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RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

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Academic year: 2021

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1. DENOMINAÇÃO DO MEDICAMENTO

MOTILIUM® 10 mg Comprimido revestido

MOTILIUM® 1 mg/ml Suspensão oral

MOTILIUM® 10 mg Granulado efervescente

MOTILIUM® Rapid 10 mg Liofilizado oral

2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA

Um comprimido (liofilizado oral) contém 10 mg de domperidona. Um comprimido revestido contém 10 mg de domperidona.

Granulado efervescente contém 10 mg domperidona por saqueta. Suspensão oral contém 1 mg de domperidona por mililitro.

Lista completa de excipientes, ver secção 6.1.

3. FORMA FARMACÊUTICA

Comprimidos revestidos - Comprimidos de cor branca a ligeiramente creme, circulares, biconvexos.

Granulado efervescente - Pó branco granulado com cheiro e sabor característicos. Suspensão oral - Suspensão branca homogénea.

Liofilizado oral – branco a esbranquiçado, circular, unidades congeladas a vácuo.

4. INFORMAÇÕES CLÍNICAS 4.1 Indicações terapêuticas Adultos

Alívio dos sintomas de náuseas e vómitos, sensação de plenitude epigástrica, desconforto nos quadrantes superiores do abdómen e regurgitação do conteúdo gástrico.

Crianças

Alívio dos sintomas de náuseas e vómitos. 4.2. Posologia e modo de administração

É aconselhável tomar MOTILIUM® por via oral antes das refeições. Se for tomado após as refeições, a absorção do fármaco pode ser mais demorada.

A duração inicial do tratamento é de quatro semanas. Os doentes devem ser re-avaliados após quatro semanas a fim de ser decidido sobre a necessidade de

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continuar o tratamento.

Adultos e adolescentes (com mais de 12 anos e pesando 35 kg ou mais) Comprimidos

1 ou 2 comprimidos de 10 mg três a quatro vezes por dia até uma dose máxima diária de 80 mg.

Suspensão oral

10 ml a 20 ml (de suspensão oral contendo 1mg de domperidona por ml) três a quatro vezes por dia até uma dose máxima diária de 80 ml.

Granulado efervescente

1 a 2 saquetas (contendo 10 mg de domperidona por saqueta) três a quatro vezes por dia com uma dose máxima diária de 8 saquetas.

Lactentes e crianças

Comprimidos, suspensão oral

0,25 – 0,5 mg/kg três a quatro vezes por dia até uma dose máxima diária de 2,4 mg/kg (mas não exceder 80 mg por dia).

Os comprimidos não são adequados para crianças pesando menos de 35 kg.

4.3 Contra-indicações

MOTILIUM® está contra-indicado nas seguintes situações:

• Hipersensibilidade conhecida à domperidona ou a qualquer dos excipientes; • Tumor da hipófise libertador de prolactina (prolactinoma).

MOTILIUM® não se deve administrar sempre que a estimulação da motilidade gástrica possa ser nociva: hemorragia gastrintestinal, obstrução mecânica ou perfuração.

4.4 Advertências e Precauções Especiais de Utilização Precauções de utilização

Os comprimidos revestidos contêm lactose e podem não ser aconselháveis em doentes com intolerância à lactose, galactosémia ou malabsorção da

glucose/galactose.

A suspensão oral contém sorbitol e pode não ser aconselhável em doentes com intolerância ao sorbitol.

O granulado efervescente contém sacarose. Quando tomado de acordo com a

posologia recomendada, cada dose contém até 1,543 g de sacarose e, portanto, pode não ser aconselhável em doentes com intolerância à frutose, malabsorção da

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glucose/galactose e deficiência em sucrase/isomaltase. Doentes com risco de hiperfenilalaninémia.

O granulado efervescente contém aspartamo. Não administrar em doentes com risco de hiperfenilalaninémia

Utilização durante o aleitamento

Pensa-se que a quantidade total de domperidona excretada no leite materno é inferior a 7µg por dia utilizando a dose máxima recomendada. Não se sabe se este facto é prejudicial para o recém-nascido. Portanto não é recomendado a lactantes amamentarem se estiverem a tomar MOTILIUM®.

Utilização em crianças

Efeitos indesejáveis do foro neurológico são raros (ver “Efeitos Indesejáveis”). Devido ao facto da função metabólica e da barreira hematoencefálica não estarem totalmente desenvolvidas durante os primeiros meses de vida, o risco de efeitos indesejáveis do foro neurológico é maior em crianças mais novas. Portanto, a dose deve ser

determinada com muito cuidado e a administração monitorizada com rigor em recém-nascidos, lactentes e crianças pequenas.

A sobredosagem pode causar sintomas extrapiramidais em crianças, mas deve-se ter igualmente em atenção outras causas.

Utilização em doentes com patologia hepática

Uma vez que a domperidona é altamente metabolizada no fígado, o MOTILIUM® não deve ser administrado em doentes com insuficiência hepática.

Utilização em doentes com patologia renal

Em doentes com insuficiência renal grave: (creatinina sérica > 6 mg/100 ml, ou seja, > 0,6 mmol/l) a semivida de eliminação da domperidona aumentou de 7,4 para 20,8 horas, enquanto os níveis plasmáticos eram mais baixos do que em voluntários saudáveis. Uma vez que muito pouco fármaco intacto é excretado através dos rins é improvável que em doentes com insuficiência renal seja necessário ajustar a dose de uma única administração. No entanto, aquando da administração repetida, deve reduzir-se a sua frequência para uma ou duas vezes por dia, dependendo da

gravidade da insuficiência renal, podendo ainda ser necessário reduzir a dose. Tais doentes sujeitos a um tratamento prolongado devem ser vigiados regularmente. Uso com cetoconazol

Num estudo de interacção fármaco-fármaco com o cetoconazol oral foi relatado um ligeiro aumento no intervalo QT (significando menos de 10 mseg). Mesmo que o significado deste estudo não esteja totalmente claro, devem-se considerar alternativas terapêuticas (ver secção 4.5 – Interacções medicamentosas e outras forma de

interacção).

4.5. Interacções medicamentosas e outras formas de interacção

A principal via metabólica da domperidona é através do CYP3A4. Estudos in vitro sugerem que a utilização simultânea de fármacos que inibem significativamente esta enzima podem provocar aumento dos níveis plamáticos de domperidona. Estudos in vivo de interacção com cetoconazol revelaram uma acentuada inibição pelo cetoconazol do CYP3A4, no metabolismo de primeira passagem da domperidona

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pelo cetoconazol.

Um estudo de farmacocinética mostrou que a área sob a curva e a concentração plasmática máxima da domperidona aumentou por um factor de três quando o cetoconazol é administrado em associação. (no regime estacionário). Detectou-se um ligeiro efeito de prolongamento no intervalo QT (cerca de 10 mseg) desta associação, a qual é maior do que a observada com apenas cetoconazol .

O efeito de prolongamento no intervalo QT não foi possível detectável quando a domperidona foi administrada em monoterapia em doentes com co-morbilidade, mesmo em doses orais elevadas (até 160 mg/dia).

Os resultados deste estudo de interacção devem-se ter em consideração quando se prescreve domperidona em associação com inibidores potentes da enzima CYP3A4, por exemplo: cetoconazol, ritonavir e eritromicina (ver também secção 5.2.)

4.6 Gravidez e aleitamento

Não existe muita documentação pós-comercialização sobre o uso da domperidona em mulheres grávidas. Um estudo com ratos fêmea demonstrou toxicidade reprodutiva numa dose elevada para a mãe. É desconhecido o risco potencial para seres humanos. No entanto, MOTILIUM® só deve ser usado durante a gravidez, se os benefícios justificarem os potenciais riscos.

O fármaco é excretado no leite de ratos fêmeas lactantes (a maioria como metabolitos: com picos de concentração máxima de 40 e 800 ng/mL após administração de 2,5 mg/kg por via oral e i.v., respectivamente). As concentrações de domperidona no leite materno de lactantes são 10 a 50% das concentrações plasmáticas correspondentes e calcula-se que não excedam 10ng/ml. Prevê-se que a quantidade total de domperidona excretada no leite materno seja inferior a 7µg por dia utilizando a dose máxima recomendada. Não se sabe se este facto é perigoso para o recém-nascido. Portanto em mulheres lactantes recebendo MOTILIUM®, recomenda-se que não amamentem.

4.7. Efeitos sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas

MOTILIUM® não afecta ou tem acção desprezível na capacidade de conduzir e de utilizar máquinas

4.8. Efeitos Indesejáveis

As reacções Adversas são classificadas a seguir pela frequência, usando a seguinte convenção: muito frequentes (>1/10); frequentes (>1/100, <1/10); pouco frequentes (>1/1000, <1/100); raros (>1/10000, <1/1000); muito raros (<1/10000), incluindo comunicações isoladas.

Doenças do sistema imunitário: Muito raros (<1/10000): reacções alérgicas incluindo anafilaxia, choque anafilático, reacção anafilática, urticária e angioedema.

Doenças endócrinas: Raros (>1/10000, <1/1000); aumento nos níveis de prolactina. Doenças do sistema nervoso: Muito raros (<1/10000); efeitos indesejáveis extrapiramidais.

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Doenças gastrointestinais : Raros (>1/10000, <1/1000); alterações gastrointestinais, incluindo cólicas intestinais temporárias muito raras; muito raros (<1/10000); diarreia. Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneas: Muito raros (<1/10000); prurido, rash. Doenças dos órgãos genitais e da mama: Raros (>1/10000, <1/1000); galactorreia, ginecomastia, amenorreia.

Como a hipófise está localizada fora da barreira hematoencefálica, a domperidona pode provocar um aumento nos níveis plasmáticos de prolactina. Em casos raros esta hiperprolatinemia pode causar efeitos indesejáveis neuro-endócrinos, tais como galactorreia e ginecomastia e amenorreia.

Efeitos indesejáveis extrapiramidais são muito raros em recém-nascidos e lactentes, e excepcinais em adultos. Estes efeitos desaparecem espontânea e completamente, logo que o tratamento é interrompido.

4.9. Sobredosagem Sintomas

Os sintomas de sobredosagem podem incluir sonolência, desorientação e reacções extrapiramidais, especialmente em crianças.

Tratamento

Não existe nenhum antídoto específico para a domperidona, mas em caso de sobredosagem, é útil proceder à lavagem gástrica assim como a administração de carvão activado. É recomendada supervisão médica estricta e terapêutica de suporte. Os anticolinérgicos, os antiparkinsónicos podem ser úteis no controlo das reacções extrapiramidais.

5. PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS 5.1. Propriedades farmacodinâmicas

Grupo Farmacoterapêutico: 6.3.1 Modificadores da motilidade gástrica ou procinéticos Código ATC: A03F A 03

A domperidona, é um antagonista da dopamina, com propriedades anti-eméticas.A domperidona não atravessa facilmente a barreira hematoencefálica. Nos doentes recebendo a domperidona, os efeitos extrapiramidais são muito raros, especialmente em adultos mas a domperidona favorece a libertação da prolactina, a partir da pituitária. O seu efeito anti-emético pode ser devido a uma associação dos efeitos periféricos (gastrocinéticos) e ao antagonismo dos receptores da dopamina na zona quimiorreceptora que se encontra fora da barreira hematoencefálica, na zona postrema. Nos estudos animais, para além de se terem encontrado baixas concentrações no cérebro, mostraram um efeito da domperidona, predominantemente periférico a nível dos receptores da dopamina.

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oral, aumenta a pressão esofágica, melhora a motilidade antroduodenal e acelera o esvaziamento gástrico. Não exerce efeito na secreção gástrica.

5.2. Propriedades farmacocinéticas Absorção

Em voluntários, em jejum, a domperidona é rapidamente absorvida após a administração por via oral; atingindo concentrações plasmáticas entre 30 e 60 minutos. A baixa biodisponibilidade absoluta da domperidona administrada por via oral (aproximadamente 15%) é devida a um considerável metabolismo de primeira passagem na parede intestinal e fígado. Embora a biodisponibilidade da domperidona esteja aumentada em voluntários saudáveis quando administrada após uma refeição, os doentes com problemas gastrintestinais devem tomar a domperidona 15-30 minutos antes de uma refeição. A acidez gástrica reduzida diminui a absorção da domperidona. A administração prévia de cimetidina ou de bicarbonato de sódio, diminui a biodisponibilidade oral da domperidona. Quando este fármaco é administrado após uma refeição o tempo que leva a atingir a concentração plasmática máxima, é prolongado e há um ligeiro aumento na área sob a curva.

Distribuição

A domperidona administrada por via oral não parece acumular nem induzir o seu próprio metabolismo; após duas semanas de administração por via oral de 30 mg de domperidona, por dia, obteve-se uma concentração plasmática máxima de 21 mg/ml, 90 minutos após a última toma, a qual era quase idêntica a 18 ng/ml medida após a primeira administração.

A domperidona liga-se 91-93% às proteínas plasmásticas. Os estudos de distribuição em animais, com o fármaco marcado com um isótopo radioactivo, mostrou uma extensa distribuição do fármaco nos tecidos, mas com baixa concentração no cérebro. Em ratas observou-se que pequenas quantidades do fármaco atravessam a barreira placentária.

Metabolismo

A domperidona sofre um metabolismo hepático, rápido e extenso por hidroxilação e N-desalquilação. Experiências de metabolismo in vitro com inibidores de diagnóstico revelaram que o CYP3A4 é a principal forma do citocromo P450 envolvido na N-desalquilação da domperidona, enquanto que o CYP3A4 , CYP1A2 CYP2E1estão envolvidos na hidroxilação aromática da domperidona.

Excreção

A excreção urinária e fecal atinge, respectivamente 31 e 66% da dose administrada por via oral. A proporção do fármaco excretado inalterado é pequena (10% da excreção fecal e aproximadamente 1% da excreção urinária).

A semivida plasmática após a administração de uma dose única por via oral é de 7-9 horas em voluntários saudáveis, mas é prolongada em doentes com insuficiência renal grave.

5.3. Dados de segurança pré-clinica

Estudos electrofisiológicos in vitro e in vivo mostraram um risco global moderado da domperidona no prolongamento do intervalo QTc, no Homem. Em experiências in vitro em células isoladas com hERG e em miócitos isolados da cobaia, as razões

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eram de cerca de 10. Isto foi baseado nos valores inibitórios da CI50 nos canais de iões em comparação com as concentrações plasmáticas livres em seres humanos após a administração da dose máxima diária de 20 mg quatro vezes ao dia (quatro vezes por dia). No entanto, as margens de segurança em experiências in vitro em tecidos cardíacos isolados e em modelos in vivo (cão, cobaia, coelhos sensibilizados com torsades de pointes) excediam as concentrações plasmáticas livres em seres humanos com a dose máxima diária (20 mg, quatro vezes ao dia) em mais de 50 vezes. Na presença da inibição do metabolismo via CYP3A4, as concentrações plasmáticas da domperidona podem aumentar até 10 vezes.

Quando foi administrada uma dose tóxica elevada na fêmea (40 vezes maior do que a dose humana recomendada), foram observados efeitos teratogénicos no rato. Não foi observada teratogenicidade nem nos ratinhos nem nos coelhos.

6. INFORMAÇÕES FARMACÊUTICAS 6.1. Lista de excipientes

Comprimidos a 10 mg: lactose, amido de milho, celulose microcristalina, amido pregelatinizado, povidona, estearato de magnésio, óleo de semente de algodão hidrogenado, sulfato de laurilo e sódio.

Suspensão oral a 1 mg/ml: sorbitol, celulose microcristalina e carboximetilcelulose de sódio, metilparabeno, propilparabeno, sacarina sódica, polissorbato, hidróxido de sódio e água purificada.

Granulado efervescente: polivinilpirrolidona, aspartamo, ácido tartárico, mistura de aromas, bicarbonato de sódio e sacarose.

MOTILIUM® Rapid (Liofilizado oral): Gelatina, manitol, aspartamo, essência de hortelã e poloxamero.

6.2. Incompatibilidades Não existem.

6.3. Prazo de validade

MOTILIUM® comprimidos e suspensão oral: 5 anos. MOTILIUM® granulado efervescente: 3 anos.

MOTILIUM® Rapid (liofilizado oral): 2 anos. 6.4. Precauções especiais de conservação

Suspensão oral e granulado: não conservar acima de 30ºC. MOTILIUM® Rapid: não conservar acima de 25ºC.

Comprimidos: não necessitam de quaisquer precauções especiais de conservação. Manter fora do alcance e da vista das crianças.

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Comprimidos revestidos:

Embalagens de 20 e 60 comprimidos em blisters. Granulado efervescente:

Embalagens de 10 e 20 saquetas de granulado efervescente. Suspensão oral:

Embalagens de 100 ml (com uma pipeta doseadora de 5 ml, cada marcação calibrada corresponde a 1Kg do peso corporal ou 0,25 ml de suspensão bebível) e 200 ml (com um copo doseador de plástico de 10 ml; o copo doseador tem marcações calibradas para 2,5 e 5 ml) de suspensão oral, em frascos de vidro.

MOTILIUM® Rapid:

Embalagens de 10, 30 e 40 (liofilizado oral) em blister. 6.6. Instruções de utilização e manipulação

Suspensão oral:

O frasco de 200 ml deve ser aberto da seguinte forma: empurrar a tampa plástica de rosca, para baixo, enquanto se roda no sentido contrário dos ponteiros do relógio (ver figura). Agite bem o frasco antes de cada utilização.

Instrucções para abrir o frasco e usar a pipeta 1. Agite bem o frasco antes de cada utilização.

2. O frasco deve ser aberto da seguinte forma: empurrar a tampa plástica de rosca, para baixo, enquanto se roda no sentido contrário dos ponteiros do relógio (ver figura 1).

3. Inserir a pipeta no frasco.

Segure o anel inferior da pipeta. Aspire o líquido puxando o anel superior até a marca corresponder ao peso, em quilogramas, da criança (a não ser que o médico tenha prescrito de outra forma) (Ver Figura 2).

4. Retire a pipeta do frasco (Ver figura 3).

5. Deite o conteúdo da pipeta, na água para beber, empurrando o anel superior.

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MOTILIUM® Rapid (liofilizado oral):

MOTILIUM® Rapid são fornecidos num blister contendo 10 comprimidos (liofilizado oral). Uma vez que os comprimidos de dissolução rápida (liofilizado oral) são frágeis, não devem ser pressionados através do blister, porque podem danificar-se.

Para retirar os comprimidos (liofilizado oral) do blister:

- Não pressionar o comprimido (liofilizado oral) através da folha. - Puxe a extremidade da folha e retire-a completamente.

– Empurrar o comprimido (liofilizado oral).

- Retirar o comprimido (liofilizado oral) do blister.

Depois coloque o MOTILIUM® Rapid comprimidos (liofilizado oral) na língua, o qual desagrega em segundos na superfície da língua, podendo ser engulido com a saliva. Não é necessário tomar qualquer líquido.

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7. TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO Janssen Farmacêutica Portugal, Lda.

Estrada Consiglieri Pedroso, 69 A - Queluz de Baixo- 2734-503 Barcarena

8. NÚMERO(S) DE AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO Embalagens de 20 comprimidos a 10 mg - 9512814

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Embalagens de 60 comprimidos a 10 mg - 9512822

Embalagens de suspensão oral 100 ml a 1 mg/ml - 9532234 Embalagens de suspensão oral 200 ml a 1 mg/ml - 9532200

Embalagens de 20 saquetas de granulado efervescente – 8756700 Embalagens de 10 saquetas de granulado efervescente – 8756718 Embalagens de 10 comprimidos (Liofilizado oral) – 3529088

Embalagens de 30 comprimidos (Liofilizado oral) – 3529187 Embalagens de 40 comprimidos (Liofilizado oral) – 3529286

9. DATA DA PRIMEIRA AUTORIZAÇÃO/RENOVAÇÃO DA AUTORIZAÇÂO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

Comprimidos a 10 mg – 30.03.2000

Suspensão oral a 1 mg/ml 100 ml - 30.03.2000 Suspensão oral a 1 mg/ml 200 ml - 30.03.2000 Granulado efervescente a 10 mg – 28.09.1990 Comprimidos (Liofilizado oral) – 10.03.2001 10. DATA DA REVISÃO DO TEXTO 17 de Novembro de 2006.

Medicamento Sujeito a Receita Médica 95328/20

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