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THOMAS CARTWRIGHT MOMENTO DA HISTÓRIA: PURITANOS SÉCULO XVI

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Academic year: 2021

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THOMAS CARTWRIGHT

MOMENTO DA HISTÓRIA: PURITANOS

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• Nasceu em Hertfordshire/Inglaterra, em 1535. • Faleceu em Warwick, em Dezembro de 1603,

com 68 anos.

• Ingressou no St John´s College, em Cambridge,

no ano de 1550.

• Era naturalmente dotado de habilidades na área

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 Durante o reinado de Maria I (Blood Mary), ele foi excluído da universidade (1553), por se recusar a retornar ao catolicismo romano, trabalhando como balconista em um escritório de advocacia.

 O estudo da divindade, e seus ramos do

conhecimento eram sua principal fonte de alegria, no qual ele prosseguiu a se empenhar.

Dado curioso: Ele costumava dormir apenas 5 horas/noite.

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 Em 1.560, depois de formado, tornou-se associado

do Trinity College, e em Abril do mesmo ano do seu antigo centro de estudos, o St John´s College.

 Em 1.564, na ocasião da visita da rainha Elisabete I,

ele se opôs fortemente em um debate teológico com Thomas Preston (devido à visita da rainha, apenas os homens mais eruditos eram selecionados para debates públicos, a fim de entretê-la).

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 Foi taxado de presunçoso e mal educado, por

não ceder aos caprichos e benefícios reais, como seu oponente fizera. E nem recebeu nenhum mérito ou recompensa por sua notável performance.

 Alguns historiadores até mencionam que a falta

de benesses ou elogios reais deste episódio foram a força motriz para sua oposição à igreja da Inglaterra (a igreja institucional).

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 No ano seguinte, Thomas Cartwright iniciou

sua ênfase na atitude puritana na igreja com relação à sua organização simples e poucas cerimônias, comparando-a favoravelmente com a organização da igreja primitiva.

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Em 1569, Thomas Cartwright foi alçado ao posto de professor de Divindade em Cambridge. Suas ministrações a respeito dos capítulos 1 e 2 do livro de Atos são famosas, pois as executava com tal agudeza de espírito e solidez de julgamento que os presentes não podiam deixar sua admiração oculta. Em certa ocasião, quando pregava em St Mary, o sacristão da igreja foi obrigado a derrubar as janelas da igreja, a fim de acomodar a multidão que afluiu para ouvi-lo.

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Em suas aulas, Thomas Cartwright também

mencionava suas impressões a respeito da disciplina na igreja, e devido à sua posição contra a hierarquia e regime clerical da igreja, foram feitas denúncias contra ele.

Acusação: ensinava contra a política externa e ofícios da igreja; consequentemente, vários jovens universitários estavam sendo “envenenados” por suas doutrinas.

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Dado curioso: Diz-se que Cartwright e seus seguidores, certa vez, entregaram 3 sermões na capela da universidade em um domingo, e que os textos eram tão veementemente contra as cerimônias e o uso da sobrepeliz que todos os estudantes ali presentes (exceto 3 deles) despojaram-se do ornamento obrigatório, e apareceram sem ele durante o culto.

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 Um colega da universidade, Dr. Whitgift, também

se opôs fortemente à Cartwright, e lhe causou várias tribulações mais tarde, quando fez parte do conselho diretor da universidade como vice-chanceler, a ponto de privá-lo de seu posto de mestre em divindade em 1570, e de sua associação à Cambridge em 1571. Após sua deposição, Cartwright foi até Genebra, visitar Theodore Beza.

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Em 1572, retornou à Inglaterra, e poderia ter se tornado professor de Hebraico em Cambridge, se não fosse por sua expressa simpatia ao notório “Advertência ao Parlamento” (manifesto contra a autoridade dos bispos, após um projeto de lei puritano ter sido abandonado), de Thomas Wilcox e John Field. Para escapar novamente da prisão, ele foi novamente para o exterior, trabalhando como sacerdote aos residentes ingleses em Antuérpia (Bélgica) e Middelburg (países baixos).

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 Em 1576 ele visitou e organizou as igrejas huguenotes em Channel Islands, sendo estabelecido pastor em Antuérpia e recusando uma oferta de uma cadeira na universidade de St. Andrews.

 Em 1585 ele retornou a Londres sem autorização, foi preso por um curto período e se tornou mestre em Warnick. Em 1590, foi convocado por uma alta corte, e em 1591 foi enviado, novamente, para a prisão, onde foi tratado com bondade. Logo em seguida, foi liberto, morrendo em Warnick, no mesmo ano da rainha (1603).

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