TECNOLOGIA METALÚRGICA
TECNOLOGIA METALÚRGICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNANBUCO1
Prof.: M.Sc. Antonio Fernando de Carvalho Mota Engenheiro Mecânico e Metalúrgico
ME448- TECNOLOGIA METALÚRGICA OBRIG 60h
PRÉ-REQUISITO: ME111- MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO MECÂNICA
EMENTA:
SOLIDIFICAÇÃO DE METAIS E LIGAS. PROCESSOS DE
FUNDIÇÃO. FUNDIÇÃO DE METAIS E LIGAS FERROSAS E NÃO FERROSAS. PROJETO DE PEÇAS FUNDIDAS.
FUNDAMENTOS METALÚRGICOS DA CONFORMAÇÃO PLÁSTICA; FORJAMENTO; EXTRUSÃO; TREFILAÇÃO; LAMINAÇÃO; ESTAMPAGEM E CORTE.
METALURGIA DA SOLDAGEM. SIMBOLOGIA. SOLDABILIDADE, PROCESSOS DE SOLDAGEM. BRASAGEM. OXI-CORTE E CORTE TÉRMICO.
HOMEPAGE DA DISCIPLINA
afcm.poli.br
3
Note bem, a leitura destes apontamentos não
dispensa de modo algum a leitura atenta da
bibliografia principal da cadeira.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA DE CONFORMAÇÃO
DIETER, G.E. Metalurgia Mecânica. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1981.
HELMAN H. e CETLIN P. R., Fundamentos da Conformação
Mecânica dos Metais, Ed. Guanabara Dois.
Ferreira, Ricardo Artur Sanguinetti. Conformação Plástica.
Fundamentos Metalúrgicos e Mecânicos.Recife: Editora
Universitária UFPE.
CALLISTER, Jr.,William D. Ciência e Engenharia de Materiais:Uma Introdução. Rio de Janeiro, LTC, 2008.
Bibliografia
:
5 MARQUES, P. V.; MODENESI, P. J.; BRACARENSE, A. Q.;Soldagem: Fundamentos e Tecnologia. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005.
A ENGENHARIA DO PRODUTO
BENS INTERMEDIÁRIOS:
(chapas, tubos, perfis)
BENS DE CAPITAL:
(navios, turbinas, caldeiras, vasos de pressão, torno mecânico, máquina de solda, aerogeradores, etc )
BENS DE CONSUMO DURÁVEIS:
(automóveis, eletrodomésticos)
Processos de Fabricação
ENGENHARIA MECÂNICA/MATERIAIS
A engenharia é a arte de tratar de maneira simples e adequada o complexo.
A qualidade de um projeto se mede pela adequação da sua solução.
A palavra “engenheiro” vem do latim ingenium, que significa engenho, a capacidade de planejar ou criar
Minerva deusa da sabedoria e da estratégia de guerra, filha de
Júpiter
Organiza sistemas de armazenagem, supervisiona processos e define
normas e procedimentos de segurança para a produção.
Controla a qualidade, acompanhando
e analisando testes de resistência, calibrando e conferindo medidas.
Pode dedicar-se às vendas.
Na Mitologia Romana Minerva, na Mitologia Grega Atena
Engenho é faculdade inventiva, talento, habilidade.
Exemplos: Roda d’água, automóveis, Torno, Turbina e outros
.O ENGENHEIRO FAZ ENGENHO
Turbina a gás
Torno CNC da ROMI S/A
“A TECNOLOGIA DE PONTA NÃO TEM PREÇO”
O QUE É UMA USINA SIDERÚRGICA?
PROCESSO SIDERÚRGICO – USINA INTEGRADA
Preparação
da carga Redução Refino
Lingotamento Laminação
Muito utilizado na construção civil e pode ser aplicado em: portões,
corrimão de escada, grades, esquadrias e outras.
Em função da alta resistência esse produto também é aplicado em
grandes projetos, como: » Implementos agrícolas e rodoviários; » Vigamentos; » Escoramentos; » Equipamentos de transportes; » Estruturas metálicas.
Viga U Laminada Viga U Dobrada Viga Enrijecida Parachoque Caminhão
Vigas I e W laminadas
Tubos
Tubos sem costura Tubos de Aço Helicosoldado →
PERFIS METÁLICOS – FORMA INTERMEDIÁRIA → FORMA FINAL
PROCESSO: AUMENTO DE RESISTÊNCIA, REDUÇÃO DE PESO, CUSTO E LIMITAÇÕES
Perfil Soldado
Qual o processo para Grandes peças? FUNDIÇÃO M a te ri a l: M ic ro e st ru tu ra R e fi n ad a
ALGUMAS DAS FORMAS EM QUE OS AÇOS PODEM SER CLASSIFICADOS SÃO:
• Semi-acabados para forjamento; • Barras laminadas a quente;
• Barras acabadas a frio;
• Chapas finas laminadas a quente; • Chapas finas laminadas a frio; • Chapas galvanizadas;
• Bobinas laminadas a quente; • Bobinas laminadas a frio; • Folhas-de-flandres;
• Arames laminados a quente (fio máquina); • Arames trefilados (antes laminado a quente); • Tubos;
• Tubos estruturais;
• Tubos para oleodutos;
• tubulares para campos petrolíferos; • tubulares especiais;
- Perfis laminados a quente ( L, I, H, U, TRILHOS e outros)
https://www.cimm.com.br/portal/verbetes/exibir/609-formas-comerciais-dos-aco
TUBOS SCHEDULE
Tubo Schedule : SCH = P / S onde P é a pressão de trabalho do tubo e S é a
tensão (pressão) correspondente a 60% do limite de escoamento do
material a 20 Graus C. Portanto para um mesmo diâmetro externo de um tubo de condução, quanto maior o SCH maior a espessura de parede em relação ao seu diâmetro.
FORJADOS X FUNDIDOS
• Mais resistente
• Possuem microestrutura mais refinada • Mais confiáveis (menos defeitos)
• Mais baratos para grandes lotes
• Suas plantas de produção são mais
adaptáveis a diferentes produtos.
INFLUÊNCIA DO PROCESSO DE FABRICAÇÃO
FORÇA (MARTELO OU PRENSA)
AÇO (SÓLIDO) AQUECIDO MATRIZ SUP. (AÇO) PEÇA MATRIZ INF. (AÇO) MICROESTRUTURA AÇO LAMINADO AÇO FORJADO FIBRAS COMPACTADAS FORÇA (MARTELO OU PRENSA)
AÇO (SÓLIDO) AQUECIDO MATRIZ SUP. (AÇO) PEÇA MATRIZ INF. (AÇO) MICROESTRUTURA AÇO LAMINADO AÇO FORJADO FIBRAS COMPACTADAS PEÇA MICROESTRUTURA BOLHAS DE AR INCLUSÕES: AREIA POROSIDADES GASOSAS RECHUPE DE CONTRAÇÃO FERRO LÍQUIDO MOLDE DE ARREIA
Morsa ou Torno de Bancada N 8 200mm Ferro Fundido
R$ 143
90AÇO FORJADO X FERRO FUNDIDO
Morsa ou Torno De Bancada Aço Forjado N6 Profissional Forjasul
MUDANÇAS MICROESTRURAIS DO AÇO E DESCONTINUIDADES
:
Chapa laminada
com qualidade comprovada
União soldada com descontinuidades e possíveis defeitos : trincas, decoesão lamelar, falta de fusão, falta de
penetração, inclusão de escória, mordeduras, deformações e outros
mordedura
trinca Deformação angular
Efervescente, Semi-acalmado e Acalmado. vazios
Dendritas
Lingote da aciaria
Estrutura bruta de fusão
trinca
Direção de Laminação
Deformação angular Decoesão Lamelar
COMO SÃO FABRICADOS OS VASOS DE PRESSÃO?
Fabricados de acordo com asexigentes normas técnicas ASME e NR-13, são projetados e produzidos com equipe de profissionais
qualificados e fornecidos aos clientes com:
Data Book;
Memorial de cálculo mecânico; Certificado de matéria prima; Certificado de teste hidrostático; Qualificação de soldadores;
Qualificação do Procedimento de solda.
QUAL O PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE VASSOS DE PRESSÃO?
NA CALDEIRARIA, PROCESSANDO CHAPAS NAS CALANDRAS, MÁQUINAS DE CORTE, MÁQUINAS DE SOLDA E FURADEIRAS.
AVALIAÇÃO - PETROBRAS
SOLDAGEM A ARCO SUBMERSO (SUBMERGER ARC WELDING – SAWChapas Classificadas / Navais AH32, AH36, DH32, DH36, EH32, EH36 CHAPAS CLASSIFICADAS ASTM A-285, ASTM A-514, ASTM A-515, ASTM A-516 DIN
17100: RRST 52.3, S355 J2, Chapas Navais ASTM A-131 Grau. AH32 / AH36 /
DH32 / DH36 / EH32 / EH36 ASTM A-612
AVALIAÇÃO DA SOLDABILIDADE DO AÇO NAVAL EH36 TMCP
SOLDADO POR ARCO SUBMERSO COM ELEVADO APORTE DE CALOR
Meester B. The Weldability of modern structural TMCP steels. ISIJ International. 1997;37(6):537-551. http://dx.doi.org/10.2355/isijinternational.37.537.
Micrografia da soldagem
Avaliação da Soldabilidade do Aço Sincron ASTM A 572 GRAU 50
Aplicado na Fabricação de Torres Eólicas com Processo de Soldagem de Alta Deposição
DEVER DE CASA: TRILHOS SOLDADOS
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PORQUE OS TRILHOS HOJE SÃO SOLDADOS?
COMO FICA O CONTROLE DAS DILATAÇÕES, SEM JUNTAS DE DILATAÇÃO?
SOLDAGEM POR CALDEAMENTO
Caldeamento é o processo de soldagem de duas peças metálicas, em
geral de aço, por meio de aquecimento e choque mecânico.
As peças são aquecidas, e as partes que serão soldadas devem chegar a temperatura próxima de seu ponto de fusão.
Então são dispostas uma sobre a outra e golpeadas repetidas vezes, com martelo ou marreta, como num processo de forjamento, até que se unam. O caldeamento é o processo de soldagem mais antigo conhecido,
QUALIDADE
Ensaio de tração – Fonte Gerdau – NBR 7480/2007
SOLDABILIDADE
PROCESSO DE SOLDAGEM/TIPO DE JUNTA
Soldagem por resistência elétrica (caldeamento)
Eletrodo revestido/ junta sobreposta
Eletrodo revestido/ junta justaposta
DOBRAMENTO
Pino 1 x bitola Pino 4 x bitola
(NBR 7480/85)
O processo de soldagem por laser híbrido é uma técnica que combina o processo de soldagem por laser (CO2) com o processo de soldagem a arco (GMAW ou MIG/MAG), ambos em um mesmo ponto focal compondo uma única poça de fusão.
GRANDE PENETRAÇÃO - ALTA VELOCIDADE NA SOLDAGEM – MENOR DEFORMAÇÃO
ESTADO DA ARTE (NOVAS TECNOLÓGIAS)
INNOVATION SHAPING THE INDUSTRY
Friction Stir Welding - FSW
Patente da TWI
TWI - The Welding Institute
Ferramenta rotativa não consumível,
CLASSIFICAÇÃO DAS LIGAS METÁLICAS
LIGAS METÁLICAS LIGAS METÁLICAS FERROSASFERROSAS NÃO-FERROSASNÃO-FERROSAS
AÇOS
AÇOS FERROS FUNDIDOSFERROS FUNDIDOS
Aços de Baixo Carbono: C 0,25%
Aços de Médio Carbono:0,25% C 0,60%
Aços de Alto Carbono: 0,60% C 1,40 Aços especiais
SELEÇÃO DE MATERIAL
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SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DOS AÇOS
SAE (Society Automotive Engineers) e ABNT
ABNT- NBR 6006 – Classificação por composição química de aços para construção mecânica. XX = teor de carbono em 0,01%
10XX Aços-carbono de uso geral
11XX Aços de fácil usinagem, com enxofre
13XX Manganês (1,75%)
40XX Molibdênio (0,25%)
43XX Níquel(1,8%), Cromo (0,8%) e Molibdênio (0,25%)
51XX Cromo (0,8-1,05%)
86XX Níquel (0,55%), Cromo (0,5%) e Molibdênio (0,2%)
98XX Níquel (1,0%), Cromo (0,8%) e Molibdênio (0,25%)
ABNT- NBR 6006 – Classificação por composição química de aços para construção mecânica. XX = teor de carbono em 0,01%
10XX Aços-carbono de uso geral
11XX Aços de fácil usinagem, com enxofre
13XX Manganês (1,75%)
40XX Molibdênio (0,25%)
43XX Níquel(1,8%), Cromo (0,8%) e Molibdênio (0,25%)
51XX Cromo (0,8-1,05%)
86XX Níquel (0,55%), Cromo (0,5%) e Molibdênio (0,2%)
98XX Níquel (1,0%), Cromo (0,8%) e Molibdênio (0,25%)
METAIS MAIS CONHECIDOS
•
Aço
•
Latão
•
Bronze
•
Alumínio
PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO PLÁSTICA
LAMINAÇÃO
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Laminados Planos e Não Planos
Forjamento em Matriz Aberta
Forjamento em Matriz Fechada
FORJAMENTO
TREFILAÇÃO
EXTRUSÃO
Conformação de peças automotivas
Sem aquecimento
(A frio)
Com aquecimento
(A quente)
CONFORMAÇÃO POR USINAGEM
(retirada de cavaco)
Torneamento com pastilha de Metal Duro
01/27/2021
PROCESSOS DE USINAGEM
3
5
Vc =
.d.n
1000
Vc =
.d.n
1000
Onde:Vc = velocidade de corte (m/min) d = diâmetro da peça (mm)
n = rotação da peça (rpm)
Vantagens: Flexibilidade – Pequenos lotes econômicos – Menor investimento Desvantagens: Maiores custos por peça – Melhor qualificação
PROCESSO DE USINAGEM
Usinagem Torneamento Laminação
Aciaria
TOLERÂNCIA DIMENSIONAL
Precisão e AcabamentoTolerâncias e Ajustes39
SISTEMAS DE TOLERÂNCIAS E AJUSTES
A união roda/eixo é forçada a frio o que dispensa o indesejável rasgo de chaveta
Prensa para montagem e desmontagem da roda no eixo em cavaleiro. cap. 400t
SISTEMA DE TOLERÂNCIAS E AJUSTES
Por que é mais fácil usinar um eixo do que um furo?
Torneamento de eixo Furação
Torno mecânico
Furo base (“furo padrão”)
• A linha zero constitui o limite inferior da tolerância do furo
• Os furos H são os elementos básicos deste sistema
CAIXA DE MARCHAS MANUAL
Árvore primária:1 → 2 aumento de torque 2 → 1 aumento de velocidade 2
1
Cada dente opera como
“alavanca”. Portanto através de engrenagens maiores ou menores altera-se a “alavanca” e consequentemente o torque. Árvore secundária Corpo de engate Luva de engate Engrenagem secundária
CAIXA DE MARCHAS MANUAL
Avaliação: qual o material utilizado na confecção de eixos e engrenagens?
SAE 8620 Tratamento: Cementação + Têmpera superficial seguido de Revenimento; Ou
SAE 8640 Tratamento: Têmpera superficial seguido de Revenimento. SAE 8620
Ou Qual a diferença? SAE 8640
Caixa de marcha automática
A Relação de Redução de um conjunto planetário quando a engrenagem Solar for motora é:
R = Nº de dentes da Solar + Nº de dentes da Anular Nº de dentes da Solar
Anular
Planetárias
As transmissões automáticas convencionais utilizam um conjunto de marchas determinadas, trocando-as para oferecer a melhor relação entre força, aceleração e consumo de combustível.
CVT – Transmissão Continuamente Variável / Continuously variable Transmission
QUAIS SÃO AS VANTAGENS DO CÂMBIO CVT?
A grande vantagem do câmbio CVT é a constante busca
pela máxima eficiência. Sempre que exigido, o sistema
de transmissão entregará aquilo que é demandado tão
rápido e eficiente quanto possível.
Isso significa que, em comparação a uma
transmissão automática
comum, a tendência é que o
CVT seja mais econômico e entregue mais força durante
a maior parte da experiência – desde que ele não seja
digitalmente limitado para simular marchas, é claro.
48
DIAGRAMA DE FASE FERRO - CARBONETO DE FERRO (Fe-Fe3C)
TRANSFORMAÇÕES ALOTRÓPICAS
Parada “A” (do francês arrêt)
(2,14) FONTE: CALLIESTER CCC CFC 1147ºC Ac1 Ar1 A 3 Acm 0,76 (0,022) CCC CFC CCC
Quantas direções compactas? Quantos planos compactos?
Entre as linhas A1 e A3 para os aços hipoeutetóide e entre as linhas A1 e Acm para os aços hipereutetóide
Hipoeutetóide Hipereutetóide Eutetóide
50
Tratamentos Térmicos
Recozimento
Normalização e RevenidoTêmpera
Esferoidização ou Coalescimento Total ou Pleno Isotérmico Alívio de tensões Recristalização Reduz a Dureza e facilita a usinagem de aços alto carbono Aumenta a Resist. Mec. e Dureza Reduz o T.G. e Homogeneidade
Curvas TTT (Transformação-Tempo-Temperatura)
Bainita
Perlita
Martenita
AVALIAÇÃO: QUAIS OS TRATAMENTOS TÉRMICOS NÃO PREVISTOS NO DIAGRAMA DE FASE S Fe- Fe3C
TÊMPERA → TRANSFORMAÇÃO MARTENSITA
Aquecimento em forno poço Resfriamento em óleo
T E M P E R A T U R A º C AUSTENITA CFC FERRITA CCC MARTENSITA TCC LOG. TEMPO (s)
MARTÊMPERA
Usado principalmente para diminuir a distorção e empenamento produzidos durante o resfriamento rápido das peças de aço;
Forma martensita uniforme em toda seção da peça; Evita a formação excessiva de tensões residuais;
TÊMPERA + REVENIMENTO (DISTORÇÃO)
MARTÊMPERA + REVENIMENTO (SEM DISTORÇÃO)
AUSTÊMPERA
Bainita é um constituinte metalográfico formado por Ferrita e Carbonetos.
Aplicações: Aços Cr e/ ou Mo que apresentam fragilidade de Revenimento, molas, fechos de cintos de segurança, componentes de fechadura e
outros.
Micrográfia:
A Bainita apresenta-se na forma de agulhas, semelhantes às de Martensita.
TRATAMENTOS TÉRMICOS
AÇO EUTETÓIDE → %C = 0,76
FASES PROEUTETÓIDES: FERRITA E CEMENTITA
Resfriamento rápido AUSTENITA Resfriamento lento Resfriamento moderado MARTENSITA MARTENSITA REVENITA Reaquecimento
Aço Eutetóide: PERLITA
Aço Hipoeutóide: PERLITA + FERRITA
Aço Hipereutetóide: PERLITA + CEMENTITA
BAINITA R es is tê n ci a M ec ân ic a Martensita revenida Martensita Bainita Perlita fina Perlita groseira Esferoidita D u ct il id ad e
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a- Como se determina a Resistência?
b- Como se determina a Rigidez?
c- Como se determina a Ductilidade?
Resp. a) LE = Q/So e LR = Qmáx./So.
b) E =
/
;onde:
= Q/So e
= l/lo. c) Alongamento, A(%) = (lf – lo) 100/lo. LELR
A
MECANISMOS DE ENDURECIMENTO
(VARIÁVEIS METALÚRGICAS)
1- Endurecimento por Solução Sólida
(Sólid-Solition Hardening)
2- Endurecimento por Deformação Plástica a Frio
(Strain Hardening)
3- Endurecimento por refino de grão
(Grain Refining)
Eq. Hall e Petch:e = 0 + ky.d-1/24 – Endurecimento por reação Martensítica
(MARTENSITE REACTIONS)
5- Endurecimento devido a partículas finas ou
Envelhecimento (Precipitation Hardening)
AVALIAÇÃO CHÃO DE FÁBRICA
Quais os processos de fabricação utilizados na ?
Bobina de Chapa Fundida
FUNDIÇÃO DE ALUMÍNIO LAMINAÇÃO DE ALUMÍNIO EXTRUSÃO DE ALUMÍNIO Esquadrias de
Alumínio Portão Búzios
Embalagem Tetra Pak
Folhas até 6.3 µm
Casting
AVALIAÇÃO CHÃO DE FÁBRICA
Quais os processos de fabricação utilizados na
?
SEMI-INTEGRADAUSINA Aciaria Forno Elétrico Lingotes Sucata GusaVergalhões Pregos Treliça Telas Corte e Dobra Laminação Fio Máquina
PROCESSOS E PRODUTOS DA SIDERÚRGICA GUERDAU
Arame Farpado
Trefila
Quais os processos de fabricação utilizados na
?
AVALIAÇÃO CHÃO DE FÁBRICA
Unidade Jaboatão dos Guararapes
A Máquinas Piratininga fabrica
equipamentos de bens de capital sob encomenda de bens de capital sob encomenda com tecnologia própria ou conforme o projeto do cliente, atuando em diversos setores.
BENS DE CAPITAL PRODUZIDOS NA MÁQUINAS PIRATININGA
Forno rotativo para calcário
Reator de recuperação de fluoreto
Secador/Resfriador
Calandra
MÁQUINA PIRATININGA: CALDEIRARIA
Corte CNC
Corte Plasma Serra Automática Serra Torno Horizontal
Quais os processos de fabricação utilizados na
?
AVALIAÇÃO CHÃO DE FÁBRICA
MUSASHE - Apresentação da empresa
Principais clientes:
Localização : Igarassu - PE
Funcionários : 1200 diretos
PROCESSO DE USINAGEM NA MUSASHE
Usinagem Torneamento
À esquerda:
Fases de forjamento de uma
engrenagem cônica de dentes retos (da esq. para dir.):
• Billet • Yobi
• Peça com dentes formados
• Peça com furo estampado a quente
À direita: Foto do fojamento de engrenagens cônicas de dentes retos.
(Na foto, um billet prestes a virar yobi e uma peça pronta para ter o furo estampado a quente)
Serão investidos R$ 129,7 milhões e o quadro de funcionários, que hoje conta com 320
empregados, ganhará um reforço de mais 130
postos. Na planta de Suape são feitas 3,2 milhões de latas por dia.
A Rexam é a maior fabricante e comercializadora de latas e tampas "easy-open" de alumínio na América Latina.
A Rexam (antiga Latasa) vai dobrar produção em Suape
Fonte: Folha de PE - 26/03/05 Endereço: RODOVIA PE 60, KM 07, SUAPE, CABO DE SANTO AGOSTINHO/ PE CEP: 54.520-070 Telefone: (81) 2119-6500
1960 - Foi inventada a lata de
alumínio fácil de abrir (sistema “easy-open”).
1974 - Foi introduzida a tampa
“stay-on-tab”
Reciclagem de lata de alumínio bate novo recorde mundial e confirma vantagens da embalagem para redução dos impactos ambientais.
O Brasil reciclou 289,5 mil toneladas de latas de alumínio para bebidas em 2014
RECICLAGEM DE LATA DE ALUMÍNIO
• Uma latinha de alumínio pesa apenas 14,5 gramas. • 67 latinhas de alumínio correspondem a 1 kg.
• Cada 1.000 kg de alumínio reciclado significa 5 mil kg de minério bruto
(bauxita) poupados.
Fonte térmica: A chama, a arco elétrico ou plasma. Aplicações: Produção e Manutenção
ASPERSÃO TÉRMICA (METALIZAÇÃO)
Eutectic Castolin
Aspersão Térmica - um material metálico, cerâmico ou polímero, é
depositado em estado fundido ou semi-fundido sobre uma superfície preparada, formando um depósito.
A superfície da peça pode ser usinada ou retificada, dependendo do
tipo e dureza da liga depositada.
Aspersão Térmica a Chama Utilizando Arame
AÇOS ULTRA-RESISTÊNTES
AÇOS ULTRA-RESISTÊNTES
AÇOS MARAGING
PRODUTOS DA METALURGIA DO PÓ
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Sinterização FERRAMENTA DE CORTE EM METAL DURO (INSERTO REVERSÍVEL) REVESTIDO COM NITRETO DE TITÂNIO CompactaçãoFIAT CHRYSLER INAUGURA FÁBRICA EM PERNAMBUCO
Capacidade produtiva:
A fábrica Jeep ocupa uma área construída de 260 mil metros quadrados e tem capacidade para produzir 250 mil veículos por ano. A capacidade máxima é de 60 carros por hora. Segundo o grupo, o Renegade produzido em Goiana conta com mais de 70% de componentes nacionais: 40% vêm de fornecedores do entorno da fábrica. A fábrica em Goiana conta com 700 robôs, além de uma série de investimentos em tecnologia e também em ergonomia. Os carros, antes de estarem com as rodas, ficam suspensos em espécies de garras, nas quais eles podem girar e facilitar o trabalho dos funcionários. 9 mil empregos.
FCA - 28/04/2015
18 golpes por minuto Pintura sem o primer
A PALAVRA DE ORDEM: POWER TRAIN
Power train of a modern automobile, comprising engine (with exhaust system), transmission, drive shaft, suspension and the wheels.
ENGENHARIA AUTOMOTIVA MONTADORA FCA
CENTRO DE PESQUISA FCA
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CAM (Computer Aided Manufacturing)
“Só aprendemos quando aplicamos o conhecimento em
situações concretas”
ENSINAMENTOS DEIXADOS DE PAI PARA FILHO
BONS PENSAMENTOS, BOAS PALAVRAS, BOAS AÇÕES...
5 INDICAÇÕES AO OSCAR 2019
FREDDIE MERCURY
Queen - Live at LIVE AID 1985/07/13
Wembley Stadium em Londres
Live Aid foi um concerto de rock com o objetivo de arrecadar fundos em prol dos famintos da Etiópia
5 INDICAÇÕES AO OSCAR 2019