O H N T H O DB FOHMAtfLQ 32 PH0FBSS0B2S CAMPUS V - CAJAZSIRAS - PE
J C T J & T A C T T O E E E D C C A S A O CUHSO: P2DAGC-3-IA
GrlHEBNY SOABES
A V A C SUPERVISOHA NOMA SSGOLA PtBIICA: OT ESTUDO SXFLORA T6EIO
R E L A T O S I O D O S S I J I G K ) S O P B R V I S I O K A D O
A VTDA fi VIZ CAMINEO ABSRTO, NlO PAHA A O C 1 0
SID ALE; N3I PARA 0 D3SCANS0, HAS PAHA 0 MO-TOOTTO DA CAM2HHADA HCMO AO K3STIN0 FINAL*
A 2 - ^ - Cue fez da minha fe a fortaleza, da minha esperan ga o far o l | dan do-me forcas para enfrentar todos os obstacules, sein* temor e sem desalento.
Que este mestre dos mestres me ilumine a cada m s -nhecer para que o horizonte tcrne-se mais bonito diante da minha fe-licidade.
AOS I^SUS PAIS «• Sxemplo de amor e carinho, ternura e d e d i -c a t e .
A voces meus pais que muito me ensinaram da vida, do amor e do carinho. Que cada minute e cada segundo da minha existencia se^a' de orgulho e felicidade para voces, pois sou o ser que nasceu do vos_ so amor, e vessa sera todas as minhas realizagoes e conqaistas.
A QHI^!TAI;CHA DO CtTRSO - A voce Marilene Santas que nao me-diu esfor^os para nos crientar, para ajudar-nos nesta tarefa tao sig nif icativa.
Voce nos deu a certeza que alcangaremos o nosso ideal* A voce meus eternos agradecimentos.
AS XHsKAS GOLBGAS - A voces que desccbriram o verdadeiro va ior da amisade, pois souberam da compreensac, amor e carinho n a hora cert a.
Que a nossa amizade se fortaleza a cada minuto, pois amigos sac acueles que diante de tcdos os mementos nao deixa s fragilidade* tomar conta do nosso ser.
fejiSI
P A G I N A SI . E^THCDUglC CI
I I . J T J S T I P I C A T I V A 03 I I I . G B J E T I V O S 0 7
I V . :!3TCD0I0GIA 08 V. PBIIvOtllO PARA A A£AC 1 10
V I . CONCXOjSXO 13 VII. REFERfiNClAS BIBLIOGRJLFICAS 14
I. INTROOTSXO
0 tema desse estudo e Agao Supervisora na 101 Regiao de En-sino da Paraiba. Esta Rsgiao se situa respectivamente, na cidade de 1
3cusa - Paraiba. Analizamos aqui a pratica edueativa dessa atividade* prcfissional no contexto socio-politico e economico da sociedade
bra-sileira/paraibana.
Nosso interesse pela fungao supervisora nas referida regiao de ensino originou-se de estudos e discursoes realizadas em sala de 1
aula. Isto diepertou em nos o desejo de buscar informagoes mais subs-tanciosas sobre a pratica da Supervisao e soore as dificuldades que ' en con tram as supervisoras no desenvolvimanto de seu traballic, pois sa bemos que esta pratica se da num sistema educacional que apresenta va rias dificuldades.
A Educagao, durante os ultimo s ar.os, nao tern merecido a a ten gao necessaria das autcridades competentes de modo a favorecer uma 1
pratica educativa de qualidade. Alem disso, existe todo urn cuidado 1
por parte do proprio Sstado para que- a Educagao nao seja utilizada co mo instrument© que permita o desvalare das reiagoes que se dso no i n
-terior da sociedade brasileira, numa tentativa de inibir as pcssibiii dales de transformacao desta sociedade.
Keste sentido, a Supervisao Educacional, na forma como tra-dicional vem sendo exercida, tern se constituldo num forte aliado dos1
govern os Federal e Estadual, para o cumprimento de seus propcsitos pp_ liticos-educacionais, o que justifica inclusive a sua introdugao no 1
seio das escolas piiblicas.
Por em, no memento atual de trans formagao pop que passa a s£ ciedade e a educacao brasileira, a comunidade escolar, em geral, e a Supervisao Educacional em particular, procura, no movimento de sua a-gao e reflexao, rever sua pratica pedagogica deslocando c eixc de sua agao individual para o coietivo, o social e o global, ao tratar da ' questao do ensino-aprendizagem de modo que possa contribuir, efetiva-mente, para urn trabalho educativo transformador.
Desse modo, eu aluna do VII Periodc do Curso de Pedagogia 1
do Centre! de Formagao de Professores do Campus V da Universidade Fede_ ral da Paraiba, tentando responder as exigencias impostas pelo proces, so de mudangas no campo educacional, pretendo com este estagio super-visionado em Supervisao tuscelar, investigar de que modo se realiza af
En-02 articulas na 10« Begiao de Ensino e como e percebida pelo corpo do-cente, discente e te^nico-administrativc.
3ntendemos que, refletir scbre a questao acima proposta ' torna-ee relevante na medida em que buseamos compreensao da pratica educativa dessas profiseionais, sua concepgao de esccla publica en-quanto instancia da sociedade, como espago significative n a lata 1
por urn escola publica gratuita e de qualidade, ao tempo em que, te-remos experiencia educativa de netureza tecrica£pfatica enquanto es
II. JUSTIFICATIVA
Para compreender a origem da supervisao no campo educacional brasileiro, e necessario compreende-la» analisando o context© aistori co nacional e internacional da epoca em que ela foi inserida como ati vidade professional. Segundo NOGtTEIRA (1969) "a origem da supervisao' educacional na realidade brasileira, tern a ver com o seu contexto his tcrico, suas vinculagoes com o contexto internacional e ao encaminha-mento dado as questoes nacionais no cenario mundial". (p.335
Kaquela epoca, inicio dos anos 4 0 , o mundo se dividia em do-is blocos: Ocidental, liderado pelos americanos e o Oriental formado1
pela U R S S . Kesse contexto internacional ocorre a chamada guerra fria1
entre estas duas potencias do mundo, uma vez que o sucesso e a expan-sao do socialismo representa perigo para o bloco capitalista. Frente* ao crescimento do Comunismo, os americanos trataram de investir nos 1
paises capitalistas, oferecendo-lhes assister.cia tecnica com a final! dade de "aiuda-los". Em verdade, a inteneao era mesmo manter esses pa ises sob seu dominie- e longe da ideolcgia comunista. Para tanto, fir-mar am acordcs com a maioria dos paises da America latina, entre eles' o Brasil.
0 governo brasileiro representado por Getulio Vargas - 1950' 1954, mantendo-se no poder, apoiado em bases populistas, defende o ae^ senvolvimento nacionalista numa tentativa d e , certa forma, impedir a entrada de capitais internacionais. Tal politica gera grandes confli-tos e tensces entre as classes dominantes: de urn lade, a defesa do de senvolvimento internacionalizado e do outro, do desenvolvimento inde-pendente. Isto ccntribui para o desgaste da polltica de Vargas, p o i s ' nao ccnta ccm o apoio nam da classe deminante e nem da classe opera-' ria, o que provoca a sua deposigao e, posteriormente, seu suicidic.
"Sleito presidente, Jusceiino Kubitscheck - 1956, que mesmo ' assumindo uma polltica de massas, seu governo destaca-se pela
implan-tagao definitiva do capital internacional no p a i s . Desse modo, intensifica a entrada de investimentos externos, haja vista ser ele um d e -fensor da internaeionalizagao do desenvolvimento. Per isso, os acordcs firmados entre o Brasil e os Estados Unidos do vigoraram oficionalmen te a partir do seu governo, tenham sido acordados, o primeiro, em 1950 chamado Acordo Geral de Cooperacao Tecnica e o segundo, Acordo Sspec^ al de Servigos Teenicos, data de
1953-04
lio bo jo destes acordos na area educacional, foi criaso o 1
prograraa de Assistencia Brasileira Americana ao Ensino SI era en tar PABAEBf instalado na cidade de Belo Horizon te-MG, em 1957 e, com ele
a Supervisao no campo educacional brasileiro.
0 PABASE tinha tres obietivos basicos que o fundamentava.' 0 primeiro deles merece destaque porque e essencial para a compren-sao do surgimento da supervicompren-sao, ja que trata basicamente de sua 1
formagao e do seu pap el no contexto politico e educacional brasil ei^ r o , assim formulado: repasse "aos educadores brasileiros dos metodos
e tecnicas utilizadas na educagao primaria norte-americana, promoven do a analise, aplicagao e adaptacao dos meemos, a fim de atender as necessidades laomunitarias em relagao a educagao, per meio de estimu lo a iniciativa dos professores". (NdGUSIRA, 1989, pag. 37}- Nele,' vemos a causa e a razao da supervisao, dos centres de formagao, do destaque metodologico, da prioridade aos metodos e tecnicas, da atu agao no ensino primario e da sua tarefa fiscalizadora.
Inicia-se a formagao das supervisoras em Indiana - "Sstados Unidos para onde varias professoras foram se especializar regressan do, posteriormentei*. para Belo Korizcnte a fim de ministrarem curses para novas supervisoras. 3xpande-se assim a pratica da supervisao ' por to do o pais.
Apartir de entic, as escolas passam a ter uma nova figura, a supervisora, cuj'a formagao foi internacional, tendo sido a criti-ca e a politicriti-ca, para atender interesses politicos e seguir os man-damentos do sistema politico instituido, onde a meta era planejar e ccntrolar. Seup papel era fiscalizar, valorizar a metodclogia, o en sino tecnicista, nao dar impcrtancia ao PCJR (JJS e PARA QUS 3?AZ2M • mas apenas ao COMO PAZER.
Assim, a supervisao inseriuse no sistema educacional b r a -sileiro internacionalmente p G r razao prioritariaWente politicas.
2ntretanto, passa-se uma imagem de que la fungao superviso-ra e inovadosuperviso-ra, moderna, introdutosuperviso-ra de novoe metodos e tecnicas de
ensino, noma tentativa de mascarar sua verdadeir|a fungao, ca seja, ' a de ser transmisscra da. ideologia da classe dominants que visa a ' encobrir seu descoprometimento com uma educagao democratica, v o l t a -da para os interesses -da grande maioria -da populagao brasileira. De fate, a supervisao educacional atua numa escola jainda elitista e sjs letiva, que tern acentuado o proceseo de marginalHzagao das classes' pcpulares, do pen to de v i s t a quantitative e qualitative
Acresganos a tudo cue foi dito, o fato de o pensamento con servador ser uma caracteristiea serai dos educadores, era tcdos os 1
naveis, com maiores cu menores excegoes dependendo da sua formagao1
academica e do seu comprcmisso politico, £ evidente, e nao poderia' ser de outro modo, que a supervisao desenvoiva urn trabalho onde a * pensar criticc, a transformacao, o replanejamento, o questicnamento, a busca por interesse comuns nao estao presentes em sua pratica edu cativa.
3mbcra a supervisora tenha tido e, ainda tenha uma formagao acritica, apolitica, ao organizar-se como categoria, nos movimentos sindicais e scciais, nos Sncontros Kacionais de Supervisores Sduca-cional-2I:<!£2S, e na lata do dia-a-dia, comega a ter uma visao critica
da realidade, passando a refletir sobre a fungao de agente reprodu-tor da ideologia dominante que desempenha a fungao de agente de trans, formagao, ou seja, de agente da contra-ideologia que pcdera desempe_ nhar.
Neste sentido, pode alargar sua visao, ter consciencia da* sua verdadeira realidade, da possibilidade de desenvolver dentro da esccla urn trabalho voltado para a transf ormagao da sociedade, de re belar-se e nao limitar-se apenas a receber ordens sem questiona-las. riao apenas obedecer, mas criar, inovar, rependar, nao ver os fatos' como acontecimentoe naturals e corretos; a tomar deeisaes,da crer-c' que as decisoes do 3stado burgues so beneficiam a ele proprio e pre judica alunos e professores.
So assim, conseguira uma educagao voltada para todos, sem' distingoes entre dominantes e dominados.
Para isso, o pensar critico, o espirito de luta, o trabalhar coletivamente, torna-se parte integrante e froga propulsora de sua agao educativa.
Repensar a pratica da supervisao educacional significa en-vidar esforgos, ac lado dcs demais profissionais da educagao, para' conquistar uma escola democratica que assuma, de fato, sua fungao f
politica, como urn espagc de luta, junto a outras instituigces soci-ais, para a superagao das contradigoes existentes, pcrque Ma luta 1
pedagogica nao e, senao, uma forma de luta, ac lado da luta economi ca, social e politica". (CHARHOT, 1983, pag. 3 0 2 ) .
Segundo Llarilene Chaui, o que faltou a formagao dada a su-pervisora educacional foi uma visao politica do contexto historico* no qual se insere a a^ao educativa. 5 necessario que a supervisora*
06 adquira uma conseiencia critica da realidade brasileira, forjada nas lutas e redimeneionando a sua agao educativa inc6rpcrando a esta, 1
sua agao politica.
Por tudo isso, sentimos a necessidade de analizarmos as ba-ses tecrieas da agao Supervisora na escola de is grau da rede estadu al articulada na 1 0 • Regiao de ISnsino da Paraiba de forma que traga-mos seu perfil e descobritraga-mos perspectivas para seu pedagogico.
07
III - G B J B T I V O S .
GrBRAl:
- Oonhecer e refletir sobre a pratica educativa da Agao 1
Supervisora na 1C* Regiao de Ensino da Paraiba e a acei_ tagao que tern a comunidade escolar peio exercicio da su pervisao.
SSPECtFICCS:
I- Aprofundar os conhacimentos sobre Supervisao Educacio-n a l , de modo geral e era particular Educacio-na 101 Regiao de EEducacio-n
sino da Paraiba.
II- Caracterizar a dim ensao educativa da fungao superviso-ra na referida Regiao de Ensino*
Refletir, numja perspectiva critica, a avaliagao e/ou 1
propostas aprpsentadas pela comunidade escolar para a pratica educativa, na Regiao supra-citada*
III-C 8 I V . M E T O D O L O G I A
3ste trabalho engloba as caracteristicas de um estudo ex-ploratorio, dando esclarecimentos e respostas para um problema medi
ante o emprego de procedimentos cientifieos. VERGER (1982) e SiSLTZ 1
(1967J mostram que:
"a pesquisa no seu nevel exploratorio e um traballio que tern como finalidade desenvolver e esclarecer * os fatos, visando a modificar conceitos e ideias ' para a formulaeao de novos problemas e hipoteses ' para estudos posteriores". (pag. 134)
Snvolve ainda este estudo levantamentc bibliografico e do_ cumental, entrevistas nao pagronizadas e estudo de case, dando uma' visao geral e aproximativa dos fatos.
Desse m o d e , analizam.es aqui a concept ao teorica-metodolo-gica subjacente a pratica educativa do supervisor n a referida esec-la, suas relacoes com os elementos do processo ensino-aprendisagem, suas condigoes de trabalho, sua realizagao pessoal e profissional,' sua concepgao de escola publica. Enfim, como se da a realizagao en-tre supervisor e a comunidade escolar, como esta avalia sua atuagao e como gostaria que fosse exercida, de forma que podemos tracer seu
"^il e apontar perspectivas.
Assim, realizamos um trabalho dire to no campo onde se rea liza a agao supervisora, compreendemos a questao prcposta para estu do e elaborates um relatorio contendo o desenvolvimento da experien cia.
"Sste trabalho e concentrado na figure do supervisor, mas envclve tambem outros elementos inseridos no processo ensinoaapren-dizagem, como professor, aluno, corpo tecnico-administrativo, auxi-lisr de servico, etc., que direto ou in dire t amen te podera cpntrubair para a compreensao do fencmeno em estudo, bem como, para a obtengac
de um universe variado e significative
Gonsta neste trabalho o numero definido dos sujeitos d e s -se estudo, cue fcram 17 pesso-s. Ficando assim dividido da ,-seguinte forma: um supervisor, uma diretora, um vice-diretcr, treze prcfesso res e umaluno.
09 C presente trabalho compreende dois mementos: sendo que o 1 21 foi voltado para a fase de observagao de matriculas, onde foi dada a cportunidade de ocnhecer de perto a realidade da elientela que estu-da na referiestu-da escola.
C 22 memento fci a fase de atuagao das entrevistas, onde foi' utilizado um gravador para obter melhores informagces, como tambem 1
um roteiro do questionario. A duragao de cada entrevista foi de 45 1
a 6 0 minutos.
Sscolhemos a observagao per ser am instrument© adequado para' aprender o nosso objetivo de estudo na medida em que accmpanhamos o dia-a-dia dos sujeitos, o significado que eies dao,a realidade que 1
os rodeiam e as suas prcprias atitudes.
0 roteiro das entrevistas foi pensando a partir de temas e 1
problems-tizagao privilagiando determinadas cuestoes: o trabalho da 1
Supervisao, seu relacionamento com os supervisades, as contribuigoes desse profissional para a escola, sua concepgao de escola publica, 1
etc.. As entrevistas foram feitas na propria escola no periodo de ju nho a agesto de 1992.
As entrevistas por sua vez nos ajudam no aprofundamento da in vestigagao, pela pcssibilidade que elas oferevem de captagao da for-ma imediata e coerente para a inf crfor-magao desejada, pratieamente com'
qu.alquer tipo de in form agao e sobre os mais diversos aspeetoe.
Portanto, ficou claro e objetivo a finalidade do estagio, pois o mesmc e um trabalho serio envolvendo os elementos inseridos no pro cesso ensine-aprendizagem na busca de constatar n a realidade como es ta se dando a pratica da suoervisao nas escolas.
Analizamcs os dados ecl etados cuic resultados apre sen tar ernes'
10
I - ATRAVfiS DCS DEPOIMSKTOS, DI&A COMO 700$: VSR A PBATICA D A
SUPT-H-mSlQ NA BSCOLA E M QUE VOCS TRAEAlIIOU?
Tomandc como base os dados coletados na escola x, vimos que a pratica da Supervisao decorre da agao continue de acompanhamento 1
do trabalho educativo.
A orient agao e a ajuda ccnstitui o cb^etivo fundamental da' pratica da Supervisao, a qual, se processa dentro de eertas ncrmas,' mediants o trabalho pedagogic© que determina os limites dessa p r a t i
-ca.
Dentre as inumeras tarefas da Supervisao, destacam-se a de fiscalizar documentsgao e verificar se, atraves dos registros escola r e s , a legislacao especifica esta. sendo cumprida.
Dessa forma, sua pratica se situa, por vezes, num trabalho1
de controle dos services escolares, fiscalizando o seu funcionamento orientando e corrigindo os possiveis desvios no ideal de que tudo se desenvolva ccrretamente com os ob^etivos propostps.
Sendo assim, a pratica da Supervisao esta mais voltada para c tecnico-burocratico, uma vez que busca o controls dos professores1
para garantir a unidade do sistema educacional.
Sabemos que as escolas publicas estao sem credibilidades, ' que o ensino publico esta defasado, que a educagao nac recebe a assis tencia que merece.
A falta de material didatico e ate a propria estrutura d e s -sa escola ccntribui para que se tenha um ensino cactico. Toda es-sa 1
problematica do ensino publico, e resultado do descompromisso do g o -verno que nao da a assistencia necessaria as escolas publicas.
12 II - P O R QUE ESS A PRATICA £ VISTA ASSUvI, CU PEKSAK ASSBI SOB RE A PRA
TTCA DA STJPERVISlof
Como eabemos, a Supervisao Escolar surgiu intencionalmente por questees politicas, ou seja, com intuito de fiscalizar e trazer' para as escolas, a ideologia que o sisterna politico intrcduziu .
Diante dessa circunstamcia, a formagao dada a este especia lista tern sido conservadora. Com isso, sentimes que a pratica da S u -pervisao ainda hoje nao e bem aceita, pois reflete dentro da escola1
a imagem pela qual surgiu esse especialista.
Assim sendo, professores, alunos e corpo tecnico adminis-' trativo desconhece o verdadeiro papel do Supervisor, dai nao valori-zam c seu trabalho dentro da escola.
Entretanto, A Supervisao deve tomar sua posigao frente ao processo de ensino, afim de conquistar o seu espago para dentro dele poder desenvolver o seu verdadeiro trabalho, encontrando dessa forma
V. CCNClUSlO
C Sstagio de Supervisao Escolar, foi muito importance, pois tivemos a oportunidade de vermos as dificuldades e necessidades•
das escolas publicas.
Dessa forma, tivemos uma visao geral no que se refere1
ao exercieio de nossa profissao, bem como, a impcrtancia e o papel da Sapervisao Escolar no contexto Socio-politico atual.
Concluimos que, alem de ccnliecermos a liistoria da edu-cacao, metodos e tecnicas pedagogicas, e precieo um certo grau de ' consciencia politica para realmente sermcs educadores.
V I I . EBPSEfiNOIAS B I B I I O G R A F I C A S
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