Anatomia e Biomecânica
Anatomia e Biomecânica
Degenera
Degenera
ç
ç
ão
ão
Discal
Discal
Bento Abreu, FT, Ph.D.
Bento Abreu, FT, Ph.D.
CB/ UFRN
CB/ UFRN
Não há consenso sobre o que é degeneração discal e como esse fenômeno pode ser distinguido de
processos fisiológicos como crescimento, envelhecimento, reparo e remodelação adaptativa
Conceito de Adams & Roughley (2006): Degeneração discal é uma resposta celular aberrante mediada por falha estrutural progressiva
Epidemiologia
Epidemiologia
DegeneraDegeneraçção ão discaldiscal≠≠dor dor lombar.
lombar.
Fatores genFatores genééticos ticos (gêmeos apresentaram
(gêmeos apresentaram
74% de hereditariedade).
74% de hereditariedade).
HistHistóória de carga, ria de carga, ambiente e
ambiente e
comportamento
comportamento
Mulheres apresentam Mulheres apresentam degenera
degeneraçção uma dão uma déécada cada depois dos homens.
depois dos homens.
(Battié et al., 2004)
Epidemiologia
Epidemiologia
Desenvolvimento de ruptura Desenvolvimento de ruptura discaldiscallombar lombar ééassociado a associado a cont
contíínuas posinuas posiçções de ões de curvamentocurvamentoe giro, fadiga em e giro, fadiga em sobrecarga, exerc
sobrecarga, exercíícios fcios fíísicos pesados e sedentarismo sicos pesados e sedentarismo
(
(VidemanVideman& & NurminemNurminem2004).2004).
Estudo demonstrou que motoristas com dor não Estudo demonstrou que motoristas com dor não apresentavam evidências de degenera
apresentavam evidências de degeneraçção ão discaldiscalna RM na RM (
(BattiBattiééetetal., 2002).al., 2002).
Evidências pela RM sugerem que a ocupaEvidências pela RM sugerem que a ocupaçção possui uma ão possui uma pequena contribui
pequena contribuiçção na degeneraão na degeneraçção ão discaldiscal((BattiBattiééetet
al., 2002).
al., 2002).
Baixa correlaBaixa correlaçção entre alteraão entre alteraçções vistas pela RM e TC e ões vistas pela RM e TC e sintomas dolorosos (
sintomas dolorosos (VidemanVidemanetetal., 2003)al., 2003)
Anatomia e Composi
Anatomia e Composi
ç
ç
ão
ão
Discal
Discal
Discos intervertebrais Discos intervertebrais entre os corpos vertebrais
entre os corpos vertebrais
são separados destes por
são separados destes por
cartilagem hialina.
cartilagem hialina.
Os discos possuem 2 Os discos possuem 2 regiões distintas: o
regiões distintas: o
hidratado n
hidratado núúcleo cleo pulposopulposo
internamente e o firme
internamente e o firme
ânulo fibroso
ânulo fibroso
O ânulo fibroso O ânulo fibroso ééformado por lamelas concêntricas formado por lamelas concêntricas vis
visííveis a olhoveis a olho--nu compostas de feixes de fibras nu compostas de feixes de fibras
col
coláágenas tipo I que correm obliquamente entre corpos genas tipo I que correm obliquamente entre corpos
vertebrais adjacentes.
vertebrais adjacentes.
As lamelas parecem estar interconectadas frouxamente As lamelas parecem estar interconectadas frouxamente e seu movimento relativo pode permitir deforma
e seu movimento relativo pode permitir deformaçção do ão do disco em flexão
disco em flexão--extensão.extensão.
Em contraste, o nEm contraste, o núúcleo possui uma rede colcleo possui uma rede coláágena frouxa gena frouxa do tipo II,
do tipo II, ééaltamente hidratado e, quando não altamente hidratado e, quando não degenerado, comporta
degenerado, comporta--se hidrostaticamente durante se hidrostaticamente durante sobrecarga.
sobrecarga.
Se degenerado, disco tornaSe degenerado, disco torna--se desidratado e se desidratado e
desorganizado, ocorre pico de estresse e dor associada
HHáámuito se suspeita que muito se suspeita que dor severa e crônica nas
dor severa e crônica nas
costas origina
costas origina--se dos se dos
discos intervertebrais.
discos intervertebrais.
ArticulaArticulaçções ões apofiseaisapofiseaise e SI tamb
SI tambéém são locais m são locais originais de dor severa na
originais de dor severa na
coluna
coluna
Leve provocaLeve provocaçção de dor ão de dor no ânulo posterior em no ânulo posterior em pacientes sedados pacientes sedados desencadeia completa desencadeia completa resposta
resposta áálgicalgica
A compressão espinhal gera uma pressão hidrost.
(P) no núcleo e estresse tênsil (T) no ânulo
Lamelas do ânulo com fibras colágenas oblíquas e em direções alternadas
ColColáágeno, PG e geno, PG e áágua representam 90gua representam 90--95% da matrix 95% da matrix extracelular
extracelular discaldiscal((UrbanUrban& Roberts 1995).& Roberts 1995).
ColColáágeno forma uma forte malha fibrosa que ancora o geno forma uma forte malha fibrosa que ancora o disco ao corpo vertebral e segura c
disco ao corpo vertebral e segura céélulas e lulas e PGsPGsna na
matrix.
matrix.
PGsPGs((agrecanosagrecanos) representam 5) representam 5--15% do peso tecidual e 15% do peso tecidual e mantêm a altura
mantêm a altura discaldiscale e turgorturgorcontra forcontra forçças as
compressivas devido seu papel hidrof
compressivas devido seu papel hidrofíílico.lico.
Com o envelhecimento, perda de Com o envelhecimento, perda de PGsPGse, e, consequentemente
consequentementede de áágua.gua.
Outros componentes: Outros componentes: decorinadecorina, , biglicanobiglicano, , fibromodulinafibromodulina e
e lumicanolumicano; proteases e seus inibidores (degenera; proteases e seus inibidores (degeneraçção)ão)
(Bibby et al., 2001)
As concentrações dos principais constituintes variam de acordo com a região do disco
PG
agrecano
colágeno
Carga compressiva for
Carga compressiva forçça certa quantidade de a certa quantidade de áágua a gua a sair do disco e o aumento relativo da concentra sair do disco e o aumento relativo da concentraçção ão
de
de agrecanosagrecanoso faz resistir o faz resistir ààcompressão adicionalcompressão adicional agentes de degradaCCagentes de degradaéélulas (1%): produzem constituintes da matrix e seus lulas (1%): produzem constituintes da matrix e seus çção (ão (turnoverturnoverdeve estar deve estar
balanceado).
balanceado).
CCéélulas do ânulo interno têm aparência lulas do ânulo interno têm aparência fibrocartilaginosa, no ânulo externo assemelham
fibrocartilaginosa, no ânulo externo assemelham--se com se com fibroblastos (
fibroblastos (ErringtonErringtonetetal., 1998).al., 1998).
Metabolismo energMetabolismo energéético tico glicolglicolííticoticoem ambiente de baixo em ambiente de baixo oxigênio.
oxigênio.
RegulaRegulaçção do metabolismo celular ão do metabolismo celular ééinfluenciado pela influenciado pela natureza avascular do disco e por descargas mecânicas.
Vasos sanguVasos sanguííneos neos restringem restringem--se se ààs s camadas externas do camadas externas do ânulo ânulo
Transporte de pequenas Transporte de pequenas mol
molééculas por difusão e culas por difusão e de grandes por fluxo de
de grandes por fluxo de
fluidos
fluidos
Devido seu pobre Devido seu pobre transporte de
transporte de
metab
metabóólitos, disco possui litos, disco possui
reduzida capacidade de
reduzida capacidade de
recupera
recuperaçção frente ão frente àà
lesão
lesão
Transporte de nutrientes para as células do disco
8mm do ânulo externo
Reparo
Reparo
Discal
Discal
Lesão Lesão discaldiscalaumenta os naumenta os nííveis de veis de citocinascitocinas, MMP e , MMP e forma
formaçção cicatricial especialmente na periferias discais ão cicatricial especialmente na periferias discais (
(WeilerWeileretetal., 2002).al., 2002).
Lesões extensas nunca se curam completamente e hLesões extensas nunca se curam completamente e háá forma
formaçção de pequenas pontes de tecido granuloso ão de pequenas pontes de tecido granuloso cicatricial em cortes maiores.
cicatricial em cortes maiores.
Lesões que afetam o ânulo interno ou a placa terminal Lesões que afetam o ânulo interno ou a placa terminal levam mais tempo de
levam mais tempo de reaparoreaparoe geralmente e geralmente éé
ultrapassado por altera
ultrapassado por alteraçções degenerativas severas ões degenerativas severas (
(KaigleKaigleetetal., 1997)al., 1997)
Envelhecimento
Envelhecimento
Discal
Discal
DiminuiDiminuiçção do conteão do conteúúdo do global de
global de áágua e gua e PGsPGs, , especialmente no n
especialmente no núúcleo.cleo.
O ânulo O ânulo ““invadeinvade””o no núúcleo cleo e o col
e o coláágeno fino do tipo geno fino do tipo II no ânulo
II no ânulo éésubstitusubstituíído do
por col
por coláágeno I grosseiro.geno I grosseiro.
DiminuiDiminuiçção da densidade ão da densidade celular com aumento de
celular com aumento de
defeitos estruturais no
defeitos estruturais no
ânulo
ânulo
DiminuiDiminuiçção da são da sííntese de ntese de matrix com o
matrix com o
envelhecimento na
envelhecimento na
maioria dos casos.
maioria dos casos.
NNúúcleo hidrostcleo hidrostáático tornatico torna- -se menor e
se menor e
descomprimido, sendo a
descomprimido, sendo a
carga absorvida pelo
carga absorvida pelo
ânulo.
ânulo.
O ânulo tornaO ânulo torna--se mais se mais r
réégidogidoe fraco pela e fraco pela redu
reduçção de ão de PGsPGs
X
Tecidos danificados resistem a menos
carga e tendem a ser protegidos por tecidos adjacentes saudáveis. No disco degenerado, o arco neural passa a resistir até 4x mais compressão enquanto
o disco anterior somente resiste a 19%.
80% da compressão 80% da compressão ééresistida pelos discos e corpos resistida pelos discos e corpos vertebrais. Os
vertebrais. Os ligametosligametosresistem a maioria dos resistem a maioria dos movimentos de dobramento (Adams
movimentos de dobramento (Adams etetal., 2002).al., 2002).
As articulaAs articulaçções ões apofiseaisapofiseaisestabilizam a coluna lombar estabilizam a coluna lombar por resistir a cisalhamento e
por resistir a cisalhamento e torsãotorsão, e resiste a , e resiste a compressão quando a coluna
compressão quando a coluna ééextendidaextendida. .
O volume nuclear pode ser reduzir instantaneamente O volume nuclear pode ser reduzir instantaneamente ap
apóós fratura da placa terminal, aps fratura da placa terminal, apóós vs váárias horas de rias horas de
sustenta
sustentaçção de peso ou apão de peso ou apóós anos de alt. Degenerativas.s anos de alt. Degenerativas.
Disco funciona como um pneu de carro.Disco funciona como um pneu de carro.
Disco jovem e sadio funciona como um colchão d`água e resiste às
forças por igual A
P
Disco de meia-idade revela que a parte Posterior do ânulo resiste à
forças Compressivas diretas (h)
Disco degenerado (grau III) revela múltiplas concentrações de estresse em seu ânulo e o núcleo apresenta-se bastante reduzido
Tipos de falha estrutural no Disco:
Tipos de falha estrutural no Disco:
Rasgos anulares
Rasgos anulares
Lesões circunferenciais representam Efeitos de cisalhamento interlaminar
Rasgos periféricos em rim são mais frequentes na região anterior e são associados a osteófitos Fissuras radiais partem do núcleo externamente (post e post-lat) e são
associados a Degeneração nuclear
Tipos de falha estrutural no Disco
Tipos de falha estrutural no Disco
ProlapsoProlapsodiscaldiscal: Quando : Quando fissuras radiais permitem
fissuras radiais permitem
migra
migraçção grosseira do ão grosseira do
n
núúcleo e a extensão da cleo e a extensão da periferia
periferia discaldiscalééafetada, afetada,
o disco
o disco ééconsiderado considerado herniado
herniadoou ou prolapsadoprolapsado..
Dano da placa terminal: Dano da placa terminal: ÉÉ o ponto mais fraco da
o ponto mais fraco da
coluna sob compressão e
coluna sob compressão e
microdanos
microdanostrabecularestrabeculares levam
levam ààprotuberâncias protuberâncias
nucleares para dentro dos
nucleares para dentro dos
corpos vertebrais.
corpos vertebrais.
Tipos de falha estrutural no Disco
Tipos de falha estrutural no Disco
DisrrupDisrrupççãoãodiscaldiscalinterna: interna: Colapso do ânulo interno
Colapso do ânulo interno
at
atééo no núúcleo cleo éécomum em comum em
discos de idosos afetando
discos de idosos afetando
principlamente
principlamenteo aspecto o aspecto
anterior. Pode ser
anterior. Pode ser
causado por causado por descompressão nuclear descompressão nuclear seguido de fratura da seguido de fratura da placa terminal placa terminal
Disco com disrrupção em adulto jovem com lesão da placa terminal e colapso do ânulo interno
Outras altera
Outras altera
ç
ç
ões Estruturais
ões Estruturais
Dor
Dor
Discogênica
Discogênica
A região posterior do ânulo e seu aderente ligamento A região posterior do ânulo e seu aderente ligamento longitudinal
longitudinal éésuprida pelo nervo suprida pelo nervo sinuvertebralsinuvertebralenquanto enquanto que as regiões anterior e lateral são supridas por nervos
que as regiões anterior e lateral são supridas por nervos
autonômicos (
autonômicos (BogdukBogduk1994).1994).
Fibras nervosas Fibras nervosas nociceptivasnociceptivasnormalmente penetram 1normalmente penetram 1- -3mm na parte externa do ânulo mas podem progredir
3mm na parte externa do ânulo mas podem progredir
em dire
em direçção ao não ao núúcleo nas regiões anteriores de discos cleo nas regiões anteriores de discos
dolorosos e severamente
dolorosos e severamente disrruptosdisrruptos((PalmgrenPalmgrenetetal., al., 1999).
1999).
Discos dolorosos são Discos dolorosos são disrruptosdisrruptos estruturalmente e estruturalmente e apresentam concentra
apresentam concentraçções de estresse irregular (ões de estresse irregular (McnallyMcnally
et
etal., 1996)al., 1996)
O nervo sinuvertebral forma um plexo com o ligamento longitudinal posterior o qual
adentra no ânulo fibroso posteriormente
Estresses mecânicos no disco
Estresses mecânicos no disco
Sobrecarga constante do peso corporal e da atividade Sobrecarga constante do peso corporal e da atividade muscular.
muscular.
Pressão Pressão intradiscalintradiscal(PID) (PID) éémenor quando deitado e menor quando deitado e aumenta de 4
aumenta de 4--5 vezes quando levanta5 vezes quando levanta--se se imediatamente.
imediatamente.
Posturas tambPosturas tambéém influenciam a pressão m influenciam a pressão discaldiscal. Durante . Durante atividades di
atividades diáárias aumentarias aumenta--se a PID enquanto se a PID enquanto àànoite ou noite ou
descanso a PID diminui.
descanso a PID diminui.
Cerca de 20Cerca de 20--25% do fluido 25% do fluido discaldiscalééperdido durante o perdido durante o dia causando uma diminui
dia causando uma diminuiçção de 1ão de 1--2 cm no 2 cm no comprimento do indiv
comprimento do indivííduo.duo.
manhã
tarde
Células respondem ao estresse mecânico influenciando o metabolismo de componentes da matrix
Estresse mecânico Estresse mecânico inapropriado favorece
inapropriado favorece
processos
processos degradativosdegradativos em detrimento de vias
em detrimento de vias
sint
sintééticas e contribuem ticas e contribuem
para a degenera
para a degeneraçção ão discal
discal..
Em doenEm doençças como a as como a escoliose idiop
escoliose idiopáática (0.5tica (0.5-
-2%), lamelas 2%), lamelas desorganizadas e fibras desorganizadas e fibras severamente onduladas severamente onduladas (Roberts
(Roberts etetal., 1993)al., 1993)
HHáátambtambéém um aumento m um aumento de col
de coláágeno do tipo X, geno do tipo X,
calcifica
calcificaçção, reduão, reduçção da ão da permeabilidade e
permeabilidade e
suprimento vascular.
suprimento vascular.
Estudos demonstram que Estudos demonstram que a curvatura
a curvatura escoliescolióóticatica produz altera
produz alteraçções ões
secund
secundáárias no disco, rias no disco, produzindo, por sua vez,
produzindo, por sua vez,
uma progressão da
uma progressão da
desordem.
desordem.
Condi
Condiç
ções Mecânicas que Aceleram a
ões Mecânicas que Aceleram a
Degenera
Degeneraç
ção
ão Discal
Discal
A hipA hipóótese de tese de “
“sobrecargasobrecarga””sugere que sugere que
a demanda mecânica
a demanda mecânica
produz trauma localizado
produz trauma localizado
no disco que demorar
no disco que demoraráá
para se
para se reapararreaparardevido devido
ao baixo metabolismo. O
ao baixo metabolismo. O
ac
acúúmulo de lesão e mulo de lesão e microtrauma
microtraumaenfraquece enfraquece
progressivamente o disco
progressivamente o disco
e criam um ciclo vicioso.
e criam um ciclo vicioso.
Sob condiSob condiçções da ões da hip
hipóótese da tese da
“
“hipomobilidadehipomobilidade””, o disco , o disco
produziria altera
produziria alteraçções ões
adaptativas que
adaptativas que
causariam fraqueza e
causariam fraqueza e
degenera
degeneraçção, dor, ão, dor,
redu
reduçção da mobilidade e ão da mobilidade e outro ciclo vicioso
outro ciclo vicioso
surgiria.
surgiria.
Sobrecarga e excesso de movimento
Dano mecânico Níveis e sinais celulares alterados
Remodelamento da matrix Reparo imcompleto Alterações degenerativas Diminuição da ADM,
rigidez dor
Imobilização, inibição de movimento
Níveis e sinais celulares alterados Remodelamento da matrix Redução das propriedades discais Redução da Mobilidade do Segmento, rigidez Rasgos, fissuras Imobilidade, Baixo-uso
Condi
Condi
ç
ç
ões Mecânicas que Aceleram a
ões Mecânicas que Aceleram a
Degenera
Degenera
ç
ç
ão
ão
Discal
Discal
Mobilidade dos segmentos: Em estMobilidade dos segmentos: Em estáágios iniciais de gios iniciais de degenera
degeneraçção, ocorre um aumento da mobilidade da ADM ão, ocorre um aumento da mobilidade da ADM discal
discalseguido de diminuiseguido de diminuiçção e ão e laxidãolaxidãona posina posiçção neutra ão neutra
com a
com a degdeg. avan. avanççada.ada.
Disco: AlteraDisco: Alteraçções nas propriedades materiais e ões nas propriedades materiais e estruturais de componentes discais na
estruturais de componentes discais na degdeg. aumentam o . aumentam o cisalhamento em 8X e compromete a dissipa
cisalhamento em 8X e compromete a dissipaçção de ão de
energia. Surgiriam altera
energia. Surgiriam alteraçções na pressão ões na pressão intradiscalintradiscale e
lesões macrosc
lesões macroscóópicas diversas.picas diversas.
Falha na sustentaFalha na sustentaçção de carga: Em situaão de carga: Em situaçções que ões que simulam atividades di
simulam atividades diáárias extenuantes, disco apresenta rias extenuantes, disco apresenta danos e rasgos durante sustenta
danos e rasgos durante sustentaçção de carga.ão de carga.