Gestão da Qualidade:
Gerenciamento da Rotina
Curso de Especialização em Gestão da Produção Prof. MSc. Artur Henrique Moellmann
UNESP – Universidade Estadual Paulista
FEG – Faculdade de Engenharia do Campus de Guaratinguetá DPD – Departamento de Produção
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Gestão da Qualidade: Gerenciamento da Rotina
MODELO GERAL DE GESTÃO DA QUALIDADE
Carvalho, M. M. de; Rotondaro, R. G. Gestão da qualidade: teoria e casos. Elsevier, 2005
Objetivos
Apresentar o Gerenciamento da Rotina (Gerenciamento do
Dia-a-Dia) como um processo de suporte ao Gerenciamento por
Processos e ao Gerenciamento das Diretrizes (Gerenciamento por
Políticas), através do desdobramento em microprocessos e
atividades, enfatizando as ferramentas utilizadas em cada um dos
níveis de desdobramento desse processo
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Introdução
Gestão da Qualidade: Gerenciamento da Rotina. MOELLMANN, A.H.
Integração entre Gerenciamento da Rotina, Gerenciamento por
Processos e Gerenciamento das Diretrizes, para composição dos
mecanismos de desdobramento de objetivos e a articulação dos esforços
de melhoria em uma organização
Estratégias ocidentais
para o gerenciamento
da Qualidade Total
Comitê executivo
Comitê operacional
Gerenciamento por políticasGerência
Gerenciamentopor processos
Chefia
Gerenciamentodo dia a dia
Introdução
Tipos de processos organizacionais
Processos
organizacionais
Processos de
trabalho
Processos
Comportamentais
Processos de
mudanças
A forma mais simples de
transformação é a atividade,
denominada nesta abordagem de
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Introdução
Gestão da Qualidade: Gerenciamento da Rotina. MOELLMANN, A.H.
Principais etapas do processo gerencial
Direcionamento
Negociação e Venda
O Gerenciamento da Rotina
•
“um processo que pode ser aplicado a qualquer
departamento ou setor de uma organização
•
que tenha como objetivo a plena satisfação do
cliente
•
por meio de controle sistemático e
•
da melhoria contínua de cada micro processo em
base diária e progressiva”
p. 240
8
Campo de Aplicação
Gestão da Qualidade: Gerenciamento da Rotina. MOELLMANN, A.H.
• é uma responsabilidade do chefe do departamento,
mas
• o processo de melhoria deve ser desenvolvido com a
participação/envolvimento de todos
• deve ser praticado de modo permanente e contínuo
com base diária
Condições para Aplicação
O gerenciamento da rotina é recomendável quando:
• Os micro processos são repetitivos
• Os micro processos estão definidos
operacionalmente
• Há interesse em melhorar o desempenho
• Há interesse de aplicar o conceito na cadeia
cliente-fornecedor
• Há necessidade de dar significado qualidade fora do
âmbito da manufatura/operações
• Há disposição de criar o hábito de trabalhar
sistematicamente, com dados confiáveis e identificar
gargalos e agir sobre eles
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Metodologia para Implantação do Gerenciamento da Rotina
G e st ã o d a Q u a lid a d e : G e re n ci a m e n to d a R o ti n a . M O E L L M A N N , A .H .
F
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G
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)
1. Identificar o Micro processo Prioritário
2. Identificar a Finalidade do Micro processo Prioritário
3. Identificar o cliente e suas Necessidades e Expectativas
4. Identificar os Indicadores da Qualidade
5. Definir os Objetivos e os Limites de Controle
6. Definir o Sistema de Controle
7. Implementar o Sistema de Controle
Outros Resultados OK ? 8. Resultados OK ? 9. Realizar ações
corretivas via ciclo PDCA
10. Padronizar Transferir para
outro setor O ri e n ta ç ã o P a ra M ic ro p ro c e s s o O ri e n ta ç ã o P a ra o C li e n te O ri e n ta ç ã o P a ra o C o n tr o le d o M ic ro p ro c e s s o O ri e n ta ç ã o P a ra a M e lh o ri a S N N S
O Gerenciamento da Rotina, a Melhoria Contínua e a Orientação
para a Melhoria
O caminho da melhoria contínua
Trajetória da Melhoria
P
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C
A
P
D
A
C
D
C
A
S
D
A
S
D
C
A
S
C
Manutenção Manutenção Manutenção12
Evolução dos sistemas empresariais através da melhoria contínua
“Semana” Kaizen
Kaizen DEMAIC-6σσσσ TQC
O Gerenciamento da Rotina, a Melhoria Contínua e a Orientação
para a Melhoria
Orientação para a melhoria contínua
• CEDAC (Cause and Effect Diagram with Addition of
Cards)
• Participação das equipes de trabalho
• Uso intensivo de gestão à vista
• Uso intensivo da metodologia de solução de
problemas e das ferramentas de solução de
problemas
• Aplicação sistemática do ciclo PDCA
• Permite monitorar continuamente a evolução de um
projeto e das possíveis melhorias a ele associadas
• Agrupamento, visualização, grande participação,
minimiza reuniões, chama atenção sobre aspectos
importantes, tempo real
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O Gerenciamento da Rotina, a Melhoria Contínua e a Orientação
para a Melhoria
G e st ã o d a Q u a lid a d e : G e re n ci a m e n to d a R o ti n a . M O E L L M A N N , A .H .Orientação para a melhoria contínua
Diagrama CEDAC
(Cause and Effect Diagram with Addition of Cards)
Indicadores de Desempenho
Objetivos
Cartões
Plano de Ação
Efeito
Sugestão Causa$
Tempo 1 2 3 4 5Comparativo entre o Gerenciamento da Rotina e o gerenciamento
das Diretrizes
Gerenciamento das
Diretrizes
Gerenciamento da Rotina
Finalidade
Melhorias drásticas
(ruptura)
Manutenção e melhoria
Padrões
Reprojeto
Acompanhado e melhorado
Atividades básicas
Desdobramento das
diretrizes
Manutenção e
padronização do processo
Principal Processo
Localizando as coisas
certas a fazer
Fazendo as coisas de modo
correto
Ponto de partida e
gerenciamento
Direção superior
Gerentes de cada uma das
unidades
Pessoas envolvidas no
planejar
Da direção até o nível
médio de gerência
Gerentes de unidades
Pessoas envolvidas no
executar
Qualquer um que possa
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Os Processos de Gerenciamento e o Plano da Qualidade
Gestão da Qualidade: Gerenciamento da Rotina. MOELLMANN, A.H.
Diretrizes da Organização
Avaliação dos Resultados do Ano Anterior
Plano do Negócio
Plano do Negócio
Plano Operacional da Qualidade
Satisfação dos Clientes Internos (Rotina)
Objetivos do Gerenciamento por Processos
Gerenciamento das Diretrizes
Ao integrar os três processos de gerenciamento (gerenciamento
das diretrizes, gerenciamento por processos e gerenciamento
da rotina), consegue-se compor um plano de qualidade
O Fluxo do Processo do Gerenciamento da Rotina e o Uso de
Instrumentos Habilitadores
G e st ã o d a Q u a lid a d e : G e re n ci a m e n to d a R o ti n a . M O E L L M A N N , A .H .F
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)
1. Identificar o Micro processo Prioritário
2. Identificar a Finalidade do Micro processo Prioritário
3. Identificar o cliente e suas Necessidades e Expectativas
4. Identificar os Indicadores da Qualidade
5. Definir os Objetivos e os Limites de Controle
6. Definir o Sistema de Controle
7. Implementar o Sistema de Controle
Outros Resultados OK ? 8. Resultados OK ? 9. Realizar ações
corretivas via ciclo PDCA
10. Padronizar Transferir para
outro setor O ri e n ta ç ã o P a ra M ic ro p ro c e s s o O ri e n ta ç ã o P a ra o C li e n te O ri e n ta ç ã o P a ra o C o n tr o le d o M ic ro p ro c e s s o O ri e n ta ç ã o P a ra a M e lh o ri a S N S
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O Fluxo do Processo do Gerenciamento da Rotina e o Uso de
Instrumentos Habilitadores
Gestão da Qualidade: Gerenciamento da Rotina. MOELLMANN, A.H.
Aplicação: débito automático em conta corrente
Desenvolvida por equipe de gerentes operacionais de um dos
três maiores bancos comerciais brasileiros
Motivação: excessivo número de reclamações de correntistas
com relação ao débito automático em conta corrente
Trabalho executado num espaço de pouco mais de 90 dias
Monitoração dos resultados por mais 6 meses
O Fluxo do Processo do Gerenciamento da Rotina e o Uso de
Instrumentos Habilitadores
Micro Processo
Pesos
Solicitação de
Débito
bancário
Contratação
/ Efetivação
Cliente com a
Conta Quitada
Desempenho Atual
5 3 5 3Repercussões de Eventuais
Erros
3 5 4 3Custo de Eventuais Erros
4 4 3 3
Potencial para Melhoria
5 4 5 3
Coerência com as Políticas e
Estratégias
44 5 3
PONTUAÇÃO PONDERADA TOTAL
X
LEGENDA X: avaliação simples atribuída ao micro processo para o critério em questão Y: avaliação ponderada atribuída ao micro processo em função do peso do critério
Critérios de
avaliação
15 15 16 20 16 25 12 12 25 20 15 9 12 15 12 82 94 631 . Orientação para o micro processo – Identificar o micro processo prioritário
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O Fluxo do Processo do Gerenciamento da Rotina e o Uso de
Instrumentos Habilitadores
Gestão da Qualidade: Gerenciamento da Rotina. MOELLMANN, A.H.
1 . Orientação para o micro processo – Identificar o micro processo prioritário
CRITÉRIOS DE
AVALIAÇÃO
INTERPRETAÇÃO
Desempenho atual Poucas queixas/Reclamações 1 _____ 5 Muitas queixas de elevada gravidade
Número de clientes envolvidos Poucos Clientes 1 _____ 5 Muitos clientes
Repetibilidade Pouca repetibilidade 1 _____ 5 Muita repetibilidade
Controlabilidade Pequena Controlabilidade 1 _____ 5 Muita Controlabilidade
Carga de trabalho Pequena carga de trabalho 1 _____ 5 Muita carga de trabalho
Repercussões de eventuais erros Baixa gravidade 1 _____ 5 Elevados desembolsos
Custo de eventuais erros Pequenos desembolso 1 _____ 5 Pequenos desembolso
Potencial para melhoria Pequeno potencial 1 _____ 5 Grande potencial
O Fluxo do Processo do Gerenciamento da Rotina e o Uso de
Instrumentos Habilitadores
2 . Orientação para o micro processo –
Identificar a finalidade do micro processo prioritárioQUESTÕES
RESPOSTAS
Quem é o meu fornecedor para este processo? Todos os funcionário das agências e os canais eletrônicos. Quais são as entradas que me fornece? Contratação de débitos automáticos.
Quem são os meus clientes para este micro processo? Todos os clientes.
Quais são as saídas deste micro processo? Débitos automáticos com sucesso na respectiva conta. Qual é a freqüência dessas saídas? Diária.
Como são aproveitadas essas saídas pelos clientes? A comodidade de não se preocupar com as contas a pagar, tempo livre para outras atividades.
Qual a real destinação que os clientes dão as saídas do micro processo?
Pagamento de contas, por exemplo: água, luz telefone etc.
Quais são as conseqüências para os clientes dos erros cometidos no micro processo?
Insatisfação com o pedido e até mesmo cancelamento do contrato.
O que aconteceria se amanhã o micro processo deixasse de existir? Insatisfação dos clientes, pois ficariam sem a comodidade do débito em conta.
Como o micro processo é descrito pelo cliente? Comodidade e tranqüilidade no pagamento de suas contas evitando o deslocamento a agência
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O Fluxo do Processo do Gerenciamento da Rotina e o Uso de
Instrumentos Habilitadores
Gestão da Qualidade: Gerenciamento da Rotina. MOELLMANN, A.H.
2 . Orientação para o micro processo –
Identificar a finalidade do micro processo prioritárioFinalidade do microprocesso
Fornecer aos clientes da agência do banco o débito automático
em conta, de diversas concessionárias de serviços,
proporcionando aos clientes comodidade e tranqüilidade no
pagamento de suas contas, evitando o deslocamento à agência,
O Fluxo do Processo do Gerenciamento da Rotina e o Uso de
Instrumentos Habilitadores
3 . Orientação para o cliente –
Identificar o cliente e suas necessidades / expectativasFigura 8.13 Diagrama em árvore das necessidades, agrupadas por afinidades
Confiabilidade e
Conforto
Precisão
Prevenção de
Problemas
Facilidade ,
simplicidade
Obediência aos prazos
Sem necessidade de presença física
Exatidão no débitos
Aviso sobre problemas com saldo
Aviso sobre contas anômala
24
O Fluxo do Processo do Gerenciamento da Rotina e o Uso de
Instrumentos Habilitadores
Gestão da Qualidade: Gerenciamento da Rotina. MOELLMANN, A.H.
3 . Orientação para o cliente –
Identificar o cliente e suas necessidades / expectativasTabela 8.5 Fatores de avaliação
Y
X
LEGENDA X: avaliação simples atribuída ao micro processo para o critério em questão Y: avaliação ponderada atribuída ao micro processo em função do peso do critério Y = X * Peso
FATORES DE AVALIAÇÃO / PONDERAÇÃO
NECESSIDADE
GRAVIDADE DA INSATISFAÇÃO FREQUNCIA DA INSATISFAÇÃO TOTAL PONDERADOPeso
5 3Precisão
3 2Prevenção de problemas
4 3Simplicidade
3 3Interpretação para os critérios de avaliação
1__5 1__515 20 15 9 9 6
21
29
24
PequenaO Fluxo do Processo do Gerenciamento da Rotina e o Uso de
Instrumentos Habilitadores
Tabela 8.6 Indicadores da qualidade para o micro processo em estudo
4 . Orientação para o cliente –
Identificar os indicadores da qualidadeCaracterísticas
mensuráveis
Insatisfação com o
serviço
Falta de
acompanhamento
cliente / agência
Treinamento dos
funcionários das
agências
Simplicidade
3
2
3
Prevenção de problemas
2
2
3
Precisão
3
3
3
Indicadores da qualidade
Número de contratos cancelados pelos clientesDébito não efetuado / cliente não contratado
Nota de aprova de qualificação acima de 9,0
Direção de melhoria
Diminuir Diminuir Diminuir LEGENDA1 – Relacionamento fraco 2 – Relacionamento médio 2 – Relacionamento forte
Necessidades
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O Fluxo do Processo do Gerenciamento da Rotina e o Uso de
Instrumentos Habilitadores
Gestão da Qualidade: Gerenciamento da Rotina. MOELLMANN, A.H.
5 . Orientação para o controle do micro processo –
Identificar os objetivos e limites para os indicadores da qualidadeTabela 8.7 Objetivos a alcançar com o micro processo
Indicadores de qualidade
Valor atual
Valor desejado /
Valor objetivo
Número de contratos cancelados pelos
clientes
6%
0%
Débitos não efetuados / clientes não
contratado
25%
0%
O Fluxo do Processo do Gerenciamento da Rotina e o Uso de
Instrumentos Habilitadores
6 . Orientação para o controle do micro processo –
Definir o sistema de controleFigura 8.14 Diagrama de causa e efeito para o efeito do micro processo
Etapa 1
Atividade AtividadeEtapa 2
Atividade AtividadeEtapa 3
Atividade AtividadeMicro processo
28
O Fluxo do Processo do Gerenciamento da Rotina e o Uso de
Instrumentos Habilitadores
Gestão da Qualidade: Gerenciamento da Rotina. MOELLMANN, A.H.
6 . Orientação para o controle do micro processo –
Definir o sistema de controleTabela 8.8 Sistema de controle do micro processo
Controle do produto
Controle do Processo
Etapas do
micro
processo
Produto
da etapa
Característica
Método
Freqüência
Parâmetro
Método
Freqüência
Cadastro do débito automático Débito automático Comodidade Efetivação do débito em conta corrente Datas de vencimento das contas Número de contratações de débito por cliente • Número de conta – corrente ativas • Número de contas de concessionárias • A cada abertura de conta • A cada débito automático de conta
O Fluxo do Processo do Gerenciamento da Rotina e o Uso de
Instrumentos Habilitadores
7 . Orientação para o controle do micro processo –
Implantar o sistema de controleTabela 8.9 Necessidades organizacionais e instrumentais
Necessidades de Treinamento
Aspectos dos Recursos
Humanos
Necessidades de Organização e
Métodos - Aspectos Estruturais
Necessidades de Instrumentos e
Ferramentas – Aspectos Físicos
e Materiais
• Forma correta para contratação do
débito
• Treinamento dos funcionários
envolvidos na tarefa.
• Correspondência comunicando
eventuais inibições de débitos
automáticos por insuficiência de
saldo
No ato da contratação esclarecer
todas as possíveis dúvidas ao cliente
• Entrega da segunda via do
contrato de débito automático
para o cliente
• Sugerir o acompanhamento do
extrato da conta - corrente
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O Fluxo do Processo do Gerenciamento da Rotina e o Uso de
Instrumentos Habilitadores
Gestão da Qualidade: Gerenciamento da Rotina. MOELLMANN, A.H.
Orientação para a melhoria
8 – Verificar os resultados
9 - Realizar ações corretivas via ciclo PDCA
10 - Padronizar
Tabela 8.10 Acompanhamento da evolução do indicador
Indicador da Qualidade
Valor Atual
Valor
Desejado
Mês 1
Mês 1
Mês 2
Mês 3
Mês 4
Número de contratos cancelados
pelos clientes
5%
0%
4,2%
3,7%
2,5%
1,3%
0,6%
Débitos não efetuados / Cliente
não contratado
25%
0%
21%
18%
13,5%
8,2%
4%
Treinamento dos funcionários da
O Fluxo do Processo do Gerenciamento da Rotina e o Uso de
Instrumentos Habilitadores
Orientação para a melhoria
8 – Verificar os resultados
9 - Realizar ações corretivas via ciclo PDCA
10 - Padronizar
Tabela 8.11 Acompanhamento das ações de melhoria
Etapas do
Micro
Processo
Efeitos
Indesejados
Causas
Potenciais
Ações de
melhorias
Sugeridas
Responsáve
l
Prazo
Solicitação do
débito automático
Insuficiência de
saldo
Não
acompanhamento
do cliente /
extrato
Envio de
correspondência
informando a data
do débito
Agências
bancárias / depto.
De comunicação
90 dias
Efetivação da
contratação
Falta de
informações no
momento da
contratação
Pouco tempo para
explicar
Treinamento /
reciclagem
Agência
60 dias
Cliente com suas
contas quitadas
Insatisfação do
cliente / conta
não quitada
Insuficiência de
saldo e
insatisfação do
cliente
Contatar
o cliente
avisando- o sobre
o não pagamento
Agência
60 dias
32
Estratégia para implementação do Lean Enterprise
Células de Melhoria Contínua => Evolução Local => Evolução Global
INPUT
OUTPUT
1. Eliminar o desperdício
2. Estabilizar os processos
3. Elevar as interfaces
4. “Puxar” as outras Células de Melhoria Contínua
Aplicação da Filosofia Lean nas Empresas (Lean Enterprise). MOELLMANN, A.H.
Seqüência macro de aplicação das ferramentas - TPS
Elaborar SIPOC (suppliers-input-process-output-customer)
MFA (market feedback analysis)
Obtenção dos CTQs dos Clientes (critical to quality)
Processos da Célula claros e coerentes
Matriz de Impacto-Maturidade
Detecção e priorização dos processos críticos
Mapeamento do Fluxo de Valor
Indicadores de Controle (KPIs)
Kaizen
Gestão da Qualidade dos Produtos e Processos (5S, Análise e
Correção da Causa-raiz, DMAIC, Poka Yoke, Trabalho Padrão,
Projetos de Melhoria).
34 Aplicação da Filosofia Lean nas Empresas (Lean Enterprise). MOELLMANN, A.H.