ReBEn, 33: 393-403 , 1980
ENFERMAGEM
DE
SAÚDE PÚBLICA
O R I E NTAÇÕES SOB R E VAC I NAÇÃO I N FANTI L NO
MOM E NTO DA SUA APLICAÇÃO
*Judith Costa **
Maria Cecília Puntel de Almeida ***
ReBEn/Ol
COSTA, J. e Colaboradora - Orientações sobre vacinação infantil no momento da sua aplicação. ev. Bras. Enr.; DF, 33: 393-403, 1980 .
INTRODU
Ç
AOA freqüência e mortalidade de crian ças por doenças transmissíveis, chama das da infância, têm caído a níveis mui to baixos em muitos paíse'. No nosso, no entanto, as taxas de morbidade e morta lidade por moléstias infecciosas são ain da muito altas, e a menos que se man tenham, se melhorem e se aumentem as medidas de imunização, tano em nosso país como em todos os outros, continuam existindo ameaças de novas epidemias. O Boletim Epidemiológico do MS e
FSESP (1979 ) apresenta estimativas de crianças menores de um ano vacinadas em todo o Território Nacional, de 1975 a 1978 . Vemos que, apesar da melhora
progressiva da porcentagem de crianças que receberam as doses necessárias pa ra que se as considerem vacinadas, a partir de 1975 menos de 50 % da popu lação de menores de um ano (estimada para 1978 ) completaram a vacinação. 1 s recentes epidemias divulgadas através da imprensa e com destaque
:
da poliomielite nos tem levado a inda gações sobre os motivos ou causas que têm conduzido a tais condições. Por que os índices de doenças contagiosas, passíveis de controle através da vacinação, contin�lam elevados, a despeito da exis tência de vacinas, programas e campa nhas de imunização ?
O que se gasta em tempo e dinheiro para a vacinação de uma criança é
tam-• Este trabalho faz parte de uma ampla pesquisa sobre a análise de todo o processo de vacinação infantil . Já foi publicada uma parte que se intitula "Avaliação da Téc nica de Injeção Intramuscular para Vacinadores, através de Check-List" .
.. Professor Assistente, Doutor juno ao Departamento de Enfermagem Geral e Espe
cializada da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP .
... Professor Assistente junto ao Departamento de Enfermagem Geral e Especializada da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP .
COSTA, J. e Colaboradora - Orientações sobre vacinação infantil no momento da sua aplicação. ev. ras. Enf. ; DF, 33: 393-403, 1980 .
bém enfatizado em publicação do Bole tim Epidemiológico do MS e FSESP 2 que diz: "com o dispêndio de tanto esforço e de dinheiro em cada vacinação ê de grande importância que as vacinas ad ministradas tenham a máima eficácia possível em relação à maigr proteção para a criança."
s campanhas de vacinação não nos parecem uma medida únic. e decisiva quando se trata de doenças transmis síves que dependem de aoses suse qüentes para se alcançar o grau dese j ado de proteção e cobertura do grupo etário a que se destinam. Elas têm pro movido mais propaganda do que eSCla recimentos sobre as vacinações que op ram . O !omparecimento da população para imunizações nesse momeno de corre mais do pânico que têm provo cado do que das informações específi cas, precisas e indispensáveis, nem sem pre usadas.
A obrigatoriedade decorrente da Lei n.o 6.259, de 30-10-75, para que empre gadores exij am de seus operáriOS o com provante de vacinação complementar de seus filhos, nos parece, tamém, medida de funcionabilidade duvidosa.
Acreditamos que o problema não es tej a ligadO somente à existência ou não da vacina ou aos programas de vacina ção, mas também à motivação que a população tem para procurar os servi ços, como esses são estruturados e à ca paCitação de seu pessoal para dar essa assistência à população.
Dado a tais considerações temo-nos perguntado até que ponto cabe à res ponsabilidade da enfermagem, quanto ao aspecto educativo, o sucesso ou in sucesso dos programas de vacinação .
O tipo de enfermagem à população
infantil na comunidade, necessário para cuidar da prevenção, da assistência à enfermidade e invalidez da criança, de pende das causas de morbidade e mor talidade na população, da localidade }nde o enfermeiro ex�rça suas ativi dades, e do grau em que essas
condi-394
ções possam melhorar ou modificar-se mediante su�� atlvidades. i
Algumas d.s causas mais importan tes de morbidade e mortalidade pode rão ser bem pouco afetadas pela ação exclusiva ou específica da enfermagem. Em outras, no entanto, a enferma�em n. comunidade poderá constituir o fa tor principal para a prevenção ou as sistência, como quandO se trata de cer tas doenças transmissíveis, quer quanto à proteção específica tanto como aos aspectos educativos.
A execução de todo programa de
imunizações em nossos serviços de saú de, em qualquer Unidade, cabe inteira
mente à enfermagem. É de sua respon
sabilidade:
1 - Organização e controle do ser viço nos centros de saúde englobam: ordem e manutenção dos fichários; ma nutenção das vacinas; controle e exe cução das imunizações realizadas na Unidade; preparo e execução dos pro
gramas na comunidade; treinamento e supervisão de pessoal para as atividades relacionadas; preparo e controle de ma terial.
2 - Educação individual e coletiva que diz respeito às vacinações.
Partindo do pressuposto de que o sucesso ou fracasso na obtenção do obj e tivo dos programas de imunização, que é a cobertura de porcentagem adequada da opulação infantil, caiba em grande parte à educação específica em vacina �ão, quisemos verificar como é realizada a vacinação de crianças nas unidades de saúde governamentais da cidade de Ribeirão Preto, no que se refere aos as pectos áe orientação que devem acom panhar as imunizações no momento de Bua aplicação.
MATERIAL E ÉTODO
COSTA, J. e Colaoradora - Orientaçõs sobre vacinação infantil no momento da sua
aplicação. ev. as. Enr.; DF , . 33: 393-403, 1980 .
Secretaria de Saúde, e uma Unidade pertencente ao Hospital das Ciínicas da Faculdade de Medicina de Ribeião Pre to.
�
quinta Unidade (atual Centro de Saúde Escola) serviu de campo onde foram testados os formulários de obser vação. s unidades da Secretaria são chamadas neste trabalho de C. S . I ( Centro de Saúde ) ; C . S . lI, C . S . III e a Unidade do Hospital das Clínicas - Hospital Ensino.A técnica usada para a coleta dos dados foi a observação direta do vaci nador. O instrumento utilizado foi um formulário (anexo 1) para cada crian ça, onde o 'observador registrava as orientações feitas pelo vacinador à mãe ou responsável.
A fase de pré-vacinação consta dos seguintes casos : apresentação da car teira de vacinação, pela mãe ou res onsável, ao vacinador; retirada do fi chário da carteira cópia ; obtenção de informações sobre o estado de saúde da criança ; verificação, através da carteira, das vacinas a serem tomadas ; registro das doses nas carteiras e no mapa diá rio; orientação à mãe sobre as vacinas que a criança vai tomar, sobre a data do reorno e encaminhamento para aplicação da vacina.
No presente trabalho foram elegi das para estudo as orientações referen tes às vacinas do esquema infantil; quanto ao número de doses necessárias, reações naturais, cuidados com a crian ça e orientações referentes ao retorno. Foi verificado o grau d e correção destas orientações.
s dados foram coletados no 1.0 se mestre do ano 1979.
RESULTADOS E DISCUSSãO
Dos nove vacinadores existentes, observados na ocasião do estudo, dois deles, os pertencentes ao Hospital En
sino, eram auxil iares de enfermagem,
sendo os demais atendentes.
Entre todos, verificaram-se as orien tações relativas a 459 vacinas, corres pondentes a todo o esquema infantil dadas a 388 crianças, número total das quatro Unidades . A vacina mais obser vada foi a Tríplice, o que é explicável pelo maior comparecimento das crian ças ao serviço para receberem as três do ses necessárias. Isto não prej udiCOU o estudo desde que se visava à verificação do grau de correção das instruções ou orientações dadas pelos vacinadores e não o tipo de vacinas.
O número de observações nas qua
tro Unidades não foi igual, isto porque os bairros e respectivas populações di ferem entre si, alguns com maior ou menor número de habitantes e cuj a de
manda, portanto, não é a mesma. O nú
mero de vacinadores em cada Unidade também diferiu : três vacinadores para
os C. S . I e I, dois para o Hospital
Ensino e um para oC. S . III . Contudo, as observações feitas dos mesmos fo
ram aproximados e todos 08 vacinado
res existentes em cada Unidade foram
observados . Realizaram-se em média 50
observações por vacinado r . Na tabela 1
é mostrado o total de vacinas realizadas pelos vacina dores nos diversos serviços de saúde e o número de crianças em cada Unidade .
Na tabela 2 é apresentado o nú mero total das diferentes vacinas obser vadas em cada Unidade e o total geral de vacinas realizadas e observadas das Unidades como um todo .
As tabelas 3 e 4 correspondem aos resultados obtidos das observações rea lizadas que buscavam respostas para a qualidade das orientações quanto ao re torno, doses necessárias, proteção con ferida, às reações naturais da vacina e cuidados à criança . Sobre esses aspec tos foi verificado se foram realizadas ou não, isto é, se a instrução foi feita ou não e quando feita, se estava correta ou não . Verifica-se uma porcentagem alta quanto à ausência das orientações que deveriam ser dadas. A
COSTA, J. e Colaboradora - Orientações sobre vacinação infantil no momento da sa aplicação. Rev. Bras. Enf.; DF, 33: 393-403, 1980.
gem de omissão de orientações verifi cadas foi de 87,87 % quano à orientação sobre a proteção conferida pela vacina; 44,24% no que se refere ao número de doses necessárias; 79,79 % quanto aos ensinamentos sobre as reações naturais da vacina e 67,41 % sobre os cuidados devidos à criança.
Verifica-se também na tabela 3 que, quando as instruções foram dadas, nem sempre elas foram corretas. O número de corretas em todos os Centros de Saú de, quando estas foram feitas, é baixo ; o primeiro item (quanto à proteção con ferida) foi de 54, o que representa 10,99 % das 495 vacinações observadas ; para o segundo item (número de doses necessárias) , foram realizadas 244 ou 49,29% do total das vacinações ; para o terceiro item (reações naturais) tam bém foi feita apenas 54 ou 10,99% do total, e para o item sobre os cuidados devidos à criança, houve somente 59 orientações corretas ou 11,91 % das 495
vacinações observadas .
Pode-se observar nesta tabela, onde se apresentam todos os dados dos di versos Centros de Saúde, que não há grandes diferenças de omissões de en sino ou de erros entre os mesmos, quan do a instrução foi realizada . As por centagens de erros e omissões foram altas mesmo no Hospital Ensino, onde se poderia esperar melhores níveis de orientação, pois é onde se encontram auxiliares de enfermagem . Observou-se tamém que no C . S . lI, no qual se deu a menor porcentagem de omissões, foi onde houve a maior porcentagem de orien tações incorretas (46,57 % ) quando se trata das orientações sobre os cui dados à criança.
Quanto às orientações em relação ao retorno das crianças, tabela 4, ve rifica-se que numericamente são mais executadas . Das 388 crianças vacinadas em todos os Centros de Saúde, 345 ou
88,89% foram instruídas para voltar .
No entanto, as porcentagens de orien tações incorretas em relação ao prazo
396
de volta, das anotações por escrito, da indicação do local de anotação do re torno da explicação sobre a imortân cia da conservação da carteira de va cinas foram significativas como as de mais orientações quando se considera que qualquer uma tem que ser feita a todos e inteiramente correta.
CONCLUSAO
Consideramos inicialmente em nos so trabalho que o desenvolvimento da
programação de vacinações nos servi ços de saúde está diretamente afeto à Enfermagem, fazendo com que esta se ja grandemente responsável por seus resultados. Consideramos sobretudo que os aspectos educativos nesses programas são a base para o tipo de qualidade e abrangência que se desej a para esses resultados.
Neste estudo verifica-se que os pro cessos de aplicação das vacinas nos ser viços de saúde são deficientes prInci palmente pela falta de orientação ou orientações erradas quando dadas pelos vacinadores.
Apenas 80% das crianças, isto é, dos responsáveis por elas, recebem ins truções sobre a necessidade de retornar para completar as doses subseqüentes necessárias . Nem sempre, porém, essas orientações são corretas. s anotações
para retorno nas cadernetas de vacina
ção não são feitas com a devida cla reza, necesssária para uma clientela de baixa escolaridade como é a maioria que freqüenta os serviços de saúde. Os esclarecimentos devidos sobre as reações das vacinas e demais esclarecimentos imprescindíveis são omitidos ou então fornecidos com falhas.
crian-COSTA, J. e Colaboradora - Orientações sobre vacinação infantil no momento da su. aplicação. ev. ras. Enr. ; DF, 33: 393-403, 1980 .
ças que não completam as vacinas que iniciam.
Nossas preocupações a respeito são maiores quando podemos inferir que erros e omissões encontrados em nossos serviços ocorrem também em outros serviços deste Estado ou de todo o Ter riório Nacional, pois sabemos das de ficiências existentes iguais as nossas . Há poucos enfermeiros nas Unidades de
Saúde sendo que o pessoal auxiliar tra balha desta maneira, com supevisão deficiente.
Os serviços de enfermagem devem estar atentos para o problema . Tanto no treinamento como na supervisão, precisam levar em conta, além dos as pectos técnicos da vacinação, os aspec tos educativos para o indivíduo e para a comunidade .
BIBLIGRAFIA
1. Boletim Epidemiológico - Miistério da Saúde - Fundação Serviços de Saú de Pública . Divisão de Epidemio iogia e Estatistica e Informação. VoI. (ANO) XI n.O 14 - Semans 27 e 28 (1979 ) .
2 . Boletim Epidemiológico - VoI. (NO) XI n.O 12 -Semanas 23 e 24 (1979).
3. Freeman, Ruth - Enfermería de Salud Pública Nueva Editorial Interame ricana, S . A . de C . V . México, 1971.
o O O
TBLA 1
NÚMERO DE VACINAS E DE CRIANÇAS OBSERVADAS EM CADA UNIDADE DE SAúDE
RIBElRAO PRETO - 1979
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CENRO DE SAÚDE
I CENRO DESAODE
11 CENTRO DE.SAODE
111 HOSPITAL ENSINO TO T A LNúmero
de Vacinas 195rmero de
Crianças 15873
67
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--_.-71 156 495
50 113 388
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TABELA 2
NÚMERO DE VACINAS REALIZADAS EM CADA UMA DAS UNIDADES DE SAúDE DE RIBEIRAO PRETO - 1979
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Vacinas S3�
CENTRO
DESAiDE
I CENRO DESADE
11 CENRO DESAÚDE
111HOSP.DE ENSINO
TO T A LTRIpLICE 64 26 27 50 167
NTI-TETNICA 29 - - 7 36
DUPA 26 - 4 5 35
B C G 2> 21 19 14 80
ANTI -SA!·\PO
16 11 6 10 43NTI-VARIÔLlA 12 11 9 6 3q
SABIN 22 4 6 64 96
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TABELA 3
ORIENTAÇÕES AOS RESPONSAVEIS PELAS CRIANÇAS SOBRE AS VACINAS APLICADAS
QNO Ã PROEÃO CON.RIA QUA'O AO NERO DE OSES NEESSÁRIAS
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NÃO N A O
N9 :
168 86,15
72 98,63
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12, 80,77
435 87,87
CO.TO t>CORRETO o
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CORRETO lOCOETO
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175 89,74 10 5,12 10 5,\2 195 170 87,17 14 7,17 11 5,64
59 80,82 5 6,84 9 12,32 ·73 J2 41,81 7 ; ,5R 4 46,57
55 77 ,46 I 1,40 15 21,Z 71 55 77,46 I 1,4Q 15 24,12
106 67,95 18 24,35 lZ 7,69 156 86 55,13 17 1,72 11 21,15
395 79 ,79 ,4 10,99 46 9,29 495 43 69 ,29
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TAELA 4
ORITAõES AOS RSPONSAVEIS SOBRE O RETORNO DAS CRIANÇAS
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COSTA, J. e Colaboradora - Orientações sobre vacinação infantil no moiento da sua aplicação. Rev. Bras. Enf. ; DF, 33: 393-403, 1980.
(ANEXO 1)
FORMULÁRIO PARA OBSERVAÇAO DO APLICADOR DE VACINAS
Data: ...
Turno:
Local: . . . .
Idade da criança: ... '" .,. , ..',
Observador:
N,O do Observador:
I - CRIANÇAS VACINADAS:
Trouxe carteira de vacina ou ficha: sim
O
nãoO
não se aplicaO
Deveria receber variólica o
ainda: sarampo
10
1 - S:LEÇÃO DAS VACINAS A SEREM APLICADAS:
402
1.1 TRíPLICE
La dose
]
corretoO
2.a dose
O
corretoO
3.a dose
O
corretoO
1.0 reforço
O
corretoO
2.° reforço
O
correto,O
1.2 ANTITETANICA
La dose
O
corretoO
2.a doseO
corretoJ
3.a dose
D
corretoJ
reforço
D
corretoO
1. 3 DLA (antitetânica e antidiftérica)
La dose
O
2.a dose
O
3.a dose
'O
1.0 reforço
'O
2.° reforço
'O
1.4 ANTIDÉRICA
1.& dose
O
2.a dose
O
3.a dose
O
1.0 reforço
O
2.° reforço
'O
correto
O
correto
O
correto
O
correto
O
corretoD
correto
O
correto []
correto
O
correto
J
correto
O
incorreto
O
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O
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O
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O
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O
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O
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incorreto
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COSTA, J. e' Colaboradora - Orientações sobre vacinação infantil no momento da sua
aplicação. ev. ras. Enf.;
DF,
33: 393-403, 1980.1 . 5 B. C. G.
B. C.G.
O
1.6 ANTI-SARAMPO
1.7 ANTIV ARIÓLICA PRIMO VACINAÇAO
O
REVACINAÇAO
o
1 . 8 ANTIPOLIOMIELiTICA
o que deveria tomar correto
O
incorretoO
co.reto
O
incorretoO
por quê? . . . ... .correto
O
incoretoO
por quê? ... . . .... .correto
O
incorretoO
por quê ? ... ' ....(SABIN ) o que deveri. tomar
1.8 dose
O
correto,O
incorretoO
... . . .... . ....J
2.a dose
O
correto:0
3.a dose
O
corretoO
1.0 reforço
O
correoO
outros ref.
U
correto10
incorreto
J
incorreton
incorretoJ
incorretoO
... . ... .
... . . . ... , .. . . ... . ... ... ..
l
O
O
O
2 - ORIENTAÇAO DO RESPONSAVEL, SOBRE A VACINA
2. 1 Quanto às doenças que protege:
não
O
simn
2.2 Quanto ao número de doses necessárias :
não
O
simO
2.3 Reações naturais:
nO O
2.4. Cuidados com a criança:
não
O
3 - REGISTRO DA VACINA :
sim
O
sim
O
sim não
- preencheu todos os dados
- anotou no local correto
- letra legível
O
O
O
correto
O
incorretoO
correto
.0
incorreto,O
correto
O
incorretoO
correto
O
incorretoO
- anotou em todas as fichas
O
O
O
O
O
- Motivo: . ... .4 - RETORNO DA CRIANÇA :
- mandou voltar sim
O
nãoO
- prazo correto
O
incorretoO
- por escrito sim
O
nãoO
- mostrou o local onde foi anotado o retorno sim
O
nãoO
- explicou sobre a imortância da c.derneta de vacinação : (se for caso novo)
não se aplica