Universidade Federal do Espírito Santo
Universidade Federal do Espírito Santo
Centro de Ciências Exatas
Centro de Ciências Exatas
Curso de Graduação em Química
Curso de Graduação em Química
PETRÓLEO
PETRÓLEO
Jade Boscaglia Vieira da Cunha Jade Boscaglia Vieira da Cunha
Jenifer Rigo Almeida Jenifer Rigo Almeida Ludmila Rocha Rodrigues Ludmila Rocha Rodrigues
22
1. INTRODUÇÃO
1. INTRODUÇÃO
1.1. O que é?
1.1. O que é?
A palavra petróleo vem do latim:
A palavra petróleo vem do latim:
petra ol
petra oleum
eum
, e
, e
corresponde à expressão “óleo de pedra”
corresponde à expressão “óleo de pedra”
Substância oleosa, viscosa, inflamável, menos densa que a
Substância oleosa, viscosa, inflamável, menos densa que a água composta
água composta
por hidrocarbonetos, em grande quantidade; menores de O, N, S.
por hidrocarbonetos, em grande quantidade; menores de O, N, S.
Fonte de energia não renovável
Fonte de energia não renovável
Capacidade de renov
Capacidade de
renovação reduzida.
ação reduzida.
Matéria-prima fundamental em indústrias
Matéria-prima fundamental em indústrias
petrolíferas e petroquímicas
petrolíferas e petroquímicas
1. INTRODUÇÃO
1. INTRODUÇÃO
1.1. O que é?
1.1. O que é?
A palavra petróleo vem do latim:
A palavra petróleo vem do latim:
petra ol
petra oleum
eum
, e
, e
corresponde à expressão “óleo de pedra”
corresponde à expressão “óleo de pedra”
Substância oleosa, viscosa, inflamável, menos densa que a
Substância oleosa, viscosa, inflamável, menos densa que a água composta
água composta
por hidrocarbonetos, em grande quantidade; menores de O, N, S.
por hidrocarbonetos, em grande quantidade; menores de O, N, S.
Fonte de energia não renovável
Fonte de energia não renovável
Capacidade de renov
Capacidade de
renovação reduzida.
ação reduzida.
Matéria-prima fundamental em indústrias
Matéria-prima fundamental em indústrias
33
1.2. Origem
1.2. Origem
Existem diversas teorias que explicam a origem do
Existem diversas teorias que explicam a origem do
petróleo.
petróleo.
A
A orgânica
orgânica e a
e a inorgânica
inorgânica
Inorgânica: deposição de compostos do carbono
Inorgânica: deposição de compostos do carbono
Orgânica: acúmulo de restos orgânicos (mais aceita)
Orgânica: acúmulo de restos orgânicos (mais aceita)
A moderna era do petróleo teve início em meados
A moderna era do petróleo teve início em meados
do século XIX.
do século XIX.
Agosto de 1859:
Agosto de 1859:
20m profundidade, oeste da Pensilvânia;
20m profundidade, oeste da Pensilvânia;
Boa qualidade; Fácil destilação;
Boa qualidade; Fácil destilação;
1.2. Origem
FIGURA 1 - Coronel Drake (com barba) em frente ao seu primeiro poço
FIGURA 2 - Extração de Petróleo na Pensilvânia
(O Petróleo - Uma História mundial de conquistas, poder e dinheiro de Daniel Yergin)
5
Onde está o petróleo?
(BBC Brasil - British Petroleum)
1.3. O petróleo no mundo
▬
Arábia Saudita
(25% do mundo)
▬
Iraque
(11% do mundo)
1.3. O petróleo no mundo
▬
Em 2010 o Brasil passou a ocupar a 15ª posição no ranking
7
Quais são os maiores produtores?
1.3. O petróleo no mundo
▬
Oriente Médio fornece
≈ ⅓ do consumo mundial
de petróleo
▬
Europa, Ásia e EUA
também são grandes
produtores
▬
Diferença entre Oriente
Médio e EUA: um exporta, o
outro não consegue cobrir o
que consome.
Quanto cada um de nós consome?
1.3. O petróleo no mundo
▬Os norte
americanos
consomem mais.
▬No Oriente
Médio o consumo
também é grande
9
2. O PETRÓLEO NO BRASIL
Getúlio Vargas com a mão manchada de óleo, em Mataripe (BA), em 1952,
antes da criação da Petrobras.
(Arquivo Petrobrás)
Ex-presidente Lula, no RJ, durante a cerimônia que marcou o início da extração de óleo na camada pré-sal da
O Período Pré-Petrobrás engloba 2 partes principais.
Até 1938
Após 1938: descoberta da primeira acumulação de petróleo (Lobato-BA) em 1939
1953: Nascimento da Petrobrás, Campanha
“O Petróleo é Nosso”.
Em 1954 é concluída a sua criação.
1954 a 1997: Exclusividade
da Petrobrás
1997: FHC sanciona a lei (9478):
11
Getúlio Vargas assina a Lei No. 2004, que cria a Petrobras.
Campanha nacionalista em defesa da soberania brasileira sobre o recurso natural.
2.2. Onde estão nossas reservas?
●
Reservas provadas: viáveis de exploração
●
93,6% no mar:
Rio de Janeirocom 82,2% do total das reservas provadas
▬ Offshore6,4 % em terra:
●
Diferença quanto a origem do petróleo no Brasil
13
Grande parte dos hidrocarbonetos explorados no mundo
inteiro provém de rochas sedimentares
Sedimentos marinhos foram soterrados a grandes profundidades.
O Brasil, com suas dimensões continentais, conta com
uma bacia sedimentar de 6.436.000 km
2
Plataforma continental: parte menos profunda
15
2.3. Produção e consumo
Em 2010, a produção nacional diária de petróleo
aumentou 5,6% e chegou a 750 milhões de barris
(ANP)Brasil: 12º lugar no ranking mundial.
Crescimento médio anual de 5,3%
2.4. O Pré-sal no Brasil
A camada pré-sal é um gigantesco reservatório
de petróleo e gás natural
Vai do Espírito Santo até Santa Catarina (800 km)
Envolve as Bacias de Santos, Campos e Espírito Santo
Ao contrário do
que se imagina,
a camada pré-sal
é como uma
17
19
3. O PETRÓLEO NO ESPÍRITO SANTO
3.1. Histórico
Petróleo no Espírito
Santo
1957 – início das pesquisas
petrolíferas
1967 – 1ª descoberta;
ocorrência de petróleo em São Mateus.
1973 – Começo da
produção, em São Mateus
1984 –Produção de 24.984 barris de óleo por dia
Outras descobertas
1988 – Primeiro campo
marítimo, em Linhares.
Campos terrestres
Fazenda Alegre, Inhambu, etc.
Campos marítimos Peroá, Jubarte, Canapu,
Algumas outras descobertas
Campo marítimo de Jubarte, no sul do Estado, em Marataízes. (2001)
Campo de Cachalote (2002)
Campos marítimos de
Baleia Franca, Anã e Azul,
na área conhecida como
Parque das Baleias (2003)
21
3.2. Exploração e produção
Nos últimos anos, o Espírito Santo foi destaque
na produção de petróleo e gás natural no Brasil
2
ª
maior província petrolífera do País; reservas totais de 2,5 bilhões de barris
Atualmente, o Estado é o segundo maior produtor de
petróleo do Brasil
Final de 2011, 400 mil barris por dia; até 2013 a produção de óleo deverá
chegar a 500 mil barris/dia.
(Secretaria de Desenvolvimento do Estado do Espírito Santo)
Estado também é um grande produtor de gás natural, com 8
3.3. O Pré-sal no Espírito Santo
Localizado próximo a Anchieta no litoral sul do Estado Campo marítimo23
Dezembro 2008: Descobertas
Julho 2010:
“Começa a produção no pré
-
sal do Espírito Santo”
Produção terrestre capixaba
É conseqüência das grandes reservas e dos poços de altos
índices de produtividade
O Espírito Santo consolida-se como uma nova
província
petrolífera com uma perspectiva
otimista.
Óleo cru é a denominação para o petróleo
assim que este é extraído no campo de
produção.
No reservatório o óleo normalmente é
encontrado juntamente com outras
substâncias, e estas se dividem de acordo
com suas densidades em: zona superior, zona
4. TRATAMENTO
25 25
4.2. A indústria do petróleo
Os segmentos básicos de uma indústria de petróleo
são:
Localização, produção, transporte, processamento e distribuição dos
hidrocarbonetos.
27
Exploração: Compreende vários métodos e técnicas para
a descoberta e comprovação da existência de petróleo.
Explotação: Perfuração seguida por produção do
reservatório a partir do poço perfurado
.
A fase de produção em poços petrolíferos
pode ocorrer de três formas:
1) Bombeamento Mecânico:
O bombeio mecânico é um método de elevação artificial,
trazendo o petróleo até a superfície.
Utilizado apenas
29
2) Injeção de Gás:
Este método baseia-se na redução do peso da coluna de
óleo, dentro do poço, através da injeção de gás no fundo
do mesmo.
Utilizado principalmente em poços submarinos.
3) Injeção de Água:
Método mais comumente utilizado no Brasil e no mundo
que consiste em injetar água em alguns poços.
31
4.3. Produção e Tratamento
A produção de Petróleo bruto no
oceano é armazenada nas plataformas
e em terra é armazenada em tanques
de superfície;
Para transportar as produções de
petróleo um dos principais meios
utilizados são os dutos.
4.3.1. Processamento Primário
Ao final desse processamento, os fluxos estarão
separados em óleo e gás, além de salmoura descartável.
É realizado nos próprios campos de petróleo.
Ocorre em duas etapas:
1ª Etapa: separação gás-óleo-água livre
A separação de gás, óleo, água livres é realizada por
separadores trifásicos;
33
4.3.2. Refino
O refino é a etapa de processamento da mistura de
hidrocarbonetos;
O processo de refino pode ocorrer de duas maneiras:
a) UPGN (Unidade de Processamento do Gás Natural):
processo de refino cuja matéria prima é o gás úmido ou gás não
associado.
b) Refinaria: Processa um ou mais tipos de petróleo,
produzindo produtos derivados, como o GLP, a nafta, o
querosene e o óleo diesel.
A destilação primária é a primeira etapa do
processo de refino.
É nesta etapa que são extraídas do petróleo as
principais frações;
Em seguida, com o resíduo da destilação primária
é feita uma destilação a vácuo, para extração de
mais uma parcela de diesel,
O resíduo da destilação a vácuo pode ser usado
35 35
37
4.3.3. Processos de separação
Exemplos: Destilação Atmosférica e à Vácuo;
Desasfaltação a Propano; Desaromatização a Furfural,
Desparafinação a Solvente, Extração de Aromáticos,
Adsorção de n-parafinas
.
4.3.4. Processos de conservação
Exemplos: Viscorredução; Craqueamento Térmico;
Coqueamento Retardado; Craqueamento Catalítico;
Hidrocraqueamento; Reforma Catalítica; Isomerização e
Alquilação Catalítica.
39
4.3.4. Processos de tratamento
Exemplos: Tratamento Cáustico; Tratamento Merox;
Tratamento Bender; Tratamento Dea/Mea;
Hidrotratamento.
4.4. Distribuição
Consiste na comercialização dos produtos finais com as
distribuidoras;
Campo de Produção
Refinaria
Terminais de Distribuição
41
4.5. Derivados
As aplicações dos derivados do petróleo são variadas.
Alguns derivados já saem da refinaria prontos para
serem utilizados, outros servirão ainda como matérias
primas de várias indústrias.
41
Dentre os derivados existentes pode-se classificá-los como
derivados energéticos e não energéticos.
Uma refinaria de petróleo pode produzir os seguintes
derivados energéticos: gás combustível; gás liquefeito
de petróleo (GLP); gasolina; querosene; óleo diesel;
óleo combustível; coque (utilizado em indústria de
cimento e aço).
Os derivados energéticos são classificados em leves,
médios ou pesados, conforme a complexidade das
cadeias carbônicas existentes nas suas moléculas.
Os derivados não-energéticos do petróleo são: nafta e
gasóleos; lubrificantes; asfalto; solventes domésticos e
industriais, como aguarrás, querosene, etc.
43 43
Derivados
Número de átomos de carbono
Classificação
Gás Combustível
1 e 2
Leve
GLP
3 a 4
Leve
Nafta
5 a 12
Leve
Gasolina
5 a 12
Leve
Querosene
12
a
15
Médio
Óleo Diesel
12
a
22
Médio
Asfalto
> 20
Pesado
Coque
>
20
Pesado
45 45
5. CRAQUEAMENTO
Reação de quebra de moléculas
Alto peso molecular+ Baixo valor comercial→Menor
peso molecular+ Alto valor comercial;
47 47
Térmico ou catalisado
–
Maior rendimento;
Petróleo bruto → Produtos em uma escala muito
maior do que a fornecida pela própria natureza;
Petróleo no seu estado natural - Mistura
complexa de diversos tipos de hidrocarbonetos;
Alcanos, naftênicos, aromáticos ou mistos.
47
Reator - Riser;
Ciclone - Separação
das partículas de
catalisador dos
produtos;
Regenerador
-Partículas são
reativadas pela
queima do coque
depositado sobre
sua superfície;
5.1. Processo de craqueamento
49 49 49
Surgiu na década de 40;
Surgiu na década de 40;
Baseia-se na fluidização de sólidos
Baseia-se na fluidização de sólidos
Alta rentabilidade econômica;
Alta rentabilidade econômica;
Finalidade pri
Final
idade principal -
ncipal - Produ
Produção de GLP e/
ção de GLP e/ou gasol
ou gasolina;
ina;
Coque -- Resídu
Coque
Resíduo de alt
o de alto teor
o teor de carb
de carbono
ono
Deposita-se na superfície do catalisador;
Deposita-se na superfície do catalisador;
5.2. Craqueamento Catalítico
51 51 51 51 51 51 (Fi
(Figugurara -- CaCararactcteríeríststicaicass GerGeraisais dodo CVPCVP – –PetrPetrobrasobras DistribuidoDistribuidora)ra)
5.2. Craqueamento Catalítico
Gasolina -
Gasoli
na - Alto teor
Alto teor de olefin
de olefinas, isop
as, isoparafina
arafinas e
s e
arom
aromáti
áticos -
cos - Alt
Alta octan
a octanage
agem;
m;
Gás combust
Gás co
mbustível -
ível - Unida
Unidade de trat
de de tratamento D
amento DEA e é
EA e é
queimado na própria refinaria;
queimado na própria refinaria;
GLP -- Uni
GLP
Unidad
dade de
e de tra
tratam
tament
ento DE
o DEA -
A - Uni
Unidad
dade de
e de
tratam
tratamento cá
ento cáustic
ustico -
o - Armazen
Armazenamento
amento em esfe
em esferas;
ras;
Nafta -- Unida
Nafta
Unidade de t
de de tratame
ratamento c
nto cáustic
áustico -
o
-Armazenamento em tanques de nafta ou gasolina;
Armazenamento em tanques de nafta ou gasolina;
Óleo le
Óle
o leve -
ve - Uni
Unidad
dade de H
e de HDT -
DT - Arm
Armaze
azenad
nado com
o como óle
o óleo
o
diesel;
diesel;
5.3. Produtos do craqueamento
53 53
Os gasóleos - Oriundos de moléculas não
convertidas da carga original da unidade
-Separados em frações de LCO (óleo leve de
reciclo), HCO (óleo pesado de reciclo) e óleo
clarificado;
Coque;
Olefinas;
Gases de craqueamento efluentes do reator
-Enviados ao fracionamento
–
Separação dos
produtos pelas faixas de ebulição
–
Torre de destilação;
535.4. Indústria petroquímica
Ramo da indústria química orgânica que emprega
como matérias-primas derivados do petróleo;
Fertilizantes, plásticos, fibras químicas, tintas,
corantes, elastômeros, adesivos, solventes,
tensoativos, gases industriais, detergentes,
inseticidas, fungicidas, herbicidas, bernicidas,
pesticidas, explosivos, produtos farmacêuticos, e
outros;
Setor industrial - Alto poder germinativo e alto
55 55
Exige grande concentração de capital e baixa
intensidade do fator trabalho - Elevado
automatismo;
Brasil - Oligopólio altamente concentrado - Baixa
integração vertical da cadeia produtiva - Baixo grau
de investimento em pesquisa e desenvolvimento
(P&D) prejudicando seu crescimento;
Principalmente a nafta;
55
5.4.1. Breve histórico
Surgiu nos Estados Unidos da América, em 1920
–
Fabricação de isopropanol e glicol;
Segunda Guerra Mundial - Demanda de produtos
estratégicos
–
Explosivos;
Pós guerra - Europa começou a usar nafta como
matéria prima petroquímica - Grande impulso;
Japão, 1955
–
1970 segundo produtor do mundo
57 57 57
Origens no governo militar - Década 70;
Brasil
–
Maior
desenvolvimento no
Estado de São Paulo;
Pólo Petroquímico de
Capuava
–
Primeiro
implantado no país;
Pólo Petroquímico de
Camaçari
–
Região
Metropolitana de
Salvador (BA);
Pólo Petroquímico de
5.4.1. Breve histórico
59 59
5.4.2. Atualmente
Profundo processo de
reestruturação
–
Internacionalizar
-Mediante alianças
estratégicas, aquisições,
fusões e incorporações
- Competição cada vez
mais acirrada;
Desenvolvimento das
empresas - Grande
dinamismo tecnológico;
Elevado faturamento e
produção diversificada;
59 (Pólo de Camaçari –Jornal Primeira Página)
Empresas petroquímicas: Shell, Bayer, Basf, Dow
Chemical, Rhône-Poulenc, Solvay.
61
6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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edição São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2008. Cap. 22, p. 475-480.
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Departamento Nacional de Produção Mineral, 2009.
VELASCO, Fábio. Petróleo. Disponível em: <www.fabiovelasco.com>. Acesso em: 15
out. 2011.
LUCCHESI, Celso Fernando. Estudos Avançados: Dossiê Recursos Naturais: Petróleo.
n º 33. São Paulo: Scielo Brasil, 1998. 12 v.
SILVA, Dalton Geminiano Da et al. Combustíveis fósseis: Aquecimento. São Paulo:
Centro de Ensino e de Pesquisa Aplicada do Instituto de Física da Usp, 1999. Programa Pró Ciências.
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<http://www.biblioteca.sebrae.com.br/bds/bds.nsf/8760602B214695CA832573BE0 04E6135/$File/Ind%C3%BAstria_do_Petr%C3%B3leo.pdf>. Acesso em: 15 out. 2011
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Disponível em:
<http://biblioteca.ibge.gov.br/colecao_digital_publicacoes_multiplo.php?link=AEB&tit ulo=Anu%E1rio%20Estat%EDstico%20do%20Brasil> Acesso em: 15 out. 2011.
ANUÁRIO Estatístico Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Rio de
Janeiro: ANP, 2011. Disponível em: < http://www.anp.gov.br/?id=548> Acesso em: 16 out. 2011.
YERGIN, Daniel. O Petróleo - Uma História mundial de conquistas, poder e dinheiro.
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JUNIOR, Cirilo; RODRIGUES, Lorenna. Brasil pode ter 3º maior campo de petróleo do
mundo: governo pede cautela. Folha Online, São Paulo, 14 abr. 2008. p. 01. Disponível
63
SÉRIE DE ESTUDOS DE POLÍTICA E ECONOMIA MINERAL, 1º semestre 2009, Brasília.
Informe Mineral: Desenvolvimento & Economia Mineral. Distrito Federal: Diretoria de Desenvolvimento e Economia Mineral, 2009.
BBC BRASIL (Org.). O Petróleo no mundo: em imagens. Disponível em:
<http://www.bbc.co.uk/portuguese/especial/1642_petroleo/page5.shtml#>. Acesso em: 15 out. 2011.
PETROBRÁS. Nossa História. Disponível em:
<http://petrobras.com.br/pt/quem-somos/nossa-historia/> Acesso em: 15 out. 2011.
ROMERO, Fernanda. Petróleo: Guia do Estudante. TN: Petróleo, Rio de Janeiro, n. 61,
p.20-34, set. 2008. Disponível em: <http://www.tnpetroleo.com.br/revista/guia-do-estudante>. Acesso em: 16 out. 2011.
ENCARNAÇÃO JUNIOR, Genserico. PETRÓLEO E GÁS NATURAL NO ESPÍRITO SANTO.
Economia & Energia, Espírito Santo, n. 17, p.2-2, nov. 1999. Disponível em:
<http://ecen.com/eee17/petrgases.htm#Petr%C3%B3leo%20e%20G%C3%A1s%20Natu ral%20ES>. Acesso em: 16 out. 2011.
ESPÍRITO SANTO. Governo do Estado do Espírito Santo. (Org.). Energia: Petróleo e Gás
Natural. Disponível em: <http://www.es.gov.br/site/espirito_santo/petroleo_gas.aspx>. Acesso em: 16 out. 2011.
ESTUDO da Cadeia de Petróleo no Espírito Santo. Espírito Santo: SEBRAE, Petrobrás,
CDV; 2007. Disponível em:
<http://201.2.114.147/bds/BDS.nsf/4A110D29B9C3CDD08325745F00509CEC/$File/Est udo%20da%20cadeia%20do%20petroleo2.pdf>. Acesso em 17 out. 2011.
ESPÍRITO SANTO. Secretaria de Desenvolvimento. A (Org.). Espírito Santo: : Indicadores
e Oportunidades. Potencialidades Es: Vitória p.7. 13 jan. 2010. Disponível em:
<http://www.sedes.es.gov.br/images/stories/arquivos/revista_potencialidades_ES.pdf> . Acesso em: 17 out. 2011.
Processamento Primário de Petróleo / Noções de Processo de Refino- Prof. Gilvan