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Patricia Moraes
Patricia Moraes || 27 de fevereiro de 201527 de fevereiro de 2015|| 2.127 Visualizações2.127 Visualizações eM
eMaaiill2727inShareinShare2020
Com a nova revisão já vien!e na "uro#a$ a norma s%rie da &"C '1()* +ue !ra!a dos Com a nova revisão já vien!e na "uro#a$ a norma s%rie da &"C '1()* +ue !ra!a dos Conjun!os de ,ano-ra e Con!role de
Conjun!os de ,ano-ra e Con!role de ai/a eai/a ensão$ vem eslareer e reforçar osnsão$ vem eslareer e reforçar os re+uisi!os indis#ensáveis #ara a ons!rução de
re+uisi!os indis#ensáveis #ara a ons!rução de #ain%is el%!rios ensaiados e er!ifiados.#ain%is el%!rios ensaiados e er!ifiados. oje$ no rasil$ es!á
oje$ no rasil$ es!á em vior a norma 34 4 &"C '0()* #u-liada em em vior a norma 34 4 &"C '0()* #u-liada em 200)$ mas200)$ mas a norma &"C '1()*
a norma &"C '1()* enon!ra6se em #roesso de !radução e ada#!ação no Comi!enon!ra6se em #roesso de !radução e ada#!ação no Comi! rasileiro de "le!riidade 8 C60) e em -reve o merado -rasileiro on!ará om a rasileiro de "le!riidade 8 C60) e em -reve o merado -rasileiro on!ará om a #u-liação de
#u-liação dessa nova s%ssa nova s%rie #ela 3rie #ela 3ssoiação rassoiação rasileira de 4ormas sileira de 4ormas %nias 934%nias 934:.:. ;uran!e ino anos #ermaneerá a norma a!ual 34 4 &"C '0()* e a
;uran!e ino anos #ermaneerá a norma a!ual 34 4 &"C '0()* e a fu!urafu!ura 34 4 &"C '1()* <ar!e 1
34 4 &"C '1()* <ar!e 1 e <ar!e 2$ e <ar!e 2$ omo #er=odo de !ransição neessário$ aosomo #er=odo de !ransição neessário$ aos moldes do +ue oorreu na "
moldes do +ue oorreu na "uro#a. uro#a. 3s al!erações e3s al!erações en!re as s%ries des!a norma e osn!re as s%ries des!a norma e os -enef=ios da no
-enef=ios da norma &"C '1()* serma &"C '1()* serão a-ordados rão a-ordados na se+uniana se+unia..
As Normas pelo mundo. As Normas pelo mundo.
> o-je!ivo das normas %
> o-je!ivo das normas % desenvolvedesenvolver #adrões a#azes de aran!ir +ue r #adrões a#azes de aran!ir +ue os #rodu!os ouos #rodu!os ou serviços a!endam aos re+uisi!os de merado$ es!es ada vez mais riorosos. "m
serviços a!endam aos re+uisi!os de merado$ es!es ada vez mais riorosos. "m suma$suma$ uma norma ria referenial !%nio e
uma norma ria referenial !%nio e de +ualidade a ser seuido.de +ualidade a ser seuido. 3 Comissão "le!ro!%nia &n!ernaional 9&"C 8
3 Comissão "le!ro!%nia &n!ernaional 9&"C 8 International Electrotechn International Electrotechnicalical Commission)
Commission): % : % a oranização in!ernaionaa oranização in!ernaional$ não overnamen!al e sem fins l$ não overnamen!al e sem fins lura!ivos$lura!ivos$
res#onsável #ela #adronização das !enoloias el%!rias$ ele!r?nias e
res#onsável #ela #adronização das !enoloias el%!rias$ ele!r?nias e relaionadas. "relaionadas. " om e/eção dos "s!ados @nidos$ do Canadá e do Aa#ão$ !odos os demais #a=ses do om e/eção dos "s!ados @nidos$ do Canadá e do Aa#ão$ !odos os demais #a=ses do mundo u!ilizam omo refernia norma!iva as fam=lias
mundo u!ilizam omo refernia norma!iva as fam=lias da &"C.da &"C. 3s normas &"C são
3s normas &"C são de uso volun!ário$ a-endo a ada #a=s mem-ro deidir de uso volun!ário$ a-endo a ada #a=s mem-ro deidir se as ado!ase as ado!a omo normas naionais ou não. Buando um #a=s o#!a
omo normas naionais ou não. Buando um #a=s o#!a #or ado!ar uma norma &#or ado!ar uma norma &"C$ es!a"C$ es!a deve #assar #or revisão em Comi!s 4aionais e
deve #assar #or revisão em Comi!s 4aionais e #os!eriormen!e a norma naional deve#os!eriormen!e a norma naional deve #ermaneer om
#ermaneer om a desinação a desinação +ue !em na &"C$ +ue !em na &"C$ om#lemen!ada om#lemen!ada om o dio naom o dio naional.ional. 4o rasil$ a
4o rasil$ a 34 34 !em esse #a#e!em esse #a#el$ e deve fiar lal$ e deve fiar laro +ue se !ra!a da aro +ue se !ra!a da adoção na =n!edoção na =n!erara de uma norma &"C.
de uma norma &"C.
As alterações da Norma IEC 60439 para a Norma 61439. As alterações da Norma IEC 60439 para a Norma 61439.
3 a!ualização de uma norma deve ser o-servada minuiosamen!e$ #ois as al!erações devem ser laras e aran!ir +ue os re+uisi!os de um #roje!o sejam #lenamen!e sa!isfei!os. 4o +ue diz res#ei!o D a!ualização da norma 34 4 &"C '0()*61$ #u-liada em
200)$ #ara a norma &"C '1()*61 om #u-liação em 200*$ as seuin!es al!erações !%nias são de e/!rema im#or!Enia.
• Foi a-andonada a du#la função da norma 34 4 &"C '0()*61$ +ue a!uava
omo norma de #rodu!o e omo norma de reras erais #ara Conjun!os de mano-ra e on!role de -ai/a !ensão$ e #or onse+unia a &"C '1()*61 % uma norma +ue a-rane as Greras eraisH e a &"C '1()*62 #assa a ser a norma de #rodu!o.
• >s onei!os 3 9Conjun!os om ensaios de !i#o !o!almen!e !es!ados: e <3
9Conjun!os om ensaios de !i#o #arialmen!e !es!ados: são su-s!i!u=dos #or a-ordaem de verifiação.
• rs !i#os diferen!es$ #or%m e+uivalen!es de verifiação de re+uisi!os são
in!roduzidosI verifiação #or ensaio$ verifiação #or áluloJmedição ou verifiação #ela sa!isfação de reras de #roje!o.
• >s re+uisi!os rela!ivos D elevação de !em#era!ura es!ão mais -em eslareidos.
• > fa!or de diversidade nominal 9;F: enon!ra6se mais de!alhado.
• e+uisi!os #ara os invluros vazios #ara Conjun!os 934 4 &"C '220K:
foram inor#orados.
A estrutura da Norma IEC 61439.
3 norma &"C '1()* es!á es!ru!urada da seuin!e formaI
• &"C '1()*61I eras erais.
• &"C '1()*62I Conjun!os de mano-ra e on!role de #o!nia 9Conjun!os ,C<:.
• &"C '1()*6)I Buadros de dis!ri-uição 9su-s!i!ui a &"C '0()*6):.
• &"C '1()*6(I Conjun!os #ara an!eiro de o-ra 9su-s!i!ui a &"C '0()*6(:.
• &"C '1()*65I Conjun!os #ara dis!ri-uição de eneria el%!ria 9su-s!i!ui a &"C
'0()*65:.
• &"C '1()*6'I Linhas el%!rias #r%6fa-riadas 9su-s!i!ui a &"C '0()*62:.
3 #ar!e 1 da norma es!a-elee definições e india as ondições de funionamen!o$ re+uisi!os de ons!rução$ ara!er=s!ias !%nias e re+uisi!os de verifiação #ara os Conjun!os de mano-ra e on!role de -ai/a !ensão.
" as #ar!es 2 a ' são normas es#e=fias de #rodu!os$ ada +ual es#eifiando os re+uisi!os de um !i#o en%rio de Conjun!o.
<ara a fa-riação de Conjun!os de mano-ra e on!role em -ai/a !ensão a &"C '1()*62 deve ser lida em onjun!o om a &"C '1()*61.
As principais unções da Norma IEC 61439.
3s verifiações #ro#os!as #ela norma &"C '1()* on!ri-uem #ara a o-!enção de !rs valores -ásiosI a seurança$ a on!inuidade do serviço e o a!endimen!o Ds neessidades do usuário final da solução.
> #rimeiro #asso na -usa desses o-je!ivos % definir laramen!e as res#onsa-ilidades dos envolvidos om a fa-riação do Conjun!o de mano-ra e on!role em -ai/a !ensãoI o fa-rian!e oriinal aran!indo o #roje!o da mon!aem do sis!ema e o fa-rian!e do
Conjun!o res#onsável #or sua onformidade final do Conjun!o$ seundo a norma. <ara aran!ir a onformidade om a norma$ o fa-rian!e oriinal deve realizar nove verifiações #or ensaioI
8 esis!nia dos ma!eriais e das #ar!es. 8 Mrau de #ro!eção dos invluros.
8 ;is!Enias de isolamen!o e esoamen!o.
8 <ro!eção on!ra ho+ue el%!rio e in!eridade dos irui!os de #ro!eção. 8 <ro#riedades diel%!rias.
8 Limi!es de elevação de !em#era!ura. 8 Su#or!a-ilidade aos ur!os6irui!os. 8 Com#a!i-ilidade ele!roman%!ia. 8 Funionamen!o meEnio.
3s verifiações #or ensaio são e+uivalen!es aos ensaios de !i#o da norma &"C '0()*$ e os ensaios idn!ios aos da 34 4 &"C '0()*61 não #reisam ser re#e!idos na &"C '1()*.
3l%m das verifiações #or ensaio$ o fa-rian!e oriinal deve realizar !rs verifiações #or rera de #roje!oI
8 &n!eração de dis#osi!ivos de mano-ra e de om#onen!es. 8 Cirui!os el%!rios in!ernos e one/ões.
8 Cone!ores #ara ondu!ores e/!ernos.
Ca-e ao fa-rian!e a onformidade final do Conjun!o$ realizando nove verifiações de ro!inaI
8 Mrau de #ro!eção dos invluros.
8 ;is!Enias de isolamen!o e esoamen!o.
8 <ro!eção on!ra ho+ue el%!rio e in!eridade dos irui!os de #ro!eção. 8 &n!eração dos om#onen!es inor#orados.
8 Cirui!os el%!rios in!ernos e one/ões. 8 Cone!ores #ara ondu!ores e/!ernos. 8 Funionamen!o meEnio.
8 <ro#riedades diel%!rias.
8 Ca-eamen!o$ desem#enho o#eraional e funional.
!e"urança.
<ara o-!er a seurança das #essoas e do #a!rim?nio ao redor do Conjun!o de mano-ra e on!role em -ai/a !ensão$ os seuin!es re+uisi!os devem ser avaliadosI su#or!a-ilidade Ds so-re!ensões$ a#aidade de ondução de orren!e$ su#or!a-ilidade das orren!es de ur!o6irui!o$ #ro!eção on!ra ho+ues el%!rios e #ro!eção on!ra risos de inndio ou e/#losão.
> Conjun!o deve !er a#aidade #ara su#or!ar so-re!ensões !em#orárias$ !ransi!rias e de lona duração. "s!e re+uisi!o % verifiado #or meio de ensaio de #ro#riedades diel%!rias e medição das dis!Enias de isolamen!o e esoamen!o.
3 verifiação da a#aidade de ondução de orren!e deve aran!ir #ro!eção on!ra inndios a!rav%s da limi!ação de !em#era!uras e/essivas$ nesse aso % a#liado o ensaio de elevação de !em#era!ura$ ou a om#aração om #roje!o de refernia !es!ado ou so- ondições mui!o res!ri!as$ álulos om marem de seurança.
>s ensaios de su#or!a-ilidade aos ur!os6irui!os om#rovam a a#aidade do
Conjun!o de su#or!ar os esforços !%rmios e dinEmios das orren!es de ur!o6irui!o em !odos os ondu!ores e asseuram a a!uação orre!a dos dis#osi!ivos de #ro!eção on!ra ur!os6irui!os.
<ara aran!ir a #ro!eção on!ra ho+ues el%!rios$ os elemen!os ou #eças devem es!ar dis#os!os de forma a faili!ar a o#eração e manu!enção #or #ar!e de #essoal +ualifiado e ao mesmo !em#o aran!ir a seurança neessária D ins!alação. <ara !al$ os ensaios de rau de #ro!eção$ funionamen!o meEnio$ #ro#riedades diel%!rias e #ro!eção on!ra ho+ue el%!rio e in!eridade dos irui!os de #ro!eção devem ser realizados.
> Conjun!o de mano-ra e on!role em -ai/a !ensão deve ser #roje!ado e o#erado de forma a aran!ir a #ro!eção das #essoas e ins!alações on!ra inndios ou e/#losões$ e % om o o-je!ivo de eliminar esses risos +ue a norma &"C '1()* #assa a e/iir o ensaio de resis!nia dos ma!eriais e das #ar!es$ om#reendendo o ensaio de fio inandesen!e.
Continuidade de ser#iço.
3 a#aidade de #reservar a on!inuidade de serviço man!endo a seurança do #essoal +ualifiado duran!e os !ra-alhos de manu!enção e modifiação ou am#liação de um onjun!o % asseurada #ela norma #or meio dos ensaios de rau de #ro!eção e
funionamen!o meEnio.
> ensaio de om#a!i-ilidade ele!roman%!ia 9",C:$ #or sua vez$ aran!e o
funionamen!o ade+uado e evi!a a eração de dis!Nr-ios ele!roman%!ios +uando na inor#oração de dis#osi!ivos ele!r?nios de aordo om suas rela!ivas normas de ",C e sua orre!a ins!alação.
Conormidade com os re$uisitos do usu%rio inal.
> funionamen!o orre!o do Conjun!o de aordo om o diarama el%!rio e as
es#eifiações$ a!rav%s da seleção e ins!alação de dis#osi!ivos de mano-ra a#ro#riados$ % aran!ido #or meio de ins#eção e ensaio de resis!nia aos im#ulsos de !ensão
su#or!ável das dis!Enias de isolamen!o.
3 orre!a ins!alação do Conjun!o$ levando em onsideração a a#aidade de ada#!ação Ds limi!ações de manuseio$ armazenamen!o e !rans#or!e$ -em omo a a#aidade se ser içado e ao#lado$ % avaliada #or ins#eção e #elo ensaio de içamen!o$ de aordo om a 34 4 &"C '220K.
Com relação D #ro!eção do Conjun!o on!ra im#a!os meEnios e ondições
a!mosf%rias adversas$ es!a deve ser verifiada #elos ensaios de rau de #ro!eção do Conjun!o e resis!nia dos ma!eriais e das #ar!es.
3 aran!ia de +ue !odos os re+uisi!os e ondições do #roje!o$ ins!alação$ funionamen!o e al!eração do sis!ema$ aso neessário$ foram #lenamen!e a!endidos % o o-je!ivo final da norma em #au!a.
Conclus&o.
<or fim$ as melhorias im#lemen!adas na norma &"C '1()* vm !razer maior
onfia-ilidade aos Conjun!os de mano-ra e on!role em -ai/a !ensão$ om uma am#la ama de re+uisi!os +ue #ro#orionam #ro!eção Ds #essoas on!ra +uais+uer #erios +ue #ossam ser erados #elo Conjun!o$ on!role das influnias e/!ernas$ o!imização da
o#eração e manu!enção do Conjun!o e #ossi-ilidade de modifiação eJou am#liação do #roje!o iniial.
an!o #ara o fa-rian!e oriinal e o fa-rian!e do Conjun!o$ +uan!o #ara o usuário final$ dis#or de uma solução ensaiada e er!ifiada vai al%m do a!endimen!o de re+uisi!os !%nios$ #ois a reulamen!ação no merado -rasileiro !orna a norma de uso o-ria!rio. 4a 4610$ em 10.1.2$ #odemos ons!a!arI G4as ins!alações e serviços em ele!riidade$
devem ser o-servados no #roje!o$ e/eução$ o#eração$ manu!enção$ reforma e
am#liação$ as normas !%nias es!a-eleidas #elos rãos ofiiais om#e!en!es e$ na fal!a des!as$ as normas in!ernaionais vien!esH.
> Cdio de ;efesa do Consumidor no seu 3r!. )* 8 V&&&$ !am-%m a-orda a
neessidade de a!ender Ds normas vien!esI GO vedado ao forneedor de #rodu!os ou serviços oloar no merado de onsumo +ual+uer #rodu!o ou serviço em desaordo om as normas e/#edidas #elos rãos ofiiais om#e!en!es ou$ se normas es#e=fias não e/is!irem$ #ela 3ssoiação rasileira de 4ormas %nias 8 34 ou ou!ra
en!idade redeniada #elo Conselho 4aional de ,e!roloia$ 4ormalização e Bualidade &ndus!rial 8 C>4,"> H.
<or!an!o$ onheer as neessidades do merado mundial e loal e asseurar a onformidade dos #rodu!os e serviços em n=vel lo-al são as #rini#ais van!aens om#e!i!ivas +ue a norma &"C '1()* #ro#oriona ao merado de #ain%is el%!rios em -ai/a !ensão.
IEC 61439 standard
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The coming into force of the new IEC 61439 series of international standards, adopted in Europe (with possible variations) as EN !"#$, has changed the re%uirements for low& voltage power distribution boards in the European Economic 'rea t significantly impacts electrical power distribution in buildings and industrial a pplications The entirely
restructured series of standards came into force on *une !, +! 'fter the end of the transition period, the E- !"#$ series replaced the previous E- "#$ series of standards
The low&voltage power distribution boards ensure energy&efficient power distribution
Contents
.hide/
• ! 0eneral information
• + 1cope of the standards
• # 1ignificant changes to EN "#$
o #! 2lack bo3 concept
o #+ 4esign and 5outine verification
• " temi6ed verification
• 7 E3ternal links
General information
.edit/The new E- !"#$ series of international standards defines clear regulations for low& voltage switchgear and controlgear assemblies t specifies the safety re%uirements for the electrical e%uipment of planners, system engineers, electricians and end users in order to define protection ob8ectives for people and industrial plants with regards to electrical installations
' low&voltage switchgear and controlgear assembly is defined as the combination of one or more low&voltage switching devices and associated e%uipment for control, measuring,
signaling, protecting and switching
9ow&voltage switchgear and controlgear assemblies includes: 'rc fault detection device ('F44), circuit breakers, miniature circuit breakers, residual current protective
The standard applies for power distribution boards, switching and control systems, meter cabinets and distribution cabinets in residential and non&residential buildings, distribution boards for construction sites and power distribution cabinets as well as for controlgear assemblies in special areas
Scope of the standards.edit/
The E- !"#$ series of standards.!/ consists of seven parts: five standards, a technical
report and a technical specification:
• E- T5 !"#$&: 9ow&voltage switchgear and controlgear assemblies & ;art :
0uidance to specifying assemblies
• E- !"#$&!: 9ow&voltage switchgear and controlgear assemblies & ;art !: 0eneral
rules
• E- !"#$&+: 9ow&voltage switchgear and controlgear assemblies & ;art +: ;ower
switchgear and controlgear assemblies
• E- !"#$&#: 9ow&voltage switchgear and controlgear assemblies & ;art #:
4istribution boards intended to be operated by ordinary persons (42<)
• E- !"#$&": 9ow&voltage switchgear and controlgear assemblies & ;art ":
;articular re%uirements for assemblies for construction sites ('-1)
• E- !"#$&7: 9ow&voltage switchgear and controlgear assemblies & ;art 7:
'ssemblies for power distribution in public networks
• E- !"#$&: 9ow&voltage switchgear and controlgear assemblies & ;art : 2usbar
trunking systems (busways)
• E- T1 !"#$&=: 9ow&voltage switchgear and controlgear assemblies & ;art =:
'ssemblies for specific applications such as marinas, camping sites, market s%uares, electric vehicles charging stations
n addition to the current state of technology, the standards contain some new terminology, ratings and verifications 's the successor of E- "#$, the new standards describe operating conditions, design re%uirements, technical properties and verification options for all types of low&voltage switchgear and controlgear assemblies.+/
Significant changes to EN 60439
.edit/n !$=# the E- "#$ standard summari6ed the various types of power distribution boards for the first time, categori6ing them with the terms TT' (type&tested switchgear and
controlgear assemblies) and ;TT' (partially type&tested switchgear and controlgear
assemblies) The new E- !"#$ series of standards replaces the previous categories TT' and ;TT' with the term >low&voltage switchgear and controlgear assembly> 'lso new is the >design verification>, which suspends type&testing and the differentiation between TT' and ;TT'
The standards furthermore introduce the so&called >black bo3 concept>, which specifies important issues between the manufacturer of the switchgear and controlgear assembly and its user
The new E- !#"$ standards clearl y define the responsibilities with regards to s witchgear and controlgear assemblies
n contrast with the previous standard, E- !"#$ uni%uely describe the areas of
responsibility of all parties concerned 4N EN !"#$ differentiates between the obligations of an original manufacturer and those of a >manufacturer of switchgear and controlgear assemblies>
The >original manufacturer> is the company manufacturing a ready&to&use switchgear and controlgear assembly for customer applications 1iemens '0 is an e3ample of an >original manufacturer> and is therefore responsible for design verification
' >manufacturer of switchgear and controlgear assembly> is any certified electrician, who builds a power distribution using switchgear and controlgear assembly from an original manufacturer That electrician is responsible for the relevant switching system and therefore obligated to provide a design verification for all changes not included in the design verification supplied by the original manufacturer
' >user> can be a planner or system operator, who purchases, uses or operates the switchgear and controlgear assembly ?sers must re%uest certifications of the complete design verification
The rating factor has been defined in more detail, the re%uirements with regards to heat development have been more e3plicitly described and have been adapted to the current state of technology New re%uirements from E- ++@ standard (empty enclosure for switchgear and controlgear assemblies) have been additionally applied
Black box concept.edit/
The E- !"#$ series of standards specifies the issues to be clarified between the
manufacturer of the switchgear and controlgear assembly and its user t is seen as a s o& called >black bo3> and contacts the installation environment with four defined interfaces:
The switchgear and controlgear assembly as black bo3 with four areas
• ;ower supply
• 1etup and ambient conditions • -ircuits and loads, as well as
• <peration and maintenance
'll these are defined by relevantly uni%ue technical characteristics and properties, eg the protection type (;), rated fre%uency f n, rated insulation voltage ?i or door locking
From the viewpoint of the manufacturer, the black bo3 includes the switchgear and controlgear assembly e%uipment with its internal workings, the implementation of the
defined interfaces to installations outside the e%uipment and the user re%uirements For the electrician, the advantages of the black bo3 concept are on the one hand a significant
simplification of their work, on the other hand optimi6ed safety due to the use of prefabricated power distribution board systems
Design and Routine verification.edit/
The >design verification> replaces the previous type testing The original manufacturer provides proof of compliance with the design re%uirements and with it the basic conformity of the switchgear and controlgear assembly This re%uires several individual verifications of the various components, which must be documented in the design verification
' number of e%ually valid methods can be used for the verification of the re%uirements
The original manufacturer has various methods for verification available to him to prove that the design complies with the re%uirements of the relevant switchgear and controlgear
The >routine verification> is the verification pr ocess all switchgear and controlgear
assemblies must be sub8ected to during and after manufacture t detects faults in materials and workmanship and ascertains proper functionin g of the manufactured assembly The results are documented The manufacturer of the switchgear and controlgear assembly will only have to provide a documented routine verification, if he creates it in accordance with the provisions of the original manufacturer f that is not the case and the manufacturer of the switchgear and controlgear assembly installs own modifications, then he will be
deemed to be the original manufacturer and has to carry out the design verification as well as the routine verification
erification docu!entation Design verification
The manufacturer of the switchgear and controlgear assembly is faced with new
re%uirements in terms of the e3tensive documentation obligations of standard EN !"#$&! This may include the verification of sample switchgear and controlgear assemblies or of parts thereof to show that the design complies with the re%uirements of the relevant switchgear and controlgear assembly standard <ther re%uirements may include:
• -omplete and detailed documentation of the design verifications of the original
manufacturer
• Test reports, logs, calculations and records
• 'rchiving of documentation: throughout the product lifecycle
• -heck lists for the verification of compliance with all re%uirements set out by the
standard for the planning and implementation of the switchgear and controlgear assembly
' forwarding of the documentation to the manufacturer of the switchgear and controlgear assembly is not re%uired <nly one design verification is re%uired for multiple
identical assemblies 'ny modification to the original system, however, will provide additional design verifications (the manufacturer bec omes the original manufacturer) The design verification applies to the assembly and the operating behavior of the manufacturer of the switchgear and controlgear assembly, and must comply with the following criteria:
! 1trength of material and parts
+ 4egrees of protection provided by enclosures # -learances
" -reepage distances
7 ;rotection against electric shock and continuity of ;E circuits nternal electric circuits and terminals
= Terminal connections for e3ternal conductors @ 4ielectric properties
$ Temperature rise limits !1hort&circuit resistance
!! Electromagnetic compatibility (EA-) !+Aechanical function
Routine verification
The manufacturer of the switchgear and controlgear assembly bears the responsibility of providing complete and e3haustive documentation for a routine verification t includes the test report including all data used and the necessary calculations and comparisons applied The resulting documentation must be archived for the duration of the lifecycle of the
products
1tandardi6ed technical re%uirements for all applications and products
The manufacturer of the switchgear and controlgear assembly is re%uired to provide a routine verification with the following content in order to prove the correct function of the finished switchgear and controlgear assembly and to detect any material or manufacturing faults:
! Enclosure protection types
+ 'ir gaps and creepage distances
# ;rotection against electric shock and integrity of protective conductor circuits " ncorporation of switching devices and components
7 nternal electric circuits and terminals Terminals for e3ternal conductors = Aechanical function
@ 4ielectric properties
The various verifications therefore collectively confirm the correct function of the individual components of a controlgear and switchgear assembly
Itemized verification.edit/
! "u!p up # 9ist of publications in the E- !"#$ series of standards
+ "u!p up # 4N EN (E-) !"#$ 9ow&voltage switchgear and controlgear assemblies
Eternal lin!s.edit/
• E- !"#$ B Everything you need to know about the new standard
• 1cope of the standard and definition of a low&voltage switchgear and controlgear
assembly
• 4esign and 5outine Cerifications • 5esponsibilities
• Wikipedia (0erman) B 4ie Norm E- !"#$
• 1chaltgerDte normgerecht planen