controle e entre estas e as demandas do publico a que se dirige, devendo, para isso, atuar na Indústria Cultural em concorrência com outros agentes a partir da tensão entre seu modelo de

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comunicacionais mais amplas que possam ir além da lógica regional e local. se crucial conceber alianças e coalizões de forças de todos os quadrantes, um duradouro e persistente processo de lutas, a

refletir sobre o que é a Comunicação Pública, partindo primeiramente do conceito de tal terminologia. (2001) reforça o quanto “costumeiramente esta relacionado à difusão de ideias, mas também tratado como sistema público de radiodifusão” (DUARTE, 2001, p. 122). É importante estabelecer que a Comunicação Pública deve ter as se coletivo voltadas a uma perspectiva cidadã.

Tudo que está relacionado ao aparato estatal, às ações governamentais, a partidos políticos, ao legislativo, ao judiciário, ao terceiro setor, às ndividualmente e, em certas circunstâncias ações privadas. (DUARTE, 2001, p. 1226).

cerra (2013) cita que modelos extremos. negócio. Já outro, meios estatais para a sos, a sociedade está os são vistos como

Valente (2009) traça a discussão das emissoras de TV com caráter público no Brasil, o pesquisador traz a seguinte definição sobre a televisão

Como um aparelho de Estado que desempenha uma função de reprodução ideológica, por meio do estabelecimento de ‘consensos’ construídos a partir do embate entre forças que disputam o seu controle e entre estas e as demandas o, para isso, atuar na Indústria Cultural em concorrência com outros agentes a partir da tensão entre seu modelo de

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financiamento disfuncional ao espaço e a resistência dos capitais à sua presença

Já Miguel e Maca vigente apresentada. Pa de comunicação trabalham, público, tendo a obriga

Em se tratando de de esforços refletindo a dos discursos trazidos por

Os modo isso econ socie a criaç supr form (BRI

Diante da exposição sobre uma lógica conceitual faz necessário pontuar aspectos sobre os conteúdos do telejornalismo público, partindo primeiro das notícias, conteúdos essenciais na lógica comunicacional. Para isso, faz

pensar a atualidade no

tese de Carlos Franciscato (2003), no trabalho o autor

de interação social deve “construir sociabilidade que podem conduzir a produção de ações públicas - não somente a

informações trazidas pelo jornalismo ou mesmo conduzido por este” (FRANCISCATO, 2003, p.301), mas que possa trazer nos conteúdos exibidos as tragédias e mazelas da humanidade.

Ao enfatizar as inst

veiculados nas TVs Públicas, conforme apresenta Fuenzalida (2015), que nesses

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financiamento disfuncional ao espaço e a resistência dos capitais à sua presença (VALENTE, 2009, p.51).

amo (2013) veem uma possibilidade de mod ara isso, deve haver uma mudança na for lham, deixando a forma industrial e torna

ação de prestar contas à sociedade das atitud ndo de possibilidades de alterar o atual sistem

a lógica atual do processo de difusão da idos por teóricos:

meios de comunicação são elementos de or odo, é premente a transparência na divulgação o, faz-se necessária a independência da mídia

nômicas e aos organismos governamentais. ciedade civil organizada, com o propósito de prop iação de uma legislação que contemple element pra as lacunas existentes no setor, o expoente d

mação de uma cidadania autônoma nas d ITTOS; DOURADO, 2013, p.50).

Diante da exposição sobre uma lógica conceitual faz necessário pontuar aspectos sobre os conteúdos do telejornalismo público, partindo primeiro das notícias, conteúdos essenciais na lógica comunicacional. Para isso, faz

contexto jornalístico, que é uma preocupação ressaltada na ranciscato (2003), no trabalho o autor expõe o quando esse aspecto de interação social deve “construir sociabilidade que podem conduzir a produção não somente ações racionais e resultantes de um debate com informações trazidas pelo jornalismo ou mesmo conduzido por este” (FRANCISCATO, 2003, p.301), mas que possa trazer nos conteúdos exibidos as tragédias e mazelas da humanidade.

Ao enfatizar as instâncias comunicativas é preciso situar os conteúdos veiculados nas TVs Públicas, conforme apresenta Fuenzalida (2015), que nesses

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financiamento disfuncional ao espaço e a resistência dos capitais à sua

modificar a estrutura rma como os meios ando-se um serviço atitudes tomadas. tema, há um conjunto

informação, em um

ientação social. Desse ão de informações. Para em relação às lógicas . O fortalecimento da por pautas alternativas e tos de interesse social e da EPC, a reflexão pela democracias modernas

Diante da exposição sobre uma lógica conceitual faz necessário pontuar aspectos sobre os conteúdos do telejornalismo público, partindo primeiro das notícias, conteúdos essenciais na lógica comunicacional. Para isso, faz-se necessário contexto jornalístico, que é uma preocupação ressaltada na expõe o quando esse aspecto de interação social deve “construir sociabilidade que podem conduzir a produção ções racionais e resultantes de um debate com informações trazidas pelo jornalismo ou mesmo conduzido por este” (FRANCISCATO, 2003, p.301), mas que possa trazer nos conteúdos exibidos as

situar os conteúdos veiculados nas TVs Públicas, conforme apresenta Fuenzalida (2015), que nesses

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DOI: http://dx.doi.org/10.20873/uft.2447

espaços podem ser expostos novos temas em pauta, a citar os noticiários ou debates, no último surge o que o autor denomina como “Nova

Jornalista”, onde o profissional precisa exercer uma “função comunicacional de articulador do trio chave de políticos, especialistas/ acadêmicos e as organizações cidadãs quanto aos problemas e demandas” (FUENZALIDA, 2015, p. 116).

O papel de vigilância do poder público também é um ponto que merece destaque, visto que o cidadão deve cumprir também o papel fiscalizador que vai além do papel desempenhado como

(2015), onde “a prática da comunicação demand

com interesse coletivo, preterindo benefícios individuais, ou corporativos” (PÉRSIGO E FOSSÁ, 2015, p. 237).

Segundo Dib, Aguiar e Barreto (2010), a chave para melhorar a formação dos profissionais está apresentada na Economia

sendo que a formação do jornalista não deve estar somente direcionada à carreira, mas também inserida em questões voltadas às políticas de comunicação. Ainda, de acordo com os autores, as informações jornalísticas e

espaço de luta, onde diversas forças (sociais, políticas e econômicas) disputam tanto pela construção discursiva quando pela produção de sentidos que ocorre sobre a realidade social.

Partindo da refle espaços para a participa campo midiático. Essa poss que cumpram o papel acompanham a program

Considerações Finais

O conhecimento se faz pela reflexão e compromisso de compreender as relações dadas por meio das discussões teóricas travadas ao longo da história. No

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http://dx.doi.org/10.20873/uft.2447-4266.2016v2Especial2p29

espaços podem ser expostos novos temas em pauta, a citar os noticiários ou debates, no último surge o que o autor denomina como “Nova

Jornalista”, onde o profissional precisa exercer uma “função comunicacional de articulador do trio chave de políticos, especialistas/ acadêmicos e as organizações cidadãs quanto aos problemas e demandas” (FUENZALIDA, 2015, p. 116).

ilância do poder público também é um ponto que merece destaque, visto que o cidadão deve cumprir também o papel fiscalizador que vai além do papel desempenhado como eleitor, conforme reflexão de Pérsigo e Fossá (2015), onde “a prática da comunicação demanda assumir um comprometimento com interesse coletivo, preterindo benefícios individuais, ou corporativos” (PÉRSIGO E FOSSÁ, 2015, p. 237).

Segundo Dib, Aguiar e Barreto (2010), a chave para melhorar a formação dos profissionais está apresentada na Economia Política das Cartografias Profissionais, sendo que a formação do jornalista não deve estar somente direcionada à carreira, mas também inserida em questões voltadas às políticas de comunicação. Ainda, de acordo com os autores, as informações jornalísticas estão configuradas como espaço de luta, onde diversas forças (sociais, políticas e econômicas) disputam tanto pela construção discursiva quando pela produção de sentidos que ocorre sobre a realidade social.

exão dos pesquisadores, o quanto uma ação social pode se configurar como um possibilidade está apresentada em emissor de propiciar uma verdadeira formação c mação, com conteúdos produzidos com e

O conhecimento se faz pela reflexão e compromisso de compreender as relações dadas por meio das discussões teóricas travadas ao longo da história. No

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espaços podem ser expostos novos temas em pauta, a citar os noticiários ou debates, no último surge o que o autor denomina como “Nova Função do Jornalista”, onde o profissional precisa exercer uma “função comunicacional de articulador do trio chave de políticos, especialistas/ acadêmicos e as organizações cidadãs quanto aos problemas e demandas” (FUENZALIDA, 2015, p. 116).

ilância do poder público também é um ponto que merece destaque, visto que o cidadão deve cumprir também o papel fiscalizador que vai eleitor, conforme reflexão de Pérsigo e Fossá a assumir um comprometimento com interesse coletivo, preterindo benefícios individuais, ou corporativos”

Segundo Dib, Aguiar e Barreto (2010), a chave para melhorar a formação dos Política das Cartografias Profissionais, sendo que a formação do jornalista não deve estar somente direcionada à carreira, mas também inserida em questões voltadas às políticas de comunicação. Ainda, de stão configuradas como espaço de luta, onde diversas forças (sociais, políticas e econômicas) disputam tanto pela construção discursiva quando pela produção de sentidos que ocorre

mídia que ofereça um espaço cidadão no ssoras públicas, desde cidadã àqueles que essa finalidade.

O conhecimento se faz pela reflexão e compromisso de compreender as relações dadas por meio das discussões teóricas travadas ao longo da história. No

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DOI: http://dx.doi.org/10.20873/uft.2447 caso das teorias da comunicação,

compreensão dos conceitos tratados nas discussões cotidianas que aliam teoria e prática, no caso do campo comunicacional.

Para isso, foi traçado

estudiosos que refletiram sobre as relações da Economia Política da Comunicação, desde o nascedouro das reflexões sobre as relações mercadológicas na difusão da arte e que percorreram os espaços comunicacionais, tarefa abordada pelas indústrias culturais.

Também, uma reflexão

configuram como espaços importantes, em meio ao cenário comunicacional vigente atrelado aos ditames de mercados centrados nas mãos de grandes corporações. Ao citar o caso do Mercado Brasileiro de T

concentradas nas mãos de grupos familiares, sendo a TV considerada o principal mecanismo das indústrias culturais no cenário atual.

O jornalista tem um papel decisivo ao r veículos de Comunicação P

trabalho deve ter alicerce em bases sólidas de participação da sociedade civil, confiando aos atores sociais um papel importante, muitas vezes rel

econômicos e políticos pela grande imprensa.

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4266 Vol. 2, Especial 2, outubro.

http://dx.doi.org/10.20873/uft.2447-4266.2016v2Especial2p29

caso das teorias da comunicação, faz-se necessária uma missão ampla de compreensão dos conceitos tratados nas discussões cotidianas que aliam teoria e prática, no caso do campo comunicacional.

foi traçado um percurso tendo por base as contribui

estudiosos que refletiram sobre as relações da Economia Política da Comunicação, desde o nascedouro das reflexões sobre as relações mercadológicas na difusão da arte e que percorreram os espaços comunicacionais, tarefa abordada pelas indústrias

Também, uma reflexão sobre os veículos de Comunicação Pública, que se configuram como espaços importantes, em meio ao cenário comunicacional vigente atrelado aos ditames de mercados centrados nas mãos de grandes corporações. Ao citar o caso do Mercado Brasileiro de Televisão, assim como outras mídias que estão concentradas nas mãos de grupos familiares, sendo a TV considerada o principal mecanismo das indústrias culturais no cenário atual.

O jornalista tem um papel decisivo ao repassar as informações, mas em veículos de Comunicação Pública com a missão de propagar conteúdos cidadãos, o trabalho deve ter alicerce em bases sólidas de participação da sociedade civil, confiando aos atores sociais um papel importante, muitas vezes rel

econômicos e políticos pela grande imprensa.

ANDRADE, Samária Araújo de. Jornalismo em Mutação: estudo sobre a produção de conteúdo na fase do capitalismo avançado. Dissertação (mestrado)- Universidade Federal do grama de Pós Graduação em Comunicação, 2013. Orientação: Prof. Dra. Jacqueline Lima Dourado. Disponível em : < http://www.sigaa.ufpi.br/sigaa/verProducao?idProducao=211550&key=170da1b02cfd2aa3b 6b889f4c98cc56d> Acesso em 10/ 05/2015.

Vol. 2, Especial 2, outubro. 2016

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uma missão ampla de compreensão dos conceitos tratados nas discussões cotidianas que aliam teoria e

um percurso tendo por base as contribuições de estudiosos que refletiram sobre as relações da Economia Política da Comunicação, desde o nascedouro das reflexões sobre as relações mercadológicas na difusão da arte e que percorreram os espaços comunicacionais, tarefa abordada pelas indústrias

sobre os veículos de Comunicação Pública, que se configuram como espaços importantes, em meio ao cenário comunicacional vigente atrelado aos ditames de mercados centrados nas mãos de grandes corporações. Ao elevisão, assim como outras mídias que estão concentradas nas mãos de grupos familiares, sendo a TV considerada o principal

nformações, mas em ública com a missão de propagar conteúdos cidadãos, o trabalho deve ter alicerce em bases sólidas de participação da sociedade civil, confiando aos atores sociais um papel importante, muitas vezes relegado a interesses

: estudo sobre a produção de Universidade Federal do grama de Pós Graduação em Comunicação, 2013. Orientação: Prof. Dra. Jacqueline Lima Dourado. Disponível em : < http://www.sigaa.ufpi.br/sigaa/verProducao?idProducao=211550&key=170da1b02cfd2aa3b

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Referências

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