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PLANO DE CONTINGÊNCIA

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PLANO DE CONTINGÊNCIA

do

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS TOMAZ PELAYO

SANTO TIRSO

Versão atualizada em 11 setembro de 2020, de acordo com o

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Índice

1. Enquadramento ………...p.3 2. Âmbito de Aplicação ………p.3 3. A COVID-19 ………p.4 4. Estrutura de gestão COVID-19 ……….p.5 5. Procedimentos gerais ……….p.6 6. Espaços e Serviços da Escola com limites de lotação e de funcionamento por motivos de segurança……….………...p.7 7. Procedimentos obrigatórios no acesso e permanência no estabelecimento de Ensino………...p.8 8. Plano de higienização ……….p.9 9. Equipamento de proteção individual (EPI) para efetuar limpeza………. ..p.12 10. Formação ……….….p.12 11. Refeitório escolar……….…p.13 12. Bibliotecas Escolares do Agrupamento……….…p.14 13. Procedimentos a adotar perante um caso suspeito de COVID-19………...p.14 14. Procedimentos a adotar perante um caso confirmado de COVID-19 fora

do estabelecimento……….…p.18 15. Medidas adotar pelo caso confirmado de COVID-19……….p.19 16. Rastreio de contactos………p.19 17. Implementação de medidas……….p.20 18. Gestão de surtos………...p.20 19. Comunicação e articulação com os parceiros……….….p.21 20. Alunos integrados em grupos de risco……….…….p.22 21. Ações de sensibilização……….…..p.22 22. Divulgação……….……p.22 Anexo 1- Orientações específicas para as escolas EB1/JI do Agrupamento………...p.23 Anexo 2 – Plano de Organização do Ano Escolar……….……….….p.29

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1. Enquadramento

A Direção do Agrupamento de Escolas Tomaz Pelayo, ao abrigo do Despacho nº2836-A/2020, define o Plano de Contingência para o Coronavírus (COVID-19), ressalvando que o mesmo deverá ser aplicado em articulação com as orientações constantes no citado diploma legal e as várias informações emanadas da DGS, com particular destaque para a Informação nº6/2020, de 28-02-2020. A presente atualização respeita o previsto no Decreto-Lei nº 14G/2020, de 13 de abril, no Decreto-Lei nº20/2020, de 1 de maio, nas Orientações da DGEstE, bem como na

Informação da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares com a Orientação da Direção-Geral de Saúde (DGS) e a colaboração das Forças Armadas e na Orientação nº 024/2020 de 8 de maio da Direção-Geral de Saúde. Este documento integra, ainda, as orientações do ME para a reabertura da Educação Pré-escolar, as Orientações para a Organização do Ano Letivo de 2020/2021 emanadas pela

DEGEstE, o documento Orientações produzido conjuntamente pela DEGEstE, DGE e DGS e o Referencial das Escolas da DGS.

2. Âmbito de aplicação

Este plano abrange a Escola Sede do Agrupamento de Escolas Tomaz Pelayo, a Escola Básica de Santo Tirso, bem como, todas as Escolas EB1, EB1/JI e JI que compõem o mesmo Agrupamento Escolar, dirigindo-se, de forma particular ao pessoal docente, não docente, alunos, pais e encarregados de educação e demais elementos da comunidade que, direta e indiretamente, interagem com qualquer das unidades escolares atrás elencadas.

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3. A COVID-19

“A COVID-19 é uma doença causada pela infeção pelo novo Coronavírus (SARS-CoV2). A doença manifesta-se predominantemente por sintomas respiratórios, nomeadamente, febre, tosse e dificuldade respiratória, podendo também existir outros sintomas, entre os quais, odinofagia (dor de garganta), dores musculares generalizadas, perda transitória do paladar ou do olfato, diarreia, dor no peito e dor de cabeça, entre outros. A pessoa infetada pode não apresentar sinais ou sintomas (assintomática).

As crianças e jovens diagnosticados com COVID-19 têm habitualmente uma manifestação ligeira da doença, com menor risco de complicações e hospitalização. Com base na evidência científica atual, este vírus transmite-se principalmente através de:

• Contacto direto: disseminação de gotículas respiratórias, produzidas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou fala, que podem ser inaladas ou pousar na boca, nariz ou olhos de pessoas que estão próximas.

• Contacto indireto: contacto das mãos com uma superfície ou objeto contaminado com SARS-CoV-2 e, em seguida, com a boca, nariz ou olhos.

Existem ainda estudos que sugerem a acumulação de aerossóis potencialmente infetados em espaços fechados.

Atualmente, estima-se que o período de incubação da doença (tempo decorrido desde a exposição ao vírus até ao aparecimento de sintomas) seja entre 1 e 14 dias.

A transmissão de SARS-CoV-2 pode ocorrer cerca de dois dias antes da manifestação de sintomas.

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3.1. Medidas de prevenção

Para minimizar o risco de infeção por SARS-CoV-2, é fundamental adotar medidas de prevenção e controlo da transmissão da COVID-19.

A definição destas medidas deve considerar que o vírus se transmite de pessoa para pessoa, essencialmente através de gotículas que podem ser inaladas ou depositar-se em superfícies ou objetos em que tocamos, e, eventualmente, através de aerossóis potencialmente infetados em espaços fechados.

Neste sentido, destacam-se as seguintes medidas: • Distanciamento entre pessoas;

•Higiene pessoal, nomeadamente a lavagem das mãos e etiqueta respiratória; • Utilização de equipamentos de proteção individual (por exemplo máscaras); • Higiene ambiental, como a limpeza, desinfeção e ventilação adequada dos

espaços;

• Automonitorização de sintomas, não se deslocando para a escola pessoas com sintomas sugestivos de COVID-19.

Não havendo ainda uma vacina ou tratamento específico para esta doença, as medidas preventivas assumem um papel crucial no combate à COVID-19.”

Retirado de Referencial Escolas da Direção-Geral de Saúde

4. Estrutura de Gestão COVID-19

4.1. Responsáveis pela operacionalização do Plano de Contingência do Agrupamento

Os responsáveis pela operacionalização do Plano de Contingência são a Direção do Agrupamento e o Delegado de Segurança (Professor Rogério Vara), sendo

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este coadjuvado por dois elementos propostos por si ao Diretor. Na Escola Secundária Tomaz Pelayo, o ponto focal será o professor Rogério Vara; coadjuvado pelos docentes Daniel Freitas e pelo Assistente Operacional Paulo Pinto; na Escola Básica de Santo Tirso esta função será desempenhada pelo docente Manuel Barbosa, sendo coadjuvado por um docente proposto pelo próprio. Nas Escolas EB1 e nos JI, são pontos focais e também responsáveis pela operacionalização do Plano os respetivos Coordenadores de Estabelecimento, que serão coadjuvados por um elemento por si designado.

4.2. Autoridade de Saúde Local

Delegado de Saúde Pública.

4.3. Unidade de Saúde Pública Local

ACES Santo Tirso/ Trofa Telefone: 252809750

5. Procedimentos Gerais:

a) Respeito do distanciamento de segurança;

b) Abertura de portas e janelas para permitir a renovação do ar; c) Uso obrigatório de máscara dentro do recinto escolar;

d) Respeito pela etiqueta respiratória: não tossir ou espirrar para as mãos, usando lenços de papel ou o antebraço; deitar o lenço ao lixo e lavar sempre as mãos; e) Disponibilização de informação facilmente acessível a toda a comunidade

escolar, nomeadamente através da afixação de cartazes sobre a correta higienização das mãos, etiqueta respiratória e colocação da máscara;

f) Atualização e divulgação da informação sobre a situação epidemiológica local, a realizar pelo ponto focal;

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g) Divulgação deste Plano junto da Comunidade Educativa, nomeadamente através da página eletrónica do Agrupamento;

h) Envolvimento e responsabilização de todos os profissionais deste Agrupamento, na correta aplicação das medidas constantes deste plano;

i) Limpeza e higienização dos diferentes espaços escolares, utilizando, para o efeito, produtos que permitam a adequada desinfeção, nomeadamente de salas de aula, salas específicas, locais de convívio, instalações sanitárias, entre outros; j) Disponibilização de produtos de higiene individual, nomeadamente água e

sabão;

k) Atualização dos contactos de emergência dos estudantes e respetivos encarregados de educação.

6. Espaços e serviços da Escola com limites de lotação e de funcionamento por motivos de segurança:

• Bufetes das salas de professores encerrados;

• Bufetes com lotação limitada e acesso controlado (recomenda-se que alunos e demais utilizadores tragam o lanche de casa);

• Pavilhão e espaços desportivos serão geridos de acordo com o Plano de Organização do Ano Escolar e com as Orientações para a Realização em

Regime Presencial das Aulas Práticas de Educação Física, emanadas pela DGE

em parceria com a DGS;

• Serviço de reprografia e papelaria: é disponibilizado, sempre que possível, mediante requisição prévia por e-mail ([email protected]), identificando nome, número e turma para posterior levantamento na reprografia.

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• Serviços Administrativos: atendimento à distância

([email protected] / [email protected]) complementado com atendimento presencial por marcação através do telefone 252 852 356.

7. Procedimentos obrigatórios no acesso e permanência no estabelecimento de ensino:

7.1. Alunos, Pessoal Docente e Pessoal Não Docente

a) Em cada estabelecimento de ensino, o acesso será feito pela entrada principal, onde haverá um ponto de controle das entradas, da higienização das mãos e do uso de máscaras, bem como indicações dos diferentes percursos;

b) Os processos de entrada e de saída devem respeitar sempre o distanciamento de segurança, bem como os percursos assinalados;

c) Os alunos utilizarão criteriosamente os sanitários existentes, respeitando a lotação de cada um deles;

7.2. Restante comunidade educativa

a) O acesso à escola é feito pela entrada principal, havendo controle das entradas, da higienização das mãos e do uso de máscaras;

b) Recomenda-se que os restantes elementos da comunidade educativa só se dirijam à escola para tratar de assuntos que não possam ser tratados à distância e devem permanecer no edifício escolar o tempo estritamente necessário para a resolução desses assuntos;

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c) Durante a permanência na escola, os elementos da comunidade educativa estão obrigados ao cumprimento das regras de segurança, de etiqueta respiratória e de distanciamento;

d) Os processos de entrada e de saída devem respeitar sempre o distanciamento de segurança e os percursos assinalados.

8. Plano de Higienização

a) O que deve ser limpo/desinfetado (zonas, superfícies, estruturas) e quando (periodicidade de higienização)

Devem ser cuidadosamente higienizadas as superfícies com maior risco de contaminação, ou seja, as de toque frequente, tais como as superfícies manipuladas ou tocadas por muitas pessoas e com muita frequência ao longo do dia: maçanetas de portas, interruptores de luz e de abertura de estores, telefones, armários, teclados e ratos de computadores, computador e ecrã, botões de elevadores, torneiras de lavatórios, manípulos de autoclismos, dispensadores de papel, mesas, cadeiras, corrimãos, controlos remotos, apagador de quadro, quadro, puxadores de janelas, parapeito das janelas, entre outros.

As áreas que, devido à sua utilização por um maior número de pessoas e por períodos de tempo mais prolongados, podem ser mais facilmente contaminadas, devem ser higienizadas:

Espaços de atendimento presencial dos Serviços Administrativos e Centro Qualifica – a higienização e desinfeção do espaço deve ser feita no final de cada atendimento, nomeadamente, mesa, cadeira, acrílico, biombo;

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Áreas de isolamento de casos suspeitos de COVID-19 na escola – a higienização e desinfeção do espaço deve ser feita imediatamente após cada utilização, nomeadamente, paredes, marquesa, cadeira, estante, termómetro, telefone, instalações sanitárias, maçanetas das portas, entre outras;

Refeitório escolar - para além da higienização geral diária habitual, feita no final do serviço de refeições, este espaço terá de ser higienizado e desinfetado após a utilização de cada utente. Assim, após terminar a refeição, o utente entrega o tabuleiro ao funcionário responsável pela sua recolha. Um dos funcionários responsáveis pela higienização e desinfeção do setor higieniza e desinfeta o local, nomeadamente: tampo da mesa, estrutura metálica e costas e assento da cadeira;

Instalações sanitárias - para além da higienização geral diária habitual, feita no final de cada turno, o funcionário responsável pela supervisão da utilização de cada instalação sanitária deve higienizar e desinfetar regularmente os espaços e equipamentos: urinóis, respetivo autoclismo, WC, respetivo autoclismo e cabine (porta e respetivo fecho, paredes laterais e chão), lavatório, dispensador de papel e chão.

Salas de Departamento – será feita higienização geral diária habitual, no final de cada turno, abrangendo limpeza de maçanetas de portas, interruptores de luz e de abertura de estores, telefones, teclados e ratos de computadores, computador e ecrã, mesas, cadeiras, puxadores de janelas, parapeito das janelas, cabides/bengaleiros, armários, ar condicionado, entre outros. Recomenda-se que cada professor proceda

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Salas de aulas – será feita higienização geral diária habitual, feita no final de cada turno, abrangendo limpeza de maçanetas de portas, interruptores de luz e de abertura de estores, controle remoto, teclado e rato de computador, computador e ecrã, mesas, cadeiras, puxadores de janelas, parapeito das janelas, armários, quadro, apagador de quadro, entre outros. Recomenda-se que cada professor proceda à higienização

do espaço usado sempre que o abandonar;

Espaços comuns/de circulação - a limpeza e desinfeção dos corredores, expositores, corrimãos, escadas e portas e respetivas barras de pânico, parapeitos, fechos de janelas e janelas serão feitas regularmente ao longo do dia.

b) Como deve ser limpo/desinfetado

Os espaços serão higienizados e desinfetados de acordo com a Informação

da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares com a orientação da Direção-Geral de Saúde e a colaboração das Forças Armadas e conforme

consta neste plano.

Para além dos cuidados de limpeza e desinfeção, os espaços serão ventilados naturalmente, de acordo com as suas características, por forma a permitir a renovação do ar interior, através de ventilação natural pela abertura de portas e janelas.

c) Com que produtos deve ser limpo/desinfetado (detergente/desinfetante

utilizado)

Para a limpeza e desinfeção de espaços e equipamentos, será usada uma solução de hipoclorito de sódio pronta a usar (já diluída) com a concentração de 0,05%.

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Sempre que esta solução não seja adequada, nomeadamente pelas características dos equipamentos, será usada uma solução alcoólica.

Os profissionais de limpeza receberam formação sobre os produtos a utilizar (detergentes e desinfetantes), as precauções a ter com o seu manuseamento, a diluição e a aplicação em condições de segurança, como se proteger durante a realização do seu trabalho e como garantir uma boa ventilação dos espaços durante a limpeza e desinfeção.

d)Quem deve limpar/desinfetar (responsável pela execução da operação)

Por cada setor/ função existem assistentes operacionais responsáveis pela limpeza e higienização dos diferentes espaços.

e) Divulgação do plano de higienização

Será dado conhecimento do plano de higienização deste estabelecimento de ensino a todos os profissionais envolvidos na sua implementação. Este documento estará na sala dos funcionários e/ou nas áreas técnicas.

9. Equipamento de Proteção Individual (EPI)para efetuar limpeza

Será composto por avental impermeável, máscara, luvas resistentes aos desinfetantes.

10. Formação

Foi ministrada formação aos assistentes operacionais pelas Forças Armadas. O Delegado de Segurança irá replicar a formação a outros profissionais, sempre que for necessário, mantendo-se a possibilidade de outra formação que se julgue

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conveniente, em função da evolução da pandemia e das orientações da tutela e das autoridades de saúde.

11. Refeitório Escolar

Nas Escolas EB1/JI, de acordo com as especificidades de cada estabelecimento de ensino e com o número de crianças e de alunos, poderá haver um desfasamento de meia hora, no período de almoço, de modo a desencontrar turmas, nomeadamente do pré-escolar e do primeiro ciclo.

Na Escola Básica de Santo Tirso e na Escola Secundária serão criados 3 ou 4 períodos de almoço, para facilitar a higienização do espaço e diminuir a densidade de alunos em simultâneo.

Os horários das turmas foram organizados no sentido de permitir que os alunos façam, sempre que possível, as suas refeições em casa.

11.1. Organização e reforço das medidas de higiene:

• As senhas deverão ser adquiridas, preferencialmente, até às 15 horas do dia útil anterior à refeição e, no caso das vegetarianas, este prazo é obrigatório; • Organização do espaço da cantina e regras de limpeza e higienização do

espaço e dos equipamentos, de acordo com o previsto no plano de higienização integrado neste plano de contingência;

• Manutenção de uma boa ventilação e renovação frequente de ar, através da abertura das portas;

• Embalagem de produtos seguindo as orientações da DGS;

• Manuseamento dos alimentos prontos para comer com recurso a utensílios adequados;

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• Entrada controlada no espaço do refeitório, acautelando o respeito pelas regras de distanciamento físico;

• Cumprimento de regras de higiene e segurança a serem seguidas pelos utentes no refeitório: higienização obrigatória das mãos antes e depois das refeições;

• Tabuleiros previamente preparados e entregues diretamente a cada utilizador.

12. Bibliotecas Escolares do Agrupamento

As normas de organização, acesso e de gestão pedagógica para a Biblioteca da Escola Secundária Tomaz Pelayo, Escola Básica de Santo Tirso e Escolas EB1 decorrem do ajustamento ao Plano de Contingência do Agrupamento e estão em conformidade com as orientações da Rede de Bibliotecas Escolares e as normas da DGE e da DGS, constando de regulamentos próprios.

As referidas normas podem ser atualizadas a qualquer momento, tendo em conta a evolução do quadro epidemiológico da COVID-19.

13. Procedimentos a adotar perante um caso suspeito de COVID-19

Na Escola Sede, na Escola Básica de Santo Tirso e em cada EB1 e JI existirá um espaço de isolamento devidamente identificado e organizado de acordo com o definido na Orientação nº006/2020 da DGS, atualizada pelo Referencial Escolas da DGS. Neste espaço deverá estar afixado em local visível um documento onde constem os contactos telefónicos da Autoridade de Saúde Local / Unidade de Saúde Pública Local, contactos esses que devem estar gravados no telemóvel do ponto focal e do diretor do Agrupamento.

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Perante a identificação de um caso suspeito (detetado no estabelecimento de ensino), deverão ser ativados, de imediato, os procedimentos constantes no Plano de Contingência:

a) Contacto imediato do ponto focal;

b) Encaminhamento do caso suspeito para a área de isolamento criada para o efeito, seguindo os trajetos definidos em cada escola para este fim; sempre que se trate de um adulto, o mesmo dirige-se sozinho para a área de isolamento; c) Caso se trate de um menor de idade, é contactado de imediato o encarregado

de educação, de modo a informá-lo sobre o estado de saúde do menor. O encarregado de educação deve dirigir-se ao estabelecimento de educação ou ensino, preferencialmente em veículo próprio.

d) Na área de isolamento, o encarregado de educação, ou o próprio se for um adulto, contacta o SNS 24 (808 242424) e a linha COVID- 19 ARS Norte (220 411190), bem como a Autoridade de Saúde Local (252 809750 e 252809110), seguindo as indicações que lhe forem dadas. O diretor ou o ponto focal do estabelecimento de educação pode realizar o contacto telefónico se tiver autorização prévia do encarregado de educação, a qual deverá ser feita por escrito, pelo meio mais expedito (SMS, email, etc.). Sempre que o encarregado

de educação preveja a impossibilidade de ser contactado no horário de funcionamento das atividades letivas, deve disponibilizar contactos alternativos das pessoas a quem autoriza expressamente que o substituam para este efeito.

e) Se o caso não for considerado suspeito de COVID-19 pela triagem telefónica (SNS 24 ou outras linhas), a pessoa segue o procedimento normal da escola, de acordo com o quadro clínico apresentado, terminando, assim, os procedimentos constantes no Plano de Contingência para COVID-19. Se o caso

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for considerado suspeito de COVID-19 pela triagem telefónica, será encaminhado para uma das seguintes situações:

 Autocuidado - isolamento em casa

 Avaliação Clínica nas Áreas Dedicadas COVID-19 nos Cuidados de Saúde Primários

 Avaliação Clínica em Serviço de Urgência

Nota: Se o encarregado de educação não contactar o SNS 24 ou outras linhas criadas para o efeito, a Autoridade de Saúde Local deve ser informada da situação pelo diretor ou ponto focal do estabelecimento de educação ou ensino.

(in, DGS, Referencial Escolas).

f) Caso exista um caso suspeito de COVID-19 triado pela SNS 24 ou outras linhas de triagem telefónica, é contactada de imediato a Autoridade de Saúde Local/Unidade de Saúde Pública Local;

g) A Autoridade de Saúde Local adota os seguintes procedimentos:

• prescreve o teste para SARS-CoV-2 e encaminha para a sua realização;

• esclarece o caso suspeito, se for um adulto, ou o encarregado de educação, caso se trate de um menor, sobre os cuidados a adotar enquanto aguarda confirmação laboratorial e sobre os procedimentos seguintes.

A deslocação para casa, para os serviços de saúde ou para o local de realização de teste, deve ser feita em viatura própria, ou em viatura própria dos encarregados de educação, caso seja menor de idade. Se tal não for possível, deve ser utilizada uma viatura de transporte individual, não devendo recorrer-se a transporte público coletivo.

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Durante todo o percurso, o caso suspeito e o(s) respetivo(s) acompanhante(s) devem manter a máscara devidamente colocada.

h) O ponto focal deve proceder à recolha de toda a informação relativa ao caso suspeito, nomeadamente, nome, data de nascimento, nº de CC, contacto telefónico das pessoas que integram o(s) respetivo(s) grupo(s) (alunos, pessoal docente e não docente). Para o efeito, será utilizado um modelo interno de identificação, que será preenchido nestas situações.

i) A Autoridade de Saúde Local, no primeiro contacto com o estabelecimento de educação ou ensino, procede a uma rápida avaliação da situação/risco, para decidir a celeridade e amplitude das medidas a adotar. Caso considere necessário, pode implementar medidas de proteção, enquanto aguarda confirmação laboratorial, nomeadamente:

• Isolamento dos contactos que estiveram sentados em proximidade na sala de aula ou no refeitório ou outros contactos próximos identificados. Após confirmação laboratorial do caso, a Autoridade de Saúde Local prossegue com a investigação epidemiológica (in loco, se necessário):

• Inquérito epidemiológico • Rastreio de contactos • Avaliação ambiental

j) A Autoridade de Saúde informa o caso, os contactos de alto e baixo risco e o estabelecimento de educação ou ensino sobre as medidas individuais e

coletivas a implementar, de acordo com a avaliação da situação/risco

efetuada, nomeadamente:

• Isolamento de casos e contactos, encerramento da turma, de áreas ou, no limite, de todo o estabelecimento de educação ou ensino;

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• Limpeza e desinfeção das superfícies e ventilação dos espaços mais utilizados pelo caso suspeito, bem como da área de isolamento (Orientação n.º 014/2020 da DGS);

• Acondicionamento dos resíduos produzidos pelo caso suspeito em dois sacos de plástico, resistentes, com dois nós apertados, preferencialmente com um adesivo/atilho e colocação dos mesmos em contentores de resíduos coletivos após 24 horas da sua produção (nunca em ecopontos). Para implementação de medidas e gestão de casos, a Autoridade de Saúde Local pode mobilizar e liderar uma Equipa de Saúde Pública.

14. Procedimentos a adotar perante um caso confirmado de COVID-19 fora do

Estabelecimento

Perante a identificação de um caso confirmado fora do estabelecimento de ensino, deverão ser ativados, de imediato, os procedimentos constantes no Plano de Contingência:

a) Contacto imediato do ponto focal;

b) A Direção do estabelecimento de educação ou ensino ou o ponto focal contacta de imediato a Autoridade de Saúde Local/Unidade de Saúde Pública Local, a informar da situação;

c) A Autoridade de Saúde Local assegura a investigação epidemiológica (in loco, se necessário):

• Inquérito epidemiológico • Rastreio de contactos • Avaliação ambiental;

d) De acordo com a avaliação de risco efetuada, a Autoridade de Saúde Local informa os contactos de alto e de baixo risco e o estabelecimento de

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educação ou ensino, sobre as medidas individuais e coletivas a implementar, nomeadamente:

• Isolamento de contactos, encerramento da turma, de áreas ou, no limite, de todo o estabelecimento de educação ou ensino;

• Limpeza e desinfeção das superfícies e ventilação dos espaços utilizados pelo caso suspeito, bem como da área de isolamento (Orientação n.º 014/2020 da DGS);

• Acondicionamento dos resíduos produzidos pelo caso suspeito em dois sacos de plástico, resistentes, com dois nós apertados, preferencialmente com um adesivo/atilho e colocação dos mesmos em contentores de resíduos coletivos após 24 horas da sua produção (nunca em ecopontos).

Retirado de Referencial Escolas da Direção-Geral de Saúde

15. Medidas a adotar pelo caso confirmado de COVID-19

Perante um caso com teste laboratorial (rRT-PCR) positivo para COVID-19, o mesmo deve:

a) Permanecer em isolamento;

b) Após determinação da cura e indicação da Autoridade de Saúde Local, a pessoa pode regressar, cumpridos os critérios de cura documentada.

16. Rastreio de contactos

O ponto focal complementa a informação recolhida aquando da identificação do caso suspeito, acrescentando informações sobre os coabitantes e contactos de outros contextos que possam ser relevantes (Norma n.º 015/2020 da DGS). É fundamental que este procedimento ocorra nas 12 horas seguintes à identificação do caso.

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17. Implementação de medidas

a) Medidas Individuais a aplicar aos contactos, determinadas pela Autoridade de Saúde;

b) Medidas Coletivas a adotar pela escola, após decisão da Autoridade de Saúde:

 Encerramento de uma ou mais turmas;

 Encerramento de uma ou mais zonas do estabelecimento de educação ou ensino;

Encerramento de todo o estabelecimento de educação ou ensino*.

*O encerramento de todo o estabelecimento de educação ou ensino só deve ser ponderado em situações de elevado risco no estabelecimento ou na comunidade. Esta medida apenas pode ser determinada pela Autoridade de Saúde Local, envolvendo na tomada de decisão as Autoridades de Saúde Regional e Nacional.

Se considerar necessário, a Autoridade de Saúde Local pode recomendar outras medidas.

18. Gestão de surtos

Será considerado um surto em contexto escolar, qualquer agregado de 2 ou mais casos com infeção ativa e com ligação epidemiológica. Numa situação em que existam dois ou mais casos com origens diferentes, a atuação é análoga, pelo que ambas se designam como “surtos”.

Perante casos de COVID-19 no estabelecimento de educação ou ensino podem verificar-se diferentes cenários:

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a) “Surto” numa turma: casos numa turma ou turmas que funcionem em coorte (grupo organizado de pessoas que partilham caraterísticas, atividades e eventos comuns). Nas coortes, as cadeias de transmissão poderão ficar circunscritas a este grupo de contacto mais próximo;

b) “Surto” em várias turmas sem ligação epidemiológica: casos que ocorrem em diferentes turmas no mesmo período temporal, mas sem ligação epidemiológica entre eles;

c) “Surto” em várias turmas com ligação epidemiológica: casos que ocorrem em diferentes turmas, resultantes de transmissão secundária ou terciária dentro da comunidade escolar;

d) “Surto” sem controlo de transmissão: elevado número de casos em diferentes grupos da comunidade escolar (alunos, pessoal docente e não docente) com transmissão não controlada.

Retirado de Referencial Escolas da Direção-Geral de Saúde

19. COMUNICAÇÃO E ARTICULAÇÃO COM OS PARCEIROS

É fundamental envolver os parceiros da comunidade educativa, nomeadamente, Associações de Pais, Câmara Municipal, Juntas de Freguesia, Autoridades de Saúde, para apoiarem o estabelecimento de educação ou ensino a responder de forma célere e adequada e controlar a transmissão de SARS-CoV-2.

A comunicação tem um papel fundamental. Deste modo, a partilha regular de pontos de situação, de medidas e recomendações a adotar em cada momento são peças chave na estratégia de comunicação e promoção de literacia em saúde, que permitem não só tranquilizar e dar confiança face à incerteza, como também a adoção de comportamentos de proteção da saúde na comunidade escolar e nos parceiros.

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Pela sua importância estratégica, a articulação com os parceiros da comunidade educativa, deve ser promovida e potenciada. É fundamental garantir o cumprimento de todos os procedimentos, como estratégia de envolvimento em todo o processo e, sempre que possível, na tomada de decisão, através da participação de todos, desde o momento inicial na resposta a um surto.

20. Alunos integrados em grupos de risco

Aos alunos que, comprovadamente, integrem um grupo de risco, serão disponibilizados meios de apoio à distância.

21. Ações de sensibilização

• Afixação de cartazes e outras informações sobre o COVID-19 em locais de visibilidade pública;

• Sensibilização para a importância do cumprimento das normas constantes do Plano de Contingência, pelos docentes das diferentes disciplinas e, de modo particular, nas aulas de Assembleia de turma (2º CEB, 3ºCEB, Ensino Secundário), de Cidadania (1º CEB), ou em momentos das aulas determinados para o efeito (Educação Pré-Escolar).

22.Divulgação

As medidas preventivas constantes do presente documento serão divulgadas junto da comunidade educativa por correio eletrónico e através da página eletrónica do Agrupamento.

Santo Tirso, 11 de setembro de 2020

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ANEX0 1

ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS PARA AS ESCOLAS EB1/JI DO AGRUPAMENTO 1. Enquadramento:

A presente atualização do Plano de Contingência para as escolas EB1/ JI do Agrupamento respeita o previsto no Decreto-Lei nº 14G/2020, de 13 de abril, no Decreto-Lei nº20/2020, de 1 de maio, nas Orientações da DGEstE, na Informação da Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares com a Orientação da Direção-Geral de Saúde e a Colaboração das Forças Armadas e na Orientação nº 024/2020 de 8 de maio da Direção-Geral de Saúde. Este documento segue, de forma mais direta, a Orientação 006/2020 da DGS e as Orientações do Ministério da Educação para Reabertura da Educação Pré-Escolar, com o novo enquadramento dado pelo Referencial Escolas da DGS.

2. Âmbito de aplicação:

Estão diretamente abrangidas nesta atualização do Plano de Contingência as Escolas EB1/JI e os JI que compõem o Agrupamento de Escolas Tomaz Pelayo.

3. Orientações gerais

a) As crianças, bem como o pessoal docente e não docente, com sinais ou sintomas sugestivos de COVID-19 não se devem apresentar no estabelecimento de educação pré-escolar, devendo contactar a Linha SNS24 (808 242424) ou linhas alternativas constantes no Plano de Contingência deste Agrupamento.

b) Em cada estabelecimento de educação serão garantidas as seguintes condições: • Utilização de instalações sanitárias com as condições necessárias para a promoção das boas práticas de higiene, nomeadamente a higienização das

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• Disponibilização de material para os procedimentos adequados de desinfeção e limpeza dos edifícios escolares, incluindo a higienização dos materiais pedagógicos e dos equipamentos utilizados pelas crianças, várias vezes ao dia;

• Gestão diária de resíduos;

• Utilização obrigatória de equipamentos de proteção, nomeadamente máscaras, para todo o pessoal docente e não docente;

• Disponibilização de um dispensador de solução antissética de base alcoólica (SABA) para desinfetar as mãos à entrada do recinto escolar, bem como um por turma e por refeitório;

• Lavagem/desinfeção frequente das mãos por parte das crianças, do pessoal docente e não docente, nomeadamente aquando da entrada no estabelecimento de educação, antes e após as refeições, antes e após a ida à casa de banho e sempre que regressem do espaço exterior;

• Sempre que aplicável, devem ser assegurados cuidados especiais na troca de fraldas, com higienização das mãos dos profissionais e das crianças, bem como das bancadas, antes e depois da muda de fralda;

• Sempre que aplicável, as peças de roupa suja devem ir para casa em saco plástico fechado;

• Limpeza e higienização geral do estabelecimento antes da reabertura.

c) As crianças devem ser entregues à porta do estabelecimento de educação e recebidas por um profissional destacado para o efeito, evitando a circulação de pessoas externas no interior do recinto.

(25)

d) As pessoas externas ao estabelecimento de educação só excecionalmente podem entrar no recinto escolar, tendo que usar máscara e evitar o contacto com as crianças.

e) Nos procedimentos administrativos deverá ser privilegiada a via digital.

4. Organização do espaço

a) Em cada estabelecimento de educação, os espaços não necessários às atividades com as crianças estarão encerrados, à exceção da sala do Refeitório.

b) Serão removidos das salas de aula os acessórios não essenciais às atividades pedagógicas.

c) As crianças e o pessoal docente e não docente devem ser organizados em salas ou outros espaços, de forma a evitar o contacto entre pessoas de grupos diferentes.

d) Deverão privilegiar-se atividades no exterior, de forma rotativa, em função de cada grupo, sendo higienizados os equipamentos após cada utilização.

e) A disposição das mesas no interior de cada sala deve permitir o distanciamento físico entre as crianças, privilegiando-se as salas mais amplas e arejadas.

f) Deverá ser garantido o arejamento das salas, nomeadamente através da abertura de portas e janelas, desde que seja salvaguardada a segurança das crianças.

g) Serão definidos corredores de circulação interna para facilitar a orientação espacial das crianças e dos adultos, bem como a higienização dos espaços, identificando “espaços sujos” e “espaços limpos”.

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h) As crianças da educação pré-escolar devem trocar o calçado que levam de casa por outro utilizado no espaço do Jardim de Infância. Este calçado permanece no estabelecimento de educação, devendo ser higienizado, todos os dias, após a saída da criança. Os docentes titulares de turma e os assistentes operacionais afetos à educação pré-escolar deverão também cumprir esta orientação. O calçado trazido do exterior deve ser guardado em local a ser identificado para o efeito.

i) Os docentes titulares de turma deverão garantir a existência de material individual necessário para cada atividade.

j) Os encarregados de educação deverão colaborar com a escola, no sentido de impedirem que as crianças levem para o estabelecimento de educação brinquedos ou outros objetos não necessários.

k) A utilização da casa de banho deverá ser controlada, evitando concentrações, respeitando a lotação e facilitando a higienização deste espaço.

6. Organização dos horários

a) As crianças devem permanecer no estabelecimento de educação o tempo estritamente necessário para as atividades previstas.

b) Na organização da rotina diária, procurar desfasar os momentos de permanência dos diferentes grupos de crianças no recreio.

c) As atividades de Animação e Apoio à Família deverão respeitar as orientações emanadas pelo Ministério da Educação, bem como o presente Plano.

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7. Organização das atividades pedagógicas

a) Organizar e flexibilizar as atividades pedagógicas, compatibilizando as orientações da DGS com os princípios pedagógicos definidos nas OCEPE e nos Referenciais Programáticos do 1ºCEB.

b) Promover o bem-estar das crianças e responder às necessidades emocionais, físicas e cognitivas.

c) Valorizar as interações entre as crianças e entre estas e os adultos, imprescindíveis para a sua aprendizagem e desenvolvimento.

d) Explorar a vertente formativa das novas regras de segurança e de convivência social, ajustando o trabalho a desenvolver com as crianças, através da planificação de atividades e projetos, da elaboração de cartazes e panfletos, destinados à afixação na sala de aula e noutros locais.

e) Rentabilizar as potencialidades das novas tecnologias, de modo a diversificar as estratégias e fontes de informação.

f) Privilegiar atividades individuais e em pequenos grupos, preferencialmente em espaços abertos, de modo especial nas componentes curriculares mais práticas. g) Utilizar, preferencialmente, materiais mais facilmente higienizáveis, assegurando

que os objetos partilhados entre crianças são devidamente desinfetados entre utilizações.

h) Assegurar o apoio aos alunos comprovadamente integrados em grupos de risco, mobilizando a EMAEI para este efeito.

i) Privilegiar, sempre que possível, o contacto com as famílias à entrada da instituição, mantendo o distanciamento físico recomendado, complementando a comunicação com a família através de outros meios (telefone, email, etc.).

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8. Procedimentos a adotar durante as refeições

a) A deslocação para a sala de refeições deve ser desfasada para evitar o cruzamento de crianças.

b) Antes e depois das refeições, as crianças, acompanhadas por um adulto, devem lavar corretamente as mãos.

c) Os lugares da cantina devem estar marcados, de modo a assegurar o distanciamento físico entre as crianças.

d) Os lugares e superfícies utilizados devem ser limpos e desinfetados em cada mudança de turno.

e) Não devem ser partilhados alimentos ou equipamentos.

f) Os equipamentos e utensílios da criança a devolver aos encarregados de educação devem ser colocados em saco descartável, quando aplicável.

g)As pausas para almoço deverão garantir o afastamento físico entre profissionais.

h) O uso de máscara pelos adultos é também obrigatório enquanto acompanham as crianças no refeitório.

(29)

ANEX0 2

PLANO DE ORGANIZAÇÃO DO ANO ESCOLAR

Este Plano é elaborado em obediência às Orientações para a Organização do Ano Letivo de 2020/2021 emanado da DEGEstE, bem como o documento Orientações produzido conjuntamente pela DEGEstE, DGE e DGS, prevendo a organização do ano letivo de 2020-2021 em função de 3 cenários:

a) Regime presencial, “aquele em que o processo de ensino e aprendizagem é desenvolvido num contexto em que alunos e docentes estão em contacto direto, encontrando-se fisicamente no mesmo local”;

b) Regime misto, “aquele em que o processo de ensino e aprendizagem combina atividades presenciais com sessões síncronas e com trabalho autónomo”; c) Regime não presencial “aquele em que o processo de ensino e aprendizagem

ocorre em ambiente virtual, com separação física entre os intervenientes, designadamente docentes e alunos”.

1. Constrangimentos

Tendo em conta as orientações da DGS, este Agrupamento identifica os seguintes constrangimentos:

• A dimensão da maioria das salas de aula não permite o respeito pelo distanciamento exigido pela DGS, se considerarmos as turmas constituídas bem como os limites mínimos para a constituição de novas turmas;

• A impossibilidade de desdobrar turmas garantindo o cumprimento integral das horas da matriz curricular em vigor neste agrupamento, na medida em que daí não pode resultar um acréscimo de horas no semanário-horário dos docentes ou a contratação de novos professores;

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• A utilização dos espaços comuns, sobretudo, o bufete, refeitório e biblioteca; • Atendendo à dimensão do espaço de alguns refeitórios do agrupamento, que

nalguns casos é comum ao bufete a à sala do aluno, bem como à média de refeições diárias e à taxa de frequência do bufete, não é possível assegurar as distâncias de segurança entre utentes nem garantir a higienização dos mesmos, como recomendado pela DGS;

• O rácio área coberta/área descoberta em muitos dos estabelecimentos de ensino deste agrupamento leva a uma densificação das áreas comuns e dos circuitos de circulação, sendo este constrangimento agravado perante condições atmosféricas adversas;

• O rácio de assistentes operacionais é manifestamente insuficiente para garantir as normas básicas de segurança e de higienização dos espaços e equipamentos, tal como recomendado nas sucessivas orientações da DGS, sendo completamente impossível a criação de equipas em espelho; como tal,

reforça-se a necessidade de uma maior responsabilização de todos os utentes de todas as unidades escolares do Agrupamento, no cumprimento das normas de higiene e segurança e de distanciamento social;

• A impossibilidade de concentrar o horário das turmas num único turno: na totalidade dos dias da semana, no caso do ensino profissional, na educação pré-escolar e no 1º CEB; em parte da semana, no que diz respeito às restantes ofertas educativas e formativas;

• A organização dos intervalos e das pausas entre as aulas não pode ser desencontrada, colidindo com as regras de distribuição do serviço docente como previsto no ECD;

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2. PAA e Mostra

O Conselho Pedagógico deverá definir no início do próximo ano letivo os termos em que deverá ser concebido e operacionalizado o Plano Anual de Atividades, tendo em conta o contexto epidemiológico nacional e internacional.

3. Plano de Higienização

O Plano de Higienização e Limpeza respeita o previsto no ponto 8 do Plano de Contingência.

4. Organização das atividades letivas e formativas no Regime Presencial

De acordo com as orientações da tutela, o regime presencial é o “regime regra” e é cumprido de acordo com o previsto no documento de Organização do Ano Escolar, aprovado pelo Conselho Pedagógico e pelo Conselho Geral, nomeadamente no que diz respeito a:

a) Matrizes Curriculares - serão cumpridas integralmente as matrizes curriculares em vigor neste Agrupamento.

b) Horário de funcionamento das atividades letivas (artigo 13º, ponto 1, alínea a) do Despacho Normativo nº10-B/2018):

Tempo letivos e mancha horária - a matriz dos tempos letivos e a mancha horária dos diferentes níveis de ensino são as previstas no documento de Organização do Ano Escolar.

c) Distribuição dos tempos letivos, assegurando a concentração máxima de atividades escolares da turma num só turno do dia (artigo 13º, ponto 1, alínea b) do Despacho Normativo nº10-B/2018):

● respeito pelo limite máximo legal dos três blocos (X 90 minutos) consecutivos;

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● a concentração das aulas da turma num dos turnos, de modo a libertar tardes ou manhãs e permitir uma maior flexibilização dos turnos da hora do almoço;

● no ensino profissional, respeito, dentro do possível, do limite das 7 horas de formação por dia (9 tempos de 45 minutos).

d) Limite do tempo máximo admissível entre aulas de 2 turnos distintos do

dia (artigo 13º, ponto 1, alínea c) do Despacho Normativo nº10-B/2018):

● a Educação Física - a atividade letiva respeitará o mínimo de 1 hora de intervalo após o almoço, em todas as ofertas e níveis de ensino;

● o limite máximo admissível entre 2 turnos será gerido em função da disponibilidade do refeitório, de modo a desencontrar o máximo de grupos possível e possibilitar a higienização deste espaço.

e) Distribuição dos apoios a prestar aos alunos, tendo em conta o equilíbrio

do seu horário semanal (artigo 13º, ponto 1, alínea g) do Despacho Normativo nº10-B/2018):

● os apoios educativos serão distribuídos em função da mancha horária da turma, assegurando que os mesmos serão lecionados presencialmente.

f) Gestão da hora de almoço:

Nas Escolas EB1/JI, de acordo com as especificidades de cada estabelecimento de ensino e com o número de crianças e de alunos, poderá haver um desfasamento de meia hora, no período de almoço, de modo a desencontrar turmas, nomeadamente do pré-escolar e do primeiro ciclo.

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Na Escola Básica e na Escola Secundária serão criados 3 ou 4 períodos de almoço, para facilitar a higienização do espaço e diminuir a densidade de alunos e simultâneo.

g) Prioridades na aplicação do regime presencial

Na impossibilidade de aplicar o regime presencial a todos os alunos de todos os anos e ciclos da oferta educativa e formativa do Agrupamento, respeitar-se-á a seguinte ordem de prioridades:

1º - crianças da educação pré-escolar, alunos do 1º e 2º ciclos do Ensino Básico e alunos da Educação e Formação de Adultos;

2º - alunos do 3º ciclo do Ensino Básico;

3º - alunos do Ensino Secundário Profissional;

4º - alunos do Ensino Secundário - Cursos Científico-Humanísticos

h) Protocolo e Mecanismos de ação para a implementação de cada um dos

regimes

Sempre que os constrangimentos elencados no ponto 2 do presente documento impeçam o regular funcionamento das atividades letivas presenciais ou seja declarado um agravamento da situação epidemiológica local e/ou nacional, será solicitada a mudança do regime presencial para um dos regimes alternativos (misto ou não presencial).

i) Recuperação das aprendizagens:

As 5 semanas destinadas à recuperação das aprendizagens serão geridas de forma flexível, qualquer que seja o regime de ensino em vigor no próximo ano letivo, respeitando os seguintes pressupostos:

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aprofundamento, contemplando-os ao nível das planificações e dos critérios de avaliação.

● Disciplinas ou conteúdos de disciplinas que o docente titular de turma, Conselho de Turma, coordenação de ano ou coordenação dos Diretores de Turma considerem fundamentais, tendo em conta as características do grupo turma, ficando esta situação prevista no Plano de Turma.

● De acordo com o diagnóstico efetuado, a planificação dos conteúdos e aprendizagens a realizar deve prever o momento, ou momentos do ano letivo em que vai ser operacionalizado.

j) Organização da sala de aula

● Privilegiar o arejamento das salas e a fixação de uma sala por turma, dentro das disponibilidades da Escola;

● Atribuição de uma carteira a cada aluno, fixação da planta da sala (os alunos sentam-se sempre nos mesmos lugares) e afetação das salas de aula às mesmas turmas, dentro do possível;

● Respeito do distanciamento mínimo obrigatório possível entre as carteiras e da orientação das mesmas (todas as carteiras orientadas no mesmo sentido);

● No caso particular da Escola Básica de S. Tirso (S. Rosendo), as salas específicas (Ciências Naturais, EVT e de Educação Musical deverão ser rentabilizadas através da afetação da salas de pavilhões diferentes, de modo a que a rotatividade por estas salas seja feita por um menor número de turmas possível.

● No pavilhão desportivo, deverá ser implementada a divisão funcional dos espaços de aula em função das turmas.

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k) Assiduidade dos alunos:

Em cada disciplina será feito o registo de assiduidade dos alunos de acordo com o previsto no Regulamento Interno e no Estatuto do Aluno.

l) Apoios Educativos:

Os alunos com medidas seletivas e/ou adicionais terão os apoios educativos em regime presencial, salvaguardadas as condições de segurança.

Nas turmas dos 2º e 3º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário Profissional, sempre que o crédito de horas o permita, será implementada a medida de coadjuvação, para potenciar um acompanhamento mais individualizado dos alunos.

Plano de Mentoria – será elaborado no início do ano letivo pelo Conselho Pedagógico, em articulação com os Serviços de Psicologia e Orientação e submetido à aprovação do Conselho Geral.

Apoio Tutorial Específico – todos os alunos retidos dos 2º e 3º ciclos e do ensino secundário serão abrangidos pelo Apoio Tutorial Específico, a ser implementado nos moldes previstos no Regulamento Interno do Agrupamento.

m) Equipa de apoio às atividades letivas presenciais e mistas

Será constituída uma equipa de docentes, destinada a desenvolver as seguintes atividades:

- Substituição de docentes (Ocupação de alunos); - Coadjuvação.

5. Organização das atividades letivas e formativas no Regime Misto

O regresso às atividades letivas presenciais dos alunos do Ensino Secundário e das crianças da Educação Pré-Escolar foram acompanhados de uma atualização do

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procedimentos, alinhados com as orientações da DGS, que importa capitalizar no âmbito do planeamento do próximo ano escolar.

É de salientar que este é um dos “regimes de exceção”, pelo que a sua implementação só pode acontecer quando a situação epidemiológica causada pela COVID-19 impossibilite as escolas de manterem as turmas em regime presencial e “não seja possível ou suficiente a adoção das medidas relativas ao horário de funcionamento, à reorganização dos horários escolares e à gestão dos espaços escolares”. A implementação deste regime é solicitada à DGEstE que decide, após ser ouvida a autoridade de saúde.

a) Explicitação de conceitos

Para melhor enquadramento dos regimes misto e não presencial é importante recuperar a explicitação dos seguintes conceitos, tal como é feita no documento orientador da DGEstE:

“Sessão síncrona” – é “aquela que é desenvolvida em tempo real e que

permite aos alunos interagirem online com os seus docentes e com os seus pares para participarem nas atividades letivas, esclarecerem as suas dúvidas ou questões e apresentarem trabalhos”.

“Sessão assíncrona” - é “aquela que é desenvolvida em tempo não real, em

que os alunos trabalham autonomamente, acedendo a recursos educativos e formativos e a outros materiais curriculares disponibilizados numa plataforma de aprendizagem online, bem como a ferramentas de comunicação que lhes permitem estabelecer interação com os seus pares e docentes, em torno das temáticas em estudo”.

“Trabalho autónomo” – é “aquele que é definido pelo docente e realizado pelo

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b) Organização das atividades letivas

A organização das atividades letivas no regime misto consiste na divisão da turma em dois turnos, alternando semanalmente nas atividades letivas presenciais, salvaguardando, contudo, o cumprimento integral do semanário-horário da turma. Assim sendo, uma parte da turma assiste presencialmente às aulas na Escola, enquanto a outra metade da turma assiste às aulas em sessão síncrona, à distância. Para o efeito, as salas de aula serão dotadas de meios tecnológicos (informáticos) que permitam a transmissão da aula em sessão síncrona. No caso particular dos alunos do Ensino Profissional, nas disciplinas da componente tecnológica, que funcionam em regime de desdobramento, a totalidade da carga horária semanal é lecionada presencialmente, o mesmo acontecendo nas nestas disciplinas dos cursos que funcionam agregados nas componentes comuns. Para o efeito, as disciplinas das componentes sociocultural e científica deverão ser lecionadas preferencialmente no turno oposto ao da componente tecnológica.

Em cada turma, cada Diretor de Turma identificará os alunos que, por carência económica, abrangidos por medidas seletivas e/ou adicionais (DL nº54/2018) e/ou por situação de risco, deverão realizar a totalidade das aulas em regime presencial, ficando a situação referenciada no Plano Curricular de Turma.

Equipa de docentes de articulação docentes/alunos – em cada conselho de turma serão identificados 2 docentes responsáveis por coadjuvar o Diretor de Turma no trabalho de articulação com os alunos.

Na impossibilidade de assegurar sessões síncronas aos alunos que acompanham as atividades letivas à distância, por constrangimentos dos meios tecnológicos, estas serão substituídas por sessões assíncronas, com

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c) Protocolo e Mecanismos de ação para a implementação de cada um dos regimes

Sempre que os constrangimentos elencados no ponto 2 do presente documento impeçam o regular funcionamento das atividades letivas presenciais ou seja declarado um agravamento da situação epidemiológica local e/ou nacional, será solicitada a mudança do regime misto para o regime não presencial. Se as condições epidemiológicas evoluírem, comprovadamente, no sentido favorável, será solicitada a mudança para o regime presencial.

d) Recuperação das aprendizagens

As 5 semanas destinadas à recuperação das aprendizagens serão geridas de forma flexível, qualquer que seja o regime de ensino em vigor no próximo ano letivo, respeitando os seguintes pressupostos:

● Conteúdos que os grupos disciplinares ou departamentos curriculares identifiquem como prioritários em termos de recuperação ou de aprofundamento, contemplando-os ao nível das planificações e dos critérios de avaliação.

● Disciplinas ou conteúdos de disciplinas que o docente titular de turma, Conselho de Turma, coordenação de ano ou coordenação dos Diretores de Turma considerem fundamentais, tendo em conta as características do grupo turma, ficando esta situação prevista no Plano de Turma.

● De acordo com o diagnóstico efetuado, a planificação dos conteúdos e aprendizagens a realizar deve prever o momento, ou momentos do ano letivo em que vai ser operacionalizado.

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e) Organização da sala de aula (a aplicar à parte da turma abrangida pelas aulas presenciais)

● Privilegiar o arejamento das salas e a fixação de uma sala por turma, dentro das disponibilidades da Escola;

● Atribuição de uma carteira a cada aluno, fixação da planta da sala (os alunos sentam-se sempre nos mesmos lugares) e afetação das salas de aula às mesmas turmas, dentro do possível;

● Respeito do distanciamento mínimo obrigatório possível entre as carteiras e da orientação das mesmas (todas as carteiras orientadas no mesmo sentido); ● No caso particular da Escola Básica de S. Tirso (S. Rosendo), as salas

específicas (Ciências Naturais, EVT e Educação Musical) deverão ser rentabilizadas através da afetação das salas de pavilhões diferentes, de modo a que a rotatividade por estas salas seja feita por um menor número de turmas possível.

● No pavilhão desportivo, deverá ser implementada a divisão funcional dos espaços de aula em função das turmas.

f) Assiduidade dos alunos

Em cada disciplina será feito o registo de assiduidade dos alunos em regime presencial e em sessões síncronas, de acordo com o previsto no Regulamento Interno e no Estatuto do Aluno, correspondendo a falta de presença a uma ausência a uma aula presencial ou a uma sessão síncrona. Nas sessões assíncronas, a falta de assiduidade corresponde à não realização, no tempo negociado entre o docente e os alunos, das tarefas ou atividades definidas para serem realizadas no âmbito do trabalho autónomo.

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g) Apoios Educativos

Os alunos com medidas seletivas e/ou adicionais terão os apoios educativos em regime presencial, no período em que tenham atividades presenciais na escola.

Nas turmas dos 2º e 3º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário Profissional, sempre que o crédito de horas o permita, será implementada a medida de coadjuvação, para potenciar um acompanhamento mais individualizado dos alunos.

Plano de Mentoria – será elaborado no início do ano letivo pelo Conselho Pedagógico, em articulação com os Serviços de Psicologia e Orientação e submetido à aprovação do Conselho Geral.

Apoio Tutorial Específico – todos os alunos retidos dos 2º e 3º ciclos e do ensino secundário serão abrangidos pelo Apoio Tutorial Específico, a ser implementado nos moldes previstos no Regulamento Interno do Agrupamento. O professor tutor terá um papel central na organização do trabalho autónomo dos alunos e na concretização de estratégias de ligação da escola à família.

6. Organização das atividades letivas e formativas no Regime não Presencial

É outro dos regimes de exceção, pelo que, a sua implementação também carece de decisão da DGEstE, na sequência de pedido formalizado pelo Agrupamento.

Neste regime, são integralmente suspensas as atividades letivas e formativas no modo presencial, sendo o processo de ensino e de aprendizagem operacionalizado através de sessões síncronas e assíncronas, de modo a cumprir com o previsto no Decreto-Lei nº54/2018 de 6 de julho e no Decreto-Lei de nº55/2018, de 6 de julho.

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a) Protocolo e Mecanismos de ação para a implementação de cada um dos regimes

Se as condições epidemiológicas evoluírem, comprovadamente, no sentido favorável, será solicitada a mudança para o regime misto ou para o regime presencial.

b) Assiduidade dos alunos

Em cada disciplina será feito o registo de assiduidade dos alunos nas sessões síncronas e assíncronas.

Assim sendo, nas sessões síncronas a falta de presença corresponde a uma ausência a uma sessão síncrona. Nas sessões assíncronas, a falta de assiduidade corresponde à não realização das tarefas ou atividades definidas para serem realizadas no âmbito do trabalho autónomo, ou à sua realização fora do tempo negociado entre o docente e os alunos. Estas faltas são comunicadas ao Diretor de Turma / Professor Titular de Turma para que adote os procedimentos convenientes. Semanalmente, os docentes disponibilizam ao Diretor de Turma/Professor Titular de Turma a grelha de registo das atividades previstas, bem como as ausências dos alunos.

c) A implementação do regime não presencial passará pela aplicação do Plano de Ensino à Distância, concebido nos termos seguintes:

i.Definição de estratégias de gestão e liderança

● Direção – planificação e coordenação do trabalho das várias estruturas, acompanhamento da operacionalização do Plano, assegurando as condições da sua concretização (de acordo com os recursos disponíveis); monitorização da sua implementação.

● Coordenadores de Estabelecimento – articulação com a Direção e demais estruturas e entidades parceiras na operacionalização do Plano de Ensino à

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Distância; monitorização deste Plano em cada Estabelecimento de Ensino do Agrupamento.

● Equipa PTE – continuidade do apoio aos docentes, de acordo com o horário criado para o efeito; supervisão do ensino à distância; disponibilização de recursos de autoformação no âmbito do ensino à distância.

● Coordenadores de Departamento Curricular e respetivos

Subcoordenadores – reformulação das planificações e dos critérios de

avaliação; promoção do trabalho colaborativo dentro de cada ano/nível de ensino/modalidade de formação; estabelecimento dos princípios de articulação inter/transdisciplinar; avaliação e monitorização.

● Coordenadores dos Diretores de Turma - articulação dos trabalhos a desenvolver com os Diretores de Turma junto do Conselho Pedagógico e da Direção; apoio aos Diretores de Turma no processo de implementação deste Plano.

● Diretores de Turma / Docentes Titulares de Turma – coordenação do trabalho interdisciplinar e de articulação curricular ao nível de cada turma; monitorização do trabalho semanal a desenvolver com a turma; monitorização de proximidade junto dos alunos e dos pais/ encarregados de educação, coadjuvado por dois elementos do Conselho de Turma (professores com maior disponibilidade: mediação educativa, GGD, OA, RBE, apoios educativos sem turma atribuída, perda de componente letiva no Ensino Profissional, etc).

● Diretores de Curso - promoção da articulação pedagógica entre as diferentes componentes de formação, disciplinas e UFCD; organização e coordenação das atividades a desenvolver no âmbito da componente de formação tecnológica, FCT e PAP.

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equilíbrio nas tarefas a propor aos alunos e evitando a dispersão dos meios de ensino à distância a utilizar; integração dos apoios educativos (ARC, ATE, Coadjuvações, Reforço Curricular, Apoios e Tutorias) na dinâmica de trabalho das turmas; planificação de meios alternativos de trabalho para os alunos que não dispõem de equipamentos informáticos ou internet; designação dos elementos responsáveis pela monitorização.

● Serviços de Psicologia e Orientação – colaboração com o Conselho de Turma na definição de resposta educativas adequadas às particularidades dos alunos abrangidos pelo DL 54/2008; priorização das intervenções junto dos restantes alunos; conclusão do processo de orientação vocacional. ● Representantes dos alunos e dos Pais e Encarregados de Educação -

identificação de situações-problema no processo de ensino à distância; contribuição para a definição do plano de trabalho da turma; colaboração na monitorização e acompanhamento deste plano; promoção de dinâmicas de interajuda e de manutenção do espírito de grupo.

● Chefe de Serviços de Administração Escolar - coordenação das diferentes tarefas administrativas, assegurando o regular funcionamento dos serviços, privilegiando estratégias de atendimento à distância.

● Encarregado Operacional - coordenação das diferentes tarefas dos assistentes Operacionais, assegurando as tarefas necessárias ao funcionamento da unidade orgânica.

ii.Estratégia e Circuito de Comunicação

● Produção de documentos orientadores;

● Realização de reuniões síncronas e assíncronas das várias estruturas de direção e de coordenação;

● Mobilização de diferentes equipas de trabalho;

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● Promoção da utilização de diferentes recursos e meios de comunicação à distância;

● Realização de reuniões síncronas de Conselhos de Turma.

iii.Modelo de Ensino à Distância

● Meios tecnológicos de ensino à distância a utilizar: Google Meet, Moodle, Classroom, Discord, Zoom, Escola Virtual, Aula Digital, e-mail institucional, telefone, telemóvel, WhatsApp, Padlet, GIAE - cada conselho de turma deve identificar os meios adequados a usar em função do contexto da turma, evitando a dispersão.

● Sessões síncronas e assíncronas: de acordo com as características de cada turma, do nível de ensino, das especificidades de cada disciplina e dos meios tecnológicos de que os alunos dispõem, deve o conselho de turma encontrar um ponto de equilíbrio entre as sessões síncronas e assíncronas e privilegiar metodologias ativas.

● Operacionalização da FCT e da PAP: implementação de prática simulada através da realização de um conjunto de atividades profissionais, a desenvolver em condições similares ao contexto real de trabalho, articuladas com as disciplinas de formação técnica e, sempre que possível, com o projeto de PAP; os docentes das componentes sociocultural e científica deverão também apoiar na elaboração/ correção do projeto referido no ponto anterior, competindo ao Diretor de Curso fazer a articulação necessária; as funções habitualmente atribuídas ao tutor da entidade de acolhimento serão desenvolvidas pelos professores orientadores designados.

● Funcionamento do Centro Qualifica: deverá ser assegurado o acompanhamento à distância dos formandos inscritos nas diferentes

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atividades de ensino à distância e a disponibilização de recursos, de modo a viabilizar a continuidade e a conclusão dos processos de qualificação dos adultos.

iv. Monitorização e Avaliação

● Equipa de Monitorização: Coordenadoras de Diretores de Turma, Coordenadores do Pré-Escolar e 1ºCEB, Coordenador PTE, Coordenador do Centro Qualifica;

● Processo de Monitorização – definição de indicadores quantitativos e qualitativos;

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