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Carta Mensal Janeiro 2018

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Destaques

Renda Fixa

Crédito

O real valorizou 3,87%, fechando

o mês a R$/US$ 3,18.

Os preços de ativos brasileiros subiram bastante, acompanhando o movimento global.

Moedas

Bolsa

Em janeiro a aversão ao risco caiu ainda mais no mundo, levando a um

aumento quase generalizado de preços de ativos. A situação econômica

global foi um dos motivos para a alta de preços de ativos nos mercados

globais. As principais economias do mundo seguem mostrando a combinação

de crescimento robusto com ausência de pressão inflacionária.

O mercado de renda fixa teve

performance positiva em janeiro.

Nossos ganhos vieram das estratégias direcionais, onde a posição aplicada em juros reais e, em menor utilização de risco, em juros nominais se beneficiaram da melhora de mercado.

O Ibovespa encerrou o período com

valorização de 11,14%, aos 84.912

pontos.

Os demais índices tiveram as seguintes variações: S&P 500 + 5,62% (USD), Euro Stoxx + 3,01% (EUR) e Nikkei + 1,46% (JPY)..

No mês de janeiro não tivemos

emissões

de

debêntures

significativas no mercado primário.

Acreditamos que o 1º semestre

deste ano será mais intenso em

função do cenário eleitoral.

Continuamos com a estratégia de aumentar gradativamente a alocação de crédito nos fundos.

Carta Mensal

Janeiro 2018

Ano 0,58% 11,14% 11,71% 10,74% -4,40% Variação CDI IBOV IBX-50 IBX-100 US$ Variação IGP-M IPCA-15 IRF-M IMA-B 5 IMA-B Janeiro 18 0,58% 11,14% 11,71% 10,74% -4,40% Janeiro 18 0,76% 0,39% 1,30% 1,33% 3,40% Ano 0,76% 0,39% 1,30% 1,33% 3,40%

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Economia Brasileira

Economia Internacional

A economia americana cresceu 2,3% em 2017, segundo as primeiras estimativas divulgadas. O desempenho ao longo do ano não foi uniforme, decepcionando no primeiro semestre, mas ganhando força na segunda metade do ano, com forte aceleração do consumo e dos investimentos.

O consumo foi beneficiado pelo fortalecimento do mercado de trabalho, que derrubou a taxa de desemprego para 4,1%, impulsionando a confiança do consumidor, ainda que a renda do trabalho não tenha correspondido ao aumento do emprego. Boa parte do avanço dos gastos pessoais ocorreu em detrimento da formação da poupança pessoal, dada a baixa evolução da renda do trabalho. Mais recentemente, o aumento do crédito ao consumidor permitiu a sustentação do crescimento das despesas do consumo, compensando a baixa evolução da renda.

A retomada dos investimentos refletiu a recuperação da demanda global, impulsionando os preços das commodities energéticas. A recuperação do setor de energia impulsionou os investimentos em equipamentos, diante da maior atividade da extração de óleo nas camadas de xisto.

Em que pese o maior dinamismo apresentado pela economia, a inflação permanece contida. O deflator dos gastos pessoais (PCE), medida de inflação preferida pelo Fed, fechou 2017 com alta de 1,7%, enquanto o seu núcleo (Core PCE), que baliza as decisões de política monetária, ficou em 1,5%, abaixo da meta de 2% perseguida pelo Fed.

O banco central americano tem enfrentado um dilema: a inflação não converge para a meta de 2%, enquanto a taxa de desemprego encontra-se abaixo de suas projeções para o ano (4,6%). Na condução da política monetária, o Fed tem dado maior peso para a queda do desemprego, acreditando na alta gradual da inflação, acompanhando uma economia que evolui acima do seu potencial. Em 2017, o Fed elevou a taxa básica de juros (fed fund rate) por três vezes, subindo de 0,75% em janeiro para 1,50% em dezembro.

O cenário para 2018 prevê a continuidade do crescimento econômico, puxado pelo dinamismo da demanda doméstica. Projeta-se o PIB evoluindo em torno de 2,8% no período. O consumo continuará sendo beneficiado pelo mercado de trabalho aquecido e pela expansão do crédito, além da manutenção da confiança do consumidor em patamares elevados. Os investimentos devem ganhar tração, estimulados pela redução das alíquotas dos impostos cobrados das pessoas jurídicas. Essa visão positiva também deverá ser ajudada pelo setor habitacional. O aumento nas vendas e a queda nos estoques já vêm estimulando a expansão na construção de novas residências. O desenvolvimento de projetos em infraestrutura, um dos focos de preocupação do governo, deve estimular os investimentos fixos em estruturas.

O cenário para inflação permanece benigno. A inflação deve subir, acompanhando o maior dinamismo da economia, mas deve se manter ligeiramente abaixo do objetivo do Fed de 2,0%. Estima-se o Core PCE subindo 1,9% em 2018. Esse quadro permitirá ao Fed prosseguir com o processo de normalização monetária de forma gradual, que deve resultar em mais três elevações de juros ao longo deste ano.

Dados recentes mostram melhora considerável da atividade econômica no quarto trimestre de 2017. A produção industrial subiu 2,8% M/M em dezembro, após já ter subido 0,6% em outubro e 0,3% em novembro. No quarto trimestre, a variação acelerou para 1,9% T/T, contra 1,2% T/T em média nos três trimestres anteriores, sendo também a maior taxa de crescimento para um trimestre desde 2013. A aceleração da produção industrial no final do ano fez subir o carregamento estatístico para 2018 para 4,1%, sendo que a projeção da SulAmérica Investimentos já é de 6,5% para a expansão industrial neste ano.

O IBC-Br, que é uma proxy mensal do PIB feita pelo Banco Central, subiu 0,4% M/M em outubro e 0,5% M/M em novembro, devendo ter subido pelo menos mais 0,3% M/M em dezembro, dado o crescimento da produção industrial, o que deve ter feito a variação trimestral ter passado de 0,5% T/T no 3º trimestre para 0,8% T/T no 4º trimestre.

A arrecadação federal também subiu bastante no final do ano, um reflexo da recuperação da atividade. Controlando pela diferença em dias úteis, a arrecadação em dez/17 foi 15% maior que a de dez/16 em termos reais. Já em novembro o crescimento havia sido de 9% nessa comparação. Esse aumento de arrecadação fez com que o setor público terminasse 2017 com déficit bem menor que o esperado (R$ 110 bi contra meta de R$ 159 bi). A melhora da atividade no final de 2017 deve se estender para 2018. Esses dados corroboram a visão da SulAmérica Investimentos de que o PIB deve subir 1,0% em 2017 (o último dado, o PIB do 4º trimestre, deve sair no começo de março) e 3,0% em 2018.

Em janeiro a aversão ao risco caiu ainda mais no mundo, levando a um aumento quase generalizado de preços de ativos. A situação econômica global foi um dos motivos para a alta de preços de ativos nos mercados globais. As principais economias do mundo seguem mostrando a combinação de crescimento robusto com ausência de pressão inflacionária. Houve uma realização de lucros no final do mês, mas ainda assim a variação dos preços dos ativos foi significativa em janeiro.

Nos EUA, por exemplo, os dados econômicos sobre atividade seguiram com crescimento considerável. Houve surpresas para baixo apenas na criação de empregos e PIB, porém esses dados que surpreenderam para baixo não afetaram de forma negativa os mercados financeiros americanos, uma vez que houve muitos outros dados que

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Após um mês de dezembro repleto de emissões de debêntures e títulos financeiros, o mês de janeiro foi marcado por um número baixo de emissões e consequentemente um aumento da demanda por ativos no mercado secundário. Acreditamos que a partir de fevereiro teremos uma melhora no volume de emissões que deve se estender até o final do 1º semestre deste ano. Nossa leitura é que no 2º semestre o número de emissões será menor em função da proximidade do cenário eleitoral. Continuamos com a estratégia de aumentar gradativamente a alocação de crédito nos fundos. O fechamento da curva de juros favoreceu o posicionamento dos fundos através do bom retorno das debêntures indexadas ao IPCA.

O mercado de renda fixa teve performance positiva em janeiro. O bom humor externo e a condenação, em segunda instância, do ex-Presidente Lula motivaram a baixa nas taxas, com destaque para o forte movimento de queda nas inclinações a partir de 2 anos. Os vértices de 2, 3 e 5 anos caíram 10, 30 e 50 bps, respectivamente. Nos juros reais, o movimento foi semelhante e em menor intensidade, motivando o recuo das inflações implícitas ao longo de toda a estrutura a termo. Os papéis de 3 e 5 anos fecharam 15 e 30 bps, respectivamente.

Nossos ganhos vieram das estratégias direcionais, onde a posição aplicada em juros reais (venc. entre 3 e 5 anos) e, em menor utilização de risco, em juros nominais (venc. em até 18 meses) se beneficiaram da melhora de mercado. Por outro lado, tivemos perdas em valor relativo, em função do forte movimento de queda do prêmio de risco ao longo dos anos de 2019/20.

Nossa perspectiva para o médio de prazo é positiva. A despeito da agenda política ainda incerta, os dados econômicos de alta frequência transmitem confiança na materialização do cenário de recuperação consistente da

Crédito Privado

Posicionamento

Renda Fixa

Posicionamento

Perspectivas

surpreenderam para cima (produção industrial, vendas no varejo, encomendas à indústria, ISM). Os dados de inflação vieram todos em linha com expectativa, com o deflator do consumo em 1,7% A/A, em linha com projeções do mercado e do Fed e ainda abaixo da meta (2,0%). Dessa forma, os índices de ações nos EUA bateram novos recordes, com o S&P500 subindo 5,8% M/M. Os juros futuros também subiram consideravelmente, com os yields da Treasury de 10 anos subindo mais de 33 pb (de 2,40% para 2,73%), com o mercado agora precificando três altas de 25 pb em 2018. O dólar, por sua vez, perdeu valor contra basicamente todas as moedas do mundo e de maneira significativa, com o índice DXY recuando -3,3% M/M.

Na Zona do Euro os dados econômicos seguiram mostrando crescimento forte. O PIB do 4º trimestre veio em linha com expectativas (0,6% T/T), sendo esse já o 19º trimestre consecutivo de crescimento. A inflação seguiu baixa, com o núcleo de preços ao consumidor em 1,0% A/A. O Banco Central Europeu manteve as taxas de juros estáveis, e a maior parte do mercado acredita, pelo linguajar de Draghi, que o programa de compra de títulos deve ser reduzido depois de setembro, ao invés de ser interrompido. O índice pan-europeu STOXX600 avançou 1,61% no mês, enquanto o euro se apreciou 3,53% contra o dólar. O juro do título público alemão de 10 anos subiu 26 pb (de 0,43% a.a. para 0,69% a.a.).

Na China, a atividade econômica também seguiu com crescimento robusto. O PIB cresceu 6,8% A/A no 4º trimestre, com a expansão no ano ficando em 6,9%. A inflação seguiu baixa, com o índice ao consumidor ficando em 1,8% A/A, abaixo da mediana de projeções (1,9%).

O crescimento forte na China e no mundo, aliado à depreciação do dólar, fez os preços de commodities subirem em janeiro. O índice CRB subiu 2,43% M/M, enquanto o petróleo tipo WTI subiu 6,45% M/M, para US$ 64,31/barril.

No Brasil, os dados de atividade mostraram consolidação da recuperação econômica, com crescimento na produção industrial, vendas no varejo e serviços. Os preços de alimentos e de commodities fizeram os IGPs permanecerem altos, com o IGP-M de janeiro ficando em 0,76% M/M. A inflação de alimentos subiu nos preços ao consumidor também, fazendo o IPCA de dezembro surpreender para cima (0,44% contra expectativa de 0,30%) e indicando que o IPCA de janeiro deve ficar em torno de 0,50%. Os indicadores fiscais vieram bem melhores que o esperado, com déficit de R$ 110,6 bi em 2017, bem abaixo da meta (de R$ 159 bi), devido à recuperação da arrecadação. O governo desistiu de algumas medidas fiscais adotadas no final do ano passado para tentar atingir a meta de déficit primário de 2018 (R$ 159 bi), como adiamento de reajuste de servidores, devido a derrotas no Judiciário e pouco apoio no Legislativo, contando com o aumento de arrecadação para que elas não se mostrem necessárias. No campo político, a grande notícia do mês foi o julgamento do ex-presidente Lula na segunda instância (TRF-4), com condenação por 3 a 0, o que virtualmente o exclui da corrida eleitoral. As perspectivas para aprovação da reforma da Previdência em 2018 ainda parecem difíceis, com as últimas contagens antes do retorno do recesso parlamentar indicando 270 votos (contra 308 necessários). Os preços de ativos brasileiros subiram bastante, acompanhando o movimento global, com o índice Ibovespa avançando 11,63% M/M, o juro futuro Jan/23 recuando de 9,99% para 9,50% e o real se valorizando 3,87%, para R$/US$ 3,18.

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Multimercado

Posicionamento

O Ibovespa foi o grande destaque do mês, subindo quase 12%. O fluxo estrangeiro bateu recorde para o período e atingiu 9,73 bilhões. O real apreciou 3,80%, em linha com seus pares e ainda mostra performance relativa decepcionante em um horizonte mais longo. O mercado de juros, seguiu a tendência dos demais ativos e apresentou baixa nas taxas, com destaque para o forte movimento de queda nas inclinações a partir de 2 anos. Os vértices de 2, 3 e 5 anos caíram 10, 30 e 50 bps, respectivamente. Nos juros reais, o movimento foi semelhante e em menor intensidade, motivando o recuo das inflações implícitas ao longo de toda a estrutura a termo. Os papéis de 3 e 5 anos fecharam 15 e 30 bps, respectivamente.

Nossos fundos tiveram performance positiva em janeiro. Em renda fixa, tivemos ganhos nas estratégias direcionais, onde a posição aplicada em juros reais (venc. entre 3 e 5 anos) e, em menor utilização de risco, em juros nominais (venc. em até 18 meses) se beneficiaram da melhora de mercado. Por outro lado, tivemos perdas em valor relativo, em função do forte movimento de queda do prêmio de risco ao longo dos anos de 2019/20.

Na estratégia de moedas, iniciamos o mês com posição comprada em real contra o dólar, em função da forte divergência na performance de curto prazo do ativo brasileiro. Com a desvalorização global da moeda americana, optamos por trocar a posição vendida na mesma por uma cesta de Rand Sul-Africano, Yen e Libra, para nos protegermos de uma potencial correção global do dólar. Zeramos as posições na véspera do julgamento no TRF4, por considerarmos prudente a redução do risco frente ao evento. Por fim, em renda variável, iniciamos o mês com pequena posição comprada via índice futuro, que foi liquidada após a alta da primeira quinzena do mês

Gráfico 3: Real x Moedas de Países Emergentes

Gráfico 1: Curva de Juros Nominais Gráfico 2: Curva de Juros Reais

0,00% 2,00% 4,00% 6,00% 8,00% 10,00% 12,00% 14,00% 16,00% o u t/ 17 ab r/ 18 o u t/ 18 ab r/ 19 o u t/ 19 ab r/ 20 o u t/ 20 ab r/ 21 o u t/ 21 30/dez/16 30/nov/17 28/dez/17 31/jan/18 2,50% 2,75% 3,00% 3,25% 3,50% 3,75% 4,00% 4,25% 4,50% 4,75% 5,00% 5,25% 5,50% 5,75% 6,00% ag o /18 ma i/ 19 ag o /20 ma i/ 21 ag o /22 ma r/ 2 3 ma i/ 23 ago /24 ag o /26 ag o /30 ma i/ 35 ag o /40 ma i/ 45 ag o /50 ma i/ 55 30/dez/16 30/nov/17 28/dez/17 31/jan/18 -74 -72 -70 -68 -66 -64 3000 3100 3200 3300 3400 o u t-17 o u t-17 o u t-17 o u t-17 o u t-17 n ov -1 7 n ov -1 7 n ov -1 7 n ov -1 7 d ez -17 d ez -17 d ez -17 de z-1 7 jan -18 jan -18 jan -18 jan -18 jan -18

USDBRL Moedas Países Emergentes

economia com inflação ancorada. Preferimos a alocação de risco no mercado de juros reais em função do atual nível das inflações implícitas nesses papéis. A alocação vem sendo feita em vencimentos de 3 a 5 anos, onde a estrutura a termo de juros tem o melhor perfil de risco. Mantivemos, também, as estratégias de valor relativo, que representam um risco reverso para o posicionamento direcional.

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Bolsa

Posicionamento

O Ibovespa encerrou o período com valorização de 11,14%, aos 84.912 pontos. Os demais índices tiveram as seguintes variações: S&P 500 + 5,62% (USD), Euro Stoxx + 3,01% (EUR) e Nikkei + 1,46% (JPY). Nas commodities, o petróleo tipo Brent fechou em US$ 69,05 (+ 3,26% no mês) e o minério de ferro em US$ 75,86 (+ 6,43% no mês).

Nas commodities, o preço do petróleo apresentou alta após a sinalização de que os produtores da OPEP e externos à organização irão estender o acordo de redução da produção. Já o minério de ferro apresentou alta devido aos limites impostos pelo governo chinês à produção de aço no inverno, na tentativa de reduzir a poluição.

No lado doméstico, o destaque ficou para o julgamento do ex-presidente Lula e a confirmação da condenação em 2ª estância dificultou as chances de sua participação nas próximas eleições. A expectativa agora fica em torno da aprovação da reforma da previdência, com votação prevista para 19 de fevereiro, e para as pesquisas de intenção de voto para a próxima eleição. No lado econômico, dados apontaram que o IPCA fechou o ano em 2,95% ficando abaixo da meta de 4,5%. Enquanto a dívida pública subiu 14,3% em 2017, fechando o ano dentro do intervalo previsto pelo governo.

Perspectivas

A bolsa brasileira começou o ano forte, sendo beneficiada pela perspectiva de crescimento global e recuperação da atividade local. Apesar de o Ibovespa possuir fundamentos para continuar a tendência de alta, podemos esperar uma maior volatilidade até a definição do cenário eleitoral. O ambiente para o crescimento de lucros ainda está na mesa, diante da recuperação da atividade melhorando a alavancagem operacional das empresas. No entanto, a atuação e o desempenho dos participantes durante a corrida eleitoral poderá ditar a direção dos mercados. O cenário macro internacional continua benigno, ajudado pela tendência positiva das economias dos EUA e dos países europeus. Continuamos com viés de alta para o Ibovespa, porém esperamos uma volatilidade maior diante das incertezas do cenário doméstico.

Gráfico 4: Retorno Setores da Bolsa

Projeções

95 100 105 110 115 120 125 d ez -1 7 d ez -1 7 jan -1 8 jan -1 8 jan -1 8 jan -1 8 jan -1 8 jan -1 8 jan -1 8 jan -1 8 jan -1 8 jan -1 8 jan -1 8 jan -1 8 jan -1 8 jan -1 8 jan -1 8 jan -1 8

IVBX2 IBOV SMLL IBX IFNC IMAT ICON

2014 2015 2016 2017(p) 2018(p) 2019 (p)

PIB - crescimento real Var % 0,10 -3,50 -3,50 1,00 3,00 3,10

IPCA % ao ano 6,41 10,67 6,29 2,95 4,19 4,25

IGP-M % ao ano 4,03 10,55 7,19 -0,53 5,13 4,50

Juro Selic - média ano % ao ano 11,02 13,36 14,08 10,09 6,77 8,40

Juro Selic - dezembro % ao ano 11,75 14,25 13,75 7,00 6,75 9,00

Tx Câmbio - média ano R$/US$ 2,36 3,33 3,49 3,19 3,20 3,29

Tx Câmbio - dezembro R$/US$ 2,64 3,87 3,35 3,29 3,24 3,32

Risco País (EMBI) - dezembro bps 265 487 310 240 260 210

Balança Comercial US$ Bn -4,0 17,7 47,7 67,0 48,9 36,9

Saldo em C. Corrente US$ Bn -104,7 -60,6 -23,5 -9,8 -31,7 -47,2

Saldo em C. Corrente % do PIB -4,5 -3,6 -1,3 -0,5 -1,5 -2,1

Resultado Fiscal Primário % do PIB -0,6 -1,9 -2,5 -1,7 -2,2 -1,3

Dívida Líquida % do PIB 34,1 36,0 45,9 51,6 55,6 60,0

Dívida Bruta % do PIB 58,9 66,2 69,5 74,0 77,5 79,5

(p) projeções

Economia Brasileira

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BACEN: Banco Central Brasileiro BCE: Banco Central Europeu BRL: Moeda brasileira (Real R$)

Copom: Comitê de Política Monetária Brasileiro

Dovish: postura de autoridades de mercado de taxas de juros mais baixas e uma postura mais tolerante com a inflação

FED: Banco Central Americano Fiscal Cliff: Aperto fiscal nos EUA

Flattening: Movimento da curva de juros onde a inclinação da curva diminui. FOMC: Comitê de Política Monetária Americano

Hawkish: Defensores de juros mais altos e de uma política de austeridade mais forte.

IBOVESPA: Índice composto pelas ações mais negociadas na Bolsa brasileira e ponderadas conforme sua liquidez. IBOVIEE: Índice composto por ações do setor de Energia Elétrica da BM&FBOVESPA

IBX: Índice composto pelas ações mais negociadas na Bolsa e ponderadas pelo valor de mercado das ações disponíveis para negociação nos últimos 12 meses

ICONBV: Índice composto por ações do setor de Consumo da BM&FBOVESPA

IDIV: Índice composto pelas ações listadas na Bolsa cujos dividendos e juros sobre o capital próprio pagos nos últimos 24 meses são os mais elevados.

IFNCBV: Índice composto por ações do setor Financeiro da BM&FBOVESPA

IMA-B: Índice composto por notas do tesouro nacional série B (NTN-B) que são títulos públicos que remuneram o investidor em uma taxa de juros pré-fixada mais a variação do IPCA no período

IMAT: Índice composto por ações do setor de Materiais Básicos da BM&FBOVESPA IMOBBV: Índice composto por ações do setor de Imobiliário da BM&FBOVESPA

IRF-M: Índice composto por letras do tesouro nacional (LTN) e notas do tesouro nacional série F (NTN-F) que são títulos públicos que remuneram o investidor em uma taxa de juros pré-fixada.

IVBX-2: Índice composto por 50 ações escolhidas a partir de uma classificação decrescente por liquidez, não podendo estar entre as 10 ações mais negociadas na BM&FBOVESPA nos últimos 12 meses

Overweight: Posição acima de um determinado índice de referência (benchmark)

Quantitative Easing (QE): Expressão utilizada para caracterizar uma política monetária que pretende aumentar a quantidade de dinheiro

em circulação na economia.

SMLLBV: Índice composto por ações de menor capitalização da BM&FBOVESPA Steepning: Movimento da curva de juros onde a inclinação da curva aumenta.

Tapering: Redução gradual do programa de compra de títulos de longo prazo pelo FED Underweight: Posição acima de um determinado índice de referência (benchmark)

Glossário

Informações: Maria Augusta [email protected] Atendimento a clientes : [email protected]

Este material foi preparado pela SulAmérica Investimentos DTVM S.A. e apresenta caráter meramente informativo, não podendo ser reproduzido ou copiado sem a expressa da mesma. As análises aqui contidas concordância foram elaboradas a partir de fontes fidedignas e de boa-fé. As informações aqui apresentadas deverão ser consideradas confiáveis apenas na data em que este foi publicado. Ainda assim, a SulAmérica Investimentos DTVM não garante, expressa ou tacitamente, exatidão, nem tampouco assertividade sobre os temas aqui abordados. Todas as análises aqui contidas estão sujeitas a alteração sem aviso prévio. As opiniões aqui expressas não devem ser entendidas, em hipótese alguma, como uma oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros.

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jan/18 dez/17 nov/17 out/17 set/17 ago/17 2018 2017 12 M 24 M Desde o Início PL no dia

PL Médio

12 meses1 Tx. Adm. Tx. Perf. (Conversão)Aplicação

Resgate (Conversão/Liquidaçã o) Aplicação Inicial Mínima Movimentação/ Saldo Mínimo 22/01/2016 22/01/2016 22/01/2016 22/01/2016 22/01/2016 22/01/2016 Referenciado DI

Exclusive FI Renda Fixa Refenciado DI 0,56 0,53 0,55 0,65 0,64 0,79 0,56 9,95 9,40 24,53 584,94 594.375.194 485.821.616 0,15% a.a. não há 06/02/2002 D+0 D+0/D+0 R$ 50.000,00 R$ 2.500,00

% CDI 96,59 98,49 97,61 101,17 99,20 98,27 96,59 100,00 100,01 99,08 94,55

Premium FI RF Referenciado DI Crédito Privado 0,56 0,53 0,56 0,66 0,61 0,79 0,56 10,22 9,63 20,09 66.595.366 26.360.994 0,30% a.a. não há 23/05/2016 D+0 D+0/D+1 R$ 200.000,00 R$ 25.000,00

% CDI 96,66 98,22 98,97 101,46 95,40 98,53 96,66 102,71 102,44 101,36

Renda Fixa

Excellence FI RF Crédito Privado 0,52 0,52 0,56 0,66 0,63 0,80 0,52 10,23 9,64 24,61 554,09 1.119.929.286 1.184.873.126 0,40% a.a. não há 12/11/2002 D+0 D+1/D+1 R$ 5.000,00 R$ 2.500,00

% CDI 88,88 95,87 97,97 102,67 98,22 100,18 88,88 102,74 102,52 99,38 104,39

Renda Fixa Ativo FI Longo Prazo 0,61 0,68 0,63 0,45 0,72 0,93 0,61 11,04 10,44 25,78 93,74 252.547.015 130.633.646 0,50% a.a. 20% sobre o que 10/08/2011 D+0 D+0/D+1 R$ 25.000,00 R$ 5.000,00

% CDI 103,98 126,87 110,64 69,51 112,23 116,61 103,98 110,93 111,06 104,11 100,38 exceder o CDI

Juro Real Curto FI RF Longo Prazo 1,41 0,99 -0,10 0,40 1,25 1,41 1,41 13,08 13,37 28,56 59,94 124.830.943 133.111.707 0,25% a.a. 20% sobre o que 27/02/2013 D+0 D+2/D+3 R$ 5.000,00 R$ 2.500,00

Benchmark (Alfa)9 0,07 0,11 -0,20 -0,09 0,24 0,15 0,07 0,50 0,59 0,62 -0,10 exceder o IMA-B5

Inflatie FI RF Longo Prazo 4,08 0,61 -1,14 -0,19 1,87 1,61 4,08 14,51 17,03 46,74 247,82 438.536.130 371.840.995 0,40% a.a. 20% sobre o que 11/07/2008 D+0 D+1/D+2 R$ 5.000,00 R$ 2.500,00

IMA-B (Alfa) 0,68 -0,22 -0,38 0,19 0,06 0,26 0,68 1,71 2,53 3,91 -2,82 exceder o IMA-B

Multimercado

Crédito Ativo FIM Crédito Privado 0,60 0,54 0,54 0,64 0,72 0,82 0,60 11,03 10,50 25,91 88,33 499.938.141 439.425.651 0,60% a.a. 20% do que 26/03/2012 D+0 D+29/D+30 R$ 25.000,00 R$ 5.000,00

% CDI 102,14 100,17 94,59 99,16 112,57 102,26 102,14 110,82 111,68 104,63 108,89 exceder 108% do CDI

High Yield FIM Crédito Pivado 1,07 0,67 0,47 0,57 1,21 0,63 1,07 12,25 12,01 19,07 52,42 34.057.434 36.792.522 1,50% a.a. não há 21/03/2014 D+0 D+360/D+3618 R$ 1.000.000,00 R$ 50.000,00

Benchmark8 0,91 0,91 0,74 0,91 0,62 0,72 0,91 8,99 9,19 21,97 57,97

Focus Fundo de Fundos FIC FIM 2,07 0,87 0,03 0,04 1,23 1,00 2,07 11,03 11,58 28,89 929,88 50.419.860 44.359.775 0,50% a.a. 20% do que 01/06/2001 D+0 D+0/D+3 R$ 10.000,00 R$ 2.500,00

% CDI 355,51 160,33 4,89 5,86 191,34 125,29 355,51 110,80 123,17 116,65 131,40 exceder o CDI

Evolution FI Multimercado 0,69 0,55 0,45 0,66 0,65 1,07 0,69 11,58 10,91 28,47 114,94 306.044.122 173.524.837 1,00% a.a. 20% do que 23/02/2011 D+0 D+4/D+5 R$ 25.000,00 R$ 5.000,00

% CDI 118,67 101,17 79,04 102,30 102,11 132,96 118,67 116,32 116,03 114,98 110,98 exceder o CDI

Endurance FI Multimercado 0,69 0,31 0,09 1,24 0,61 1,49 0,69 12,20 11,41 29,24 124,71 415.405.283 168.981.208 1,00% a.a. 20% do que 16/02/2011 D+0 D+4/D+5 R$ 5.000,00 R$ 2.500,00

% CDI 117,97 56,74 15,20 192,53 95,25 185,84 117,97 122,55 121,30 118,09 119,92 exceder o CDI

Debêntures Incentivadas FIM Crédito Privado 1,60 0,90 -0,14 0,62 0,87 1,43 1,60 6,50 8,21 5.024.061 2.830.319 0,80% a.a 20% do que 10/05/2017 D+0 D+74/D+75 R$ 50.000,00 R$ 5.000,00

IMA-B (Alfa) -1,80 0,07 0,62 1,00 -0,94 0,08 -1,80 1,47 -0,40 exceder o IMA-B

Investimento no Exterior

Franklin Templeton FIA IE 1,65 2,84 0,50 4,21 2,88 -1,25 1,65 18,33 20,65 9,96 1,91 93.592.295 85.249.585 0,70% a.a. não há 10/08/2015 D+0 D+1/D+4 R$ 25.000,00 R$ 25.000,00

MSCI All Country10 1,83 2,21 1,87 5,95 2,55 1,19 1,83 26,42 29,25 20,06 24,22

Dólar Referencial ¹¹ -3,63 0,56 -0,12 3,77 0,57 0,75 -3,63 1,42 0,85 -21,04 -8,07

ABS FIA IE -3,59 1,12 1,47 4,54 1,10 2,77 -3,59 16,34 14,79 -8,65 6.448.833 6.136.807 0,50% a.a não há 28/01/2016 D+0 D+76/D+77** R$ 25.000,00 R$ 25.000,00

MSCI All Country12 0,34 1,84 1,17 6,57 2,68 1,13 0,34 21,48 23,82 14,38

Dólar Referencial ¹¹ -3,63 0,56 -0,12 3,77 0,57 0,75 -3,63 1,42 0,85 -22,26

Ações

Total Return FIA 11,14 6,76 -5,20 0,43 5,15 5,91 11,14 32,25 37,77 100,76 34,08 103.938.058 68.604.989 1,50% a.a. 20% do que 25/08/2010 D+1 D+30/D+3 (úteis) R$ 2.500,00 R$ 2.500,00

IbrX- 50 (Alfa)7 -0,57 0,57 -1,99 0,45 0,19 -1,37 -0,57 5,44 5,52 -6,48 -28,05 exceder o Ibr-X50 da conversão5

Quality FIA 6,39 7,25 -3,29 -0,36 5,21 8,50 6,39 42,40 51,50 58.841.612 23.493.175 1,20% a.a. 20% do que 31/01/2017 D+1 D+1/D+4 (úteis) R$ 2.500,00 R$ 2.500,00

Ibovespa (Alfa) 7 -4,75 1,09 -0,14 -0,38 0,32 1,04 -4,75 24,26 20,20 exceder 100% do Ibov

FV FIA 6,18 6,02 -0,64 -2,02 2,90 9,59 6,18 41,64 39,44 122,60 36,15 13.815.256 9.602.969 1,00% a.a. não há 21/02/2011 D+0 D+1/D+3 (úteis) R$ 1.000,00 Não há

Ibovespa (Alfa) 7 -4,96 -0,14 2,51 -2,04 -1,98 2,13 -4,96 14,78 8,14 12,45 9,90

Expertise FIA -19,34 6,46 -17,37 -33,88 -19,28 -15,08 -19,34 -87,27 -89,11 -89,67 -92,76 34.762.666 129.065.067 1,50% a.a. 20% do que 25/02/2011 D+1 (Fechado Fundo Fechado6 R$ 1.000.000,00 R$ 100.000,00

Expertise FIA * -19,34 6,46 -17,37 -1,65 2,28 2,44 -19,34 -5,39 -28,11 -9,00 -11,00 exceder o IVBX-2 para captações)

IVBX-2 (Alfa) 7 -24,54 0,77 -13,05 -1,23 -2,83 -4,98 -24,54 -28,50 -53,33 -72,59 -104,47

Expertise II FIA 5,40 5,24 -6,54 -0,14 4,48 3,34 5,40 30,53 28,93 66,24 -35,34 222.165.358 196.525.586 1,50% a.a. 20% do que 10/06/2013 D+1 (Fechado Fundo Fechado6 R$ 1.000.000,00 R$ 100.000,00

IVBX-2 (Alfa) 7 0,20 -0,45 -2,23 0,28 -0,63 -4,08 0,20 7,42 3,72 2,65 -104,87 exceder o IVBX-2 para captações)

Indicadores 7

CDI (Taxa Nominal) 0,58 0,54 0,57 0,65 0,64 0,80 0,58 9,95 9,40 24,76 Dólar Comercial (Ptax) -4,40 1,42 -0,47 3,44 0,66 0,52 -4,40 1,50 1,13 -21,78 IBOVESPA 3 11,14 6,16 -3,15 0,02 4,88 7,46 11,14 26,86 31,30 110,15

IBRX 10,74 6,35 -3,38 -0,13 4,69 7,35 10,74 27,55 31,75 105,97 Rating pela S&P Signatory of: IBRX-50 11,71 6,20 -3,21 -0,02 4,95 7,28 11,71 26,81 32,25 107,24

IVBX-2 4 5,20 5,69 -4,32 -0,42 5,11 7,42 5,20 23,11 25,22 63,60 IMA-B 2 3,40 0,83 -0,76 -0,38 1,81 1,34 3,40 12,79 14,49 42,84 IMA-B 5 1,33 0,88 0,10 0,48 1,01 1,25 1,33 12,58 12,77 27,94 IMA-B 5

RENTABILIDADE MENSAL RENTABILIDADE ACUMULADA

1 Demonstrado desde a data de início para os fundos que não atendem ao período referenciado. 2 O indicador IMA-B tem como base de cálculo para os valores acumulados, a data de início do fundo Inflatie. 3 Até 30/04/08 o cálculo é feito utilizando-se a cotação média e, a partir de 02/05/2008 utilizando-se a cotação de fechamento. 4 O Indicador IVBX-2 tem como base de cálculo o início do fundo Expertise.

5 Caso o cotista solicite resgate com conversão das cotas em D+1/ Liquidação das cotas D+4, será cobrada a taxa de saída no montante equivalente a 10% do valor de resgate. Esta taxa será descontada no dia da efetivação do resgate e revertida ao patrimônio líquido do fundo.

6 O fundo entrará em liquidação ao final do seu prazo de duração, que corresponde a 5 (cinco) anos a contar da data da primeira integralização de cotas. Amortizações: Decorrido o prazo de 3 (três) anos a contar da data da primeira integralização de cotas, o Fundo poderá ter amortizações extraordinárias a único e exclusivo critério do Administrador. 7 Salvo os indicadores citados junto a cada fundo, os indicadores acima se tratam de mera referência econômica, e não meta ou parâmetro de performance de fundo de investimento. No caso dos fundos Total Return FI, Expertise FIA e Expertise II FIA , os índices mostrados são utilizados apenas como parâmetro para cálculo de performance e não como índice de referência. 8 O fundo possui carência de 2 anos e após o período de carência, a conversão da cota acontece em D+360 com crédito em D+361. Benchmark: Até 09/08/2015 foi utilizado NTNB+1,2% a.a.; a partir de 10/08/2015 o índice de referência utilizado passou a ser o IPCA+6%a.a.

9 Benchmark até 31/12/2015: IMA-G ex-C(Alfa). A partir de 04/01/2016 o benchmark do fundo foi alterado para IMA-B5

10 Fundo SulAmérica Franklin Templeton FIA IE: O resultado do benchmark MSCI All Country está em reais e calculado pelo Dólar referencial BMF BOVESPA - DOL D2. Ticker: MXWD 11 Dólar Referencial BM&F D2 tem caráter de mera referência econômica, e não se caracteriza como meta ou parâmetro de performance do Fundo de investimento. 12 Fundo SulAmérica ABS FIA IE. O resultado do benchmark MSCI All Country está em reais e calculado pelo Dólar referencial BMF BOVESPA - DOL D2. Ticker: NDLEACWF.

* Rentabilidade no quadro acima contempla o ajuste das amortizações de R$ 50 milhões, R$ 30 milhões, R$43 milhões, R$ 30 milhões, R$15 milhões, R$ 10 Milhões, R$20 Milhões, R$ 20 Milhões, R$ 20 Milhões, R$ 20 Milhões, R$ 20 Milhões, R$ 21 Milhões, R$ 15 Milhões, R$ 16 Milhões, R$ 17 Milhões, R$ 20 Milhões, R$ 15 Milhões , R$ 51 Milhões, R$ 15 Milhões, R$ 5 Milhões, R$ 10 Milhões, R$ 11 Milhões, R$ 8 Milhões, R$ 20 Milhões, R$ 17 Milhões e R$ 7,5 Milhões ocorridas em 20/05/2015, 14/08/2015, 23/10/2015, 25/11/2015, 25/05/2016, 03/08/2016, 06/09/2016, 10/11/2016, 19/01/2017, 27/01/2017, 16/02/2017, 23/02/2017, 10/03/2017, 24/03/2017, 05/04/2017, 13/04/2017, 28/04/2017, 04/05/2017, 26/06/2017, 07/07/2017, 24/07/2017, 18/08/2017, 30/08/2017, 26/09/2017, 04/10/2017 e 11/10/2017 respectivamente. O ajuste considera o efeito proporcional da amortização sobre a série de cotas do fundo.

O fundo SulAmérica Moedas FIC FIM foi incorporado pelo fundo SulAmérica Moedas FIM em 28/08/2015, permanecendo assim o histórico do fundo SulAmérica Moedas FIM, que até esta data não possuía taxa de administração e passou a ter taxa de 1%a.a. A partir de 16/03/2017 o fundo teve alteração da denominação social para SulAmérica Endurance FI Multimercado.

O fundo SulAmérica Macro FIC FIM foi incorporado pelo fundo SulAmérica Macro FIM em 28/08/2015, permanecendo assim o histórico do fundo SulAmérica Macro FI, que até esta data não possuía taxa de administração e passou a ter taxa de 2%a.a. A partir de 04/01/2016 o fundo passou a ter 1%. A partir de 11/03/2016 o fundo teve alteração da denominação social para SulAmérica Evolution Fundo de Investimento Multimercado. O fundo SulAmérica Indices FI RF LP teve alteração da denominação social para SulAmérica Juro Real Curto FI RF LP em 16/03/2017.

O fundo SulAmérica Total Return FIA incorporou o fundo SulAmérica Dividendos FIA em 22/01/2016 O fundo SulAmérica TOP FI RF CP foi incorporado pelo fundo SulAmérica Excellence FI RF CP em 06/10/2016

A partir de 17/08/2017 o fundo SulAmérica Premium teve alteração da denominação para SUL AMÉRICA PREMIUM FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA REFERENCIADO DI CRÉDITO PRIVADO. A partir de 23/03/2017 a gestão do fundo FV FIA passou a ser feita pela Sul América Investimentos DTVM S.A

** Verificar no regulamento as datas de solicitação de resgate

TAXAS

Fundos SulAmérica Investimentos

Publico Alvo: Todos os fundos são destinados a investidores em geral, com exceção dos fundos Expertise FIA, Expertise II FIA, Crédito Ativo e High Yield que são destinados a Investidores Qualificados Regime de Cotas: Os fundos Exclusive e Excellence têm cota de abertura, os demais possuem cota de fechamento. Concentração de emissores: Os fundos Total Return, Expertise e Expertise II podem estar expostos a significativa concentração em ativos de Renda Variável de poucos emissores, com os riscos daí decorren tes Tratamento Tributário Perseguido: Com exceção dos fundos Renda Fixa Ativo , Juro Real Curto e Inflatie não há garantia de que os fundos mencionados acima terão tratamento tributário para fundos de Longo Prazo.  Crédito Privado: Os fundos Excellence, Crédito Ativo e High Yield estão sujeitos a risco de perda substancial de seus patrimônios líquidos em caso de eventos que acarretem o não pagamento dos ativos integrantes de suas carteiras, inclusive por força de intervenção, regime de administração temporária, falência, recuperação judicial ou extrajudicial dos emissores responsáveis pelos ativos dos fundos Taxa de administração: é apropriada diariamente e exceto aos Fundos Expertise e Expertise II que pagam mensalmente, por períodos vencidos, até o 3º dia útil do mês subsequente, a taxa é paga mensalmente até o 10º dia útil do mês subsequente ao vencido. Taxa de Performance: Paga semestralmente no último dia útil dos meses de dezembro e junho ou no resgate total ou parcial das cotas, o que ocorrer primeiro. Taxa de Saída: Caso o cotista do fundo Total Return solicite resgate com conversão das cotas em D+1/ Liquidação das cotas D+4, será cobrada a taxa de saída no montante equivalente a 10% do valor de resgate. Esta taxa será descontada no dia da efetivação do resgate e revertida ao patrimônio líquido do fundo. Auditoria: KPMG AUDITORES INDEPENDENTES/ Administração: SulAmérica Investimentos DTVM S.A Gestão: SulAmérica Investimentos Gestora de Recursos S/A TODOS OS FUNDOS UTILIZAM ESTRATÉGIAS COM DERIVATIVOS QUE PODEM RESULTAR EM SIGNIFICATIVAS PERDAS PATRIMONIAIS PARA SEUS COTIS TAS. NO CASO DOS FUNDOS FOCUS FIC FIM, EVOLUTION E ENDURANCE PODENDO INCLUSIVE ACARRETAR PERDAS SUPERIORES AO CAPITAL APLICADO E A CONSEQÜENTE OBRIGAÇÃO DO COTISTA DE APORTAR RECURSOS AD ICIONAIS, PARA COBRIR O PREJUÍZO DO FUNDO.  Para avaliação da performance de um fundo de investimento, é recomendável a análise de, no mínimo, 12 (doze) meses  Valor da cota, patrimônio e rentabilidade são divulgados diariamente na Anbima. Exceto pelo fundo Exclusive, os fundos possuem data de conversão de cotas diversa da data de pagamento do resgate  A apuração das rentabilidades é feita com base nos últimos dias úteis dos períodos de referência.  Rating do fundo Excellence: De setembro de 2010 à fevereiro de 2016 o rating do fundo foi brA+f, em fevereiro de 2016 o ratin g passou a ser BrAf e desde agosto de 2017 voltou a ser rating brA+f, todos conferidos pela Standard & Poor's. Mais detalhes po dem ser obtidos no regulamento do fundo ou entrando em contato com a SulAmérica Investimentos.  RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA.  A rentabilidade divulgada já é líquida das taxas de administração, de

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