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A ABPI aprovou as resoluções n os 75 e 76

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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA

PROPRIEDADE INTELECTUAL

Boletim da

Julho de 2009 - nº 106

Presidente antecipa

objetivos do evento

anual da ABPI

Mesas-redondas

aprofundam os

debates

A realização das mesas-redondas, sobre temas definidos pelas comissões de estudo, e abertas aos interessados em geral, vem se mostrando eficaz porque o tema é apresentado com profundidade, os debates exclarecem e permitem firmar posições. Essa for-ma de trabalho, adotada pela direção da ABPI, vem apresentando bons re-sultados. A presidente manifestou sa-tisfação porque as mesas-redondas geram interesse e prestam bons servi-ços aos associados. Página 4.

A ABPI aprovou as

resoluções n

os

75 e 76

Acolhendo as recomendações formuladas pela Comissão de Estudo de Patentes, o Conselho Diretor da ABPI aprovou, em 7 de maio de 2009, a Resolução da ABPI nº 75 sobre Pa-tenteabilidade de Novos Usos e No-vas Formas Cristalinas e a Resolução da ABPI nº 76sobre Pedidos de pa-tente para produtos e processos far-macêuticos diante da RDC nº 45 da ANVISA. Página 7.

A ABPI participou de

audiências públicas

no Senado e Câmara

A ABPI participou de audiências públicas da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado Fe-deral, no dia 17 de junho, e da Co-missão de Meio Ambiente e Desen-volvimento Sustentável, da Câmara dos Deputados, no dia 25 de junho. Página 3.

Flávia Rebello Pereira, Manoel J. Pereira dos Santos e Lia de Medeiros.

A presidente da ABPI, Juliana L. B. Viegas,

aponta as inovações e comenta sobre expectativas com

relação ao XXIX Seminário e Congresso Internacional da

Propriedade Intelectual

, a ser realizado no período de 22 a 25

de agosto, no Rio de Janeiro. Página 3.

(2)

Novos associados

O Comitê Executivo e o Conselho Diretor da ABPI aprovaram, em 18 de junho de 2009, os pedidos de filiação de: Alain Biron (Bonini, Biron e Valen-te Advogados), Diego Muñoz Marro-quin (particular), Rodrigo Domingos Zirpoli (Escobar Advocacia - Proprie-dade Intelectual e Direito Empresarial). Aprovaram também o pedido de alte-ração de pessoa jurídica para pessoa fí-sica de Cruzeiro/Newmarc Patentes e Marcas Ltda. (Newton Silveira).

ABAPI disponibiliza

sistema de

classificados online

A ABAPI disponibilizou aos seus associados e usuários de seu sítio o “Sistema seletivo de oferta e procura de classificados”, um serviço gratuito, onde os escritórios de todo o país po-derão colocar suas ofertas de vagas pa-ra estagiários e profissionais ligados à propriedade industrial. Estudantes e profissionais poderão colocar anúncios oferecendo suas habilidades aos escri-tórios de todo o Brasil. Para cadastrar um classificado ou pesquisar as ofertas existentes, acesso o sítio da ABAPI www.abapi.org.br e no menu lateral da página Classificados.

Marcas Tridimensionais

Maitê Cecília Fabbri Moro, dire-tora reladire-tora da ABPI, lançou o livro de sua autoria Marcas Tridimensionais

- Sua proteção e os aparentes conflitos com a proteção outorgada por outros ins-titutos da propriedade intelectual, no dia

24 de junho, pela Editora Saraiva. O livro expõe os conceitos das marcas tridimensionais, destaca a importân-cia de seus aspectos distintivos e de suas funções. O estudo discute a pro-blemática da proteção desse tipo de marca com outros bens imateriais, como o desenho industrial, o direito do autor e o modelo de utilidade.

Editorial

Notas

Contratos

envolvendo

software e a

necessidade de

averbação no

INPI

Maria Cristina Machado Cortez* Co-coordenadora da Comissão de Estudo de Software, Informática e Internet da ABPI

A legislação brasileira exige que os contratos envolvendo transferência de tecnologia sejam averbados no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), como condição para a validade dos contratos perante terceiros, remessa e dedutibilidade de pagamentos por tecnologia advinda do exterior. A lei não define ou restringe, contudo, a expressão “transferência de tecnologia”, dando margem a entendimentos diversos e, por muitas vezes, conflitantes sobre o conceito. Até a Consti-tuição de 1988, o Brasil viveu um cenário de reserva de mercado no que se refere a software.

O artigo 31 da antiga Lei de Software já atribuía ao INPI a competência para averbação de contratos envolvendo transferência de tecnologia, exigindo, porém, além do fornecimento da documentação completa, em especial do código-fonte, a inexistência de capacitação tecnológica nacional. A nova Lei de Software eliminou o requisito da inexistência de capacitação tecnoló-gica nacional.

Vale lembrar que as remessas de software sempre tiveram tratamento específico, segundo as normas do Banco Central do Brasil. Em marco de 2005, com a extinção da Consolidação das Nor-mas Cambiais, em especial a revogação das norNor-mas aplicáveis a software, os bancos comerciais não souberam mais como tratar essas remessas, passando a exigir a apresentação de carta do IN-PI confirmando a dispensa da averbação para processarem a remessa internacional. De forma a atender essa preocupação, o INPI divulgou em seu site lista dos serviços que não estariam sujei-tos à averbação, incluindo serviços de manutenção de software sem a vinda de técnicos ao

Brasil, prestados, por exemplo, através de “help-desk”, e “licença de uso de software sem o fornecimento de documentação completa, em especial o código-fonte comentado, conforme artigo 11 da Lei nº 9.609/98”.

A lista publicada pelo INPI gerou controvérsia sobre os pagamentos relacionados a

soft-ware, ao estabelecer a entrega do código-fonte como fator determinante para configuração de

transferência de tecnologia. Inverteu-se, assim, a ordem prevista no artigo 11 da Lei de

Soft-ware, que estabelece: se houver transferência de tecnologia, o titular deverá fornecer a

docu-mentação completa, em especial o código-fonte. Quanto aos serviços, a lista do INPI estabele-ceu a vinda de técnicos estrangeiros ao Brasil como elemento decisivo à averbação de contratos. Em vista das controvérsias, as Comissões de Estudo de Software, Informática e Internet e de Transferência de Tecnologia e Franquias da ABPI promoveram, no dia 24 de junho, mesa-redonda sobre o tema Contratos envolvendo Software: acesso a código-fonte, serviços

de TI, assistência técnica, serviços especializados e transferência de tecnologia -Identificação de cada tipo contratual e necessidade de averbação pelo INPI, que con-tou com palestras de Manoel J. Pereira dos Santos, Flávia Rebello Pereira, e de Lia de Medei-ros, coordenadora geral da Diretoria de Transferência de Tecnologia do INPI.

Após intenso debate, todos os integrantes da mesa concordaram que (a) a mera entrega do código-fonte não configura, por si só, transferência de tecnologia, e (b) serviços de suporte, ma-nutenção e instalação de software, bem como serviços de treinamento prestados diretamente ao usuário final do software, não estão sujeitos à averbação pelo INPI, ainda que contemplem a presença de técnicos estrangeiros.

Restou unânime, ainda, o entendimento de que a transferência de tecnologia prevista no ar-tigo 11 da Lei de Software ocorre na hipótese de capacitação da empresa brasileira para a produ-ção industrial do programa, situaprodu-ção em que os contratos deverão prever, dentre outras obrigações, a entrega do código-fonte por parte da fornecedora à empresa receptora da tecnologia.

Como resultado, Lia de Medeiros admitiu a necessidade de atualização e oficialização da lista de serviços não-averbáveis publicada no site do INPI. Convidamos todos os leitores a encontrarem mais detalhes sobre as discussões havidas nessa mesa-redonda no site da ABPI.

* Com a colaboração de Gabriela Garcia de Paiva, advogada de Trench, Rossi e

Cartas para a redação do Boletim da ABPI

Envie suas mensagens para a redação do

Boletim da ABPI pelo e-mail [email protected].

Informações, críticas e sugestões serão avaliadas e respondidas, podendo ser publicadas ou não

(3)

Biotecnologia

Co-coordenadoras: Ana Cristina Almeida Müller (RJ) e Leonor

Magalhães Peres Galvão de Botton (SP)

A comissão reuniu-se no dia 30 de junho para discutir sobre as no-vas resoluções do INPI envolvendo pedidos de patente contendo

se-quências de aminoácidos e nucleotí-deos e o processamento/exame de pedidos na área de biotecnologia. Margareth Maia, chefe da Divisão de Patentes de Biotecnologia do Ins-tituto Nacional da Propriedade In-dustrial - INPI, foi a convidada para participar dos debates.

XXIX Seminário e

Congresso Internacional

da Propriedade Intelectual

As comissões de estudo da ABPI promoverão no dia 22 de agosto um pré-evento com palestras e debates es-pecíficos aberto, não só aos associados da ABPI como a todos os participantes do XXIX Seminário e Congresso Inter-nacional da Propriedade Intelectual. AABPI foi um dos quatro

convida-dos para proferir palestra na audiência pública promovida pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, da Câmara dos Deputa-dos, para debater sobre o projeto de lei (PL 4.961/05), de autoria do deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PS-DB-SP), e que aguarda parecer do rela-tor, deputado Germano Bonow (DEM-RS). O PL estabelece que substâncias ou materiais extraídos de seres vivos naturais e de materiais biológicos serão considerados como invenções ou mo-delos de utilidade, podendo ser paten-teados, alterando a Lei de Patentes. A ABPI foi representada pela co-coorde-nadora da Comissão de Estudo de Bio-tecnologia da ABPI, Ana Cristina Al-meida Müller.

Os outros convidados foram: o

presidente do conselho deliberativo da Associação da Indústria Farma-cêutica de Pesquisa - Interfarma, Jor-ge Raimundo, também membro do Conselho Diretor da ABPI; os profes-sores Gonzalo Enriquez, Economia da Universidade Federal do Pará -UFPA, e Fabrício Rodrigues Santos, da UFMG, representando o Conse-lho Federal de Biologia - CFBio.

Ana Cristina enfatizou que a ABPI apóia veementemente a aprovação do Projeto de Lei considerada uma das medidas importantes para adequação do arcabouço legal brasileiro à Política de Desenvolvimento da Biotecnologia. Ela ainda esclareceu que a Resolução da ABPI nº 53, citada pelo relator da Comissão de Meio Ambiente como um dos motivois para subsidiar seu pare-cer contrário ao projeto de lei, não se

refere aos entendimentos da Associa-ção quanto ao patenteamento de mate-riais ou substâncias extraídos, obtidos ou isolados de seres vivos naturais. Reversão do voto do relator

O relator disse que vai mudar seu relatório, que recomendava a rejeição do projeto, por ter entendido que há ar-gumentos para que as patentes sejam concedidas, desde que demonstrados os requisitos de patenteabilidade.

O deputado Mendes Thame foi presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Biopirataria (en-cerrada em 2006). A CPI, que estudou a proteção do patrimônio genético brasileiro, concluiu que seria necessá-rio estimular a partição dos benefícios, para remunerar as comunidades e o país, detentores da biodiversidade. A ABPI foi convidada a realizar

uma apresentação na audiência pú-blica sobre o tema “Propriedade In-telectual e Inovação”, promovida pe-la Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informáti-ca (CCT) do Senado Federal, no dia 17 de junho.

A ABPI foi representada pelo seu diretor executivo, Francisco Alberto Teixeira, que fez a apresentação, na qual ressaltou a importância dos direi-tos de PI na promoção da inovação e, por consequência, no desenvolvimen-to econômico. Destacou a importância do setor privado como a principal fonte de inovações tecnológicas e a consequente necessidade do aprimo-ramento constante do marco regulató-rio e a ostensiva proteção dos direitos

de propriedade intelectual como fato-res impfato-rescindíveis à atração de in-vestidores privados no setor de pes-quisa. Mostrou a impressionante evolução da posição relativa dos ati-vos intangíveis na composição dos ativos das maiores empresas do mun-do, que, em apenas trinta anos, cresce-ram de 17% para 80% do total dos ati-vos das quinhentas maiores empresas em termos de valor de mercado.

Ressaltou também a importância dos investimentos em educação, as parcerias com o Poder Executivo, os incentivos fiscais e a constante me-lhoria das agências responsáveis pe-la administração e controle das di-versas formas de proteção à PI. A apresentação realizada está disponí-vel na Secretaria da ABPI.

A sessão foi presidida pelo senador Flexa Ribeiro e contou com a participa-ção de outros palestrantes: a advogada e livre-docente em direito internacional pela Universidade de São Paulo (USP), Maristela Basso; a gerente de Comércio Exterior do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Karla Christina Mar-tins Borges; e a pesquisadora pós-dou-tora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Cláudia Chamas.

Compareceram também diver-sos senadores, como Marco Maciel, Cristovam Buarque, Cícero Lucena, Lobão Filho, Renato Casagrande, Wellington Salgado, Valdir Raupp, Sergio Zambiasi, Roberto Cavalcanti e Eduardo Azeredo.

Atividades da ABPI

ABPI fez uma apresentação em audiência pública do Senado

Audiência pública debateu na Câmara patenteamento de materiais biológicos

O que está em debate nas

comissões de estudo

(4)

A presidente da ABPI, Juliana L. B. Viegas, mostrou um panorama ge-ral do XXIX Seminário e Congresso Internacional da Propriedade Inte-lectual, destacando os pontos mais importantes.

O congresso anual da ABPI de 2009 contará com um seminário pré-vio, no sábado, dia 22 de agosto, com palestras e debates específicos, promo-vidos pelas comissões de estudo da as-sociação (Biotecnologia; Cultivares; Desenho Industrial; Direito da Con-corrência; Direito Desportivo; Direito Internacional da Propriedade Intelec-tual; Direitos Autorais e Direitos de Personalidade; Indicações Geográfi-cas; MarGeográfi-cas; Patentes; Repressão às In-frações; Software, Informática e Inter-net; e Transferência de Tecnologia e Franquias). Estas palestras e debates serão abertos a todos os que se inscre-verem para o congresso, e não somen-te aos associados da ABPI

Na segunda-feira, dia 24, haverá duas plenárias pela manhã: Retalia-ções Cruzadas Resultantes de Deci-sões da OMCe A Marca Corporativa como Reflexo da Responsabilidade Social e Ambiental da Empresa. A primeira vai tratar de política externa brasileira na área de propriedade in-telectual e a segunda abordará o refle-xo na marca corporativa da atitude das empresas em relação à responsa-bilidade social e ambiental.

À tarde, haverá painéis na área de marcas: Protocolo de Madri: Uma Avaliação Atuale Marcas Não Tra-dicionais: Situação Atual(olfativas, sonoras e tácteis). Na área de paten-tes, será debatida a questão dos desa-fios mundiais na área de patentes, en-tre os quais o problema do backlog

mundial crônico de depósitos de pa-tentes e das questões das Papa-tentes Polimórficas e Patentes de Segundo Uso. Haverá dois painéis na área de direitos autorais: Direitos Autorais na Obra Cinematográfica, com par-ticipação do diretor de cinema Luís Carlos Barreto, e um painel inédito no Brasil, que vai abordar os direitos autorais e outros direitos de proprie-dade intelectual num mundo virtual: Second Life e Propriedade Intelec-tual: A Proteção da PI no Mundo Virtual.

Na terça feira, dia 25, pela ma-nhã, outros seis painéis. Dois sobre inovação: Incentivos Fiscais à Ino-vação: Eficácia e Dificuldadese Cri-térios para uma Política de Proteção à Biotecnologia. Este último vem ao encontro da vocação do Brasil para inovação na área de biotecnologia. O painel A Proteção do Design na In-dústria de Autopeças: Comentários sobre a Jurisprudência Internacio-nal e NacioInternacio-naltratará de uma ques-tão muito controvertida: a proteção de desenho industrial de partes e pe-ças de reposição. Para alguns teóri-cos isto pode vir a constituir um abu-so de poder, e o painel mostrará as posições a favor e contra. No painel Indicações Geográficas: Exemplos de Sucesso. Confusão de Conceitos entre IGs, Marcas Coletivas e Mar-cas de Certificação haverá uma pa-lestra sobre o marketing do café da Colômbia e da marca Juan Valdez. Além disso, será discutida a confu-são frequente entre o que é uma indi-cação geográfica, uma marca de cer-tificação e uma marca coletiva. Os critérios de patenteabilidade serão focalizados no painel Harmonização

Substantiva de Leis de Patentes: Si-tuação das Discussões sobre o SPLT na OMPI. O último painel, Ambush Marketing: Uma Ameaça ao Mer-chandising na Copa do Mundo, tra-tará do marketing parasitário, uma prática agressiva de aproveitamento de eventos desportivos por quem não é patrocinador oficial.

Duas plenárias na terça-feira à tarde finalizam o evento. A primeira, Open Innovation e Crowd Sourcing: Nova Forma de Criação a Exigir No-vas Formas de Proteção, tratará da nova forma de inovação, com várias equipes, extra empresa, em lugares diferentes do mundo que se debru-çam sobre o problema de uma empre-sa e colaboram para uma solução. A inovação é fruto de um desenvolvi-mento conjunto, situação relativa-mente recente e que pode gerar dúvi-das sobre a titularidade da inovação. Dois palestrantes estrangeiros trarão o que tem sido feito no exterior.

A segunda plenária tratará da Agenda para o Desenvolvimento: Avanços e Perspectivas, proposta que o Brasil e outros países em desenvol-vimento apresentaram a OMPI. A agenda propõe adotar uma atuação para facilitar, entre outras coisas, a transferência de tecnologia entre paí-ses desenvolvidos e paípaí-ses em desen-volvimento. Segundo a proposta, a OMPI não seria mera protetora/ge-renciadora da propriedade intelec-tual, mas seria mais pró-ativa no estí-mulo à efetiva capacitação em ciência e tecnologia dos países em desenvol-vimento. Na plenária pretende-se sa-ber qual foi o avanço e em que pé se encontra a implementação dessa agen-da para o desenvolvimento.

Matéria de capa

XXIX Seminário e Congresso Internacional da

Propriedade Intelectual

22 a 25 de agosto, no Rio de Janeiro

Já fez a sua inscrição?

A segunda fase de descontos na inscrição vai se encerrar no dia

15 de julho.

Secretaria

Regency Congressos & Eventos Ltda. (55 21) 3325-1014/3325-1038

(5)

Por iniciativa da Comissão de Estudo de Marcas, a ABPI promoveu nova mesa-redonda sobre os aspec-tos práticos do Protocolo de Madri, desta vez na sede da ASPI em São Paulo, no dia 16 de junho. A modera-dora foi Mariangela Sampaio Pratas da Costa, e os palestrantes Marcela Wasman Ejnisman, o ex-presidente da ABPI, José Antonio B.L. Faria Corrêa, Schmuell Lopes Cantanhê-de, do INPI, e Claudia Schulz.

Marcela Ejnisman mostrou as op-ções para obter o registro de marca no exterior: país por país, via sistemas re-gionais ou via União de Madri, com 78 países membros. Mostrou os nú-meros de registros e pedidos interna-cionais no período de 2004 a 2008 que passaram dos 21 a 22 mil para 41 a 42 mil por ano. Descreveu os procedi-mentos e apresentou as vantagens e desvantagens do Protocolo. Recomen-dou conhecer as regras do Protocolo e aprender a usá-las em conjunto com a legislação brasileira e disse que a ex-pectativa com o Protocolo é o aumen-to do volume de marcas brasileiras no exterior, o favorecimento às pequenas e médias empresas exportadoras e o aumento de trabalho no setor jurídico. Concluiu que: “O Protocolo será mais uma via para o registro de marcas, ninguém será obrigado a utilizá-lo”. Novo eixo de debates

José Antonio B. L. Faria Corrêa propôs reflexões sob a ótica econômi-ca, política e jurídieconômi-ca, pois a adesão a qualquer tratado, incluindo-se o Pro-tocolo de Madri, pressupõe a sime-tria de vantagens e desvantagens. O resumo das reflexões é o que segue:

“Com o amadurecimento das dis-cussões sobre o Protocolo de Madri ao longo de vários anos, o eixo do

deba-te, atualmendeba-te, não é a questão relati-va às relati-vantagens econômicas para as empresas brasileiras que exportam com marcas, que são indiscutíveis, mas a forma de integração do tratado ao ordenamento jurídico brasileiro, que deve assegurar um balanceamen-to entre os vários interesses em jogo: os benefícios do setor exportador; os benefícios dos não domiciliados que registram suas marcas aqui e a posi-ção dos detentores de marcas registra-das no regime local, brasileiros e es-trangeiros, que enfrentarão o contrafluxo de marcas transportadas pela via de Madri. Outra angulação, de natureza estrátegico-empresarial, é o papel do Protocolo de Madri como instrumento de constituição de direi-tos: o tratado deve ser visto como mais uma das várias opções de registro.

De particular importância conti-nua sendo a capacidade do órgão re-gistral, o INPI, de processar os pedi-dos originapedi-dos na órbita do Protocolo, para que não se registrem marcas ape-nas por decurso de prazo, acarretando violação a direitos de terceiros, pré-constituídos no país, além de quebra de isonomia. É preciso que se mante-nham certos requisitos da lei brasilei-ra, como a exigência de manutenção de procuradores locais com poderes para receber citação em litígios de propriedade industrial e a exigência de atividade no ramo objetivado.

As discussões acerca dos meca-nismos de integração de Madri à le-gislação local não é exclusiva do Bra-sil. A adesão ao Protocolo de Madri foi objeto de longos debates em paí-ses centrais, como o Reino Unido, que levou sete anos para implemen-tar as regras do Tratado. Nos países anglo-saxões, o Acordo de Madri nunca foi assinado devido ao idioma

de operação do tratado. Tanto que o Protocolo, hoje, admite o espanhol e cogita-se a inclusão do português. A visão do INPI

Schmuell Lopes Cantanhêde apre-sentou a visão do INPI sobre como funcionaria o Protocolo de Madri no Brasil. Descreveu os procedimentos para registro no exterior, desde o pedi-do ou registro de base no INPI e a soli-citação do envio de um pedido inter-nacional. O INPI (a Administração de Origem) certifica os dados e envia o pedido internacional à OMPI. A Secre-taria Internacional da OMPI verifica os dados mínimos e a classificação, tra-duz o pedido para as demais línguas oficiais; e inscreve o pedido no Cadas-tro Internacional. Emite um certifica-do de inscrição, publica a inscrição na

Gazeta da OMPI, e notifica os países

designados e estes processam as de-signações como Pedidos/Registros Nacionais. Schmuell concluiu citando os efeitos da inscrição internacional.

Claudia Schulz destacou a necessi-dade de preparo para enfrentar a ado-ção do Protocolo de Madri e alertou para alguns aspectos operacionais:

- Não há uma base única de da-dos que contemple informações de registros internacionais, regionais ou locais. Há que se realizar buscas em bases de dados de sistemas interna-cionais, regionais e locais (OMPI, OHIMe países designados). Atentar para outros direitos anteriores que variam de acordo com cada país (no-me co(no-mercial, uso, indicações geográ-ficas) e que o registro internacional não assegura o uso seguro em todos os países designados. Teceu conside-rações estratégicas sobre a natureza da marca, marketing e do negócios e os cuidados nos procedimentos.

Mesa-redonda

Protocolo de Madri: Aspectos Práticos

Schmuell Lopes Cantanhêde, Claudia Schulz e Mariângela Sampaio Pratas da Costa.

José Antonio B. L. Faria Corrêa propondo suas reflexões e, na mesa, Marcela Ejnisman e Mariângela Costa.

(6)

Mesa-redonda

Por iniciativa das Comissões de Estudo de Software, Informática e In-ternet e de Transferência de Tecnolo-gia e Franquias, a ABPI promoveu de-bates sobre “Contratos envolvendo

Software: Acesso a Código Fonte,

viços de TI, Assistência Técnica, Ser-viços Especializados e Transferência de Tecnologia - Identificação de cada Tipo Contratual e Necessidade de Averbação pelo INPI”, no dia 24 de junho, na sede da ASPI, em São Pau-lo. A mesa foi moderada por Maria Cristina M. Cortez, co-coordenadora da Comissão de Estudo de Software, Informática e Internet e foram pales-trantes Manoel J. Pereira dos Santos, diretor editor da ABPI, Flávia Rebello Pereira e Lia de Medeiros, coordena-dora geral de Contratos de Tecnolo-gia do INPI, e teve a participação de Karin Klempp Franco, co-coordenado-ra da Comissão de Estudo de Tco-coordenado-ransfe- Transfe-rência de Tecnologia e Franquias.

A presidente da ABPI, Juliana L.B. Viegas, abriu o evento, destacando a nova sistemática das comissões de es-tudo. Cada comissão deverá organi-zar pelo menos uma mesa-redonda por ano, aberta a todos os interessa-dos, para aprofundar os debates sobre temas eleitos. A mediadora apresen-tou o palestrante, Manoel J. Pereira dos Santos, especialista em proprieda-de intelectual, mestre e doutor pela USP e mestre pela Universidade de Nova York, ex-presidente da ABDA, coordenador de curso da área na FGV e diretor editor da ABPI.

Manoel Santos discorreu sobre as modalidades de contratos na Lei de

Software: licença de uso (art. 9º),

licen-ça de comercialização (art. 10), licenlicen-ça de desenvolvimento de sistemas (art. 5°), contrato de encomenda de pro-grama de computador (art. 4°), con-trato de transferência de tecnologia (art. 11) e contrato de prestação de ser-viços técnicos (art. 8º). Ele apresentou cada uma das modalidades, conforme a legislação e seus respectivos concei-tos, e destacou, dentre eles, aqueles que constituem contratos típicos de direito de autor: as licenças de uso, de comercialização e de desenvolvimen-to de sistemas e contradesenvolvimen-tos por enco-menda de programa. Depois de desta-car a regra básica da Lei de Direitos Autorais - LDA, art. 49, que é a possi-bilidade de transferir os direitos de autor a terceiros, por licenciamento,

concessão, cessão ou outros meios ad-mitidos em direito, caracterizou o li-cenciamento e concessão como con-trato de uso e gozo, e a cessão como contrato de alienação. Distinguiu en-tre licença e cessão, sendo a primeira uma modalidade de locação com transferência do uso e gozo e a segun-da, modalidade de compra e venda com transmissão da titularidade. Fa-lou das circunstâncias em que o códi-go fonte deve ser disponibilizado, total ou parcialmente, pelo proprietário do

software em favor de terceiro. Afirmou

que: a entrega do código-fonte nem

sem-pre caracteriza a existência de contrato de transferência de tecnologia. Nos

contra-tos de licenciamento de código-fonte, não há necessariamente a capacitação tecnológica do licenciado, e o acesso limitado ao código-fonte, para fins es-pecíficos, deve ser enquadrado como uma operação de licenciamento. A en-trega do programa-fonte em nada afe-ta a titularidade dos direitos autorais detidos pelo licenciante ou seu contro-le futuro sobre os usos que o licencia-do vier a fazer licencia-do código-fonte.

Com mestrado em Chicago e na USP, coordenadora de contratos de tec-nologia da Barretto Ferreira, Kujawski, Brancher e Gonçalves, Flávia Rebello Pereira abordou os contratos envol-vendo software: acesso a código-fonte, serviços de TI, assistência técnica, ser-viços especializados e transferência de tecnologia - identificação de cada tipo contratual e necessidade de averbação pelo INPI. Falou do contrato de trans-ferência de tecnologia, sujeito à averba-ção pelo INPI para que tenha eficácia perante terceiros, condição para remes-sa e dedutibilidade de imposto, dos contratos de assistência técnica e servi-ços técnicos e quais os serviservi-ços passí-veis de registro no INPI, e os que não estão sujeitos à averbação.

Flávia Rebello concluiu que se há transferência de tecnologia de software, então deve haver a entrega do código-fonte comentado e documentação. Mas, se há entrega ou acesso ao códi-go-fonte, não haverá necessariamente transferência de tecnologia. A pales-trante descreveu os serviços de tecno-logia da informação - TI para suporte e manutenção, para implementação e in-tegração, para treinamento, tanto do usuário final quanto para o train the

trainers, e para desenvolvimento e

cus-tomizações. Ela concluiu que os servi-ços que são prestados diretamente ao usuário final do software não devem estar sujeitos à averbação pelo INPI, ainda que haja a presença de técnicos estrangeiros, porque não implicam transferência de tecnologia. Na sua opinião, apenas em alguns casos os contratos de serviços de tecnologia da informação contemplam transferência de tecnologia em relação ao software.

A coordenadora geral de Contra-tos de Tecnologia do INPI, Lia de Me-deiros, falou do INPI, sua finalidade e seu papel na análise dos contratos de transferência de tecnologia. De-pois descreveu as atividades e atri-buições da Diretoria de Contratos de Transferência de Tecnologia e Outros Registros (Dirtec) para falar dos con-tratos de transferência de tecnologia, apresentou a relação de contratos dispensados de averbação. Comen-tou sobre o arcabouço legal da trans-ferência de tecnologia, e sobre os efei-tos da averbação/registro dos contratos de tecnologia. Ressaltou a importância de gerar bancos de da-dos; estabelecer pesquisas setoriais; gerenciar desenvolvimento tecnoló-gico; possibilitar formulação de polí-tica de transferência de tecnologia e acompanhamento dos dispêndios nacionais em ciência e tecnologia.

Contratos Envolvendo Software

Foi concorrida a mesa-redonda sobre

(7)

Lia de Medeiros alertou que os ser-viços que não implicam transferência de tecnologia, conforme art. 211 da Lei nº 9.27996, são classificados pelo Banco Central do Brasil como Serviços Técni-cos Especializados (STE) e que o

Regu-lamento do Mercado de Câmbio e Ca-pitais Internacionais (RMCCI), que em 2005 substituiu a Consolidação das Normas Cambiais, lista os serviços téc-nicos especializados. Ao concluir, a pa-lestrante apresentou uma relação de

quinze tipos de atividades/serviços dispensados de averbação.

Durante os debates foram sur-gindo conclusões de consenso, como as citadas pela editorialista na pági-na 2 deste Boletim.

Resolução da ABPI nº 75

Patenteabilidade de Novos Usos e

Novas Formas Cristalinas

Acolhendo a recomendação formulada pela Comis-são de Estudo de Patentes, o Conselho Diretor da ABPI aprovou, em 7 de maio de 2009, a resolução no sentido de: 1. reiterar a patenteabilidade dos novos usos de subs-tâncias conhecidas, em particular dos novos usos médi-cos, e das novas formas cristalinas que preencham os re-quisitos legais de novidade, atividade inventiva e aplicação industrial;

2. apoiar as diretrizes propostas pelo Instituto Nacio-nal da Propriedade Industrial - INPI no sentido de consi-derar patenteáveis os novos usos médicos e as novas for-mas cristalinas que preencham os requisitos legais de novidade, atividade inventiva e aplicação industrial;

3. manifestar-se contra a posição firmada pelo Grupo Interministerial de Propriedade Intelectual - GIPI, na Reunião Plenária do dia 01.12.2008, contrária à patentea-bilidade de novos usos e novas formas cristalinas; e

4. rejeitar os Projetos de Lei nos 2.511/2007 e

3.995/2008, que tramitam em conjunto na Câmara dos Deputados e visam a proibir a patenteabilidade de novos usos e novas formas cristalinas, ou de qualquer Projeto de Lei com o mesmo objetivo.

A resolução foi encaminhada em 15 de julho de 2009 para o Instituto Nacional da Propriedade Industrial - INPI. A íntegra está disponível no site da ABPI: www.abpi.org.br

Resolução da ABPI nº 76

Pedidos de patente para produtos e

processos farmacêuticos diante da

RDC nº 45 da ANVISA

Acolhendo a recomendação formulada pela Comis-são de Estudo de Patentes, o Conselho Diretor da ABPI aprovou, em 7 de maio de 2009, a resolução no sentido de: a) Reafirmar as conclusões constantes da Resolução nº 16, quanto à ilegalidade da Lei 10.196/01;

b) Considerar ilegal e inconstitucional a Resolução RDC nº 45 expedida pela ANVISA, na medida em que o referido ato (a) não atende ao princípio da legalidade, não havendo nenhum dispositivo na Lei nº 10.196 ou na Lei nº 9.782/99 que atribua à ANVISA a tarefa de realizar exame de patenteabilidade em pedidos de patente, tarefa exclu-siva do INPI, como determinado pela Lei nº 9.279/96 e Lei 5.648/70, e (b) dispõe sobre matéria de exclusiva com-petência do Presidente da República, pois o Chefe do Exe-cutivo tem exclusividade para “sancionar, promulgar e fazer

publicar as leis, bem como expedir decretos e regulamentos pa-ra sua fiel execução, bem como dispor sobre organização e fun-cionamento da administração federal, quando não implicar au-mento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos...”.

A resolução foi encaminhada em 15 de julho de 2009 para Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, Gerência Geral de Medicamentos Genéricos. A íntegra es-tá disponível no site da ABPI: www.abpi.org.br.

Por iniciativa da Comissão de Es-tudo de Patentes, a ABPI realizou me-sa-redonda sobre “O Projeto E-Paten-tes: Desafios e Situação Atual”, no dia 23 de junho em sua sede, no Rio de Ja-neiro. Ademir Tardelli, vice-presidente do INPI, o palestrante convidado, abordou as perspectivas do sistema eletrônico relativo às patentes. A apre-sentação foi comentada pelos especia-listas: Francisco Carlos Rodrigues Sil-va, engenheiro químico, perito judicial, ex-examinador de patentes do INPI, diplomado pelo OMPI (JPO), em C.E.I.P.I. (França), com mais de trinta anos de experiência em propriedade

industrial, e Carlos Cezar Cordeiro Pi-res, responsável pelos depósitos de pa-tentes do escritório Dannemann,

Siemsen, Bigler & Ipanema Moreira. O moderador foi David Merrylees, tam-bém do escritório Dannemann.

O Projeto E-Patentes: Desafios e Situação Atual

Mesa-redonda

Resoluções da ABPI

Ademir Tardelli apresentou o projeto E-Patentes do INPI.

(8)

22 DEAGOSTO DE2009 – SÁBADO

Reunião das Comissões de Estudo da ABPI 23 DEAGOSTO DE2009 – DOMINGO

14h00 Credenciamento e entrega de material 17h30 Abertura Solene: Aspectos Controversos da

Propriedade Intelectual e do TRIPs na Visão do Judiciário Inauguração da Exposição seguida de coquetel 24 DEAGOSTO DE2009 – SEGUNDA-FEIRA

9h00 Plenária I: Retaliações Cruzadas Resultantes de Decisões da OMC

10h30 Pausa para café

11h00 Plenária II: A Marca Corporativa como Reflexo da

Responsabilidade Social e Ambiental da Empresa 12h30 Almoço

14h00 Painel 1: Protocolo de Madri: Uma Avaliação Atual

Painel 2: Como Combater o Crônico e Crescente Backlog Mundial de

Pedidos de Patentes: Problemas e Soluções

Painel 3: Direitos Autorais na Obra Cinematográfica

16h00 Pausa para café

16h30 Painel 4: Marcas Não Tradicionais: Situação Atual Painel 5: Patentes Polimórficas e Patentes de Segundo Uso:

Isto é Benéfico para o Brasil?

Painel 6: Second Life e Propriedade Intelectual: A Proteção da PI

no Mundo Virtual

19h30 Jantar de confraternização

25 DEAGOSTO DE2009 – TERÇA-FEIRA

9h00 Painel 7: Incentivos Fiscais à Inovação: Eficácia e Dificuldades Painel 8: Critérios para uma Política de Proteção à Biotecnologia Painel 9: A Proteção do Design na Indústria de Autopeças:

Comentários sobre a Jurisprudência Internacional e Nacional 10h30 Pausa para café

11h00 Painel 10: Indicações Geográficas: Exemplos de Sucesso.

Confusão de Conceitos entre IGs, Marcas Coletivas e Marcas de Certificação

Painel 11: Harmonização Substantiva de Leis de Patentes:

Situação das Discussões sobre o SPLT na OMPI

Painel 12: Ambush Marketing: Uma Ameaça ao Merchandising

na Copa do Mundo 12h30 Almoço

14h00 Plenária III: Open Innovation e Crowd Sourcing: Nova Forma

de Criação a Exigir Novas Formas de Proteção 15h30 Pausa para café

16h00 Plenária IV: Agenda para o Desenvolvimento: Avanços e

Perspectivas 17h30 Encerramento

PROGRAMA PRELIMINAR

Informativo mensal dirigido aos associados da ABPI. Visite a versão on-line deste Boletim

no sítio da Associação.

ABPI - Associação Brasileira da Propriedade Intelectual - Rua da Alfândega, 108 -

6º andar - Centro - Cep 20070-004 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil - Tel.: 21 2507-6407 - Fax: 21 2507-6411 - Web Site: http://www.abpi.org.br - E-mail: [email protected]

Comitê Executivo: Juliana L.B. Viegas - Presidente; Luiz Henrique O. do Amaral -

1º Vice-presidente; Elisabeth E.G. Kasznar Fekete - 2º Vice-presidente; Newton Silveira - 3º Vice-presidente; Antonio Carlos Siqueira da Silva - 4º Vice-presidente; Ricardo F. de Pinho - Diretor Tesoureiro; Maitê Cecilia Fabbri Moro - Diretora Relatora;

Claudio Roberto Barbosa - Diretor Secretário; Helio Fabbri Junior - Diretor Procurador; Manoel J. Pereira dos Santos - Diretor Editor; André Zonaro Giacchetta - Diretor Editor Adjunto.

Conselho Editorial: Elisabeth E. G. Kasznar Fekete; Gabriel Francisco Leonardos;

José Henrique Barbosa Moreira Lima Neto; José Roberto d’Affonseca Gusmão; Lilian de Melo Silveira; Luiz Edgard Montaury Pimenta; Rodolfo H. Martinez y Pell Jr. e Sonia Maria D’Elboux

Boletim da ABPI: Editores - Manoel J. Pereira dos Santos e André Zonaro Giacchetta;

Jornalista Responsável - João Yuasa (MTb: 8.492); Produção Gráfica - PW Gráficos e Editores Associados Ltda.; Revisão - Mauro Feliciano; Impressão e Acabamento - Neoband

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA PROPRIEDADE INTELECTUAL

Boletim da

Apoio Patrocinadores Platinum Ouro Prata Secretaria do Seminário:

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Tel.: 55 21 2553-6628 / 2551-4012, Fax: 55 21 2551-4912 E-mail: [email protected]

Referências

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