• Nenhum resultado encontrado

Colaboradores em Ação

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Colaboradores em Ação"

Copied!
7
0
0

Texto

(1)

VISITE O SITE DO HOSPITAL E MATERNIDADE SÃO DOMINGOS

Colaboradores em Ação

Ano 9 Nº 104 Julho 2011 Uberaba-MG

Colaboradores em Ação

Ano 9 Nº 104 Julho 2011 Uberaba-MG

No mês de junho aconteceu as comemorações do “Arraia São Domingos”, que neste ano foi festejado em dois momentos no Refeitório do Hospital. O tradicional café da manhã dos dias 21 e 22 de junho foi enriquecido por um cardápio com algumas comidas típicas das festas juninas.

O verde contrastando com a beleza das flores proporcionam um visual alegre nos jardins entorno do Hospital e na residência das Irmãs Dominicanas.

O Manacá da Serra, xodó do Irmã Matilde e outras espécies, inclusive orquídeas são cuidadas pelos colaboradores Atílio e Galdino.

Caravana do

HMSD prestigia

Feira Hospitalar

em SP

(2)

LIDERANÇA E GESTÃO LIDERANÇA E GESTÃO

Para fazer mudanças dentro do ambiente profissional é neces- sário pensar na Instituição e no que ela precisa para se tornar segura e acreditada.

E para atingir estes objetivos não há outra forma a não ser dar as mãos, um a um, sem querer/ficar só, mas, ser, sim, UMA EQUIPE!

Não existe nenhuma empresa que cresceu com sustentabilida- de que não fosse através da aglutinação de talentos, desenhados em planos de ações focados nas metas institucionais de forma integra- da.

E para que isso aconteça é necessário RESPEITAR as políticas e os programas institucionais, assim como os colegas de trabalho, além de melhorar a COMUNICAÇÃO como EQUIPE(S) e não como grupo(s) individualizado(s) formado(s) apenas por afinidades pessoais e não profissionais.

E, nesse processo, não se pode PERDER um só talento!

E, se existirem adversidades, estas terão que ser profissionais e não pessoais.

E d e v e r ã o s e r v i v i- das/compartilhas em EQUIPE, pois se existem é para proporcionar o amadurecimento das pesso- as/profissionais e melhorar, assim, a forma de enfrentá-las.

Define-se Equipe como um conjunto de pessoas que se organizam para atingir objetivos comuns. Ou seja, um grupo torna- se equipe quando todos os membros são interdependentes, usam as habilidades, as compe- tências e os recursos de todos os seus participantes para planejar suas atividades e empenhar-se para obter os melhores resultados.

Já Grupo é apenas um conjunto de diferentes pessoas que partilham as mesmas necessi-

dades, sem necessariamente trabalharem pelos objetivos comuns.

Para trabalhar em equipe é necessário: ser paciente, ouvir idéias contraditórias, até mesmo aceitá-las, não criticar os colegas, saber dividir, trabalhar, ser participativo e solidário, dialogar, planejar e evitar pensar como grupo, sempre aproveitando o trabalho em equipe.

“Gerencia-se coisas e lidera-se pessoas” (Hunter, JC). E dentro deste contexto, o que é ser um líder? É ser um facilitador, ajudar, cooperar para o bem de um todo. É estar disposto a enfrentar desafios a ser a parte que estará mais em evidência à execução de tarefas. É ter a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente, visando atingir aos objetivos identificados como

Colaboradores em Ação Jornal de circulação interna do:

HOSPITAL E MATERNIDADE SÃO DOMINGOS (Irmãs Dominicanas)

Diretor Executivo Guilherme da Silva Borges

Diretor Administrativo Roseli Aparecida Francisco

Expediente

sendo para o bem comum.

Existem quatro maneiras de ser líder:

1- Dirigente: ouve as pessoas, mas deixa claro que a decisão final é delas. É justo, sempre premia quem rende mais;

2- Democrático: convida todas as pessoas a participar do processo de decisão;

3- Treinador: preocupa-se com o desenvolvimento das pessoas.

Cria a oportunidade para que elas façam abordagens diferentes e encontrem sozinha a melhor forma de realizar suas tarefas e

4-Ideal: é aquele que atinge as metas e ainda mantém o bom clima empresarial, é uma mistura dos três perfis apresentados.

Já se definiu líder como aquele que tem seguidores, atraídos pelo carisma. E sempre existe a pergunta se todo líder pode ser chefe e se chefe é líder?

A autoridade de um chefe, por sua vez, advém da autoridade conferida pelo cargo. E, aparente- mente, é mais fácil ser chefe do que líder, até por que o poder da posição de chefia fornece por si o aparato necessário. O líder, ao contrário, tem de se preocupar em conduzir pessoas e dar significado ao trabalho.

Também é importante saber que “liderança é caráter em ação”(Warren Bennis) e que “99%

das falhas de liderança são falhas de caráter” (general Norman Schwarzkopf). E que no mundo atual não basta ser chefe. É preciso ser também líder.

Hoje as empresas querem tanto valor agregado que é preciso estar mergulhado no trabalho e envolvido. Assim os funcionários, os chamados colaboradores, precisam de um profissional que os lidere no sentido de motivá-los para o trabalho. E o líder é aquele que consegue olhar para o seu grupo de trabalho e transmitir a ele um desafio claro com os objetivos que o compõem, promovendo, incansadamente, a motivação necessária para atingi-los.

PODER E AUTORIDADE

PODER é a capacidade de obrigar, por causa de sua posição ou força, os outros obedecerem à sua vontade, mesmo que eles preferissem não fazê-lo:”Faça isso se não vai ver” (Max Weber).

Já AUTORIDADE é diferente de Poder, pois envolve a habilidade de levar os outros a fazerem de bom grado a sua vontade: ”Farei Isso por Você”(Max Weber).

Diretor Financeiro Mauro Oliveira

Conselho Administrativo Maria da Rocha Silva (Irmã Olinda) Dr. Nélio César Munhoz

Élson Vilela Ribeiro

Neide Aparecida dos Santos Ana Paula Costa Macedo Editor:

José Machado da Rocha

Assessor de Imprensa - RP/4325/MG

Colaboradores da edição Heloisa Helena e Roberto Ribeiro

Fotos:

José Machado, Élson Vilela Ribeiro www.hmsd.com.br

assessoria@hmsd. com.br Diagramação: Rogério Pires Impressão: Gráfica Carboni Ltda.

Colaborou Heloísa

(3)

Aniversariantes do Mês

Gente Nova

Julho

Nome Setor Dia Nome Setor Dia

Eliana Alves Ferreira Pires Irmã Luzia

Vinicius Silva Nascimento Manuela Borges Mendes Rodrigo Peres Portela Patrícia Machado Tomé Rosa Catia Cabral Edson Henrique de Araujo Regina Miranda Camargos Valeria Abadia de Melo Martins Claudia Duarte Bonatti Lucemara Aparecida da Silva Carlos Eduardo de Morais Marcela Rodrigues da Silva

Alessandra Gonçalves Soriani Araujo Elaine Cristina de Alcantara

Cândida Cristina de Souza Reis Anderson Adriano da Cruz Baltazar Moreira da Silva Iraci Maria de Araújo Silva

Centro Cirúrgico Assistente Social

Almx. Farmácia Admissão Almx. Farmácia Pronto Atendimento

Comunidade Proces. Roupas

Posto 6 Nutrição/Dietética Talentos Humanos Centro Cirúrgico

Posto 6 UTI Neonatal

Posto 2 Faturamento Higienização e Limpeza

Contabilidade Nutrição/Dietética Higienização e Limpeza

01 01 03 04 05 06 07 07 08 08 09 10 12 12 13 13 14 15 16 17

Afrânio Auto Alves Jerusa Cristina da Silva Márcia Lopes Silva Luciano Souza Melo Claudinei da Silva Soares Douglas Carvalho dos Santos Célia Santiago Gomes Lucelena Garcia da Silva Débora Aparecida Matias Claudia Alves de Brito Sirley Santos Viana Ariene Alves dos Reis Silva Carlos Alberto Araujo Márcia Cristina Costa

Maria Abadia Correa de Azevedo Marta Oliveira Bessa

Irmã Olinda

Rosana Carvalho Guimarães Carlos Alberto Silva

Manutenção UTI Neonatal Escrituração Centro Cirúrgico

Almx. Farmácia Posto 6 Posto 3 Nutrição/Dietética Nutrição/Dietética Pronto Atendimento Segurança do Trabalho

Escrituração Posto 6 Higienização/Limpeza

Centro Cirúrgico Posto 3

Conselho Administrativo CTI Adulto Almx. Farmácia

18 19 19 21 22 23 23 24 24 25 25 29 29 30 30 30 31 31 31 5s

Ariene Alves dos Reis Silva - Escrituração Doris Priscilla de André e Silva - Faturamento Patrícia Carvalho Henrique - Conciliação de Convênios

Sandra Borges Costa - Suprimentos Paulo Henrique Duarte - Same

Maria Raquel Silva - UTI Wellington Aparecido Bernardo - UTI

Claudia Alves de Brito - PA Jacqueline Andrezza dos Santos - PA

Patrícia Silva Oliveira - PA

Betania Aparecida Ferreira - CTI Neonatal Ithala Karla da Silva - CTI Neonatal

Débora Aparecida Matias - S.N.D Renata Honda Silva - S.N.D

Luciana do Nascimento Lima - Higienização Maria Aparecida dos S Clementino - Higienização

Nanci Ribeiro da Silva - Higienização

SESMT viabiliza curso para equipe da Manutenção SESMT viabiliza curso para equipe da Manutenção

No período de 28 de junho a 1º de julho, o SESMT viabilizou e organizou curso INTRODUÇÃO À SEGURANÇA COM ELETRICIDADE aplicado para os colaboradores da Manutenção. É o Hospital e Maternidade São Domingos capacitando e investindo em sua equipe e cumprindo exigência da Norma Regulamentadora NR 10 ( Instalações e serviços em eletricidade) Lei 6.514 (22/12/1977), portaria 2.314 (08/06/1978) do TEM.

Entre os vários temas abordados por instrutores capacitados destacam-se: Riscos em eletricidade e serviços com eletricidade;

técnicas de análise de risco; medidas de controle de risco elétrico;

normas técnicas Brasileiras – NBR da ABNT; NBR – 5410, NBR 14039; regulamentação do MTE; equipamento de proteção coletiva;

equipamento de proteção individual; rotinas de trabalho – procedimento; documentação elétrica; riscos adicionais; proteção e combate a incêndio; acidentes de origem elétrica; primeiros socorros; responsabilidade. Colaboradores participantes; Afranio Auto Alves, Clebio Henrique da Silva, Edmar Alves de Barros, Eurípedes Jose Raimundo, Fabiano Gomes da Silva, Genildo de Matos, Robson Almeida de Campos e Ronildo Marçal.

(4)

O Arraia São Domingos deste ano foi festejado em dois momentos no

Refeitório do Hospital.

O tradicional café da manhã dos dias 21 e 22 de junho foi enriquecido

por um cardápio com algumas comidas típicas das festas juninas:

canjicada, pipoca, bolo de fubá,

pão-de-quijo, doces e pão de milho.

(5)

Lactário ganha novo espaço Lactário ganha novo espaço

As colaboradoras Liliane (coordenadora de hotelaria), e Fernanda,( coordenadora de higienização e limpeza)do HMSD participaram em Uberlândia, na segunda quinzena de junho, da palestra- DESAFIOS DA ROUPA HOSPITALAR - CONTROLE E QUALIDADE COM MENOR CUSTO.

Um flash do palestrante senhor Edson Silva entre Liliane e Fernanda.

Feira Hospitalar

A décima oitava edição da Feira+ Fórum Hospitalar que aconteceu no Center Norte em São Paulo contou com as presenças de vários coordenadores e da irmã Dominicana, irmã Matilde.

Em novo espaço, entre o refeitório e a cozinha, o Lactário do HMSD é coordenado pela técnica de nutrição Maria Fátima Marcelino, com auxilio da lactarista Mirian Alves da Silva Cunha.

A partir do lactário, é distribuído o leite para a maternidade, UTI neonatal e demais crianças internadas. No local, é preparado de acordo com orientação da nutricionista, o leite para as dietas internas e pacientes com dietas por sondas.

A técnica de nutrição Fátima e a lactarista Mirian

5s

Aprimorando conhecimentos Aprimorando conhecimentos

(6)

As plantas que embelezam os jardins do HMSD

Não importa o clima, ou qual estação do ano: O verde sempre esta presente nos jardins em torno do HMSD.

Galdino Viana da Silva, que, em novembro próximo completa 12 a n o s c o m o c o l a b o r a d o r jardineiro cuida dos jardins em torno do Hospital e sempre reserva um carinho especial para as orquídeas.

Atílio Antonelli, um dos mais antigos colaboradores, há três anos tem também a função de jardineiro da residência das Irmãs Dominicanas.

São várias espécies de árvores e até raras orquídeas que tem como função primordial embelezar, seja pela suas belas floradas, ou por algum outro aspecto estético especial.

O Manacá-da-serra( Tibouchina mutabilis) é uma planta originária do Brasil, é uma Angiosperma, e pode atingir de 2 até 15 m de altura. Possui flores brancas e rosas o que lhe proporciona uma floração espetacular. A flor de centro branco e pétalas azuis muda de cor depois de fecundada.

Floresce durante a primavera e o verão, entre novembro e fevereiro, com belas floradas com flores que variam do branco ao lilás colorem a paisagem regional do final do ano.

No jardim da residências das Irmãs Dominicanas, o manacá-da-serra é o xodó da Irmã Matilde.

A variação na coloração das flores é decorrente do amadurecimento diferencial das partes masculina e feminina, sendo as brancas, recém abertas, funcionalmente femininas (recebem pólen de fora) e as roxas ou lilases são as flores velhas, masculinas, liberando pólen. A frutificação ocorre em novembro, sendo que em fevereiro e março estão prontas para serem colhidas, e devido ao tamanho, muito pequenas, são facilmente

Somos totalmente dependentes das plantas. Elas participam de nossas vidas de inumeráveis outras maneiras além de fontes de alimento. Elas nos fornecem fibras para vestuários;madeira para mobiliário, abrigo e combustível; papel para livros;temperos para culinária;drogas para remédios; e o oxigênio que respiramos. As plantas também possuem um grande apelo sensorial, e nossas vidas

urbana são melhoradas por jardins, parques e áreas selvagens disponíveis para nós.

(7)

5s

Colaboradores que fazem a diferença.

O técnico de enfermagem, e ou auxiliar de enfermagem está submetido à supervisão de enfermagem (nível superior), sendo responsável pela administração de medicamentos, cuidados

ao paciente (higiene corporal, mobilização no leito), monitorização dos dados vitais etc. Elabora relatório do atendimento feito e comunica anormalidades à sua supervisão e ao plantão médico.

O termo “Vestir a Camisa” nunca foi tão atual para estes cinco profissionais colaboradores que,

“Vestem a Camisa” na busca de seus objetivos sempre comprometidos em oferecer o melhor serviço e atendimento aos nossos clientes do HMSD.

Antônio Gerbasi NETO – Técnico em Enfermagem no Posto 3 – Em outubro próximo completará quatro anos como colaborador do HMSD, e no final deste ano receberá a graduação superior em Enfermagem. Neto também faz estágio extracurricular de enfermagem, além de uma especialização em Acreditação na qualidade do Serviço de Saúde.

Regina Abadia Prata de Morais– Técnica de Enfermagem, no Pronto Atendimento Noturno. Há 18 anos é colaboradora do HMSD. Iniciou em de 11 de abril de 1993, na função de auxiliar de enfermagem.

Carlos Antônio Silva – Técnico em Enfermagem- no CTI Adulto- Noturno. Em agosto próximo completa 27 anos como colaborador do HMSD.

Oneida Mendes Pereira Silva – Técnica em Enfermagem no Posto 2- Iniciou no dia 2 de Maio de 2002;

Maria Abadia Correia de Azevedo – Técnica em Enfermagem noturna no Bloco Cirúrgico.

No período de 1974 a 1976 exerceu a função na Maternidade. No ano de 1999 voltou a ser colaborada noturna no Bloco Cirúrgico e, em agosto próximo estará completando 23 anos neste posto.

Referências

Documentos relacionados

O plano de investimento de capital de cinco anos da Organização de Planejamento Metropolitano (MPO) da Região de Boston, denominado de Programa de Melhoria no Transporte (TIP)

Folheto disponível na Porta do PNPG em Campo do Gerês, nos sites do Município de Terras de Bouro, do ICNF 1 e da ADERE 2 bem como nos postos de turismo do concelho. OK Pode

Assim, e como verificado nos resultados, foi obtido maior recobrimento radicular médio e total, maior largura de tecido queratinizado e maior espessura de

O trabalho desenvolvido na escola teve como foco pesquisas relativas à história, bem como o desenvolvimento da expressão corporal, oral e cultural dos alunos, através de momentos de

Nela, o modelo é definido, tecnicamente, para os departamentos de engenharia de produção, de custos, de Planejamento e Controle da Produção (PCP) e as linhas de produção.

Pelas percepções dos dois docentes, podemos ver a preocupação quanto à redução da História a conhecimentos com viés utilitários, distanciando o trabalho da disciplina de sua

Nesse contexto, inserimo-nos na escola pública – apesar de considerarmos que a vida nua não é característica somente do tratamento dado às crianças das camadas populares que

Danielle Angela Rossinol Frade Silva Biologia - Licenciatura UENF MS Ecofisiologia de bactérias promotoras do crescimento vegetal LSOL Danilo Força Baroni Agronomia IFES