ATIVIDADES DISCENTES
E
DOCENTES
ORGANIZADAS A PARTIR DAS FUNÇOES
DA ENFERMEIRA DE PEDIATRIA
INTRODUÇAO
Esther Mora,es Dirce Maria Rocha Martins Nahyda de Almeida VelIoso Maria Helena de Oliveira Marques Therezinha Auxiliadora Gonzaga
*
*
*
*
*
o êxito de um programa implica num conj unto de variáveis atuantes sobre os estudantes, difíceis de identificar e controlar. A maneira que encontramos para resolver este problema foi enfrentá-lo. O presente estudo reflete uma etapa intermediária de decisões dos àocentes da disciplina de enfermagem Pediátrica da Escola de En fermagem da USP, relativas ao modo de conduzir as experiências de ensino. No momento, professoras antigas e novas, encontramo-nos diante da seguinte dúvida:
"de que maneira o pragrama influi na "adaptação" profissional das futuras enfermeiras, que têm oportunidade de assistir as crianças ? "
Para melhor situar o problema, desdobramos a pergunta acima em três :
1 . os Obj etivos do programa de enfermagem pediátrica são rele vantes diante das necessidades de assistência à criança em nosso meio
2 . qual o alcance real dos obj etivos formulados?
3 . as atividades docentes e discentes estão organizadas de maneira que correspondam aos obj etivos propostos no programa? Diante da impossibilidade de responder às duas primeiras
420 REVISTA BRASILEIRA DE ENFERMAGEM
tões, sem dispender tempo razoável em pesquisas trabalhosas, re solvemos considerar a terceira pergunta a título da caracterização das linhas gerais do programa, para estudos posteriores.
FUNDAMENTAÇAO
A organização - A análise das unidades do programa ( 4 ) apre sentou-se-nos como não representativa do sentido real das experi �ncias centrais da matéria. A influência direta de "Saúde e Siste mas" de CHAVES (2- nos alertou sobre a conveniência da i denti ficação, dentro do sistema de ensino, dos processos aos quais o es tudante é submetido durante uma disciplina. A visualização das etapas dos prOCESSOS e o reconhecimento da interdependencia destes facilitam, sensivelmente, a análise da coerência entre um processo d� aprendizagem e o obj etivo proposto, a identificação de variáveis e dos parâmetros passíveis de mensuração, relativas a uma experi 'ncia de ensino. A compreensão da importância da percepção do plano de ensino, como um sistema, resultou na reorganização das unidades do programa em torno dos assuntos reais dominantes da disciplina.
A unidade - Parece-nos importante relembrar o significado, d ado por Morrison, do termo unidade. Segundo CRVLHO ( 1 ) o sentido das unidades num programa é provocar o aparecimento de "adaptação" na personalidade do estudante, em resposta à vivência de experiências significativas integradas e. organizadas dentro de um campo unitário de estudo. Com esses elementos, é inevitável que se pense em adaptação profissional e se imagine a integração de experiências significativas da dsciplina apoiada nas funções da en fermeira de pediatria.
REVISTA BRASILEIRA DE ENFERMAGEM 421
Por esses motivos, nomeamos as unidades do programa com cinco funções da enfermeira de pediatria consideradas importantes para a assistência à criança :
promover meios para o desenvolvimento da criança ; promover a adaptação da criança nas situações novas ; assistir a criança doente ;
capacitar a família para cuidar da saúde da criança ; e planej ar assistência de enfermagem à criança.
OBJETIVOS
A finalidade deste estudo, como j á salientamos, é tentar des crever a realidade do desenvolvimento do programa de enfermagem pediátrica nos aspectos das atividades dos estudantes e dos docen tes, para no futuro, examinando-o como um sistema, verificar o seu valor e adequação. No momento, a nossa preocupação foi, além da reorganização das unidades, determinar as experiências pelas quais todos os estudantes devem passar e planej ar as horas neces sárias para aquelas experiências centrais do programa, computadas em 17 créditos.
A REORGANIZAÇAO DAS UNIDADES
Distribuição das horas - Para se ter uma idéia da distribuição das 360 horas atribuídas à disciplina de Enfermagem Pediátrica, apresentamos no quadro 1 o número de horas de atividades dis centes e docentes em cada unidade. · Como a primeira é prioritária no programa, cabe a ela 36% das horas da disciplina. É interessante observar que, das horas em sala de aula, 62 % ficam a cargo dos alunos e 38% a cargo dos docentes. Consirando-se os critérios "cré ãito-aula" (um crédito correspondente a 15 horas de aula) e "cré dito-trabalho" (um crédito correspondente a 30 horas de trabalho) verifica-se que a carga horária de 360 horas resultam de 7 "cré ditos-trabalho" e 10 "créditos-aula".
Quadro 1
Distribuição de horas das atividades discentes e docentes
D I S C E N T E S D O C E N T E S H O R A S ( ENSINO)
U N I D A D E S BIBLIO- CAMPO DE EX- APRESEN- SALA DE CAMPO
TECA PERI:NCIA TAÇóES AULA DE EXPE- H . T . H . A . TOTAL EM %
EM SALA RI:NCIA
ESTAGIO ESTUDO DE AULA
(H . T . ) · (H . T . ) . (H . A . ) ' · (H . A . ) (H . A . ) (H . A . )
I -
P
romover meios para o desen-volvimento dacriança 25 40 16 24 20 56 65 60 125 36
I! - Promover a adaptação da
criança 6 40 5 16 9 45 46 30 76 22
lI! - Afsistir a
cri-ança doente 12 40 2 1 1 1 2 42 52 25 77 2 1
I V - Capacitar a tE mília para
cuidar da saú- 10 ';' * *
de da criança 13 1 > 5 7 2 30 43 14 57 13
V - Planejar
assis-tência de
en-fermagem à
criança 2 18 3 2 23 29 8
TOTAL 67 145 30 76 46 175 212 152 364 100
• H . T . = Hora trabalho * * H . A . = Hora aula
REVISTA . BRASILEIRA DE ENFERMAGEM 423
A articulação entre os objetivos e as atividades docentes e discentes
No anexo 1 apresentamos as unidades �o programa com os res pectivos obj etivos, experiências dos estudantes e atividades docentes. Nele também são apresentadas as horas das atividades exceto as dispendidas no campo de experiência.
A experiência de campo - s experiências de campo são desen volvidas em : Creche, Parque Infantil e em unidades do Hospital das Clíicas, da Faculdade de Medicina da USP, a saber : Pediatra, Or topedia, 3.a Clínica Cirúrgica, Urologia, Cardiopatias Congênitas e Serviço de Assistência Pediátrica Intensiva.
Como as experiências dos estudantes seguem etapas de trabalho devantamento de dados da criança, identificação da situação-pro blema, decisão, execução e avaliação da assistência de enfermagem ) planej amos hora aula no campo de experiência, todas as semanas, para o aluno estudar. Nestas horas o aluno observa a criança, en
trevista a família, a equipe médica, consulta o prontuáriro, sob a orientação docente. O quadro 2 mostra como estas horas são pla nej adas semanalmente.
Quadro 2
Experincia em campo nas 8 semanas de estágio
SEMANAS
1 .a 2.a 3 .a 4.a 5.a 6.a 7.a 8.a
TOTAL
HORAS AULA
12 4 1 3 3 3 4
30
HORAS TRABALHO
20 20 20 20 20 20 15
135
4l4 REVISTA BRASILEIRA DE ENFERMAGEM
a) as unidades do programa de Enfermagem Pediátrica devem estar estruturadas com o obj etivo de preparar o estudante para sua adaptação profissional no cuidado das crianças ;
b ) a s variáveis identificadas para estudo seriam : a s experiên cias de ensino ; o período de experiência para a sua conclusão (20 ou 40 horas ? ) ; a supervisão (como deveria estar orientada para au
xiliar a daptação do estudante nas experiências ? ) ; e os guias de estudo ( auxi}iam ou não a adaptação dos estudantes nas experI ências ? ) ;
c ) os parâmetros relevantes para avaliação do programa po deriam ser aspectos do comportamento da enfermeira determinantes d.e : desenvolvimento, adaptação e conforto da criança; mudanças de comportamento da família, orientadas para as necessidades da cri ança e a adequação dos planos de assistência de enfermagem.
CONCLUSÕES
As autoras do trabalho, dadas as limitações do estudo, apenas têm a salientar que a reflexão do programa em conj unto provocou m aior participação das docentes no plano de ensino ; permitirá no futuro maior controle da aprendizagem ; padronizou um mínimo bá sico da orientação a ser dada em sala de aula e em campo de ex periência. As dúvidas apresentadas no início do trabalho continuam, mas agora, na perspectiva de orientar pesquisas sobre o valor dos vários elementos do programa, a iniciar pelo estudo das funções d3 enfermeira de pediatria.
REFER�NCIAS BIBLIOGRAFICAS
1 . CARVALHO, I. M. - O ensino por unidades didáticas. 3.a ed., Rio, Fundação Getúlio Vargas. 1962.
2 . CHAVES, M. M. - Saúde e Sistemas. Rio, Fundação Getúlio Vargas,
1972.
3 . MORAES. E . - Programação de experiêncis de lunos em Enfermagem Pediátrica. Revista a Escola de Enfermagem da USP, 3 (2) : 3-10. 1969.
A N E X O 1
PLANEJAMENTO DAS ATIVIDADES DISCENTES E DOCENTES PARA O DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA DE ENFERMAGEM PEDIÁTRICA DA ESCOLA DE ENFERMAGEM DA USP, EM 1 973
UNIDADE - Promover meios para o dsenvolvimento da criança.
OBJETIVOS
Ao término do curso o es tudante deverá estar capa· citado para :
1 . descrever as caracterís ticas gerais de crescimento
e desenvolvimento da crian
ça sadia em qualquer idade ;
• Horas Trabalho. • * Horas Aula.
I
HORASATIVIDADES DISCENTES
I
T * A"
1 . Consulta bibliográfica - Preenchimento da
1 .a parte do Guia I - "Es tudos de alguns aspectos do crescimento e do desenvol vimento da criança sadia" .
- Apresentação oral
em grupo.
4
5
CRÉDITOS = 1 7
CARGA HORÁRIA 360
ATIVIDADES DOCENTES
I
HO:
AS1 . Em sala de aula : a ) Orientação - sobre a bibliografia a ser consultada.
- como preencher a I parte do Guia I - "Es
tudos de alguns aspectos do crescimento e do de senvolvimento da criança sadia".
- Sobre a observação obj etiva e subj etiva da
criança sadia. 1
b ) Demonstração de como medir a criança e comparar com tabelas
OBJETIVOS 2 . analisar o desenvolvi mento e proporcionar os meios para que esse desen volvimento se processe nor malmente em crianças com as seguintes idades :
0-4 sem . ; 16 sem . ; 28 sem . ; 4 0 sem. ; 1 2 m . ; 18-24 m. ; 3 6 m . ; 48 m . ; 5-6 a . ; 7-8 a . ; 9 - 1 0 a. ; 11 anos.
I
HORASI
I
ATIVIDADES DISCENTES
. T
I
AATVIVIDADES DOCENTES 2 . Observação de uma
criança sadia em parque infantil e creche para identificação dos marcos do desenvolvimento de ca da idade.
- Preenchimento da 2 .a parte do Guia I - "Ob servando o desenvolvimen to da criança sadia".
-Apresentação oral em grupo, salientando as ati vIdades desenvolvidas e re comendadas para estimu lação motora sensorial, da linguagem, da conduta pes soal, social e adaptativa.
- Elaboração de um folheto de avaliação dos aspectos principais do cres cimento da criança sadia,
16
3
12
2 . a) Supervisão no Par que e na Creche. Orien tação individual do estu dante para :
- observação do de senvolvimento motor, sen sorial, da linguagem, da conduta social-pessoal e adaptativa; e registro do comportamento da crian ça;
- provocar situações para avaliação do desen volvimento da criança.
- ver a criança no seu relacionamento com a família.
b ) Aula : O atendi mento das necessidades da criança sadia no am biente familiar, creche, parque e escola.
3 . Ed ucar a criança : a ) estimulando-a a fa zer sozinha o que puder ;
b ) treinando-a para a aquisição de bons hábitos de higiene e de boas ma neiras ;
c) empregando técni cas de disciplina adequada ao desenvolvimento da cri ança e à situação, para es tabelecer limitações no seu comportamento.
nas diferentes idades, para utilização da enfermeira e orientação das mães ; apre sentação oral e escrita por um grupo de estudantes com avaliação e discussão pela classe.
3 . Apresentações orais e escritas, individuais, por alguns estudantes, sobre os ít2ns a ) , ou b) do obj etivo 3.
- Experiência de limi tação de comportamento - Guia VIII - "Estabele cendo limitações no com portamento de criança hos pitalizada" e apresentação individual por alguns es tudantes.
Campo de estágio. Os es dantes promoverão ativi dades educacionais duran te os cuidados às crianças.
1
2
2
- A criança "caren ciada".
c ) A ula : Necessidades psicológicas da criança durante o seu desenvolvi mento ;
- complementação e avaliação dos trabalhos apresentados.
3 . a ) Aula ou palestra - materiais e ativi dades desenvolvidas nas creches para a estimula ção da criança.
b) Aula : Os hábitos de higiene e boas manei ras.
c) Aula : Estabelecimento de limitações dos compor tamentos inaceitáveis. Orientação sobre o estudo "Estabelecendo limitações no comportamento da cri ança hospitalizada" Guia VIII.
Supervisão no campo de estágio.
2
2
1
2
1,30
1
OBJETIVOS
4 . Identificar os efeitos da doença sobre o desenvo:vi mento da criança.
5 . Utilizar o brinquedo ade quado à criança de modo
ATIVIDADES DISCENTES
I
4 . Observação e assistên cia de enfermagem a cri anças hospitalizadas de di f:rentes idades - planej a mento de atividades para promoção do desenvolvi mento, seguindo orientação
do Guia UI - "Estudo do crfscimento e desenvolvi mento das características da criança hospitalizada" - Apresentação escrita in dividual por todos os estu dantes e duas apresenta ções orais.
5 . Experiência de empre go do brinquedo na
assis-HORAS
T I
A2
ATVIVIDADES DOCENTES - Auxiliar na seleção das crianças a serem estuda das visando o obj etivo 3.
- Avaliação da assistên cia prestada às crianças e
dos trabalhos apresenta dos.
4 . Aula : Promoção do desenvolvimento da cri ança hospitalizada. - orientação sobre o es tudo do crescimento, do desenvolvimento e das ca racterísticas da criança hospitalizada.
Supervisão - Orientação na seleção da criança hos pitalizada a ser observada e assistida.
- Palestra sobre os testes de desenvolvimento. - Avaliação dos trabalhos. 5 . Aula - Recreação : se leção, usO, improvizações e
HORAS A
1
1
que atenda as suas neces sidades de desenvolvimento.
tência de enfermagem, com auxílio do Guia VII. - Apresentação escrita in dividual por todos os estu dantes.
No campo de estágio os es tudantes desenvolverão ati vidades recreativas com todas as crianças assisti das.
- Confecção de um brin quedo acompanhado de uma ficha elucidativa so bre a adequação do brin quedo à idade e ao desen volvimento da criança.
6
6
TOTAL DE HORAS PREVISTAS PARA I UNIDADE 25 I! UNIDADE - Promover a adaptação da criança.
1 . Explicar o fenômeno de separação e privação do ca rinho materno da criança hospitalizada de meses a 3 anos, de 3 a 6 anos e de 6
a 10 anos.
2 . Identificar as necessida des pSicológicas da criança e
Consulta bibliográfica.
2. Experiência no campo com apresentação
indivi-6
40
confecção de brinquedo. Orientação sobre a utili zação do brinquedo na as ssistência de enfermagem - Guia VI!.
Supervisão - avaliação do tipo de brinquedo, do mé todo utilizado e da inter pretação do comportamen to da criança relatado pelo estudante.
1 . Orientação bibliográ fica.
2 . Aulas - a) a hospi talização (reações à
hos-2
1
OBJETIVOS
compará-las com os dife rentes padrões de compor tamento e determinar a conduta da enfermeira, ade quada a cada criança. 3 . Identificar e proporcio nar meios para substituir os conceitos errados que a criança tem sobre a sua doença e hospitalização.
4 . Identificar os sinais de tensão e fontes de ansieda de da criança hospitalizada. 5 . Apoiar a criança na sua adaptação ao meio hospita lar.
6 . Relacionar-se e comu nicar-se significativamente com a criança.
7 . Utilizar o brinquedo
ade-ATIVIDADES DISCENTES
dual oral e escrita, por alguns estudantes sobre como :
a ) assistir a criança na admissão - Guia IV. b) avaliar os recursos de adaptação da criança Guia VI.
c) explicar tratamentos e experiência desagradá veis - Guia IX.
d ) relacionar-se com a criança hospitalizada Guia X.
e) assistir a criança em provas e exames para diag nóstico - Guia XII. Experiência de campo em : - o emprego do brinque do na assistência de en fermagem - Guia VII. - apresentação oral e es crita por 3 estudantes (2 aplicações do brinquedo, individual, e uma
aplica-HORAS
T I
A2 2 2 2 2 3
ATVIVIDADES DOCENTES
I
pitalização ; assistência à
criança e à família. b) Hospital Infantil. c) Admissão.
d ) Avaliação dos recur sos de adaptação da cri ança (manifestações de tensão e comportamento de adaptação) .
e ) Preparo da criança para tratamentos e expe riências desagradáveis. f) Relacionamento (con ceituação de relaciona mento significativo) , mé todos e técnicas de comu nicação.
- Orientação para o re gistro da comunicação e estudo das necessidades psicológicas das crianças com diferentes comporta mentos e da respectiva assistência.
Supervisão orientação,
quado à adaptação de cada criança nas situações desa gradáveis.
8 . Assistir à criança doen te nos exames e tratamen tos para obter a sua coope ração, proporcionar-lhe con forto e diminuir o seu so frimento.
ção do brinquedo, em gru po) .
- Apresentação oral de assistência no pré- e pós operatório de crianças de
O a 2 anos e de 3 a 7 anos, com utilização do Guia IX por 3 (três) estudantes.
TOTAL DE HORAS PREVISTAS PARA A H UNIDADE 6 IH UNIDADE - Assistir a criança doente.
1 . Dar conforto físico e emocional à criança hospi talizada nos aspectos de hi giene, de alimentação, de
eliminação, de tratamentos e de colheita de material para exames de laboratório.
1 . Apresentação oral e escrita de um plano de as sistência salientando os cuidados de conforto físico e psicológico relativos à hi giene, à alimentação, ao controle de eliminações e aos sinais vitais de crian ças de O a 6 m e de 6 a 18 m, por 2 estudantes. - Teste de revisão sobre o cálculo de dosagem medi camentosa.
No campo de estágio. - Todos os estudantes
5
16
2 1
aconselhame
n
to
·e ava
ção da interação estudan te-criança.- Discussão, complemen tação e avaliação dos tra balhos escritos e orais.
1 . Aulas : a) PrincípiOS gerais sobre higiene, ali mentação, eliminações, ve rificação de sinais vitais na criança.
- Demonstração do ba nho e do oferecimento, adequado, da mamadeira. Aula - a) Preparo e apli cação de medicamentos mais comuns utilizadas em pediatria.
- Recapitulação da ana tomia e fisiOlogia das vias de administração para
tra-1
9
2 1
OBJETIVOS ATIVIDADES DISCENTES
I
cuidarão de crianças com diferentes afecções nos grupos de idade de O a 6 meses de 6 a 18 meses, de18 a 3.0 meses e de 3 a 6 anos, atendendo as neces sidades de conforto físico e emocional.
- Experiências em admi nistração de medicamentos
(oral, I . M . , E . V . , trata mentos por via respiratória e outras cavidades) . - Experiências com crian ças que necessitam do uso de diferentes aparelhos (tendas, Bird, incubadoras, traqueostomia, trações e aparelhos de gesso ) , son das e drenos.
- Experiências em apli cação de restrições físicas para provas e exames de
HORAS T
I
AATVIVIDADES DOCENTES
I
tamentos na criança. - Elaboração e aplicação de um teste de revisão so bre dosagem de medica mentos.Aula - Revisão e orienta ção sobre os princípios e utilização de aparelhos. - Demonstração de con tenções e colheita de uri na, comentários sobre os exames mais com uns em pediatria.
Supervisão : Observação e orientação dos estudantes durante os cuidados, ve rificando o desenvolvi mento de habilidades de cada um em administrar medicamentos, aplicar res trições, dar cuidados de higiene e cuidar de crian çs com aparelhos -
Re-HORAS
A
1
1
1
2 . Identificar sinais e sin tomas na criança doente para determinar a conduta da assistência de enferma gem.
laboratório e aplicação de coletor de urina.
- Apresentação individual oral da assistência dispen sada à criança submetida a provas ou exames de
11-boratóriro.
- Sob a orientação da 6
docente de Dietética In-fantil, exercício escrito in dividual do cálculo do va-lor calórico-protéico, dos sais minerais e das vitami-nas da dieta de uma cri-ança que cuidou.
2 . Exercício de observação de sinais e sintomas por um grupo de estudantes. - Apresentação oral por algumas estudante da fi siopatologia e da assistên cia de enfermagem dada à criança com sinais ou sin tomas de : dor, cianose e dispnéia, edema, vômito e diarréia, anorexia, disten ção abdominal, hipertemia,
4
gistrar as experiências em folha apropriada.
- Orientação, correção e avaliação dos trabalhos escritos e orais.
- Comentário dos traba lhos em sala de aula.
2 . Aula - Observação e interpretação de sinais e sintomas e assistência de enfermagem
Supervisão - orientação para observação dos sinais e sintomas e para dar assistência à criança do ente.
1
OBJETIVOS
3 . Reconhecer as relações entre as disfunções orgâni cas da criança doente, os tratamentos e a assistência de enfermagem.
ATIVIDADES DISCENTES
I
convulsão, choro, secreções, lesões da pele e mucosas.3 . Experiência de assis tência à criança com dis funções orgânicas provoca das por doença ou anoma lias congênitas - Guia V, apresentação escrita por todos os estudantes e apre sentação oral por dois deles.
HORAS
T
I
A6
TOTL DE HORAS PREVISTAS PARA A IH UNIDADE 12
I
ATVIVIDADES DOCENTES2
1 1
3 . Aula - Doenças mais comuns na infância e ti pos de assistência.
IV UNIDADE - Capacitar a família para cuidar da saúde da criança.
1 . Orientar as mães quan
to às medidas de prevenção de acidentes na infância e às instituições de assistên cia à criança.
1 . a) Medidas preventivas dos acidentes na infância - apresentação oral por um grupo de estudantes. Experiência no campo clí nico :
2
1 . Organizar e orientar a bibliografia para a expo sição dos assuntos : (a e b) . - Selecionar crianças aci dentadas para serem
cui-HoaAS A
1
2 . Aj udar os pais no reco nhecimento e atendimento das necessidades do filho hospitalizado.
- alguns estudantes cui darão de crianças aciden tadas e apresentarão, em classe, a assistência pres tada à criança e à família. b ) Mortalidade infantil }a grande São Paulo : índice e causas mais comuns. à criança - apresentação Instituições de assistência oral por um grupo de es tudantes.
- Visitas a Instituições de Assistência à criança. Experiência no campo clí nico :
- os estudantes encami nharão as famílias para a utilização das Instituições de Asistência à Criança.
2 e 3. Experiência no cam po clínico :
- dar assistência às fa mílias das crianças hospi talizadas : entrevtstas
do-1
2
dados pelos estudantes du rante sua experiência em campo.
- Discussão e comple mentação do trabalho so bre as Instituições de as sistência à criança sadia, doente e ao menor aban donado, na grande São Paulo.
- Planej amento de 2 vi sitas a Instituições de As sistência à Criança.
2 e 3. Assistência à famí lia : a ansiedade como bar reira de comunicação ; avaliação dos cuidados prestados pela mãe ;
OBJETIVOS
3 . Orientar os pais sobre aspectos do desenvolvimento da criança, das reações à hospitalização, de disciplina, de controle de parasitas, de alimentações e de outros te mas que no momento pos sam estar preocupando a família.
HORAS ATIVIDADES DISCENTES
miciliares ( todos estudan tes )
- apresentação per escrito de um plano de entrevis ta com a família com re sultado analisado pelo es tudante (todos os alunos ) . - apresentação oral de assistência à família como acompanhante da criança no hospital - um estu dante.
- apresentação oral de assistência à família de uma criança com alta hos pitalar - um estudante.
T I
6
6
- plano de assistência à 6
família, segundo a orien-tação do Guia XI - A
uxi-Ziando os pais.
- apresentação escrita in dividual por todos os es tudante.
A
ATVIVIDADES DOCENTES conceitos e tabus, desco nhecimentos da mãe so-bre : alimentação, higiene, hidratação, imunizações, parasitoses, carinho e dis ciplina.
Supervisão - orientação e avaliação sobre a intera ção estudante-mãe,
visan-1 do a assistência à criança. - Orientação, correção e 5 avaliação das entrevistas
e planos de assistência.
HORAS A
TOTAL DE HORAS PREVISTAS PARA IV UNIDADE 28 V UNIDADE - Planej ar assistência de enfermagem à criança.
1 . planej ar a assistência de enfermagem à criança hospitalizada e à família.
1 . Apresentação oral e escrita de planos de assis tência às crianças que fi caram, em média, 100 ho ras sob os cuidados de gru pos de 5 estudantes, se guindo a orientação do Guia II - (planej ando as sistência de enfermagem ) .
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1 . Aula - Funções da Enfermeira Pediátrica. - Aula - Planej amento da assistência de enfer magem à criança e à fa mília
Supervisão - orientação para a seleção de crianças para estudo, planej amento e execução da assistência de enfermagem.
2
1
2
OBSERVAÇAO : A avaliação dos estudantes será feita pelos trabalhos escritos e orais, desenvolvimento de