GRAVADÍSSIMA
@iconaccidental
DRESS CODE PROFISSIONAL
Códigos de Vestimenta Para o Trabalho
A ROUPA DE
TRABALHO ANTES DO COVID-19
IMPRESCINDÍVEL CONSIDERAR RECORTES DE CLASSE, RAÇA E GÊNERO
Vestimenta mais livre e casual nos últimos anos – MUITAS EMPRESAS ABANDONARAM SEUS DRESS CODES.
Paralelamente muitos dos códigos existentes ainda baseados na ideia de que a roupa profissional que projeta credibilidade é derivada da alfaiataria masculina ou a propria. Este tipo de pensamento
desconsidera o poder crescent das novas
UM GIRO PELA HISTÓRIA
Duas simplificações do vestuário
que ainda IMPACTAM grande parte do nosso julgamento sobre o que é interpretado como ELEGANTE, CORRETO, ADEQUADO ou NÃO..ATENÇÃO À TRANSFORMAÇÃO DO CONCEITO DO TRABALHO
1) Revolução Francesa e Revolução Industrial
2) Invenção da Juventude
https://open.spotify.com/episode/0Wu0JMIbUsKeDOVXKOwaduModa e Poder - High Low Podcast
SEC XVII E XVIII SEC XIX 10s
20s 30s 40s 60s 50s
70s
6
40s
8
70s – Alfaiataria estampada no trabalho, ternos
80s – Power dressing e os yuppies
“
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90s 2000s 2010s +
minimalismo e alfaiataria
desestruturada x slim x street
90s - Minimalismo 2000s Mix
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CÓDIGOS DE VESTIMENTA PROFISSIONAL
ANTES DO
COVID-19
CÓDIGOS DE VESTIMENTA – DRESS CODES
•
Servem para dar tom de formalidade ou casualidade à imagem interna e externa da empresa. NORMATIZAM E PADROZINAM O VESTIR.
•
Podem ser explícitos (código escrito, código de conduta) ou implícitos (explicações e orientações verbais, “inexistentes”/livres)
•
Servem para comunicar valores e posicionamento da indústria, empresa e/ou área de atuação.
•
Respeitá-los = mesclar-se, pertencer.
•
Não existem códigos corporativos consensados universalmente, como os de vestimenta social.
•
Ao analisá-los ou cria-los é preciso considerar a cultura
organizacional, propósito e posicionamento da empresa, pontos de contato da marca (website, mídias offline, mídias online, o próprio ambiente físico e digital).
•
Corporações cada vez mais casuais e livres – ainda mais após o surgimento do Covid-19
@misslionhunter
MUITO FORMAL
Empresas que se encaixam no código de vestir MUITO FORMAL (exceções hoje em dia)
Exemplos Típicos:
ambientes mais sérios e até mesmo sisudos, como os escritórios de
advocacia mais
tradicionais, mercado
financeiro, auditorias, área executiva de alguns
grandes bancos.
Como é o visual esperado:
a imagem que projete
solidez, profissionalismo,
Eles: Ternos em cores escuras (preto, marinho e grafite), lisos ou em risca-de- giz, de corte estruturado (não às peças molengas) e modelos clássicos (deve-se evitar modismos que neste ambiente seriam vistos como algo exagerado como, por exemplo, lapelas excessivamente estreitas ou paletós muito curtos e justos). Por baixo, camisas claras (a branca é um clássico) e gravatas mais sóbrias –as lisas e de listras discretas são as mais formais. Sapatos sociais e cintos pretos –evita-se o uso de outra cor já que é o tom ideal para ternos pretos, marinhos e grafites –em couro lustroso.
Pasta mais estruturada em couro preto e lustroso arremata o visual.
Sexta Casual: ternos levemente mais claros, usados com ou sem gravata;
ternos escuros sem gravata; ternos com padronagens discretas; blazers e calças em cores diferentes, usados com
gravatas.
MUITO FORMAL
sexta
casual
sexta casual
Elas:Modelos mais tradicionais de terninhos e tailleurs em cores escuras (preto, marinho, grafite, marrom chocolate), lisos ou em risca-de-giz suave, de corte estruturado (evitam-se peças molengas). Amodelagem destas peças, apesar de clássica, pode ser atual, com corte relacionado ao momento, mas sem
interferência exagerada da moda.
Por baixo, camisas em cores discretas (a branca é um clássico), ou regatas e blusas em seda (ou similares) com decores rasos.
Scarpins e peep toes, sapatilhas de bico fino e mocassins de couro são apontados coo opções. Bolsas e pastas estruturadas, em couro liso e cores neutras e discretas.
Evitam-se texturas ou estampas marcantes. Acessórios mais clássicos ou em linhas mais retas.
Sexta casual: terninhos e tailleurs em tons mais claros como o cinza, blazer + calça ou saia social e cores neutras diferentes, blusas
MUITO FORMAL
FORMAL
Empresas que se encaixam num código de vestir FORMAL
Exemplos Típicos: empresas cujo próprio código de vestir é explicitamente formal (também chamado de social), executivos da área jurídica e de finanças de grandes empresas, grandes empresas de
consultoria e auditoria, consultores da área
financeira, executivos e funcionários que atendam clientes em indústrias formais. A diferença deste ambiente para o MUITO FORMAL é que aqui a
sisudez é menor, e por isso mesmo a roupa permite um pouco mais de texturas, padronagens e cores mais claras.
Como é o visual esperado: que projete uma imagem de impecabilidade, maturidade, solidez e
seriedade, como no muito formal, mas já vemos toques de receptividade sendo bem-vindos - dado justamente por cores mais claras ou até intensas, padronagens discretas e/ou em linhas mais
sinuosas.
Eles: Ainda vale a combinação terno escuro, camisa clara e gravata discreta. Além deles, os em tons médios (de cinza, por exemplo) ou até os claros (mais comuns no verão). Texturas e padronagens muito discretas aparecem. O corte continua estruturado. Camisas ainda mais claras que o terno. As gravatas trazem mais arrojo também.
Sapatos sociais e cinto em couro preto ou marrom bem escuro. A pasta é menos rígida, mas ainda estruturada.
Sexta Casual: ternos mais claros, usados com ou sem gravata;
ternos escuros sem gravata; ternos com padronagens discretas;
blazers e calças em cores
FORMAL
sexta
casual
Elas: Terninhos e tailleurs em tons médios ou escuros (preto, marinho, grafite, marrom chocolate, café, cinza médio), valem os lisos, em risca-de-giz ou texturas discretas, de corte estruturado (ainda evitando-se peças molengas). Tons claros em dias mais
quentes ou em ocasiões menos formais. A modelagem um pouco mais moderna, com detalhes interessantes. Por baixo, camisas e blusas em cores um pouco menos sisudas, porém discretas, valem estampas mais sóbrias. Sapatos idem os indicados em muito formal. Bolsas e pastas estruturadas, em couro lustroso e cores discretas.
Bijuterias continuam contidas, peças
maiores com pouco contraste de cor com a roupa.
Sexta Casual: terninhos mais claros, separados (blazers +
calça/saia/vestidos/macacões), peças em linhas mais retas e tecidos de alfaiataria.
Pontos de cor, sapatos de frente aberta, saltos mais grossos. Uso de peça
estampada.
FORMAL
sexta
casual
SEMIFORMAL / SEMICASUAL
Empresas que se encaixam num código de vestir SEMIFORMAL / SEMICASUAL
Exemplos Típicos: muitas multinacionais e empresas de grande porte, principalmente em áreas mais tradicionais como seguros, química, saúde, autopeças, entre outras; alguns escritórios de contabilidade, algumas consultorias, empresas de pesquisa, etc. O ambiente é mais descontraído, e/ou os profissionais são menos expostos à presença de clientes. Uso do jeans normalmente não
“permitido”, ou só se permite o modelo mais clássico e escuro (usualmente na sexta-feira). Como é o visual esperado: imagem ainda séria, porém mais receptiva, descontraída e leve. Estilo pessoal ganha espaço, mas precisa estar mesclado ao estilo da empresa.
sexta casual
Eles: Ternos claros ou médios de modelagem mais moderna, usados sem gravata; blazers avulsos usados com ou sem gravata, com calças sacias em outra cor; calças de alfaiataria (calças sociais) usadas com camisas sociais ou um pouco mais esportivas (evitando-se as de mangas curtas), calças de sarja (tecido casual), acompanhadas ou não de blazers. As cores são mais alegres, aprecem mais texturas, padronagens e estampas discretas (camisa listrada e em xadrez/quadriculado miúdo, por exemplo). Os sapatos são sociais (oxfords e mocassins), cintos de couro. Sapatos pretos, marrom escuro e médio, caramelo. Sexta-feira casual: troca-se a calça social pelo jeans de corte reto e tom escuro. Camisas e blazers sociais, combinados ao jeans, continuam valendo. Algumas empresas indicam jeans + polo +tênis.
SEMIFORMAL / SEMICASUAL
Sexta casual
Elas: Terninhos em tecidos mais esportivos, inclusive com uso de cores e/ou com texturas, estampas e padronagens para quebrar a formalidade. Modelagens mais modernas e menos estruturadas. Jaquetas, casaquetos e coletes em tecidos planos, são opções para substituir o blazer. Aqui vale usar o blazer de um conjunto com a calça do outro, calças ou saias de alfaiataria combinadas a camisas (podem ser em tecidos molinhos como a viscose ou seda) ou blusas, regatas em seda ou similar, com alças largas para uso sob sobreposição, blusas sem manga para o verão (algumas empresas incentivam o uso das regatas e de alças largas (cerca de 5cm) e bermudas de alfaiataria no verão (normalmente não juntas). Cores mais vibrantes aparecem em detalhes do visual - nunca predominando. Estampas e cores muito chamativas podem ser usadas em coordenações com cores neutras.. Bolsas em couro mais flexível ou ainda as estruturadas, em cores variadas. Scarpins, peep toes, sapatilhas de bico fino ou arredondado em couro, mocassins e oxfords. Bijuterias mais marcantes. Tênis podem aparecer de cordo com indicação da empresa.
SEMIFORMAL / SEMICASUAL
CASUAL
Empresas que se encaixam num código de vestir CASUAL
Exemplos Típicos: diversas multinacionais; empresas de médio a micro porte; empresas familiares; lojas; empresas, agências, profissionais autônomos ligados às áreas de tecnologia, moda, artes, arquitetura, marketing, comunicação, design, entre outros criativas. Os ambientes variam em descontração, mas são bem mais casuais que os anteriores citados anteriormente.
Nestes ambientes onde a informalidade impera, os desafios do profissional são: 1) projetar uma imagem que ao mesmo tempo seja receptiva, representativa de sua área e profissional; 2) não cair no desleixo devido à sensação de casualidade e
“tudo pode”. Como é o visual esperado: imagem descontraída, leve, acessível/casual, sem deixar de mostrar coerente com o seu negócio e com o negócio do cliente (espelhamento ganha muito espaço neste ambiente).
CASUAL
Eles: modelagens mais modernas e interessantes, tecidos mais esportivos. Vale jeans usado com peças de
alfaiataria ou camisas mais formais ou mais casuais, calças de sarja + camisa, blazers de veludo, lã, gabardine e moletom, sapatos esportivos,
mocassins, tênis e abotinados, Nas empresas casuais criativas é mais comum o uso de jeans + tênis + camiseta, e até mesmo de
CASUAL
Elas: terninho mais moderno e em tecidos esportivos, calças, saias, pantalonas,
panatacourts, camisas e blusas também em tecidos mais esportivos (jeans, algodão, tricoline, neuprene, linho, etc.).
Vale combinar peças de alfaiataria com peças bem casuais – por exemplo pantacourt jeans com jaqueta em tecido de alfaiataria. As cores podem ser mais alegres, os peças menos estruturadas, os
acessórios mais interessantes, mas lembre-se que você é que é o foco. Valem tênis e flatofrms, oxfords, mocassins, sapatilhas, botas.
Códigos de vestimenta
profissional sendo extintos, suavizados e/ou cada vez mais pensados para a cultura
organizacional e posicionamento da empresa em seu mercado.
TRANSFORMAÇÕES
QUE JÁ ESTAVAM
ACONTECENDO
NAS EMPRESAS
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CÓDIGOS DE VESTIMENTA APÓS
SURGIMENTO DO COVID-19
CRESCIMENTE extinção e suavização dos códigos explícitos/escrtos, padronizados (dentro da própria indústria ou empresa) e formais/rígidos.
SURGIMENTO DE NOVAS FORMAS DE VESTIR e de pensar a IMAGEM
PROFISSIONAL
AUMENTO DA TOLERÂNCIA VISUAL NOVAS OPORTUNDIADES PARA
PROFISSIONAIS DE IMAGEM PESSOAL
Para CONSTRUIR UMA IMAGEM E UMA NARRATIVA VISUAL MAIS
SINGULARES para nossos clientes (INDIVÍDUOS E EMPRESAS) precisamos ultrapassar aos estereótipos pregados em manuais, suas regras e
“soluções”(pretens
amente)
universais.
Os manuais não conseguem dar conta da
diversidade e da
fluidez e níveis de
diferenciação do
mundo atual.
PANDEMIA MUDOU NOSSA MANEIRA DE CONSUMIR MODA. VEJA AS TENDÊNCIAS
Pesquisa da Consumoteca mostra que tendências de consumo das brasileiras continuarão mudando após a pandemia Leia mais em:
https://claudia.abril.com.br/moda/pandemia-moda-consumo-tendencias/
Conheça 'a camisa Zoom': para quem não quer se vestir para trabalhar MATÉRIA do THE IRISH TIMES
Os códigos de vestimenta de trabalho foram radicalmente alterados durante a pandemia.De acordo com uma pesquisa do grupo de pesquisa de mercado NPD, apenas 10% das pessoas se vestem para trabalhar em casa no início do dia e, mais tarde, colocam roupas confortáveis.
Com a videoconferência virtual como único contato com os colegas, uma peça de roupa que se tornou
imprescindível é a chamada “camiseta Zoom”.De acordo com o Urban Dictionary, esta é a “camisa ou blusa que fica nas costas da cadeira da sua escrivaninha para ser rapidamente apresentável para videoconferências”.Uma pesquisa recente do LinkedIn descobriu que 42 por cento dos trabalhadores domésticos com câmera fotográfica possuíam uma.
“Ele permite que você mantenha uma imagem de profissionalismo na câmera sem ter que vestir um traje
completo de escritório, quando você fica sentado à mesa da cozinha o dia todo”, dizRupert Wesson, diretor da Debrett's.“Vestir-se de maneira formal ajuda a parecer e a se sentir mais elegante. Transmite respeito aos outros. Um estudo descobriu que os funcionários eram mais produtivos quando as roupas casuais eram permitidas. A 'camiseta Zoom' apóiaessa ideia. ” (...)
A pandemia mudou as ideias das pessoas sobre o que vestir, com foco na simplicidade e guarda-roupas reduzidos.A cultura do “traje do dia” deixou de ser relevante neste novo normal.
“Acho que é seguro dizer que os códigos de vestimenta estão gradualmente relaxando há algum tempo”,
dizCharlie Teasdale , diretor de estilo da revista Esquire.“A referência recente parece ser a mudança de atitude das instituições financeiras, que se desfizeram de ternos e gravatas para a maioria dos funcionários”, diz ele.No ano passado, a Goldman Sachs relaxou seu código de vestimenta pedindo aos funcionários que exercessem "bom senso" sobre o que vestiam, enquanto uma pesquisa de 2018 constatou que apenas uma em cada dez pessoas ainda usava terno para trabalhar. (...)
https://www.irishtimes.com/life-and-style/fashion/meet-the-zoom-shirt-for-people-who-don-t-want-to-dress-for-work-1.4309871
APOSTAS SOBRE OS CÓDIGOS DE
VESTIMENTA PROFISSIONAL E
IMAGEM
PROFISSIONAL PÓS PANDEMIA
MENOS SEGMENTADOS POR FORMALIDADE, MAIS POR IDENTIDADE DE MARCA/NEGÓCIO.
SIMULTANIEDADE – NUM LOOK,
COMUNICAÇÃO COM MUITOS CONTEXTOS.
UMA EMPRESA/PROFISSIONAL MULTIPLOS CONTEXTOS COMUNICACIONAIS.
CASUAL É NORMA – FORMAL É OCASIONAL.
DIMINUIÇÃO DOS CÓDIGOS EXPLÍCITOS.