• Nenhum resultado encontrado

Pré-Estágio Supervisionado de Supervisão Escolar.

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Pré-Estágio Supervisionado de Supervisão Escolar."

Copied!
30
0
0

Texto

(1)

UNIVBRSIDADE FEDERAL DA PARAIBA CENTRO DE FORMAQAO DE PR0PESS0RE3 DEPAHTAEENTO PS EDUCAgAO g LETRAS CAMPUS V

OAJAZEIRAS PB.

PRE-ESTAGIO SUPERVI3IONADO DE SUPERVISAO SSCOLAR

ORISNTADORA : MARIA SILVAHI PINTO

PB3-B5TAGIARIA : VERONICA LEITE DE ARAtfJO

CAJAZEIRAS PB; 1985

(2)

S U I 1 R I 0 Pagina I - INTRODUglO 0 1 I I - DE 3EOTQIVIMEN TO 0& I I I - CQNCLUSAG Ok IV- AREXOS 0 5 . PASE DE OBSERVAyAO Ob ANSXO 1 Q}

• PASE DE PART IC IPA£AO /? ANEXO 2 /^

(3)

I - INTR0D17CAQ

Este r e l & t d r i o v i s a f o c a l i z a r todas as e x p e r i e n c i a s v i v e n c i a d a s no p e r i o d o de Pr<£-estagio de Supervi3ao E s c o l a r r e a l i s a d o na Escola de 1C grau F i l g u e i r a s Lima na cidade de LAVRAS DA HANGABEIRA Ceara.

Por determina-jao da d i s c i p l i n a P r m c i p i o s e Me"todos de Supervisao E s c o l a r I I I , foram e x i g i d a s t a r e f a s a serem • desenvolvidas na Escola de i c grau, para que tenhamos uma • v i s a o mais abrangente da r e a l i d a d e da e s c o l a que t r a b a l h a

-mos sob v & r i o s aspectos. Atrave's de t r a b a l h o s , t a i s como: • e n t r e v i s t a s , q u e s t i o n d r i o s a p l i c a d o s , reunioes e v i s i t a a • comunidade e t c *

Com o p r o p d s i t o de a p l i c a r meus conhecimentos ad- • q u i r i d o s , d e s e n v o l v i as a t i v i d a d e s j u n t o aos p r o f e s s o r e s • tentando c o n s c i e n t i z a - l o s no s e n t i d o de melhorar o n f v e l * de aprendizagem da c l i e n t e l a e d u c a c i o n a l .

(4)

I I - DBSEKVOLYIKENTO

As a t i v i d a d e s r e a l i z a d a s na fase de observagao du-r a n t e o Pdu-re-Estagio na Escola de 12 gdu-rau P i l g u e i du-r a s l i m a ,1

t i v e r a m seu in£cio com urn c o n t a t o i n f o r m a l com a d i r e c a o , • corpo docente e a u x i l i a r e s de s e r v i c e s que forma essa Es-c o l a , sobre a organizaEs-cao e funEs-cionamento da mesma. Neste aspecto foram c o l h i d o s dados sobre a E s t r u t u r a P i s i c a e • Puncional, aspectos sd*cio-economicos e p r i n c i p a l m e n t e a ( s i t u a c a o Ensino-Aprendizagem.

De acordo com as e n t r e v i s t a s r e a l i z a d a s na comuni dade com os p a i s dos alunos, deu p r a perceber o d i s t a n - • clamento que e x i s t e e n t r e Comunidade x Escola.

(Vide anexo I ) .

Quanto a fase de p a r t i c i p a c a o , pode-se c o n s i d e r a r um t r a b a l h o mais aprofundado, p o i s houve maiores o p o r t u - ' nidades de v e r i f i c a r m o s d i v e r s o 3 problema3 que afetam • e s t a Escola como: i n s a t i s f a c a o no ensino-aprendizagem, • f a l t a de i n t e r e s s e da p a r t e dos p r o f e s s o r e s e alunos, ma remuneragao dos p r o f e s s o r e s e t c . Diante dessa problema- • t i c a , t e n t e i i n c e n t i v a r os p r o f e s s o r e s da r e f e r i d a Es- • c o l a , a f i m de que nao 6 necessario apenas ensinar a l e r e e s c r e v e r aos seus alunos, acima de tudo temos que edu-c a r e p r e p a r a r os alunos para a v i d a , d e s p e r t a r o senso 1

c r f t i c o com a f i n a l i d a d e de se t e r uma educacao mais ous-t a e c o n s c i e n ous-t e .

(Vide anexo 2 ) .

Ao meu v e r , a educacao e s t d muito a d e s e j a r , po- 1

I s a t e o r i a e s t d muito d i s t a n t e da p r d t i c a . Como sabemos « nao se pode separar uma da o u t r a , por i s s o o ensino con- 9

t i n u a defasado e d a f s a i os p r o f i s s i o n a i s mal q u a l i f i c a - ' dos, assumindo uma funcao que muitas vezes nao e s t d de •

(5)

acordo com a sua e s p e c i a l i d a d e *

Vale r e s s a l t a r que a t rave's de contatos mantidos com p r o f e s s o r e s , a d m i n i s t r a d o r e s e demais membros da r e -f e r i d a e s c o l a , perceb-f que a -forma como e s t a sendo desenv o l desenv i d o o ensino, nao s a t i s f a z as necessidades da c l i e n -t e l a e d u c a c i o n a l , sendo es-te urn dos p r i n c i p a l s mo-tivos a a f e t a r o ensino-aprendizagem.

Cabe entao a nds educadores, r e s p o n s a b i l i d a d e e, acima de tudo, compromisso com a missao que nos e c o n f i a d a ass'mindo uma posicao de mudanca p o r uma educaQao j u s t a e c o n s c i e n t e .

(6)

I l l - C0NC1USA0

Com base nos t r a b a l h o s r e a l i s a d o s durante a fase do p r d e s t a g i o Supervisionado na Escola de I f i grau F i l -g u e i r a s Lima, pude c o n c l u i r que o mesmo f o i bastante v d -f

l i d o e p r o v e i t o s o , uma vez que as e x p e r i e n c i a s a d q u i r i d a s i r a o s e r v i r de s u b s i d i e s para o desenvolvimento das a t i - * vidades na p r a t i c a como educador. Pels a medida que va- • mos a d q u i r i n d o essas e x p e r i e n c i a s , estamos l i d a n d o com os problemas eaucacionais e sentindo que estes nao correspon dem a r e a l i d a d e do educando.

A e x p e r i e n c i a me p r o p o r c i o n o u §xito, uma vez que' t i v e oportunidade de l i d a r mais de p e r t o com os p r o b l e -mas educacionais, p o s s i b i l i t a n d o assim, um contato mais • d i r e t o com os p r o f e s s o r e s e a d m i n i s t r a d o r e s • No entanto s e n t i v a r i a s d i f i c u l d a d e s por f a l t a de preparacao no t o - ' cante a organizacao do r e l a t 6 r i o . 0 espago de tempo f o i • muito c u r t o para ser r e a l i z a d a as a t i v i d a d e s .

Para melhor desenvolvimento desse t r a b a l h o , e u • d i r i a que nao houvesse acilmulo de o u t r a s t a r e f a s , aldm • das a t i v i d a d e s r e l a c i o n a d a s ao Pre-Sstagio, e que hou- • vesse mais acompanhamento do P r o f e s s o r O r i e n t a d o r .

(7)
(8)

UKIvERSISADS FEDERAL DA PARAtBA CENTRO DE FORMAyAO DE PROFESSORES DEPARTAMBNTO DE EDUCAyAQ E LETRAS CAMPUS V - CAJAZEURAS PB.

CURSO;LICENCIATURA PLENA EM PEPAGOGIA BABILITAyAO: SUPERVISAO ESCOLAR.

ORlBNTADORA DO PRB-BSTAGIO: MARIA SILVANI PINTO

RELATO FASE DE OBSSRVAQAO

(9)

ANEXO 1

Pase de Observacao .

Relate- das e x p e r i e n c i a s desenvolvidas no p e r i o d o do Pre-Estagio, durante a fase de observacao na Escola de p r i m e i r o grau P i l g u e i r a s Lima em Lavras da Manga-b e i r a - Ceard*

(10)

RELAT6RIO

Trabalho r e a l i z a d o na Escola de i s gram F i l g u e i r a s Lima,com & p a r t i c i p a c a o ' d e D i r e t o r a , S u p e r v i s o r a , P r o f e s s o r e s e p a i s de alunos.

I n i c i a l m e n t e t i v e uma conversa i n f o r m a l com a d i r e t o r a e a s u p e r v i s o r a da Escola para o esclarecimento sobre o desenvol-vimento desse t r a b a l h o i n c l u s i v e abordando seus o b j e t i v o s . A d i r e t o r a f o i muito c l a r a e o b j e t i v a no d e c o r r e r da e n t r e v i s -t a r e a l i z a d a .

Quanto a E s t r u t u r a P i s i c a e Funcional da Escola

Escola de 1? Grau P i l g u e i r s Lima s i t u a d a a rua H i l d a Au- • gusto W 429 Lavras da Mangabeira Ce,consta de doze salas de a u l a , q u a t r o banheiros,uma cozinha,funcionando precariamente a d i r e t o r i a , s e c r e t a r i a , b i b l i o t e c a e supervisao.Nao e x i s t e a sa-l a de p r o f e s s o r e s . A Escosa-la f u n c i o n a em t r e s t u r n o s : M a t u t i n o , Vespertino e Noturno.O t o t a l g e r a l de alunos e de: 976 assim d i s t r i b u i d o s : Series i n i c i a i s - 472 Series t e r m i n a l s - 433 Ed. I n t e g r a d a - 71 T o t a l de turvnas e de alunos n o r s e r i e : > 1 _, .... 1 .== 5a ?? r TURKAS F l 01 i— Id 5 Ok

US

to 129 .03 1X5 03_. i l l |p_3_ U l M ?0 11

Nome da D i r e t o r a : Maria J u l i Banhos.

Nome da Supervisora: Maria S i z e n i t a Venancio Ooncalves. Q u a l i f i c a c a o dos p r o f e s s o r e s .

01 p r o f e s s o r com l i c e n c i a t u r a plena,0? com l i c e n c i a t u r a • c u r t a em pedagogia,25 p r o f e s s o r e s com o curso pedagogico e estudos a d i c i o n a i s , 0 6 apenas com 0 3- pedagogico.

Quanto ao pessoal de anoio :

A u x i l i a r de ServiQos- 06 D e n t i s t a 01 A u x i l i a r A d m i n i s t r a t i v o - 04 V i c e - D i r e t o r a s - 02 A u x i l i a r de B i b l i o t e c a - 01 Merendeiras 03 Zeladores - 05 Servente- 02 V i g i a - 04 B i b l i o t e c a r i a - 01 A u x i l i a r de S e v r e t a r i a - 04 S e c r e t a r i a - 01 E x i s t e a merenda Escolar,atendendo a d o i s t u m o s , s u a d i s ^ t r i b u i c a o e na c a n t i n a , a l ^ i m a s vezes esta chega a f a l t a r .

(11)

E x i s t e service- de Supervisao apenas na 1* fase,quanto a sua execu-cao: t r e s d i a s p e l a manna e d o i s a t a r d e , a Supervisora p l a n e j a • com as p r o f e s s o r a s . A b i b l i o t e c a f u n c i o n a em l o c a l inadequado p o r f a l t a de s a l a s , mas mesmd assim conta com a p a r t i c i p a c a o minima • dos alunos.

Gabinete Odontologico- funcionando somente numa p a r t e da * t a r d e , atendendo apenas cases de u r g e n c i a . Quanto ao Organograma, j a e x i s t i u , mas atualmente nao e x i s t e , a e x i s t e n c i a deste f o i ape-nas para apresentacao na 2Tec r e t a r i a de Educacao.

I d e n t i f i c a c a o da Escola: Escola de i s Grau F i l g u e i r a s Lima. Limitando-se ao l e s t e - Rua 7 de a b r i l

a oeste - S i t i o Varzea da Benta a n o r t e - Rua Bernardo P e r e i r a ao s u l - S i t i o Varzea da Benta

E x i s t e um l i d e r c o m u n i t a r i o em nossa cidade e o P r e f e i t o • o Sr. Francisco A r i s t i d e s F e r r e i r a , trabalhando em b e n e f i c i o do po vo, ajudando-os quando p o s s i v e l . Sobre as condicoes de moradia: • e x i s t e uma p a r t e f a v o r a v e l com s e r v i c o de energia e l e t r i c a e h i d r o s a n i t a r i a e o u t r a p a r t e em pessimas condicoes de moradia, onde nao e x i s t e nenhum s e r v i c o de e n e r g i a e l e t r i c a e h i d r o s a n i t a r i a , d i f i - * c u l t a n d o assim as condicoes de v i d a .

Na comunidade existem d o i s h o s p i t a i s funcionando normalmente com condicao de sevicos de p a r t o , enternamentos e pequenas c i r u r g i as. E x i s t e um posto de saude que f u n c i o n a 8 horas p o r d i a , com ajtL cacoes de v a c i n a s , i n j e c o e s , c u r a t i v o s e t c .

Quanto a a s s i s t e n c i a educacional: existem 3 Escolas da rede E s t a d u a l , 1 P a r t i c u l a r e v a r i a s escolas do m u n i c i p i o , as mesmas • nao atendem a toda oopulacao e s c o l a r i z a v e l . Na p a r t e a r t i s t i c a • e x i s t e um e s c u l t o r , o mestre Chico, o mesmo f a z t r a b a l h o s em raadei r a e vende na comunidade . Ha um gruoo de jovens que f a z t e a t r o , n o o e r i o d o da semana santa, apresentam para a comunidade a incenaqao• da Via Sacra. Existem as l o u c e i r a s com seu.s t r a b a l h o s f e i t o s em • b a r r o , t r a b a l h o s rudes, que vendem na comunidade.

Aspectos Socio-Economicos

A s i t u a c a o economica dos p a i s dos alunos e a s e g u i n t e : Alguns co-m e r c i a n t e s , p e c u a r i s t a s , a g r i c u l t o r e s , a s s a l a r i a d o s , deseco-mpregados, nao a s s a l a r i a d o s . A c o n s t i t u i c a o das f a m i l i a s a t i n g e uma media • de 7,8 aproximadamente. Existem p a i s que p a r t i c i p a m de associa- 1

qoes como: Rotary, Lions', C u r s i l i s t a s e o u t r o s nao p a r t i c i p a m de nunhuma associacao.

Quanto a produeao a g r i c o l a se produz: f e i j a o , a r r o z , m i l h o , banana, manga, algodao e t c . Nao sendo o s u f i c i e n t e para o consumo necessitando da importacao desses e o u t r o s produtos.

SITUACtO ENSINO-APRENDIZAGM

0 c u r r i c u l o da Escola s a t i s f a z , em p a r t e as necessidades do povo. Na Escola sempre se l u t a para adequar o c u r r i c u l o as necessida-' des da c l i e n t e l a , mas nao depende so de nos, p o i s o sistema^e *

(12)

ea d i f i c i l haver mudancas porque nao depende so da Escola, A Escola tem^se preocuoado com a reformulacao do c u r r i c u l o , p o r s i n a l j a encaminhou uma nova, formula de c u r r i c u -l o , mas a Secretaria. de Educacao a-lega sempre que esta sera condicao por f a l t a de m a t e r i a l e o u t r o s fatores.Esperamos • que com o d i a D. o governo atenda as nossas s o l i c i t a c o e s • p r i n c i p a l m e n t e no Que d _ i7 r e s n e i t o a reformulacao dos c u r r i s

c u l o s .

Os planejamentos de ensino sao de acordo com a r e a l i -da.de e as necessidades da c l i e n t e l a , sempre se plane j a ven-do as p o s s i b i l i d a d e s ven-do povo. A s u n e r v i s o r a S i z e n i t a me 1

f a l o u que houve va.ria.s mudancas no sistema de a v a l i a o a o , * n o i s ^ o s p r o f e s s o r e s avaliain seus alunos constantemente, na i s s e r i e os alunos so tem c o n c e i t o no 4° bimestre,depois de f e i t o o remanejamento para, melhor aprendizagem dos alunos. 0 planejamento e f e i t o com os p r o f e s s o r e s da i e f a s e , con- •

siderando a r e a l i d a d e da c l i e n t e l a .

A Escola. tem se preocupado com as causae da evasao • e s c o l a r , a mesma vem tentando d e s c o b r i r as causas e se che-gou a conclusao de que os maiores problemas que causam a • evasao e reprovagao sao as pessimas condicoes de v i d a em 1

que v i v e a m a i o r i a das f a m i l i e s b r a s i l e i r a s , o analfabetis*-mo dos p a i s , que por essa. causa deixam de a j u d a r seus f i - 1

l h o s , mudanoa de d o m i c i l i o , d e s i n t e r e s s e , casamento, morte * na f a m i l i a , d i s t a n c i a e quase nada tem sido f e i t o para d i m i -n u i r essa evasao.

Sn se t r a t a n d o do envolvimento e aceitacao dos a l u - • nos e comunidade em relacao ao t r a b a l h o desenvolvido p e l a

Escola, d e i x a muito a d e s e j a r , p o i s o t r a b a l h o nao atende as necessidades da c l i e n t e l a , nera prepare, o i n d i v i d u o para a v i d a conforme d i a a l e i .

Percebemos que nao ha bom relacionamento e n t r e Esco-la. e Comunidade, p o i s as mesmas funcionam i s o l a d a s . A comu-nidade nao p r o c u r a se i n t e g r a r com a Escola. Sentimos q-ue a comunidade p r e c i s a e deve p a r t i c i p a r com mais i n t e n s i d a -de no relacionamento e s c o l a r , p o i s a Escola e uma c e l u l a f

da comunidade.

Nao e x i s t e por p a r t e da comunidade em g e r a l uma l u t a p o r uma educacao l i b e r t a d o r a e c o n s c i e n t i z a d o r a p o i s a co-munidade e s t a muito d i s t a n t e das Escolas. A mesma

encontra-se acomodada, nao despertou ainda para as reformas que de-* vera ser f e i t a s na educacao.

A comunidade espera da Escola

--Que o menino nao teve em casa tenha na Escola -Mais organizacao nas Escolas

-Uma boa educacao -Um bom f u t u r o

-Uma boa. formacao para os f i l h o s

(13)

-Que meu f i l h o aprenda a l e r e escrever -Que a Escola prepare para a v i d a

-Quero que meu f i l h o se eduque, p a r a a r r a n j a r um bom em- 1

o r ego.

-Esoero que a Escola em conjunto com a comunidade preoa-reo os jovens para um f u t u r o promissor, que e l a desperte na juventude a i m p o r t a n c i a e o v a l o r do homem e s c l a r e c i d o -A Escola nao f u n c i o n a na preparacao c o r r e t a dos educan- • dos. 31a p r e c i s a t o r n a r p r o f i s s i o n a l i z a n t e s seus cursos • dando t e o r i a e p r a t i c a de modo a f a c i l i t a r o i n g r e s s o dos

jovens no mercado de t r a b a l h o .

-A comunidade o o d e r i a c o l a b o r a r com as Escolas, colocando a d i s p o s i c a o das mesmas t e c n i c o s e s p e c i a l i z a d o s y p a r a que • os educandos pudessem t e r acesso a f i m de p o r em p r a t i c a • a t e o r i a a d q u i r i d a na Escola, vejamos um exemplo; Um a l u no que terminasse c o n t a b i l i d a d e e s t a g i a r i a em um e s c r i t o -r i o de c o n t a b i l i d a d e . Um aluno Que te-rminasse o Tecnico 1

A g r i c o l a e s t a g i a r i a em Cooperativas, Bnater e t c .

A comunidade sugere que sejam f e i t a s as seguin-tes mudanqas na Escola :

Que houvesse mais i n t e r e s s e dos p r o f e s s o r e s e mais i n t e -gracao e envolvimento dos p a i s no acompanhamento dos f i - • I h o s .

-Que criassem cursos p r o f i s s i o n a l i z a n t e s de acordo com as e x i g e n c i a s do mundo a t u a l .

- S n t r a r no campo da informatics., e v i t a r que o homem s e j a • s u b s t i t u i d o p e l a maquina.

(14)

UNIVSRSIDADE FEDERAL DA PARAJ3A CENTRO DE FORMACAO PS PROFESSORES DEPARTAKBNTO DE EDUCAgAO E LETRAS

CAMPUS V; CAJAZEIRAS PB. CURSO-PBDAGOGIA

HA3ILITAQAO EM SUPERVISAQ

DISCIPLINA: PRINClPIOS E SEgTODOS »A SUPERVIS&O I I I .

ORIEKTAPORA DO PRG-£3TAGI0:

MARIA SILVANI PINTO.

PRS-ESTAGIARIA :

(15)

UNIVBRSIBADE FEDERAL DA PARAlBA CENTRO DE FORMAgAO DE PROFESSORES DEPARTAMENT0 DE EDUCAQAO E LETRAS

DISCIPLINA : PRINOIPIOS E MgTOPOS DA SUPERVISAQ I I I PROFESSORA; MARIA SILVANI PINTO

CURSO : PSDAGOGIA

HABILITAgAO : SUPERVISAQ

ALPHA: VERONICA LSITE PS ARAtfJO . CAJAZEIRAS PB.

(16)

Relate- das e x p e r i e n c i a s desenvolvidas no • p e r l o d o do Pre*-Estagio durante a fase de p a r t i c i p a g a o no ensino de 1 ^ grau r e a l i z a d o na Escola de 12 grau •

(17)

ESCOLA x COMUNIDADE

I - SETOR ADMINISTRATIVE .

CONHECIMENTO E ANALISE CONJUNTA DO PLANO ANUAL DA DIREQAQ Ao analiaarmos o piano de acao da d i r e c a o , c o n s t a t a mos que o mesmo esta sendo desenvolvido na Escola, na p r o -porcao que vao surgindo as oportunidades e necessidades. V e r i f i c a m o s que nao e propriamente um piano de acao e sim um r e l a t o das a t i v i d a d e s para o ano de 1986. Constatamos' que as a t i v i d a d e s s e r i a l d e s e n v o l v i d a s com novas i d e i a s * cooperapao e e s f o r c o , e um ano dedicado ao bom f u n c i o n a - • mento do processo Ensino-Aprendizagem. Pudemos v e r i f i c a r que algumas a t i v i d a d e s j a foram desenvolvidas como:

-Encontro com os p r o f e s s o r e s e f u n c i o n a r i o s para explana-ga.o de atividades a serem desenvolvidas.

-Seguindo o Calendario e s c o l a r , a Supervisors juntamente • com os p r o f e s s o r e s trabalham procurando dar o melhor possf v e l de s i para maior rendimento.

V e r i f i c a m o s que o piano nao e s t a bem desenvolvido p o i s o mesmo f a l a da preparesao para o piano anual da Esc o l a e no e n t a n t o , esse piano nao mais exfEscste, a S u p e r v i -s o r a f a l o u que nao e r a n e c e -s -s a r i o , p o i -s todo-s o-s ano-s -se copia. o piano do ano a n t e r i o r . E n t a o resolvemos nao mais • e l a b o r e r o piano anual da Escola.

No r e l a t o d i z ainda que: as reunioes de p a i s e • mestres serao efetuadas sempre que se f i z e r n e c e s s a r i o , •

alem das p r e v i s t a s . Isso nao acontece na Escola, as vezes ha necessidade de haver reuniao e a mesma nao e r e a l i z a d a .

I I - NO SETOR TfeCNlCO-PEDAGOCrlCO

CONHECIMENTO E ANALISE CONJUNTA DO PLANO DE

AQlO

gA SUPERVISlO ESCOLAR.

Ao analibarmos o piano de acao da Supervisao Es-c o l a r , Es-constaitamos que foram p l a n e j a d a s muitas a t i v i d a d e s

(18)

p a r a serem desenvolvidas durante o ano l e t i v o . Algumas a t i -v i d a d e s j a foram desen-vol-vidas normalmente como: reuniao f

com as d i r e t o r a s e s u p e r v i s o r a s da sede para o r i e n t a g a o do piano de t r a b a l h o e t c . Constatamos que muitas a t i v i d a d e s • deverao ser r e a l i z a d a s . V e r i f i c a m o s que as a t i v i d a d e s estao sendo r e a l i z a d a s considerando as necessidades e r e a l i d a d e s dos alunos.

ANALISE DOS PLANOS DE ENSINO

Constatamos que na Escola nao ha o piano de ensino * p o r s e r i e s , a Supervisora f a l o u que, antes f a z i a o piano • a n u a l p o r s e r i e , mas sempre copiando dos anos a n t e r i o r e s , • entao a mesma s e n t i u que nao h a v i a muito rendimento p o r i s s o r e s o l v e u e l i m i n a - l o , passando a f a z e r somente o piano mensal 0 mesmo e apenas um r o t e i r o de cada a u l a . Nao e propriamente um piano de a u l a . Os p r o f e s s o r e s desenvolvem o r o t e i r o de •

cada a u l a . Este conta com a p a r t i c i p a c a o da Supervisora e • dos p r o f e s s o r e s das s e r i e s i n i c i a i s .

VISITAS AS SALAS DE AULAS ( Ver o r o t e i r o em anexo)

A aula que o b s e r v e i teve a duracao de cinquenta m i -n u t o s , a p r o f e s s o r a r e l a c i o -n o u - s e bem com a turma, a mesma estava segura. do conteudo t r a b a l h a d o , os alunos p a r t i c i p a - • vam fazendo perg^ntas sobre o r e f e r i d o assunto. Mas quando •

p e d i o piano da a u l a a p r o f e s s o r a , mostrou-me apenas um • r o t e i r o da a u l a , apresentando o piano p o s t e r i o r m e n t e .

APLICAClO DE QUESTIONARIOS AOS ALUNOS 1 - Como se sente em s a l e de aula?

© que a p r o f e s s o r a ensina, l h e e i n t e r e s s a n t e , ou s e j a • e a q u i l o que voce g o s t a r i a de aprender ?

(19)

u n j-v!Mv^.nu\i>!.', PiLUStiAL DA PARAli>/v PK6-..REIT0REA PARA ASSUNTGS UO INTERIOR

" CENTRC DE' FORMAgiO DE PROFESSORES FICHA DE -CBSZRVACZO PARA 0 ESTAGlARIO • DEPARTAMENTO DE

E s c o l a t ^J^UM/W4^ f/'^la^)

Nome do Alimo mestre - ^/ufrliJO. JflCfjj fjx J^jjc , Curso Semestre

-Home do P r o f e s s o r d a C l a s s e - 7/\q JU.fi- Tfamu'fL U/Lft/jL^n GonAfrJ.\//y\ D i s c i p l i n a - ft/rtmJtiCAffa X fcxp^sSLflAD^ \

Cur so S e r i e - f^. Turma z__J$ Turno -\/tMwn\ O b j e t i v o s da a u l a -fij^AmfaJLA ll M ftAmtSl j[./jdty ft rtf/A (fjL

Assunto da a u l a -(JTUZ^A/LL y j ^ j ^ & ^ % ^ 7 & e r 7 A^IAAZ2>TJ&^ £ M£UL&<>

z^2£_/-. os i ;

Gomentar resumidamente o s s e g u i n t e s t o p i c o s observados na a u l a :

a ) S i t u a c a o f i s i c a da s a l a de a u l a .

b ) Relacionamfehto p r o f e s s o r — aluno

c ) Planejamento d a a u l a .

(20)

a p r o f e s s o r a se preocupa muito em dar eonteudos,obedecendo ao programs pre e s t a b e l e c i d o , esquecendo de f a l a r de as- • suntos da a t u a l i d a d e de nosso i n t e r e s s e , por exemplo: ha- • v e r melhor esclarecimento sobre a C o n s t i t u i n t e , e a mudart-ca do c r u z e i r o para cruzado e t c .

2- Voce acha i m p o r t a n t e aprender? Porque ?

I

Sim. A c r e d i t o que e a t r a v e s do estudo que teremos um f u t u r o melhor, arranjaremos empregos, seremos pessoas c o n s c i e n t e s

e e s c l a r e c i d a s . Devemos ser bons estudantes, cumpridores de nossos deveres, p o i s s e i que o f u t u r o de nosso B r a s i l e s t a nas maos dos jovens.

3- Quais as d i f i c u l d a d e s que sente para, aprender ?

A m a i o r i a dos alunos sente d i f i c u l d a d e s em aprender matemat i c a , p o i s acham a p r o f e s s o r a chamatemata e v e i x a d a , a mesma c o r -r e muito e nao se p-reocupa com a ap-rendizagem da tu-rma.Di- turma.Dif i c u l t a n d o a aprendizagem dos conteudos. D i turma.Dif i c u l d a d e s e x i s -tem tambem em c i e n c i a s , p o i s na Escola nao ha m a t e r i a l ne-c a s s a r i o para se f a z e r e x p e r i e n ne-c i a s , os alunos aprendem apenas as t e o r i a s .

4 - De que maneira acontece o sistema de avaliagao realizado em sua s a l a de aula ?

Somos a v a l i a d o s constantemente a t r a v e s de expressao o r a l e e s c r i t a , comportamento, a s s e i o , organizacao, l e i t u r a s , reda goes, t e s t e s e s c r i t o s , t r a b a l h o s f e i t o s em grupos e p a r t i -cipacao dos alunos nos r e f e r i d o s t r a b a l h o s .

5- Como voce g o s t a r i a que fosse sua Escola, suas aulas ?

Gostariamos que nossa Escola fosse mais bem o r g a n i z a d a , o f e -recesse c o n f o r t o para todos . Houvesse boa i l u m i n a c a o , quadra, de e s n o r t e s , os banheiros fossem mais asseados, as c a r -t e i r a s fossem novas e e x i s -t i s s e m para -todos,que houvesse • boa merenda e s c o l a r todos os d i a s , que nao exigissem f a r d a ,

(21)

e os p r o f e s s o r e s e d i r e t o r e s deveriam d e i x a r de ser d i t a d o -r e s e ouvissem a gente. Nossas aulas deve-riam se-r mais mo-t i v a d a s , menos c a n s a mo-t i v a s e desenvolvidas com o uso de ma-t e r i a l d i d a ma-t i c o adequado, p o i s a m a i o r i a das aulas sao

de-s e n v o l v i d a de-s com o ude-so apenade-s do g i z , quadro de g i z e l i v r o de-s

APLICACAO DE QUESTIONARIOS AOS PROFESSORES

1 - Para, voce os conteudos m i n i s t r a d o s , em s a l a de a u l a , es-tao de acordo com a r e a l i d a d e e necessidade do aluno ?

Em p a r t e , p o f s o l i v r o d i d a t i c o adotado esta mais v o l t a d o p a r a a r e a l i d a d e do S u l . Raramente os conteudos estao de

acordo com as necessidades e r e a l i d a d e do aluno, e quando i s s o acontece e uma r e a l i d a d e padronizads com o t i p o de a l u no pobre de nossad Escolas.

2- Voce u t i l i z a m a t e r i a l d i d a t i c o em suas a u l a s , como sao usados ? acha necessario ?

Xs vezes. Dependendo da. d i s c i p l i n a usamos m a t e r i a l . Na a u l a

de Estudos S b c i a i s u t i l i z a m o s m a t e r i a l como: mapas, globos. Na aula de Ciencias fazemos e x p e r i e n c i a s , usamos c a r t a z e s , • e s t e t o s c o p i o , l e n t e s e t c . Achamos necessario o uso de mate-r i a l d i d a t i c o , p o i s estes estimulam e i n c e n t i v a m o aluno.

3- Como se encontra o n i v e l de aprendizagem dos alunos ?

A m a i o r i a e de n£vel b a i x o . F a l t a i n t e r e s s e na p a r t e dos p r o f e s s o r e s e alunos. Os alunos nao apresentam muito i n t e

-resse pessoal de aprender o que os p r o f e s s o r e s possam 1

t r a n s m i t i r . Os p r o f e s s o r e s as vezes com problemas pessoais e cansados, nao se interessam muito p e l a aprendizagem da • turma.

4 - Que d i f i c u l d a d e s enfrenta na sala de aula, r e l a t i v o ao • ensino e aprendizagem ? Que sugestoes apresenta para melho-r i a ?

(22)

Numero excedente de alunos nas c l a s s e s , f a l t a de recursos d i d a t i c o s , f a l t a de i n t e r e s s e dos alunos, p o r f a l t a de r e -cursos f i n a n c e i r o s , os alunos nao compram o m a t e r i a l esco-l a r , f a i t a m c a r t e i r a s , f a esco-l t a c r i a t i v i d a d e para desenvoesco-lver nossas a u l a s . Sugestoes ; que nossas Escolas fossem mais

equipadas e que o Estado mandasse m a t e r i a l d i d a t i c o e o f e -recesse mais condicao as Escolas.

5- Quale os metodos de a v a i l acao p o r voce efetuados para. • com seus alunos ?

P a r t i c i p a c a o nas a u l a s , senso de r e s p o n s a b i l i d a d e , e x p r e s -sao o r a l e e s c r i t a , t r a b a l h o s em grupos e i n d i v i d u a l s , • t e s t e s e s c r i t o s e o r a i s , redacoes e t c .

(23)

Pauta para r e a l i z a c a o de uma r e u n i a o .

L o c a l - Escola de i s Grau f i l g u e i r a s Lima

Data- 06/05/86 H o r a r i o : o i t o noras Responsavel p e l a reuniao : Pre- E s t a g i a r i a .

Veronica L e i t e de A r a u j o .

Determinacao dos O b j e t i v o s ;

- E s c l a r e c e r aos p a i s de alunos sua i m p o r t a n c i a em p a r t i c i p a r no desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem dos f i l h o s . 5omunicar aos p a i s o rendimento de seus f i l h o s no 1? Bimestre. P a r t i c i p a n t e s :

P a i s e Professores dos alunos da le S e r i e .

Assuntos a serem d i s c u t j d o s ;

- 0 processo ensino-aprendizagem .

- P a r t i c i p a c a o dos p a i s no processo ensino-aprendizagem. - Rendimento dos Alunos

M e t o d o l o g i a U t i l i z a d a : Discussoes e Debates.

Conclusoes e ou Sugestoes ;

Depois de debatermos os r e f e r i d o s assuntos, os p a i s chegaram a conclusao que eles sao tambem os grandes responsaveis p e l a formacao e educacao de seus f i l h o s e que i r a o p a r t i c i p a r mais ativamente para: haver melhor rendimento e aprendizagem.

(24)

I l l - NA COMUNIDADE

Reuniao de Pais e Mestres e Pessoas da Comunidade.

Na reuimiao r e a l i z a d a foram c o l e t a d a s as s e g u i n t e s suges- • t o e s para f a v o r e c e r o bom relacionamento e n t r e Escola x Co-milnidade.

- A Escola d e v e r i a sempre que necessario manter c o n t a t o com a f a m i l i a do aluno, d i a l o g a r e se necessario r e s o l v e r algum problema s u r g i d o e n t r e os mesmos.

- A comunidade d e v e r i a sempre i r a. Escola para a j u d a r a. • s o l u c i o n a r um problema de ordem f i n a n c e i r a , que a Escola » nao t i v e s s e condicao de r e s o l v e r sozinha.

-Reuniao de p a i s e mestres deveriam haver ao menos uma vez no mes.

(25)
(26)

I - IBSNTIFICAglO

P U J O B B A £ | 0

PLANO PS AgAO PARA 0 ESTAG10 SUPERVISIONADO DE SU-PERVISAQ ESPOLAR .

PERIODO DE EXECUQlO - PERIODO DE AGOSTO A NOVEMBRO ESCOLA DE IS GRAU FILGUEIRAS LIMA.

RUA HILDA AUGUSTO gg 429

LAVRAS DA MANGABSIRA - GEARA

RESPONSABILIDADS;

VERONICA LSITE DE ARAftJO

(27)

I I - JUSTIFICATIVE

Por e x i g e n c i a da d i s c i p l i n a P r i n c i p i o s e Meto-dos de Supervisao E s c o l a r , do curso de Pedagogia, passo a e l a b o r a r este piano de agio que devera ser desenvol-' v i d o no p e r i o d o do E s t a g i o Supervisionado de S u p e r v i - •

sao E s c o l a r , na Escola de i s grau F i l g u e i r a s Lima em • Lavras da Kangabeira- Ceara .

Conte"m o mesmo a t i v i d a d e s a serem desenvolvidas j u n t o aos p r o f e s s o r e s , a f i m de sanar as d e f i c i e n c i a s • em l e i t u r a e t a r e f a s para s u p r i r as d i f i c u l d a d e s em f a t o s fundamentals, apresentadas p e l o s alunos da r e f e r i -da Escola.

(28)

I l l - 0BJETIV05 SERAIS E ESPECfPICOS OBJETIVOS GERAIS

-D i s c u t i r problemas encontredos na Escola,com o • o b j e t i v o de melhorar a situacao Ensino-Aprendizagem.

Tentar c o n s c i e n t i z a r os p r o f e s s o r e s numa p o s s i v e l mudanca na metodologia a p l i c a d a na s a l a de a u l a .

OBJETIVOS ESPECfFICOS ?

O r i e n t a r e acompanhar o desenvolvimento. dos p r o -f e s s o r e s de p r i m e i r a a q u a r t s s e r i e .

-Experimentar um sisterna dd recuperacao que per- •

e s c o l a r e s .

-Desenvolver a. h a b i l i d a d e de l e r e compreender o que l e .

m i t a ao aluno mais l e n t o , manter-se i n t e g r a d o as t a r e f a s

(29)

I V - CRONOCrRAMA D E A T I V I D A D E S

ATIVIDADES BASICAS | | OPERACIONALIZAQlO j | CRONOORAMA

Treinamenfcos sobre os jj metodss de l e i t u r a . J Debatendo com os ? j professores sobre i I os v a r i o s metodos \ 1 d e l e i t u r a u t i l i - * | zando a p o s t i l a s . 1

tAgosto Set. Out. Novem. Treinamenfcos sobre os jj metodss de l e i t u r a . J Debatendo com os ? j professores sobre i I os v a r i o s metodos \ 1 d e l e i t u r a u t i l i - * | zando a p o s t i l a s . 1

I

r l a 3? 4*H Treinamenfcos sobre os jj metodss de l e i t u r a . J Debatendo com os ? j professores sobre i I os v a r i o s metodos \ 1 d e l e i t u r a u t i l i - * | zando a p o s t i l a s . 1 X I n c e n t i v o aos p r f e s - ? s o r e s na o r g . de co- I memoracp'es c i v i c o - s o - I c i a i s. S I Dialogando com os j j p r o f e s s o r e s , u t i l i - j j zando calendario j 5 E s c o l a r , \ Reuniao com a comuni- \

dade Escolar pre. es- | c l a r e c i m e n t o sobre o I processo ensino-apren-4 dizagem. I Reunindo os pais | S e p r o f e s s o r e s u t i - | j l i z a n d o t e x t o s .

Debater com os profes-i sores sobre os f a t o s fundamentals. j 1 Reunindo os p r o - , | fessores,debetendd ; a p o s t i l a s sobre os s f a t o s fundamental^

X V

Orientagao sobre o i s i sterna de recuperacad dos alunos com apren-dizagem l e n t a \ Debatendo com os j I professores a no-j ^ v a s i s t e m a t i c a de J recuperacao com o 5 uso de a p o s t i l a s , 5 l i v r o s e t c . X )

31

(30)

V- AVALIACao

Nossos t r a b a l h o s serao a v a l i a d o s a t r a v e s d e i e n t r e -v i s t a s , aplicagao de q u e s t i o n a r i o s e f i c h a s , com a p a r t i - 1

cipagao dos p r o f e s s o r e s , D i r e t o r e s e alunos, tendo-se o • cuidado de r e s s a l t a r pontos p o s i t i v o s e n e g a t i v o s , e x i s t e n -t e s visando assim uma melhor a-tuagao e desenvolvimen-to do processo ensino-aprendizagem da r e f e r i d a Escola.

Referências

Documentos relacionados

De forma brilhante Diniz (2009) conclui que, a deficiência é uma desvantagem social, restringindo a participação do corpo com impedimentos, mas não é só a barreira física que

Como esta pesquisa tem por finalidade avaliar as percepções de justiça que os clientes têm sobre o uso de preços variáveis para o yield management em hotéis e em

Modelo de Córtex Artificial Baseado em Multirredes Neurais Cooperativas para Aplicação em Decisões Complexas: Aplicação em Sistema Tutor Inteligente Baseado em

[r]

MANUSCRITO 2 TABLE 1 – Concentration of clomazone herbicide in water samples………….……..71 TABLE 2 – TBARS levels in liver, muscle and brain of silver catfish exposed to

E há um outro vocábulo que ganha dimensão quase divina em sua obra: carmen (que também significa “a poesia inspirada”), lembrando que o próprio Horácio chamou suas

Artigo 35. Os museus caracterizar-se-ão pela acessibilidade universal dos diferentes públicos, na forma da legislação vigente;.. Os museus facilitarão o acesso à imagem e

Extended Product Responsibility Economia Solidária Econômico Social Gestão da Sustentabilidade na Cadeia de Suprimentos Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Instituto