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Rev. soc. bras. fonoaudiol. vol.17 número1

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Academic year: 2018

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EDITORIAL

Dra. Mara Behlau

Vivemos um momento histórico no qual, pela primeira vez, duas chapas foram concorrentes para a gestão da SBFa, período de 2012-2013. À frente da chapa 1 tivemos a Dra. Irene Queiroz Marche-san, candidata vencedora, reconhecida por seu empreendedorismo único, e na chapa 2 a Dra. Cláudia Regina Furquim de Andrade, professora respeitada nacional e internacionalmente pela excelência de seu trabalho. Avaliamos o ocorrido como um sinal da maturidade que a nossa profissão vem atingindo, e o respeito e harmonia do processo eleitoral confirmou essa impressão. De acordo com o estatuto e regimento vigentes, permite-se um resultado final com a composição de forças advindas de diferentes chapas, ou seja, os departamentos científicos e comissão de ensino eleitos não necessariamente são os grupos propostos pela diretoria executiva que venceu o pleito. Embora isso possa causar um certo estranhamento, é uma prática comum em diversas sociedades científicas e no governo de muitos países. Os resultados indicaram claramente a preferência dos fonoaudiólogos, que fizeram suas es-colhas independentemente do pertencimento do candidato a uma chapa. A chapa vencedora tem em sua composição, na diretoria executiva, como presidente, a Dra. Irene Queiroz Marchesan, de São Paulo; como vice-presidente, Dra. Ana Cristina Cortês Gama, de Minas Gerais; como diretora pri-meira secretária, Me.Lia Inês Marino Duarte, de São Paulo; como diretora segunda secretária, Dra. Aline Epiphanio Wolf, de São José do Rio Preto; como diretora primeira tesoureira, Me. Ana Elisa Moreira-Ferreira, de São Paulo; como segunda tesoureira, Me. Adriana Tessitore, de Campinas; como primeira diretora científica, Dra. Marileda Cattelan Tomé, do Vale do Itajaí; e, como segundo diretor científico, Dr. Hilton Justino, de Recife. Nunca se elegeu uma chapa com tão variada representação geográfica, o que é louvável e, com certeza, deixará marcas positivas na gestão.

Os colegas que compõem a configuração final terão o desafio de articular uma estratégia baseada no interesse comum: avanço da Fonoaudiologia e, muito mais que em situações anteriores, terão que compor interesses com sabedoria. Empossada a nova diretoria em 5 de janeiro de 2012, confiamos no trabalho que será realizado, pela intensa comunicação entre a SBFa e seus membros, quem hoje define seu modus operandi. Dra. Irene é uma líder nata e tem atuado efetivamente na profissão, por

mais de três décadas, levando o conhecimento das diversas áreas da Fonoaudiologia aos locais mais distantes desse complexo Brasil. Nossa nova presidente, entre outros méritos, tem a força de fazer o Brasil estudar e melhorar sua prática profissional. Com certeza essa experiência intensamente adqui-rida será emprega em sua gestão.

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Ressaltamos que no processo eleitoral, as duas candidatas à presidência manifestaram o desejo que a editoria das publicações da SBFa continuassem com as atuais responsáveis, Dra. Fernanda Dreux Miranda Fernandes frente a esta publicação, a Revista da SBFa, e eu à frente do Jornal da SBFa. Essa estratégia foi confirmada durante a posse e nós duas, de bom grado, continuaremos trabalhando neste desafio crucial para o momento que a Fonoaudiologia vive. Nosso agradecimento às duas colegas que se anteciparam nessa medida e propiciaram tranquilidade na condução dos trabalhos editoriais.

Congratulamos todos os colegas eleitos e desejamos um excelente período de gestão, com todo o nosso apoio.

Mara Behlau

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