CRÓNICAS
LEPRA’
Argentina.-Repasando lo hecho para dar cumplimiento a la Ley de ProfiIaxis de la Lepra de 1926, Sussini y Battaglia señalan que en 1906 se conocían aproxi- madamente en el país 700 enfermos, y hoy debe haber unos 9,000, siendo de notar que las provincias y gobernaciones mãs azotadas son las del litoral, en las que se encuentra el 83.09% de los casos, correspondiendo a las centrales 15.57’$& y a la zona cordillerana y patagónica 1.32%. Del estudio de las fichas de los enfermos conocidos, infiérese que mas del 55% corresponden a formas avanzadas contagio- sas. Desde 1934, los fondos asignados para construcciones para leprosos ascien- den a 6,800,OOO pesos, de los cuales se han invertido hasta ahora unos 5,000,OOO. En el presupuesto de 1938 figura una suma de más de 8,000,OOO de pesos. Ya se han iniciado obras para leprosarios en Posadas, Misiones, en 1935, terminándose en 1938, para 140 enfermos; en San Francisco del Chañar, Córdoba, con capacidad para 140; en General Rodríguez, Buenos Aires, con capacidad para 645. En Diamante, Entre Ríos, y San Jerónimo, Santa Fe, las obras no han comenzado aun. (Sussini, Miguel, y Battagalia, M.I.: Bol. San., 709, sbre. 1938.)
Nueva colonia en Argentina.-En la isla del Cerrito, Corrientes, se inauguro el 30 de marzo 1939 el Hospital Colonia Maximiliano Aberastury para leprosos. El hospital se inauguro con 30 enfermos: 20 hombres y 10 mujeres, procedentes de la misma provincia y del territorio del Chaco.
Primer asilo-hospital en Argentina.-En febrero 1938 se inaugur6 en la ciudad de Posadas, Misiones, el Asilo-Hospital del Departamento Nacional de Higiene para dermatosos crónicos, con la asistencia del Presidente del Departamento Nacional de Higiene, Dr. Miguel Sussini, el Gobernador del Territorio, y otras autoridades. Este establecimiento para leprosos es el primero en su género inaugurado en el país, esperándose que este año se instalen dos más de los seis proyectados. En su discurso inaugurafe Dr. Sussini señal6 que ya en 1906 se convocó una conferencia nacional de la lepra, desde cuya fecha se han presentado proyectos tras proyectos, hasta que en 1926, cuando presidía la Cimara de Dipu- tados el mismo Dr. Sussini, se sancion6 la ley de profilaxis de la lepra, redactada por el Dr. Maximiliano Aberastury, que tanto luchó en pro de la iniciación de una política sencilla y efectiva contra la lepra. Los terrenos del nuevo asilo comprenden 36 hectareas, constando de dos secciones aisladas entre sí: una, limpia, para administración y empleados, y otra, con 10 pabellones para enfermos, de 12 camas cada uno, y otras dependencias para aquellos. (Bol. San., 271, ab. 1938.)
Minas Gerais.-Almeida Magalháes quando Diretor de Salde Pública de Minas, procurou realizar o censo dos leprosos residentes no Estado. S8bre urna populacáo de 3,074,257, foram encontrados 2,780 leprosos. Afim de compensar causas de êrro, fez o A. a majorgáo de 30yo neste ntúnero, que foi elevado a 3,612 (1.2 por mil). Aplicando êste coeficiente ao total da popula&o mineira (7,300,000), concluiu o Dr. Raul Magalhães pela existência, no Estado de Minas, de 8,751 hanseneanos. Na mesma época (1929-1930) levantou Aleixo o censo de morféticos em Belo Horizonte, encontrando 230. A lei No. 209 de 28 de outubro de 1937, estabelece as bases e trapa os rumos do Servi de Defesa contra a leprose. A lepra se encontra em todas as zonas do Estado, sendo mais rara nas norte e
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êles oferecem náo s6 a uma ampla ventilacáo, como também e sobretudo, a urna eficiente defesa contra o excesso de luz. Sáo melhores as janelas de madeira, providas de postigos e com dois tercos de venezianas. Para que todo este sistema funcione eficazmente é necessário prover os cargos técnicos com pessoal devida- mente preparado. Náo foi descurada esta parte nuclear da organizacáo: creou-se um curso de leprologia que é ministrado a médicos, a candidatos a auxiliares de laboratório, de dispens&io, etc. Esse curso 6 feito na faculdade de Medicina da Universidade de Minas Gerais, em cooperacáo com o Centro de Estudos da Lepra. Náo é importuno abordar aqui o assunto já táo debatido da contribui@o das municipalidades para a campanha contra a lepra. Esta questáo ja foi posta em fóco em um Congresso de Municipalidades, no qual se chegou a um acorde entre os prefeitos do Su1 de Minas no sentido de destinarem as prefeituras daquela prospera regiáo 5% das suas rendas anuais ao custeio da construcáo de um lepro- sario regional. Certos municipios tem construido pavilhóes na Colonia Santa Isabel, alguns auxiliados pelas sociedades locais, outros têm fundos ja reservados para a edificacáo, nas colonias ntualmente em constru@o, de casas para os seus doentes. Estã sendo estudado um plano no sentido, que as contribuicões munici- pais adicionadas ás rendas das sociedades locais de protecáo aos leprosos devem- se destinar à assist&ncia social aos doentes e às suas familias. 0 plano em estudo está sendo elaborado de acôrdo com os seguintes princípios fundamentais: (a) todos os municipios contribuiráo proporcionalmente B sua renda anual (cerca de 2% sobre a renda); (6) havera na séde de cada municipio um conselho municipal, constituido por pessoas de representacáo social, e que se destina a recolher dona- tivos e a estudar, do ponto de vista econômico e social todas as familias dos enfermos residentes no município e distribuir os auxílios Bs familias necessitadas, bem como dar& outras providencias tendentes a integrar na sociedade e no tra- balho os membros sáos das familias dos internados; cuidara também da readap- ta&o ao meio e ao trabalho os doentes que obtiverem alta dos leprosários. (Al- vares da Silva Campos, Mario: Arq. Saúde Ptib., 17, dbro. 1938.)
proseguido el estudio de los lepromas y de la lepromina. El curso anual de leprología fué dictado de julio hasta noviembre, asistiendo 45 estudiantes. Se continuó publicando la Revista Brasileira de Leprologia, en la que aparecen los estudios del Centro. El plan de trabajo para 1938 comprende: continuación de los censos en el Distrito Federal y varios Estados del Brasil; análisis epidemiol6- gico ‘de las fichas enviadas por varios Estados; estudio de las condiciones de propagación de la lepra en ciertas zonas infectadas; y continuación de los estudios de varios productos y métodos terapéuticos; de la prueba de la leprolina; de la tuberculosis en los leprosos, y de las serorreacciones, en particular con el antígeno de Witebsky-Klingenstein-Kuhn. El Centro continuará su política de ofrecer sus laboratorios a leprólogos extranjeros, y de facilitar sus productos a precios reducidos a los organismos del exterior. Para el año 1938 el presupuesto sube a 361,301$000: 10,000$000 derivado de los trabajos del Centro mismo, y el resto contribuído a mitad y mitad por el Gobierno brasileño y el Dr. Guilherme Guinle. De Director del Centro continúa el Dr. E. Rabello.
São Paulo.-A profilaxis de lepra no Estado de Sáo Paulo continuou durante o ano de 1938 no mesmo ritmo ascendente de trabalho que vem mantendo desde o seu início. Como todos os seus servicos em plena atividade, sobretudo os regio- nais, o número de doentes novos observados durante o ano teve ja um decréscimo de 106 em relacáo ao ano de 1937. Parece estarmos, pois, desde 1935 no acme da curva de doentes novos, número êsse que ainda por dois ou tres anos devera ser elevado, para so entáo obter urna queda acentuada, nos novos fichamentos. Foram observados durante o ano, 1,652 doentes novos, o que eleva o total de doentes observados a 15,306, deduzidas 35 baixas por duplicatas. Esse número se refere ao total observado pelo Servico, desde o seu início, nele estando incluidos todos os doentes de outros Estados e que foram recambiados e os estrangeiros repatriados. Igualmente estáo incluidos os 3,334 6bitos registrados até agora. Dentre os doentes fichados em 1938, a capital concorreu com 270 (16.38%) para o total de 1,652, o interior com 1,314 (79.50%), outros Estados com 66 (4yc) (dos quais 48-2.95Y0-foram recambiados) e outros países com 2 (0.120/0). Dos 1,652 doentes observados em 1938, foram internados: 1,236 (74.80), ficaram em trata- mento ambulatório 120 (10.297) o , em tratamento avulso 78 (4.71%), foram re- cambiados 48 (2.95’%), ficaram em isolamento domiciliario, 3 (0.17~o), faleceram antes de qualquer provid&cia, 6 (0.36yo), e 111 (6.72%) aguardam solucáo. Q
movimento de internaqões
teve
igualmente o mesmo ritmo que o de fichamento. 0 critério da internacáo sistemhtica dos casos abertos, contagiantes, foi seguido à risca, tendosido possivel apesar da superlotacáo dos hospitais, ainda náo com- pensada pelas novas construcóes, atender a todos os casos que necessitavam dessa medida profil&tica. Assim foi possivel atender durante o ano de 1938 a 1815 internacóes, 1,498 doentes novos, 258 doentes fugitivos, capturados ou que se apresentaram expontaneamente, e 59 doentes de altas hospitalar e condicional que reactivaram. No mesmo ano, deixaram os hospitais, 1,268 doentes entre altas, fugas e falecimentos: Existiam internados em 31-12-1937, 6,585; entraram durante o ano 1,815, sairam durante o ano 1,268; existiam internados em 31-12- 1938, 7,312. Esses doentes assim se distribuem por hospital: Asilo-Col8nia19391
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que o anterior, foram dadas dos hospitais 424 altas a doentes, assim com a 187 doentes em tratamento ambulatirio. E’ a seguinte a progressáo das altas dos hospitais e ambulatorios de Sao Paulo: 1933, 36; 1934, 211; 1935, 149; 1936, 257; 1937, 374; 1938, 611. 0 servigo mantem uma sec@o exclusivamente para o con- trole dos doentes de alta e verificapáo das suas condi$es clinicas e bacteriológicas. Desde o inicio das altas em 1933, at6 31 de dezembro de 1938, 161 doentes apre- sentaram reativa@o clínica ou bacteriológica de suas lesóes, sendo durante o ano reinternados, por &sse motivo, 59 doentes. 0 isolamento domiciliário, s6 é concedido excepcionalmente, quando o ServiGo verifica nao s6 as possibilidades de um bom isolamento, como tambem que seja possivel urna perfeita vigil%ncia sobre o mesmo. Gozavam do isolamento domicili&rio, em 31 de dezembro de 1937, 55 doentes, tendo sido durante o de 1938 concedida a permissáo a 13 doentes, foi cassada a permissão a 20, existindo em 31 de dezembro de 1938, 48 doentes em isolamento domiciliario. 0 ambulatorio é um complemento indispensavel na obra profiUtica, náo s6 para tratamento dos casos incipientes, como para con- trole dos doentes em alta e que nele permanecem sob vigilancia clínica, indispen- savel. De ano para ano cresce por isso a atividade dos ambulatorios. Em 1938, 515 doentes iniciaram tratamento ambulatorio. Total dos doentes em am- bulatório, 1,346. 0 servigo tem dedicado especial atencáo. ao exame dos comuni- cantes dos doentes internados ou nlo, observados pelo Servico, tendo constituido mesmo, em 1938, um dos servicos mais incentivados. Foram examinados em 1938 nada menos de 18,244 communicantes. Além dos doentes em tratamento am- bulatirio, sob vigilancia e controle diretos do Servigo, existem 574 doentes em tratamento avulso, isto B que fazem seu tratamento ou com médicos particulares, ou com pessoas outras (enfermeiros, farmac&uticos, etc.), mas que sáo obrigados da mesma forma, B vigilância cada 3 ou 4 meses, ou na Séde do Servioo ou com os Inspetores Regionais. De acorde com as leis do Estado, os casos de lepra, natu- rais de outros Estados a que náo provarem residéncia em Sáo Paulo, por mais de 5 anos deverão ser devolvidos para o local de sua proced&ncia. Durante o ano de 1938, foram recambiados 135 doentes de outros Estados dos quais 30 estavam internados. No Preventório Jacareí foram isolados durante o ano de 1938, foram recambiados 135 doentes de outros Estados dos quais 30 estavam interna- dos. No Preventório Jacareí foram isolados durante o ano de 1938, 49 criancas, 29 do sexo masculino e 20 do sexo femenino, tendo, nesse mesmo tempo, saido 28 criancas: 19 do sexo masculino e 9 do sexo feminino, isso que elevou o numero das criancas internadas a 261. Durante o ano de 1938, o patrimônio do Servipo de Profilaxis da Lepra foi acrescido de varias construcóes: Por verba estadoal 500:000$; federal, 260:000$; contribuicáo privada, 303:000$. Do computo geral, 8, vista dos elementos colhidos, o Servico de Profilaxis da Lepra manteve os seus asilados no ano de 1938, pelo preco medio “per capita” de lllé185 por mes. De- duzidos os valares mencionados, o restante da verba no total de 3,711:486$293 menos 500:000$ aplicados em construcóes, na manutengáo dos outros servicos: SBde Central, laboratórios; ambulatorios, inspetbrias regionais. etc. (Rev. Eras. Lepr., 95, mzo. 1939.)
Colombia.-Como órgano de divulgación del Servicio de Lepra de Colombia, comenzó a publicarse recientemente en Caño de Oro, Cartagena, la Revista Colom- biana de Leprologta.
Profilaxia en Colombia.-En un extenso y cuidadoso informe, Chala y Barrera describen los estudios especiales que realizaran, tanto en la parte técnica como administrativa, en las leproserías de Carville y Hauai. Para Colombia recomien- dan las siguientes medidas: mayor difusi6n en el múmero de tratamientos; separación de los niños sanos nacidos en el leprosario; mayores comodidades para los asilados; empleo del aceite de chaulmugra, puro y legítimo; aumento del número de médicos en los leprosarios; fundación de nuevos hospitales de transi- ción hacia el ríegimen de hospitalización completa; fundación de asilos especiales para niños sanos; fundación de nuevos hospitales en distintas regiones del país; creaci6n de juntas departamentales para la lucha antileprosa; determinación de los trabajos médicos según un plan determinado; fundaci6n de una instituci6n de caracter exclusivamente tecnico; instrucción prkctica a los estudiantes de medicina en la nueva institución en todos los puntos de la lepra; establecimiento de la destilación de los ésteres etílicos del chaulmugra; organización delosfuturos leprosarios con el carácter exclusivo de hospitales especiales, abandonando el sistema de colonia; liberación de los enfermos mejorados bajo condiciones pre- cisas. (Chala H., J. I., y P. Barrera, F. de: Rev. Fac. Med., 257, dbre. 1938.)
Centrales en México.-El Departamento de Salubridad Pública de México proyecta instalar cuatro centrales contra la lepra en toda la Republica. Dichas centrales serán instaladas en Zoquiapan, Sarabia, Islas Marías y YucatBn. Es- pérase terminar la primera central este año, con una capacidad para 700 enfermos.
Lucha en el Uruguay.-Un decreto aprobado por el Presidente de la RepGblica del Uruguay el 22 de marzo de 1939, crea una Comisión Honoraria para organizar la lucha antileprosa en el país, que estará compuesta de cinco miembros, y cuyas funciones serán: organización del censo general, departamental y seccional; con- fección de un plan que determine los elementos necesarios para la lucha; super- vigilancia del tratamiento de los leprosos; asistencia social a los enfermos, sus familiares y convivientes; vigilancia de los hijos de leprosos; propaganda; ayuda económica a los leprosos y familiares de éstos, y en general, todas las funciones de vigilancia, cuidado y patronato que sean necesarias. (Diar. Os., 629, mzo. 28, 1939.)
Un factor grave de la situaci6n ha sido la inmigràcf6n de leprosos procedentes de otros países, atraídos por la benignidad del clima del Uruguay.)
Lucha en las Filipinas.-Recapitulando las medidas que considera m6s nece- sarias para mejorar los métodos de lucha contra la lepra en su país, Rodríguez menciona las siguientes: intensificación y mejor encarrilamiento de la campaña educativa, en particular en las poblaciones y provincias en que los coeficientes del mal exceden el promedio; establecimiento gradual de dispensarios de piel en todas dichas provincias y poblaciones; mejoramiento del sistema de observaei6n y tratamiento de los dados de alta que son negativos; estudios intensos de tis poblaciones, a fin de obtener datos epidemiológicos n&s completos; estableci- miento de algunos leprosarios m&.; y por fin, reorganización del actual centro de estudios, trasladandolo de Culión a IManila. En las Filipinas el número de lepro- sos segregados es de 8,566, para una población de 13,801,287, o sea 0.69 por 1,000 habitantes. (Rodríguez, J. N.: Mo. BuEE. Bur. Health, 577, nbre. 1938.)
Para resolver el problema, Manalang propone dos etapas: una educativa o preparatoria, que duraría de 5 a 10 años o m&s, y otra de liberalización que se- guiría a la primera, pero únicamente cuando se haya obtenido la cooperación absoluta de los enfermos y del publico. La campaña educativa haría comprender al público la contagiosidad del mal, su adquisición en la infancia por el contacto con leprosos, y ademas, la prevenibilidad mediante la separación del recién nacido de los padres leprosos, y eliminaci6n de todo contacto de niños sanos con leprosos. En esta campaña se utilizarían todos los medios de divulgación cono- cidos. También se modificarían los reglamentos actuales, dando de alta a los leprosos bacteriol6gicamente negativos si sus lesiones son patológica y típica- mente tuberculoideas y positivas a la prueba de la leprolina. Estas altas econo- mizarían bastante tiempo. Los fondos ahorrados pueden dedicarse luego a construcción de un edificio para aislamiento de criaturas en Culión; construcción de otro edificio para recibir los niños de 1 año o más procedentes de Culión; crea- ción de clínicas de piel en las zonas endémicas; establecimiento de colonias agrí- colas; organizaci6n de casas-cunas; exámenes de sirvientes; estudio de la facti- bilidad de la esterilización y del empleo de contraceptivos por los leprosos; y tratamiento de todos los leprosos dados de alta. Una vez demostrada la plena cooperación de los enfermos y del pdblico, podría modificarse la actual ley de segregación, convirtiéndola de obligatoria en voluntaria; permitiendo a todos los leprosos que lo deseen vivir en sus propios domicilios, conforme a condiciones prescritas por el Director de Sanidad, pero prohibiendo siempre el contacto con los niños, so pena de segregaci6n; disminución de los leprosarios actuales, a medida que cese su empleo; prohibición de que los leprosos aparezcan en sitios públicos; y con el dinero ahorrado, establecimiento de mas casas-cunas en las zonas endémicas, e intensificaciún de las investigaciones. (Manalang, Cristóbal: Ibid., 541, obre. 1938.)
devem figurar como uma forma aparte. As criticas recentea, baseadas na pre- tendida universalidade das altera@es de tipo tuberculoide, sáo refutadas pelo A. Revivendo o critério tradicional dos autores noruegueses (especialmente Hansen e Looft), o A. simplificou o seu esquema de classifica&o, do seguinte modo: (a) urna forma lepromatosa, reünindo todas as lesões bacilíferas e ricas em leprócitos de Virchow (na pele, nos nervos, etc.); (b) urna forma maculo-anestésica, na sua acepcão cl&sica, agrupando todas as lesóes parvi-celulares e parvi-bacilares (maculas e diatúrbios tróficos podem aparecer isolados); (c) urna forma tuber- culoide, congregando todas as lesóes parvi-bacilares de natureza granulomatosa tuberouloide. A antiga “lepra mixta” quasi desaparece, ficando limitada aos casos em que de fato se associam lesões das formas a, b ou c. 0 A. prefere, entáo, a denomina&o de “formas complexas” para êsses casos. (Rabello, Jr., Ed.: Ay. Hig., 59, fev. 1938.)
Dispensarios.-Declarando que aunque muchos son los argumentos con que se combaten los dispensarios antileprosos, la revista Leprosy Review (eno. 1939, p. 5) afirma editorialmente que en ciertas circunstancias estas instituciones poseen un valor preciso: (a) cuando los enfermos están bien nutridos y sus fuerzas les permiten beneficiarse con sus paseos al centro, y las inyecciones pueden re- sultar provechosas; (b) cuando se utiliza la clínica como centro para la asistencia individual, y ~610 se toman casos apropiados para tratamiento especial; y (c) cuando el objeto primordial de la clínica es educativo y se utiliza para establecer el contacto con los focos, seguir a los enfermos, y examinar los contactos a domi- cilio. Hoy día la segregación obligatoria, por lo menos en su forma mas rigurosa, ha sido o va siendo abandonada en todos los territorios ingleses, mientras que en el Congo Belga ~610 se hace cumplir por conducto de los jefes de tribu, que reservan para ello ciertos campamentos. La ergoterapia est8, hoy reconocida como de la mayor importancia.
Azul de metileno en el diagn&tico.-Apuntando que esta perfectamente com- probado que las lesiones cutaneas de origen leproso tienen un poder electivo manifiesto para fijar el azul de metileno, y que debido a esta fijación pronto o tardíamente toman un color azul apizarrado o plomizo, Gálvez A. señala la posi- bilidad de emplear dicha substancia como auxiliar en el diagnóstico diferencial de las formas dudosas de lepra, y principaImente cuando no existe la rinitis exudativa serosa y no contiene la secreción bacilos de Hansen. El empleo, con
los cuidados del caso, es inocuo y al alcance del prktico. El hecho de que tanto
la velocidad como la intensidad de la coloración guardan relación directa a la riqueza de las lesiones en bacilos e inversa al tratamiento anterior con chaulmugra y sus derivados, puede también ser aprovechado como indicación de si existe o no tendencia a la curaci6n. (Gál vez A., R.: Prensa Méd. Salv., 162, nbre. 1938.) Reaccibn de la leprolina.-La inyecci6n subcutánea de leprolina a dosis de 1 a 1.5 CC provoca, alas 24 horas, en los casos de lepra tuberculoidea, una reactivación focal (congestión y eritema) de todas las lesiones preexistentes, aun residuales e inactivas. El A. propone el empleo de la leprolina por vía subcutanea o intra- muscular, a la dosis mencionada, como prueba diagn6stica en ciertos casos de lepra tuberculoidea, cuya diferenciación clínica, histopatológica y bacteriológica con ciertos procesos (en particular dermatosis de origen tuberculoso) resulta a veces difícil o imposible. (Fernándes, José M. M.: Rev. Bras. Lepr., 85, mzo. 1939.)
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tivaram lOO’% & lepromina. A positividade augmenta com o tempo de convi- vencia com os pais doentes: 1 mez a 1 ano, 45%; 1 a 3 anos, 68%; 3 a 5 anos, 74.2%; e mais de 5 anos, 84.5%. A forma de molestia dos pais igualmente influenciou nos resultados da lepromina: as criancas cujas pais eram portadores de formas nervosas e maculo-anestésicas negativaram em muito maior porcentagem a reaclo, do que as formas tuberosas e mixtas, o que indica serem éstas as formas mais contagiantes. As criancas filhas de portadores de formas tuberosas e mixtas de lepra e que negativaram ã lepromina, sao as mais susceptiveis á eclosão de lepra e necessitam maior vigilancia clínica e bateriológica na rotina dos exames periodi- cos praticados nos preventórios e nos fócos domiciliares de lepra. (Souza Campos, N.: Reo. Bras. Lepr., 31, meo. 1938.)
Reacción de Lleras.-Tratando de repetir y comprobar 10s trabajos de Lleras Acosta, Black aplicó la reacción descrita por dicho autor colombiano a 567 sueros, comprendiendo 188 de lepra, 50 de tuberculosis pulmonar, y 329 de distintos géneros, incluso 49 seropositivos para sí8lis. La proporción de Lleras positivas en el grupo de leprosos bacteriológicamente positivos fué de 94.5%; en el de bac- teriológicamente negativos 37.5%; en casos sanatoriales de tuberculosis 6%, y en los varios 10.03%. Para el autor, la reacción no resulta útil en el diagnóstico de la lepra, visto el bajo porcentaje positivo en el grupo bacteriol6gicamente nega- tivo, y el relativamente alto de positivas en los grupos no leprosos. (Black, S. H.: Pub. Health Rep., 392, mzo. 10, 1939.)
0 A. passa em revista as diversas reacoes propostas para o diagnóstico da lepra e, em seguida, refere que realisou 391 reacões empregando o antígeno de Llerae Acosta. Dessas reacões 120 eram de leprosos bacilíferos, 32 de leprosos nao bacilíferos, 100 de filhos de leprosos, 76 de doentes de slíilis e outras dermatoses e 50 de indivíduos sadios. Encontrou uma positividade de 97.5% para o 1” grupo; de 81.58% para o 2”; de 4% para o 3”; de 19.73% para 4’, e de 14% para o 5”, e verificou haver um grande contraste entre o que Ihe foi dado observar e o que verificou o Prof. Lleras. Dos casos positivos anotados entre os portadores de doencas da pele, praticou tambem a reacâ;o de Witebsky e verificou urna menor positividade com esta. Acredita, por isso, que a r. de Witebsky, que em suas má;os se mostrou quasi tão sensível quanto à de Lleras é, comparativamente com os resultados obtidos, mais específica. Não ohega a tirar conclusóes de seu trabalho porque espera continua-lo para um mais fundamentado juizo. (Pereira, Paulo C. R.: Rev. Bras. Lepr., 315, sbro. 1938.)
na reacao leprótica, os casos de reacáo leprótica determinados por ela e as ob- servacóes das epidermo-reacóes, dão ao A. a conviccáo de que um foco tuberculoso desconhecido tem grande importancia na eclosáo da R. L. por um mecanismo provável de paralergia. (Rotberg, Abraháo: Rev. Bras. Lepr., 245, sbro. 1938.)
Witebsky.-Pereira traz a público os resultados de mais 100 reacóes de Witeb- sky, das quais 27 eram de sangue de meninos filhos de leprosos, separados de seus pais em datas diferentes. Alguns dêstes, em número muito limitado, foram afastados logo após o nascimento e a maioria depois de varios anos de convivencia. D&stes 27 casos podemos constituir 4 grupos: (1) pacientes sem qualquer sinal ou sintoma que possa fazer pensar em lepra e com a rea@0 negativa; (2) com sinais prodrômicos da doenca e com reacáo positiva; (3) sem sinais de qualquer natureza e com a reacáo positiva; e (4) abrangendo casos com alguns sinais lembrando a leprose, porém, com reacáo negativa. 0 1” consta de 14 casos. Todos eles t5m o resultado perfeitamente de acordo com o exame clfnico e com os resultados bacterioscópicos. Os exames de muco, sangue e ganglio, repetidamente feitos, t&m sido sempre negativos. 0 2’ grupo é constituido de 4 casos nos quais a reapáo precedeu os primeiros sinais, ainda que os exames bacterioscópicos tenham sido negativos. Na realidade, s6 mais tarde, como acontece com a maioria dos casos, é que, com o evoluir da doenca, êstes viráo confirmar aqueles. 0 3” grupo (6 casos), a-pesar-de nada apresentarem no hábito externo que faca suspeitar a lepra e com os exames bacterioscópicos inteiramente negativos, por mais minu- ciosos e frequentes, apresentam, a reagáo positiva. Os demais casos se referiam a individuos que podem ser enquadrados nos seguintes grupos: (1) 6 adultos sem qualquer sinal ou sintoma que possa fazer pensar em lepra e com rea@0 negativa; (2) 6 com sinais prodramicos da doenca com reagáo positiva; (3) 12 sem sinais de qualquer natureza e com reacáo positiva; (4) 4 com doencas diferentes; todos com exames bacterioscópicos negativos e reaccáo de Witebsky negativa; (5) 46 de lepra, quer nervosa, quer tuberosa, frusta ou extinta, com urna positividade de 95.65% que vem confirmar os resultados precedentemente verificados. (Pereira, Paulo C. R.: Rev. Med. Minas, 23, agto. 15, 1938.)
Acromegalia.-0 A. relata um caso de lepra nervosa e acromegalia. Julga ser o primeiro caso observado, pois revendo cuidadosamente a literatura, somente encontrou referencia a 2 casos, ambos de lepra cutanea. Diz que a acromegalia é indiscutivel, náo podendo entretanto, afirmar si é posterior ou anterior á lepra e evidenciar a sua causa. 0 A. chama ainda a atengáo neste caso e em 11 gine- comastas por ele observados, náo ter notado lesões evidentes da hipofise pelos processos semiologicos atuais, náo obstante haver sinais clínicos declarados.
(Baptista, Luiz: Rev. Bras. Lepr., 165, jun. 1939.)
Casos frustos.-Em conclusáo do estudo, Camargo crë ter demonstrado satis- fatoriamente a existencia inegavel dos doentes aparentemente sadios como fonte de contagio, na lepra representados pelas formas latentes, incipientes, frustas e mesmo atipicas, responsaveis nos doentes do Asilo-Colonia Santo Angelo, pela alta percentagem de 63.85% dos casos-que passam despercebidos dos leigos e mesmo dos medicos náo especialistas. Descobrir esses casos, dificilmente identi- ficaveis, é assunto de grande alcance profilatico. Sòmente os exames sistematicos obrigatorios dos comunicantes, feitos com o fim exclusivo de diagnosticar a lepra, ainda no inicio, permitem despistar tais casos. (Camargo, Filho, Arthur T. de: Rev. Bras. Lepr., 127, jun. 1939.)
leprosa, 107 (9.9$&);neumonfalobar aguda, 62 (5.7%); bronconeumonía, 33 (3.10/0); nefritis, 25 (2.3%); tuberculosis pulmonar, 18 (1.6%); insuficiencia cardíaca, 9 (0.8%); paratifoidea, 9 (0.8%); hemorragia cerebral, 9 (0.8%); disentería ami- biana, 7 (0.6%); y colecistitis, 7 (0.6%). Como puede apreciarse, la enterocolitis ocupa el primer lugar como causa de mortalidad en los leprosos. (Núñez An- drade, R.: Medicina, 173, jun. 10, 1939.)
Diferencias étnicas.-Oberdörffer conviene con otros en que la lepra puede seguir una evolución clínica distinta en diversas razas o países, y cita en prueba de ello sus observaciones en el Africa Occidental, Sudán, Egipto, Ceilán, India, y Malaya. Cita como novedad el hecho de que en ciertas estaciones del año la mayor parte de las lesiones maculares observadas en Nigeria resultaron bac- teriológicamente negativas, mientras que en las otras estaciones una gran pro- porcibn de las lesiones más o menos tuberculoideas se vuelven positivas. Para él, también puede existir cierta relación entre el elevado coeficiente de lepra en los trópicos y la existencia de la planta alimenticia CoZocasia antiquorum, que posee varios nombres locales, quizás debido ala sapotoxina que contiene la planta. Para él, esto no constituye el único factor predisponente, aunque puede ejercer cierto influjo en ese sentido. La sapotoxina actúa sobre las suprarrenales. (Oberdörffer, M.: Lep. Rev., 112, ab. 1939.)
Evolución y pronóstico de la forma tuberculoidea.-Basandose en 100 casos vigilados (40% de 7 a 10 años y 20% de 4 a 7 años), Schujman sostiene que la lepra tuberculoidea no se transforma en cutánea (hoy lepromatosa), ya que tiende a regresionar totalmente o a mantenerse estacionaria durante muchos años, aun en condiciones de lo m& desfavorables al organismo, como mala nutrición, puber- tad, embarazo, parto, afecciones asociadas, etc. Dado su carácter inmutable, ser& una forma especial de lepra en un terreno resistente y constituirá la forma alérgica de evolución benigna, con reacción. de Mitsuda positiva (de diverso grado) en oposición a la forma lepromatosa o anérgica con reacción de Mitsuda negativa y de evolución progresiva o maligna. (Schujman, Salomon: Rev. Bras. Lepr., 1, mzo. 1939.)
Herencia.-Para Tolentino, en ciertos distritos en que no hay temor a la lepra y donde los leprosos se mezclan con los sanos, la frecuencia del mal es bajfsima
(aproximadamente 3yo), pero mucho mayor en ciertas familias e individuos presuntamente predispuestos. Un estudio entre los hijos de padres leprosos y de familias no leprosas en que hay por lo menos un hijo leproso, reveló un coefi- ciente de lepra aproximadamente idéntico, porque algunos hijos de padres leprosos permanecen indemnes, mientras que se enferman algunos de padres no leprosos a pesar de no revelar antecedentes bien definidos de contacto. Estos datos y otros pertinentes, inexplicables hasta ahora, se explicarían por la trasmisión de una predisposición o resistencia hereditaria conforme a las leyes de Mendel. De lo anterior, el autor deduce: que hay individuos naturalmente resistentes o sus- ceptibles a la infección leprosa; que la exposición no afectara a un resistente, mientras que una exposición leve y hasta inadvertida puede afectar a un sus- ceptible; que no todos los niños, ni aun de padres leprosos, son susceptibles; que la infección es posible en el adulto, y que la susceptibilidad o resistencia a la lepra son factores hereditarios, pero que tampoco debe interpretarse lo anterior como refutando la naturaleza infecciosa de la lepra, pues la herencia es ~610 una causa predisponente, y la exposición la inmediata o directa. (Tolentino, J. G.: Month. BuEZ., 261, jun. 1938.)
hematógena por el estado ectitico y anormal de los vasos más profundos en ciertos casos. Entre 160 leprosos examinados en Itu, Nigeria del Sur, 30 (18.8%) pre- sentaron ulceracibn simple de dicho tabique; 23 (14.4’%), placas o nódulos; tres (1.9%), úlceras del tabique posterior; cinco (3.17,), ulcera Únicamente del cor- nete; 38 (23.7%) proceso generalizado, y 61 (38.10/,) carecían de patologia nasal. (Oberdoerffer, M. J. : Lepr. Rev., 154, obre. 1937.)
Seudolepra.-Robles dice que hace unos 14 años, visitando el Lazareto de Leprosos de Guatemala, encontró dos enfermos internados como leprosos, pero cuyo aspecto le pareció algo distinto, hasta convencerse de que no se trataba de lepra, pues ningún examen bacteriológico revel6 bacilos. Fu6 luego al pueblo de donde procedían los enfermos, y allf encontró muchos casos semejantes, y otros focos en varias aldeas, todos ellos en ciudades templadas, y nunca en climas ardientes ni frfos, no encontrandose ninguno arriba de 1,830 m ni abajo de 916. El mal e8 poco contagioso, pues una señora muy anciana lo padecfa sin que se hubieran afectado los numerosos hijos y nietos. La inmensa mayoría de los casos han sido aislados, siendo contados los ejemplos de dos enfermos en una casa, y como gran rareza habfa uno de cuatro o cinco familiares afectados. La edad de aparición es a los 5 a 6 años, y a lo más de 15 a 20; diffcilmente después. Iniciase siempre con una manchita eritematosa, ordinariamente en el tercio inferior de la pierna, sin forma definida, y de unos 2 a 4 cm de diámetro. Interesa primero una pierna, y uno o más años después la otra. La mancha no es levan- tada, y tiene el color de la linfangitis o la erisipela; escuece muy poco y lo más corriente es que sea algo dolorosa y desaparezca a la presión. Casi inmediata- mente después de aparecer la mancha se hipertrofia un ganglio del grupo inferior de la ingle, que se vuelve excesivamente doloroso. Ganglio y mancha duran unos 8 a 10 dias, sin supurar jamas. La aparici6n del eritema se señala por vio- lentos calofríos que anuncian una fiebre alta. Mientras tanto la mancha se extiende a la porción interna o externa de la pierna, cediendo rapidamente al bajar la temperatura. Empezada la fiebre, se nota edema del pie, y a veces de toda la pierna, sin desaparecer jamas. Ya repuesto el sujeto al mes, y sin que nada en apariencia lo provoque, reaparece la mancha en el mismo lugar con todo su cortejo de síntomas. Los afntomas se repiten peri6dicamente hasta que al cabo de algunos arios el enfermo apenas se da cuenta de un malestar general y de alguna curvadura al aparecer la mancha, pero el edema cada vez es mayor y más duro. La marcha de la enfermedad es crónica, con las exacerbaciones que se han descrito. La forma de la enfermedad varia en los sujetos calzados y descalzos, pues en los descalzos las grietas se vuelven cada vez más numerosas y la piel Ee pone primero dura, despu6s callosa, y por último córnea, mientras que los dedos Be atrofian en unos casos, y en otros se hipertrofian las papilas, produciendo tumores. En los calzados no se nota mas que edema constante del pie y de la porción inferior de la pierna, y en casos muy raros y avanzados, el agrietamiento caracterfstico cerca de la planta del pie. En más de 150 casos examinados, el autor ~610 ha observado uno en que el edema hubiera llegado hasta la ingle y el escroto simulara lesiones filAricas. La dolencia dura toda la vida, sin que cure espont&neamente ni hayan dado resultado los muchos tratamientos ensayados, aparte de mejoria con aplicaciones de radioterapia, yoduro de potasio, y arsénico. La anatomfa patológica 8610 reveló hiperplasia del tejido conjuntivo y a veces del elastico. El pronóstico en cuanto a la vida es benigno. El mal parece ser distinto de todas las enfermedades tropicales. (Robles, Rodolfo: Bol. San. Guatemala, 353, eno.-dbre. 1938.)
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en Honolulú, que suman unos 50 a 70 al año, sin contar de 125 a 200 constantemente en residencia, y grupos de 450 a 600 observados en la colonia de Molokai. Casi todo leproso presenta alguna lesión nasal debida a la lepra. Los sfntomas larfn- geos son bastante raros, aun cuando esté invadido el órgano; la nasofaringe participa en el proceso por extensión. La participación de la lengua es menor de 20%, y los síntomas son escasos, aunque cuando el mal está avanzado se obser- van nódulos y leucoplaquia. Mas de 20% de los casos revelan lesiones intitrantes y nodulares en las amfgdalas. Aproximadamente 4001, de los casos nodulares moderadamente avanzados, y una gran mayoría de los más avanzados, acusan lesiones leprosas de la laringe y de la epiglotis. El diagnóstico puede hacerse en muchos casos por el examen clfnico, y confirmado casi siempre por el bacterioló- gico. De 164 enfermos estudiados por Murdock, 87.2% acusaron resultados bacteriológicos positivos en los raspados nasales. Después de probar muchos remedios, incluso el aceite de chaulmugra, el autor cree que ninguno de ellos actúa como específico. El cuidado higiénico de las mucosas, consistiendo princi- palmente en la limpieza y la obtención de la canalización diferencial, favorecer& la cicatrización. El empleo de aceite blando por inhalación parece complacer al enfermo. En la discusi6n Burlingame señal6 que podrfan descubrirse bastantes casos al principio de la enfermedad, o sea en el período más importante desde el
punto de vista sanitario, mediante los exAmenes nasales. Pinkerton se refirió ye ~ o r _ a la confusión con la sil% cuando se basa el diagn6stico en la Wássermann o vi Jc.2
dando que aproximadamente 40% de los leprosos revelan una Wássermann posl- z(Pinkerton, F. J.: Jour. Am. Med. Assn., 1437, obre. 15, 1938.)
dc7adc?
Tratamiento.-Sumarizando su experiencia personal de años enteros, Souza Araujo declara que los resultados muy satisfactorios en la lepra 8610 se obtienen después de dos a tres años de cuidados, y apenas en 20 a 25% de los casos, mientras que en las Filipinas los leprólogos mantienen la posibilidad de sanar cerca de 50% de los casos de lepra en el primer período. (De Souza Araujo, H. : Hansen, 2, ab. 1939.)
Todo este número de la revista Han-sen est& dedicado a dar a conocer las con- ferencias dictadas en la Capital de Colombia por el leprólogo brasileño Souza Araujo, comprendiendo los siguientes temas: historia, geografia, estadística, epidemiologfa, etiopatogenia, bacteriología, patologia, estudio clfnico, terapéu- tica, y prohlaxia. El cálculo de Souza Araujo acerca de la frecuencia de la lepra en Sur América arroja 80,000 enfermos, de los cuales considera que la mayorfa corresponden a Brasil (40,000), Colombia (16,000), Argentina (13,000), y Vene- zuela (3,000).
Aspidosperma y urucú.-Guiándose por los antecedentes empfricos de que 10s pobladores del Alto Paraguay y del Chaco Argentino utilizan la corteza del aspidosperma en polvo, y los de Bolivia y Matto Grosso, Brasil, el urucú en forma de pomada para curar úlceras y heridas, los Floriani probaron, en cierto número de casos de lepra, ambos productos desde 1935. La experiencia les demostró que el aspidosperma es superior al urucú, de modo que 8610 han continuado usando el primero. En general el resultado obtenido pareció favorable, pues el Aspidosperma polyneuron ejerce una acción netamente cicatrizante en las úlceras, pero menos intensa sobre las otras manifestaciones. El resultado fu6 mejor con una soluci6n acuosa de alcaloides in tota al 2.5y08. (Floriani, Luis, y Floriani, Carlos: Prensa Méd. Arg., 1509, agto. 4, 1937.)
medicación había sido ya probada por Villela y Rocha en 1938, y Badger y Patrick (véase el BOLETfN de fbro. 1939, p. 186).
tn.5er * k 1939.) (Blueth, Alfred: Lep. Rev., 109, ab.
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Chaulmugra.-Repasando en general el estado actual del tratamiento de la jb, j%5-1 p e ra, Basombrio termina afirmando que los progresos realizados no son muy J grandes, pero los pasos dados son firmes. El chaulmugra no ha perdido su prea- tigio y se conoce hoy mucho mejor, mas hay que seleccionar los aceites realmente eficaces y extraer de ellos útiles derivados. Para la interpretación exacta, es absolutamente necesario primero uniformidad en la selección de los casos, y segundo, expresión clara y explfcita de los resultados, tomando en cuenta la desaparición del bacilo y la falta de lesiones activas, asf como el factor tiempo, pues los resultados poseen tanto mayor valor cuanto más han durado. (Baaom- brio, Guillermo: Rev. Arg. Dermatosif., 151, Tomo Xx111, la parte, 1939.)
7% k 1 helecho macho en las manifestaciones oculares.-Presentando iani apunta la eficacia de la soluci6n in tota de los alcaloides del Aspidosperma cinco casos, p. en las manifestaciones subjetivas oculares y congestivas externas del aparato de la visión, en forma de colirio, reemplazando a las soluciones de novocafna, estovaina y adrenalina. La solución es al 2%, y el número de gotas aplicadas dos veces al día, oscila entre 3 a 10 o m&s. (Floriani, Carlos: Prensa Méd. Arg., 832,
Medicación-Después de comparar el efecto de diversos preparados chaul- múgricos sobre el My. Zeprae en ganglios linfáticos inguinales obtenidos en la autopsia, Manalang afirma que la fórmula de Mercado es la mas eficaz de todas las medicaciones en lo tocante a desaparición del bacilo de los ganglios, mientras que el aceite y los ésteres etílicos yodados de wightiana son los que surten m&s efecto para eliminar la ácidorresistencia del bacilo. Se encontraron más bacilos arracidorresistentes en los ganglios cuando se renovaba periódicamente la medi- caci6n. Estas observaciones parecen convenir con las pruebas clfnicas verifi- cadas por De Vera. Observando los efectos del alcanfor, resorcina, aceite de oliva, creosota, éter, y yodo a diversas concentraciones sobre el bacilo in vitre, pueden obtenerse más datos en cuanto a su posible papel en sinergizar los efectos de los preparados chaulmúgricoa. (Manalang, J.: Mo. Bull. Bur. Health, 451, abre. 1938.)
Mertiolato.-Recapitulando sus observaciones y experiencias, Anderson y colaboradores declaran que el mertiolato (mercuri-tio-salicilato etílico de sodio) muestra actividad contra el bacilo leproso en el laboratorio. Cuando se sumi- nistró unido al chaulmugrato a 10 leprosos de Panamá, las mucosidades nasales quedaron libres de bacilos en cinco de ellos en un período de 7 a 24 meses, lo cual 6610 sucedió en seis de 26 que recibieron únicamente chaulmugra durante más de dos años. El glicerofosfato-dichaulmugril-B-s6dico (“chaulfosfato”) cohibió un caso de 20 que habfan recibido previamente tratamiento intenso, y 6 de 10 en brasileños que recibieron la droga durante nueve meses. Para los autores, debe probarse más a fondo el chaulfosfato en enfermos que no hayan recibido antes otra medicación antileprosa, y el mertiolato es acreedor a alguna atención para la antisepsia cutánea y el tratamiento de casos activos de lepra, si la función renal es adecuada. La lipemia (505 a 857 mg por ciento), puede explicar las serorreacciones positivas que se observan en la lepra, en particular la cutanea temprana. (Anderson, H. H.; Emerson, G. A., y Leake, C. D.: Pharmacol., 31, No. 2, 1938.)
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ostensiblemente mientras dur6 el tratamiento, pero en algunos casos a los dos o tres meses se observaron reabsorci6n de lepromas y tendencia a cicatrización de úlceras, aunque no cabe afirmar que hubiera forzosamente relación de causa y efecto. En general, se comprobó la inocuidad absoluta y tolerancia a la vacuna, pero no se puede concluir nada relativo alas lesiones crónicas por los pocos casos tratados, breve duración del tratamiento, y tiempo relativamente escaso que ha transcurrido. (Latapi, Fernando: Medicina, 129, mayo 10, 1939.)
Veneno de cobra.-Señalando que el veneno de cobra probablemente jamás suplantará al aceite de chaulmugra y otras medidas en el tratamiento de la lepra nerviosa, pero que puede servir como paliativo en algunos de los sintomas más molestos, Chowhan y Chopra declaran que proporcionó alivio en 60 a 80% de los casos en que se probara, y en particular cuando se inyectó en las placas ma- culares y anestésicas. Desde la segunda o tercera inyección se observó alivio del dolor y desaparici6n de éste desde la quinta o sexta. En algunos casos de neuritis que no cedieron al veneno por sí solo, las inyecciones de vitamina BI y de veneno de cobra obtuvieron mejoria bien definida. (Chowhan, J. S., y Chopra, R. N.: Ind. Med. Gaz., ‘720, dbre. 1938.)
Vitamina BI.-Presentando 10 observaciones, Badger y Patrick declaran que el resultado obtenido en esos pocos casos de neuritis leprosa aguda indican que las inyecciones intramusculares de la vitamina BI producen beneficio acentuado en esos enfermos. Las observaciones también indican que la administración bucal no surte efecto semejante, pues un enfermo no mejor6 después de ser tratado m& de seis meses con dosis masivas de levadura y concentrado de vitamina Br, y en otros dos casos que recibieron vitamina BI concentrada apareció neuritis aguda. La dosis fu6 de 300 unidades diarias por vía intramuscular, y casi desde el principio se observó mejorfa. El estudio tiene que continuar en una serie más numerosa, antes de poder determinar con seguridad el valor del tratamiento.
(Badger, L. F., y Patrick, D. W.: Pub. Heallh Rep., 969, jun. 17, 1938.)
RABIA]
Cuba.-Al terminar un minucioso estudio de la rabia humana, Recio declara que el coeficiente de la enfermedad en Cuba desde 1902 a 1934 no es extraor- dinario comparado con el de otros paises, pues oscila entre 0.015 y 0.39 por 100,000 habitantes. (Recio, Alberto: Rev. Med. Trop. & Paras&, Bacter., Clin. & Lab., 97, meo.-ab. 1939.)
Fracaso de la vacuna única en Cuba.-Recordando que la vacunación obliga- toria de los perros contra la rabia qued6 establecida en Cuba en 1926, y aunque la vacuna no es suministrada por el Estado la práctica ha sido observada con rigor, emple&ndose el método de Umeno de la dosis única, Ramírez Corria opina que el mal ha continuado en aumento progresivo durante los últimos años y los casos humanos se han vuelto más frecuentes, aunque la vacunación preventiva post- mordedura cuesta muchos miles de dólares anuales. Desde 1935 el Departamento de Observación Antirrábica del Laboratorio Nacional ha observado repetidamente en perros provistos de certificado de vacunacibn, sfntomas indiscutibles de rabia, y Ramfrez Corria ha notado lo mismo. Dos experiencias del autor en ratones también demostraron la ineficacia de dos vacunas comerciales utilizadas a dosis única. (Ramírez Corria, F.: Rev. Cienc. Méd., 210, dbre. 1938.)
Perros en la Habana.-Según el jefe de Profilaxis contra la Rabia de Cuba, de enero a octubre 1938 se mataron en la Habana 36,915 perros callejeros; existen en la misma ciudad 50,000 con dueño, pero 8610 14,906 vacunados, y han muerto