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livro apoio geografia 7º

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Academic year: 2021

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G U IA D E R EC U RS O S D O P RO FE SS O R

G

eog

ra

fia

EDUCA TECA

7

.

ano

Geografia

777

an

o

EDUCATECA

GUIA

DE RECURSOS

DO PROFESSOR

Desenvolvimento curricular Planos de aula Fichas de reforço Fichas de ampliação Guiões de aprofundamento Vocabulário escolar Ferramentas TIC

EDUCA

TECA

Componentes do projeto: Manual do aluno

Atlas escolar (oferta ao aluno) Caderno de atividades

Livromédia (inclui Realidade Aumentada)

Jogo multimédia da Geografia (oferta incluída no Livromédia)

Só para professores:

Livro do professor

EDUCATECA — Guia de recursos do professor Livromédia do professor

Editor para avaliação (em www.projetodesafios.com)

www.projetodesafios.com

Geografia

7

.

ano Conforme o novo

Acordo Or tográfico

da língua portuguesa Todo o material deste livro está disponível no Livromédia do professor e em www.projetodesafios.com

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3

Vocabulário

escolar

147 PARTE

4

• Introdução 148 • Verbos instrucionais 149

Ferramentas TIC

161 PARTE

5

• Ferramentas de avaliação com a folha de cálculo Excel 162

• Elaboração de webquests com o PowerPoint 171

• Construção de uma sala de aula virtual

com a plataforma moodle 176

• Construção de uma aula no quadro interativo multimédia 187

Registos

do professor

195

PARTE

6

• Projeto curricular de turma 196

• Ficha de avaliação 199

• Grelha de avaliação de trabalhos 200

• Grelha de avaliação de portefólios/trabalhos 201

• Grelha de avaliação de testes 202

• Horário do professor 203 • Avaliação sumativa 204 • Avaliação final 205 • Conselho de turma 206 • Apresentação de trabalhos 207

Índice

Apresentação do

Projeto

Desafi

o

s

4

• Materiais do aluno 6 • Materiais do professor 10 • Multimédia 14 • Atlas escolar 16

Desenvolvimento

curricular

17 PARTE

1

• Programação anual 18 • Planos de aula 24

• Legislação e regulamentação da educação 88

Fichas

de avaliação

91

PARTE

2

• FICHA DE REFORÇO 1 Estudo da paisagem 92

• FICHA DE AMPLIAÇÃO 1 A Geografia e o estudo da paisagem 93

• FICHA DE REFORÇO 2 Os mapas e o trabalho com escalas 94

• FICHA DE AMPLIAÇÃO 2 As escalas 96

• FICHA DE REFORÇO 3 A orientação 98

• FICHA DE AMPLIAÇÃO 3 Os rumos da rosa dos ventos 100

• FICHA DE REFORÇO 4 Os círculos da Terra

e as coordenadas geográficas 102

• FICHA DE AMPLIAÇÃO 4 As coordenadas geográficas 104

• FICHA DE REFORÇO 5 O clima e os seus elementos 106

• FICHA DE AMPLIAÇÃO 5 Os fatores do clima 108

• FICHA DE REFORÇO 6 Os biomas 110

• FICHA DE AMPLIAÇÃO 6 As formações vegetais 112

• FICHA DE REFORÇO 7 O relevo: formas e distribuição 114

• FICHA DE AMPLIAÇÃO 7 O relevo mundial 116

• FICHA DE REFORÇO 8 Os rios do Mundo 118

• FICHA DE AMPLIAÇÃO 8 Os mares do Planeta 120

• FICHA DE REFORÇO 9 Riscos e catástrofes 122

• FICHA DE AMPLIAÇÃO 9 Os perigos das catástrofes 124

• FICHA DE AUTOAVALIAÇÃO 126

Guiões

de aprofundamento

127

PARTE

3

• O que são as coordenadas geográficas 128

• Como se orientar e calcular a hora 129

• Como são os mapas: elementos e tipos 130

• Como calcular a escala nos mapas 131

• O que é um croquis 132

• Como representar o relevo num mapa 133

• Como descrever uma paisagem 134

• O que são satélites meteorológicos 136

• Como decifrar o estado do tempo num mapa 138

• O que é um perfil topográfico 140

• O que é o perfil longitudinal de um rio 142

• O que é um gráfico termopluviométrico 144

• Como preparar um inquérito 146

(3)

18 DeSaFIOS  •  Geografia  •  7.o ano  •  © Santillana-Constância

1

Parte D es en vo lv im en to cu rr icu la r

Programação anual

TE M A A CO N CE TU A LIZ AÇ Õ ES/ /C O NTE Ú D O S AP rE N D IZ Ag EN S N O F IN AL , O AL U N O D EV E S Er C A PA Z D E: N .º D E AU LA S (4 5 M IN ) EX PE rI ÊN CIA S ED U CA TI VA S/ /E XP LO rA ÇÃ O D O M A N U AL Un ID aD e 1 A G eo gra fia e a D es criç ão da Pa is ag em Un ID aD e 2 A Re pres en ta ção da S up er fíci e Te rre st re •   n oç ão  de  G eog ra fia . •   M éto do s e  té cni cas  ut ili za do s  em  G eog ra fia . •   Le itu ra  e  de sc riç ão  de  p ai sage ns . •   Se nsi bi liz aç ão  p ar a  o  co nh ec im en to   do  e sp aço  qu e  ro de ia  os  al un os . •   Da r um a  no ção  de  G eog ra fia . •   re fe rir  os  pri nc ip ai s m éto do s da  G eog ra fia . •   D ife ren ci ar  as  p ai sage ns  na tur ai s  das  hu m ani za das . •   Ide nt ifi ca r os  e lem en tos  fí sico s e  hum an os   pr es en tes  n as  p ai sage ns  e a  su a  in te r-r ela çã o. •   Fa ze r um  e sb oço  de  um a  pa isage m . •   Co nh ece r os  c ont in ent es  e  os  o ce an os . 6 •   anal isar  ima gen s. •   anal isar  te xto s. •   anál ise  de  gr áf ic os  e  es qu ema s. •   O bs er var  p ai sage ns , fo to gr af ia s. •   O bs er var  map as . •   Co ns tr ui r e sb oço s si m pl es  de  p ai sage ns  ou   lu gar es . •   Co ns tr uç ão  de  c ar taz es. •   el ab or aç ão  de  um  qua dr o-re su m o. •   Pe squi sa  na  In ter net . Ve r P la no s de Au la 1 a 6. •   Fo rm as  de  re pr es en taç ão    da  sup er fíc ie  te rre st re . •   el em en tos  fun dam en tai s do  map a. •   tip os  de  map as  s egun do  o  tema ,  o  nú m ero  de  tema s e a  es ca la. •   es ca las . •   Cál cu lo  d as  d ist ân ci as  rea is. •   D es env ol vi m en to  da  c ap ac ida de    de  lei tu ra  de  map as . •   Fa ze r um a  pl an ta  (s al a,  c as a  ou  b air ro ). •   D ist in gu ir  as  di fe ren te s re pre se nt aç õe s  da  sup er fíc ie  te rre st re . •   Co nh ece r os  di fe ren te s t ip os  de  map as . •   re la ci on ar  o  gr au  de  p or m enor   da  re pr es en taç ão  co m  a  es ca la  do  map a. •   In ter pr et ar  map as  co m  di fe ren te s e sc alas . •   Sab er  ut ili za r c orr ec ta me nt e  as  e sc alas . •   Sab er  cal cu lar  as  d ist ân ci as  rea is  a  pa rt ir  de  um  map a. 6 •   D es enhar  um  e sb oço  do  p er cur so    cas a/ es co la . •   D es enhar  map as  m ent ai s. •   Pl an ea r um a  vi age m  ut ili za ndo  map as    de  e st ra das  e  ide nt ifi ca ndo  p on to s de   in te re ss e  no  iti ner ár io  de fini do . •   Le r e  ut ili za r c orr et ame nt e  vá ria s fo rm as   de  re pr es en taç ão  do  e sp aç o. •   U tili za r gl ob os  e  map as . •   Le r os  map as  c onh ec en do  os  s eus  e lem en tos   fun dam en tai s. •   Le r map as  de  di fe ren te s e sc alas . •   re al iz ar  c ál cu los  co m  e sc alas . •   Co mp le tar  map as  a  di fe ren te s e sc alas  p ar a  lo cal iz ar  as  pri nc ip ai s ci da de s,  pa íse s e  ca pi ta is  da  U e e  ou tro s p aís es . •   Pe squi sa  na  In ter net . •   el ab or aç ão  de  um  qua dr o-re su m o. Ve r P la no s de Au la 7 a 12 . 354376 017-023.indd 18 12/02/23 15:08

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24 desafios  •  Geografia  •  7.º ano  •  Material fotocopiável © santillana-Constância

1

Parte D es en vo lv im en to cu rr icu la r

Plano de aula n.º 1

ESCOLA: TURMA: N.º DE ALUNOS: 

DOCENTE DA TURMA: DOCENTE DE SUBSTITUIÇÃO: 

LIÇÃO N.º: DATA: / / HORA:   :   SALA: TEMPO: 45 MINUTOS

Conteúdos programátiCos/sumário ConCeitos avaliação apresentação. Preenchimento dos inquéritos dos alunos. Planificação das atividades e critérios de avaliação. observação e registo da participação e das atitudes dos alunos. objetivos espeCífiCos •   apresentação da disciplina e dos elementos da turma. •   Conhecer as regras de funcionamento das aulas. •   Planificar as atividades. resultados de aprendizagem desenvolvimento da aula •   a aula inicia-se com uma breve apresentação do professor e dos alunos. •   os alunos preenchem o inquérito fornecido pelo professor. •   exploração do índice do manual para apresentar a disciplina aos alunos e os temas a abordar ao longo do ano. •   explicação dos critérios de avaliação. •   Marcação das fichas de avaliação sumativa e dos trabalhos a desenvolver ao longo do 1.º período. •   definição de regras a cumprir dentro da sala de aula e formas de funcionamento. •   diálogo com os alunos. reCursos •  inquérito •  Critérios de avaliação •  Manual observações 354376 024-087.indd 24 12/02/23 15:08

(5)

88 DESAFIOS  •  Geografia  •  7.o ano  •  © Santillana-Constância

1

PArtE D es en vo lv im en to cu rr icu la r

Legislação e regulamentação da educação

Alunos

Lei n.º 30/2002, de 20 de dezembro. Aprova o Estatuto do Aluno do Ensino não Superior (alterada pela Lei n.º  3/2008, de 7 de janeiro). Lei n.º 3/2008, de 18 de janeiro. Primeira alteração à Lei n.º 30/2002, de 20 de dezembro, que aprova o Estatuto  do Aluno dos Ensinos Básico e Secundário (ver Declaração de retificação n.º 10/2008, de 7 de março, alterado  pela Lei n.º 21/2008, de 12 de março). Despacho n.º 30 265/2008, de 24 de novembro. Visa clarificar os termos de aplicação do disposto no Estatuto  do Aluno.

Mais escolaridade — realidade e ambição. Estudo preparatório do alargamento da escolaridade obrigatória 

(outubro de 2009).

Avaliação

Despacho Normativo n.º 1/2005, de 5 de janeiro. Estabelece os princípios e os procedimentos a observar na 

avaliação das aprendizagens e competências aos alunos dos três ciclos do Ensino Básico (alterado por: Declaração  de retificação n.º 3/2005, de 10 de fevereiro, Despacho Normativo n.º 18/2006, de 14 de março, Declaração de  retificação n.º 25/2006, de 21 de abril, e pelo Despacho Normativo n.º 5/2007, de 10 de janeiro).

Despacho Normativo n.º

50/2005, de 9 de novembro. Define princípios e normas orientadoras para a imple-mentação, acompanhamento e avaliação sumativa interna dos planos de recuperação, de acompanhamento e  de desenvolvimento dos alunos do Ensino Básico.

Despacho Normativo n.º 18/2006, de 14 de março. Altera o Despacho Normativo n.º 1/2005, de 5 de janeiro. Declaração de Retificação n.º

25/2006, de 21 de abril. retifica o Despacho Normativo n.º 18/2006, do Ministé-rio da Educação, que altera o Despacho Normativo n.º 1/2005, de 5 de janeiro.

Despacho Normativo n.º 5/2007, de 10 de janeiro. Altera o Despacho Normativo n.º 1/2005, de 5 de janeiro, 

com as alterações introduzidas pelo Despacho Normativo n.º 18/2006, de 14 de março (estabelece os princípios  e os procedimentos a observar na avaliação das aprendizagens aos alunos dos 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico). 

Ensino especial

Educação Inclusiva, da retórica à prática — resultado do plano de ação 2005-2009.

Escolas

Decreto-Lei n.º 75/2008, de 22 de abril. Aprova o regime de autonomia, administração e gestão dos estabele-cimentos públicos da educação pré-escolar e dos Ensinos Básico e Secundário. Portaria n.º 604/2008, de 9 de julho. Define as regras a observar no procedimento concursal prévio à eleição  do diretor, nos termos do Decreto-Lei n.º 75/2008, de 22 de abril. Decreto-Lei n.º 144/2008, de 28 de julho. No uso da autorização legislativa concedida pelas alíneas a) a e) e h)  do n.º 1 do artigo 22.º do Orçamento do Estado para 2008, aprovado pela Lei n.º 67-A/2007, de 31 de dezembro,  desenvolve o quadro de transferência de competências para os municípios em matéria de educação, de acordo  com o previsto no artigo 19.º da Lei n.º 159/99, de 14 de setembro. Despacho n.º 9744/2009, de 8 de abril. reduções da componente letiva pelo exercício dos cargos previstos no  Decreto-Lei n.º 75/2008, de 22 de abril. Decreto-Lei n.º 35/2007, de 15 de fevereiro. Contratação de escolas. 354376 088-090.indd 88 12/02/23 15:09

(6)

92 DeSaFIOS  •  Geografia  •  7.o ano  •  Material fotocopiável © Santillana-Constância

2

Parte Fic has d e av alia çã o 1 Lê atentamente o texto.

FICHa De reFOrÇO 1  Estudo da paisagem

NOME: N.O: TURMA: DATA: 

«Geografia: o seu método é a observação; o seu campo de estudo é a superfície terrestre, quer  nos seus aspetos naturais quer nas ações e transformações humanas das paisagens.»

1.1   entre as seguintes fases do método de trabalho em Geografia, assinala aquela a que o texto faz referência.

a)  Localização  .  d)  análise  .

b) Descrição  .  e)  Observação  .

c) Interpretação  .  f)  experimentação  .   1.2   Menciona quais são as outras etapas do método de trabalho em Geografia não mencionadas no  texto. Coloca-as pela sequência do método de trabalho em Geografia.   1.3   a partir da leitura do texto, menciona o que estuda a Geografia (objeto de estudo).1.4   refere três técnicas de pesquisa utilizadas em Geografia. 2 A observação é o principal método de trabalho utilizado em Geografia.2.1   estabelece a diferença entre observação direta e observação indireta.2.2   Dá um exemplo de cada. 3 Observa a paisagem.3.1   Identifica o tipo de paisagem representada.3.2   refere qual é o grau de humanização desta paisagem (muito ou pouco). Justifica a tua resposta.3.3   Descreve a paisagem e enumera os diferentes elementos que a compõem, fazendo a distinção entre  elementos naturais e humanos. 354376 091-126.indd 92 12/02/23 15:09

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93

DeSaFIOS  •  Geografia  •  7.o ano  •  Material fotocopiável © Santillana-Constância

2

Parte Fic has d e a valia çã o 1 Lê atentamente a frase.

FICHa De aMPLIaÇÃO 1  A Geografia e o estudo da paisagem

NOME: N.O: TURMA: DATA: 

«a Geografia […] colocou-se ao lado da investigação científica e a ela compete não só descrever  e inventariar, mas raciocinar e explicar.»

René ClosieR, História da Geografia

1.1   Qual é o objeto de estudo da Geografia?1.2   Quais são as etapas que compõem o atual método de trabalho em Geografia?1.3   refere a importância do trabalho de campo para o estudo da Geografia.1.4   Indica alguns recursos que podem substituir (em parte) o trabalho de campo.1.5  Por palavras tuas, dá uma definição de Geografia. 2 O Homem é um poderoso agente de transformação da paisagem.2.1   Como se designa o tipo de paisagem resultante dessa mesma ação do Homem?2.2   Dá três exemplos de ações do Homem na transformação de paisagens. 3 Compara as duas paisagens.3.1   Identifica o tipo de paisagem de cada uma das imagens.3.2   enumera os elementos que compõem as duas paisagens, fazendo a distinção entre elementos  naturais e humanos.   3.3   as duas paisagens têm um grau de humanização diferente.  refere aquela que tem maior grau de humanização. Justifica a tua resposta. a B 354376 091-126.indd 93 12/02/23 15:09

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129

DESAFIOS  •  Geografia  •  7.o ano  •  © Santillana-Constância

Como se orientar e calcular a hora

Viajar de um local para outro muito afastado obriga a atrasar ou adiantar a hora 

do relógio em função da direção e da distância do local de destino.

Os pontos cardeais e a rotação

terrestre

Os quatro pontos cardeais principais são: norte (N),  sul (S), este (E) e oeste (O). Geralmente, nos mapas atuais, o norte corresponde  à parte superior, o sul, à inferior, o este, à zona direita  e o oeste, à esquerda. A rotação da terra faz-se de oeste para este e, por esse  motivo, os raios solares começam sempre a iluminar a sua  superfície pelo este: amanhece pelo este e anoitece pelo  oeste, ou seja, os pontos do Planeta situados a este recebem  a luz solar antes dos situados a oeste. Simultaneamente, existem locais onde está a amanhecer,  enquanto noutros é meio-dia e noutros ainda é meia-noite:  a longitude desempenha aqui um papel importante.  todos os pontos situados sobre o mesmo meridiano têm  a mesma hora solar, o que faz com que entrem e saiam  ao mesmo tempo da zona de iluminação.  Os pontos cardeais servem para nos  orientarmos e também para nos ajudarem  a ler mapas de diferentes tipos. O Sol põe-se (poente) OESTE NORTE SUL ESTE O Sol nasce (nascente) O S N À esquerda À frente Atrás À direita E Nordeste (NE) Noroeste (NO) Norte Este Oeste

Sul Sudeste (SE)

Sudoeste (SO) NO O SO S N SE Centro NE E 801743B8P269H01 LINHA DE MUDANÇA DE DATA DE DA TA Equador DOMI NGO SEGUNDA LINHA DE MUDANÇA -9 -10 -9 -8 -8 -7 -7 -6 -6 -5 -4 -4 -3 -5 -3 -2 0 -1 +1 0 +1 +1 +2 +2 +3 +3+4 +5 +6 +6 +7 +3:30 +4:30 +5:30 +5 +8 +8 +9 +9 +9 +8 +9 +8 +9:30 +10 +12 +10 +10 +11 +12 +13 Meridiano de Greenwich 23 h 24 h 1 h 2 h 3 h 4 h 5 h 6 h 7 h 8 h 9 h 10 h 11 h 12 h 13 h 14 h 15 h 16 h 17 h 18 h 19 h 20 h 21 h 22 h 23 h 24 h 1 h 2 h 3 h

Países com horário

oficial par Países com horáriooficial ímpar Países com meia horade diferença sobre a oficial

O mapa de fusos horários

Um dia solar é o tempo que a terra demora a dar  uma volta completa sobre si mesma e serve de base  para o cálculo do tempo: se alguma linha de longitude,  «o meridiano do meio-dia», estiver diante do Sol, nesse  momento será meio-dia em todos os pontos dessa linha.  Um dia tem vinte e quatro horas e, para saber a hora do  local onde se está, divide-se a superfície terrestre em vinte  e quatro faixas ou fusos horários, de modo que cada fuso  corresponda a uma hora. Em teoria, cada fuso horário mede 15° da circunferência terrestre (a totalidade dos 360° divide-se  nas vinte e quatro horas e o resultado é 15; isto quer dizer  que a terra gira 15° por hora); contudo, na prática, os fusos  têm uma forma irregular porque, em muitos casos, foram  adaptados às fronteiras dos países. Estabeleceu-se convencionalmente que o fuso horário de  referência é o correspondente ao meridiano de Greenwich,  o meridiano de referência. O tempo baseado neste  meridiano é também conhecido por hora zulu, hora GMt  (Greenwich Mean Time ou tempo meridiano de Greenwich)  ou hora UtC (tempo Universal Coordenado).  Para oeste do meridiano de Greenwich, é necessário  subtrair uma hora por cada fuso horário que se percorra  e, para este, somar. Com este cálculo, só se pode obter  a hora astronómica ou solar, mas não a hora oficial  de cada país. Uma linha imaginária e algo irregular — a linha  internacional de mudança de data — coincide muitas  vezes como meridiano de 180°, o oposto ao de Greenwich.  Esta linha é traçada nos mapas sobre o oceano Pacífico,  na zona horária na qual o tempo tem uma diferença  de doze horas relativamente a Greenwich. A este desta  linha é um dia antes que a oeste da mesma. Esta linha faz  parte do sistema horário internacional. 354376 127-146.indd 129 12/02/23 15:10

Referências

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