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Dimensionamento de Pilares - Passo a Passo

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Academic year: 2021

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(1)

Pilares

Pilares

Notas de Aulas

Notas de Aulas

   C

   C

  a

  a

  p

  p

   í

   í

   t

   t

  u

  u

   l

   l

  o

  o

Curso:

Curso: Engenha

Engenharia

ria Civil

Civil

Disciplina:

Disciplina: Estruturas

Estruturas em

em Concreto

Concreto II

II

1.º

1.º Semestre de

Semestre de 200

20088

   P    P  r  r  o  o    f    f . .    R    R  o  o   m   m   e   e    l    l    D    D    i    i  a  a  s  s    V    V  a  a   n   n    d    d  e  e  r  r    l    l  e  e    i    i

Bibliografia:

Bibliografia:

ALVA, G. M. S.; EL DEBS, A. L. H. C.; GIONGO, J.

ALVA, G. M. S.; EL DEBS, A. L. H. C.; GIONGO, J. S. Concreto armado:

S. Concreto armado:

projeto de pilares segundo

projeto de pilares segundo a NBR 6118:2003. Notas d

a NBR 6118:2003. Notas de aula –

e aula – USP – 

USP – 

EESC –

EESC – SET. Fe

SET. Fevereir

vereiro de 2008

o de 2008

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS: NBR 6118:2003.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS: NBR 6118:2003.

Projeto de estruturas de concreto

Projeto de estruturas de concreto

. Rio de Janeiro, ABNT, 2003.

. Rio de Janeiro, ABNT, 2003.

CARVALHO, R.C.; FIGUEIREDO FILHO, J.R. Pilares de concreto

CARVALHO, R.C.; FIGUEIREDO FILHO, J.R. Pilares de concreto

armado. p.9-25. Notas de

armado. p.9-25. Notas de aula –

aula – Universidade Federal de Sã

Universidade Federal de São Carlos,

o Carlos,

2002.

2002.

FUSCO, P. B.

FUSCO, P. B.

Estruturas de concreto: solicitações normais

Estruturas de concreto: solicitações normais

.. Editora

Editora

Guanabara Dois, Rio de Janeiro, 1981.

Guanabara Dois, Rio de Janeiro, 1981.

FUSCO, P. B.

FUSCO, P. B.

Introdução ao projeto estrutural

Introdução ao projeto estrutural

.. McGraw

McGraw-Hill

-Hill do Brasil

do Brasil. São

. São

Paulo, 1976.

Paulo, 1976.

MONTOYA, P. J.; MESEGUER, A.G.; CABRÉ, F.M.

MONTOYA, P. J.; MESEGUER, A.G.; CABRÉ, F.M.

Hormi

Hormigón

gón armado

armado

..

Editorial Gustavo Gili. 9a ed. Barcelona, Espana, 1978.

Editorial Gustavo Gili. 9a ed. Barcelona, Espana, 1978.

PINHEIRO, L.M.

PINHEIRO, L.M.

Fundamentos do Concreto e Projeto de Edifícios.

Fundamentos do Concreto e Projeto de Edifícios.

capítulo 16: Pilares.

capítulo 16: Pilares.

Notas de aula –

Notas de aula – EESC

EESC-USP, 200

-USP, 2007.

7.

PINHEIRO, L.M.; BARALDI; L.T.; POREM, M.E.

PINHEIRO, L.M.; BARALDI; L.T.; POREM, M.E.

Concreto armado

Concreto armado

::

Ábacos para flexão oblíqua. São Carlos, EESC-USP, 1994.

Ábacos para flexão oblíqua. São Carlos, EESC-USP, 1994.

VENTURINI, W.S.

VENTURINI, W.S.

Dimensionamento de peças retangulares de concreto

Dimensionamento de peças retangulares de concreto

armad

(2)
(3)

3.1

3.11.1

1.1-- Pil

Pilar In

ar Inter

terno –

no – P5

P5

3.11

3.11.2-

.2- Pila

Pilar d

r de Ex

e Extremi

tremidade

dade –– P4

P4

3.1

3.11.3

1.3-- Pil

Pilar d

ar de Ca

e Canto

nto –– P1

P1

   P    P  r  r  o  o    f    f . .    R    R  o  o   m   m   e   e    l    l    D    D    i    i  a  a  s  s    V    V  a  a   n   n    d    d  e  e  r  r    l    l  e  e    i    i

3.

3.11

11-- Ex

Exem

empl

plos

os

Projeta

Projetar o

r o s pi

s pi lares:

lares:

P5

P5 -- pilar inte

pilar interno;

rno;

P4

P4 -- pilar de

pilar de

extremidade;

extremidade;

P1

(4)

Para a determin

Para a determinação dos efeitos d

ação dos efeitos de 2ª

e 2ª ordem, emprega-se

ordem, emprega-se::

Para o pilar P5: método do pilar padrão com curvatura aproximada;

Para o pilar P5: método do pilar padrão com curvatura aproximada;

Para o pilar P4: método do pilar padrão com curvatura aproximada;

Para o pilar P4: método do pilar padrão com curvatura aproximada;

Para o pilar P1: método do pilar padrão com rigidez aproximada.

Para o pilar P1: método do pilar padrão com rigidez aproximada.

   P    P  r  r  o  o    f    f . .    R    R  o  o   m   m   e   e    l    l    D    D    i    i  a  a  s  s    V    V  a  a   n   n    d    d  e  e  r  r    l    l  e  e    i    i

3.

3.11

11.1

.1-- Pi

Pila

lar

r In

Inte

tern

rno

o –

– P5

P5

Da

(5)

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.1- Pilar Interno – P5

Dados iniciais:

N

k

= 2.720kN

N

d

= 1,4 x 2.720 = 3.808kN

M

k

= 0kN e M

d

= 0kN

1- Características Geométricas

Comprimentos equivalentes:

⎧ +

h

e

0

Na direção x:

cm

cm

cm

h

cm

cm

h

cm

ex

 x

 x

ex

 x

 x

 x

 x

533

560

533

560

533

35

498

498

62

560

0

0

0

(6)

cm

cm

cm

h

cm

cm

h

ey

 y

 y

 y

ey

 y

 y

 y

560

560

568

560

568

60

508

0

0

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.1- Pilar Interno – P5

Na direção y:

3

,

32

60

12

560

12

 y

 y

ey

 y

i

λ 

Índices d

8

,

52

ey

h

e Esbeltez:

Na direção x:

35

12

533

12

 x

ex

 x

ex

 x

h

i

λ 

(7)

Como os momentos nas seções de extremidades (topo e

Base) e na intermediária são nulos, as excentricidades

iniciais também são nulas.

Excentricidade Inicial

topo

topo

i

 N 

 M 

e

,

=

base

base

i

 N 

 M 

e

,

=

meio

meio

i

 N 

 M 

e

,

=

0

808

.

3

0

,topo

i

e

0

808

.

3

0

,base

i

e

0

808

.

3

0

,meio

i

e

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.1- Pilar Interno – P5

Sendo:

2- Excentricidades:

Excentricidades acidentais:

rad 

rad 

ey

ex

00423

,

0

60

,

5

100

1

100

1

00433

,

0

33

,

5

100

1

100

1

1y

1x

θ 

θ 

2

2

1

ay

1

ax

ey

 y

ex

 x

e

e

θ 

θ 

(8)

rad 

00333

,

0

300

1

min

,

1

1

θ 

θ 

(OK)

00423

,

0

(OK)

00433

,

0

min

,

1

1y

min

,

1

1x

θ 

θ 

θ 

θ 

rad 

rad 

Logo:

Onde:

cm

e

cm

e

ey

 y

ex

 x

18

,

1

2

560

00423

,

0

2

15

,

1

2

533

00433

,

0

2

1

ay

1

ax

θ 

θ 

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.1- Pilar Interno – P5

y

min

,

1

x

min

,

1

0,03h

0,015

)

(

0,03h

0,015

)

(

 y

 x

e

e

(

)

,

min

min

,

1

 N 

0

,

015

0

,

03

h

 N 

e

i

 M 

=

+

=

Logo:

Excentricidades acidentais:

Excentricidades mínimas:

cm

e

cm

e

 y

 x

30

,

3

60

,

0

03

,

0

015

,

0

0,03h

0,015

)

(

55

,

2

35

,

0

03

,

0

015

,

0

0,03h

0,015

)

(

y

min

,

1

x

min

,

1

(9)

cm

e

cm

e

 y

 x

30

,

3

55

,

2

1

1

cm

e

cm

e

e

cm

e

cm

e

e

 y

topo

iy

 y

 x

topo

ix

 x

30

,

3

)

(

0

55

,

2

)

(

0

min

,

1

,

1

min

,

1

,

1

=

<

=

=

=

<

=

=

cm

e

cm

e

e

e

cm

e

cm

e

e

e

 y

meio

iy

 y

 x

meio

ix

 x

30

,

3

)

(

18

,

1

18

,

1

0

55

,

2

)

(

15

,

1

15

,

1

0

min

,

1

ay

,

1

min

,

1

ax

,

1

=

<

=

+

=

+

=

=

<

=

+

=

+

=

Seção int ermediária:

Seções de extremidades (topo e base)

cm

e

cm

e

 y

 x

30

,

3

55

,

2

1

1

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.1- Pilar Interno – P5

90

35

e

5

,

12

25

1

 b

1

1

+

=

λ 

α 

α 

λ 

b

h

e

cm

h

e

h

e

 x

 x

i

 x

b

 x

 x

i

 x

onde

:

0

35

5

,

12

25

,

,

,

,

1

=

=

+

=

α 

λ 

35

90

35

que

sendo

25

0

,

1

35

0

5

,

12

25

5

,

12

25

1

,

,

,

1

=

=

+

=

+

=

 x

b

 x

 x

i

 x

h

e

λ 

λ 

α 

λ 

Na direção x:

Necessidade de excentric idade de 2ª ordem:

Esbeltez Limite:

(10)

cm

h

e

h

e

 y

 y

i

 y

b

 y

 y

i

 y

onde

:

0

60

5

,

12

25

,

,

,

,

1

=

=

+

=

α 

λ 

35

90

35

que

sendo

25

0

,

1

60

0

5

,

12

25

5

,

12

25

,

1

1

,

,

,

1

=

=

+

=

+

=

 y

 y

b

 y

 y

i

 y

h

e

λ 

λ 

α 

λ 

Na direção y:

Esbeltez Limite:

como M

A,d

= 0 < M

1d,mín

α 

b

,

 y

=

1

,

0

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.1- Pilar Interno – P5

35

8

,

52

>

1

,

=

=

x

 x

λ 

λ 

Pilar medianamente esbelto, é

necessário c onsiderar o efeito d e

2ª ordem na direção x.

Necessidade de excentric idade de 2ª ordem:

35

3

,

32

<

1

,

=

=

y

 y

λ 

λ 

Pilar curto, não é necessário

considerar o efeito de 2ª ordem

na direção y.

(11)

cm

cm

kN 

e

 N 

 M 

 M 

 x

e

 x

mín

mín

 A

b

533

.

4

,

710

.

9

55

,

2

808

.

3

)

(

0

0

,

1

,

,

1

,

1

,

1

=

=

×

=

=

=

=

α 

 A

 x

e

 A

b

tot 

 N 

 M 

 M 

1

,

2

,

,

1

,

1

10

+

=

α 

Onde:

Método do Pilar Padrão com curvatura aproximada

Direção x:

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.1- Pilar Interno – P5

85

,

0

4

,

1

0

,

3

)

60

35

(

808

.

3

=

=

=

cd 

c

 sd 

 f  

 A

 N 

ν 

Efeitos de 2ª ordem:

Método do Pilar Padrão com curvatura aproximada:

(

)

h

h

 x

005

,

0

5

,

0

005

,

0

1

+

=

ν 

(

)

5

5

10

3

,

14

35

005

,

0

10

58

,

10

5

,

0

85

,

0

35

005

,

0

1

=

<

=

+

=

(OK)

(12)

Método do Pilar Padrão com curvatura aproximada

Direção x:

cm

kN 

 M 

cm

kN 

 M 

tot 

tot 

=

>

+

=

4

,

134

.

21

4

,

710

.

9

10

58

,

10

10

533

808

.

3

4

,

710

.

9

0

,

1

,

5

2

,

 A

 x

e

 A

b

tot 

 N 

 M 

 M 

1

,

2

,

,

1

,

1

10

+

=

α 

cm

 N 

 M 

e

tot 

 x

tot 

5

,

55

808

.

3

4

,

134

.

21

,

,

=

=

=

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.1- Pilar Interno – P5

(13)

cm

 N 

 M 

e

cm

kN 

 M 

kN 

 N 

tot 

 x

tot 

55

,

5

808

.

3

4

,

134

.

21

4

,

134

.

21

808

.

3

,

,

a) Situação mais desfavorável:

Direção x: Seção Intermediária

Direção y: Seção Intermediária ou de Extremidades.

cm

e

e

kN 

 N 

 y

 y

30

,

3

808

.

3

1

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.1- Pilar Interno – P5

4- Dimensionamento das armaduras

b) Equações adimensionais:

Direção x:

13

,

0

35

55

,

5

85

,

0

85

,

0

4

,

1

0

,

3

60

35

808

.

3

 x

dx

μ 

ν 

 =

 x

cd 

c

h

e

ν

 f  

 A

 N 

(14)

b) Equações adimensionais:

Direção y:

05

,

0

60

30

,

3

85

,

0

85

,

0

4

,

1

0

,

3

60

35

808

.

3

 y

 y

dy

c

h

e

ν

 A

 N 

μ 

ν 

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.1- Pilar Interno – P5

4- Dimensionamento das armaduras

c) Taxa mecânica de armadura:

Direção x:

Escolha do Ábaco:

- Flexão composta normal;

- Armadura distribuída paralela ao eixo y;

- Escolhe-se inicialmente o Ábaco A-2 [Venturini, 1987]

- Taxa de armadura:

= 0,36

13

,

0

85

,

0

10

,

0

11

,

0

35

0

,

4

dx

 x

 x

h

μ 

ν 

cd 

 f  

(15)

= 0,36

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.1- Pilar Interno – P5

 Área das barras:

Escolha das barras:

- 12

A

s,efe

= 37,68cm

2

;

- 6 barras de cada lado, distribu ída paralela ao eixo y;

2

26

,

37

15

,

1

50

4

,

1

0

,

3

)

60

35

(

36

,

0

cm

 f  

 f  

 A

 A

 yd 

cd 

c

 s

20

-ω 

(16)

c) Taxa mecânica de armadura:

Direção y:

Escolha do Ábaco:

- Flexão composta normal;

- Armadura distribuída conforme adotado na direção x;

- Escolhe-se inicialmente o Ábaco A-17 [d’/h=0,05] e A-18

[d’/h=0,10]

- Taxa de armadura:

= 0,13

05

,

0

85

,

0

07

,

0

60

0

,

4

dy

 y

 y

h

μ 

ν 

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.1- Pilar Interno – P5

4- Dimensionamento das armaduras

c) Taxa mecânica de armadura:

Direção y:

Como

ω

x

= 0,36 >

ω

y

= 0,13:

- O arranjo para a direção “x” (

12

situações de cálculo da armadura;

(17)

 Armadura Longitudinal

a) Diâmetro das barras

(OK)

75

,

43

8

350

20

10

8

10

mm

mm

mm

b

mm

φ 

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.1- Pilar Interno – P5

%

4

,

0

%

63

,

0

85

,

0

15

,

1

50

4

,

1

0

,

3

15

,

0

%

4

,

0

15

,

0

15

,

0

,

mín

c

mín

 s

mín

 A

 A

 ρ 

 ρ 

35

,

37

c

 s

 A

 A

 ρ 

5- Detalha

 Armadura Long

b) Ta

udinal

%

0

,

4

2

%

0

,

8

máx

 ρ 

 yd 

cd 

cd 

cd 

 yd 

c

 f  

 f  

 f  

 f  

 f  

 A

 N 

ν 

%

79

,

1

01794

,

0

60

68

mento

itudinal

(18)

mm

a

mm

cm

mm

mm

a

agre

máx

23

23

28

,

2

9

,

1

2

,

1

2

,

1

20

20

.

,

 Armadura Longitudinal

c) Número mínimo de barras:

Uma barra em cada canto ou vértice do po lígono

d) Espaçamentos p ara armadura long itudi nal

cm

a

cm

cm

b

a

máx

máx

40

40

70

35

2

2

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.1- Pilar Interno – P5

mm

mm

mm

5

5

4

20

4

5

φ 

5- Detalhamento

 Armadur a Transv

a) Diâmetro

b) Espaçamentos para armadura transversal

cm

 s

cm

cm

 s

20

24

2,0

12

12

35cm

seção

da

dimensão

menor

20

φ 

 Adotar 5 c/20

φ 

φ 

φ 

ersal

(19)

cm

20

0

,

5

10

,

0

20 φ 

 Armadur a Transversal

c) Proteção contr a flambagem localizada das armaduras

Verific ação do espaçamentos da armadura longitu dinal

(OK)

40

4

,

8

3

,

2

4

,

8

1

6

0

,

2

6

5

,

0

2

5

,

2

2

60

1

2

2

cm

a

cm

a

cm

a

cm

a

n

n

c

h

a

máx

mín

nom

=

<

=

<

=

=

=

=

φ 

φ 

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.1- Pilar Interno – P5

 gt 

nom

nom

c

b

c

2

2

Onde:

gt

= comprimento d o gancho para estribo, podendo ser 

• semicirculares ou em ângulo de 45

o

(interno), com ponta reta de

comprimento igual a 5

φ, porém não inferior a 5cm;

• em ângulo reto, com ponta reta de comprimento maior ou igual a

10φ, porém não inferior a 7cm (este tipo de gancho não deve ser

utilizado para barras e fios lisos).

5- Detalhamento

 Armadur a Transversal

Como (a+ ) =10,4cm

20 = 10cm, é necessário

apenas nas duas barras

centrais (estribos suplementares)

d) Comprimento dos estribos

h

2

2

2

l

(20)

(

)

(

)

(

)

(

)

cm

c

b

c

h

 gt 

nom

nom

180

0

,

5

2

5

,

2

2

35

2

5

,

2

2

60

2

2

2

2

2

2

=

+

+

=

+

+

=

e) Comprimento do s estribos supl ementares

 Armadur a Transversal

d) Comprimento dos estribos

(

)

(

)

cm

c

b

 s

 gt 

nom

 s

40

0

,

5

2

5

,

2

2

35

2

2

=

+

=

+

=

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.1- Pilar Interno – P5

)

180

(

20

/

5

29

29

1

20

560

1

c

 s

h

 N 

viga

o

φ 

=

+

=

+

+

=

e) Número de estr ibos suplementares

5- Detalhamento

 Armadur a Transversal

f) Número de estrib os

40

20

/

5

29

2

φ 

c

180

(21)

 Armadur a Transversal

f) Desenho da seção

transversal

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.1- Pilar Interno – P5

 A

 A

b

b

nec

b

b

ef  

 s

calc

 s

b

nec

b

0

,

1

0

,

1

,

,

,

1

,

α 

b

oc

nec

b

oc

6

,

min

,

,

5- Detalhamento

Comprimento das esperas

mm

mm

b

b

100

10

3

,

0

100

10

3

,

0

min

,

φ 

φ 

mm

200

15

0

φ 

(22)

Comprimento das esperas

bd 

 yd 

b

 f  

 f  

=

4

φ 

3 2 3 2

3375

,

0

21

,

0

0

,

1

0

,

1

25

,

2

3

2

1

ck 

bd 

c

ck 

bd 

ctd 

bd 

 f  

 f  

 f  

 f  

 f  

 f  

γ 

η 

η 

η 

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.1- Pilar Interno – P5

=

mm

oc

b

200

15φ 

5- Detalhamento

Comprimento das esperas

3

2

3

2

35

,

1

3375

,

0

4

ck 

 yd 

ck 

 yd 

b

 f  

 f  

 f  

 f  

φ 

φ 

(23)

cm

cm

 f  

 f  

b

ck 

 yd 

b

70

71

,

66

30

35

,

1

15

,

1

500

0

,

2

35

,

1

3 2 3 2

φ 

Comprimento das esperas

Logo:

=

×

=

=

=

mm

cm

cm

oc

b

200

30

0

,

2

15

15

70

φ 

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.1- Pilar Interno – P5

cm

h

viga

oc

630

70

560

)

(

0

=

+

=

+

+

=

5- Detalhamento

(24)

Desenho d o Pilar P5:

      6

      3

      0

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.2- Pilar de Extremidade – P4

Dados iniciais:

(25)

      4       6       0    P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.2- Pilar de Extremidade – P4

Dados iniciais:

N

k

= 1.670kN

N

d

= 1,4 x 1.670 = 2.338kN

Na direção x:

⎧ +

h

e

0

cm

cm

cm

h

cm

cm

h

cm

ex

 x

 x

ex

 x

 x

 x

 x

423

460

423

460

423

25

398

398

62

460

0

0

0

Momentos Fletores Atuantes no Tramo do Pilar 

a) Característic as Geométricas

(26)

Na direção y:

cm

cm

cm

h

cm

cm

h

cm

ey

 y

 y

 y

ey

 y

 y

 y

 y

460

460

478

460

478

70

408

408

52

460

0

0

0

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.2- Pilar de Extremidade – P4

Vão efetivo da Viga V2:

cm

a

a

viga

viga

o

viga

ef  

570

2

35

2

25

600

,

0

2

1

,

,

A medida a

1

relativa ao pilar P4:

cm

a

cm

h

a

cm

h

a

 P 

 x

5

,

12

6

,

18

62

3

,

0

3

,

0

5

,

12

2

25

2

1

2

,

2

1

4

,

1

(27)

A medida a

2

relativa ao pilar P5:

cm

a

cm

h

a

cm

h

a

 P 

 x

5

,

17

6

,

18

62

3

,

0

3

,

0

5

,

17

2

35

2

2

2

,

2

2

5

,

2

cm

a

a

viga

viga

o

viga

ef  

600

5

,

17

5

,

12

570

,

0

2

1

,

,

=

+

+

=

+

+

=

Vão efetivo da viga V2:

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.2- Pilar de Extremidade – P4

b) Momento fletor no Pilar P4:

(28)

3

3

sup

sup

1

.

293

423

2

1

12

25

70

3

2

1

3

cm

 I 

 

pilar 

=

=

=

Rigidez no tramo do pilar:

inf 

= r 

sup

= 1293cm

3

Rigidez da viga:

3

3

648

.

2

600

12

62

20

4

4

cm

 I 

viga

viga

viga

=

=

=

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.2- Pilar de Extremidade – P4

b) Momento fletor no Pilar P4:

cm

kN 

kNm

q

 g 

 M 

eng 

=

 

+

viga

=

=

57

=

5

.

700

12

0

,

6

19

12

)

(

2

2

Momento de engastamento perfeito na viga:

Momento fletor no tramo do pilar:

cm

kN 

 M 

 M 

viga

eng 

=

 ⎠

 ⎞

⎝ 

⎛ 

+

+

=

 ⎠

 ⎞

⎝ 

⎛ 

+

+

=

1

.

408

293

.

1

293

.

1

648

.

2

293

.

1

700

.

5

inf 

sup

sup

sup

(29)

Como não há mudança de seção transversal entre os pavimentos tem-se:

M

inf 

= M

sup

= 1.408kN.cm

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.2- Pilar de Extremidade – P4

Na direção y:

8

,

22

70

12

460

12

=

=

=

=

 y

ey

 y

ey

 y

h

i

λ 

Índices d e Esbeltez:

Na direção x:

6

,

58

25

12

423

12

=

=

=

=

 x

ex

 x

ex

 x

h

i

λ 

(30)

Excentricidade Inicial

Na direção x:

cm

 N 

 M 

e

e

 A

base

ix

topo

ix

0

,

84

338

.

2

408

.

1

4

,

1

,

,

,

=

=

=

=

cm

e

cm

cm

e

e

e

e

e

meio

ix

meio

ix

ix

ix

ix

meio

ix

34

,

0

34

,

0

84

,

0

4

,

0

17

,

0

)

84

,

0

(

4

,

0

84

,

0

6

,

0

4

,

0

4

,

0

6

,

0

,

,

max

,

min

,

max

,

,

=

=

=

+

=

+

=

Na direção y:

cm

 N 

 M 

e

e

e

 A

dy

meio

iy

base

iy

topo

iy

0

,

0

338

.

2

0

,

0

,

,

,

,

=

=

=

=

=

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.2- Pilar de Extremidade – P4

Sendo:

2- Excentricidades:

Excentricidades acidentais:

rad 

rad 

ey

ex

00466

,

0

60

,

4

100

1

100

1

00486

,

0

23

,

4

100

1

100

1

1y

1x

=

=

=

=

=

=

θ 

θ 

2

2

1

ay

1

ax

ey

 y

ex

 x

e

e

θ 

θ 

(31)

rad 

00333

,

0

300

1

min

,

1

1

θ 

θ 

(OK)

00466

,

0

(OK)

00486

,

0

min

,

1

1y

min

,

1

1x

θ 

θ 

θ 

θ 

>

=

>

=

rad 

rad 

Logo:

Onde:

cm

e

cm

e

ey

 y

ex

 x

07

,

1

2

460

00466

,

0

2

03

,

1

2

423

00486

,

0

2

1

ay

1

ax

=

=

=

=

=

=

θ 

θ 

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.2- Pilar de Extremidade – P4

y

min

,

1

x

min

,

1

0,03h

0,015

)

(

0,03h

0,015

)

(

 y

 x

e

e

(

)

,

min

min

,

1

 N 

0

,

015

0

,

03

h

 N 

e

i

 M 

=

+

=

Logo:

Excentricidades acidentais:

Excentricidades mínimas:

cm

e

cm

e

 y

 x

60

,

3

70

,

0

03

,

0

015

,

0

0,03h

0,015

)

(

25

,

2

25

,

0

03

,

0

015

,

0

0,03h

0,015

)

(

y

min

,

1

x

min

,

1

=

+

=

+

=

=

+

=

+

=

(32)

kNcm

e

 N 

 M 

kNcm

e

 N 

 M 

 y

i

dy

 x

i

dx

8

,

416

.

8

60

,

3

338

.

2

)

(

5

,

260

.

5

25

,

2

338

.

2

)

(

min

,

min

,

1

min

,

min

,

1

=

×

=

=

=

×

=

=

Momentos mínimos:

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.2- Pilar de Extremidade – P4

cm

e

cm

e

 y

 x

60

,

3

25

,

2

1

1

=

=

cm

e

cm

e

e

cm

e

cm

e

e

 y

topo

iy

 y

 x

topo

ix

 x

60

,

3

)

(

0

25

,

2

)

(

84

,

0

min

,

1

,

1

min

,

1

,

1

=

<

=

=

=

<

=

=

cm

e

cm

e

e

e

cm

e

cm

e

e

e

 y

meio

iy

 y

 x

meio

ix

 x

60

,

3

)

(

07

,

1

07

,

1

0

25

,

2

)

(

37

,

1

03

,

1

34

,

0

min

,

1

ay

,

1

min

,

1

ax

,

1

=

<

=

+

=

+

=

=

<

=

+

=

+

=

Seção int ermediária:

Excentrici dades de 1ª ordem totais:

Seções de extremidades (topo e base)

cm

e

cm

e

 y

 x

60

,

3

25

,

2

1

1

=

=

(33)

90

35

e

5

,

12

25

1

 b

1

α 

λ 

b

i

h

e

cm

h

e

h

e

 x

 x

i

 x

b

 x

 x

i

 x

onde

:

0

,

84

25

5

,

12

25

,

,

,

,

1

=

=

+

=

α 

λ 

35

90

35

que

sendo

4

,

25

0

,

1

25

84

,

0

5

,

12

25

5

,

12

25

,

1

1

,

,

,

1

=

=

+

=

+

=

 x

 x

b

 x

 x

i

 x

h

e

λ 

λ 

α 

λ 

Na direção x:

Esbeltez Limite:

como M

A,d

= 1.971,2kNcm < M

1dx,mín

= 5.260,5kNcm

α 

b

,

 x

=

1

,

0

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.2- Pilar de Extremidade – P4

cm

h

e

h

e

 y

 y

i

 y

b

 y

 y

i

 y

onde

:

0

70

5

,

12

25

,

,

,

,

1

=

=

+

=

α 

λ 

35

90

35

que

sendo

25

0

,

1

70

0

5

,

12

25

5

,

12

25

,

1

1

,

,

,

1

=

=

+

=

+

=

 y

 y

b

 y

 y

i

 y

h

e

λ 

λ 

α 

λ 

Na direção y:

Necessidade de excentric idade de 2ª ordem:

Esbeltez Limite:

como M

A,d

= 0 < M

1d,mín

α 

b

,

 y

=

1

,

0

λ 

α 

(34)

35

6

,

58

>

1

,

=

=

x

 x

λ 

λ 

Pilar medianamente esbelto, é

necessário c onsiderar o efeito d e

2ª ordem na direção x.

35

8

,

22

<

1

,

=

=

y

 y

λ 

λ 

Pilar curto, não é necessário

considerar o efeito de 2ª ordem

na direção y.

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.2- Pilar de Extremidade – P4

cm

cm

kN 

e

 N 

 M 

cm

kN 

 M 

 x

e

 x

mín

mín

 A

b

423

.

5

,

260

.

5

25

,

2

338

.

2

)

(

2

,

971

.

1

0

,

1

,

,

1

,

1

,

1

=

=

×

=

=

=

=

α 

 A

 x

e

 A

b

tot 

 N 

 M 

 M 

1

,

2

,

,

1

,

1

10

+

=

α 

Onde:

Efeitos de 2ª ordem:

Método do Pilar Padrão com curvatura aproximada

(35)

62

,

0

4

,

1

0

,

3

)

70

25

(

338

.

2

=

=

=

cd 

c

 sd 

 f  

 A

 N 

ν 

Método do Pilar Padrão com curvatura aproximada:

(

)

h

h

 x

005

,

0

5

,

0

005

,

0

1

+

=

ν 

(

)

4

4

10

0

,

2

25

005

,

0

10

79

,

1

5

,

0

62

,

0

25

005

,

0

1

=

<

=

+

=

(OK)

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

Efeitos de 2ª ordem:

Método do Pilar Padrão com curvatura aproximada

Direção x:

3.11.2- Pilar de Extremidade – P4

cm

kN 

 M 

cm

kN 

 M 

tot 

tot 

=

>

+

=

7

,

748

.

12

5

,

260

.

5

10

79

,

1

10

423

338

.

2

5

,

260

.

5

0

,

1

,

4

2

,

 A

 x

e

 A

b

tot 

 N 

 M 

 M 

1

,

2

,

,

1

,

1

10

+

=

α 

cm

 N 

 M 

e

tot 

 x

tot 

5

,

45

338

.

2

7

,

748

.

12

,

,

=

=

=

(36)

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.2- Pilar de Extremidade – P4

cm

 N 

 M 

e

cm

kN 

 M 

kN 

 N 

tot 

 x

tot 

45

,

5

338

.

2

7

,

748

.

12

7

,

748

.

12

338

.

2

,

,

=

=

=

=

=

4- Dimensionamento das armaduras

a) Situação mais desfavorável:

Direção x: Seção Intermediária – Flexão normal composta

Direção y: Seção Extremidade – Flexão oblíqua

cm

e

e

cm

e

e

kN 

 N 

topo

ix

 x

60

,

3

84

,

0

338

.

2

,

=

=

=

=

=

(37)

b) Equações adimensionais:

Direção x:

14

,

0

25

45

,

5

62

,

0

62

,

0

4

,

1

0

,

3

70

25

338

.

2

=

×

=

=

=

×

×

=

=

 x

 x

dx

cd 

c

h

e

ν

 f  

 A

 N 

μ 

ν 

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.2- Pilar de Extremidade – P4

4- Dimensionamento das armaduras

b) Equações adimensionais:

Direção y:

03

,

0

032

,

0

70

60

,

3

62

,

0

02

,

0

021

,

0

25

84

,

0

62

,

0

62

,

0

4

,

1

0

,

3

70

25

338

.

2

 y

 y

dy

 x

 x

dx

c

h

e

ν

h

e

ν

 A

 N 

μ 

μ 

ν 

cd 

 f  

(38)

c) Taxa mecânica de armadura:

Direção x:

Escolha do Ábaco:

- Flexão composta normal;

- Armadura distribuída paralela ao eixo y;

- Escolhe-se inicialmente o Ábaco A-3 [Venturini, 1987]

- Taxa de armadura:

= 0,25

14

,

0

62

,

0

15

,

0

16

,

0

25

0

,

4

=

=

=

=

dx

 x

 x

h

μ 

ν 

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.2- Pilar de Extremidade – P4

 Ábaco A-3 [Venturini, 1987]

(39)

Escolha das barras:

- 12

A

s,efe

= 24,12cm

2

;

- 6 barras de cada lado, distribu ída paralela ao eixo y;

2

52

,

21

15

,

1

50

4

,

1

0

,

3

)

70

25

(

25

,

0

cm

 f  

 f  

 A

 A

 yd 

cd 

c

 s

=

×

×

×

=

=

ω 

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.2- Pilar de Extremidade – P4

4- Dimensionamento das armaduras

c) Taxa mecânica de armadura:

Direção y:

03

,

0

032

,

0

70

60

,

3

62

,

0

02

,

0

021

,

0

25

84

,

0

62

,

0

62

,

0

15

,

0

16

,

0

25

0

,

4

05

,

0

06

,

0

70

0

,

4

 y

dy

 x

 x

dx

 x

 x

 y

 y

h

e

h

e

h

h

ν 

μ 

ν 

μ 

ν 

16

(40)

-c) Taxa mecânica de armadura:

Escolha do Ábaco:

- Flexão oblíqua;

- Armadura distribuída conforme adotado na direção x;

- Como não há arranjo para 12

φ, escolhe-se os ábaco A-16

[20φ] e A-17 [8φ] de Pinheiro (1994)

- Taxa de armadura:

= 0,0

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.2- Pilar de Extremidade – P4

 Ábaco A-16 [Pi nheiro, 1994]

(41)

c) Taxa mecânica de armadura:

Como

ω

x

= 0,25 >

ω

y

= 0,0:

- O arranjo para a direção “x” (

12

situações de cálculo da armadura;

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.2- Pilar de Extremidade – P4

5- Detalhamento

 Armadura Longitudinal

a) Diâmetro das barras

(OK)

25

,

31

8

250

16

10

8

10

mm

mm

mm

b

mm

=

<

<

φ 

16

) atende as duas

(42)

%

4

,

0

%

46

,

0

62

,

0

15

,

1

50

4

,

1

0

,

3

15

,

0

%

4

,

0

15

,

0

15

,

0

,

>

=

=

=

⎟⎟

 ⎠

 ⎞

⎜⎜

⎝ 

⎛ 

=

=

mín

 yd 

cd 

cd 

cd 

 yd 

c

c

mín

 s

mín

 f  

 f  

 f  

 f  

 f  

 A

 N 

 A

 A

 ρ 

ν 

 ρ 

%

38

,

1

0138

,

0

70

25

12

,

24

=

=

×

=

=

c

 s

 A

 A

 ρ 

 Armadura Longitudinal

b) Taxas mínimas e máximas de armadura longit udinal

%

0

,

4

2

%

0

,

8

máx

 ρ 

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.2- Pilar de Extremidade – P4

mm

a

mm

cm

mm

mm

a

agre

máx

23

23

28

,

2

9

,

1

2

,

1

2

,

1

16

20

.

,

=

×

=

=

φ 

5- Detalhamento

 Armadura Longitudinal

c) Número mínimo de barras:

Uma barra em cada canto ou vértice do po lígono

d) Espaçamentos p ara armadura long itudi nal

cm

a

cm

cm

b

a

máx

40

40

50

25

2

2

=

×

=

(43)

mm

mm

mm

5

4

4

16

4

5

=

⎪⎩

=

=

φ 

φ 

φ 

 Armadur a Transversal

a) Diâmetro

b) Espaçamentos para armadura transversal

cm

 s

cm

cm

 s

19

2

,

19

1,6

12

12

25cm

seção

da

dimensão

menor

20

=

=

×

=

=

φ 

 Adotar

   P  r  o    f .    R  o   m   e    l    D    i  a  s    V  a   n    d  e  r    l  e    i

3.11.2- Pilar de Extremidade – P4

cm

20

0

,

5

10

,

0

20 φ 

5- Detalhamento

 Armadur a Transversal

c) Proteção contr a flambagem localizada das armaduras

Verific ação do espaçamentos da armadura longitu dinal

(OK)

40

9

,

10

3

,

2

9

,

10

1

6

6

,

1

6

5

,

0

2

5

,

2

2

70

1

2

2

cm

a

cm

a

cm

a

cm

a

n

n

c

h

a

máx

mín

nom

=

<

=

<

=

=

=

=

φ 

φ 

5 c/19

Referências

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