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Biblioteca Digital do IPG: Relatório de Estágio Curricular - Marques de Almeida, J. Nunes & Victor Simões, SROC (CTOC)

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Academic year: 2021

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(1)C on te. úd o. Pr ot. eg id. o. INSTITUTO POLITÉCNICO DA GUARDA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO. JOANA GABRIELA DA SILVA TAPADA MARÇO 2008. RELATÓRIO FINAL PARA OBTENÇÃO DO GRAU DE LICENCIATURA EM CONTABILIDADE, CELEBRADO AO ABRIGO DO PROTOCOLO ENTRE ESTG/CTOC.

(2) AGRADECIMENTOS Não podia deixar de agradecer à minha família, pais, mano, pelo apoio incondicional que sempre me deram. Sei que estão orgulhosos por ter concluído mais esta etapa, e este trabalho é em parte para vós. Especialmente quero agradecer aos meus pais por terem suportado os encargos dos meus estudos, e pela confiança que me incutiram ao longo dos meus anos de vida, sei que é a vós que devo o facto de ser aquilo que sou. o. hoje.. eg id. Ao meu príncipe pelo apoio prestado e pela paciência demonstrada ao longo destes anos. OBRIGADO POR EXISTIRES E POR ME FAZERES SORRIR!!!!. Pr ot. Aos meus amigos, colegas pelos bons momentos que passámos juntos, suportaram as minhas ausências, bem como as minhas presenças!. úd o. À Drª. Ana Lopes , que me orientou na realização do relatório de estágio pois procurou. C on te. sempre ensinar-me e apoiar-me, muito Obrigada.. Ao Dr. Victor Simões pela disponibilidade em me receber no seu gabinete, de forma a tornar possivel a realização do estágio curricular, muito Obrigada.. Durante o estágio, não só adquiri experiência técnica e profissional, como também tive oportunidade de conhecer pessoas que, em poucos meses, conquistaram a minha admiração e me transmitiram os seus conhecimentos tratando-me com respeito e amizade, a eles um muito Obrigada.. Agradeço a todos os que contribuiram positivamente para a minha caminhada..... Joana.

(3) IDENTIFICAÇÃO DO ESTAGIÁRIO Nome: Joana Gabriela da Silva Tapada. Nº Aluno: 8054. Curso: Contabilidade. Tecnologias e Gestão. Pr ot. Professor Acompanhante: Ana Isabel Lopes. eg id. o. Estabelecimento de Ensino: Instituto Politécnico da Guarda – Escola Superior de. Empresa Receptora de Estágio: : Marques de Almeida, J. Nunes & Victor Simões,. úd o. SROC.. C on te. TOC Supervisor: Dr. Nuno Fragona. Periodo de Estágio: 1 de Outubro de 2007 a 31 de Dezembro de 2007.

(4) Relatório de Estágio. ÍNDICE ÍNDICE ............................................................................................................................. I  ÍNDICE DE ANEXOS ................................................................................................... IV  ÍNDICE DE FIGURAS ....................................................................................................V  ÍNDICE DE GRÁFICOS ............................................................................................... VI  ÍNDICE DE QUADROS ............................................................................................... VII  GLOSSÁRIO DE SIGLAS ............................................................................................ IX  INTRODUÇÃO ................................................................................................................ 1 . eg id. o. CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA RECEPTORA DE ESTÁGIO ........................... 2. 1. Enquadramento genérico das rotinas da Contabilidade ............................................ 5. Pr ot. 1.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS............................................................................... 5  1.2. RECEPÇÃO, ORGANIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÂO DE DOCUMENTOS CONTABILÍSTICOS ....................................................................................................... 6 . úd o. 1.3 LANÇAMENTO INFORMÁTICO E ARQUIVO ............................................. 10. C on te. 2. Actividades desenvolvidas durante o período de estágio .......................................... 13. 2.1. INTRODUÇÃO .................................................................................................. 13  2.2 HISTORIAL DA “TRANSPORTES J&T, LDA” .............................................. 13  2.3 IDENTIFICAÇÃO DA “TRANSPORTES J&T, LDA”.................................... 14  2.4. CLASSIFICAÇÃO DE DOCUMENTOS .......................................................... 15 2.4.1 Área do Caixa……………………………………………………………...15 2.4.1.1 Classificação de documentos da Área do Caixa…………...……...…15 2.4.1.2 Controlo Interno da Área do Caixa ..………………………………17 2.4.2 Área das Contas de Depósitos à Ordem ...................................................... 17  2.4.2.1 Classificação de documentos das contas de Depósitos à Ordem…….17 2.4.2.2 Controlo Interno referente aos Depósitos à Ordem …………………19 2.4.3 Área de Clientes …………………………………………………………..20 2.4.3.1 Considerações ……………………………………………………….20 2.4.3.2 Classificação de Documentos da Área de Clientes………………….22. Y. I. Joana Tapada.

(5) Relatório de Estágio 2.4.4 Área de Fornecedores …………………………………………………….24 2.4.4.1 Considerações …………………………………………………….....24 2.4.4.2 Classificação de documentos da Área de Fornecedores …………….25 2.4.4.3 Controlo Interno da Área de Clientes e de Fornecedores …………...30 2.4.5 Área de Gestão de Recursos Humanos ……………………………...……33 2.4.5.1 Considerações ………………………………………………………33 2.4.5.2 Taxa Social Única (TSU) …………………………………………..34 2.4.5.3 Processamento e Pagamento dos Salários ………………………….35 2.4.6 Área de Apuramento de Impostos e Contribuições …………………….39 2.4.6.1 Apuramento do IVA ………………………………………………..39. o. 2.4.6.2 Apuramento das Contribuições relacionadas com os Recursos. eg id. ..............................Humanos……………………………………………………………44 2.4.7 Pagamentos Especiais por Conta e Pagamentos por Conta ……………….46 2.4.7.1 Valores Pagos em 2007 ……………………………………………..46. Pr ot. 2.4.7.2 Valores a Pagar em 2008 ................... ………………………………48. úd o. 3. Trabalho de Fim de Exercício................................................................................... 49. 3.1 CONSIDERAÇÕES …………………………………………………………….49. C on te. 3.2 DISPONIBILIDADES………………......………………………………………50 3.3 DÍVIDAS DE/A TERCEIROS…………………………………………………..51 3.4 OUTROS DEVEDORES E CREDORES………………………………………..52 3.5 ACRÉSCIMOS E DIFERIMENTOS ………………………………………..….52 3.6 AJUSTAMENTOS ………………………………………………………………57 3.7 IMOBILIZADO …………………………………………………………………57 3.8 BALANCETE RECTIFICADO (MÊS 13) ……………………………………..60 3.9 BALANCETE DE APURAMENTO DE RESULTADOS (MÊS 14) …………..60 3.9.1 Apuramento dos Resultados Operacionais ………………………………….61 3.9.2 Apuramento dos Resultados Financeiros …………………………………...62 3.9.3 Apuramento dos Resultados Correntes …………………………….………..62 3.9.4 Apuramento dos Resultados Extraordinários ……………………...………..63 3.9.5 Apuramento do Resultado Antes de Imposto ………………………………63 3.9.6 Apuramento do Imposto sobre o Rendimento ………………………………64 3.9.7 Apuramento do Resultado Liquido do Exercício …………………………...64. Y. II. Joana Tapada.

(6) Relatório de Estágio 3.10 BALANCETE FINAL (MÊS 15) ………………………………………………65 3.11 DOCUMENTOS DE PRESTAÇÃO SE CONTAS ……………………………65 3.11.1 Relatório de Gestão …………………………………….………………….66 3.11.2 Contas do Exercício ………………………………………………….....….66 3.11.3 Demais Documentos de Prestação de Contas ………………………….…..67 3.11.4 Dossier Fiscal ………………………………………………………….…..68. 4. Obrigações Declarativas do Sujeito Passivo .........................................................69. 4.1 Modelo 22 de IRC ......…………………………………………………………69. o. 4.1.1 Considerações ,,,,………………………………………………………69. eg id. 4.1.2 Apuramento do Imposto …...…………………………………………69 4.2 Informação Empresarial Simplificada (IES) …….....…………………………74. Pr ot. 5. Análise Económica – Financeira …………………………………………………..79. úd o. 5.1 TIPO DE RÁCIOS ……………………………………………………..……….80. CONCLUSÃO …………………………………………………………………………86. C on te. BIBLIOGRAFIA ………………………………………………………………………88 ANEXOS ………………………………………………………………………………90. Y. III. Joana Tapada.

(7) Relatório de Estágio. ÍNDICE DE ANEXOS Anexo 1-Balancete do Mês de Dezembro de 2007 ( Mês 12 e Mês 13) ........................ 91  Anexo 2- Controlo de Caixa ......................................................................................... 105  Anexo 3- Reconciliação Bancária ................................................................................ 107 Anexo 4- Factura da PT ................................................................................................ 111  Anexo 5- Circularização a Clientes e Fornecedores..................................................... 113 Anexo 6- Controlo Interno do Imobilizado .................................................................. 115 . o. Anexo 7- Controlo Interno das Contas de Clientes e Fornecedores ............................. 117 . eg id. Anexo 8- Declaração Periódica de IVA ....................................................................... 120 Anexo 9- Pagamento da TSU ....................................................................................... 123 Anexo 10- Declaração de Retenção na Fonte e Montante a Entregar em Dezembro .. 125 . Pr ot. Anexo 11- Controlo Interno dos Impostos a Entregar ao Estado ................................. 127 Anexo 12- Cálculo dos PC e PEC ................................................................................ 129  Anexo 13- Controlo Interno dos Acréscimos e Diferimentos ...................................... 132 . úd o. Anexo 14- Mapas de Amortização ............................................................................... 134  Anexo 15- Abate de Algumas Viaturas ........................................................................ 140 . C on te. Anexo 16- Balancete do mês 14....................................................................................142 Anexo 17- Relatório de Gestão .................................................................................... 156 Anexo 18- Balanço ....................................................................................................... 158  Anexo 19- Demonstração dos Resultados por Natureza .............................................. 161 Anexo 20- Anexo ao Balanço e à Demonstração de Resultados.................................. 163 Anexo 21- Demonstração dos Resultados por Funções ............................................... 172  Anexo 22- Demosntração dos Fluxos de Caixa............................................................ 174 Anexo 23- Anexo da Demonstração dos Fluxos de Caixa ........................................... 176  Anexo 24- Certificação Legal de Contas ...................................................................... 178  Anexo 25- Relatório Anual sobre a Fiscalização efectuada ......................................... 180 Anexo 26- Modelo 22 ................................................................................................... 183  Anexo 27- Informação Empresarial Simplificada (IES) .............................................. 189. Y. IV. Joana Tapada.

(8) Relatório de Estágio. ÍNDICE DE FIGURAS  . Figura 1- Organograma Global da Marques de Almeida, J. Nunes & V. Simões,SROC .4 Figura 2- Organogrma da Delegação da Guarda .............................................................. 4  Figura 3- Classificação de Pagamentos por Caixa ......................................................... 16  Figura 4- Classificação das Despesas Bancárias da Factura da PT Comunicações ....... 18  Figura 5- Classificação de Depósitos ............................................................................. 19. o. Figura 6- Classificação de Prestação de Serviços .......................................................... 22 . eg id. Figura 7- Classificação da Alienação de Imobilizado Corpóreo .................................... 23  Figura 8- Classificação de uma Factura relativa a uma compra de Imobilizado ........... 25 Figura 9- Classificação de um Pagamento de uma Factura ............................................ 26. Pr ot. Figura 10- Classificação da Compra relativa ao consumo de Gasóleo (viatura ligeira de mercadorias .................................................................................................. 27  Figura 11- Classificação da Compra relativa ao consumo de Gasóleo (viatura pesada de. úd o. mercadorias) ............................................................................................... 28 Figura 12- Classificação dos Trabalhos Especializados Prestados à Empresa .............. 29 . C on te. Figura 13- Mapas das Facturas em Vencimento ........................................................... 32  Figura 14- Esquema do Apuramento de IVA ................................................................ 42 Figura 15- Esquema das Operações de Fim de Exercício ............................................. 49  Figura 16- Resumo dos Documentos de Prestação de Contas ....................................... 69  . Y. V. Joana Tapada.

(9) Relatório de Estágio. ÍNDICE DE GRÁFICOS  . Gráfico 1 – Representação Gráfica da Evolução das Prestações de Serviços nos anos 2006 e 2007 .................................................................................................................... 21  Gráfico 2 – Representação Gráfica da Evolução da Conta de Fornecedores entre os anos. C on te. úd o. Pr ot. eg id. o. 2006 e 2007. ................................................................................................................... 24 . Y. VI. Joana Tapada.

(10) Relatório de Estágio. ÍNDICE DE QUADROS. Quadro 1- Sócios da “Transportes J&T, Lda.” ............................................................. . 15 Quadro 2- Lançamento Interno de Regularização da Conta de Depósitos à Ordem da Empresa ....................................................................................................... 20  Quadro 3- Evolução das Prestações de Serviços de 2006 a 2007 .................................. 21  Quadro 4- Evolução da Conta de Fornecedores entre 2006 e 2007 ............................... 24 . o. Quadro 5- Classificação relativo ao Fornecimento de Comunicações ........................... 30. eg id. Quadro 6- TSU aplicáveis aos Órgãos e aos Trabalhadores em Geral (Regime Geral) 35  Quadro 7- Classificação do Processamento de Remunerações ...................................... 36  Quadro 8- Classificação do Processamento dos Encargos Patronais ........................... 37. Pr ot. Quadro 9-Classificação do Pagamento das Remunerações ............................................ 37 Quadro 10-Classificação do Pagamento da TSU ........................................................... 38  Quadro 11- Classificação do Pagamento de IRS ............................................................ 39. úd o. Quadro 12- Classificação do Apuramento de IVA ......................................................... 43  Quadro 13- Classificação do IVA a Pagar ..................................................................... 43 . C on te. Quadro 14- Classificação do Pagamento da TSU .......................................................... 44 Quadro 15- Classificação do Pagamento do Imposto Retido ........................................ 45  Quadro 16- Classificação da Contabilização do Seguro ………………………………54 Quadro 17-Classificação so Subsidio de Férias de 2007 a pagar em 2008 .................... 55  Quadro 18- Classificação do Subsidio de Férias de 2008 .............................................. 56  Quadro 19- Classificação dos Outros Acréscimos e Diferimentos ................................ 56 Quadro 20- Classificação da Amortização de uma Viatura Ligeira ............................... 60  Quadro 21- Apuramento dos Resultados Operacionais................................................. 61 Quadro 22- Apuramento dos Resultados Financeiros .................................................... 62 Quadro 23- Apuramento dos Resultados Correntes ....................................................... 62  Quadro 24- Apuramento dos Resultados Extraórdinários .............................................. 63 Quadro 25- Apuramento do Resultado Antes de Imposto.............................................. 63  Quadro 26- Apuramento do Imposto s/ Rendimento .................................................... 64  Quadro 27- Apuramento do Resultado Líquido do Exercício ....................................... 65 Quadro 28- Resumo dos Documentos de Prestação de Contas ..................................... 68 . Y. VII. Joana Tapada.

(11) Relatório de Estágio Quadro 29- Apuramento do Lucro Tributável …………………………………...........71 Quadro 30- Apuramento das Tributações Autónomas ................................................... 72 Quadro 31- Rácio de Rentabilidade Económica............................................................. 80  Quadro 32- Rácio de Rentabilidade Financeira ............................................................. 81  Quadro 33- Rácio de Rentabilidade Comercial .............................................................. 81  Quadro 34- Rácio da Rotação do Activo ........................................................................ 82  Quadro 35- Rácio do Prazo Médio de Recebimento ...................................................... 82 Quadro 36- Rácio do Prazo Médio de Pagamento ......................................................... 83 Quadro 37- Rácio de Endividamento ............................................................................. 84  Quadro 38- Rácio de Solvabilidade ................................................................................ 84 . C on te. úd o. Pr ot. eg id. o. Quadro 39- Rácio de Liquidez Geral............................................................................. 85. Y. VIII. Joana Tapada.

(12) Relatório de Estágio. GLOSSÁRIO DE SIGLAS DESCRIÇÃO. ABDR. Anexo ao Balanço e à Demonstração de Resultados. CAE. Classificação de Actividade Económica. CIRC. Código do Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Colectivas. CIRS. Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares. CIVA. Código do Imposto do Valor Acrescentado. CSC. Código das Sociedades Comerciais. CTOC. Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas. CTT. Correio de Portugal. DGCI. Direcção Geral das Contribuições e Impostos. ESTG. Escola Superior de Tecnologia e Gestão. IAPMEI. Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação. IES. Informação Empresarial Simplificada. IRC. Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Colectivas. IRS. Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares. IVA. Imposto sobre o Valor Acrescentado. NIF. Número de Identificação Fiscal. eg id. Pr ot. úd o. C on te. PC. o. SIGLA. Pagamento por Conta. PCGA. Principios Contabilísticos Geralmente Aceites. PEC. Pagamento Especial por Conta. POC. Plano Oficial de Contabilidade. PT. Portugal Telecom. RITI. Regime do Iva nos Transações Intracomunitárias. SROC. Sociedade de Revisores Oficiais de Contas. TA. Tributação Autónoma. TIR. Transportes Internacionais Rodoviários. TSU. Taxa Social Única. VN. Volume de Negócios. Y. IX. Joana Tapada.

(13) Relatório de Estágio. Introdução No presente relatório vai ser feita uma abordagem reflexiva e descritiva de um conjunto de operações e de procedimentos, os quais fizeram parte das actividades desenvolvidas no estágio.. O relatório tem por base o estágio curricular que se desenvolveu na empresa Marques de Almeida, J. Nunes & V. Simões, SROC, que se iniciou em Outubro de 2007 e foi. o. concluído em Dezembro de 2007.. eg id. Como forma a proceder à elaboração do presente relatório de estágio, foi escolhida uma das empresas que é cliente da empresa receptora do estágio. Assim, essa sociedade vai servir de referencial à aplicação dos procedimentos contabilísticos que suportam a. Pr ot. realização do Estágio. No entanto, qualquer referência a dados que possam ser susceptíveis de identificar a empresa em análise, em cumprimento de princípios gerais definidos de acordo com artigo 10º do Código Deontológico dos Técnicos Oficiais de. úd o. Contas, o dever de sigilo profissional, é omitida a identificação da empresa. A designação da respectiva empresa passa a ser “Transportes J&T, Lda.”. Trata-se de. C on te. uma empresa que tem como actividade principal o transporte internacional de mercadorias em camiões Transportes Internacionais Rodoviários de frota própria.. No presente relatório, começa-se por fazer uma apresentação da empresa onde o estágio se desenrolou. No primeiro ponto, são apresentadas as actividades de rotina da Contabilidade, desde a recepção dos documentos até ao lançamento informático dos mesmos. O segundo ponto começa com uma apresentação da empresa que vai servir de base a este relatório, onde se dá inicio ao tratamento dos procedimentos contabilísticos necessários á execução das tarefas que a realização do estágio ao abrigo do protocolo celebrado entre a Escola Superior de Tecnologias e Gestão da Guarda e a Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas obriga. No ponto três desenvolve-se o trabalho de fim de exercício. No ponto quatro ocorre uma análise económica e financeira.. 1.

(14) Relatório de Estágio. Caracterização da empresa receptora de estágio Denominação Social: Marques de Almeida, J. Nunes & V. Simões, SROC. Pessoa Colectiva (NIPC): 505 261 898. Estrutura Jurídica: Sociedade Civil. o. Ordem dos Revisores Oficiais de Contas: SROC n.º 176. Auditoria e Consultoria Fiscal. úd o. Capital Social: 5000 Euros. Pr ot. Objecto Social: Revisão Legal de Contas. eg id. Classificação de Actividade Económica: 74120- Actividades de Contabilidade,. C on te. Sócios:. ¾ Dr. José Joaquim Marques de Almeida, ROC n.º 571 ¾ Dr. João Andrade Nunes, ROC n.º 1062 ¾ Dr. Victor Manuel Lopes Simões, ROC n.º 780. Data da Constituição da Sociedade: Empresa constituída por escritura pública, lavrada no cartório notarial de Celorico da Beira, em 7 de Março de 2001.. Endereço:. Sede: Av. Fernão de Magalhães, n.º 619 – Edifício Mondego, sala 101, 3000178 Coimbra 2.

(15) Relatório de Estágio Contactos: Telefone: 239821777 e Fax: 239841027. E-mail: [email protected]. Delegação da Guarda: Av. Rainha D. Amélia, nº 144, 6300-749 Guarda. Contactos: Telefone: 271227303 e Fax: 271 227 304. E-mail: [email protected]. o. Delegação de Viseu: Av. Alberto Sampaio, n.º 65, 1º Posterior Esquerdo, 3510-. eg id. 030 Viseu. Pr ot. Contactos: Telefone: 232434277 e Fax: 232435279. C on te. Historial. úd o. E-mail: [email protected]. A empresa Marques de Almeida, J. Nunes & V. Simões, SROC, iniciou a sua actividade em 7 de Março de 2001. As suas instalações encontram-se localizadas na zona centro do nosso país (Coimbra, Guarda e Viseu) de maneira a alcançar uma vasta carteira de clientes, sendo a sede localizada em Coimbra.. A actividade que a empresa desenvolve, pauta-se pelos elevados padrões de qualidade e rigor, para satisfazer as necessidades dos seus clientes.. Integram no quadro técnico profissionais qualificados, bem como possuidores de uma elevada competência e aptidão profissional, em vários domínios da actividade, tais como, Auditoria, Consultoria de Gestão, Consultoria Financeira e Consultoria Fiscal e Contabilidade.. 3.

(16) Relatório de Estágio. O organograma global da Marques de Almeida, J. Nunes & V. Simões, SROC é o seguinte:. Marques de Almeida, J. Nunes & V. Simões, SROC. Coimbra Sede Dr. Marques de Almeida. Viseu Delegação Dr. João Nunes. eg id. o. Guarda Delegação Dr. Victor Simões. Figura 1 – Organograma Global da Marques de Almeida, J. Nunes & V. Simões, SROC. Pr ot. (Fonte: Elaboração Própria). úd o. A estrutura organizacional na filial da empresa Marques de Almeida, J. Nunes & V.. C on te. Simões, SROC, na qual decorreu o estágio, é a que de seguida se apresenta:. Guarda Delegação Dr. Victor Simões. Dr. Manuel Rodrigues (Advogado). Dr. Luís Dias (Economista). Dra. Manuela Tenreiro (Assessora de Direcção). Dra. Catarina Fernandes (TOC). Dr. Nuno Fragona (Auditor). Figura 2 – Organograma da Delegação da Guarda. 4.

(17) Relatório de Estágio (Fonte: Elaboração Própria). 1.Enquadramento genérico das rotinas da Contabilidade 1.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS O estágio curricular decorreu entre 01 de Outubro de 2007 e 31 de Dezembro de 2007, o. o. horário laboral foi de segunda a sexta-feira das 9:00h às 12:30h e das 14:00h às 18:30h.. eg id. O supervisor de estágio na Marques de Almeida, J. Nunes & V. Simões, SROC, foi o Dr. Nuno Filipe Furtado de Almeida Fragona, onde exerce funções de Auditor e é. Pr ot. Técnico Oficial de Contas (TOC) n.º 50733.. De forma a cumprir o que o artigo 6º do Regulamento de Estágio da CTOC, durante o período de estágio decorrido na Marques de Almeida, J. Nunes & V. Simões, SROC,. Aprendizagem relativa à forma como se organiza a contabilidade, nos termos do. C on te. •. úd o. foram efectuadas as seguintes tarefas:. plano de contas oficialmente aplicável, desde a recepção de documentos até ao seu arquivo, classificação e registo; •. Práticas de controlo interno;. •. Apuramento de contribuições e impostos e preenchimento das respectivas declarações;. •. Encerramento de contas e preparação das demonstrações financeiras e restantes documentos que compõem o “dossier fiscal”;. •. Preparação da informação contabilística para relatórios e análise de gestão;. •. Identificação e acompanhamento relativo à resolução de questões da organização, com o recurso a contactos com os serviços relacionados com a profissão;. 5.

(18) Relatório de Estágio De forma a especificar pormenorizadamente o trabalho realizado associado à área da contabilidade, passa-se a discriminar os procedimentos e contabilização a adoptar em alguns casos.. 1.2. RECEPÇÃO, ORGANIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÂO DE DOCUMENTOS CONTABILÍSTICOS   No início do estágio comecei por ter conhecimento de como os documentos são tratados. eg id. o. e trabalhados, pois estes são a base de todo o processo e registo contabilísticos.. Pr ot. Recepção. A recepção é a primeira fase do tratamento dos documentos e consiste em receber todos. úd o. os documentos respeitantes ao desenrolar da actividade económica da empresa. Os documentos são entregues na Marques de Almeida, J. Nunes & V. Simões, SROC., com. C on te. uma periodicidade mensal, pelos clientes.. Organização. A segunda etapa do tratamento dos documentos é a sua organização, que consiste na separação dos mesmos por cliente, e de acordo com as suas especificidades e operações a que respeitem, de modo a tornar mais rápida e eficaz a sua classificação e lançamento.. Ou seja, os documentos contabilísticos são separados pelo período a que dizem respeito, por ordem cronológica, e são colocados em dossiers, de acordo com um código interno.. No entanto, também se dá importância à natureza dos documentos, nomeadamente se são facturas de fornecedores, pagamentos de salários, documentos bancários e outros. A finalidade desta separação é facilitar a sua consulta. 6.

(19) Relatório de Estágio. Na empresa Marques de Almeida, J. Nunes & V. Simões, SROC., a organização é feita em pastas de arquivo próprio, as quais designamos de Diários. Os Diários que são utilizados pela empresa são os seguintes: • Diário de Compras; • Diário de Bancos; • Diário Caixa/ Vendas; • Diário Operações Diversas.. o. No Diário de compras, ordenam-se os documentos de acordo com as suas. eg id. características e datas a que dizem respeito, tais como: facturas de fornecedores, notas de débito, notas de crédito, vendas a dinheiro, recibos e todo o tipo de documentos que digam respeito a compras que são suportadas pela empresa no decorrer da sua. Pr ot. actividade.. Do Diário de Bancos, constam todos os extractos bancários e restantes documentos das. úd o. varias utilizações das contas bancárias da empresa. São ordenados por datas e por entidade bancária de modo a facilitar a sua consulta que se torne necessário para. C on te. práticas de controlo interno.. No Diário de Caixa/Vendas, é organizado o caixa da empresa, contendo os mesmos, todos os documentos relativos a despesas pagas através do Caixa (sempre de montantes relativamente reduzidos) e as demais facturas e vendas a dinheiro a clientes, sempre separadas de acordo com o mês a que dizem respeito.. No Diário de Operações Diversas são registadas diversas operações, nomeadamente os movimentos dos fornecimentos e serviços externos (conta 62), as rendas suportadas relativas aos estabelecimentos comerciais da sociedade, as amortizações do respectivo exercício económico, o processamento de salários dos diversos meses, o apuramento do Resultado Liquido do Exercício económico, entre outros.. 7.

(20) Relatório de Estágio A cada Diário é atribuído um número, (de 1 a 4), sendo organizado por dias, começando sempre do primeiro para o último dia do mês. Após estarem ordenados por datas, os documentos são arquivados em dossiers.. Todos os documentos são numerados e, de acordo com as suas características são organizados nos vários diários, isto é, um documento que tem por número 312028, quer dizer que este documento foi contabilizado no diário 3, no mês 12 (Dezembro) e o número interno é o 028. Tudo para uma boa localização do documento quando necessário.. o. No que se refere às facturas, temos de confirmar se estão de acordo com o artigo 35º,. eg id. números 4 e 5 do Código do Imposto sobre Valor Acrescentado (CIVA), os quais referem os elementos identificativos que devem constar numa factura, que são: “os nomes, firmas e denominações sociais e a sede ou domicilio do fornecedor de bens e. Pr ot. prestador de serviços e do destinatário ou adquirente, bem como os correspondentes números de identificação fiscal dos sujeitos passivos de impostos; a quantidade e. C on te. Classificação. úd o. denominação usual dos bens transmitidos ou dos serviços prestados”.. A classificação de documentos é uma das fases mais importantes de todo o processo contabilístico logo, tendo em consideração o plano de contas que existe para cada empresa, a realização desta tarefa exige um elevado rigor por parte da pessoa que a executa. Tem por finalidade, de dar uma imagem verdadeira de todos os movimentos realizados pela empresa.. É nesta fase que se aplicamos princípios contabilísticos e normas de contabilidade estabelecidas no Plano Oficial de Contas.. 8.

(21) Relatório de Estágio. ª Princípios Contabilísticos. Com o objectivo de obter uma imagem verdadeira e apropriada da realidade da situação económica da empresa, enumeram-se os seguintes princípios contabilísticos fundamentais, os quais devem ser seguidos, e tidos em conta constantemente: • Princípio da especialização (ou acréscimo) – segundo Araújo (2008), torna-se necessário proceder ao reconhecimento dos Proveitos e dos Custos no momento em que ocorreram e não no momento em que foram recebidos ou pagos. De forma a corresponder a esta necessidade, torna-se. o. necessário identificar, sobretudo no momento do encerramento os. eg id. diversos diferimentos e acréscimos a reconhecer nas contas respectivas;. Pr ot. • Princípios do custo histórico – os registos contabilísticos devem basear-se em custos de aquisição ou de produção, como por exemplo no cálculo das amortizações do imobilizado;. úd o. • Princípios da prudência – por exemplo, no trabalho de fim de exercício, quando os serviços de contabilidade não possuam a documentação. C on te. respectiva, devem fazer estimativas com base nos conhecimentos que se possuam nesse período, nunca esquecendo que tem que haver um grau de preocupação ao fazê-lo;. • Princípio da continuidade – a empresa opera continuamente no tempo, desde 1985, ano da sua constituição. Ao longo dos anos, aquando da preparação das demonstrações financeiras, a gerência deve fazer uma avaliação da capacidade de que a empresa tem de prosseguir como uma entidade em continuidade. • Princípio de consistência – quando a empresa quiser alterar as suas politicas contabilísticas tem que referir essa alteração no Anexo ao Balanço e à Demonstração de Resultados.. 9.

(22) Relatório de Estágio • Princípios da materialidade – Nas demonstrações financeiras que são obtidas ao longo do trabalho de fim de exercício, devem-se evidenciar todos os elementos que sejam relevantes e que possam vir a influenciar as avaliações e decisões dos utentes. • Princípios da substância sob a forma – as operações devem ser contabilizados atendendo à sua realidade financeira e não apenas à sua forma legal.. eg id. o. ª Contabilidade Organizada A obrigação que os sujeitos passivos têm de ter contabilidade organizada está regulada pelos artigos 115º do Código do Imposto sobre o Rendimento Colectivo e o 117º, nº 1. Pr ot. do Código do Imposto sobre o Rendimento Singular.. Todas as empresas têm contabilidade organizada onde existem livros obrigatórios,. úd o. mencionados no artigo 31º do Código Comercial e devem ser legalizados segundo o artigo 32º desse mesmo código, na qual é a Conservatória do Registo Comercial, de. C on te. onde o sujeito passivo tiver a sua sede, a entidade que trata deste processo. No caso da “Transportes J&T, Lda.” é na Guarda.. Todavia, se a empresa possuir um programa de contabilidade licenciado, o único livro imposto é o livro de actas. As funções desenvolvidas durante o estágio, estiveram relacionadas com empresas que têm contabilidade organizada.. 1.3 LANÇAMENTO INFORMÁTICO E ARQUIVO Actualmente foi deixado de lado o registo manual dos documentos, passando a utilizarse o suporte informático.. Após ser feita uma classificação prévia dos documentos, procede-se ao seu lançamento em suporte informático; programa esse que permite ao utilizador extrair todo o tipo de 10.

(23) Relatório de Estágio mapas e informações necessárias para que o seu trabalho possa ser o mais eficaz possível.. Para tal o software utilizado para se proceder ao lançamento dos documentos, foi o POCFAG 5.0, no qual é introduzida toda a informação de todos os documentos que resultem do decorrer da actividade económica da empresa. O suporte informático é de fácil utilização, pois permite ao utilizador retirar todo o tipo de informação que se necessite, sendo esta sempre actual, o que torna possível informar o cliente, num curto espaço de tempo das mais variadas informações que este necessite. Como exemplo, mensalmente, é extraído do programa informático utilizado, o respectivo balancete, que. o. visa dar as informações das operações realizadas nesse mês e o respectivo acumulado à. eg id. data da elaboração do mesmo. A empresa no mês de Dezembro utiliza um só balancete, presente no anexo 1, no qual:. Pr ot. ™ Movimenta o processamento normal relativo a actividade do mês de Dezembro; ™ Movimenta também os lançamentos e ajustamentos necessários ao posterior. úd o. encerramento de contas. Nomeadamente, faz o processamento do subsídio de férias, calcula e contabiliza as amortizações do imobilizado, cálculo de ajustamentos,. C on te. presente no ponto 3 deste relatório.. O programa também suporta um grande número de empresas, o que o torna utilitário e eficiente.. Não esquecendo que qualquer lançamento tem que ter suporte documental, esta obrigação está prevista nas alíneas a) e b) do artigo 115º do CIRC.. Numa última fase o arquivo de documentos é composto pelo Dossier Corrente e o Dossier Fiscal. No Dossier Corrente, estão presentes todos os documentos contabilizados (do exercício em causa), organizados por meses, natureza e conteúdo, como já verificámos. No Dossier Fiscal estão presentes os documentos legais da empresa, como actas, escritura e também os documentos que envolvem procedimentos fiscais.. 11.

(24) Relatório de Estágio Segundo o artigo 40º do Código Comercial e o artigo 50º do Código do IVA, o arquivo torna-se obrigatório para todos os comerciantes. Em síntese, a organização do arquivo é fundamental, pois permite de uma forma rápida e fácil consulta dos documentos. C on te. úd o. Pr ot. eg id. o. contabilísticos.. 12.

(25) Relatório de Estágio. 2. Actividades desenvolvidas durante o período de estágio. 2.1. INTRODUÇÃO. De acordo com o artigo 3º do Código Deontológico, e o artigo 6º do Regulamento de Estágios da CTOC, vão-se exemplificar as tarefas desenvolvidas durante o período de. eg id. o. estágio utilizando como exemplo a sociedade “Transportes J&T, Lda.”.. Pr ot. 2.2 HISTORIAL DA “TRANSPORTES J&T, LDA” Segundo o histórico dos transportes rodoviários de mercadorias em Portugal, (www.hipersuper.pt: consultado em 15/01/08), houve uma quebra registada em 2003,. úd o. mas em 2004 viveu uma nova recuperação. O estudo efectuado por uma empresa espanhola especializada na elaboração de estudos de análise sectorial e de concorrência,. C on te. revela ainda que no ano de 2005 se verificou um prolongamento da tendência crescente do mercado, apesar da taxa de variação ser inferior à registada no exercício anterior. Esta conclusão é um efeito da melhoria da actividade económica e do crescimento das trocas comerciais com o exterior.. Em 2005 o valor do mercado dos transportes de mercadorias rodoviários alcançou, os 3,9 mil milhões de euros, um crescimento de 4,3% face a período igual. O transporte internacional representou cerca de 70% do volume total de carga transportada, correspondendo os restantes 30% ao transporte interno. Espanha aparece como principal origem e destino do transporte internacional português, reunindo aproximadamente 70% do volume total das exportações e importações. O estudo relata que funcionavam cerca de 10.000 empresas de transporte de mercadorias rodoviário em Portugal, finalizando que cerca de metade possuíam apenas uma ou duas viaturas e que pouco mais de 10% dispunham de uma frota com mais de 13.

(26) Relatório de Estágio 20 veículos. A oferta apresenta uma concentração nos distritos de Porto e Lisboa, recolhendo em conjunto quase 40% do total das empresas a operar no sector, seguindose os distritos de Aveiro, Leiria, Setúbal e Santarém. A “Transportes J&T, Lda.” Tem como actividade principal ao transporte internacional de mercadorias em camiões TIR de frota própria. Por outro lado também é uma área de negócios com relevância considerável para a empresa o transporte nacional de mercadoria e os transportes expresso internacionais contratados "na hora" e com garantia de serviço entre 24 a 48 horas para a Europa. A resposta pronta às solicitações, com os recursos adequados, o cumprimento. o. atempado, e a qualidade indispensável, são de facto os objectivos sempre presentes,. eg id. nesta empresa.. As fronteiras de mercado abertas pela União Europeia, deixaram de existir há já algum. Pr ot. tempo nesta empresa e, cada vez mais, elas serão esbatidas com as solicitações que os. úd o. clientes impuserem.. C on te. 2.3 IDENTIFICAÇÃO DA “TRANSPORTES J&T, LDA”  Denominação social: “Transportes J&T, Lda.”. Pessoa Colectiva (NIPC): 599 999 995. Estrutura Jurídica: Sociedade por Quotas. Classificação de Actividade Económica: 60240. Objecto Social: Transporte Rodoviário de Mercadorias. 14.

(27) Relatório de Estágio Capital Social: 250.000,00 €. Sócios: Sócios. Montante. % Capital. Manuel dos Santos . 72.941,71 € . 30% . Alberto João da Silva . 31.174,87 € . 10% . José David Marques . 72.941,71 € . 30% . Joaquina Maria Pratas . 72.941,71 € . 30% . TOTAL . 250.000,00 € . 100% . eg id. (Fonte: Elaboração Própria). úd o. Pr ot. Data da Constituição: 28/12/1985. N.º Trabalhadores: 29 Empregados. o. Quadro 1 – Sócios da “Transportes J&T, Lda.”.. C on te. 2.4 CLASSIFICAÇÃO DE DOCUMENTOS. Tendo por base o código de contas adoptado pela “Transportes J&T, Lda.” e o artigo 18º do CIVA referente às taxas de IVA a aplicar, seguidamente vão ser apresentadas algumas classificações de documentos referentes ao desenrolar da actividade económica da empresa.. 2.4.1- ÁREA DO CAIXA. 2.4.1.1- Classificação de Documentos da Área do Caixa É através do caixa que se efectuam pequenos pagamentos, como exemplo, o carregamento de telemóveis, compra de material de escritório. De seguida apresenta-se a sua respectiva contabilização, com IVA de 21%.. 15.

(28) Relatório de Estágio. C on te. úd o. Pr ot. eg id. o. NIF: 599 999 995 Nome: Transportes J&T, LDA. NIF: 599 999 995 Nome: Transportes J&T, LDA. Figura 3 – Classificação de pagamentos por caixa. (Fonte: caixa). 16.

(29) Relatório de Estágio. 2.4.1.2- Controlo Interno da Área do Caixa Consiste numa verificação das despesas apresentadas pelo Caixa, tendo em conta a sua tipologia e limite de valor, onde há empresas que apresentam fundos fixos de baixa importância pelo que a contagem física dos fundos é realizada periodicamente.. Sendo o fundo fixo de caixa é reposto no final de cada mês, e nesta empresa não se conhece o valor mínimo para ter em caixa.. A empresa “Transportes J&T, Lda.”, apresenta uma só conta geral, “ Caixa - Geral”. o. onde constam os Recebimentos e os Pagamentos, que são controlados periodicamente. eg id. pela gerência.. Pr ot. Quanto a disponibilidades em moeda estrangeira, não existe nada a assinalar, uma vez que a empresa não possui qualquer disponibilidade deste tipo em caixa.. No anexo 2 apresenta-se uma folha de caixa do mês de Dezembro de 2007, de modo a. úd o. que se perceba melhor o tipo de controlo do caixa efectuado pela empresa.. C on te. Após o controlo de caixa, todos os documentos são encaminhados para os serviços de Contabilidade, neste caso a Marques de Almeida, J. Nunes & V. Simões, SROC.. 2.4.2- ÁREA DAS CONTAS DE DEPÓSITOS À ORDEM. 2.4.2.1- Classificação de documentos das contas de Depósitos à Ordem O documento abaixo transcrito é o comprovativo das despesas bancárias da factura da PT Comunicações. A sua contabilização, com IVA de 21%, está na face do documento:. 17.

(30) Relatório de Estágio. CONTABILIDADE DÉBITO 0,60 0,13. CRÉDITO 126. Pr ot. eg id. o. 68811 243212. _. Figura 4 – Classificação das Despesas Bancárias da Factura da PT Comunicações.. C on te. úd o. (Fonte: Diário de Bancos). O documento transcrito na página seguinte diz respeito a um depósito. A sua contabilização consta do carimbo no próprio documento:. 18. _. 0,73.

(31) úd o. Pr ot. eg id. o. Relatório de Estágio. Figura 5 – Classificação de depósitos.. C on te. (Fonte: Diário de Bancos). 2.4.2.2- Controlo Interno referente aos Depósitos à Ordem Os depósitos bancários são efectuados periodicamente e são controlados por uma pessoa que está incumbida desta missão.. A informação referente a operações bancárias encontra-se arquivada no diário de bancos por ordem cronológica e por entidade bancária.. Mensalmente, são também realizadas reconciliações bancárias por outra pessoa independente e responsável pela sua elaboração, para a verificação ou ajustamento dos respectivos montantes verificados no extracto bancário e na conta de depósitos da empresa. 19.

(32) Relatório de Estágio. No anexo 3, encontramos uma reconciliação bancária do mês de Outubro de 2007, referente a uma conta de depósitos da empresa numa instituição bancária constituída no próprio ano, neste caso o Banco Popular. Para a elaboração da mesma, foram utilizados os registos do mês de Outubro da conta Depósitos à Ordem na empresa, e o respectivo extracto emitido pela instituição bancária em causa, extractos disponíveis no mesmo anexo.. Assim, o objectivo da reconciliação bancária é comparar os valores apresentados no extracto da empresa com o do banco, de forma a verificar se existem diferenças. Essas. o. diferenças podem justificar-se pela falta de documentos na contabilidade, por exemplo,. eg id. cheques devolvidos, que originam movimentos no banco mas não na contabilidade; e pela ausência dos documentos emitidos pelo banco, tais como, os cheques em trânsito,. Pr ot. que estão registados na contabilidade e ainda não estão no banco.. Todavia, aos valores que não estão registados no banco temos que verificar no mês seguinte, se já estão no extracto do banco; aos valores que não estão na contabilidade da. úd o. empresa, são lançados por documentos de lançamentos interno, onde é anexado a fotocópia do extracto bancário onde consta o valor em causa, regularizando a conta de. C on te. depósitos à ordem da empresa. Neste caso são feitos dois lançamentos de regularização: DESCRIÇÃO. DÉBITO. CRÉDITO. VALOR. Pelo Depósito. 128. 111. 302,50 €. Pelo Estorno. 128. 688113. 15,60 €. Quadro 2 – Lançamento Interno de Regularização da conta de Depósitos à ordem da empresa. (Fonte:. Elaboração Própria). 2.4.3 ÁREA DE CLIENTES 2.4.3.1 Considerações Prestar um serviço que represente um factor de competitividade para o cliente e procurar a melhoria contínua dos processos, com a satisfação pessoal e profissional das. 20.

(33) Relatório de Estágio pessoas, aliada a uma rigorosa e eficiente gestão, definem os princípios orientadores da missão desta empresa. Os principais clientes da “Transportes J&T, Lda.” continuam a ser empresas inseridas no mercado externo, mas têm diminuído as suas prestações de serviços, tanto no mercado interno, como no mercado externo.. Apresenta-se de seguida, um quadro e o respectivo gráfico da evolução das prestações de serviços nos últimos dois anos, dividido pelos diversos mercados onde a empresa. 2006  (€)    % (variação)  1076946,87 ‐23,38  1409491,36 ‐1,32 . 2007  (€)  825140,79  1390832,04 . 2486438,23. 2215972,83 . eg id. Prestações de Serviços  Mercado Interno  Mercado Externo . o. opera..  .   . Pr ot. TOTAL . Quadro 3 – Evolução das Prestações se Serviços de 2006 a 2007.. úd o. (Fonte: Relatório de Gestão, 2007). Evolução das Prestações de Serviços. C on te. 1600000 1400000 1200000 1000000 800000 600000 400000 200000 0. 2006. Mercado Interno Mercado Externo. 2007. Anos em Estudo. Gráfico 1 – Representação Gráfica da Evolução das Prestações de Serviços nos anos 2006 e 2007. (Fonte: Elaboração Própria). Verificamos, pelo gráfico, que em ambos os mercados, mercado interno e externo, as prestações de serviços diminuíram, devido a uma redução das relações comerciais ao nível do mercado interno. 21.

(34) Relatório de Estágio. 2.4.3.2 Classificação de documentos na Área de Clientes Factura relativa a prestação de serviços. C on te. úd o. Pr ot. eg id. o. A taxa aplicada a esta prestação de serviços é de 21%.. Figura 6 – Classificação de Prestação de Serviços. (Fonte: Diário de Vendas/Prestação de serviços). 22.

(35) Relatório de Estágio. Factura de alienação de Imobilizações corpóreas. C on te. úd o. Pr ot. eg id. o. A taxa aplicada a esta transmissão interna é de 21%.. Figura 7 – Classificação da alienação de imobilizado corpóreo. (Fonte: Diário de Vendas/Prestação de serviços). 23.

(36) Relatório de Estágio. 2.4.4 ÁREA DE FORNECEDORES 2.4.4.1 Considerações Todos os fornecedores da “Transportes J&T, Lda.”, são do mercado nacional ou interno, nomeadamente ao nível de fornecedores de veículos pesados, de reboques, outras empresas de distribuição, fornecedores de combustíveis e de peças de que mais necessita a empresa, “Transportes J&T, Lda.”.. Apresenta-se de seguida, um quadro e o respectivo gráfico da evolução da Conta de. eg id. o. Fornecedores, nos últimos dois anos:. 2006 (€)  181028,63  181028,63 . %(variação)  40,33    . 2007 (€)  303376,86  303376,86 . Pr ot. Fornecedores  Mercado Interno  TOTAL . Quadro 4 – Evolução da Conta de Fornecedores entre 2006 e 2007.. úd o. (Fonte: Balanço, 2006/2007). Mercado Interno. C on te. 350000 300000 250000 200000. Mercado Interno. 150000 100000 50000. 0 2006. 2007. Anos em Estudo. Gráfico 2 – Representação Gráfica da Evolução da Conta de Fornecedores entre os anos 2006 e 2007. (Fonte: Elaboração Própria). Verificamos que em 2007, a conta de fornecedores aumenta, devido a uma maior contratação de fornecedores por parte da empresa “Transportes J&T, Lda.”. 24.

(37) Relatório de Estágio. 2.4.4.2 Classificação de documentos na Área de Fornecedores Factura de um fornecedor relativa à compra de imobilizado, no mercado nacional. A compra de imobilizado neste caso, diz respeito a equipamento de transporte. De. C on te. úd o. Pr ot. eg id. o. seguida apresenta-se a sua respectiva contabilização, com IVA de 21%.. Figura 8 – Factura relativa a uma compra de imobilizado. (Fonte: Diário de Compras). 25.

(38) Relatório de Estágio Verificamos, que é na presente factura que se efectua a respectiva contabilização. Existe um carimbo, que se coloca em todos os documentos contabilizáveis, para servir de base para a contabilização destes.. Recibo de um pagamento de uma factura O pagamento pode-se realizar através de cheque ou transferência bancária, este serve de suporte para a sua contabilização. Após a chegada do recibo, colocamos o comprovativo. C on te. úd o. Pr ot. eg id. o. do seu pagamento.. Figura 9 – Classificação de um pagamento de uma factura. (Fonte: Diário de Compras). 26.

(39) Relatório de Estágio. Compra relativa ao consumo de gasóleo Em relação a custos com o gasóleo, a venda a dinheiro, refere-se a uma viatura ligeira de mercadorias que pertence à empresa. Logo, o IVA suportado apenas é dedutível em 50% do seu valor, conforme o nº 1 do artigo 19º, nº 1 do artigo 20º e nº 1 alínea b) do artigo 21º do CIVA. Assim, deste modo a contabilização do mesmo vai ser a seguinte:. C on te. úd o. Pr ot. eg id. o. 76 – BU-99. Figura 10 – Classificação da compra relativa ao consumo de gasóleo (viaturas ligeiras de passageiros). (Fonte: Diário de Compras). O cálculo do IVA a deduzir é obtido pela seguinte operação: multiplicamos o valor total por 10,5 (a dedução é de 50%) e ao resultado dividimos por 121 (taxa é de 21%). Logo, 27.

(40) Relatório de Estágio pelo plano de contas utilizado pela empresa em estudo, o valor a colocar na conta “2432312- IVA Dedutível relativo a Outros Bens e Serviços à taxa de 21%”.Para sabermos a base tributável, basta fazer a diferença entre o valor total e o valor do IVA dedutível.. Em relação a custos com o gasóleo, de viaturas pesadas de mercadorias, segundo nº 1 do artigo 19º, nº 1 do artigo 20º e nº 1 alínea b) do artigo 21º do CIVA, o IVA suportado. C on te. úd o. Pr ot. eg id. o. é dedutível em 100% do seu valor. Logo, a contabilização vai ser a seguinte:. 622122. 41,32. 2432212. 8,68. 111. 50,00. Figura 11 – Classificação da compra relativa ao consumo de gasóleo (viaturas pesadas de mercadorias). (Fonte: Diário de Compras). 28.

(41) Relatório de Estágio. Factura relativa a trabalhos especializados prestados à empresa A taxa aplicada é a prevista no artigo 18º do CIVA (21%) e o direito á dedução está previsto no nº 1 do artigo 19º, nº 1 do artigo 20º, conjugado com o artigo 35º do CIVA.. C on te. úd o. Pr ot. eg id. o. A sua contabilização vai ser a seguinte:. Figura 12 – Classificação dos trabalhos especializados prestados à empresa. (Fonte: Diário de Operações Diversas). 29.

(42) Relatório de Estágio. Factura da PT (Portugal Telecom relativa ao fornecimento de Comunicações (anexo 4). Relativamente a este custo externo (conta 62), a taxa a aplicar é de 21% conforme o nº1 do artigo 18 do CIVA, e em termos de direito à dedução do imposto, o mesmo encontrase regulado pelo nº1 do artigo 19 e o nº1 do artigo 20 do CIVA. A contabilização a efectuar do documento, de acordo com o POC adoptado é a seguinte:. DESCRIÇÃO. DÉBITO. CRÉDITO. 6222222. 1,40 €. 2432311. eg id. V/Factura. 824,60 €. o. 6222221. VALOR. 173,17 € 999,17 €. Pr ot. 126. Quadro 5 – Classificação relativo ao fornecimento de comunicações.. úd o. (Fonte: Elaboração Própria). O valor que consta na conta 6222222 diz respeito à taxa de difusão.. C on te. 2.4.4.3 - Controlo Interno da Área de Clientes e Fornecedores. Quanto a estas rubricas, é efectuado um controlo mensal dos respectivos movimentos ocorridos no período e confirmados os respectivos saldos.. São realizadas também periodicamente, circularizações a fornecedores e a clientes. No anexo 5, podemos encontrar uma circularização realizada a fornecedores e a clientes, á data de 31-12-2007.. Sempre que se detectem erros nos saldos das contas, erros esses que derivam de duplicação de lançamentos, alteração de quantias e de contas tanto de fornecedores, como de clientes, temos que efectuar as devidas correcções, através de lançamentos de estornos.. 30.

(43) Relatório de Estágio. ªControlo das facturas relativas à compra de imobilizado As facturas de compras, relativas a imobilizado, após a sua recepção, são confirmadas e depois vão para o arquivo para posterior contabilização e seu pagamento. A aquisição de imobilizado é da responsabilidade do órgão de gestão. Em cada ano, é elaborado um plano de investimento. Aquando a tomada de decisão, da compra de imobilizado, é seleccionado o melhor fornecedor. Quando há a recepção do equipamento verifica-se a factura do fornecedor.. o. O registo dos bens que são adquiridos é feito numa ficha de imobilizado, que cumpre os. eg id. requisitos do artigo 51º do CIVA, onde consta, como exemplo, a data de aquisição ou do inicio da utilização, as amortizações, o valor do imposto suportado e as. Pr ot. regularizações a efectuar.. A política de amortização dos bens, está perfeitamente definida, com0 vamos verificar. úd o. no ponto 3 deste relatório.. C on te. Já após a realização do estágio tive acesso a uma formação sobre Encerramento de Contas a qual foi bastante útil para consolidação de conhecimento. No que respeita ao Controlo Interno, o Araújo (2008) propõe a adopção de um conjunto de mapas que consideram bastante útil para análise. Apesar do seu preenchimento não ter sido realizado no estágio, apresentam-se em anexo, devidamente preenchido de acordo com o que eu, como estagiária, tive percepção do que seria. No anexo 6, constam os objectivos a atingir, bem como tarefas a sugerir do controlo interno para com o imobilizado. ªPagamentos a fornecedores. Mensalmente, é feito um mapa das facturas, com os respectivos valores, que ainda estão em vencimento. Podemos encontrar na figura 13 algumas facturas em vencimento, referentes ao mês de Novembro de 2007.. 31.

(44) Relatório de Estágio MAP A D E  F AC T UR AS  E M VE NC IME NT O : D AT A: NO VE MB R O   2007 VAL O R  (€) 1047,48 1471,46 1122,30 1186,54 1256,20 922,45 897,25 2554,21 245,14 1589,11 1258,59. Pr ot. eg id. o. F AC T UR A: Nº 57639 Nº 38556 Nº 37405 Nº 37594 Nº 87639 Nº 57293 Nº 234 Nº 95776 Nº 34 Nº 88865 Nº 6540. Figura 13 – Mapas das facturas em vencimento.. úd o. (Fonte: Fonte Própria). C on te. O pagamento dessas facturas, ocorre por prazos de vencimento, com base neste mapa.. Os pagamentos podem ser feitos por: • Cheques;. • Transferências bancárias; • Numerário.. Normalmente, a utilização do cheque é reservada para o pagamento de quantias elevadas, onde se requer duas assinaturas para obrigar o pagamento.. O pagamento ocorre em numerário, aquando a ocorrência de transacções de pronto pagamento, em pequenas importâncias.. 32.

(45) Relatório de Estágio ªRecebimentos de clientes. Mensalmente, também é feito um mapa das facturas, com os respectivos valores, que ainda estão em dívida para com a empresa.. O recibo é emitido, quando é efectuado o pagamento por partes dos clientes, sendo este comparado com o talão da transferência bancária ou a cópia do cheque.. É importante que se realizem conciliações com as contas de fornecedores e clientes, comparando os extractos fornecidos pelos mesmos, com os da contabilidade. Esta. o. prática não é muito comum, mas é muito importante para que se possa verificar se todos. eg id. os lançamentos da contabilidade da empresa estão bem, de modo a existir um maior controlo por partes dessas contas.. Pr ot. Para um controlo interno mais eficaz das contas de fornecedores e clientes, no anexo 7,. úd o. constam os objectivos a atingir e tarefas a sugerir.. 2.4.5- ÁREA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS. C on te. 2.4.5.1- Considerações. Através do processamento de salários são apuradas as remunerações e contribuições para com a Segurança Social e Administração Fiscal, a pagar aos órgãos sociais, restantes trabalhadores e imposto a entregar ao Estado.. Para o seu correcto processamento, é necessário muita informação relativa a cada trabalhador, com por exemplo, o número de dependentes, o seu estado civil, o seu vencimento base, as horas extraordinárias, grau de deficiência (caso exista), entre outras que, devem ser fornecidas à empresa por parte do trabalhador.. Na empresa receptora do estágio, a Marques de Almeida, J. Nunes & V. Simões, SROC, é utilizado um programa próprio para o processamento de salários, designado de SOFTFRA 2006.. 33.

(46) Relatório de Estágio O programa inclui diversas tabelas, como as tabelas de IRS, das seguradoras, dados da empresa, dos trabalhadores, faltas, habilitações literárias, descontos, bancos, extractos por empregado, por processamento, entre outras, onde se torna bastante acessível ao processamento de salários. Os clientes da Marques de Almeida, J. Nunes & V. Simões, SROC, mensalmente, facilitam informações necessárias para a elaboração dos recibos de vencimentos.. Um recibo de vencimento deve conter, entre outros, os seguintes itens: • Nome da entidade empregadora;. o. • Nome do trabalhador;. eg id. • Vencimento;. • Período de trabalho a que respeita o vencimento; • Retenções na fonte de IRS; • Descontos para sindicatos; • Horas extraordinárias;. Pr ot. • Subsídio de alimentação;. úd o. • Subsidio férias/ Natal;. C on te. • Contribuições para a Segurança Social.. Após o processamento de salários e da emissão dos respectivos recibos, procede-se ao pagamento das remunerações e contribuições, como vamos ver mais á frente. São efectuados os respectivos lançamentos e arquivados no respectivo diário, com o comprovativo de recebimento (duplicado do recibo de vencimento) por parte de cada trabalhador, assinada pelo respectivo.. 2.4.5.2 Taxa Social Única (TSU). Sobre o vencimento bruto de cada pessoa é aplicada uma taxa de contribuição para a Segurança Social que também os contribuintes são obrigados a aplicar sobre as remunerações pagas para posterior entrega à Segurança Social, a TSU.. 34.

Referências

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