UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DIRETORIA DE PESQUISA
PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA – PIBIC : CNPq, CNPq/AF, UFPA, UFPA/AF, PIBIC/INTERIOR, PRODOUTOR, PIBIT E FAPESPA
RELATÓRIO TÉCNICO - CIENTÍFICO Período : 07/2016 a 07/ 2017 (x) PARCIAL ( ) FINAL I DENTIFICAÇÃO DO PROJETO
Título do Projeto de Pesquisa: O dentista na visão de crianças: análise do desenho-estória. Nome do Orientador: Ana Daniela Silva da Silveira
Titulação do Orientador: Prof.ª Dr.ª Faculdade: Faculdade de Odontologia
Faculdade Instituto/Núcleo: Instituto de Ciências da Saúde Laboratório: Não possui
Título do Plano de Trabalho : O dentista na visão de crianças: análise do desenho-estória Nome do Bolsista: Tamara Lorrane de Oliveira Luzia
Tipo de Bolsa : ( ) PIBIC/ CNPq ( ) PIBIC/CNPq – AF
( ) PIBIC /CNPq- Cota do pesquisador ( ) PIBIC/UFPA (x ) PIBIC/UFPA – AF ( ) PIBIC/ INTERIOR ( ) PIBIC/PRODOUTOR ( ) PIBIC/PE-INTERDISCIPLINAR ( ) PIBIC/FAPESPA ( ) PIBIC/PIBIT
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RESMO DO PROJETO DE PESQUISA:
O presente projeto de pesquisa pretende estudar a auto percepção da saúde bucal, a visão da criança em relação ao tratamento odontológico, bem como a ansiedade gerada no paciente infantil no momento anterior ao tratamento odontológico. O presente estudo deverá ser analisado pelo Comitê de Ética em Pesquisa antes do início da coleta de dados. O estudo incluirá crianças de 3 a 5 anos de uma escola da rede pública de Belém/PA, de acordo com uma amostra de conveniência; e seus pais ou responsáveis deverão assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Este estudo utilizará como suporte teórico/metodológico a Teoria das Representações Sociais. Como instrumentos de coleta, serão utilizados a entrevista com o desenho-estória e o teste de avaliação da ansiedade odontológica Venham Picture Test (VPT) modificado. O primeiro instrumento de coleta consiste em pedir que as crianças desenhem à mão livre o consultório odontológico, o cirurgião-dentista e o pessoal auxiliarem, perguntando a cada criança: o que você acha do consultório odontológico ou do dentista? O segundo instrumento será composto por um conjunto de figuras em diferentes estados emocionais, que serão apresentadas a cada criança para que apontem com qual considera estar mais identificada no momento em que vai ao dentista. Para análise do material coletado será utilizada a técnica de análise de conteúdo temática preconizada por Bardin (2002). Assim, essa pesquisa pretende conscientizar acerca da visão da criança face ao tratamento odontológico e fornecer informações mais concretas sobre que aspectos trazem mais ansiedade aos pacientes odontopediátricos.
INTRODUÇÃO:
O sucesso do atendimento odontológico infantil está atrelado a capacidade do cirurgião dentista de lidar com o medo e a ansiedade do paciente. A prática odontológica geralmente é associada a dor¹. Isso faz com que os pacientes manifestem medo em relação aos procedimentos odontológico, gerando dificuldades para o clínico conduzir o tratamento.
As experiências e vivências das crianças, assim como as influências que ela recebe do meio familiar, definem parte do seu comportamento. Assim, experiências negativas passadas pelos seus familiares, suas opiniões sobre o tratamento odontológico e sua visão do profissional cirurgião dentista interferem no comportamento da criança frente ao tratamento odontológico². Para tanto, faz-se necessário entender o significado da palavra ansiedade e medo.
“A ansiedade é caracterizada como um temor, porém nesse temor não existe um objeto real. Lembranças de experiências anteriores, ideias, fantasias pessoais podem provocar ansiedade e o grau de intensidade destes pode ser manifestada por um estado de inquietação que vai aumentando progressivamente. ”3,4
se apresenta como um perigo real que ameaça a nossa integridade física ou psicológica”3,5. A diferença entre ansiedade e medo, é mais nítida na intensidade, a reação da ansiedade vem acompanhada de uma sensação de perigo iminente, que parece ameaçar a segurança do indivíduo, junto de sentimentos de tensão e medo ou a repetição de um trauma4,6.
Dessa maneira, a ansiedade e o medo excessivo constitui um período crítico durante o tratamento odontológico, se caso a criança não estiver disposta a colaborar com o cirurgião dentista, pode haver complicações ou até mesmo o abandono do tratamento por parte do paciente.
Portanto, uma abordagem psicológica do paciente em idade pré-escolar no consultório odontológico representa uma etapa especial na atenção prestada à criança, e dependerá do bom relacionamento com o cirurgião-dentista e apoio familiar 7,8.
Por conseguinte, o profissional quando entende a causa geradora da ansiedade ou o medo da criança, seja ela a aversão ao dentista, a anestesia ou aos instrumentos rotatórios, possibilita ao clinico intervir de modo positivo no tratamento. O odontopediatra pode estabelecer técnicas de manejo para resolver o problema da ansiedade e do medo infantil, como estabelecer comunicação com a criança: Falar, mostrar e fazer, educar o paciente orientando-o a cooperar durante o tratamento, constituir uma relação de confiança, promover um ambiente agradável, realizar o reforço positivo que consiste em gratificar a criança quando ela apresenta uma atitude ou comportamento desejado, sempre respeitando o paciente.
Para se conhecer e avaliar a ansiedade na Odontopediatria, foi preconizado por Venham, em 1979, o teste VPT (Venham Picture Test) para avaliar a ansiedade infantil ao tratamento odontológico. O teste Venham Picture Test (VPT) foi preconizado para medir a ansiedade infantil ao tratamento odontológico e é um instrumento no qual se usa um conjunto de figuras, entre as quais a criança que está sendo pesquisada escolhe a que mais se identificar com ela no momento. Às crianças são apresentados oito pares de figuras de um menino, as quais expressam várias reações e, diante delas, as crianças são estimuladas a escolher as figuras que mais refletem suas emoções. O profissional solicita à criança que responda o teste da seguinte maneira: “Eu gostaria que você apontasse para o menino que está sentindo o mesmo que você está sentindo agora. Olhe cuidadosamente para o rosto das figuras e veja como elas se sentem”9,10.
Alguns estudos têm avaliado a ansiedade e o comportamento infantil antes dos procedimentos odontológicos utilizando o teste VPT modificado associado com o desenho-estória. Esta é uma técnica projetiva constituída pela associação entre um processo expressivo-motor, que adota o desenho livre, e um procedimento perceptivo-dinâmico, que utiliza a verbalização temática11,12,13.
4 O desenho estória constitui uma técnica lúdica e eficiente para demonstrar a visão que a criança tem sobre o atendimento que recebe em clínicas odontológicas. O desenho é elaborado a partir de interações sociais que se refletem no grafismo. O ato de desenhar é uma atividade agradável e de fácil execução que favorece a evocação de significados.
Nesse contexto, o presente estudo objetivou identificar os principais fatores causadores de medo e ansiedade do paciente infantil previamente à consulta odontológica, na faculdade de Odontologia da UFPA, através do teste VPT modificado e o desenho-estória, visando à aplicação desse conhecimento na melhoria da qualidade do tratamento prestado a comunidade.
JUSTIFICATIVA:
Apesar dos avanços técnico-científicos na área da saúde, as ações de saúde bucal ainda se apresentam ainda sob uma visão mecanicista e pouco humanizada, com ênfase nos procedimentos curativos, em detrimento de uma prática de promoção à saúde que considere o paciente como um indivíduo com suas particularidades biopsicossociais 14.
Como consequência desta prática, frequentemente a experiência odontológica vem sendo pré-julgada como desagradável e ameaçadora, sobretudo para a criança que ainda associa a figura do dentista com sensações de medo, ansiedade e dor 16.
Nesse sentido, é importante que os cirurgiões-dentistas percebam que a conduta no tratamento odontológico deve estar diretamente relacionada às experiências vividas pelo paciente; assim, estudar as atitudes infantis permitiriam configurar a abordagem de relacionamento e o procedimento que deverão ser estabelecidos para a obtenção do êxito do tratamento.
Imerso nesta lógica, faz-se necessário estudos que demonstrem ferramentas a serem utilizadas e indiquem os aspectos mais problemáticos nas ações do dentista segundo a visão de crianças de 3 a 5 anos como forma de criar práticas e posturas que desmistifiquem a figura do dentista para estes pacientes.
OBJETIVOS:
Geral: O presente estudo pretende verificar a visão da criança de 3 a 5 anos em relação ao tratamento odontológico, bem como a ansiedade gerada neste paciente infantil no momento anterior ao tratamento odontológico.
Específicos:
- Verificar e analisar a confiabilidade do teste VPT modificado e do desenho estória, para medir a ansiedade em crianças
desenho-estória;
- Identificar estórias de trauma ou de sucesso no tratamento odontológico através da entrevista com desenho-estória;
- Estimar a ansiedade gerada no momento anterior ao tratamento odontológico através do teste de avaliação da ansiedade odontológica Venham Picture Test (VPT) modificado;
-Estimar a condição de saúde bucal e o risco de cárie nos voluntários da pesquisa
MATERIAIS E MÉTODOS:
A pesquisa caracteriza-se como uma investigação exploratória, com abordagem qualitativa. O estudo foi previamente submetido ao Comitê de Ética em Pesquisa do Núcleo de Medicina Tropical (NMT) do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Federal do Pará e está no aguardo da aprovação. A pesquisa será realizada no município de Belém-PA, na Clínica de Odontopediatria da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Pará.
Pretende-se obter uma população de estudo com 30 crianças, separando-as quanto ao gênero, idade e segundo ao atendimento: atendimento odontológico de rotina ou primeira consulta. Como critérios de inclusão foi estabelecido crianças na fase pré-escolar, acompanhadas de responsável com 18 anos de idade ou mais, os quais assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido após a leitura da Carta de Informação sobre a pesquisa. Para preservar a identidade dos sujeitos pesquisados, seus nomes serão modificados. Serão excluídas do estudo crianças que estiverem desacompanhadas e crianças portadoras de alguma necessidade especial que a impeça de realizar o desenho estória.
A coleta de dados ocorrerá com uma frequência semanal, seguindo-se o calendário acadêmico, no período proposto (setembro a dezembro de 2016 e de janeiro a maio de 2017).
Os sujeitos serão abordados ao chegarem à sala de espera da clínica de Odontopediatria da Faculdade de Odontologia da UFPA, os pesquisadores deverão apresentar-se e explicar às crianças e aos pais/responsáveis os procedimentos e os objetivos da pesquisa. Para os que aceitarem participar da pesquisa, será solicitada a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido pelo responsável.
Ao início da entrevista, e antes do exame bucal, o pesquisador irá realizar a coleta de dados do teste de avaliação da ansiedade odontológica Venham Picture Test (VPT) modificado, composto por um conjunto de figuras em diferentes estados emocionais, que serão apresentadas a cada criança para que apontem com qual considera estar mais identificada no momento em que vai ao dentista.
6 em pedir que as crianças desenhem à mão livre o consultório odontológico, o cirurgião-dentista e o pessoal auxiliar, perguntando a cada criança: o que você acha do consultório odontológico ou do dentista? Para a elaboração do desenho serão disponibilizados folha de papel sulfite branco, lápis de cor, lápis de cera, lápis preto, borracha e apontador. Posteriormente, cada criança descreverá seu desenho individualmente, sendo esta conversa gravada.
A análise dos dados será efetuada com base na análise de conteúdo preconizada por Bardin (2002). Inicialmente será realizada uma leitura flutuante para a tomada de contato inicial com o material produzido (desenhos e transcrição das falas) e em seguida será feita a observação dos desenhos com agrupamento por semelhança.
RESULTADOS:
O projeto foi submetido ao Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos (Plataforma Brasil - CONEP/Ministério da Saúde) e encontra-se ainda em apreciação.
Por conseguinte, iniciou-se a pesquisa da literatura já existente, buscando analisar artigos para testar a confiabilidade do teste VPT e do desenho estória. A busca de dados resultou em 10 artigos.
Para o primeiro estudo do teste VPT, Venham (1979)11 avaliaram 236 crianças, de 3 a 9 anos, através do teste VPT e de outras medidas, tais como batimento cardíaco e avaliação comportamental. Os resultados mostraram um bom entendimento e uma boa aceitação do teste VPT por todas as crianças pesquisadas, inclusive pelas crianças de 3 anos de idade. Os resultados revelaram, também, adequada consistência interna e confiabilidade test-retest.
Em 2004, Ramos-Jorge15, buscando uma maior confiabilidade e validade do teste VPT, modificou-o em alguns aspectos. A autora contratou um desenhista profissional de quadrinhos para reproduzir fielmente os desenhos e as expressões corporais e, de modo especial, as expressões faciais contidas nas figuras do teste original, com variação apenas dos personagens. Foram criados quatro novos personagens para cada um dos oito pares de figuras, sendo eles dois meninos e duas meninas de etnia branca e etnia negra, adaptando- o para a cultura brasileira.
Em estudos mais recentes, Marques et al., (2010)16 avaliou 10 crianças de 4 a 6 anos em 08 unidades de saúde onde atuam equipes de saúde bucal (ESB) pertencentes ao Programa Saúde da Família (PSF). Em um primeiro momento, aplicou-se o teste de avaliação da ansiedade odontológica, Venham Picture Test (VPT) modificado. O segundo teste da pesquisa, realizado antes do atendimento, consistiu em pedir que as crianças desenhassem, à mão livre, o consultório odontológico, o cirurgião-dentista e o pessoal auxiliar. Perguntou-se a cada criança: o que você acha do consultório odontológico ou do dentista? As análises dos desenhos infantis
demonstram o que há por trás do desenho, tratando-se de uma atividade inconsciente muito mais profunda do inconsciente. O estudo concluiu que o desenho-estória é uma forma de completar o teste VPT modificado e dar mais detalhes ao profissional em relação aos fatores que a criança teme.
Oliveira et al., (2011)17, avaliou o grau de ansiedade de 32 crianças de ambos os gêneros, pertencente as faixas etárias de 4 a 9 anos que compareceram para tratamento na Clínica de Odontopediatria da Fundação Universidade Regionais de Blumenau (FURB). Foi aplicado o teste VPT modificado e relacionado com a idade, gênero e procedimento executado no dia do atendimento. O estudo concluiu que o teste VPT modificado é um importante instrumento de medida o qual pode auxiliar o odontopediatra a prever o possível comportamento da criança frente ao tratamento odontológico.
De forma semelhante, Evaristo et al., (2012)18 avaliou 50 crianças de ambos os gêneros, pertencentes a dois grupos de diferentes faixas etárias (grupo 1:4 a 6 anos e grupo 2: 7 a 9 anos) que compareceram à Clínica de Odontopediatria da Universidade Regional de Blumenau (FURB). A ansiedade infantil prévia ao tratamento odontológico foi avaliada por meio do teste Venham Picture Test Modificado (VPTM). Concluiu-se que o teste VPT modificado é eficaz na avaliação da ansiedade infantil em todas as faixas estarias estudadas.
Com relação ao desenho estoria, Bottan et al., (2013)19 avaliou 52 crianças na faixa etária de 6 a 12 anos de ambos os gêneros. Foram consideradas 168 evocações. A categoria “Ambiente Odontológico” foi a mais frequente, com 34,5%, indicando uma familiaridade positiva dos pesquisados com o consultório odontológico. A categoria “Imagem do cirurgião-dentista” obteve 31,6% das evocações, com ênfase na relação humanizada. A frequência de cada uma das outras duas categorias foi 19,6%, para “Comportamento durante o Atendimento Odontológico”, e 14,3% para “Atenção Odontológica Prestada”; em ambas predominou a conotação positiva. Os pesquisadores concluíram que o processo avaliativo, pela técnica do desenho-estória, foi uma excelente alternativa metodológica para se obter informações sobre o grau de ansiedade infantil e as principais causas do medo gerado no tratamento odontológico na crianças, o que contribuiu para melhorar os serviços prestados pela instituição.
Frente aos resultados encontrados e com base na literatura atual, considera-se que o teste Venham Picture Test Modificado (VPTM) associado com o desenho-estória, é uma técnica eficiente de fácil aplicação e entendimento das crianças, que tem se mostrado uma técnica confiável para medir o grau de ansiedade infantil e os seus principais medos frente ao tratamento odontológico.
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ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS NOS PRÓXIMOS MESES
Para os próximos meses espera-se obter o parecer favorável no Comitê de ética em pesquisa e, após este processo, proceder com as seguintes etapas:
Identificação da Etapa Início (dd/mm/aa) Término
(dd/mm/aa)
Coleta de dados 10/03/2017 10/04/2017
Tabulação dos dados 10/04/2017 15/04/2017
Análise estatística 15/04/2017 30/04/2017
Escrita dos resultados 02/05/2017 15/07/2017
Publicação e apresentação no seminário de iniciação científica da UFPA
20/07/2017 30/07/2017
CONCLUSÃO:
Espera-se que através do teste VPT modificado e do desenho estória possa se conseguir obter resultados de forma eficiente para identificar alguns fatores que causam medo e ansiedade no paciente infantil.
O teste VPT modificado demonstra-se ser rápido, de fácil aplicação e aceitação pelas crianças. Espera-se que o teste seja útil para prever uma possível reação negativa da criança no momento do atendimento e através de manejos de comportamento adequados conseguir-se-ia colaboração dos mesmos, minimizando o abandono de tratamento.
Uma vez que o profissional Cirurgião Dentista tiver conhecimento dos fatores que causam ansiedade e medo nas crianças, ele poderá reverter a ansiedade do consultório odontológico para um momento mais tranquilo de consulta, através da sua conquista, passando mais segurança e tornando o momento da consulta odontológica um momento de prazer para as crianças.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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17. Oliveira MF, Moraes MVM, Cardoso DD; Avaliação da ansiedade infantil previa ao tratamento odontológico. Ver. Biologicas. V. 18i.0004, 2011
18. Evaristo PCS, Moraes MVM, Avaliação da Ansiedade dos Pais e Crianças frente ao Tratamento Odontologico. Ver. Pesq Bras Odontoped Clin Intergr, João Pessoa, 12(4);483-89;2012.124.06 19. Bottan ER, Silva FA, Matos RX; Visão do paciente infantil perante atendimento odontológico em clínica
universitária. Rev. Faculdade de Odontologia de Lins/Unimep • 23(2) 17-24 • jul.-dez. 2013
DIFICULDADES – A principal dificuldade que se encontra de desenvolver a presente pesquisa está relacionada a greve, que que atrasou o cronograma de realização desta pesquisa.
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PARECER DO ORIENTADOR:
Corroboro com as informações aqui descritas e atesto-as como verdadeiras.
A bolsista tem efetuado seu trabalho com dedicação e está empenhada em concluir as etapas do projeto.
DATA : / /
ASSINATURA DO ORIENTADOR
ASSINATURA DO ALUNO
16 02 2017
FICHA DE AVALIAÇÃO DE RELATÓRIO DE BOLSA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA O AVALIADOR DEVE COMENTAR, DE FORMA RESUMIDA, OS SEGUINTES ASPECTOS DO RELATÓRIO :
1. O projeto vem se desenvolvendo segundo a proposta aprovada? Se ocorreram mudanças significativas, elas foram justificadas?
2. A metodologia está de acordo com o Plano de Trabalho ?
3. Os resultados obtidos até o presente são relevantes e estão de acordo com os objetivos propostos?
4. O plano de atividades originou publicações com a participação do bolsista? Comentar sobre a qualidade e a quantidade da publicação. Caso não tenha sido gerada nenhuma, os resultados obtidos são recomendados para publicação? Em que tipo de veículo?
5. Comente outros aspectos que considera relevantes no relatório
6. Parecer Final: Aprovado ( )
Aprovado com restrições ( ) (especificar se são mandatórias ou recomendações) Reprovado ( )
7. Qualidade do relatório apresentado: (nota 0 a 5)
Atribuir conceito ao relatório do bolsista considerando a proposta de plano, o desenvolvimento das atividades, os resultados obtidos e a apresentação do relatório.
Data : / / .