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1.0- TEC. MET. 1ªAULA APRES. 19.1

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(1)

TECNOLOGIA METALÚRGICA

TECNOLOGIA METALÚRGICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNANBUCO

1

Prof.: M.Sc. Antonio Fernando de Carvalho Mota Engenheiro Mecânico e Metalúrgico

(2)

ME448- TECNOLOGIA METALÚRGICA OBRIG 60h

PRÉ-REQUISITO: ME111- MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO MECÂNICA

EMENTA:

SOLIDIFICAÇÃO DE METAIS E LIGAS. PROCESSOS DE

FUNDIÇÃO. FUNDIÇÃO DE METAIS E LIGAS FERROSAS E NÃO FERROSAS. PROJETO DE PEÇAS FUNDIDAS.

FUNDAMENTOS METALÚRGICOS DA CONFORMAÇÃO PLÁSTICA; FORJAMENTO; EXTRUSÃO; TREFILAÇÃO; LAMINAÇÃO; ESTAMPAGEM E CORTE.

METALURGIA DA SOLDAGEM. SIMBOLOGIA. SOLDABILIDADE, PROCESSOS DE SOLDAGEM. BRASAGEM. OXI-CORTE E CORTE TÉRMICO.

(3)

HOMEPAGE DA DISCIPLINA

afcm.poli.br

3

Note bem, a leitura destes apontamentos não

dispensa de modo algum a leitura atenta da

bibliografia principal da cadeira.

(4)

BIBLIOGRAFIA BÁSICA DE CONFORMAÇÃO

DIETER, G.E. Metalurgia Mecânica. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1981.

HELMAN H. e CETLIN P. R., Fundamentos da Conformação

Mecânica dos Metais, Ed. Guanabara Dois.

Ferreira, Ricardo Artur Sanguinetti. Conformação Plástica.

Fundamentos Metalúrgicos e Mecânicos.Recife: Editora

Universitária UFPE.

CALLISTER, Jr.,William D. Ciência e Engenharia de Materiais:Uma Introdução. Rio de Janeiro, LTC, 2008.

(5)

Bibliografia

:

5 MARQUES, P. V.; MODENESI, P. J.; BRACARENSE, A. Q.;

Soldagem: Fundamentos e Tecnologia. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005.

(6)

A ENGENHARIA DO PRODUTO

BENS INTERMEDIÁRIOS:

(chapas, tubos, perfis)

BENS DE CAPITAL:

(navios, turbinas, caldeiras, vasos de pressão, torno mecânico, máquina de solda, aerogeradores, etc )

BENS DE CONSUMO DURÁVEIS:

(automóveis, eletrodomésticos)

Processos de Fabricação

(7)

ENGENHARIA MECÂNICA/MATERIAIS

A engenharia é a arte de tratar de maneira simples e adequada o complexo.

A qualidade de um projeto se mede pela adequação da sua solução.

A palavra “engenheiro” vem do latim ingenium, que significa engenho, a capacidade de planejar ou criar

Minerva deusa da sabedoria e da estratégia de guerra, filha de

Júpiter

Organiza sistemas de armazenagem, supervisiona processos e define

normas e procedimentos de segurança para a produção.

Controla a qualidade, acompanhando

e analisando testes de resistência, calibrando e conferindo medidas.

Pode dedicar-se às vendas.

Na Mitologia Romana Minerva, na Mitologia Grega Atena

(8)

Engenho é faculdade inventiva, talento, habilidade.

Exemplos: Roda d’água, automóveis, Torno, Turbina e outros

.

O ENGENHEIRO FAZ ENGENHO

Turbina a gás

Torno CNC da ROMI S/A

“A TECNOLOGIA DE PONTA NÃO TEM PREÇO”

(9)

O QUE É UMA USINA SIDERÚRGICA?

(10)

PROCESSO SIDERÚRGICO – USINA INTEGRADA

Preparação

da carga Redução Refino

Lingotamento Laminação

(11)

Muito utilizado na construção civil e pode ser aplicado em: portões,

corrimão de escada, grades, esquadrias e outras.

Em função da alta resistência esse produto também é aplicado em

grandes projetos, como: » Implementos agrícolas e rodoviários; » Vigamentos; » Escoramentos; » Equipamentos de transportes; » Estruturas metálicas.

(12)

Viga U Laminada Viga U Dobrada Viga Enrijecida Parachoque Caminhão

Vigas I e W laminadas

Tubos

Tubos sem costura Tubos de Aço Helicosoldado →

PERFIS METÁLICOS – FORMA INTERMEDIÁRIA → FORMA FINAL

PROCESSO: AUMENTO DE RESISTÊNCIA, REDUÇÃO DE PESO, CUSTO E LIMITAÇÕES

Perfil Soldado

Qual o processo para Grandes peças? FUNDIÇÃO M a te ri a l: M ic ro e st ru tu ra R e fi n ad a

(13)

ALGUMAS DAS FORMAS EM QUE OS AÇOS PODEM SER CLASSIFICADOS SÃO:

Semi-acabados para forjamento; Barras laminadas a quente;

Barras acabadas a frio;

Chapas finas laminadas a quente; Chapas finas laminadas a frio; Chapas galvanizadas;

Bobinas laminadas a quente; Bobinas laminadas a frio; Folhas-de-flandres;

Arames laminados a quente (fio máquina); Arames trefilados (antes laminado a quente); Tubos;

Tubos estruturais;

Tubos para oleodutos;

tubulares para campos petrolíferos; tubulares especiais;

- Perfis laminados a quente ( L, I, H, U, TRILHOS e outros)

https://www.cimm.com.br/portal/verbetes/exibir/609-formas-comerciais-dos-aco

(14)

TUBOS SCHEDULE

Tubo Schedule : SCH = P / S onde P é a pressão de trabalho do tubo e S é a

tensão (pressão) correspondente a 60% do limite de escoamento do

material a 20 Graus C. Portanto para um mesmo diâmetro externo de um tubo de condução, quanto maior o SCH maior a espessura de parede em relação ao seu diâmetro.

(15)

FORJADOS X FUNDIDOS

• Mais resistente

• Possuem microestrutura mais refinada • Mais confiáveis (menos defeitos)

• Mais baratos para grandes lotes

• Suas plantas de produção são mais

adaptáveis a diferentes produtos.

INFLUÊNCIA DO PROCESSO DE FABRICAÇÃO

FORÇA (MARTELO OU PRENSA)

AÇO (SÓLIDO) AQUECIDO MATRIZ SUP. (AÇO) PEÇA MATRIZ INF. (AÇO) MICROESTRUTURA AÇO LAMINADO AÇO FORJADO FIBRAS COMPACTADAS FORÇA (MARTELO OU PRENSA)

AÇO (SÓLIDO) AQUECIDO MATRIZ SUP. (AÇO) PEÇA MATRIZ INF. (AÇO) MICROESTRUTURA AÇO LAMINADO AÇO FORJADO FIBRAS COMPACTADAS PEÇA MICROESTRUTURA BOLHAS DE AR INCLUSÕES: AREIA POROSIDADES GASOSAS RECHUPE DE CONTRAÇÃO FERRO LÍQUIDO MOLDE DE ARREIA

(16)

Morsa ou Torno de Bancada N 8 200mm Ferro Fundido

R$ 143

90

AÇO FORJADO X FERRO FUNDIDO

Morsa ou Torno De Bancada Aço Forjado N6 Profissional Forjasul

(17)

MUDANÇAS MICROESTRURAIS DO AÇO E DESCONTINUIDADES

:

Chapa laminada

com qualidade comprovada

União soldada com descontinuidades e possíveis defeitos : trincas, decoesão lamelar, falta de fusão, falta de

penetração, inclusão de escória, mordeduras, deformações e outros

mordedura

trinca Deformação angular

Efervescente, Semi-acalmado e Acalmado. vazios

Dendritas

Lingote da aciaria

Estrutura bruta de fusão

trinca

Direção de Laminação

Deformação angular Decoesão Lamelar

(18)

COMO SÃO FABRICADOS OS VASOS DE PRESSÃO?

Fabricados de acordo com as

exigentes normas técnicas ASME e NR-13, são projetados e produzidos com equipe de profissionais

qualificados e fornecidos aos clientes com:

 Data Book;

 Memorial de cálculo mecânico;  Certificado de matéria prima;  Certificado de teste hidrostático;  Qualificação de soldadores;

 Qualificação do Procedimento de solda.

QUAL O PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE VASSOS DE PRESSÃO?

NA CALDEIRARIA, PROCESSANDO CHAPAS NAS CALANDRAS, MÁQUINAS DE CORTE, MÁQUINAS DE SOLDA E FURADEIRAS.

(19)

AVALIAÇÃO - PETROBRAS

SOLDAGEM A ARCO SUBMERSO (SUBMERGER ARC WELDING – SAW

(20)

Chapas Classificadas / Navais AH32, AH36, DH32, DH36, EH32, EH36 CHAPAS CLASSIFICADAS ASTM A-285, ASTM A-514, ASTM A-515, ASTM A-516 DIN

17100: RRST 52.3, S355 J2, Chapas Navais ASTM A-131 Grau. AH32 / AH36 /

DH32 / DH36 / EH32 / EH36 ASTM A-612

AVALIAÇÃO DA SOLDABILIDADE DO AÇO NAVAL EH36 TMCP

SOLDADO POR ARCO SUBMERSO COM ELEVADO APORTE DE CALOR

Meester B. The Weldability of modern structural TMCP steels. ISIJ International. 1997;37(6):537-551. http://dx.doi.org/10.2355/isijinternational.37.537.

Micrografia da soldagem

(21)

Avaliação da Soldabilidade do Aço Sincron ASTM A 572 GRAU 50

Aplicado na Fabricação de Torres Eólicas com Processo de Soldagem de Alta Deposição

(22)

DEVER DE CASA: TRILHOS SOLDADOS

22

 PORQUE OS TRILHOS HOJE SÃO SOLDADOS?

 COMO FICA O CONTROLE DAS DILATAÇÕES, SEM JUNTAS DE DILATAÇÃO?

(23)

SOLDAGEM POR CALDEAMENTO

Caldeamento é o processo de soldagem de duas peças metálicas, em

geral de aço, por meio de aquecimento e choque mecânico.

As peças são aquecidas, e as partes que serão soldadas devem chegar a temperatura próxima de seu ponto de fusão.

Então são dispostas uma sobre a outra e golpeadas repetidas vezes, com martelo ou marreta, como num processo de forjamento, até que se unam. O caldeamento é o processo de soldagem mais antigo conhecido,

(24)

QUALIDADE

Ensaio de tração – Fonte Gerdau – NBR 7480/2007

SOLDABILIDADE

PROCESSO DE SOLDAGEM/TIPO DE JUNTA

Soldagem por resistência elétrica (caldeamento)

Eletrodo revestido/ junta sobreposta

Eletrodo revestido/ junta justaposta

DOBRAMENTO

 Pino 1 x bitola  Pino 4 x bitola

(NBR 7480/85)

(25)

O processo de soldagem por laser híbrido é uma técnica que combina o processo de soldagem por laser (CO2) com o processo de soldagem a arco (GMAW ou MIG/MAG), ambos em um mesmo ponto focal compondo uma única poça de fusão.

GRANDE PENETRAÇÃO - ALTA VELOCIDADE NA SOLDAGEM – MENOR DEFORMAÇÃO

ESTADO DA ARTE (NOVAS TECNOLÓGIAS)

(26)

INNOVATION SHAPING THE INDUSTRY

Friction Stir Welding - FSW

Patente da TWI

TWI - The Welding Institute

Ferramenta rotativa não consumível,

(27)

CLASSIFICAÇÃO DAS LIGAS METÁLICAS

LIGAS METÁLICAS LIGAS METÁLICAS FERROSAS

FERROSAS NÃO-FERROSASNÃO-FERROSAS

AÇOS

AÇOS FERROS FUNDIDOSFERROS FUNDIDOS

Aços de Baixo Carbono: C 0,25%

Aços de Médio Carbono:0,25%  C  0,60%

Aços de Alto Carbono: 0,60%  C  1,40 Aços especiais

(28)

SELEÇÃO DE MATERIAL

28

(29)

SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DOS AÇOS

SAE (Society Automotive Engineers) e ABNT

ABNT- NBR 6006 – Classificação por composição química de aços para construção mecânica. XX = teor de carbono em 0,01%

10XX  Aços-carbono de uso geral

11XX  Aços de fácil usinagem, com enxofre

13XX  Manganês (1,75%)

40XX  Molibdênio (0,25%)

43XX  Níquel(1,8%), Cromo (0,8%) e Molibdênio (0,25%)

51XX  Cromo (0,8-1,05%)

86XX  Níquel (0,55%), Cromo (0,5%) e Molibdênio (0,2%)

98XX  Níquel (1,0%), Cromo (0,8%) e Molibdênio (0,25%)

ABNT- NBR 6006 – Classificação por composição química de aços para construção mecânica. XX = teor de carbono em 0,01%

10XX  Aços-carbono de uso geral

11XX  Aços de fácil usinagem, com enxofre

13XX  Manganês (1,75%)

40XX  Molibdênio (0,25%)

43XX  Níquel(1,8%), Cromo (0,8%) e Molibdênio (0,25%)

51XX  Cromo (0,8-1,05%)

86XX  Níquel (0,55%), Cromo (0,5%) e Molibdênio (0,2%)

98XX  Níquel (1,0%), Cromo (0,8%) e Molibdênio (0,25%)

(30)

METAIS MAIS CONHECIDOS

Aço

Latão

Bronze

Alumínio

(31)

PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO PLÁSTICA

LAMINAÇÃO

31

Laminados Planos e Não Planos

Forjamento em Matriz Aberta

Forjamento em Matriz Fechada

FORJAMENTO

TREFILAÇÃO

EXTRUSÃO

(32)

Conformação de peças automotivas

Sem aquecimento

(A frio)

Com aquecimento

(A quente)

(33)
(34)

CONFORMAÇÃO POR USINAGEM

(retirada de cavaco)

(35)

Torneamento com pastilha de Metal Duro

01/27/2021

PROCESSOS DE USINAGEM

3

5

Vc =

.d.n

1000

Vc =

.d.n

1000

Onde:

Vc = velocidade de corte (m/min) d = diâmetro da peça (mm)

n = rotação da peça (rpm)

Vantagens: Flexibilidade – Pequenos lotes econômicos – Menor investimento Desvantagens: Maiores custos por peça – Melhor qualificação

(36)
(37)

PROCESSO DE USINAGEM

Usinagem Torneamento Laminação

Aciaria

(38)

TOLERÂNCIA DIMENSIONAL

Precisão e AcabamentoTolerâncias e Ajustes

(39)

39

SISTEMAS DE TOLERÂNCIAS E AJUSTES

A união roda/eixo é forçada a frio o que dispensa o indesejável rasgo de chaveta

Prensa para montagem e desmontagem da roda no eixo em cavaleiro. cap. 400t

(40)

SISTEMA DE TOLERÂNCIAS E AJUSTES

Por que é mais fácil usinar um eixo do que um furo?

Torneamento de eixo Furação

Torno mecânico

Furo base (“furo padrão”)

• A linha zero constitui o limite inferior da tolerância do furo

• Os furos H são os elementos básicos deste sistema

(41)
(42)

CAIXA DE MARCHAS MANUAL

Árvore primária:

1 → 2 aumento de torque 2 → 1 aumento de velocidade 2

1

Cada dente opera como

“alavanca”. Portanto através de engrenagens maiores ou menores altera-se a “alavanca” e consequentemente o torque. Árvore secundária Corpo de engate Luva de engate Engrenagem secundária

(43)

CAIXA DE MARCHAS MANUAL

Avaliação: qual o material utilizado na confecção de eixos e engrenagens?

SAE 8620 Tratamento: Cementação + Têmpera superficial seguido de Revenimento; Ou

SAE 8640 Tratamento: Têmpera superficial seguido de Revenimento. SAE 8620

Ou Qual a diferença? SAE 8640

(44)

Caixa de marcha automática

A Relação de Redução de um conjunto planetário quando a engrenagem Solar for motora é:

R = Nº de dentes da Solar + Nº de dentes da Anular Nº de dentes da Solar

Anular

Planetárias

(45)

As transmissões automáticas convencionais utilizam um conjunto de marchas determinadas, trocando-as para oferecer a melhor relação entre força, aceleração e consumo de combustível.

(46)

CVT – Transmissão Continuamente Variável / Continuously variable Transmission

(47)

QUAIS SÃO AS VANTAGENS DO CÂMBIO CVT?

A grande vantagem do câmbio CVT é a constante busca

pela máxima eficiência. Sempre que exigido, o sistema

de transmissão entregará aquilo que é demandado tão

rápido e eficiente quanto possível.

Isso significa que, em comparação a uma

transmissão automática

comum, a tendência é que o

CVT seja mais econômico e entregue mais força durante

a maior parte da experiência – desde que ele não seja

digitalmente limitado para simular marchas, é claro.

(48)

48

DIAGRAMA DE FASE FERRO - CARBONETO DE FERRO (Fe-Fe3C)

TRANSFORMAÇÕES ALOTRÓPICAS

Parada “A” (do francês arrêt)

(2,14) FONTE: CALLIESTER CCC CFC 1147ºC Ac1 Ar1 A 3 Acm 0,76 (0,022) CCC CFC CCC

Quantas direções compactas? Quantos planos compactos?

(49)

Entre as linhas A1 e A3 para os aços hipoeutetóide e entre as linhas A1 e Acm para os aços hipereutetóide

Hipoeutetóide Hipereutetóide Eutetóide

(50)

50

Tratamentos Térmicos

Recozimento

Normalização e RevenidoTêmpera

Esferoidização ou Coalescimento Total ou Pleno Isotérmico Alívio de tensões Recristalização Reduz a Dureza e facilita a usinagem de aços alto carbono Aumenta a Resist. Mec. e Dureza Reduz o T.G. e Homogeneidade

(51)

Curvas TTT (Transformação-Tempo-Temperatura)

Bainita

Perlita

Martenita

AVALIAÇÃO: QUAIS OS TRATAMENTOS TÉRMICOS NÃO PREVISTOS NO DIAGRAMA DE FASE S Fe- Fe3C

(52)

TÊMPERA → TRANSFORMAÇÃO MARTENSITA

Aquecimento em forno poço Resfriamento em óleo

T E M P E R A T U R A º C AUSTENITA CFC FERRITA CCC MARTENSITA TCC LOG. TEMPO (s)

(53)

MARTÊMPERA

Usado principalmente para diminuir a distorção e empenamento produzidos durante o resfriamento rápido das peças de aço;

Forma martensita uniforme em toda seção da peça; Evita a formação excessiva de tensões residuais;

TÊMPERA + REVENIMENTO (DISTORÇÃO)

MARTÊMPERA + REVENIMENTO (SEM DISTORÇÃO)

(54)

AUSTÊMPERA

Bainita é um constituinte metalográfico formado por Ferrita e Carbonetos.

Aplicações: Aços Cr e/ ou Mo que apresentam fragilidade de Revenimento, molas, fechos de cintos de segurança, componentes de fechadura e

outros.

Micrográfia:

A Bainita apresenta-se na forma de agulhas, semelhantes às de Martensita.

(55)

TRATAMENTOS TÉRMICOS

AÇO EUTETÓIDE → %C = 0,76

FASES PROEUTETÓIDES: FERRITA E CEMENTITA

Resfriamento rápido AUSTENITA Resfriamento lento Resfriamento moderado MARTENSITA MARTENSITA REVENITA Reaquecimento

Aço Eutetóide: PERLITA

Aço Hipoeutóide: PERLITA + FERRITA

Aço Hipereutetóide: PERLITA + CEMENTITA

BAINITA R es is n ci a M ec ân ic a Martensita revenida Martensita Bainita Perlita fina Perlita groseira Esferoidita D u ct il id ad e

(56)

56

a- Como se determina a Resistência?

b- Como se determina a Rigidez?

c- Como se determina a Ductilidade?

Resp. a) LE = Q/So e LR = Qmáx./So.

b) E =

/

;

onde:

= Q/So e

= l/lo. c) Alongamento, A(%) = (lf – lo) 100/lo. LE

LR

A

(57)

MECANISMOS DE ENDURECIMENTO

(VARIÁVEIS METALÚRGICAS)

1- Endurecimento por Solução Sólida

(Sólid-Solition Hardening)

2- Endurecimento por Deformação Plástica a Frio

(Strain Hardening)

3- Endurecimento por refino de grão

(Grain Refining)

Eq. Hall e Petch:e = 0 + ky.d-1/2

4 – Endurecimento por reação Martensítica

(MARTENSITE REACTIONS)

5- Endurecimento devido a partículas finas ou

Envelhecimento (Precipitation Hardening)

(58)

AVALIAÇÃO CHÃO DE FÁBRICA

Quais os processos de fabricação utilizados na ?

Bobina de Chapa Fundida

FUNDIÇÃO DE ALUMÍNIO LAMINAÇÃO DE ALUMÍNIO EXTRUSÃO DE ALUMÍNIO Esquadrias de

Alumínio Portão Búzios

Embalagem Tetra Pak

Folhas até 6.3 µm

Casting

(59)

AVALIAÇÃO CHÃO DE FÁBRICA

Quais os processos de fabricação utilizados na

?

SEMI-INTEGRADAUSINA Aciaria Forno Elétrico Lingotes Sucata Gusa

(60)

Vergalhões Pregos Treliça Telas Corte e Dobra Laminação Fio Máquina

PROCESSOS E PRODUTOS DA SIDERÚRGICA GUERDAU

Arame Farpado

Trefila

(61)

Quais os processos de fabricação utilizados na

?

AVALIAÇÃO CHÃO DE FÁBRICA

Unidade Jaboatão dos Guararapes

A Máquinas Piratininga fabrica

equipamentos de bens de capital sob encomenda de bens de capital sob encomenda com tecnologia própria ou conforme o projeto do cliente, atuando em diversos setores.

(62)

BENS DE CAPITAL PRODUZIDOS NA MÁQUINAS PIRATININGA

Forno rotativo para calcário

Reator de recuperação de fluoreto

Secador/Resfriador

(63)

Calandra

MÁQUINA PIRATININGA: CALDEIRARIA

Corte CNC

Corte Plasma Serra Automática Serra Torno Horizontal

(64)

Quais os processos de fabricação utilizados na

?

AVALIAÇÃO CHÃO DE FÁBRICA

(65)

MUSASHE - Apresentação da empresa

Principais clientes:

Localização : Igarassu - PE

Funcionários : 1200 diretos

(66)

PROCESSO DE USINAGEM NA MUSASHE

Usinagem Torneamento

(67)

À esquerda:

Fases de forjamento de uma

engrenagem cônica de dentes retos (da esq. para dir.):

Billet Yobi

Peça com dentes formados

Peça com furo estampado a quente

À direita: Foto do fojamento de engrenagens cônicas de dentes retos.

(Na foto, um billet prestes a virar yobi e uma peça pronta para ter o furo estampado a quente)

(68)

Serão investidos R$ 129,7 milhões e o quadro de funcionários, que hoje conta com 320

empregados, ganhará um reforço de mais 130

postos. Na planta de Suape são feitas 3,2 milhões de latas por dia.

A Rexam é a maior fabricante e comercializadora de latas e tampas "easy-open" de alumínio na América Latina.

A Rexam (antiga Latasa) vai dobrar produção em Suape

Fonte: Folha de PE - 26/03/05 Endereço: RODOVIA PE 60, KM 07, SUAPE, CABO DE SANTO AGOSTINHO/ PE CEP: 54.520-070 Telefone: (81) 2119-6500

1960 - Foi inventada a lata de

alumínio fácil de abrir (sistema “easy-open”).

1974 - Foi introduzida a tampa

“stay-on-tab”

(69)

Reciclagem de lata de alumínio bate novo recorde mundial e confirma vantagens da embalagem para redução dos impactos ambientais.

O Brasil reciclou 289,5 mil toneladas de latas de alumínio para bebidas em 2014

RECICLAGEM DE LATA DE ALUMÍNIO

• Uma latinha de alumínio pesa apenas 14,5 gramas. • 67 latinhas de alumínio correspondem a 1 kg.

• Cada 1.000 kg de alumínio reciclado significa 5 mil kg de minério bruto

(bauxita) poupados.

(70)

Fonte térmica: A chama, a arco elétrico ou plasma. Aplicações: Produção e Manutenção

ASPERSÃO TÉRMICA (METALIZAÇÃO)

Eutectic Castolin

Aspersão Térmica - um material metálico, cerâmico ou polímero, é

depositado em estado fundido ou semi-fundido sobre uma superfície preparada, formando um depósito.

A superfície da peça pode ser usinada ou retificada, dependendo do

tipo e dureza da liga depositada.

Aspersão Térmica a Chama Utilizando Arame

(71)

AÇOS ULTRA-RESISTÊNTES

AÇOS ULTRA-RESISTÊNTES

AÇOS MARAGING

(72)

PRODUTOS DA METALURGIA DO PÓ

72

Sinterização FERRAMENTA DE CORTE EM METAL DURO (INSERTO REVERSÍVEL) REVESTIDO COM NITRETO DE TITÂNIO Compactação

(73)
(74)

FIAT CHRYSLER INAUGURA FÁBRICA EM PERNAMBUCO

Capacidade produtiva:

A fábrica Jeep ocupa uma área construída de 260 mil metros quadrados e tem capacidade para produzir 250 mil veículos por ano. A capacidade máxima é de 60 carros por hora. Segundo o grupo, o Renegade produzido em Goiana conta com mais de 70% de componentes nacionais: 40% vêm de fornecedores do entorno da fábrica. A fábrica em Goiana conta com 700 robôs, além de uma série de investimentos em tecnologia e também em ergonomia. Os carros, antes de estarem com as rodas, ficam suspensos em espécies de garras, nas quais eles podem girar e facilitar o trabalho dos funcionários. 9 mil empregos.

FCA - 28/04/2015

18 golpes por minuto Pintura sem o primer

(75)

A PALAVRA DE ORDEM: POWER TRAIN

Power train of a modern automobile, comprising engine (with exhaust system), transmission, drive shaft, suspension and the wheels.

(76)
(77)

ENGENHARIA AUTOMOTIVA MONTADORA FCA

CENTRO DE PESQUISA FCA

77

CAM (Computer Aided Manufacturing)

“Só aprendemos quando aplicamos o conhecimento em

situações concretas”

(78)

ENSINAMENTOS DEIXADOS DE PAI PARA FILHO

BONS PENSAMENTOS, BOAS PALAVRAS, BOAS AÇÕES...

5 INDICAÇÕES AO OSCAR 2019

FREDDIE MERCURY

Queen - Live at LIVE AID 1985/07/13

Wembley Stadium em Londres

Live Aid foi um concerto de rock com o objetivo de arrecadar fundos em prol dos famintos da Etiópia

5 INDICAÇÕES AO OSCAR 2019

Referências

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