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REFLEXÕES SOBRE O ENSINO NA MODALIDADE NORMAL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

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Anais da

Semana de Pedagogia da UEM

ISSN Online: 2316-9435

XX Semana de Pedagogia da UEM

VIII Encontro de Pesquisa em Educação / I Jornada Parfor

REFLEXÕES SOBRE O ENSINO NA MODALIDADE NORMAL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

TAKANO, Andressa Mary Takano [email protected] ARRAIS, Luciana Figueiredo Lacanallo [email protected] Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Formação de professores e intervenção pedagógica

INTRODUÇÃO

Por meio deste artigo objetivamos apresentar uma reflexão sobre o curso de formação de professores – Modalidade Normal – a partir das experiências advindas da disciplina de Estágio Curricular Supervisionado de Ensino Médio – Modalidade Normal, cursada no curso de Pedagogia da Universidade Estadual de Maringá – UEM.

As observações ocorreram em uma turma de 1º ano, na qual realizamos dezesseis horas de observação participativa, sendo metade no período matutino, em aulas regulares e a outra metade no período vespertino, em aulas de estágio. Observamos diferentes realidades, já que no período vespertino as aulas de estágio aconteciam com a turma dividida e no matutino as aulas envolviam o número total de alunos.

A turma observada contava com vinte e oito alunos matriculados, mas alguns não frequentavam as aulas, pois estavam em processo de transferência para outros cursos de nível médio. Além das observações feitas nas aulas, realizamos entrevista semiestruturada com a professora e com alguns alunos.

No decorrer das observações, percebemos algumas particularidades da turma, as quais se referiam as questões próprias da adolescência, tais como a identificação com o curso e com os professores e as dificuldades de ensino e aprendizagem, como a interpretação de texto e o vocabulário reduzido. Tais dificuldades puderam ser constatadas ao longo das observações em diferentes situações de sala de aula.

Apesar de relatarmos as vivências obtidas por meio das observações, compreendemos ser importante uma análise que contextualize as observações com o movimento da sociedade, tendo em vista que a educação é parte dela.

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Para tanto, em um primeiro momento, relataremos as situações vivenciadas durante o período de observação à luz de autores que estudam essa modalidade de ensino, a saber: Oliveira (2004), Bock (2004), Saviani (2009) e Maciel et al. (2004). Em seguida, faremos uma breve reflexão acerca da Modalidade Normal pensando na formação do próprio pedagogo.

Por fim, subsidiadas pela Psicologia Histórico-Cultural – que compreende o sujeito como ser histórico, permeado pelas relações sociais e culturais – apontaremos algumas possibilidades para reverter às problemáticas observadas, com vistas ao ensino de qualidade.

OBJETIVOS

- Apresentar as experiências advindas do Estágio Supervisionado Curricular da Modalidade Normal.

- Refletir acerca da formação de professores da Modalidade Normal.

- Apontar possíveis soluções afetas a problemática identificada na educação de nível médio.

METODOLOGIA

Realizamos dezesseis horas de observação participativa em uma a turma de 1º ano da Modalidade Normal, sendo metade no período matutino, em aulas regulares e a outra metade no período vespertino, em aulas de estágio. Observamos diferentes realidades, já que no período vespertino as aulas de estágio aconteciam com a turma dividida e no matutino as aulas envolviam o número total de alunos.

A turma observada contava com vinte e oito alunos matriculados, mas alguns não frequentavam as aulas, pois estavam em processo de transferência para outros cursos de nível médio. Além das observações feitas nas aulas, realizamos entrevista semiestruturada com a professora e com alguns alunos, a fim de melhor compreendermos a problemática identificada.

RESULTADOS

UM OLHAR PARA A SALA DE AULA: O PERÍODO DE OBSERVAÇÃO

Logo no primeiro dia, verificamos que a maioria dos discentes não se atentava à fala da professora, outros se debruçavam sobre a carteira e, ainda, outros conversavam durante a explicação. A aula ministrada era referente à disciplina de Prática de Formação (Estágio Supervisionado) e a atividade proposta era a leitura de um texto sobre a proposta do curso de

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formação de docentes. A proposta de atividade feita pela professora era a de que montassem uma linha do tempo correspondente às datas que apareciam nesse texto.

R1: O que é uma linha do tempo, professora?i

R2:A proposta da atividade da “linha do tempo” é identificar as datas

e o seu respectivo acontecimento, a fim de conhecerem o histórico da formação de docentes no Brasil.ii

R1: Não sei fazer isso professora.

O desconhecimento sobre a atividade não era de uma aluna isoladamente, mas do grupo, já que todos ficaram em silêncio com a pergunta, esperando a resposta. A turma levou todo o período da tarde para ler um texto de três páginas e não conseguiu terminar a atividade proposta de fazer a linha do tempo. Durante a aula a professora tirava dúvidas e se mostrava aberta para explicações. Porém, constatamos dificuldades na interpretação de texto, devido à precariedade do vocabulário dos alunos, além da falta de concentração e conversas paralelasiii.

Na aula seguinte, perguntamos se os alunos intentavam cursar Pedagogia e prosseguir com a docência, porém a resposta foi negativa. Mostravam interesse em cursarem Medicina ou Direito, profissões de “maior prestígio”, segundo eles, no Brasil. Por meio das respostas dos alunos, verificamos que para eles a formação de professores na Modalidade Normal não tinha caráter significativo e nem era indicativo de identidade profissional. Justificavam a escolha pelo curso pela falta de opção, já que muitos estudantes cursavam a Modalidade Normal, pelo fato da instituição não dispor de vagas para o Ensino Médio Regulariv.

As observações continuaram com a turma completa, agora no período matutino. Assistimos aulas específicas da formação de professores (Fundamentos Psicológicos da Educação e Organização do Trabalho Pedagógico) e a aulas da base comum (Sociologia, Filosofia, Matemática e Arte). Por estarmos observando aulas no final do bimestre, os alunos tiveram provas e recuperações das disciplinas de base comum durante os dias de observação. Quando havia duas aulas da mesma disciplina, o professor revisava o conteúdo, tirava dúvidas e depois aplicava a prova ou recuperação.

Em uma das aulas, o professor apresentou as notas das provas de alguns alunos, sendo a maioria relativamente baixa, já que muitos não alcançavam o valor de 4 pontos, que eram referentes a trabalhos e avaliação do caderno. Com relação às notas apresentadas, não podemos inferir com a certeza de que as notas baixas eram consequência da falta de interesse

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ou do pouco conhecimento, pois sabemos que o processo de ensino-aprendizagem não se resume a notas. Todavia, como fazem parte da avaliação, há que serem consideradas. Além disso, a quantidade de notas baixas não era em apenas uma disciplina, mas em, pelo menos, quatro.

Durante as aulas, percebemos que a turma demonstrava-se bastante agitada. É importante destacar que esse comportamento não é “coisa de adolescente” e não pode ser entendido como sendo de ordem natural, pois de acordo com Bock (2004, p. 39):

A adolescência é vista como uma construção social que tem suas repercussões na subjetividade e no desenvolvimento do homem moderno e não como um período natural do desenvolvimento. É um momento significado, interpretado e construído pelos homens. Estão associadas a ela marcas do desenvolvimento do corpo. Essas marcas constituem também a adolescência como fenômeno social, mas o fato de existirem como marcos do corpo não deve fazer da adolescência um fato natural.

Assim, compreendemos que os alunos da Modalidade Normal, por serem sujeitos sociais, históricos e culturais, carregam uma história vivida que indica problemáticas maiores do que as aparentes. As conversas paralelas, a falta de interesse ou a desmotivação precisam ser entendidas como uma elaboração humana enquanto resposta e não como a causa dos problemas. Tais comportamentos acabam comprometendo e dificultando o processo educativo, isso porque há momentos do processo de ensino-aprendizagem que requerem atenção, concentração e interesse.

De acordo com a perspectiva histórico-cultural a finalidade do ensino é a realização de ações mentais, pois elas “ampliam a capacidade de interação dos sujeitos com a realidade objetiva para além da experiência imediata ou da resolução de um problema concreto e prático” (SFORNI, 2010, p. 107). Quando pensamos na formação de professores essa finalidade torna-se ainda mais essencial.

No entanto, como podemos pensar em alcançar essa finalidade se nos deparamos com alunos descompromissados e desinteressados com a docência? A escola lida com a adolescência como se ela fosse de origem natural ou busca envolver seus alunos em atividades instigantes e significativas? A escola está formando pessoas capazes de refletirem e transformarem a realidade?v

Oliveira (2004), Bock (2004), Saviani (2009) e Maciel et al. (2004) concordam com a necessidade da existência de cursos de formação de professores, mas que esses cursos assegurem uma formação consistente e coerente com as necessidades sociais e pedagógicas.

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Para tanto se faz necessário garantir condições adequadas de trabalho, recursos financeiros suficientes que viabilizem qualidade aos cursos e valorização do profissional. Rever as políticas públicas destinadas à formação de professores desde o nível médio até o curso superior é uma necessidade, pois a revisão de políticas públicas é um dos meios de se potencializar a credibilidade da formação de docentes.

Por compreendermos que essa problemática não pode ser analisada e revista considerando apenas questões pedagógicas, o seu contexto de produção e manutenção precisam ser aliados a uma análise sobre o processo histórico de formação de professores.

Nesse sentido, destacamos que durante a definição do local de nosso estágio, sentimos dificuldades quanto à possibilidade de fazer o estágio da Modalidade Normal, pois em Maringá existe apenas um colégio que a oferece. Inclusive, algumas turmas tiveram que se deslocar para uma cidade vizinha.

Assim, com intuito de fazer uma breve reflexão acerca da continuidade ou não dessa modalidade de ensino, visto que a falta de interesse dos alunos é considerável, percorreremos brevemente o histórico da formação de professores.

MODALIDADE NORMAL: EM EXTINÇÃO?

De acordo com Saviani (2009), a formação de professores no Brasil passou por 6 períodos, ao longo dos últimos dois séculos, sendo: 1) ensaios intermitentes de formação de professores (1927-1890); 2) estabelecimento e expansão do padrão das Escolas Normais (1890-1932); 3) organização dos Institutos de Educação (1932-1939); 4) organização e implantação dos Cursos de Pedagogia e de Licenciatura e consolidação do modelo das Escolas Normais (1939-1971); 5) substituição da Escola Normal pela Habilitação Específica de Magistério (1971-1996); 6) advento dos Institutos Superiores de Educação, Escolas Normais Superiores e o novo perfil do Curso de Pedagogia (1996-2006).

Não nos deteremos aos períodos, mas destacamos que durante esse processo ocorreram lutas e discussões acerca da formação de professores, além da “[...] precariedade das políticas formativas, cujas sucessivas mudanças não lograram estabelecer um padrão minimamente consistente de preparação docente para fazer face aos problemas enfrentados pela educação escolar em nosso país” (SAVIANI, 2009, p. 148).

Presenciamos, no decorrer das observações, uma turma insatisfeita com o ensino, reclamações sobre a falta de preocupação da coordenação para com essa modalidade e o descaso para com alguns problemas relacionados aos professores.

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Aliado a isso, também temos a falta de valorização do professor, que é nítido em nosso país, “[...] as condições precárias de trabalho não apenas neutralizam a ação dos professores [...]. Tais condições dificultam também uma boa formação, pois operam como fator de desestímulo à procura pelos cursos de formação docente e à dedicação aos estudos” (SAVIANI, 2009, p. 153).

Também constatamos, a partir da tabela abaixo, que o número de docentes que cursam o Magistério só vem diminuindo – desde o ano de 2008 – o que demonstra escassez na

procura de formação na Modalidade Normal. Fonte:

http://download.inep.gov.br/educacao_basica/censo_escolar/resumos_tecnicos/resumo_tecnico_censo_educacao _basica_2012.pdf

Diante disso, acreditamos que a Modalidade Normal está em processo de extinção, uma vez que a procura para esse ensino vem se enfraquecendo. Além disso, por meio da legislação, é o licenciado em Pedagogia que poderá atuar na Educação Infantil e nas séries iniciais do Ensino Fundamental, o que atenua, ainda mais, a procura por essa modalidade, que deverá dar continuidade por meio da educação à distância ou outra formação continuada para atuar como docentes.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A partir da experiência de estágio aqui relatada apregoamos ser urgente a necessidade de reflexão sobre o curso de formação de professores de nível médio. Sabemos que as observações constituem-se em “[...] possibilidade de reflexões, de leituras, de trocas para a

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compreensão de fatos, aparentemente isolados, mas que precisavam ser interpretados em sua essência” (MACIEL et al, 2004, p. 174). Nesse sentido, compreendemos que os fatos levantados serviram para ampliar o nosso olhar sobre a educação.

A priori, notamos problemáticas da turma referentes à falta de interesse pelo curso de

formação de professores, a dificuldade em interpretação de texto e, consequentemente, um reduzido vocabulário, durante o nosso contato com os alunos no decorrer de quatro observações.

Entretanto, por considerarmos o contexto no qual a educação está inserida, aliado ao processo histórico, social e cultural do sujeito, a posteriori, inferimos que a ela é preciso uma reflexão para além do que foi observado, no sentido de questionar a função da escola. De acordo com Saviani (s/d, p. 29):

[...] a escola tem uma função específica, educativa, propriamente pedagógica, ligada à questão do conhecimento, é preciso, pois resgatar a importância da escola e reorganizar o trabalho educativo, levando em conta o problema do saber sistematizado, a partir do qual se define a especificidade da educação escolar.

Dessa maneira, entendemos que são necessárias políticas públicas efetivas, para que o processo de ensino-aprendizagem se torne prioridade. Acreditamos que a desmotivação não se resume ao curso de Formação de Professores, mas sim, à educação de modo geral, pois, por meio de outros estágios e até mesmo dos dados estatísticos, verificamos que as escolas públicas estão aquém do esperado para as exigências pedagógicas e cronológicas, de acordo com as avaliações externas nacionais e internacionais – SAEB (2011) e PISA (2009).

É preciso rever o nosso papel, enquanto educadores e profissionais comprometidos com a educação, pois compreendemos que o caráter revolucionário da educação reside “[...] em garantir a humanização dos sujeitos por meio do desenvolvimento das funções psíquicas superiores, ou seja, em garantir o acesso aos instrumentos simbólicos fundamentais para a compreensão da realidade social” (SFORNI, 2010, p. 101).

Ao final deste relato, destacamos que a disciplina de estágio nos traz sempre uma aprendizagem para além da graduação, as experiências vivenciadas durante o período de observação, além da intervenção e participação, vieram para acrescentar a nossa formação acadêmica. É possível, por meio dela, presenciar a realidade escolar e o processo de ensino-aprendizagem do aluno. Por meio desse processo podemos sistematizar os conhecimentos

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obtidos nas aulas de Formação e Ação Docente – Modalidade Normal e conhecer o dia a dia da sala de aula.

Destacamos as fundamentações teóricas, além dos estudos acerca dos conteúdos como importantes aliados da nossa prática, e, portanto, afirmamos que o profissional da educação precisa de uma formação continuada de qualidade, pois não há como ensinar os conhecimentos científicos sem embasamento.

Dessa maneira, como futuras pedagogas e profissionais da educação, tomamos essa reflexão como princípio do processo formativo e reconhecemos, a importância do estágio para o currículo acadêmico no curso de Pedagogia, pois é o momento em que possibilita uma aproximação da escola, dos alunos e professores, da coordenação, além de proporcionar reflexões sobre a nossa prática e a oportunidade de avaliação e aperfeiçoamento.

REFERÊNCIAS

BOCK. A. M. B. A perspectiva sócio-histórico de Leontiev e a crítica à naturalização da formação do ser humano: a adolescência em questão. Caderno CEDES, Campinas, vol. 24, n. 62, p. 26-43, abril 2004.

INEP. Censo da educação básica: resumo técnico. Brasília: INEP, 2012. Disponível em:

<http://download.inep.gov.br/educacao_basica/censo_escolar/resumos_tecnicos/resumo_tecni

co_censo_educacao_basica_2012.pdf>. Acesso em: 27 ago. 2013.

______. SAEB/Prova Brasil 2011: primeiros resultados. Disponível em:

<http://download.inep.gov.br/acoes_internacionais/pisa/documentos/2012/relatorio_nacional_

pisa_2009.pdf>. Acesso em: 27 ago. 2013.

______. Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA): resultados nacionais – Pisa

2009. Brasília: INEP, 2012. Disponível em:

<http://download.inep.gov.br/educacao_basica/prova_brasil_saeb/resultados/2012/Saeb_2011

_primeiros_resultados_site_Inep.pdf>. Acesso em: 27 ago. 2013.

MACIEL, L. B. et all. A pesquisa na formação do professor: um olhar sobre a leitura no ensino fundamental. In: MACIEL, L. B. e NETO, A. S. (Orgs). Reflexões sobre a formação de professores. Campinas, Papirus, 2004. p. 173-192.

SAVIANI, Dermeval. Formação de professores: aspectos históricos e teóricos do problema no contexto brasileiro. Revista Brasileira de Educação, v. 14, nº 40, p. 1-13. jan./abr. 2009. _____. A Pedagogia Histórico-Crítica e a Educação Escolar. s/d. p. 23-33. Disponível em:

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SFORNI, Marta Sueli de Faria. Perspectivas de formação, definição de objetivos, conteúdos e metodologia de ensino: aportes da abordagem histórico-cultural. In: Organização do trabalho pedagógico. Curitiba: SEED – Pr., 2010.

i

Pergunta de uma estudante durante a aula de Prática de Formação (Estágio Supervisionado). ii

Resposta da professora à pergunta da estudante. iii

Essa problemática foi confirmada quando, em uma conversa com a professora, ela relatou que a turma apresentava grandes dificuldades de entendimento e organização das ideias.

iv

Existiam vagas em outros colégios, porém pelo reconhecimento do Instituto, optaram por fazer a Formação de Professores e permanecer ali.

v

Não temos o intuito de responder a essas questões, apenas as elencamos por considerá-las essenciais para tentar compreender a problemática elucidada e por entendermos que os fatos não podem ser vistos isoladamente.

Referências

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