Marvila. Conselho Marvilense prepara Marvila dos Sabores Abril Nº89

Texto

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2013

Marvila

Jornal da Junta de Freguesia

abril Nº89

DiSTribUiÇÃO GraTUiTa

Mensal - ano 8

Conselho Marvilense

prepara Marvila dos sabores 2013

A Cultura em Marvila

com “Felizmente Há Luar”

10º Cross de Marvila, um dos mais

participados de sempre

Escola Secundária D. Dinis recebe

o 13º Festival de Robótica

Marvila

é a nossa história

Das mãos dos moradores

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Jornal da Junta de Freguesia

MARVILA

Ficha técnica

Facebook:

www.facebook.com/conselhomarvilense

Website:

www.jf-marvila.pt

Mensal - Ano 8 - n.º 89 Abril de 2013

Diretor: Belarmino Ferreira Silva

Propriedade: Junta de Freguesia de Marvila

Avenida João Paulo II, lote 526, 1.º A 1950-159 Lisboa – Telefone: 21 831 03 50 Fax: 21 831 03 59

Site: www.jf-marvila.pt

Facebook: www.facebook.com/conselhomarvilense E-mail: comunicacao@jf-marvila.pt (divulgação

de iniciativas, atividades e assuntos relativos ao jornal) info@jf-marvila.pt(outros assuntos)

suMário

Depósito Legal: 237649/06 Tiragem: 17.500 exemplares Redação: Sara Lajas

Produção Gráfica: ASL - Consultoria

em Gestão e Marketing Unipessoal, Lda.

Impressão: Soartes - Artes Gráficas, Lda.

O Jornal de Marvila usa o novo Acordo Ortográfico

aconteceu

• Primavera Sénior em Marvila 3 • Marvila recebe a Páscoa de castro Daire 4

• Marvila com Projeto de incubadora Social 4

Cultura

• a cultura em Marvila com “Felizmente há Luar” de Luís de Sttau Monteiro pelo Eco-teatro reMix 5

• Jovens de Marvila em Londres

com o “Fantasma da Ópera” 5

• Os fados do Rossão em Marvila 6

• Final do concurso Lisboa e o Fado em Marvila 6

• Marvila recorda costumes no Xiii Festival de Folclore 6

Desporto

• Ruas de Marvila com mais de 500 atletas 7

•10º cross de Marvila, um dos mais participados

de sempre 7

Marvila é uma responsabilidade de todos

• conselho Marvilense prepara

Marvila dos Sabores 2013 8-9

Marvila é a nossa história

• Das mãos dos moradores nasce o Vale fundão

e o Bairro da PRODac 10

Melhorar Marvila

• Mãos à Obra em Marvila 11

• a 6ª Edição do Orçamento Participativo

de Lisboa já começou 12

• ReMix na 2ª Edição

do “há Festa no Quintal” em Marvila 12

• Escola Secundária D. Dinis recebe

o 13º Festival de Robótica 13

voz ativa

• Rogério Rosa, um exemplo de perseverança 14

Responsabilidades

renovadas

em 8 meses

Já têm sido vários os artigos publicados neste nosso jornal sobre a reorganização das freguesias. Já têm sido divulgadas quais as alterações que vão acontecer com tudo isto, seja a nível territorial – que Marvila não vai sofrer –, seja a nível de mais e novas responsabilidades, mais e novas competências, mas só no novo mandato. Venho agora reforçar esta ideia, tendo em conta que temos apenas 6/8 meses para nos habituarmos à ideia que as freguesias, como as vemos hoje, vão deixar de existir.

Estamos a chegar ao limite dos prazos para nos adaptarmos às novas regras e leis. Estes oito meses serão de grande intensidade e responsabilidade, pois temos que analisar tudo minuciosamente, de maneira a podermos aplicar a melhor estratégia para o futuro desta freguesia.

Novas responsabilidades, mais pessoas, novas pessoas, são tudo novidades a que teremos que nos adaptar e, numa altura de transições há que ter cuidados redobrados para não falharmos em lado nenhum.

Para mim e, ainda que muitos pensem que a reorganização da cidade de Lisboa trará apenas coisas más, penso que, também, trará “novas oportunidades”. Oportunidades de conseguir fazer mais pela freguesia e por todos os marvilenses que precisem.

Estou confiante de que as mudanças, daqui a oito meses, serão bastante positivas para todos nós e acredito que juntos vamos contribuir para uma melhor e mais organizada autarquia.

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aconteceu

proGraMa beM servir

TEM uMA LâMPADA A PRECISAR DE SER SubSTITuíDA? PRECISA DE uMA MAçAnETA

novA PARA A SuA PoRTA? A ToRnEIRA DA CozInHA ESTá A DAR PRobLEMAS?

A Junta de Freguesia de Marvila acautela o bem-estar dos seus fregueses mais idosos

e incapacitados com pequenos arranjos como estes.

Ligue PARA O 218 31 03 50 e O PROgRAMA BeM SeRViR tRAtA DO PROBLeMA!

N

o passado dia 3 de abril, o Salão de Festas do Vale Fundão recebeu um animado e colorido baile de primavera, organi-zado pelas várias instituições ligadas aos séniores de Mar-vila.

Trajados a rigor, com fatos elaborados pelas suas mãos, enfeitados de flores e andorinhas, anunciando a primavera da vida com a luz própria da alegria habitual, nos convívios

da freguesia, perto de uma cente-na de marvilenses deram as boas--vindas a uma estação que teimava em chegar.

O baile e convívio que se seguiram contaram com os participantes de todas as instituições organizado-ras, como a Junta de Freguesia de Marvila, o Centro Social e Paro-quial de São Maximiliano Kolbe, o Lar Evangélico, o Grupo In, a Quin-ta das Flores, o Centro de Desen-volvimento Comunitário do Bairro dos Lóios e da Flamenga e, ainda, o Centro Social e Cultural de Santa Beatriz.

priMavera sénior

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aconteceu

aconteceu

aconteceu

Marvila reCebe

a pásCoa de Castro daire

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o dia 7 de abril, o Salão de Festas do Vale Fundão recebeu perto de uma cen-tena de visitantes, para ce-lebrar a Páscoa com a tradição que a Casa do Concelho de Castro Daire nos vem habituando.

Abençoadas por alguma chuva as freguesias de Lisboa, acompanha-das por vinte e três bolos, estavam prontas para receber a bênção do

Frei José Augusto, tendo este, após a Missa, seguido com a tradicional vi-sita Pascal permitindo aos crentes o prazer de beijar a Cruz.

O executivo de Marvila fez-se repre-sentar pelo presidente da Junta de Freguesia Belarmino Silva e o vogal do pelouro Desporto, Juventude e Cultura, Vítor Morais, acompanhando muitos outros representantes de ins-tituições da Freguesia.

Jesuíno Paiva, presidente da Casa do Conselho de Castro Daire em Lis-boa, sedeada em Marvila, afirmou que “foi muito bom ter tanta gente a celebrar connosco a Páscoa fora da data e com pouca divulgação. É o úl-timo ano que estou a dirigir esta casa e assim saio feliz, por saber que mes-mo com aquele tempo de interrupção as pessoas gostam das nossas tra-dições.”

A

Câmara Municipal de Lis-boa, através do seu pelou-ro da Ação Social pretende criar a Incubadora Social de Lisboa em Marvila, mais precisamen-te, no Espaço Municipal da Flamenga. Helena Roseta, vereadora do pelou-ro, apresentou o projeto na passada quarta feira, dia 24 de abril, informan-do que este pretende estimular a ino-vação e o empreendedorismo social, apoiando empreendedores e

organi-zações, através da disponibilização de diversos apoios.

Contando com o apoio da Coopera-tiva António Sérgio para a Economia Social e o Montepio Geral, a incuba-dora permitirá o acesso a escritórios partilhados, comunicações, auditó-rios, contactos ou consultoria finan-ceira e jurídica. Esta incubadora será responsável pelo lançamento de pro-jetos e iniciativas de economia e ino-vação social.

Para Helena Roseta, “numa altura em que há cada vez mais desemprega-dos em Portugal, é necessário apos-tar na capacidade de inovação das pessoas e comunidades, no sentido de gerar novas ideias, novas respos-tas sociais e melhor utilização dos re-cursos”.

Os projetos apresentados serão apoiados em três fases: no desen-volvimento do projeto e na concreti-zação de um plano (pré incubação); disponibilização de um espaço físico para que as entidades tenham aces-so a serviços especializados e a parcerias entre os diversos agentes económicos e sociais (incubação) e, por fim, apoio às entidades incuba-das, com vista à sua sustentabilida-de fora do ambiente da incubadora (aceleração).

Marvila CoM

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Cultura

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asa cheia para assistir a mais uma peça do Teatro Contra-Senso no passado fim de semana de 6 e 7 e abril, no Auditório Fernando Pessoa do Espaço Municipal da Flamenga. A peça “Felizmente há Luar” de Luís de Sttau Monteiro foi a peça esco-lhida para trabalhar por este grupo, no segundo ano em que participa na atividade Eco-Teatro do projecto ReMix, promovido pelo Teatro Con-tra-Senso e pela Associação Entre-mundos, com a parceria da Junta de Freguesia de Marvila, ao abrigo do Programa BIP/ZIP da Câmara Muni-cipal de Lisboa.

O desafio era enorme e a fasquia es-tava alta, por ser uma peça complexa que retrata o ambiente político do iní-cio do séc. XIX, mas que tem como pano de fundo, conteúdos

ideológi-cos intemporais como a defesa da justiça social, a necessidade de uma sociedade solidária e que lute contra a tirania, a opressão, a injustiça e to-das as formas de perseguição. Um leque de actores dos 13 aos 19 anos brindou o público com uma fantástica atuação, em que foram capazes de surpreender e envolver durante mais de hora e meia de es-petáculo.

Foi o culminar de mais um ano inten-so deste grupo que lançou assim as bases para a formação de um teatro comunitário em Marvila, aberto à co-munidade e gerido por estes artistas com o apoio do Teatro Contra-Sen-so, numa fase inicial, mas que den-tro em breve seguirá caminho pelos seus próprios meios, constituindo-se como mais uma valência da fregue-sia em termos culturais.

P

ara terminar o último módu-lo de formação da atividade eco-teatro do Projecto reMix 2.0, promovido pelo Teatro Contra-Senso e a Associação Entre-mundos, os oito jovens do projeto, acompanhados por alguns monitores, partiram no dia 22 de março rumo a Londres para um fim de semana ines-quecível.

Das visitas ao Museu de História Na-tural, ao Museu de Cera Madame Tussaud’s, entre outros, estes jovens referiram que o ponto alto desta via-gem, para agradável surpresa do en-cenador Miguel Mestre, foi mesmo a ida ao Her Majesty’s Theatre para as-sistir ao musical “Fantasma da Ópe-ra”. A história e melodias de Andrew

Loyd Webber tocou cada um deles e, puderam ver da primeira fila, uma grandiosa produção em cena desde 1986.

Todos os momentos da viagem só foram possíveis graças ao bom apro-veitamento escolar e comportamen-to mostrado por comportamen-todos, assim como o facto de terem vendido rifas para comprar os bilhetes do Museu de Cera Madame Tussaud’s e para o London Dungeon – este último fez com que os jovens quisessem montar algo parecido cá em Portugal.

Todo o projeto trabalhou com e para os jovens de Marvila, através do fo-mento do seu crescifo-mento pessoal e cívico, potenciando a cultura e poten-cial artístico da freguesia.

a Cultura eM Marvila CoM “FelizMente há luar”

de luís de sttau Monteiro pelo eCo-teatro reMix

jovens de Marvila eM londres

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Cultura

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A

primavera chegou finalmente e, com ela uma noite muito agra-dável em Marvila. O Salão de Festas do Vale Fundão, teve as suas portas abertas, no passado dia 13, para receber todas as pessoas que quiseram assistir à Noite de Fados, organizada pelo Futebol Clube do Rossão.

Além dos dezoito fadistas que estavam convidados, Paulo Jorge à guitarra e Ricardo Chitas à viola. foram muito mais os artistas que estiveram a can-tar até às 3h00 da madrugada, para uma plateia de 220 pessoas.

Muita animação, muitos aplausos e uma boa organização “superaram as expetativas” da equipa responsável por toda a noite. Luciano Dias Pereira, elemento da direção do clube, confidenciou mesmo que “esta noite foi mui-to mais do que estávamos à espera, muita gente a ver mas, também muimui-to mais fadistas a atuar do que tínhamos planeado, tanto que só puderam cantar duas músicas cada um”.

os Fados do rossão

eM Marvila

O

Salão de Festas do Vale fundão encheu mais uma vez, no passado dia 6 de abril, para receber a final da 3ª edição do concurso

“Lisboa e o Fado”, organizado pelo Clube Lisboa Amigos do Fado. Porque após o silêncio se ouviu muito bom fado, o júri enfren-tou uma difícil prova na escolha dos vencedores das grandes vozes que se fizeram ouvir durante a noite. Sara Coito, Lúcia Mourinho, Diogo Pombas, Bruna Guerreiro, Vitória Leuca e Jés-sica Fernandes, os três primeiros classificados das categorias sénior e júnior, respetivamente, cantaram o fado como há muito não se ouvia em Marvila.

Para o fim ficou reservada uma surpresa. Além da cobertura radiofónica e televisiva, a RDP Internacional, um dos parceiros deste concurso, ofereceu ao primeiro classificado sénior, Sara Coito, a oportunidade de se apresentar num grande espetácu-lo das comemorações do 10 de Junho, para as comunidades

portuguesas, num país ainda definir. Para a organização, esta edição do concurso “superou as expetativas de todos, tanto na forma como correu, como na qualidade dos participan-tes”. Para o ano esperam conseguir melhorar, em todos os sentidos sem que, este ano, tenham deixado de sentir que “a missão foi cumprida”.

A

Casa de Concelho de Cinfães abriu mais uma vez as suas portas para receber o XIII Festival

de Folclore no passado dia 20 de abril, com um jantar para todos os grupos que participaram.

Neste festival, 300 pessoas assistiram à atuação dos quatro grupos convidados – Rancho Folclórico e Et-nográfico da Casa do Concelho de Cinfães; Rancho Folclórico de Penalva do Castelo Rancho Folclórico e Etnográfico "Moleiros do Pomarinho" e ainda, o Ran-cho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Val-devez.

Para Duarte Sá, elemento da organização, “esta é uma oportunidade para todos aqueles que deixaram as suas origens, poderem matar um pouco das sau-dades, e principalmente, poder confraternizar com amigos que aproveitam este tipo de iniciativas para rever aqueles que no dia a dia não têm oportunidade de se encontrar e confraternizar”.

Final do ConCurso

lisboa e o Fado

eM Marvila

Marvila reCorda CostuMes

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Desporto

Desporto

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s ruas de Marvila rece-beram mais de 500 atle-tas no passado dia 21 de abril, naquele que foi o XXI Grande Prémio de Atletismo da Casa de Concelho de Arcos de Val-devez.

Um dia de muito sol, que facilitou a participação de ainda mais pessoas do que era esperado. A prova não consistiu apenas na corrida, mas

também numa caminhada que permi-tiu que pessoas de várias faixas etá-rias participassem.

Para Joaquim Brito, presidente da Casa de Concelho de Arcos de Val-devez “foi muito bom ver tanta gen-te a participar, com atletas de quali-dade”, salientando a importância da presença do assessor do pelouro do Desporto da Câmara Municipal de Lisboa, Vítor Hugo, em

representa-ção do vereador Ma-nuel Brito e, ainda, a presença de dois elementos do execu-tivo marvilense, Vítor Morais, responsável pelo pelouro Des-porto, Juventude e Cultura e Júlio Reis, vogal do pelouro Am-biente, Higiene e Es-paços Verdes.

Com um balanço bastante positivo em

que a equipa do Futebol Clube do Rossão se sagrou vencedora, entre as 12 equipas participantes, Joaquim Brito destacou o trabalho dos volun-tários “só com eles foi possível levar a cabo este evento desportivo”.

CoM Mais de 500 atletas

ruas de Marvila

ruas de Marvila

10º Cross de Marvila,

uM dos Mais partiCipados de seMpre

A

manhã do dia 10 de abril começou cinzenta, tra-zendo consigo a chuva precisamente a meio do 10º Cross de Marvila. No entanto, as cinco instituições de diferentes pontos de Lisboa, com um total de 100 atletas, fizeram frente ao mau tempo e, provaram que não há nada que os detenha durante, aquele que foi um dos Cross mais participados de sempre.

O Cross de Marvila é uma prova organizada pela Junta de Fre-guesia de Marvila que tem como objetivo, promover a prática des-portiva num dos vetores mais

ignorados da sociedade, a popu-lação com deficiência inteletual. Pelo seu cariz solidário em prol da atividade física daqueles que não têm as mesmas capacidades a APERCIM de Mafra, a LABOR, a APCL – Lisboa, a APPACOM – Setúbal e a CERCI Lisboa – Oli-vais têm sido as instituições que mais têm aproveitado o Cross de Marvila para proporcionar uma manhã diferente aos seus uten-tes.

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Marvila é uma responsabilidade de todos

Marvila é uma responsabilidade de todos

Marvila é uma responsabilidade de todos

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oi no passado dia 20 de abril, um sábado que mais parecia de verão que de primavera, que cinquenta elementos de vinte instituições do Conselho Mar-vilense se reuniram, na Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâ-neo, para preparar mais uma edição do Marvila dos Sabores, a realizar--se nos dias 14, 15 e 16 de junho, que além das tradicionais tasquinhas, produtores e espetáculos, terá como tema o projeto “Marvila é a nossa His-tória”.

Antecipando a reunião, esta institui-ção promotora de cultura em Marvila, brindou os presentes com duas

exibi-ções do seu magnífico trabalho, ainda a estrear em palco, para grande sur-presa dos presentes.

Terminadas as representações e, após um grande aplauso, deu-se iní-cio à reunião que teve como objetivo apresentar mais uma edição do Mar-vila dos Sabores e, começar a orga-nizar um grupo de trabalho, entre as instituições, para que todos se orga-nizem da melhor forma, uma vez que, segundo Jorge Máximo, responsável pelo pelouro Economia e Sociedade, “sendo este um ano de contenção, o executivo apenas decidiu organi-zar mais uma edição do Marvila dos

Sabores, pelas a b o r d a g e n s que tem tido de todos, sen-do que tosen-do o evento foi pen-sado de outra forma. Em vez de stands indi-viduais vai ha-ver um espaço em open space onde as institui-ções se

pode-rão organizar entre si, para dinamizar o espaço consoante o bairro a que pertencem, associando-se, assim, ao

projeto ‘Marvila é a nossa história’, que terá a sua apresentação durante o evento”.

Este projeto, desenvolvido ao longo dos últimos meses, teve como ob-jetivo recolher testemunhos de vários mar-vilenses que soubessem a história não só da freguesia, como, em

parti-cular, do bairro onde vivem ou traba-lham, para depois ser editado um li-vro da história de Marvila, contado na primeira pessoa. Adiantando que “não havendo certezas de que o livro este-ja pronto já em junho”, Jorge Máximo ressalvou que “apesar disso, é certo que teremos uma exposição sobre a história da nossa freguesia, repre-sentações dos tempos mais antigos e, que toda esta edição do Marvila dos Sabores foi pensada em torno do projeto, sem prejudicar a sua principal atração, os sabores de Marvila”. A história da freguesia é feita das pes-soas mas, é também feita das insti-tuições que aqui têm a sua sede há vários anos, como é o caso do Clube Oriental de Lisboa, que esteve resentado nesta reunião pelo seu pre-sidente José Nabais, ou mesmo por instituições mais recentes como é o caso do Teatro Contra-Senso, repre-sentado neste dia por Sandra Mestre, umas das suas fundadoras. Não só pelos anos, como por tudo o que

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Marvila é uma responsabilidade de todos

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www.jf-marvila.pt zem a Marvila, apelou-se a que,

me-diante a sua história e do bairro em que se inserem, as instituições se or-ganizassem entre si, criando a histó-ria do bairro, na históhistó-ria da freguesia, uma vez que terão que partilhar o seu espaço na mesma tenda.

Em jeito de alerta, mas também de apelo, se fez a declaração do presi-dente da Junta de Freguesia, Belar-mino Silva, que avisou as instituições presentes de que, “há que estar real-mente atento a todas as regras neces-sárias a um evento destes. Seja pela higiene e segurança alimentar, como agora com as novas regras das

finan-ças. Aqueles que quiserem aproveitar o Marvila dos Sabores, para mostrar e vender o que fazem, têm que garantir que estão dentro dessas regras, caso contrário a Junta de Freguesia de Marvila, não se responsabiliza pelo que as autoridades possam fazer.” Foram várias as ideias de algumas das instituições que se fizeram re-presentar nesta reunião do Conselho Marvilense, ficando todos a aguardar com alguma expetativa, que ativida-des ou iniciativas serão apresentadas à data do evento.

E porque “Marvila é uma responsabi-lidade de todos”, o executivo apelou

à participação ativa de instituições e população, em mais uma edição dos sabores de Marvila, relembrando que “é um evento de marvilenses para marvilenses e que, só assim faz sen-tido”, que para todos tirarem o melhor proveito “a divulgação deve ser feita por todos”.

As inscrições para o Marvila dos Sa-bores 2013 estarão em breve no site da Junta de Freguesia de Marvila, no entanto, os interessados ou mesmo aqueles que tenham algumas dúvi-das podem contactar a organização do evento através do email

projetos@jf-marvila.pt.

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Marvila é a nossa história

Marvila é a nossa história

Marvila é a nossa história

Vale Fundão antigamente

Vale Fundão antigamente

Início da Construção do bairro da prodaC

Vale Fundão antigamente

Vale Fundão e prodaC hoje

Vale Fundão e prodaC hoje Vale Fundão e prodaC hoje

das Mãos dos Moradores

nasCe o vale Fundão e o bairro da prodaC

S

ubsiste no tempo a memória da Quinta do Vale Fundão quando, há 40 anos atrás aconteceu o realojamento de grande parte da população oriun-da do Bairro Chinês.

Hoje pode ver-se um grande vale, de onde surgem várias casas no meio do arvoredo, assemelhando-se a uma aldeia, em plena cidade de Lisboa. Do Bairro Chinês mantêm-se as me-mórias da convivência entre todos, da segurança, – que nada se asse-melhava ao que hoje se vive – das festas e brincadeiras. Memórias que ficaram no tempo desde que as famí-lias se mudaram para o “novo” bairro. Um bairro que trouxe a toda a popu-lação uma melhor qualidade de vida, uma vez que no antigo bairro, não existia saneamento básico.

Em visita ao bairro, o Jornal de Mar-vila, falou com Manuel António, mora-dor no bairro desde o seu início e, um dos elementos da Associação de Mo-radores do Vale fundão que contou um pouco da história desta “aldeia no meio de Lisboa”.

“Há 40 anos atrás, pagamos 300$00 para termos uma casa com condi-ções dignas neste bairro. Deram-nos as casas, apenas com a sua estrutura e as telhas e, todos tivemos que ter-minar as suas obras à nossa manei-ra. Quem entendia de construção fez tudo o que podia e quem não tinha esses conhecimentos pedia ajuda.”

Tal como ficámos a saber na tertú-lia deste bairro, no passado mês de março, após a falência da PRODAC, construtora envolvida no processo, foi mais complicado obter as licenças de habitação, no entanto agora, 40 anos volvidos, a Câmara Municipal de Lisboa tem procedido nesse mes-mo sentido, comes-mo afirma Manuel. “Só agora, com este executivo camarário começamos a ter alguma esperan-ça de ter as nossas casas para nós, como já devia ter acontecido”.

Da mesma tertúlia, recorda-se o tes-temunho de Maria Ascensão Rodri-gues, em Marvila desde 1960, que se lembra desta zona como “uma quinta muito grande onde se vinham buscar os legumes que precisávamos, quan-do morávamos no bairro chinês”. Na sua chegada ao bairro e, com a

união de alguns moradores, nasce-ram duas associações de moradores: A Associação de Moradores do Vale Fundão e a Associação de Morado-res do Bairro da PRODAC, que sub-sistem até hoje com algumas vitórias, nomeadamente o bairro da PRODAC norte que, em 2011, viu chegar as suas licenças de habitação.

Além destas associações de mora-dores há ainda o histórico Oriental Recreativo Clube onde, antigamente, a população podia usar os seus bal-neários para tomar banho ao fim de semana, a Santa Casa da Misericór-dia e a Quinta das Flores.

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O novo portal “Na Minha Rua” é o local onde os munícipes de Lisboa podem participar as ocorrências na via pública, em habitação e equi-pamentos municipais que necessitem da intervenção da Câmara Municipal de Lisboa. http://www.cm-lisboa.pt/servicos/servicos-online/na-minha-rua

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Melhorar Marvila

Mãos à obra

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arvila é conhecida por ser uma freguesia de grandes dimensões, ocu-pando, neste momento, a 3ª posição entre as três maiores freguesias de Lisboa. As suas dimen-sões acarretam responsabilidades acrescidas, nomeadamente, no que diz respeito à manutenção do espaço público.

Passeios, bancos, pilaretes são al-gumas das preocupações do pelouro Espaço Público, Segurança e Mobili-dade, uma vez que representam as situações que mais requerem repara-ções, por serem vítimas da falta de cuidado, condições climatéricas ou, pela falta de civismo no que concer-ne ao estacionamento indevido de alguns visitantes da freguesia.

O Jornal de Marvila foi até ao bairro

das Amendoei-ras, onde encon-trou a equipa de empreitadas da Junta de Fregue-sia, a reparar os

passeios juntos aos prédios da Rua Engenheiro Rodrigues de Carvalho. Em conversa com o Sr. Serafim, chefe de obra, ficamos a saber que trabalhos estão a desenvolver, neste momento e o que têm andado a fazer, para melhorar a qualidade de vida da freguesia.

“Estamos neste bairro há três dias, tempo demais para um sítio apenas, mas aparece sempre mais qualquer coisa para fazermos, ou mais um bu-raco de um dia para o outro, ou pila-retes fora do sítio e mesmo as pes-soas que nos pedem para arranjar melhor um determinado sítio”, diz Se-rafim. Uma equipa que acaba por ser um dos muitos rostos da freguesia e à qual nem sempre é reconhecido o devido valor pela população. “São muito mais as pessoas que nos tra-tam menos bem do que aquelas que elogiam o nosso trabalho” confessa o chefe.

No entanto, aqueles que vêem o tra-balho destes homens como uma mais valia para o seu dia a dia, por terem o passeio arranjado e sem quais-quer buracos, são também aqueles que vão chamando à atenção para os problemas que se mantêm.

Sera-fim constatou que “após as obras que a Câmara Muni-cipal de Lisboa, fez nestes prédios, houve ainda muita coisa que ficou por fazer, principalmente nos locais onde tinham os andaimes – sendo terminada, assim, a intervenção, pela Junta de Freguesia de Marvila”. Numa freguesia com a di-mensão de Marvila, há um esforço para chegar a todo

o lado, mas deixam aos marvilenses o pedido de maior cuidado com o es-paço que é de todos, porque ‘Marvila é uma responsabilidade de todos’ ”. Todo este trabalho é coordenado, de perto, pelo responsável do pelouro, Vítor Simões, sendo feito com cui-dado, para que todos possam usu-fruir dos espaços, circular bem pelos passeios e para que a circulação de

peões não seja posta em causa pe-los automobilistas, além de garantir a mobilidade mais segura para as pessoas de mobilidade reduzida ou carrinhos de bebés. Este é um tra-balho, nem sempre valorizado e, que apenas é possível, com a ajuda de todos os marvilenses, da Junta de Freguesia de Marvila e do seu pelou-ro do Espaço Público, Segurança e Mobilidade.

das Mãos dos Moradores

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Melhorar Marvila

Melhorar Marvila

Melhorar Marvila

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Fábrica de Braço de Prata, em Marvila Velha, abriu as suas portas para receber a segun-da edição do evento “Há Fes-ta no QuinFes-tal”. Uma iniciativa itinerante, sem fins lucrativos que pretende criar momentos de partilha de valores, artes e conhecimento, onde esteve presente o projeto ReMix.

Feira de artesanato, 2ª mão e arte, con-certos ao vivo e workshops de dança, desodorizante caseiro e mercado de tro-cas foram algumas das coisas que se puderam ver neste evento, que nasceu de uma venda de garagem com gente criativa que, rapidamente percebeu que a oportunidade podia ser aproveitada para algo maior.

O projeto ReMix participou neste even-to, uma vez que toda a sua missão e filosofia se enquadra nos objetivos do “Há Festa no Quintal”, pois visa a

pro-moção da Inovação Social, procuran-do novas soluções para a inclusão e desenvolvimento social, qualidade de vida, participação cívica e comunitária, da comunidade do Bairro do Armador, através de iniciativas como o Eco-De-sign. Uma atividade que promove o empreendedorismo dos moradores, em colaboração com designers de referên-cia, visando a produção de peças de design através de materiais residuais, como tacos de madeira, desperdício de oficina, estores, portas, plásticos, etc, com o objetivo de desenvolver um mo-delo de negócio, cuja receita é aplicada diretamente na evolução auto-susten-tada do projeto.

De portas abertas entre as 14h00 e as 22h00 do dia 20 de abril, o evento “Há Festa no Quintal”, foi mais uma oportu-nidade para os projetos de Marvila mos-trarem o que valem.

reMix na 2ª edição do “há Festa no Quintal”

eM Marvila

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eve início no passado dia 14 de abril, a 6ª Edição do Orçamento Participativo de Lis-boa, tendo como mote "Lisboa é de Todos. Todos Têm uma Palavra a Dizer".

Neste sexto ano consecutivo, os cidadãos podem começar a apresentar as suas propostas para a ci-dade e, mais concretamente para o melhoramento das suas freguesias, até ao dia 16 de junho, em www.lisboaparticipa.pt.

Todos os residentes em Lisboa, que tiverem idade igual ou superior a 18 anos, podem contribuir e, em particular os marvilenses, ajudar a melhorar Marvila com as suas ideias, como tal apela-se à participa-ção ativa de todos para o melhoramento desta fre-guesia, através de projetos idealizados pela comu-nidade. Para este ano o montante global será de 2,5 milhões de euros, 1 milhão de euros para o conjun-to dos projeconjun-tos de valor igual ou inferior a 500.000 euros e 1,5 milhões de euros para o conjunto dos projetos de valor igual ou inferior a 150.000 euros.

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Melhorar Marvila

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13ª edição do Festival Na-cional de Robótica, uma iniciativa da Sociedade Portuguesa de Robóti-ca foi, este ano, organizada pelo Agrupamento de Escolas D. Dinis, em Marvila. Os dias 26, 27 e 28 de abril foram destinados aos ensaios e competições de Futebol, Condução Autónoma, Dança e Busca e Sal-vamento, algumas das provas que constituem este festival.

Desde a sua primeira edição, em 2001, este evento tem decorrido em diferentes cidades e, tem registado um aumento do número de partici-pantes e mesmo de público. Com o objetivo de promover a Ciência e Tec-nologia junto dos jovens dos ensinos básico, secundário e superior, este

festival teve, ainda um encontro cien-tífico, no ISEL – Instituto Superior de Engenharia de Lisboa, aberto ao pú-blico em geral, contando com investi-gadores nacionais e estrangeiros da área da Robótica.

Circulando pelos diferentes espaços em que decorria o festival, foi perce-tível a participação de muitos volun-tários que, tal como referiu José An-tónio Sousa, diretor da escola “houve muitos alunos, tanto dos cursos pro-fissionais como de desporto, a querer fazer parte deste evento e, muito sin-ceramente, sem eles não seria pos-sível ter tudo tão bem organizado”.

Um evento de tamanha dimensão e que tem vin-do a crescer de ano para ano acarre-ta os mais diversos e e l e v a d o s custos. Nes-te caso, para suportar es-ses encar-gos a Escola Secundária D. Dinis

con-tou com importante apoio do proje-to Ciência Viva, sendo este um dos principais apoios, ao qual estão muito agradecidos, como re-forçou o diretor, “a es-cola sozinha, não con-seguiria realizar este evento que tão grande importância tem para nós e para os nossos alunos”.

Para José António Sou-sa, “este evento é muito importante, não só para a escola como e, princi-palmente, para os alu-nos, sejam eles do en-sino geral ou especializado. Para os alunos na generalidade é importante o conhecimento e o contacto e terem a oportu-nidade de ve-rem a aplicação de conceitos. Para os alunos da especialida-de, é mesmo a aplicação de muitos dos con-ceitos aprendi-dos na sala de aula. É

fantásti-co para eles, por um lado podem tra-duzir o que aprenderam, mas podem também trabalhar com escolas de todo o país e do estrangeiro.”

As provas mais apetecíveis são o Futebol e a Dança de robôs por di-ferentes motivos. O futebol, à seme-lhança do que se passa com a sele-ção nacional, tem muitos seguidores e, os resultados vivem-se da mesma maneira. As provas de dança trazem um brio diferente a este festival, uma vez que contam com a participação conjunta de alunos do primeiro ciclo e robôs a fazerem a mesma coreogra-fia ao som de uma música bem ani-mada. As restantes provas dão mos-tras daquilo que os alunos do ensino intermédio podem fazer.

esCola seCundária d. dinis reCebe

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este Mês taMbéM aConteCeu...

ForMação de étiCa no desporto

eM Marvila

N

o dia 19 de abril o Espaço Juventude no Edifício Lápis acolheu a Formação de Ética no Desporto, organizada pelo Projeto “Cres-cer com o Desporto e Cultura” da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens da zona Oriental de Lisboa, com o apoio da Junta de Freguesia de Marvila, entre outras instituições.

Das instituições presentes destacam-se a Fundação Benfica, a SCML do Bairro da PRODAC, a Associação Jorge Pina, o Grupo Desportivo de Che-las, a Associação Tempo de Mudar e a Nuclisol Jean Piaget.

O início dos trabalhos teve lugar às 18h30 com os formadores Dr. José Carlos Lima, do Plano Nacional de Ética no Desporto e, o atleta e treinador Jorge Pina, da Associação Jorge Pina.

Poema

voz ativa

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14

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N

ão há impossíveis” foi o lema de vida pelo qual sempre se guiou Rogério Rosa, habitante de Marvila em 1985. Um exemplo de vi-talidade, nunca tendo desistido de perseguir o seu sonho de ser ator e, tendo sido ainda, finalista de uma licenciatura em serviço social.

Contando com o apoio de diversas instituições da freguesia, como a ACA-PO e a APEDV, sendo amblíope, Rogério conseguiu vingar no mundo que idealizou, enfatizando a importância que tais instituições

tiveram para o seu desenvolvimento profissional e pessoal.

Sentindo-se como um exemplo de força, tendo em conta as suas condições físicas, Rogério reforça o facto de “ser muito importante dar ênfase aos artistas deficientes, mostrando que não há impossíveis e que todos têm o seu lugar na sociedade, seja no teatro, na te-levisão, cinema, música, pintura ou mesmo na escrita”.

Para aqueles que têm um sonho que considerem impossível aqui ficam alguns exemplos de partici-pações deste ator, em televisão: Morangos com Açúcar – série 6; Doce Fugitiva, da TVI; Re-belde Way e Perfeito Coração da SIC; Liber-dade 21 e Vila Faia. Além da televisão, já teve participações no grande écran, nos filmes: Corrupção; O Barão – nomeado Globo de Ouro de 2012 para melhor fil-me – e O Quadro, de Diogo Andrade.

roGério rosa,

uM exeMplo de perseverança

Penso que deveria ser feita uma obra de reabilitação no palácio da Quinta dos Alfinetes, visto ser um monumen-to histórico importante no património da freguesia de Marvila. Tendo em conta a importância das hortas ur-banas hoje em dia, na vida das pes-soas, penso que deveriam ser explo-radas e criadas mais áreas para tal.

Vera Teixeira, Bairro das Salgadas

Moro há 2 anos na Rua Eng. Cunha Leal, uma paralela à Junta de Fre-guesia no sentido sul, e no fim da rua, já na Av. João Paulo II, tem vin-do a formar-se uma lixeira de ferro velho junto à paragem do autocarro, que ocupa o passeio e fica mesmo encostada à paragem. Para além de prejudicar os transeuntes e utentes da Carris em termos de espaço e hi-giene, presumo que os materiais ali depositados também serão atrativos para ratos e outros bicharocos inde-sejáveis.

Como existe um centro oficial de recolha de lixo, 20 metros à frente, permito-me sugerir que lhes seja in-dicado para fazer a recolha e limpeza do local.

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inFORMaçõES útEiS

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Poema

O nOSSO EXEcutiVO

Mandato 2009-2013

belarmino Silva Presidente Coordenação Pelouros Administração e Funcionamento Relações Institucionais Recursos Humanos urbanismo Património Atendimento ao público 2.ª feira das 16H00 às 18H00 (Por marcação prévia)

António Alves Tesoureiro Pelouro Habitação vítor Morais Vogal Pelouro Desporto, Juventude e Cultura Jorge Máximo Secretário Pelouro Economia e Sociedade Conselho Marvilense Isabel Fraga Vogal Pelouro Educação Saúde Ação Social Conselho Educativo de Marvila

jmmaximo@jf-marvila.pt isabel.fraga@jf-marvila.pt vitor.simoes@jf-marvila.pt

Atendimento ao público 2.ª feira das 10H00 às 12H00 (Por marcação prévia)

Atendimento ao público 4.ª feira das 18H00 às 20H00 (Por marcação prévia)

vítor Simões Vogal Pelouro Espaço Público Segurança e Mobilidade Calçadas e Passeios Transportes e Trânsito Iluminação Pública Mobiliário Urbano Júlio Reis Vogal Pelouro Ambiente Higiene Espaços verdes Saneamento Atendimento ao público 5.ª feira das 16H00 às 18H00 (Por marcação prévia)

Atendimento ao público 6.ª feira das 16H00 às 18H00 (Por marcação prévia) Atendimento ao público

6.ª feira das 14H00 às 16H00 (Por marcação prévia)

antonio.alves@jf-marvila.pt vitor.morais@jf-marvila.pt julio.reis@jf-marvila.pt

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poeMa

o Meu

CurríCulo

ILíDIo SouSA

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Na freguesia de Marvila, Está o meu pátio da Quintilha. Irmão gémeo do Beato, Fui um miúdo reguila. Com esta saudade minha, E a tenho desde gaiato. A escola do nacional, E o clube do Oriental,

Onde joguei hóquei em campo. Fui aos bailes à Berbena, Fui ao chagas ao cinema. Passado que adoro tanto, São as minhas companhias, Quem não conhece umelias.

saúde

Centro de Saúde de Marvila - Rua Dr. Estevão de Vasconcelos, 56 Tel: 21 862 07 51 / 21 868 69 51

Centro de Saúde Dr. José Domingos Barreiros - Beco da Mitra, 2 - Tel: 21 861 86 00 Unidade de Saúde dos Lóios - Tel: 21 836 60 75

Unidade Local de Saúde da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa

do Bairro do Armador - Av. Virgílio Ferreira, Lt. 770, R/C - Bairro do Armador - Tel: 21 831 07 90/5 Clínica de Chelas - Av. Dr. Augusto Castro, Lt. 107, Lj. A e B

Tel: 21 859 30 40 / 21 837 30 40

Centro Médico D. Dinis - Via Principal de Peões, Lt. 107, Loja 3 Tel: 218 595 875 / 218 590 504

FarMáCias

Farmácia Almeida Vaz - Rua Luís Cristino da Silva, Lt. 248 Lj. 92 - Tel: 21 859 56 73 Farmácia Barros Gouveia - Rua Vale Formoso de Cima, 79 B - Tel: 21 859 51 80 Farmácia Falcão - Rua Rui de Sousa, Lt. 65 A - Tel: 21 859 65 65

Farmácia Freitas - Rua Vale Formoso, 23 A - Tel: 21 868 11 36

Farmácia de Marvila - B.º Marquês de Abrantes, Lt. 35 e 36 - Tel: 21 859 48 00 Farmácia Sacramento - Rua Actriz Palmira Bastos, 42 Lj. Dt.ª - Tel: 21 859 09 04 Farmácia Santo António - Avenida Paulo VI, 14 Lj. - Tel: 21 839 43 14 Farmácia Santos Silva - Praça Raul Lino, Lt. 226, Loja 22 - Tel: 21 859 12 65 Farmácia Serejo - Avenida João Paulo II, Lt. 531, Lj. B - Tel: 21 859 26 11 Farmácia Pontes Leite - Av. François Mitterrand, 39 B - Tel: 21 859 37 20 Farmácia Bela Vista - Av. República da Bulgária, Lote 12, Loja C - Telf. 218 682 241

seGurança

PSP

14.ª Esquadra Amendoeiras - Tel. 21 837 40 60 16.ª Esquadra Condado - Tel. 21 837 48 82 38.ª Esquadra Flamenga - Tel. 21 837 39 88 Tel: 21 859 30 40 / 21 837 30 40

serviços públiCos

EPAL (Assistência Domiciliária) - Tel: 800 201 101 EPAL (Roturas) - Tel: 800 201 600

EDP (Fugas de gás) - Tel: 21 868 53 09 Intoxicações - Tel: 21 795 01 43 Linha Vida - Tel: 1414 (gratuita) SOS Voz Amiga - Tel: 21 354 45 45 B.S. Bombeiros - Tel: 21 342 22 22

atendiMento soCial

Serviço de Ação Social da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa Praça José Queiroz, 1 Piso 3 - Edifício Entreposto - Tel: 21 855 41 00

atendiMentos

Horário de funcionamento da Junta: Das 10h às 18h de segunda a sexta-feira Horário de licenciamento de canídeos: Das 11h às 17h

Psicoterapia Infantil - Drª. Joana Gonçalves Av. João Paulo II, Lote 526 - 1º A 1950-159 Lisboa

Terças e Quintas, das 16h00 às 19h00 (Marcações pelo Tel.: 21 831 03 50) Apoio Psico-Social - Dr.ª Elisabete Ribeiro Av. João Paulo II, Lote 526 - 1º A 1950-159 Lisboa

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MaIo

2013

iniCiativas da FreGuesia

REunIão DESCEnTRALIzADA DA CâMARA MunICIPAL DE LISboA

18h30

Espaço Municipal da Flamenga – Auditório Fernando Pessoa

Tel.: 218 310 350 • e-mail: info@jf-marvila.pt

Dia 2

noITE DE FADoS oRIEnTAL RECREATIvo CLubE

21h30

Sede do Oriental Recreativo Clube

Tel.: 218 310 350 • e-mail: info@jf-marvila.pt

Dia 3

44º AnIvERSáRIo FuTEboL CLubE RECREATIvo Do RoSSão

Jogo DE FuTEboL

17h00

Sede do Clube - Bairro Marquês de Abrantes

bAILE

21h00

Sede do Clube - Bairro Marquês de Abrantes

Tel.: 218 310 350 • e-mail: info@jf-marvila.pt

Dia 4

15º FESTIvAL DE bAnDAS FILARMónICAS DESFILE DAS bAnDAS EnTRE A SEDE DA JF MARvILA ATé à ESCoLA Eb MARvILA

15h00

Escola

Tel.: 218 310 350 • e-mail: info@jf-marvila.pt

Dia 11

o noSSo PRESIDEnTE, bELARMIno SILvA CoMEMoRou

MAIS uMA PRIMAvERA no PASSADo DIA 25 DE AbRIL.

o JoRnAL DE MARvILA DESEJA-LHE

AS MAIoRES FELICIDADES.

PARAbénS!

44º AnIvERSáRIo FuTEboL CLubE RECREATIvo Do RoSSão

ALMoço CoMEMoRATIvo

13h00

Sede do Clube - Bairro Marquês de Abrantes

2º AnIvERSáRIo Do gIn – gRuPo InTERgERACIonAL AMIgoS DoS LóIoS ALMoço CoMEMoRATIvo

13h00

Instalações do CDC da Santa Casa da Misericórdia – Bairro dos Lóios

58º AnIvERSáRIo DA CASA Do ConCELHo DE ARCoS DE vALDEvEz

ALMoço ARCuEnSE

12h00

Quinta Valenciana – Fernão Ferro - Seixal

Tel.: 218 310 350 • e-mail: info@jf-marvila.pt

Dia 5

noITE DoS AnoS 80

oRIEnTAL RECREATIvo CLubE

21h00

Sede do Oriental Recreativo Clube

Tel.: 218 310 350 • e-mail: info@jf-marvila.pt

Dia 18

FEIRA DE TRoCAS

Do oRIEnTAL RECREATIvo CLubE

14h00

Sede do Oriental Recreativo Clube

Tel.: 218 310 350 • e-mail: info@jf-marvila.pt

Dia 26

Imagem

Referências

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