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FACULDADE INGÁ RANIERI ALBERTON MARCHIORO

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Academic year: 2021

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RANIERI ALBERTON MARCHIORO

AVALIAÇÃO DAS TÉCNICAS DE MOLDAGEM SOBRE MÚLTIPLOS

IMPLANTES UTILIZANDO MOLDEIRA RÍGIDA EM POLIESTIRENO E

EM RESINA ACRÍLICA - ANÁLISE POR MEV

MARINGÁ

(2)

AVALIAÇÃO DAS TÉCNICAS DE MOLDAGEM SOBRE MÚLTIPLOS

IMPLANTES UTILIZANDO MOLDEIRA RÍGIDA EM POLIESTIRENO E

EM RESINA ACRÍLICA - ANÁLISE POR MEV

Dissertação de Mestrado apresentada à Faculdade Ingá – como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em Prótese Dentária.

Orientador: Prof. Dr. Cleverson de Oliveira e

Silva

MARINGÁ

(3)

AVALIAÇÃO DAS TÉCNICAS DE MOLDAGEM SOBRE MÚLTIPLOS

IMPLANTES UTILIZANDO MOLDEIRA RÍGIDA EM POLIESTIRENO E

EM RESINA ACRÍLICA - ANÁLISE POR MEV

Dissertação de Mestrado apresentada a Faculdade UNINGÀ.

COMISSÃO EXAMINADORA

____________________________________

Prof. Orientador

Unidade de Ensino Superior – UNINGÁ

____________________________________

Prof. Componente da Banca Unidade de Ensino Superior - UNINGÁ

____________________________________

Prof. Componente da Banca Unidade de Ensino Superior - UNINGÁ

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DEDICATÓRIAS

Dedico este trabalho à esposa Rosana, minhas filhas Rayssa, Raynna e Ranieri Filho por compreenderem o meu desafio e me oferecerem o apoio necessário para cumprí-lo.

Aos meus pais Martinho e Natalina pelo amor constante e a proteção.

Aos meus demais familiares pelo incentivo ao longo da vida.

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AGRADECIMENTOS

Agradeço inicialmente a DEUS pelo presente da vida, a permissão para exercer o desafio e o livre arbítrio, pelo refúgio seguro e pelo amor insuperável.

A Jesus Cristo, Mestre dos Mestres, Doutor dos Doutores, pela base de dados, casuística, publicações e os ensinamentos de amor perfeito e pelas promessas que sempre se cumprem. Meu permanente Orientador.

Ao Pe. m.s.c. Afonso de Nijs e Irmã Alix (in memorian) pelo apoio familiar e pessoal. Ao Seminário São José e a Congregação dos Missionários do Sagrado Coração de Jesus pelo desenvolvimento cultural e educacional, refletidos na figura do Pe. m.s.c. Lamberto Poelmans e Pe. m.s.c. Valério Spanhove (in memorian).

Aos colegas seminaristas de 1978 a 1982 pelo modelo de convivência alegre, desafiador, fraterno, organizado e disciplinado.

Ao Ministério do Exército pela oportunidade, acolhimento, forja e desafio constante. A Universidade Federal Fluminense (UFF – RJ), pela possibilidade de realização do meu sonho acadêmico.

Aos pacientes da Clínica Odontológica da UFF pela sujeição e compreensão ao meu aprendizado.

Aos pacientes da emergência do Hospital Universitário Antonio Pedro por motivarem o sonho de ser cirurgião dentista.

Ao meu colega militar e de graduação em Odontologia Dr João Aloisio Sebastiani por apoiar e compartilhar o mesmo ideal.

Ao Coronel de Infantaria Waldyr Carvalho de Castro, pelo incondicional apoio a minha formação acadêmica. Ao Cel Inf Alvares de Oliveira Samuel, Gen Bda Dias por apoiarem a continuidade da ação do primeiro.

Ao Prof. Dr Ernesto Salles Cunha Filho pelos primeiros ensinamentos emergenciais em cirurgia no plantão Odontológico do Hospital Municipal de Marechal Hermes - RJ.

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Ao Tenente Cunha, comandante do Pelotão de Comunicações do Regimento Sampaio, pelo apoio e proteção além do dever.

Aos pares da Arma de Comunicações Sgt Walter e Sgt Moacir pelo apoio impagável. Ao Cel Inf Ronaldo do Vale Brito por valorizar e reconhecer o trabado os seus comandados.

A Siemens, especialmente a Divisão de Eletromedicina SIRONA, pela projeção profissional.

Aos clientes e pacientes de todos os dias: agradeço pelo suporte, preferência e confiança.

Ao Prof. Dr. Eduardo Pizza Pelizer, Prof. Dr. Kina, Prof. Dr. Stefan pelos ensinamentos, questionamentos e exigências na Especialização em Prótese Dentária em Araçatuba – SP.

A todos os colegas do Curso de Especialização em Prótese Dentária, especialmente Dr Cesar Rudimar Pegoreto e Dr Anderson, pela amizade e parceria.

A UNINGÁ, em especial ao Dr Ricardo Oliveira e Dr Roberto Cesar Oliveira pela amizade, visão holistica de futuro e incentivo.

Ao Dr. Valdir Ilídio Mardegan, Dr. Henrique Sato, Dr. Marcos Kuabara,Dr. Kandeshima pelos ensinamentos na Especialização em Implantodontia e Cirurgia Avançada.

A Universidade de Roma, Universidade de Buenos Aires, Universidade do Alabama, e Universidade de Zurique, pelo complemento educacional.

A Itaipu Binacional pela confiança e apoio profissional.

Ao Amigo Dr. Paulo Barata, pelo lançamento, proposta e exigência de um desafio cada vez maior.

Ao Amigo Dr. Sadi Meine pela cooperação, dedicação de seu tempo e conhecimento na defesa das questões de sua competência.

Ao meu Orientador Prof. Dr. Cleverson de Oliveira e Silva agradeço pelo direcionamento e foco dado a este trabalho. Sua intervenção muito contribuiu para que maior êxito fosse alcançado.

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Luciano, Prof. Dr. Giovani, Prof. Dr. Carlos, Prof. Dr. Mário, Prof. Dr. Manoel, Profª Drª Cleusa, Prof. Dr. Fabiano, Profª Drª Silvia Massae, Profª Ms. Patricia e professores convidados, um agradecimento especial pela formação transmitida e amizade.

Os meus colegas do Curso de Mestrado em prótese Dentária pelos bons momentos de convivência e o compartilhamento de idéias.

A Diretora de Pós Graduação Dra Gilese, a sua equipe Karla e Samile e demais funcionários da UNINGÁ, agradecimentos pelo apoio constante.

Ao Prof. Dr. Ariel Lenharo e “Dona Neide” figuras humanas extraordinariamente gentis, por terem acreditado num grande sonho e emprestarem um bom exemplo a todos.

A SIN IMPLANTE - SP e seu staff, pelo apoio material e técnico a este trabalho em especial o Prof. Dr. Fabio Bezerra, Profª Drª Esther, Diretor Marcio Bortolli e Eng Marcio.

A Oral Diagnose por contribuir com nosso crescimento técnico.

Ao Laboratório de Prótese Carmo, especialmente o TPD Jeferson, Jader e Karla além de toda a sua equipe por apoiarem e colaborarem com este trabalho.

Aos nossos alunos dos Cursos de Especialização do Instituto Premiere Odonto Medicina, por exigirem nosso esforço máximo e nos motivarem através de seus sonhos de aprimoramento e sucesso profissional.

Ao Prof. Dr. Fabio Yoshio Tanaka e Prof. Dr. André Dotto Sotovia, por emprestarem sua experiência e conhecimento contribuindo para o êxito deste estudo.

A minha ex secretária Zenaide Rosa dos Santos, minhas secretárias Lilian e Eva pelo exemplo de lealdade, dedicação, confiança e zelo diário.

A todos os funcionários e colaboradores do Instituto Premiere, por compartilharem o sonho da Equipe e um novo aprendizado sempre.

Ao Técnico em Prótese Dentária Grilo e Karine Justen, do Laboratório Cabral, pela dedicaçao no escaneamento dos modelos e a contribuição com a ciência.

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MARCHIORO, Ranieri Alberton.Avaliação das técnicas de moldagem sobre

múltiplos implantes utilizando moldeira rígida em poliestireno e em resina acrílica - Análise por MEV.2011. 91 páginas. Dissertação de Mestrado. Unidade de

Ensino Superior - Ingá, Maringá, 2011.

RESUMO

Diferentes técnicas de moldagem são utilizadas para obtenção de estruturas adaptadas e passivas sobre múltiplos implantes. A forma da moldeira, a técnica de moldagem e a seleção de materiais de moldagem influenciam estes resultados. Desta forma, o objetivo do presente estudo foi propor uma nova técnica de moldagem segura e rápida para múltiplos implantes. Para tanto, uma estrutura em titânio foi confeccionada com uma barra e cinco uclas em titânio à qual foram parafusados cinco implantes. Foi criado um modelo mestre que foi moldado e replicado em quatro novos modelos através de duas técnicas de moldagem, uma empregando uma moldeira rígida de poliestireno sem a união dos transferentes (Grupo I) e outra utilizando moldeiras individuais de resina acrílica e união dos transferentes com resina acrílica (Grupo II). Sobre os modelos do Grupo I e II e o modelo mestre a estrutura foi provada e os Gaps presentes mensurados em Microscópio Eletrônico de Varredura. Os valores médios encontrados para os Gaps foram de 3,423μm no Modelo Mestre, 3,512μm para o Grupo I e 3,534μm para o Grupo II. Ambos apresentaram o mesmo desempenho do Modelo Mestre quanto à adaptação da estrutura, sem diferença estatística entre os grupos. A técnica da moldeira em Poliestireno Rígido mostrou-se confiável como a da moldeira em resina acrílica com união dos transferentes. As vantagens observadas foram a velocidade e simplificação do procedimento, eliminação de variáveis indesejáveis com economia de tempo clínico.

Palavras-chave: Poliestireno. Prótese dentária. Técnica de moldagem. Implantes

(10)

MARCHIORO, Ranieri Alberton. Evaluation of impression techniques on multiple

implants using rigid molds made of polystyrene and acrylic resin - Analysis by

scanning electron microscopy. 2011. 91 pages. Masters Dissertation. Unit of Higher Education - Inga, Maringá, 2011.

ABSTRACT

Different molding techniques are used to obtain adapted and passive structures about multiple implants. The form of the molder, the molding technique and the selection of the molding materials influence these results. This way, the intention of the present study was to propose a new molding technique that is safe and fast for multiple implants. One structure in titanium was made with a bar and five uclas in titanium where five implants were screwed. A master model was created, molded and replicated into 8 new models through two molding techniques, one using a rigid polystyrene molder without the transferees union (Group I) and another using individual molders made of acrylic resin and the transferees union with acrylic resin (Group II).About the moldels of Groups I and II and the master model, the structure was approved and the present gaps mensured in Scanning Eletronic Microscope. Other medium values found for the gaps were 3,423μm in the master model, 3,512μm for Group I and 3,534μm for Group II. Both showed the same performance in the Master Model as the adaptation of the structure, with no statistical difference between the groups. The molder technique in rigid polystyrene showed itself reliable and advantageous over the one in acrylic resin with the transferees union. The observed advantages were the speed and simplify of the proceeding, elimination of unwanted variables and economy of clinic time.

Keywords: Polystyrene. Dental prosthesis. Molding technique. Dental implants.

(11)

LISTA DE QUADROS

Quadro 01: - Valores das desadaptações Médias em µm, por implante, no Modelo

(12)

LISTA DE TABELAS

Tabela 1 - Valores das Médias em µm do Modelo Mestre e Grupos I e II...57

Tabela 2- Valores do Gap nos implantes do Modelo Mestre...67

Tabela 3 - Valores do Gap nos implantes do Grupo I – Modelo 1...67

Tabela 4- Valores do Gap nos implantes do Grupo I – Modelo 2...68

Tabela 5- Valores do Gap nos implantes do Grupo I – Modelo 3...68

Tabela 6 - Valores do Gap nos implantes do Grupo I – Modelo 4...68

Tabela 7 - Valores do Gap nos implantes do Grupo II – Modelo 1...69

Tabela 8 - Valores do Gap nos implantes do Grupo II – Modelo 2...69

Tabela 9 - Valores do Gap nos implantes do Grupo II – Modelo 3...70

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LISTA DE FIGURAS

Figura 1- Estrutura metálica rígida em titânio com 5uclas em titânio...71

Figura 2 - Implantes acoplados àestrutura...71

Figura 3- Inclusão da estrutura em Gesso...71

Figura 4- Moldeiras em Poliestireno Rígido após plastificação...71

Figura 5 - Moldeiras em Poliestireno Rígido e em Resina acrílica...71

Figura 6- Modelo Mestre com transferentes instalados...71

Figura 7- Modelo Mestre com transferentes instalados e Moldeira individual em Poliestireno Rígido...71

Figura 8- Modelo Mestre com Transferentes e moldeira de resina acrílica...71

Figura 9- Moldeira individual em Resina acrílica e parafusos do transferente...72

Figura 10- Ucla soldada a laser na barra da estrutura...72

Figura 11- Imagem do implante acoplado à Ucla (MEV)...72

Figura 12- Transferentes e etiquetas de controle do tipo e lote...72

Figura 13- Molde com Gesso Extra duro...72

Figura 14- Silicone de polimerização por condensação para laboratório Zetalabor (Zhermack - Itália)...72

Figura 15- Balança de precisão, copo plástico e gesso em pó...72

Figura 16- Termometro inserido em um copo de água destilada para controle de temperatura da água...72

Figura 17- Estrutura e implantes inseridos em Gesso para obtenção do Modelo Mestre (1) ...73

Figura 18- Estrutura acoplada à 5 analogos para obtenção do Modelo Mestre (2)..73

Figura 19- Modelo Mestre (2) com transferentes conectados e espaçadores...73

Figura 20- Vista superior do Espaçador confeccionado a partir do aproveitamento do invólucro de titânio que acompanha as embalagens dos implantes de Hexágono Externo da Sin Implantes...73

Figura 21- Vista inferior do espaçador...73

Figura 22- Gesso Tipo IV Extra Duro Elite Rock...73

Figura 23- Espaçadores capturados em molde de silicone...73

Figura24- Modelos em Gesso para confecção de moldeiras individuais em Poliestireno Rígido...73

(14)

Figura 26- Moldeiras individuais plastificadas à vácuo...74 Figura 27- Alojamento do Transferente em uma moldeira individual em Poliestireno

Rígido...74

Figura 28- Adaptação do transferente ao implante no Modelo Mestre...74

Figura 29- Kit de Polieter Impregum Soft...74 Figura 30- Adesivo e moldeira individual em Poliestireno Rígido...74 Figura 31- Fita adesiva 3M aplicada à moldeira individual em Poliestireno Rígido..74 Figura 32- Perfurações em fita adesiva 3M em Moldeira Individual...74 Figura 33- Remoção de fita adesiva em moldeira individual em Poliestireno

Rígido...75

Figura34- Moldeira individual em Poliestireno, fita adesiva e parafuso do

transferente...75

Figura 35- Adaptação de implante ao transferente no

molde...75

Figura 36- Isolante para gengiva artificial Zhermack...75 Figura 37- Implante e gengiva artificial aplicado ao molde...75 Figura 38- Vazamento inicial de uma fina camada de Gesso para esplintagem dos

implantes no molde...75

Figura 39- Quatro modelos em gesso e moldeiras individuais em Poliestireno

Rígido...75

Figura 40- Medida de peso da moldeiraindividual em Poliestireno Rígido vertido em

Gesso do modelo 1 do Grupo I...75

Figura 41- Medida de peso da moldeira individual em Poliestireno Rígido vertido em

Gesso do modelo 2 do Grupo I...76

Figura 42- Medida de peso da moldeira individual em Poliestireno Rígido vertido em

Gesso do modelo 3 do Grupo I...76

Figura 43- Medida de peso da moldeira individual em Poliestireno Rígido vertido em

Gesso do modelo 4 do Grupo I...76

Figura 44- Resina acrílica liquido e pó Classico Jet...76 Figura 45- Moldeira individual em Resina acrílica aplicada ao Modelo Mestre...76 Figura 46- Trama de fio dental aplicado ao Modelo Mestre e dispositivo em

Silicone...76

(15)

Figura 48- Trama de fio dental aplicado ao Modelo Mestre...76

Figura 49-Aplicação de Resina Pettern com pincel microbrush ao fio dental e transferente...77

Figura 50- Resina acrílica Pattern (pó e liquido) modelo Mestra e Moldeira individual em Resina acrílica com adesivo aplicado...77

Figura 51- Disco de seccionamento da resina acrílica...77

Figura 52- Seccionamento uniforme da resina acrílica...77

Figura 53- União com resina acrílica do seccionamento...77

Figura 54 - Aplicação regular do adesivo em moldeira individual em resina acrílica...77

Figura 55 - Aplicação de fita adesiva 3M em moldeira individual de resina acrílica..77

Figura 56 - Aplicação de Polieter na base dos transferentes, abaixo da resina acrílica aplicada aos transferentes...77

Figura 57 - Moldeira individual em resina acrílica, fita adesiva 3M e parafusos dos transferentes. ...78

Figura 58 - Remoção de fita adesiva da moldeira individual em resina acrílica e evidenciação dos parafusos dos transferentes...78

Figura 59 - Torquímetro digital e troque de 10N...78

Figura 60 - Microscópio Eletrônico de varredura (MEV)...78

Figura 61 - Torquímetro digital e troque de 32N...78

Figura 62 - Câmara interna do MEV...78

Figura 63 - (Grupo II) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a base da Ucla.Modelo 3, Implante 4, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 5,86 μm...79

Figura 64 - (Grupo II) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a base da Ucla.Modelo 3, Implante 3, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 2,08 μm...79

Figura 65 - (Grupo II) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a base da Ucla.Modelo 3, Implante 5, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 0,81 μm...79

Figura 66 - (Grupo II) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a base da Ucla.Modelo 3, Implante 1, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 0,77 μm...79

Figura 67 - (Grupo II) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a base da Ucla.Modelo 2, Implante 5, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 4,87 μm...80

(16)

Figura 69 - (Grupo II) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 2, Implante 3, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 1,47 μm...80

Figura 70 - (Grupo II) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 3, Implante 2, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 1,60 μm...80

Figura 71 - (Grupo II) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 2, Implante 1, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 2,39 μm...81

Figura 72 - (Grupo II) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 1, Implante 5, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 1,70 μm...81

Figura 73 - (Grupo II) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 1, Implante 4, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 1,55 μm...81

Figura 74 - (Grupo II) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 1, Implante 3, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 4,41 μm...81

Figura 75 - (Grupo II) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 1, Implante 2, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 6,95 μm...82

Figura 76 - (Grupo II) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 1, Implante 1, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 3,12 μm...82

Figura 77 - (Grupo I) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 4, Implante 5, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 3,37 μm...82

Figura 78 - (Grupo I) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 4, Implante 4, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 2,27 μm...82

Figura 79 - (Grupo I) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 4, Implante 3, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 0,68 μm...83

Figura 80 - (Grupo I) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 4, Implante 2, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 7,06 μm...83

Figura 81 - (Grupo I) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 4, Implante 1, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 3,10 μm...83

Figura 82 - (Grupo II) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 4, Implante 5, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 2,08 μm...83

Figura 83 - (Grupo II) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 4, Implante 4, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 0,88 μm...84

Figura 84 - (Grupo II) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 4, Implante 3, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 3,07 μm...84

Figura 85 - (Grupo II) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

(17)

Figura 86 - (Grupo II) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla. Modelo 4, Implante 1, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 5,68 μm...84

Figura 87 - (Grupo I) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 4, Implante 5, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 1,49 μm...85

Figura 88 - (Grupo I) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 3, Implante 4, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 1,58 μm...85

Figura 89 - (Grupo I) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 3, Implante 3, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 3,96 μm...85

Figura 90 - (Grupo I) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante a base

da Ucla.Modelo 3, Implante 2, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 1,89 μm...85

Figura 91 - (Grupo I) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 2, Implante 5, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 4,87 μm...86

Figura 92 - (Grupo II) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 2, Implante 5, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 1,55 μm...86

Figura 93 - (Grupo I) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 2, Implante 4, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 3,27 μm...86

Figura 94 - (Grupo I) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 2, Implante 3, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 2,24 μm...86

Figura 95 - (Grupo I) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 2, Implante 2, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 1,89 μm...87

Figura 96 - (Grupo I) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 2, Implante 1, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 1,72 μm...87

Figura 97 - (Grupo I) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 1, Implante 5, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 1,02 μm...87

Figura 98 - (Grupo II) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 2, Implante 5, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 4,87 μm...87

Figura 99 - (Grupo II) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 1, Implante 3, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 3,10 μm...88

Figura 100 - (Grupo I) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 1, Implante 2, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 3,96 μm...88

Figura 101 - (Grupo I) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

(18)

Figura 102 - (Modelo Mestre) Medida do Gap encontrado entre o espelho do

implante e a base da Ucla.Modelo Mestre, Implante 5, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 5,90 μm...88

Figura 103 - (Modelo Mestre) Medida do Gap encontrado entre o espelho do

implante e a base da Ucla.Modelo Mestre, Implante 4, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 2,41 μm...89

Figura 104 - (Modelo Mestre) Medida do Gap encontrado entre o espelho do

implante e a base da Ucla.Modelo Mestre, Implante 3, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 4,48 μm...89

Figura 105 - (Modelo Mestre) Medida do Gap encontrado entre o espelho do

implante e a base da Ucla.Modelo Mestre, Implante 2, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 2,35 μm...89

Figura 106 - (Modelo Mestre) Medida do Gap encontrado entre o espelho do

implante e a base da Ucla.Modelo Mestre, Implante 1, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 2,75 μm...89

Figura 107 - (Grupo II) Medida do Gap encontrado entre o espelho do implante e a

base da Ucla.Modelo 3, Implante 5, Posição 0 Graus, MEV 1500x, 5,17 μm...90

(19)

SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO...20 2 REVISÃO DE LITERATURA...23 3 PROPOSIÇÃO...39 4 MATERIAL E MÉTODO...40 4.1 ESTRUTURA...40 4.2 MODELO MESTRE ...41 4.3 MODELO MESTRE (2)...42

4.4 MOLDEIRAS INDIVIDUAIS EM POLIESTIRENO RÍGIDO...43

4.5 MODELOS DO GRUPO I...50

4.6 MOLDEIRAS INDIVIDUAIS EM RESINA ACRÍLICA...52

4.7 MODELOS DO GRUPO II...53

4.8 REMOÇÃO DOS MODELOS DAS MOLDEIRAS INDIVIDUAIS...55

4.9 REGISTRO DA ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE OS GRUPOS...55

(20)

INTRODUÇÃO

O sucesso de uma estrutura sobre múltiplos implantes tem inicio com a execução de uma técnica de moldagem precisa. A combinação da técnica, forma da moldeira e a seleção do material de moldagem tem significado importante.

Desde o princípio da utilização de implantes osseointegráveis com a finalidade de fixação de próteses dentárias, a preocupação com o ajuste da mesma com os implantes e das conseqüências que a falta de adaptação poderia provocar a curto, médio e longo prazo, despertam o interesse no desenvolvimento de pesquisas por diversos autores (SPECTOR, DONAVAN &NICHOLIS,1990 ; CARL & SOKOL., 1991; ASSIF, MARSHAK & NISSAN.,1994; GYLLENRAN.,1994; SHIAU et al.,1994).

A previsibilidade do tratamento através de uma prótese implanto suportada esta diretamente relacionada à adaptação passiva entre implante-prótese. A utilização dos componentes que possuem uma perfeita adaptação aumenta o sucesso ao longo prazo dos implantes (BINON, 1992).

Para alcançar uma adaptação passiva, é necessário eliminar toda distorção possível nas transferências e nos procedimentos de moldagem, na presa do gesso e no processo de fundição (KOHAVI, 1997).

A confecção em laboratório de estruturas para próteses dentárias sobre múltiplos implantes depende de um modelo mestre de trabalho obtido a partir de um processo conhecido como moldagem. Este modelo deve representar com fidelidade o posicionamento dos implantes de modo vertical e horizontal.

Vários são os fatores a serem observados para a conquista de um modelo de trabalho fiel (HUSAAINI & WONG; 1997). Dentre eles a técnica de moldagem, escolha e emprego adequado dos materiais são decisivos. A obtenção de um modelo de trabalho fiel em implantodontia está relacionada principalmente às técnicas de moldagem e aos materiais utilizados(SILVA, MIMA & DEL’ÁCQUA, 2008).Por esta razão, devem ser observadas as fontes de imperfeições, desde a moldagem de transferência, inclusão, fundição, propriedades das ligas e dos materiais de moldagem e características dos componentes (JEMT, 1996).

(21)

necessidade de uma técnica de moldagem que combine positivamente os fatores presentes nos materiais, alcançando previsibilidade e um modelo mestre fiel.

Como não existe nos implantes a presença do ligamento periodontal, como observado em dentes saudáveis, deve-se manter os bons critérios de confecção e instalação de próteses sobre estes visando manter a preservação em longo prazo. Segundo Skalak (1983) e Sertgöz (1997) o sucesso clínico dos implantes após a instalação da prótese é previsível desde que haja um processo meticuloso, com assentamento passivo de uma estrutura metálica conectada aos pilares dos implantes.

O ajuste passivo é definido como sendo o contato circular simultâneo entre os componentes pré-fabricados. Para obtenção de tais resultados um Modelo Mestre deve ser obtido através de uma das técnicas de moldagem existentes e disponíveis. Por esta razão evidencia-se a importância de domínio de uma técnica que permita a obtenção deste Modelo Mestre.

A finalidade de uma moldagem de múltiplos implantes é registrar, transferir e reproduzir o relacionamento entre os implantes num modelo de trabalho de modo preciso além das estruturas moles envolvidas, também evidenciados por (GREGORY-HEAD & LABARRE, 1999).

A forma da moldeira individual personalizada aliada aos materiais de moldagem é fundamental para estabilização dos transferentes evitando deslocamentos horizontais ou verticais para obtenção do modelo de trabalho(BROSCO, 2005).

Diversas são as técnicas de moldagem propostas na literatura. Pesquisas comparativas (SPECTOR, 1990; ASSIF et al.,1992; HSU, 1993; CARLSSON & CARLSON, 1994; ASSIF et al., 1996; HERBST, 2000; DAOUDI, 2001; VIGOLO, MAYZOUB & CORDIOLE,2004; NACONECY et al., 2004; BROSCO, 2005), buscaram identificar a superioridade de uma técnica sobre a outra. Entretanto, diante de uma variedade de técnicas de moldagem para múltiplos implantes, a falta de uma técnica que confeccione uma moldeira individual rígida personalizada em poliestireno com o intuito de eliminar a utilização de resina acrílica para união dos transferentes, motivou o desenvolvimento deste estudo.

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2 REVISÃO DE LITERATURA

Durante os procedimentos de moldagem Zarb & Jansson (1985) descreveram um método no qual o transferente foi unido com resina acrílica autopolimerizavel e fio dental para diminuir os efeitos da distorção durante o processo de moldagem.

Rasmussen (1987) preconizou não usar a cobertura de cicatrização (healing caps) e sim um material condicionador de tecido na prótese total logo após o segundo procedimento cirúrgico (colocação dos intermediários). Na mesa sessão é feita uma moldagem preliminar com hidrocolóide irreversível. Sobre o modelo de estudo confecciona-se uma moldeira individual em resina acrílica autopolimerizavel. A moldagem final é realizada após uma semana e são utilizados cilindros de ouro modificados (ao invés de transferentes cilíndricos) unidos na boca do paciente com pequena quantidade de resina Duralay (a barra de Duralay foi feita previamente no modelo). Após a verificação da adaptação, a moldagem é realizada com silicone por adição, pela técnica da dupla mistura. A moldagem é removida soltando os parafusos mais distais primeiro e os parafusos centrais por último para evitar distorções por torque na armação. Os análogos são parafusados nos cilindros de ouro se tornarão a base para a fabricação da estrutura metálica. As vantagens deste método de moldagem é o reduzido potencial para erros e o menor tempo clínico e laboratorial.

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utilizando silicone de condensação (Xantopren) foi feita com moldeira fechada e transferentes pré-fabricados. Em todas as moldagens, os análogos foram conectados aos transferentes e então vazados com gesso pedra (Die Kenn). Um total de cinco moldagens foram obtidos para cada técnica. Na técnica onde os transferentes foram unidos com resina acrílica autopolimerizavel as alterações de posição podem ocorrer durante a total polimerização da resina, onde, quanto maior a quantidade de resina usada para unir os componentes de transferência, aumentam os riscos de distorção ate a resina alcançar uma condição totalmente solida (estresse residual). Na técnica 2 e 3 foi feita a recolocação dos transferentes ligados aos análogos na moldagem.

Em 1990 Spectoret al avaliaram com medições múltiplas três técnicas de moldagem de transferência para implantes osseointegrados. Foi utilizado um modelo simulando uma mandíbula com seis implantes, reproduzidos através de três técnicas de transferência. Técnica I – moldeira individual de resina acrílica com abertura superior, transferentes quadrados unidos com resina acrílica (Duralay) e fio dental e moldagem com polissulfeto. Técnica II – moldeiras de estoque, transferentes cilíndricos e moldagem com polivinilsiloxano, Técnica III – moldeiras de estoque, transferentes cilíndricos e moldagem com silicone por condensação. Todos os componentes utilizados foram da Nobel Pharma. Cinco moldagens e cinco modelos foram feitos com cada técnica (vazados em gesso pedra melhorado). Seis transferentes cilíndricos foram usinados em sua superfície superior para permitir as medições feitas no eixo X-Y(plano horizontal) e Z (eixo vertical). Os autores concluíram que a magnitude das distorções foi similar nas três técnicas avaliadas.

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(realizadas cm um poliéster: CaulkPolyger) para os modelos experimentais (Whip Mix – Prima Rock) permitindo fazer quatro medidas entre partes de esferas. Foram produzidos nove modelos para cada técnica e os dados obtidos em um microscópio (precisão de 0.003 mm). A média absoluta observada menos os valores preditos foram: para a técnica indireta, 0,070 mm e para a técnica direta, 0,020 mm. Nas condições deste estudo, não há nenhuma evidência convincente que uma técnica é mais precisa do que a outra.

Em 1991 Ivanhoe et al descreveram uma técnica de moldagem de transferência para implantes com transferentes quadrados unidos. Foi utilizado um paciente com cinco implantes fixados na mandíbula, onde se realizou a moldagem preliminar, com transferentes cilíndricos e hidrocolóide irreversível. Após a obtenção do modelo, os transferentes cilíndricos foram substituídos por transferentes quadrados. Fez-se uma rígida conexão entre eles com resina fotopolimerizável, deixando 1mm de espaço entre cada transferente. Após este procedimento os transferentes com resina foram removidos do modelo e adaptados aos implantes intra-orais, recebendo um torque de 10N/cm e então unidos com resina fotopolimerizável de consistência gel, antes da realização da moldagem. Os autores concluíram que esta técnica reduziu o tempo clínico pela eliminação da necessidade da armação de fio dental e Duralay, minimizou as alterações durante a polimerização pela diminuição da quantidade de resina e reduziu o desconforto para o paciente.

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esta diferença estaticamente significante. Quando o desenho da prótese está adequado, sendo esta rígida e apresentando uma adaptação passiva, o risco de fratura dos componentes é baixo e sua ocorrência é maior no primeiro ano de função e foi sugerido um protocolo para análise da adaptação da prótese. Considerando-se uma prótese fixa suportada por 5 implantes, numerados de 1 a 5 da direita para a esquerda, a prótese deve ser posicionada e o parafuso 1 apertado totalmente. Por meio deste procedimento verifica-se a adaptação dos demais componentes. O procedimento deve ser repetido com o outro parafuso distal (parafuso 5). Uma vez verificada a adaptação parte-se para o aperto de todos os parafusos, um de cada vez, iniciando-se pelo parafuso 2, depois o parafuso 4, depois o mais intermediário e eventualmente os dois parafusos distais. Cada parafuso deve ser apertado até sua primeira resistência, anotando-se a posição da chave e um máximo de meia volta (180 graus) deve ser dado na chave para o aperto final. Outra forma utilizada para avaliar a adaptação foi pela quantidade de voltas dadas durante o aperto do parafuso de ouro. Quanto mais de meia volta era necessária para apertar completamente o parafuso, a prótese era considerada mal adaptada, sendo separada e soldada.

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A maioria dos modelos produzidos com a técnica 4(transferentes cônicos) foram inaceitáveis.

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transferência de implantes e os sistemas de modelos mestres usados. Pode ser que o material de moldagem Impregum tenha propriedades idealmente adaptadas para transferência dos componentes de moldagem (por exemplo, excelente resistência à deformação permanente, baixa deformação sobre compressão e alta resistência inicial ao rasgamento). Ele pode, portanto, prover uma rigidez suficiente para prevenir rotação do transferente quadrado durante o aperto do análogo e formação do modelo e então a esplintagem pode não ser necessária. Para todos os propósitos práticos parece que a técnica não esplintada usando um adequado material de moldagem pode reduzir uma parte da complexidade dos procedimentos de transferência e economizar tempo clínico. O Zeiser system tende a minimizar as distorções das posições dos pilares atribuídas a expansão do gesso.

Os autores concluem que: 1- O volume da massa de resina acrílica Duralay usada para unir os transferentes é um fator insignificante na acuracidade das moldagens de transferência. 2 – Não há diferença significativa na precisão das moldagens de transferência entre as técnicas esplintadas ou não esplintada. 3 – Com o sistema Zeiser foi possível alcançar redução nos erros entre pilares na região posterior dos modelos mestres quando comparado com um sistema de modelo sólido.

McCartney &Pearson (1994) tentando minimizar as alterações advindas da expansão de presa do gesso apresentaram um procedimento, onde preenchiam o espaço ao redor dos análogos suspensos com pequena quantidade de gesso a fim de obter o Modelo Mestre.

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Ao avaliar os parâmetros clínicos para avaliar a adaptação passiva da prótese implanto-suportada, Gyllenram (1994) comentou que qualquer desadaptação gera forças estáticas que vão atuar sobre todo o conjunto e esses efeitos negativos serão acentuados, quando as forças dinâmicas da mastigação atuar sobre esses mesmo conjunto. Em um osso mais resistente, certo grau de desadaptação pode ser mais bem tolerado que em um osso esponjoso, assim como na região posterior da maxila, que além de menos volumoso, também é sujeito a maiores forças de mastigação. A desadaptação de acordo com Gyllenram pode ser de 3 tipos: vertical, horizontal e angular. Um erro vertical leva a uma desadaptação que é proporcional ao erro. O erro horizontal pode levar a duas situações diferentes, dependendo do grau de desadaptação e do tipo de implante que está sendo usado. No caso do sistema Branemark, que apresenta um grau de liberdade horizontal entre o cilindro de ouro e o intermediário, uma desadaptação que não ultrapasse esse grau de liberdade horizontal não será prejudicial ao sistema. Em outras situações, onde não existe essa liberdade horizontal, qualquer desadaptação horizontal leva a uma combinação de desadaptação horizontal e angular. A desadaptação angular é séria, porque seus efeitos são acentuados à medida que o grau de desadaptação é igual, pois existem diferenças funcionais fundamentais.

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moldagem está sendo completamente preenchido. Dá-se o acabamento e o modelo está pronto.

Segundo Carlsson & Carlson (1994) uma prótese com adaptação passiva significa que esta pode ser parafusada sem causar estresse ou tensão. Porém, ressaltaram que não existe uma adaptação absolutamente passiva já que todo aperto de parafuso gera certa deformação da prótese ou do osso, induzindo algum estresse ao sistema. O estresse e tensão são a conseqüência de uma prótese mal adaptada e são fatores que afetam a longevidade dos componentes. Sugeriram duas formas de medir o grau de desadaptação de um sistema: medindo as forças introduzidas durante o aperto dos parafusos, ou através da medida de extensão da desadaptação por meio de um microscópio de medição. O autor salientou que devido às características do Sistema Branemark, uma desadaptação de 50um não gera tensão ao sistema; já uma desadaptação angular do mesmo tamanho pode gerar um deslocamento angular no ápice do implante para aliviar a tensão gerada. A precisão de adaptação entre o intermediário do implante e o componente protético da infraestrutura tem sido questionada como um fator significante na transferência do estresse, na biomecânica dos sistemas de implante, na ocorrência de complicações e resposta dos tecidos na interface biológica.

Segundo Jemt (1996) a verificação da adaptação da infraestrutura e um dos procedimentos mais críticos durante a confecção de uma prótese implanto suportada, pois nenhuma fundição apresentara uma adaptação completamente passiva a nível micrométrico. Ele ressaltou a necessidade de uma técnica clinica, ou seja, a adaptação e checada em um nível clinicamente aceitável, onde pequenas interfaces ou fendas entre a peça fundida e os implantes, antes do aperto dos parafusos, são aceitas, Ressaltou que devem ser observadas as possíveis fontes de imperfeições que existem nos procedimentos de confecção da peça protética, ou seja, os procedimentos de transferência, inclusão e fundição, propriedades das ligas e dos materiais de moldagem assim como as características dos componentes usados.

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autopolimerizavel (Duralay); Grupo 2 – transferentes quadrados sem união e Grupo 3 – transferentes quadrados unidos com resina Duralay diretamente à moldeira individual de resina acrílica. Quinze moldagens usando poliéter (Impregum F) foram obtidas para cada técnica. A análise da precisão de cada técnica foi feita através de um extensômetro, com base no assentamento (com um torque de 10N) de uma supraestrutura metálica (prata – paládio), previamente confeccionada, nos modelos de gesso obtidos pelas moldagens de transferência. As médias dos resultados em microstrains foram: Grupo 1: 138,06; Grupo 2: 293,60 e Grupo 3: 279,13. Verificaram que a união dos transferentes entre si com resina acrílica autopolimerizavel mostrou-se significativamente mais precisa do que as outras duas técnicas.

Hussaini & Wong (1997) apresentaram uma técnica de obtenção do modelo de trabalho fiel para a confecção de uma barra. Para se obter uma barra única para prótese implanto suportada com procedimentos convencionais, freqüentemente temos dificuldade em obter uma precisão de adaptação. O procedimento que os autores analisam e oferecem é a união dos transferentes quadrados com resina acrílica e após a presa total da resina esta então é seccionada e unidas novamente em posição na cavidade oral visando a diminuição da quantidade de resina e as chances de uma menor distorção. Assim os análogos são conectados aos transferentes e o gesso pedra vazado. Medidas clínicas, laboratoriais e radiográficas foram utilizadas para certificar a passividade e a precisão, do encaixe dos componentes ligados uns aos outros (exame clínico). O modelo obtido proporciona a vantagem de realizar a fundição da barra em um modelo de trabalho, o Índex.Pontos de soldagem podem ser realizados sobre o Índex, minimizando a inconveniência ao paciente.

Takahashi, Ktahara & Teraoka(1999) verificaram que apos 24 horas nenhuma alteração dimensional da resina acrílica importante foi identificada.

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moldeira com largura suficiente para permitir o seu assentamento na boca sem tocar nos transferentes. Quando a moldagem se assentar completamente e passivamente, uma resina acrílica autopolimerizavel ou resina fotopolimerizável é injetada ao redor dos transferentes. Após a polimerização da resina os parafusos e a moldagem são removidos. Os análogos são colocados nos transferentes e o Modelo Mestre é fabricado através de meios convencionais. O procedimento descrito neste artigo focaliza vários problemas significativos com a moldagem de overdenture sobre implantes. A distância entre os pilares em overdentures torna difícil a esplintagem os transferentes na boca com técnicas convencionais (malha de fio dental e resina acrílica autopolimerizavel). Porém, há algumas desvantagens neste procedimento de dois passos: como resultado dos buracos na moldeira, algum detalhe de impressão pode ser perdido ao redor dos transferentes, mas como a barra e o pilar serão aliviados antes de processar a dentadura, isto não afetará o ajuste da overdenture. Outra desvantagem é o tempo clinico extra que é requerido para perfurar os buracos na moldeira e esplintar com resina intraoralmente.

Em 2000 Herbst et al avaliaram comparando quatro técnicas de moldagens relacionadas à precisão dimensional para a reprodução das posições dos implantes no modelo de trabalho. Um modelo padrão foi desenvolvido para simular uma situação clínica. As moldagens foram realizadas através de quatro diferentes técnicas: (1) componentes de transferência cônicos não esplintados; (2) transferentes quadrados não esplintados; (3) transferentes quadrados esplintados com resina acrílica autopolimerizavel; (4) transferentes quadrados com uma extensão lateral no lado não esplintado. Pontos de referência foram realizados no modelo padrão (8 pontos sendo 4 na face vestibular e 4 na face lingual dos cinco implantes). Os modelos foram vazados com gesso pedra em todas as moldagens mantendo o tempo de presa igual para todos os modelos, no mesmo local e com a mesma temperatura. Medidas foram tomadas usando um microscópio Reflex, capaz de registrar as dimensões X, Y e Z e analisadas estatisticamente através do método ANOVA. A precisão dimensional obtida nos modelos foi excepcional em todas as técnicas de moldagem (máximo de distorção observada foi igual a 0,31%). Aconselham qualquer uma das técnicas avaliadas neste estudo para moldagem de transferência em implantes osseointegrados.

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supraestrutura e que estruturas imprecisas resultam em estresse entre os componentes e na interface implante-osso. Os autores compararam três materiais de moldagem (poliéter – Impregum F regular com moldeira individual de resina acrílica; polivinilsiloxano – pesado – leve com a técnica de um passo e hidrocolóide irreversível) utilizando o sistema de implantes Frialit -2 e a técnica indireta. Foi usado um modelo com oito análogos de implantes Frialit. Quatro pilares do lado direito receberam transferentes feitos de resina acrílica (TC) e os quatro pilares do lado esquerdo ficaram sem TC. O uso de TCs para melhorar a precisão da transferência foi testado com os três materiais. Seis moldagens do modelo original foram feitas para cada um dos três materiais. Para compensar o retardo do tempo de polimerização na temperatura ambiente, foram aguardados 12 minutos do começo da mistura para os materiais elastoméricos. Os moldes foram vazados com gesso GC Fuji rock. As leituras foram realizadas em uma máquina 3D, capaz de localizar pontos no espaço e calcular a relativa distorção dos ângulos de inclinação (rot. – XY, rot. X-Z, rot. YZ) e o deslocamento tridimensional. Os resultados sugerem que a silicone por adição e o poliéter são os materiais de escolha para os procedimentos de moldagem de transferência para implantes. O uso dos transferentes resultou em redução significativa na rotação no plano XY, mas não melhorou o deslocamento tridimensional absoluto. O silicone por adição com o uso de transferentes provou ser muito precisa. A comparação entre o poliéter e o silicone por adição mostrou diferença significativa na rotação xy e no deslocamento tridimensional, em favor do silicone. Devido às distorções médias entre a matriz e as réplicas terem sido de aproximadamente 100um, o assentamento absolutamente preciso pode não ser conseguido, devido às propriedades físicas dos materiais. Os autores ressaltaram ainda, a necessidade de estudos para avaliar a quantidade de estresse tolerável na interface implante-osso.

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Impregum F- poliéter). Os resultados mostraram maiores variações na posição do análogo com a técnica de moldagem de reposicionamento (transferente cônico – técnica direta) do que com a técnica direta. O erro ântero-posterior para a técnica de reposicionamento foi mais que duas vezes da técnica direta. Os erros rotacionais na técnica de reposicionamento foram grandes o suficiente para serem de preocupação clínica. Nenhuma diferença significante foi encontrada entre os materiais de moldagem polivinilsiloxano e poliéter para os dois tipos de técnicas de moldagens testadas. Os autores concluíram que a técnica de moldagem por reposicionamento pode produzir resultados menos previsíveis do que a técnica direta e que a escolha do material de moldagem não fez diferença significativa.

McDonnell et al.(2004) avaliaram a precisão dimensional de duas resinas acrílicas comumente empregadas em implantodontia (Duralay e GC Patternresin). Os autores constataram que dentro de um período de 15 minutos apos a reação de presa inicial da resina acrílica, a contração de polimerização não determina importantes alterações dimensionais.

Ainda no ano de 2004 Vigolo, Mayzoub & Cordiole avaliaram três diferentes técnicas de moldagem usando o material Impregum de média viscosidade para a obtenção de modelo de trabalho para a fabricação de prótese que adaptaria passivamente em implantes múltiplos. Um modelo padrão de metal com seis implantes e intermediários foi desenvolvido. Um total de 45 moldagens deste modelo foi realizado com transferentes quadrados. Foi dividido um total de três grupos de quinze moldagens cada, com diferentes técnicas de moldagem. No grupo 1 foram utilizados transferentes quadrados não modificados, no grupo 2, os transferentes quadrados foram unidos com resina acrílica autopolimerizavel antes do procedimento de moldagem e no grupo 3, os transferentes quadrados receberam um jateamento de partículas abrasivas previamente e o uso de um adesivo recomendado pelo fabricante. Um modelo metálico foi utilizado como controle para verificar a passividade das estruturas obtidas pelos procedimentos de transferência dos implantes. Os modelos de trabalho obtidos pela técnica de transferência com transferentes quadrados não modificados foram estaticamente menos preciso do que as outras técnicas que tiveram resultados semelhantes.

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procedimento de moldagem mais preciso. O material de moldagem utilizado foi o poliéter Impregum F usando um dispensador de material de moldagem Pentamix 2. Foram confeccionadas três moldeiras individuais de resina foto ativáveis, sendo duas abertas e uma fechada. Foram feitos cinco modelos de gesso a partir de moldagens de um Modelo Mestre de resina epóxica (com cinco análogos de pilares de implantes) para cada técnica de transferência. Grupo 1: modelos foram criados pela técnica direta esplintada (transferentes quadrados unidos com pinos de aço carbono com 2,5 mm de diâmetro e resina acrílica GC Pattern Resin); Grupo 2: modelos foram feitos pela técnica direta não esplintada (transferentes quadrados); e Grupo 3: foram fabricados modelos usando a técnica indireta (transferentes cônicos). Dezesseis extensômetros foram colados ao longo das quatro superfícies da estrutura metálica (anterior, posterior, superior e inferior) para que se pudesse captar o grau de deformação da estrutura para cada modelo de gesso. Os dados de deformação foram analisados usando análise de variância e o teste de Tukey aos níveis de 0,05 e 0,01 de significância. Modelos do grupo 1 permitiram uma reprodução mais precisa da posição dos análogos comparada aos modelos feitos usando-se as outras técnicas. Nenhuma diferença significante foi achada entre as técnicas direta não esplintada (grupo 2) e técnica indireta (grupo 3). Embora alguns estudos avaliaram técnicas de transferência com metodologia semelhante, este estudo demonstrou uma distribuição de extensômetros de uma maneira mais satisfatória para registrar deformações da estrutura em todas as direções e simultaneamente compensar os efeitos de variação de temperatura. A técnica direta esplintada foi o método de transferência mais preciso para múltiplos pilares comparada às técnicas direta não esplintada e indireta.

Del’Acqua (2005) avaliou três técnicas de vazamento (convencional, análogos unidos com Duralay e com tubos de látex) e concluiu que a técnica com tubos de látex produziu um modelo mais fiel do que os demais. Assim, devido aos resultados favoráveis obtidos pelos trabalhos acima foi utilizada neste trabalho esta mesma proposta.

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Em seguida, o molde foi vazado sob vibração constante proporcionada pelo vibrador de gesso, com gesso pedra melhorado tipo IV (Fuji Rock), proporcionado segundo as recomendações do fabricante, sendo utilizados 250g do pó e 50 ml de água destilada para cada modelo. O gesso foi misturado manualmente por 15 segundos para incorporar a água e então espatulado mecanicamente ã vácuo por mais 30 segundos no espatulador polidental.

Após a presa inicial do gesso (aproximadamente 10 minutos) os tubos de látex foram removidos. Após a retirada dos tubos de látex, os espaços criados foram preenchidos com um novo vazamento de gesso. Para isso, foram incorporados 50 g de gesso pedra melhorado (Fuji Rock) 10 ml de água destilada, espatulou-se por 15 s manualmente e por mais 30 s mecanicamente a vácuo no espatulador Polidental. O gesso foi depositado dentro de uma seringa plástica de 20 ml e injetado ao redor de cada análogo sob vibração constante proporcionada pelo vibrador de gesso. Foi esperado o tempo de presa total de 2 horas antes de separar cada modelo. Após a presa do gesso foi realizado um corte axial nas extremidades menores da moldeira individual apenas para promover um movimento lateral de abertura da moldeira reduzindo o seu atrito e impedindo o rompimento do modelo de gesso.

Em 2005 Brosco avaliou a precisão de adaptação de estruturas metálicas implanto suportadas parafusadas, obtidas pela técnica de transferência de componentes intermediários do tipo Micro unit pela técnica direta e técnica de moldeira fechada chegando à conclusão que a técnica de transferência direta apresentou melhores resultados quando comparada a técnica de transferência com moldagem através de moldeira fechada.

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de 31,3 um. O menor deslocamento ocorreu no grupo não esplintado durante a realização da moldagem (p = 001),mas em relação ao vazamento do modelo o grupo não esplintado obteve maior deslocamento dos componentes (p = 015). Pode-se concluir então, que o grupo não esplintado foi o mais preciso durante a realização da moldagem, mas menos preciso durante a confecção do modelo de trabalho.

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3 PROPOSIÇÃO

A proposta deste estudo é comparar por meio da análise de Microscopia Eletrônica de Varredura à adaptação da base de um componente ucla em titânio ao espelho de um implante, após moldagem de transferência, segundo duas técnicas:

- técnica de moldagem com moldeira rígida em poliestireno sem união dos transferentes;

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4 MATERIAL E MÉTODO

Para a realização deste estudo foi confeccionada uma estrutura metálica rígida em titânio com 5 uclas em titânio (Fig. 1). Foram adaptados às uclas da estrutura 5 implantes (Fig. 2) e fixados com parafusos e torque de 32 N (Fig. 61), servindo de Índex para este trabalho.

Os implantes da estrutura foram inseridos em um molde com gesso e criado o MODELO MESTRE (1) (Fig.3).

Para criação dos GRUPOS I e II foram confeccionadas 4 moldeiras individuais em Poliestireno Rígido para o GRUPO I e 4 moldeiras individuais em resina acrílica para o GRUPO II (Fig. 5).

O Modelo Mestre, sem a estrutura (Fig. 6), foi moldado 4 vezes com moldeiras rígidas de Poliestireno, sem união dos transferentes, utilizando o Poliéter como material de moldagem. Utilizou-se 4 moldeiras de resina acrílica e a união dos transferentes (Fig. 8), para o GRUPO II. Foram gerados 8 modelos de trabalho que receberam 5 implantes cada sendo numerados os implantes da esquerda para a direita em ordem crescente.

MODELO MESTRE - Implante 1, 2, 3, 4 e 5.

GRUPO I – Modelo de Trabalho 1, 2, 3, 4 e Implantes 1, 2, 3, 4 e 5.

GRUPO II – Modelo de Trabalho 1, 2, 3, 4 e Implantes 1, 2, 3, 4 e 5.

4.1 ESTRUTURA

Uma barra cilíndrica de titânio (Sin Implante Ltda. – São Paulo – Brasil) de 5 mm de diâmetro foi seccionada em 4 seções de 12 mm. Com o emprego de solda a laser, (Fig.10) foram soldadas a 5 uclas em titânio 4.1 rotacionais CPT 400-H (Sin Implante Ltda. – São Paulo – Brasil), gerando uma estrutura com 65 mm de comprimento e 12 mm de altura (Fig.1).

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implantes SA 413 Par. Imp. Tryon de Hexágono Externo (Sin Implante Ltda. – São Paulo – Brasil) (Fig.2) e aplicado um torque um Torque manual de 32 N com torquímetro protético (Sin Implante Ltda. – São Paulo – Brasil) e aferido com torquímetro eletrônico ATG 1.500 Ncm (Mecmesin – Inglaterra) (Fig.61). O resultado foi uma adaptação passiva entre o espelho dos implantes e base das uclas, uma vez que os implantes e componentes não sofreram nenhuma influência exceto a tração exercida pelos parafusos de fixação. A interface existente entre os implantes e as uclas da Estrutura foi mensurada através do microscópio eletrônico de varredura. O “GAP” (abertura) existente entre a superfície do espelho do implante e os 5 componentes uclas da estrutura, após a aplicação de torque de 32 N aos parafusos de fixação dos componentes é considerado permanente e incorrigível, resultante do processo de usinagem industrial. O torque máximo foi aplicado ao parafuso de fixação e não existe ancoragem que influencie uma deformação plástica da estrutura ou dos implantes exceto na interface do espelho dos implantes e das uclas.

Para este estudo e metodologia, todos os componentes foram retirados do estoque do fabricante sem prévia seleção, procedimento compatível com a rotina odontológica. Todos os materiais utilizados estavam lacrados com etiquetas de controle do fabricante, especificação e lote (Fig.12). Cada componente utilizado foi empregado uma única vez durante os testes, inclusive implantes, transferentes e parafusos protéticos, sendo empregado um novo componente a cada operação requerida.

4.2 MODELO MESTRE

Para a confecção do Modelo Mestre, um molde (Fig.13) para verti mento do gesso e inclusão dos implantes conectados a estrutura foi confeccionado medindo 9 cm de comprimento por 3 cm de largura e 1,5 cm de altura (40,5 cm3) utilizando silicone de polimerização por condensação para laboratório Zetalabor (Zhermack - Itália) (Fig. 14)para armazenar uma quantidade necessária de gesso manipulado.

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separada uma porção de 100 gramas de gesso. Uma medida de 20 ml de água destilada (Asfer Indústria Química – São Caetano do Sul-SP) (Fig.16) foi separada para a mistura e manipulação do gesso. Uma seringa BD (Becton Dickinson)de 10 ml (BD Plastipak - Curitiba – PR) foi empregada para a separação da água destilada e controlada a temperatura da água em 25°C.Gesso e água foram adicionados ao espatulador a vácuo (espatulador de gesso mecânico a vácuo Polidental - Polidental Indústria e Comércio Ltda. - São Paulo - SP), espatulado por 30 segundos e vertido no interior do molde de silicone e vibrado por 60 segundos em vibrador de gesso (VH Equipamentos Médico-Odontológico – Araraquara – SP). A estrutura com os implantes foi inserida no gesso. (Fig.17)

Após um período de 24 horas o modelo de gesso foi retirado do interior do molde. Os parafusos PTQ 2008 (Sin Implante Ltda. – São Paulo – Brasil) foram desparafusados dos implantes e a Estrutura separada do modelo de gesso, obtendo-se o Modelo Mestre (1).

As medidas de adaptação da estrutura aos implantes do Modelo Mestre serão o parâmetro do estudo. Os resultados dos Grupos I e II, representando combinações de técnicas e de materiais serão comparados ao Modelo Mestre.

4.3 MODELO MESTRE (2)

Seguindo a mesma metodologia de obtenção do Modelo Mestre 1 um segundo Modelo Mestre foi confeccionado adaptando 5 análogos (Fig.18) NA 4100 (Sin Implante Ltda. – São Paulo – Brasil) na Estrutura e repetido o mesmo processo de inclusão em gesso. O objetivo da confecção de um segundo Modelo Mestre foi o de preservar o Modelo Mestre 1 de manipulação nas etapas de confecção e provas das moldeiras individuais personalizadas em poliestireno e resina acrílica.

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4.4 MOLDEIRAS INDIVIDUAIS EM POLIESTIRENO RÍGIDO

O plástico é um dos materiais que pertence à família dos polímeros, e provavelmente o mais popular. Polímeros são materiais compostos por macromoléculas. Essas macromoléculas são cadeias compostas pela repetição de uma unidade básica, chamada mero. Daí o nome: poli (muitos) + mero. Os meros estão dispostos um após o outro, como pérolas num colar. Uma macromolécula assume formato muito semelhante ao de um cordão. Logo, pode-se fazer uma analogia: as moléculas de um polímero estão dispostas de uma maneira muito semelhantes a um novelo de lã. É difícil extrair um fio de um modelo de lã. Também é difícil remover uma molécula de uma porção de plástico, pois as cadeias “seguram-se” entre si. Alguns polímeros podem ser constituídos da repetição de dois ou mais meros. Neste caso, eles são chamados copolímeros. Por exemplo, a macromolécula da borracha sintética SBR é formada pela repetição de dois meros: estireno e butadieno. Para enfatizar que um polímero é formado pela repetição de um único mero, ele é denominado homopolímero.

A matéria prima que dá origem ao polímero chama-se monômero. No caso do polietileno (PE) é o etileno (ou eteno). Por sua vez, o monômero é obtido a partir do petróleo ou gás natural, pois é a rota mais barata.

É possível obter monômeros a partir da madeira, álcool, carvão e até do CO2, pois todas essas matérias primas são ricas em carbono, o átomo principal que

constitui os materiais poliméricos.

Há diversas maneiras de se dividir os polímeros. A classificação conforme as características mecânicas talvez seja a mais importante. Ela decorre, na verdade, da configuração específica das moléculas do polímero.

Sob este aspecto, os polímeros podem ser divididos em termoplásticos, termorrígidos (termofixos) e elastômeros (borrachas).

Termoplásticos:

São os chamados plásticos, constituindo a maior parte dos polímeros comerciais.

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solventes. Logo, sua reciclagem é possível, uma característica bastante desejável nos dias dias de hoje.

As propriedades mecânicas variam conforme o plástico: sob temperatura ambiente, podem ser maleáveis, rígidos ou mesmo frágeis.

Estrutura molecular: moléculas lineares dispostas na forma de cordões soltos, mas agregados, como num novelo de lã.

Exemplos :polietileno (PE), polipropileno (PP), poli(tereftalato de etileno) (PET), policarbonato (PC), poliestireno (PS), poli(cloreto de vinila) (PVC), poli(metilmetacrilato) (PMMA)...

Termorrígidos (Termofixos):

São rígidos e frágeis, sendo muito estáveis a variações de temperatura. Uma vez prontos, não mais se fundem. O aquecimento do polímero acabado a altas temperaturas promove decomposição do material antes de sua fusão. Logo, sua reciclagem é complicada.

Estrutura molecular: na verdade, os cordões estão ligados fisicamente entre si, formando uma rede ou reticulado. Eles estão presos entre si através de numerosas ligações, não se movimentando com alguma liberdade como no caso dos termoplásticos. Pode-se fazer uma analogia com uma rede de malha muito fina.

Exemplos: baquelite, usada em tomadas e no embutimento de amostras metalográficas; poliéster usado em carrocerias, caixas d'água, piscinas, etc., na forma de plástico reforçado (fiberglass).

Elastômeros (Borrachas):

Classe intermediária entre os termoplásticos e os termorrígidos: não são fusíveis, mas apresentam alta elasticidade, não sendo rígidos como os termofixos.

Reciclagem complicada pela incapacidade de fusão, de forma análoga aos termorrígidos.

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PROPRIEDADES FÍSICAS DOS POLÍMEROS

Leves:

São mais leves que metais ou cerâmica. PE é 3 vezes mais leve que o alumínio e 8 vezes mais leve que o aço o que motiva para uso na indústria de transportes, embalagens, equipamentos de esporte entre outras.

Propriedades Mecânicas:

Alta flexibilidade, variável ao longo de faixa bastante ampla, conforme o tipo de polímero e os aditivos usados na sua formulação.Alta resistência ao impacto. Tal propriedade, associada à transparência, permite substituição do vidro em várias aplicações como lentes de óculos (em acrílico ou policarbonato), faróis de automóveis (policarbonato), janelas de trens.

Baixas Temperaturas de Processamento:

Conformação de peças requer aquecimento entre temperatura ambiente e 250oC. Alguns plásticos especiais requerem até 400oC.

Disso decorre baixo consumo de energia para conformação. E também faz com que os equipamentos mais simples e não tão caros quanto para metais ou cerâmica.

Ajuste Fino de Propriedades através de aditivação:

Cargas inorgânicas minerais inertes (ex. CaCO3) permitem reduzir custo

da peça sem afetar propriedades. Exemplo: piso de vinil/cadeiras de jardim (PP), que contém até 60% de cargas.

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Negro de fumo em pneus (borracha) e filmes para agricultura (PE) aumentam resistência mecânica e a resistência ao ataque por ozônio e raios UV.

Aditivos conhecidos como plastificantes podem alterar completamente as características de plásticos como o PVC e borrachas, tornando-os mais flexíveis e tenazes.

A fabricação de espumas é feita através da adição de agentes expansores, que se transformam em gás no momento da transformação do polímero, quando ele se encontra no estado fundido.

Baixa Condutividade Elétrica:

Polímeros são altamente indicados para aplicações onde se requeira isolamento elétrico, uma vez que os polímeros não contém elétrons livres, responsáveis pela condução de eletricidade nos metais.

A adição de cargas especiais condutoras (limalha de ferro, negro de fumo) pode tornar polímeros fracamente condutores, evitando acúmulo de eletricidade estática, que é perigoso em certas aplicações.

Há polímeros especiais, ainda no nível de curiosidades de laboratório, que são bons condutores. O Prêmio Nobel de Química do ano 2000 foi concedido a cientistas que sintetizaram polímeros com alta condutividade elétrica.

Baixa Condutividade Térmica:

A condutividade térmica dos polímeros é cerca de mil vezes menor que a dos metais. Logo, são altamente recomendados em aplicações que requeiram isolamento térmico, particularmente na forma de espumas.

Mesmo explicação do caso anterior: ausência de elétrons livres dificulta a condução de calor nos polímeros.

Maior Resistência a Corrosão:

Referências

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