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Hortic. bras., v. 31, n. 2, (Suplemento-CD Rom), julho 2014 S 0537

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Hortic. bras., v. 31, n. 2, (Suplemento-CD Rom), julho 2014 S 0537

Controle alternativo sobre o progresso do Crestamento Gomoso do

Caule e produtividade do meloeiro

Carlos H Cardon1; Mateus S Dalcin; Jaíza Francisca R Chagas1; Monica L Silva², Raimundo W Silva, Gil Rodrigues dos Santos1;

1UFT – Universidade Federal do Tocantins. Rua Badejós, chácaras 69 e 72 Lt.07 Zona Rural Cx. postal 66 CEP: 77404-970. [email protected], [email protected] [email protected], [email protected] [email protected]; ²IFG – Instituto Federal Goiâno Campus Ceres.

RESUMO

O Crestamento gomoso é causado pelo patógeno Didymella bryoniae e é considerado uma das principais doenças que ataca o melão (Cucumis melo L.). Este fungo é capaz de reduzir consideravelmente a produtividade e a qualidade dos frutos se medidas de controle não forem realizadas. Devido a capacidade de sobrevivência do patógenos em restos culturais e plantas hospedeiras, torna-se um problema de difícil controle em épocas favoráveis, o que faz com que, sejam necessários a busca por novas tecnologias que possam se adequar as condições do estado. Objetivou-se com este trabalho, avaliar métodos de controle do crestamento gomoso do caule e produtividade do meloeiro. O experimento foi realizado na Universidade Federal do Tocantins em condições de campo, onde utilizou-se a cultivar Eldorado 300. O delineamento utilizado foi em blocos casualizados com quatro repetições e oito tratamentos, sendo: T1 = Testemunha; T2 = Inseticida seletivo (Imidacloprido); T3 = Inseticida não seletivo (Deltametrin); T4 = Fungicida (Tiofanato Metilico + Clorotalonil); T5 = Manejo Integrado de Doenças e Pragas (MIDP) + Inseticida seletivo (Imidacloprido) + Fungicida (Tiofanato Metílico e Clorotalonil); T6 = Manejo Integrado de Doenças e Pragas (MIDP) + Inseticida não seletivo (Deltametrina) + Fungicida (Tiofanato Metilico e Clorotalonil); T7 = Inseticida seletivo (Imidacloprido) + Fungicida (Tiofanato Metílico e Clorotalonil); T8 = Inseticida não seletivo (Deltametrina) + Fungicida (Tiofanato Metilico e Clorotalonil). Após o aparecimento dos primeiros sintomas, foram realizadas 14 avaliações da incidência da doença em intervalos de 5 dias. Ao final das avaliações os resultados foram comparados através da Área Abaixo da Curva de Progresso da Doença (AACPD). Os frutos das parcelas foram pesados para a obtenção da produtividade. Os dados foram submetidos à análise estatística pelo programa Assistat 7.7. Somente a utilização dos tratamentos com fungicidas demonstraram eficiência no controle da doença.

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PALAVRAS CHAVE: Cucumis melo L.; Didymella bryoniae; Manejo integrado de

doenças.

ABSTRACT

Alternative methods of control over the Gummy Stem Blight and productivity of melon

The gummy blight is caused by the pathogen D. bryoniae and is considered a major disease that attacks the melon (Cucumis melo L.). This fungus is able to greatly reduce productivity and fruit quality if control measures are not undertaken. Because the survivability of the pathogens in host plants and crop debris, becomes a difficult control problem in good times, which means that are necessary to search for new technologies that can suit the conditions of the state. The objective of this study was to evaluate methods of control of gummy stem blight and yield of muskmelon. The experiment was conducted at the Federal University of Tocantins in field conditions, where it was used to cultivate Eldorado 300. The design was a randomized block with four replications and eight treatments were: T1 = Control; T2 = selective insecticide ( Imidacloprid ), T3 = non-selective insecticide (Deltamethrin) , T4 = Fungicide (methyl thiophanate + Chlorothalonil), T5 = Stewardship integrated Pests and Diseases (MIDP) + selective insecticide ( Imidacloprid ) + Fungicide (methyl Tiophanate and Chlorothalonil) T6 = integrated Management of Pests and Diseases ( MIDP ) + nonselective ( Deltamethrin ) + Fungicide (methyl thiophanate and Chlorothalonil) Insecticide ; T7 = selective insecticide (Imidacloprid) + Fungicide (methyl Tiophanate and Chlorothalonil) , T8 = non-selective insecticide (deltamethrin) + Fungicide (methyl thiophanate and Chlorothalonil). After the onset of symptoms, 14 reviews incidence of disease at intervals of 5 days each. At the end of ratings incidence data were compared using the area under the disease progress curve (ACPD). The fruits were weighed to obtain the yield. Data were statistically analyzed by Assistat 7.7 program. Only the use of

fungicide treatments were efficient in controlling gummy.

KEYWORDS: Cucumis melo L.; Didymella bryoniae; Integrated management of

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Hortic. bras., v. 31, n. 2, (Suplemento-CD Rom), julho 2014 S 0539 O fruto do meloeiro é muito apreciado em todo o mundo. Na atualidade, vem se destacando por ser uma das frutas frescas mais exportadas pelo Brasil. Só o mercado de melão e melancia movimentou cerca de US$ 151 milhões, sendo o Rio Grande do Norte e o Ceará, os maiores exportadores (Inca, 2013).

O Tocantins apresenta características que favorecem o cultivo de melão como: alta temperatura e luminosidade. Outro detalhe importante para a viabilidade do cultivo de melão no Tocantins é o período de plantio, pois ocorre nos meses de março a agosto, não coincidindo com a safra do nordeste e também, pela ausência de chuva nesta época, o que possibilita aos produtores conseguirem frutos de boa qualidade, bons preços e abastecer o mercado brasileiro em época de escassez do produto.

Entre os problemas que podem interferir na expansão na produção do melão estão as doenças, que podem causar grandes perdas na produção. Dentre as doenças do meloeiro o crestamento gomoso do caule, causado pelo fungo Didymella bryoniae, está entre as principais, devido ao seu efeito na redução da produção e na qualidade dos frutos (Santos & Café, 2006). A penetração dos esporos do patógeno ocorre de forma direta, através dos espaços intracelulares ao redor da célula basal dos tricomas. No período de escassez de nutrientes o fungo pode manter-se vivo em tecidos doentes como micélios adormecidos (Chiu & Walker, 1949).

O crestamento gomoso do caule do meloeiro, é uma das mais agressivas doença de melões “nobres” (Cucumis melo var. reticulatuse, C. melo var. cantalupensis) e pode ocorrer durante todo o ciclo, desde a fase de plântula até o período de formação de frutos, podendo causar tombamento, lesões circulares nos cotilédones nas folhas e formação de cancros no caule e nas hastes (Santos et al., 2005). Para o controle recomenda-se a adoção de técnicas de manejo integrado, incluindo práticas culturais, controle químico e controle genético com a utilização de genótipos tolerantes e/ou resistentes dentre outras medidas (Santos et al., 2011).

Devido a dificuldade de controle e agressividade do patógeno é necessário a busca por novos métodos que contribua para o controle da doença, de maneira que haja maior preservação do meio ambiente. Considerando que a cultura do meloeiro ainda se encontra em fase de expansão no Tocantins e que há poucos estudos sobre esta doença, o presente trabalho teve como objetivo avaliar métodos de controle do crestamento gomoso do caule do meloeiro e produtividade.

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MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi conduzido em condições de campo no ano de 2013, em área experimental da Universidade Federal do Tocantins, Campus Universitário de Gurupi. A cultivar utilizada foi a Eldorado 300. Inicialmente foi realizado o preparo convencional do solo, com posterior formação de canteiros com rotoencanteirador. Foi feito a cobertura das parcelas com plástico tipo “mulching” face branca, com o intuito de impedir o crescimento de plantas invasoras sobre os canteiros e manter o solo úmido. O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados com quatro repetições e oito tratamentos. Os tratamentos foram diferenciados em: T1 = sem aplicação; T2 = Inseticida seletivo (Imidacloprido) 300g/ha; T3 = Inseticida não seletivo (Deltametrina) 3ml/10 l de água; T4 = Fungicida (Tiofanato Metilico + Clorotalonil) 200g pc/100 l água; T5 = Manejo Integrado de Doenças e Pragas (MIDP) + Inseticida seletivo (Imidacloprido) + Fungicida (Tiofanato Metílico e Clorotalonil); T6 = Manejo Integrado de Doenças e Pragas (MIDP) + Inseticida não seletivo (Deltametrina) + Fungicida (Tiofanato Metilico e Clorotalonil); T7 = Inseticida seletivo (Imidacloprido) + Fungicida (Tiofanato Metílico e Clorotalonil); T8 = Inseticida não seletivo (Deltametrina) + Fungicida (Tiofanato Metilico e Clorotalonil). Os tratamentos que não foram compostos por MIDP foram aplicados em todas as semanas, os que continham o MIDP só foram aplicados quando se observou danos na cultura pelo ataque de pragas. Os tratamentos foram aplicados com o auxílio de uma bomba costal de 20 litros e uso de EPI (Equipamento de Proteção Individual). Foram utilizadas 10 covas por parcela, e duas plantas por cova, resultando em um total de 20 plantas por parcela. O espaçamento utilizado foi de 0,5m entre plantas, 1,5m entre linhas e 5 m entre parcelas e blocos. A adubação de base foi de 1000 kg/ha de NPK (5-25-15), com adição de 2 litros de esterco bovino de curral curtido incorporado na cova. A irrigação nas parcelas foi por gotejamento (1 hora/dia). A semeadura foi em copos descartáveis e o transplantio 10 dias após a germinação.

Para avaliar a incidência da doença, as plantas foram monitoradas a cada 5 dias e contabilizado de forma acumulativa o número de caules com os sintomas da doença. A primeira avaliação ocorreu quando se observou o inicio da doença. Foram 14 avaliações para os dois ensaios. Ao final das avaliações os dados de incidência foram comparados

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Hortic. bras., v. 31, n. 2, (Suplemento-CD Rom), julho 2014 S 0541 através da Área Abaixo da Curva de Progresso da Doença (AACPD), método descrito por Shaner & Finney (1977). A relação do tempo de desenvolvimento da doença foi descrito em gráficos no Excel para comparação entre os tratamentos e caracterizado pela incidência em função do tempo. Para determinar a produtividade, todos os frutos foram colhidos e pesados. Ao final das avaliações os dados foram submetidos à análise estatística pelo programa Assistat 7.7.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os resultados observados para a AACPD mostram que nos tratamentos T1, T2, T3, T5 e T6, houve um maior número de plantas com a presença do crestamento gomoso do caule, apresentando valores superiores a 120 (FIGURA 1). O tratamento que se destacou por apresentar maior controle da doença foi o T4, onde utilizou-se apenas fungicida, seguido dos tratamentos que utilizaram a mistura de fungicida com inseticida (T7 e T8). Santos et al., (2005) em estudos demonstram a eficiência no controle da doença com o uso apenas de fungicidas. Nas amostragens (MIDP) realizadas nos tratamentos T5 e T6, observou-se que duas semanas antes da colheita foi atingido nível de dano econômico. Desta forma não foram realizadas aplicações, fato que justifica a alta incidência de D. bryoniae nesses tratamentos.

Na figura 2, pode-se observar o progresso do crestamento gomoso do caule do meloeiro nos diferentes tratamentos durante o ciclo da cultura. Para todos os tratamentos os sintomas iniciaram-se aos 19 DAP. Observou-se um maior progresso da doença nos tratamentos (T1, T2, T3, T5 e T6), a partir dos 54 DAP. Para os demais tratamentos (T4, T7 e T8) o progresso se manteve estável até a colheita. Estes resultados corroboram com os encontrados por Santos et al., (2005), onde estudando o proguesso do crestamento gomoso, demonstraram a eficiência da mistura de Tiofanato Metílico + Clorotalonil, para o controle do crestamento gomoso do caule, em melancias.

Para comparar a severidade da doença com a produtividade, foi avaliado o peso dos frutos em cada tratamento (FIGURA 3). Em relação à produtividade, não houve significância entre os tratamentos. Desta forma, não foi possível comparar o progresso da doença para os diferentes tratamentos na produção de frutos. De acordo com os resultados obtidos pode-se concluir que. onde não houve aplicação de fungicida, a doença foi mais agressiva, atingindo níveis elevados de incidência, sendo que o uso de Tiofanato Metilico mais Clorotalonil, apresentou eficiência satisfatória para o controle

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Hortic. bras., v. 31, n. 2, (Suplemento-CD Rom), julho 2014 S 0542 do crestamento gomoso do caule nos dois ensaios. Técnicas de Manejo Integrado de Doenças e Pragas, não foi eficiente para o controle do crestamento gomoso do caule.

AGRADECIMENTOS

"O presente trabalho foi realizado com o apoio da Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Tocantins e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq – Brasil"

REFERÊNCIAS

INCA, Portal de Inteligência Competitiva do Agro Brasileiro. Brasil vai exportar melão e melancia para o Chile, Rural Centro. 29/08/2013. Dispodível em:

http://www.icna.org.br/noticia/brasil-vai-exportar-melao-e-melancia-para-o-chile. Acesso em 23/02/2014.

SANTOS, G. R.; LEÃO, E. U.; CASTRO, H. G.; NASCIMENTO, I. R.; SARMENTO, R. A.; SARMENTOBRUM, R. B. C. 2011.Crestamento gomoso do caule da melancia: Etiologia, epidemiologia e medidas de controle. Journal of Biotechnology and Biodiversity. Gurupi, 2: 2: 52-58.

SANTOS, G.R.; CAFÉ-FILHO, A.C.; LEÃO, F.F.; CÉSAR, M.; FERNANDES, L.E. 2005. Progresso do crestamento gomoso e perdas na cultura da melancia. Horticultura Brasileira, Brasília, 23:2:228-232.

SHANER, G. & FINNEY, R.E. 1977. The effect of nitrogen fertilization on the expression of slow – mildewing resistance in Knox Wheat. Phytopathology. 67:1051-1056.

CHIU, W.E.; WALKER, J.C. 1949. Physiology and pathogenicity of the cucurbit black rot fungus. J. agric. Res. 78: 589-615.

FIGURA 1. Área abaixo da curva de progresso da doença (AACPD) sobre diferentes tratamentos, (T1 = sem aplicação; T2 = Inseticida seletivo (Imidacloprido) 300g/ha; T3 = Inseticida não seletivo (Deltametrina) 3ml/10 l de água; T4 = Fungicida (Tiofanato Metilico + Clorotalonil) 200g pc/100 l água; T5 = Manejo Integrado de Doenças e Pragas (MIDP) + Inseticida seletivo (Imidacloprido) + Fungicida (Tiofanato Metílico e Clorotalonil); T6 = Manejo Integrado de Doenças e Pragas (MIDP) +

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Inseticida não seletivo (Deltametrina) + Fungicida (Tiofanato Metilico e Clorotalonil); T7 = Inseticida seletivo (Imidacloprido) + Fungicida (Tiofanato Metílico e Clorotalonil); T8 = Inseticida não seletivo (Deltametrina) + Fungicida (Tiofanato Metilico e Clorotalonil).), no município de Gurupi, Tocantins, 2013. Médias seguidas da mesma letra nas colunas não diferem entre si, de acordo com o teste de Tukey a 1% de probabilidade e cv = 33,5%. FIGURE 1. Area under the disease progress curve (AUDPC) for different treatments (T1 = no application, T2 = selective insecticide (Imidacloprid) 300g/ha, T3 = non-selective insecticide (deltamethrin) 3ml/10 l of water, T4 = Fungicide (methyl thiophanate + Chlorothalonil) 200g cp/100 l water, T5 = Integrated Management of Pests and Diseases (MIDP) + selective insecticide (Imidacloprid) + Fungicide (methyl Tiophanate and Chlorothalonil) T6 = Integrated Management of Pests and Diseases (MIDP) + non-selective insecticide (deltamethrin) + Fungicide (methyl thiophanate and Chlorothalonil), T7 = selective insecticide (Imidacloprid) + Fungicide (methyl Tiophanate and Chlorothalonil), T8 = non-selective insecticide (deltamethrin) + Fungicide (methyl thiophanate and Chlorothalonil)). in the municipality of Gurupi, Tocantins, 2013. Means followed by the same letter in columns do not differ according to Tukey's test at 1% probability and cv = 33.5%.

FIGURA 2. Curva de progresso da doença em função do tempo, nos diferentes tratamentos (T1 = sem

aplicação; T2 = Inseticida seletivo (Imidacloprido) 300g/ha; T3 = Inseticida não seletivo (Deltametrina) 3ml/10 l de água; T4 = Fungicida (Tiofanato Metilico + Clorotalonil) 200g pc/100 l água; T5 = Manejo Integrado de Doenças e Pragas (MIDP) + Inseticida seletivo (Imidacloprido) + Fungicida (Tiofanato Metílico e Clorotalonil); T6 = Manejo Integrado de Doenças e Pragas (MIDP) + Inseticida não seletivo (Deltametrina) + Fungicida (Tiofanato Metilico e Clorotalonil); T7 = Inseticida seletivo (Imidacloprido) + Fungicida (Tiofanato Metílico e Clorotalonil); T8 = Inseticida não seletivo (Deltametrina) + Fungicida (Tiofanato Metilico e Clorotalonil). FIGURE 2. Disease progress curve as a function of time in the different treatments (T1 = no application, T2 = selective insecticide (Imidacloprid) 300g/ha, T3 = non-selective insecticide (deltamethrin) 3ml/10 l of water, T4 = Fungicide (Thiophanate methyl + chlorothalonil) 200g cp/100 l water, T5 = Integrated Management of Pests and Diseases (MIDP) + selective insecticide (Imidacloprid) + Fungicide (methyl Tiophanate and Chlorothalonil) T6 = Integrated Management of Pests and Diseases (MIDP) + Insecticide nonselective (Deltamethrin) + Fungicide (methyl thiophanate and Chlorothalonil), T7 = selective insecticide (Imidacloprid) + Fungicide (methyl Tiophanate and Chlorothalonil), T8 = non-selective insecticide (deltamethrin) + Fungicide (methyl thiophanate and Chlorothalonil).

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FIGURA 3. Produtividade do melão cv Eldorado 300 sobre diferentes tratamentos (T1 = sem aplicação; T2 = Inseticida seletivo (Imidacloprido) 300g/ha; T3 = Inseticida não seletivo (Deltametrina) 3ml/10 l de água; T4 = Fungicida (Tiofanato Metilico + Clorotalonil) 200g pc/100 l água; T5 = Manejo Integrado de Doenças e Pragas (MIDP) + Inseticida seletivo (Imidacloprido) + Fungicida (Tiofanato Metílico e Clorotalonil); T6 = Manejo Integrado de Doenças e Pragas (MIDP) + Inseticida não seletivo (Deltametrina) + Fungicida (Tiofanato Metilico e Clorotalonil); T7 = Inseticida seletivo (Imidacloprido) + Fungicida (Tiofanato Metílico e Clorotalonil); T8 = Inseticida não seletivo (Deltametrina) + Fungicida (Tiofanato Metilico e Clorotalonil). Médias seguidas da mesma letra nas colunas não diferem entre si, de acordo com o teste de Tukey, 5% e CV = 21,31%. FIGURE 3. Productivity of melon cv Eldorado on 300 different treatments (T1 = no application, T2 = selective insecticide (Imidacloprid) 300g/ha, T3 = non-selective insecticide (deltamethrin) 3ml/10 l of water, T4 = Fungicide (methyl thiophanate + Chlorothalonil) 200g cp/100 l water, T5 = Integrated Management of Pests and Diseases (MIDP) + selective insecticide (Imidacloprid) + Fungicide (Methyl Tiophanate and Chlorothalonil) T6 = Integrated Management of Pests and Diseases (MIDP) + non-selective insecticide (deltamethrin ) + Fungicide (methyl thiophanate and Chlorothalonil), T7 = selective insecticide (Imidacloprid) + Fungicide (methyl Tiophanate and Chlorothalonil);. T8 = non-selective insecticide (deltamethrin) + Fungicide (methyl thiophanate and Chlorothalonil) Means followed by the same letter in columns not differ according to the Tukey test, 5% and CV = 21.31%.

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