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CULTIVO DE Phaseolus vulgaris L. VARIEDADE XODÓ NA PRESENÇA DE POLÍMEROS

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Academic year: 2021

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CULTIVO DE Phaseolus vulgaris L. VARIEDADE XODÓ NA PRESENÇA DE

POLÍMEROS

Motta, L.B.

1

; Zanotti, R.F.

1

; Muri, E.J.B.

1

; Machado, L.C.

1

; Reis, F.O.

2

1

Universidade Federal do Espírito Santo, Campus Universitário, Av. Fernando Ferrari, Vitória-ES CEP 29075-910, ludybrm@yahoo.com.br

2

Universidade Estadual do Maranhão/Depto. Química e biologia, Cidade Universitária Paulo VI, s/nº, Tirirical, São Luís - MA CEP 65055-310, fareoli@gmail.com

Resumo- A fim de reduzir custos, diminuir a poluição de corpos de água devido a lixiviação de nutrientes e

de aumentar o aproveitamento pelas culturas, polímeros retentores de água e nutrientes têm sido utilizados para liberar de forma equalizada tais componentes durante o desenvolvimento dos vegetais. Um produto denominado LEG foi desenvolvido com o propósito de aumentar a eficiência de retenção de água e, principalmente, de nutrientes. O objetivo deste trabalho foi avaliar a resposta do crescimento de P. vulgaris L. quando submetidos ao tratamento com o LEG e o polímero comercial Terracottem®. Os valores de altura e massa seca de frutos do tratamento com Terracottem® foram superiores aos demais. LEG 1:1 e Terracottem® não apresentaram diferença significativa entre si quanto à massa seca de raiz e massa seca total, sendo que o LEG 1:1 também não diferiu do controle. LEG 1:1, LEG 1:2 e Terracottem® apresentaram maior número de folhas em relação ao controle e não diferiram do mesmo em relação à massa seca de caule, massa seca de limbo, área foliar, número de vagens, razão raiz parte aérea, razão de área foliar e área foliar específica.

Palavras-chave: Phaseolus vulgaris L., adubação, polímero. Área do Conhecimento: V- Ciências agrárias

INTRODUÇÃO

Dos diversos alimentos utilizados pelo homem, os grãos da família das leguminosas desempenham papel importante na dieta da maioria das populações, sendo que o feijão comum (Phaseolus vulgaris L.) destaca-se entre os mais consumidos (PROLLA, 2006).

No Espírito Santo, o cultivo do feijão comum é disseminado em quase todas as regiões do estado, sendo que a atividade é praticada por pequenos agricultores através da agricultura familiar (CNPAF, 2008).

A nutrição mineral é um quesito essencial para o crescimento e desenvolvimento dos vegetais (BONATO; MELGES; SANTOS, 1998). Uma adubação equilibrada propicia melhor produtividade, através da obtenção de frutos de maior qualidade e maior resistência a pragas e doenças (MALAVOLTA, 1980).

Outro fator fatores primordial na produção das culturas é o fornecimento adequado de água. O estresse hídrico reduz a expansão celular, condutância estomática, fotossíntese e conseqüentemente, a acumulação de matéria seca (HSIAO, 1990).

Este trabalho objetivou avaliar a resposta do desenvolvimento de Phaseolus vulgaris L. submetido a doses de adubação NPK na presença de polímeros hidrorretentores, a fim de testar a

eficiência do produto LEG em relação ao produto comercial, Terracottem®.

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi conduzido na casa de vegetação do Departamento de Ciências Biológicas - Setor de Botânica da Universidade Federal do Espírito Santo, no período de 02/09/2008 à 04/11/2008.

A eficiência de dois polímeros hidrorretentores foi testada no cultivo de

Phaseolus vulgaris L., cultivar Xodó sob adubação

inorgânica. As sementes, coletadas em 2007, são provenientes de uma estação experimental da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) e passaram por um período de dois meses de armazenamento em câmara fria (7°C).

O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, com seis tratamentos e oito repetições (Tabela 1).

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Tabela1. Quantidade (g) de nutrientes e aditivos utilizados por vaso em cada tratamento.

Os hidrorretentores utilizados foram o Terracottem®, produto comercial, e um material, constituído por um blend de polímeros, desenvolvido pelo professor Luis Carlos Machado e equipe do Departamento de química da UFES.

O adubo foi pesado e preparado no laboratório de fisiologia vegetal – Setor Botânica e adicionado ao polímero LEG no laboratório do Grupo de Produção Materiais, Departamento de química.

As sementes foram plantadas nos vasos já com os nutrientes e aditivos de acordo com cada tratamento.

Ao longo dos estágios de

desenvolvimento, foram avaliadas medidas de crescimento vegetal.

Os resultados foram submetidos ao ANOVA a 5% seguido do teste de Tukey, quando necessário.

RESULTADOS

Os resultados das diferentes características avaliadas encontram-se nas figuras 1 a 6.

A área foliar não sofreu influência do acréscimo de adubo NPK e hidrogéis, não houve diferença significativa entre os tratamentos. O número de vagens, assim como a RAF também não se destacaram como um parâmetro sensível à adição de NPK e polímeros retentores de água e nutrientes. A alta concentração de nutrientes presente no substrato utilizado em todos os tratamentos, da mesma forma, não possibilitou a observação de diferença no número de vagens.

Os dados de comparação dos efeitos da adubação para o parâmetro altura, em relação ao tempo (semanas), apresentaram maior média para o Terracottem® seguido pelo LEG 1:1 e LEG 1:2 (Figura 1).

Figura 1. Alturas médias dos feijoeiros ao final do experimento. As médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si. Diferença significativa ao nível de 1% de probabilidade.

Em relação ao número de folhas, o LEG 1:2 e Terracottem apresentaram os maiores valores, porém só diferiram do controle (Figura 2).

Figura. 2 Número de folhas nos feijoeiros ao final do experimento. As médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si. Teste de Tukey ao nível de 1% de probabilidade.

Para massa seca de caule só foi constatada diferença entre o controle e NPK 1. O controle apresentou a menor média (3,17g) e o NPK 1 a maior (4,94g). O destaque do tratamento NPK1 pode ocorrer devido a maior concentração de NPK, assim como os tratamentos LEG 1:1 e Terracottem (Figura 3).

Figura 3. Massa seca de caule. As médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si. Diferença significativa ao nível de 1% de probabilidade.

Tratamento NH3SO4 S. simples KCl Polímero Terrac.

Controle 0 0 0 0 0 NPK 1 2,4 0,45 0,65 0 0 NPK 1/2 1,2 0,225 0,325 0 0 Poli 1:1 2,4 0,45 0,65 3,5 0 Poli 1:2 1,2 0,225 0,325 1,75 0 Terracottem® 0 0 0 0 10

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O controle, NPK 1, NPK 1/2, LEG 1:1 e LEG 1:2 não apresentaram diferença para o parâmetro massa seca de raiz, sendo que o Terracottem®, que apresentou a maior massa não diferiu do LEG 1:1 (Figura 4).

Figura 4. Valores médios de massa seca total. As médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si. Diferença significativa ao nível de 1% de probabilidade.

Pode-se observar que o controle, em que não foi realizada adubação, apresentou o menor valor de massa seca total, já os tratamentos NPK 1/2 que recebeu a metade da concentração de nutrientes em relação aos tratamentos LEG 1:1, NPK 1 e Terracottem, e não possui polímeros em sua composição, apresentou valores inferiores aos últimos (Figura 5).

Figura 5. Valores médios de massa seca total. As médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si. Diferença significativa ao nível de 1% de probabilidade.

Constatou-se para a razão raiz / parte aérea diferença significativa apenas para NPK 1 e NPK ½ em relação ao LEG 1:1, que apresentou a maior razão R/PA (Figura 6).

Figura 6. Razão média de raiz / parte aérea. As médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si. Teste de Tukey ao nível de 1% de probabilidade.

DISCUSSÃO

O melhor resultado para altura das mudas deve-se, principalmente à presença de hormônio na formulação do hidrogel, que pode ter favorecido o maior crescimento. Porém, a presença dos polímeros também contribui, através da retenção de água, favorecendo maior aporte de nutrientes aos vegetais (Frujuelle; Silva; Maciel, 2003), visto que o LEG 1:1 e LEG 1:2 resultaram, depois do Terracottem®, nos maiores valores encontrados, respectivamente.

Em um experimento que avaliou diferentes substratos no cultivo do tomateiro apresentou os tratamentos com a mistura de Plantmax + NPK 4-14-8 (testemunha) e Plantmax + NPK 4-4-14-8 + polímero Hydrossolo® como os melhores resultados para altura das mudas dentre os demais tratamentos. A capacidade do Hydrossolo® de manter a área radicular das mudas com maior umidade e a presença de micronutrientes presentes na composição do hidrorretentor foram apontadas com as causas para o melhor desempenho obtido (Frujuelle; Silva; Maciel, 2003).

Em relação ao número de folhas, o LEG 1:2 e Terracottem apresentaram os maiores valores, e outros experimentos que utilizaram na mistura do substrato algum tipo de hidrogel também obtiveram incremento na produção de folhas.

O número de folhas foi beneficiado pela mistura de Plantmax + NPK 4-14-8 e Plantmax + Hydrossolo na cultura do tomate (Frujuelle; Silva; Maciel, 2003). Tavares, F.M.; Silva E.C.; Maciel, G.M.(2004), também obtiveram incremento no número de folhas no cultivo de alface na mistura de Plantmax + casca de arroz carbonizada + Hydrossolo nas concentrações de 6 e 8 Kg/m³.

A produção de massa seca nas plantas é utilizada para indicar a intensidade de

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crescimento, portanto, o conhecimento dos padrões de acúmulo de matéria seca de uma cultura possibilita melhor entendimento dos fatores relacionados à nutrição mineral, visto que a absorção de nutrientes é influenciada pela taxa de crescimento dos vegetais (Marschner, 1995).

O controle, NPK 1, NPK 1/2, LEG 1:1 e LEG 1:2 não apresentaram diferença para o parâmetro massa seca de raiz, sendo que o Terracottem®, que apresentou a maior massa não diferiu do LEG 1:1. O resultado, porém, pode ter sofrido interferência da presença de flocos do polímero Terracottem®, pelo fato de não ter sido possível separar as raízes dos flocos do Terracottem®, os quais apresentam uma granulação muito superior à do polímero LEG.

O cultivo do tomateiro também apresentou os melhores resultados para massa seca de raiz nos tratamentos que utilizaram polímeros hidrogéis -Plantmax + adubo e Plantmax + NPK 4-14-8 + Hydrossolo ( FRUJUELLE; SILVA; MACIEL, 2003). Já na produção de mudas de café, a produção de massa seca de raiz foi prejudicada com a adição do hidrogel Osmocote (VALLONE et al., 2004).

Para massa seca de caule só foi constatada diferença entre o controle e NPK 1. O controle apresentou a menor média (3,17g) e o NPK 1 a maior (4,94g). O destaque do tratamento NPK1 pode ocorrer devido a maior concentração de NPK, assim como os tratamentos LEG 1:1 e Terracottem. Porém, os tratamentos LEG 1:1 e Terracottem estão adicionados de polímeros que podem ter disponibilizado os nutrientes de maneira lenta, não tendo contribuindo, portanto, para o aumento da massa seca do caule até o momento em que foi finalizado o experimento. A falta de influência das diferentes doses de adubo nitrogenado e potássico aplicados em cobertura foi constatada por Lima et al. (2001), e foi explicado pela disponibilidade de nitrogênio proveniente da mineralização da matéria orgânica presente no solo que se encontrava em nível elevado.

A adubação fosfatada na cultura do feijoeiro é determinante para a produtividade, aumenta a produção de massa seca da parte aérea, o número de vagens e a massa dos grãos (Fageria et al., 2003).

Como a concentração de fósforo e demais nutrientes estavam muito elevadas em todos os tratamentos, não foi constatada diferença para número de vagens.

Os maiores valores encontrados para massa seca total nos tratamentos LEG 1:1, NPK 1:1 e Terracottem podem ser atribuídos à maior presença de nitrogênio. Lima et al. (2001), atribuem grande importância à adubação nitrogenada no aumento da massa seca devido a

adição de nitrogênio estar relacionada ao aumento no teor de clorofila.

Um experimento com mudas de tomateiro apresentou os melhores valores de massa seca total nos tratamentos com Plantmax + adubo e Plantmax + NPK 4-14-8 + poímero Hydrossolo ( Frujuelle; Silva; Maciel, 2003).

No entanto, no cultivo de crisântemo com 4 doses de polímero (0; 1; 2 e 4g kg-1 de substrato), 2 fontes nitrogenadas [(NH4)2SO4 e (H2N)2CO] e duas fontes potássicas (KCl e K2SO4), o polímero Superab A200 afetou negativamente a absorção de nutrientes e produção de biomassa (Sita, R.C.M. et al., 2005).

Os resultados encontrados no presente trabalho não corroboram com o experimento com porta enxerto tangerineira 'Cleópatra', em que a redução na massa seca total apresentou-se proporcional ao aumento nas doses do hidrorretentor (VICHIATO; VICHIATO; SILVA, 2004). Os autores atestam que a diminuição da massa seca deve-se à capacidade de troca de cátions (CTC) do hidrorretentor ser muito alta quando comparada à maioria dos tipos de solo, dificultando a absorção de nutrientes. (VICHIATO; VICHIATO; SILVA, 2004) A utilização de substratos e doses de hidrorretentores diferentes, provavelmente, são os responsáveis pelos diferentes padrões encontrados.

Segundo Pereira e Machado (1987), quando a RAF é avaliada em relação ao tempo, a tendência é um aumento rápido até atingir um valor máximo, ainda no período vegetativo, decrescendo com o desenvolvimento da cultura. Esse comportamento indica que na fase inicial a maior parte do material fotossintetizado é convertida em folhas, em vista à maior captação de radiação solar. No entanto no trabalho não foram encontradas diferenças para RAF. Isso ocorreu possivelmente em decorrência das altas concentrações de nutrientes, determinadas pela análise de solo, devido à alta concentração de matéria orgânica na terra vegetal. Esses foram os prováveis fatores para não ter sido constatada diferença na RAF entre os tratamentos e o controle.

A AFE relaciona a superfície da folha com o peso da própria folha. Com isso é possível inferir a disponibilidade de área foliar em cada grama de folha e consequentemente, a espessura foliar.

No experimento, a área foliar específica não apresentou diferença entre os tratamentos.

Em relação à R/PA, tratamentos que proporcionam uma maior partição de massa seca para a parte aérea são desejáveis, visto que o interesse econômico no feijão é em relação às vagens. Portanto, devido a parte aérea conter os órgãos fotossinteticamente ativos, quando está

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mais desenvolvida é possível que o aporte de nutrientes para os frutos seja favorecido.

CONCLUSÃO

Os polímeros avaliados, Terracottem® e LEG (nas duas concentrações utilizadas), não apresentaram diferença significativa para área foliar, massa seca de limbo, massa seca de caule, número de folhas e número de vagens. A análise de massa seca de raiz e massa seca total apresentaram resultados iguais para Terracottem® e LEG 1:1, diferindo do LEG 1:2.

Na maioria dos parâmetros avaliados não houve diferença significativa entre Terracottem® e LEG, portanto, nas condições do experimento a eficiência de ambos foi equivalente. No entanto, a utilização do LEG pode ser destacada pela maior viabilidade econômica.

Recomenda-se a realização de outros experimentos para avaliar em condições e culturas diferentes os efeitos da adição dos polímeros.

REFERÊNCIAS

BONATO, C.M.; MELGES, E.; SANTOS, V.D. Nutrição mineral de plantas. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MARINGÁ (UEM). Maringá, PR., 1998.

CNPAF. Disponível em

<http://www.cnpaf.embrapa.br/conafe/pdf/conafe2 005-0063.pdf>. Acesso em: 20 de agosto de 2008. FRUJUELLE, T. M. ; SILVA, E. C. ; MACIEL, G. M. Avaliação de um retentor de água na composição de substratos para produção de mudas de tomateiro. In: 43º Congresso brasilerio de olericultura, 2003, Recife-PE. Horticultura brasileira. v. 21., 2003.

HSIAO, T.C. Measurements of plant water status.

Irrigation of agricultural crops. New York :

American Society of Agronomy, ch.9, p.244-280, 1990.

LIMA, E.V et al. Adubação NK no desenvolvimento e na concentração de macronutrientes no florescimento do feijoeiro. Scientis agricola, v.58, n.1, p.125-129, jan./mar. 2001.

MALAVOLTA, E. Elementos da nutrição mineral de plantas. São Paulo: Agronômica ceres, 251p., 1980.

MARSCHNER,H. Mineral nutrition in higher plants. 2ª edição. 889 p., 1995. Disponível em https://cert-26212.sciencedirect.com/science/book/978012473 5422>. Acesso em: 20 de fevereiro de 2009.

PEREIRA, A. R.; MACHADO, E. C. Análise quantitativa do crescimento de comunidades vegetais. Campinas: IAC, 1987. 33 p. (IAC.

Boletim Técnico, 114).

PROLLA, I.R.D. Características físico-químicas de cultivares de feijão (Phaseolus vulgaris L.), e efeitos biológicos da fração fibra solúvel. 2006. 114p. Dissertação (Mestrado em Ciências Biológicas) Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS, 2006.

SITA, R. C. M. REISSMANN, C. B.; MARQUES, R.; OLIVEIRA, E.; TAFFAREL, A. D. Effect of polymers associated with N and K fertilizer sources on Dendrathema grandiflorum growth and K, Ca and Mg relations. Brazilian Archives of Biology

and Technology, Curitiba, v.48, n.3, p.335-342.

2005.

TAVARES, F. M. ; SILVA, E. C. ; MACIEL, G. M. . Doses de um retentor de água na composição de substrato para produção de mudas de tomateiro e de alface. In: 44 Congresso brasileiro de olericultura, 2004, Campo Grande-MS.

Horticultura brasileira. v. 22., 2004.

VALLONE, H. S. et al. Substituição do substrato comercial por casca de arroz carbonizada para produção de mudas de cafeeiro em tubetes na presença de polímero hidrorretentor. Ciência e

Agrotecnologia, Lavras, MG, v. 28, n. 3, p.

598-604, 2004.

VICHIATO, M. ; VICHIATO, M. R. M. ; SILVA, C. R. R. . Crescimento e composição mineral do porta-enxerto tangerineira Cleópatra cultivado em substrato acrescido de polímero hidrorretentor. .

Ciência e Agrotecnologia, Lavras-MG, v. 28, n.

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