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Musicoterapia na ASPAC

Belo Horizonte - MG

2017

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Musicoterapia na ASPAC

Projeto para a implantação da Musicoterapia nos atendimentos

oferecidos pela ASPAC.

Belo Horizonte - MG

2017

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ASSUNTO: Musicoterapia na ASPAC.

DELIMITAÇÃO DO ASSUNTO: Projeto para a implantação da Musicoterapia nos atendimentos oferecidos pela ASPAC.

PROPONENTES:

 Alexandra Monticeli de Souza Ricardo - graduada no curso de Bacharelado em Musicoterapia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

 Emily Hanna Pinheiro Ferreira – graduada no curso de Bacharelado em Musicoterapia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

CBO (Classificação Brasileira de Ocupações):

2263-05 – Musicoterapeuta

(Profissionais das terapias criativas, equoterápicas e naturológicas).

Descrição

Atendem pacientes e clientes para prevenção, habilitação e reabilitação de pessoas utilizando procedimentos específicos de musicoterapia. Habilitam pacientes e clientes; realizam diagnósticos específicos; analisam condições dos pacientes e clientes. Atuam na orientação de pacientes, clientes, familiares, cuidadores e responsáveis. Desenvolvem, ainda, programas de prevenção, promoção de saúde e qualidade de vida.

Formação e Experiência

Para o exercício dessa ocupação é exigido curso superior em Musicoterapia, com registros nos conselhos profissionais pertinentes. No caso específico da Musicoterapia, podem atuar profissionais de outras áreas com especialização em Musicoterapia.

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O que é Musicoterapia?

A Musicoterapia é uma ciência que se utiliza da música e seus elementos visando alcançar uma saúde global do indivíduo, lhe proporcionando bem-estar e uma melhor qualidade de vida. Ela busca atingir níveis biopsicossociais do desenvolvimento humano.

Segundo a Federação Mundial de Musicoterapia (1996):

“Musicoterapia é a utilização da música e/ou seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia) por um musicoterapeuta qualificado, com um cliente ou grupo, em um processo para facilitar, e promover a comunicação, relação, aprendizagem, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, no sentido de alcançar necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas. A Musicoterapia objetiva desenvolver potenciais e/ou restabelecer funções do indivíduo para que ele/ela possa alcançar uma melhor integração intra e/ou interpessoal e, consequentemente, uma melhor qualidade de vida, pela prevenção, reabilitação ou tratamento”.

Objetivo geral

 Proporcionar um espaço terapêutico propício à expressão, através de experiências musicais e das relações que se desenvolvem por meio delas, promovendo o bem-estar da criança e uma melhora de suas habilidades.

 O projeto tem o objetivo de oferecer a XX pessoas com idade entre x e x anos, com deficiência intelectual e/ou múltipla APAE Curvelo, um método terapêutico complementar que utiliza a música e os seus elementos como forças dinâmicas de mudança para promoção de saúde por meio de prevenção, reabilitação e/ou tratamento.  Com as ações previstas no projeto, espera-se as potencialidades do ser humano,

proporcionando ganhos motores, emocionais, psicológicos e sociais ao praticante.

Objetivos específicos

 Oferecer um ambiente terapêutico onde a criança possa se expressar e ter voz sobre suas ações;

 Proporcionar a estimulação global da criança, envolvendo aspectos sensório-motores, cognitivos, afetivos e interpessoais;

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Proporcionar um momento de prazer e alegria para o paciente;

 Mostrar novas possibilidades de engrandecimento pessoal dentro das limitações que a criança apresenta.

Justificativa e aplicabilidade do projeto

Já é de amplo conhecimento o poder de cura pela arte. Existem diversos tipos de terapia que se utilizam de artes variadas para desenvolver as potencialidades em grupos específicos com fatores ou psicológicos limitantes.

A musicoterapia, como disciplina, teve início no século 20, após as duas guerras mundiais, quando músicos amadores e profissionais passaram a tocar nos hospitais de vários países da Europa e dos estados Unidos, para os soldados veteranos. Logo, os médicos e enfermeiros, puderam notar melhoras no bem-estar dos pacientes.

De lá para cá, a música vem sendo cada vez mais incorporada às práticas alternativas e terapêuticas. Em 1972, foi criado o primeiro curso de graduação no Conservatório Brasileiro de Música, do Rio de Janeiro. Hoje, no mundo, existem mais de 127 cursos, que vão de graduação ao doutorado.

A música ajuda porque é um elemento com que todo mundo tem contato. Através dos tempos, cada um de nós já teve, e ainda tem, a música em sua vida. Sendo inerente ao ser humano, a música é capaz de estimular e despertar emoções, reações, sensações e sentimentos.

A música trabalha, ainda, os hemisférios cerebrais, promovendo o equilíbrio entre o pensar e o sentir, resgatando a “afinação” do indivíduo, de maneira coerente com seu diapasão interno. A melodia trabalha o emocional, a harmonia, o racional e a inteligência. A força organizadora do ritmo provoca respostas motoras que, através da pulsação, dá suporte para a improvisação de movimentos, para a expressão corporal.

Os procedimentos em musicoterapia contemplam o princípio da integralidade da assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo de ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema de saúde.

Atualmente, não há atendimento de Musicoterapia na ASPAC, embora outras terapias correlatas sejam realizadas, como a fisioterapia, terapia fonoaudiológica e terapia ocupacional.

A Musicoterapia consiste em um processo sistemático de intervenção no qual o terapeuta ajuda o cliente a promover a saúde utilizando experiências musicais e as relações que

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se desenvolvem através delas como forças dinâmicas de mudança. O musicoterapeuta oferta aos seus pacientes diversos tipos de experiências musicais nas quais o paciente pode se envolver ativamente, por meio desta participação, ao cantar, tocar um instrumento, mover-se com a música etc., são promovidas as mudanças necessárias para alcançar os objetivos clínicos traçados.

Nas últimas décadas, vários estudos na área de neurociências têm buscado explicar o modo de funcionamento do processamento musical pelo sistema nervoso central e seus possíveis usos para a prática clínica musicoterapêutica.

Muitas pesquisas na área de Musicoterapia, também nas últimas décadas, suportam uma prática baseada em evidências com efeitos positivos com pessoas com deficiência intelectual e/ou múltiplas nas áreas de comunicação, coordenação motora, relacionamento social, cognição etc.

A ASPAC já identificou entre seus acolhidos o interesse pela música e, por esta razão, deseja desenvolver o projeto de Musicoterapia com o público atendido pela instituição.

Metodologia

Os métodos ou técnicas utilizados em Musicoterapia são ferramentas para o processo musicoterápico que, por meio de intervenções adequadas, permitirão ao terapeuta atingir os objetivos estabelecidos. São basicamente quatro:

Audição musical, onde o cliente ouve música e responde à experiência de maneira

receptiva. É utilizada como meio estimulador e/ou como continente para o setting.

Re-criação musical inclui o ato de executar, reproduzir, transformar e interpretar

qualquer parte ou o todo de um modelo musical pré-existente. Pode acontecer de forma tocada, cantada, gesticulada.

Improvisação musical acontece por meio de um estímulo rítmico, sonoro, vocal,

corporal, visual, podendo ser livre ou induzida. Propicia ao indivíduo expressar-se e criar.

Composição musical, por meio de estímulos específicos, é a criação de qualquer tipo de

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Exemplos de atividades que podem vir a ser utilizadas:

Audição musical: - canções de ninar - canções infantis

- música vocal e instrumental - diferentes estilos e compositores

Re-criação musical: - jogos musicais - pergunta e resposta

- sons instrumentais, vocais e corporais

Improvisação musical: - diálogos sonoros - movimentação corporal - vocalizações musicais

Composição musical: - palavras do cotidiano - paródias

- estórias musicadas

Vale lembrar que estas atividades e as técnicas próprias da Musicoterapia irão variar de acordo com as demandas do paciente. Existem formas específicas de se trabalhar quando se tem os objetivos predefinidos, que serão decididos de acordo com as expectativas da família e também com as possibilidades do paciente.

Para se dar um exemplo, a linha da Musicoterapia Neurológica é a mais indicada quando se tem o objetivo de alcançar melhoras no âmbito motor do paciente. Sua atuação é mais pautada no ramo da reabilitação. Segundo ALBERTI e PFEIFER (2008, apud MONTEIRO, 2011): “A Musicoterapia Neurológica é a aplicação da música em pacientes com disfunções cognitivas, sensoriais e/ou motoras por causa de uma enfermidade neurológica. Está baseado no modelo neurocientífico da percepção e produção musical e o impacto da música sobre mudanças na funcionalidade de condutas não musicais.”

Outro exemplo que podemos demonstrar seria o de maior aplicação na linha dos atrasos do neurodesenvolvimento, como no caso do TEA (Transtorno do Espectro do Autismo). Para atuar nesta área, a Musicoterapia se mune da linha da Musicoterapia Criativa, com grande enfoque na chamada “improvisação criativa” proposta por Paul Nordoff e Clive Robbins, que hoje em dia chamamos de modelo “Nordoff-Robbins”. Ele se baseia na ideia de que toda pessoa pode fazer música, não importando se tem algum atraso de desenvolvimento ou não, e assim o terapeuta seria apenas um provedor de situações para que o paciente se expresse musicalmente. O modelo acredita que a improvisação musical pode gerar uma forma única de expressão e de diálogo entre paciente e terapeuta, e que isto depois irá se traduzir na vida diária deste paciente e em suas relações familiares e sociais. As qualidades únicas da música podem melhorar a comunicação, apoiar e dar suporte às mudanças comuns do dia-a-dia e permitir uma maior expressão e criatividade para as pessoas.

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Mais uma amostra de linha de atuação que pode ser utilizada no tratamento musicoterápico é a abordagem Músico-Centrada, muito defendida pelo musicoterapeuta brasileiro André Brandalise. Neste tipo de atuação, a Música se torna uma entidade. O terapeuta deve se munir de toda sua musicalidade clínica para propor ao paciente situações onde ele se sinta acolhido e entendido, fazendo com que assim ele se solte mais e deixe sua marca nas composições. Também é uma prática pautada na improvisação, mas também com grande foco de importância na criação de temas propostos pelo próprio paciente. Assim, ele vê algo que partiu dele mesmo virando uma música que irá lhe permitir entrar em seu mundo, e se sentir confiante e confortável para se expressar e se colocar cada vez mais. (BRANDALISE, 2001).

Estas são apenas algumas das abordagens musicoterapêuticas possíveis de serem utilizadas. Novamente reforçamos que a escolha será feita de acordo com a necessidade do paciente e da expectativa de busca da família naquele momento. Depois da análise e da anamnese feita em um primeiro encontro é que esta escolha será definida.

Entretanto, qualquer que seja a escolha das terapeutas sobre qual linha de atuação da Musicoterapia será usada, é importante dizer que sobre todas elas irá predominar o olhar Humanista. O Humanismo é uma linha de pensamento da Psicologia que surgiu na metade do século XX, despontando nas décadas de 60 e 70, com o crescimento dos estudos no ramo da Psicologia. Suas ideias partem do pressuposto que as partes do homem são menos valiosas do que o homem como um todo, ou seja, cada ser humano é único e peculiar, e portanto deve ser tratado de forma condizente com este seu valor único. Pensando com um olhar clínico, uma pessoa com uma necessidade especial merece o mesmo nível de valor e de respeito que qualquer outra, considerando também que ela não é apenas uma pessoal tem uma necessidade especial – antes de tudo ela é uma pessoa, e que deve ser tratada como tal.

Assim, o trabalho proposto irá se pautar em um respeito extremo pelo paciente e suas vontades, o respeitando como ser atuante e determinante, que tem total domínio de suas escolhas e que tem uma tendência iminente de buscar saúde, como propõe Maslow (MASLOW, 1954). A visão das terapeutas sobre o paciente será sempre positiva e empática, buscando soluções e formas de auxiliar o paciente da maneira mais prazerosa e eficiente possível.

Metas do desenvolvimento do projeto

A Musicoterapia traz uma proposta terapêutica para ajudar o manejo da dor, da ansiedade, do stress, e para melhorar a qualidade de vida, auxiliando a promoção da saúde global da criança, para que esta seja um elemento ativo dentro do processo de tratamento e na doença em si.

A música é uma forma de expressão que antecede a própria fala e a percepção musical é um fenômeno que se dá nos dois hemisférios cerebrais. Este fato ilustra a abrangência das possibilidades biológicas da música.

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Através de atividades musicais, a criança tem possibilidade de expressar-se por diversos meios, como a imitação, a mímica, a linguagem pré-verbal, transmitindo ideias e sentimentos que ela talvez ainda não seja capaz de expressar em palavras. “A criança tem possibilidade de coordenar sua voz com música e movimentos de uma maneira espontânea e sem ansiedade”. (LÓPEZ, 1998)

O ritmo, um dos elementos constitutivos da música, tem fundamental importância para o desenvolvimento psicomotor da criança. A estrutura rítmica presente nas canções infantis é atuante na relação com o ritmo corporal, da respiração, dos batimentos cardíacos, do andar, do falar, do brincar e do ritmo da criança relacionar-se com o mundo.

Existe ainda a relação da linguagem verbal e da linguagem não-verbal (neste caso, a musical), onde a música serve de grande ajuda, trabalhando de forma prazerosa o desenvolvimento da linguagem verbal, como ao cantarolar uma melodia qualquer.

Marly Chagas (1997) nos diz que “a chance de ouvir o que se canta, de improvisar aceitando o próprio material expressivo, é a chance de experimentar-se mais profundamente a si mesmo. É, enfim, a chance de desenvolver habilidades para a construção autônoma da realidade”.

A música funciona como facilitadora da expressão, auxiliando, consequentemente, o desenvolvimento da área cognitiva. Possibilita espontaneamente a movimentação corporal, proporcionando a percepção e conscientização do real esquema corporal.

Diante das características e necessidades da clientela, apresenta-se a prática musicoterápica, fundamentada em diversos autores como Benenzon (1985), que diz que “a Musicoterapia, por mover-se num contexto não-verbal, permite a introdução de mensagens que pareciam difíceis ou complicadas, e não obstante, são facilmente captadas”.

Barcellos (1992) coloca outro aspecto importante da música: o social. “...os

sons musicais facilitam as relações interpessoais”. Outro ponto a ser destacado é que na

utilização da Musicoterapia, o paciente está comprometido com a música no processo

do “fazer musical”. Ele se expressa através da própria música, de um instrumento, por

um gesto, por um olhar ou por qualquer som que ele vocalize, murmure e que esteja

disponível.

Millecco Filho, Brandão e Millecco (2001) falam objetivamente da ação da

música: “A música, como atividade vibratória organizada, afeta o corpo de duas

maneiras: objetivamente, como efeito do som sobre as células e os órgãos; e

subjetivamente, agindo sobre as emoções, que, por sua vez, influenciam numerosos

processos corporais”.

Sendo a música e seus elementos (ritmo, melodia e harmonia) instrumentos altamente estimulantes e potencializadores de bem-estar, o que se alia aos conhecimentos

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teórico-práticos de sua utilização em experiências terapêuticas, justifica-se a implantação desta prática nos serviços da Polícia Militar de Minas Gerais.

As questões referentes à operacionalização deste projeto para o CERCAT serão discutidas a

partir da demanda dos grupos terapêuticos, bem como sobre os recursos disponíveis para a prática Musicoterapêutica.

Estrutura física(ambientes e equipamentos)a ser utilizada e os recursos humanos a serem empregados na execução do projeto e abrangência do projeto

Para desenvolvimento do projeto, a ASPAC irá se utilizar de sua própria estrutura física (salas adaptadas para receber os atendimentos), mas necessita adquirir os instrumentos musicais e contratar o profissional de musicoterapia.

Serão ofertados xxx grupos de atendimento que irão envolver crianças/adolescentes/adultos e seus cuidadores, cada, totalizando XXX pessoas. Os grupos serão organizados pela equipe de coordenação e os pais serão convidados a participarem escolhendo o melhor horário. A seleção para os grupos, caso necessária, será feita por critérios técnico terapêuticos (pacientes com maior indicação) e por ordem de inscrição.

Os atendimentos terão duração média de 45 minutos e serão realizados uma vez no período de 24 meses. Cada grupo será formado por até três crianças/adolescentes/adultos e um de seus familiares ou cuidadores (pai, mãe, avó etc.).

Plano de atividades:

Atividades Data de inicio Data de término Valor estimado Aquisição de instrumentos musicais. No mês de assinatura do termo de compromisso. 4 meses após a assinatura do termo de compromisso. R$ 4.000,00 Contratação de musicoterapeuta. No mês de assinatura do termo de compromisso. 12 meses após assinatura do termo de compromisso. R$36.000,00

Avaliação de resultados No mês de assinatura do termo de compromisso. 12 meses após assinatura do termo de compromisso. Não se aplica

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Musicoterapia no SUS

Conforme a portaria 145, publicada no dia 11 de janeiro de 2017, o Ministério da Saúde inclui a Musicoterapia como uma forma de tratamento que será oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Tal forma de terapia passa a figurar na tabela dos atendimentos na categoria de "ações de promoção e prevenção em saúde".

Experiências clínicas das proponentes

Ambas as proponentes possuem experiências de atuação nas seguintes instituições:  AMR – Associação Mineira de Reabilitação

Foco: Crianças e adolescentes com Paralisia Cerebral e suas comorbidades.

 Casa Mágica: Brincar, Crescer e Criar

Foco: Pessoas com idades variadas e com síndromes variadas.

 Casa Lucas – Casa de Acolhimento Institucional para crianças

Foco: Crianças de 0 a 3 anos, que sofrem de negligência familiar.

 Clínica de Musicoterapia para pessoas com Distúrbios do Neurodesenvolvimento (UFMG)

Foco: Crianças e adolescentes que sofrem com Autismo, TDAH, Síndrome de Down e Déficits de atenção.

 Hospital João XXIII – Unidade de Cuidados Progressivos (UCP)

Foco: Adultos que sofreram traumas (como Traumatismo Craniano ou AVC) ou acidentes.

 Asilo Cidade Ozanam

Foco: Idosos que vivenciam sua senescência ou senilidade.

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Bibliografia

 CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE OCUPAÇÕES, 2002. Disponível em: <www.mtecbo.gov.br>. Acesso em 01 de novembro de 2016. (Fazer a consulta com a palavra-chave “musicoterapeuta”).

 WORLD FEDERATION OF MUSIC THERAPY. Definition. Disponível em: <http://www.wfmt.info/>.

ALBERTI e PFEIFER (2008, apud MONTEIRO, 2011). A Musicoterapia com o paciente vítima de AVC e Traumatismo Craniano. Disponível em: <https://goo.gl/1CKVpq>.

NORDOFF e ROBBINS. History. Disponível em: <https://www.nordoff-robbins.org.uk/>. BRANDALISE, André. Musicoterapia Músico-Centrada. Editora Apontamentos, 2001.

LÓPEZ, Anna Lúcia L. A influência das músicas infantis no desenvolvimento psicomotor da criança. Revista Brasileira de Musicoterapia, n° 4. Rio de Janeiro: UBAM, 1998.

CHAGAS, Marly. Musicoterapia e psicoterapia corporal. Revista Brasileira de Musicoterapia, n° 3. Rio de Janeiro: UBAM, 1997.

BENEZON, Rolando. O manual de musicoterapia. Argentina: Enelivros, 1985. BRUSCIA, Kenneth E. Definindo musicoterapia. Rio de Janeiro: Enelivros, 2000.

BARCELLOS, Lia Rejane Mendes. Cadernos de musicoterapia1. Rio de Janeiro: Enelivros, 1992.

MINAS GERAIS. Polícia Militar. Comando-Geral. Diretriz para Produção de Serviços de Segurança Pública nº 3.01.05/2010-CG: Regula a Atuação da Polícia Militar de Minas Gerais segundo a filosofia dos Direitos Humanos. Belo Horizonte: PMMG - Comando-Geral, 2010. 74 p.: II.

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MASLOW, Abraham. Motivation and Personality. Editora Harper. 1954.

 MILLECCO FILHO, Luís Antônio; BRANDÃO, Maria Regina Esmeraldo; MILLECCO, Ronaldo Pomponét. É preciso cantar – musicoterapia, cantor e canções. Rio de Janeiro: Enelivros, 2001.

FRANCO, Vítor. Dimensões transdisciplinares do trabalho de equipe em intervenção precoce. Universidade de Évora - Portugal, 2007.

GUERRERO, Nina; MARCUS, David; TURRY, Alan. Nordoff–Robbins Music Therapy. In: VÁRIOS AUTORES. The Oxford Handbookof Music Therapy. Cap. 15. 2015.

 BRASIL. Portaria nº 145, de 11 de janeiro de 2017. "Altera procedimentos na Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses, Próteses e Materiais Especiais do SUS para atendimento na Atenção Básica."

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Referências

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