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MANEJO DE COCHO: SUA IMPORTÂNCIA E COMO FAZER

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Academic year: 2021

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ARTIGO TÉCNICO PREMIX 8ª edição

MANEJO DE COCHO:

SUA IMPORTÂNCIA E COMO FAZER

INTRODUÇÃO

O termo “manejo de cocho” (adaptado do inglês – bunk management) refere-se à técnica de manejo alimentar utilizada em confinamentos com o intui-to de se reduzir variações no consumo através do planejamento e controle do fornecimento de ração (VASCONCELOS, 2005).

Atualmente, no Brasil, é comum vermos em confina-mentos a oferta excessiva de ração, tentando maxi-mizar o consumo dos animais. Porém, animais que recebem ração em execesso, geralmente possuem uma curva de ingestão inadequada, ou seja, visí-vel flutuação de consumo. A alta oferta de alimen-tos hoje pode fazer com que os animais consumam mais, mas provavelmente eles diminuirão o apetite amanhã e nos próximos dias.

O manejo alimentar de bovinos de corte confinados é uma atividade complexa que requer o entendimen-to de técnicas de alimentação intensivas para preve-nir alterações indesejáveis do ambiente ruminal de indivíduos dentro de um grupo. O manejo de cocho utilizado de forma incorreta resulta em perdas por não maximizar a eficiência alimentar (VASCONCE-LOS, 2011).

Segundo Galyean (2009) consultores de confina-mentos gastam muitas horas trabalhando com seus clientes em problemas relacionados com o manejo de cocho.

VaRIaÇÃO De cONsUmO e DesempeNhO

Muitas pesquisas em relação a variação de consumo de dietas de alta inclusão de alimentos concentra-dos, mostram que pode causar problemas digestivos. Galyean et al. (1992) programou a quantidade de ali-mento a ser fornecido para bovinos em condições experimentais e, após estabelecer uma quantidade diária, os pesquisadores iniciaram um processo de flutuação do CMS em +/- 10% diário ou semanal em relação ao tratamento controle. Embora as flutua-ções semanais não tenham afetado o desempenho, as flutuações diárias reduziram o GPD em 6,5% (P < 0.10) e pioraram a eficiência de conversão alimentar em 7% (P < 0.10). Em uma revisão de literatura feita por Pritchard & Bruns (2003), eles concluíram que a variação no CMS em animais confinados resultou em diminuição de GPD, assim como reduziu a efici-ência alimentar.

O CMS errático pode diminuir o pH do rúmem. Se os cochos ficarem cheios o tempo todo, haverá um consequente CMS cíclico que pode resultar em variação de CMS, entre altos e baixos, causando piora da eficiência de conversão quando compa-rada ao esperado para o curral.

DIeTa fORmUlaDa x DIeTa INgeRIDa

Uma ração formulada, têm como finalidade su-prir todas as exigências nutricionais e de ganho de peso esperado de uma especificada catego-ria animal. Portanto, a intenção do consultor nu-tricionista é que o animal possa ingerir a quan-tidade exata de nutrientes na qual foi fomulada.

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Para isso deve-se atentar a diversos fatores.

QUalIDaDe De mIsTURa

Millen et al. (2009) obseravaram em pesquisa reali-zada com nutricionistas brasileiros que o tempo mé-dio de mistura foi de 8,5 minutos. Porém não existe um tempo ideal para mistura da ração, isso devido à diversidade de alimentos que são utilizados na die-tas. O correto é analizar a mistura em cada situação e determinar o tempo ideal. Dietas pouco misturadas e excessivamene misturadas, podem prejudicar a performace do animal e causar segregação abrupta dos alimentos, pois particulas de densidades diferen-tes poderão se separar.

Quando questionados a respeito do tipo de mistura-dor, os consultores reportaram que 40,5% de seus clientes utilizam caminhões com misturadores. Mis-turadores verticais e horizontais foram citados por 32,7 e 33,9% desses clientes, respectivamente. No restante dos clientes, a mistura é feita por funcioná-rios, através de mistura manual. Nos EUA, 96% dos clientes de consultores entrevistados por Vasconce-los & Galyean (2007) utilizam misturadores horizon-tais.

Outro número interessante de respostas foi que 12,1% dos consultores adicionam água na dieta de terminação, em um percentual médio de 9,3%.

NúmeRO De TRaTOs

A utilização de um trato único é limitada e a grande maioria (92%) dos nutricionistas americanos reco-menda a utilização de 2 a 3 tratos diários (Vasconce-los & Galyean, 2007). No Brasil, Millen et al. (2009) observaram que 29,8% dos nutricionista brasileiros recomendam 3 tratos diários, embora a maioria ain-da recomende 4 vezes ou mais (55,8%). Embora os dados da literatura sejam contraditórios, de forma geral, acredita-se que múltiplos tratos podem melho-rar o desempenho, reduzir a magnitude de erros que podem ocorrer em um único trato, além de prevenir problemas com alimentos de alta fermentação que, em teoria, não podem permanecer no cocho por mui-to tempo. Ainda, evita-se o CMS excessivo que pode ser resultado de um único trato. Do ponto de vista econômico e operacional, no entanto, pode ser difícil justificar diversos tratos diários, portanto o número de tratos que o consultor deve decidir precisa ser analisado com muita atenção de acordo com cada situação.

lImpeza De cOchO

A quantidade de vezes que o cocho deverá ser lim-po varia de acordo com a situação encontrada nos confinamentos e logísica de funcionários, ou seja, alguns poderão ter limpeza diária, mas alguns con-finamentos terão que ter seus cochos limpos duas vezes ao dia ou mais. A limpeza primordial é a da manhã e deverá ser realizada entre a leitura de co-cho da manhã e o início do primeiro trato. O respon-sável pela limpeza deve ser treinado para identificar rações deterioradas e de qualidade boa, garantindo a limpeza daquele cocho. O ideal é manter sempre o cocho com comida de boa qualidade e sem resíduos de pedra ou terra.

lImpeza DO bebeDOURO

Na alimentação animal os nutricionistas se prendem, muitas vezes, apenas à qualidade e à composição química dos ingredientes para balanceamento de dietas de modo a suprir as exigências dos diversos nutrientes (proteína, fibra, gorduras, carboidratos, vitaminas e minerais), esquecendo-se da qualidade da água, nutriente tão importante quanto os demais. A água está presente em quase todas as reações bioquímicas dos organismos, perfazendo ao redor de 60% da composição corporal dos bovinos (BOIN, 2003).

Millen et al. (2009), constatou que o nível de MS mé-dio, das dietas de terminação, utilizado pelos nutri-cionistas foi de 59,9%, sendo que o nível máximo foi de 85%. Portanto devemos garantir água de boa qualidade para os animais confinados, realizando a limpeza dos bebedouros diáriamente, duas vezes ou três vezes na semana. Esse número é definido de acordo com a necessidade de limpeza e logística de funcinários.

cOmO fazeR a leITURa De cOchO?

A leitura de cocho é uma ferramenta, dentro do con-finamento, que pode ser utilizada independente do tamanho, nível tecnológico e pelo nível de formação dos funcionários.

Primeiramente, para criar uma forma de leitura de cocho, é necessário estabelecer quais quantidades (%) serão utilizadas para acrécimo ou diminuição de fornecimento da ração. Lembrando que é muito im-portante não haver mudanças bruscas no consumo, então aconselho que as notas de menor mudança

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seriam de 2,5% do fornecimento, tanto de acrécimo como de diminuição. Pode-se criar quantas notas for necessário para a realização do manejo, sendo de trêis, cinco ou oito notas. Por exemplo:

A leitura de cocho da manhã é a técnica realizada no primeiro momento do dia, de preferência uma hora antes do primeiro trato. Esta, será responsável pelo consumo dos animais naquele dia, portanto, é necessário muita atenção na tomada de decisão da nota da manhã. A observação de dados, como por exemplo, tipo de dieta que os animais estão con-sumindo, dias de cocho, consumo de matéria seca (CMS), ingestão de matéria seca (IMS)/%(PV) peso vivo, curva de consumo, mudança de temperatura, nota noturna, notas anteriores, entre outros, são de extrema importância, pois garantem uma decisão de nota mais concreta e objetiva.

Nota açãoaseguir

-2 Adicionar 15% de ração -1 Adicionar 10% de ração 0 Adicionar 5% de ração 0,5 Adicionar 2,5% de ração 1 Manter o fornecimento 1,5 Reduzir 2,5% de ração 2 Reduzir 5% de ração 3 Reduzir 10% de ração

Leitura de cocho da manhã:

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Mais utilizada nos 15 primeiros dias de confina-mento.

>

Utilizada para ajustar mais rapidamente o consu-mo dos animais e quando eles apresentam maior agitação e voracidade ao chegar no cocho.

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Utilizar na fase de adaptação e crescimento.

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Normalmente utilizada quando a nota noturna é VAZIO.

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Evitar repetir nota -2.

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Cocho apresenta áreas com saliva, que foram lam-bidas em busca de alimentos.

>

Animais ansiosos a espera do trato (maiorias dos animais em pé, vão todos ao cocho quando passa o vagão).

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Podem apresentar comportamento agressivo.

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Provavelmente está há muito tempo sem comer (nota noturna VAZIO).

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Usar principalmente nos 30 primeiros dias de con-finamento.

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Cocho vazio.

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Animais a espera do trato.

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Provavelmente estão a algum tempo sem comer (trato possivelmente acabou durante a madrugada).

>

Animais apresentam agressividade moderada.

>

Mais de 50% dos animais permanecem na linha de cocho e os demais estão em pé ou se dirigindo à linha de cocho.

Leitura da manhã: nota -2

Leitura da manhã: nota -1

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Cocho limpo.

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Maior parte do fundo do cocho é visível (não está lambido).

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Animais apresentam comportamento normal.

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Alimento acabou recentemente.

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Cerca de 25% dos animais permanecem na linha de cocho, 50% estão se levantando e se dirigindo à linha de cocho e os demais permanecem deitados.

Leitura da manhã: nota 0,5

Leitura da manhã: nota 1

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Camada fina de alimento no cocho.

>

Comportamento normal e tranquilo.

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Avaliar se as sobras não estão com sinal de dete-rioração, fermentadas e com mau cheiro.

>

Na leitura noturna recebeu nota NORMAL ou CHEIO.

>

Cerca de 15% dos animais permanecem na linha do cocho, 50% se levantando e os demais permane-cem deitados.

>

Camada de alimento no cocho.

>

Comportamento normal e tranquilo.

>

Verificar se as sobras não estão com sinais de de-terioração, fermentadas e com mau cheiro.

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Nota utilizada para ajustes finos, principalmente na dieta de terminação.

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Na leitura noturna recebeu nota NORMAL ou CHEIO.

>

Cerca de 50% dos animais estão se levantando e o restante permanecem deitados.

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Cocho com sobras mais elevadas.

>

Pode estar relacionado a erros na quantidade for-necida, quebra de maquinário, atraso do trato, pro-blemas no preparo e mistura da dieta ou ainda a fa-tores climáticos.

>

Verificar se as sobras não estão com sinais de de-terioração, fermentadas e com mau cheiro.

>

Nota noturna recebeu nota CHEIO.

>

Verificar bebedouro.

Leitura da manhã: nota 1,5

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>

Cocho com sobras excessivas.

>

Pode estar relacionado a erros na quantidade for-necida, quebra de maquinário, atraso de trato, pro-blemas no preparo e mistura da dieta ou ainda a fa-tores climáticos;

>

Verificar se as sobras não estão com sinais de de-terioração, fermentadas e com mau cheiro.

>

Nota noturna recebeu nota CHEIO.

>

Verificar bebedouro.

Leitura da manhã: nota 3

Como o comportamento alimentar e social, efeitos climáticos e inúmeros outros fatores podem ser afe-tados com o manejo de cocho é um tema que ainda não foi estudado, no entanto o efeito do manejo de cocho pode ser confundido com o tipo da dieta for-necida em determinado confinamento (por exemplo, processamento de grãos, nível e fonte de forragem), o qual pode alterar o comportamento alimentar. Além disso outros tipos de manejo no confinamento (por exemplo o uso de implantes e apartação do gado), podem afetar o comportamento animal, assim como efeitos de estação do ano, tipo de recria recebida pelo animal e tipo biológico (genética). Assim sendo, é difícil elaborar experimentos de manejo de cocho e aplicar os resultados a todas situações. Modelos que envolvem tempo de distribuição das dietas claramen-te definido e conceitos de desafio como os propostos por Erickson et al. (2003) podem fornecer a consis-tência necessária para larga aplicação dos resulta-dos de pesquisas.

leITURa De cOchO NOTURNa

A leitura de cocho noturna é simples, dinâmica e nor-malmente é excutada pelo vigia noturno ou o res-ponsável pelo trato dos animais . Esses dados são basicamente um subsídio para a leitura da manhã,

Leitura da noturna: nota vazio (V)

porém, quando bem executado, tem efeito muito po-sitivo na eficiência de manejo de cocho. Esta leitura é realizada quartro horas após o último trato dos ani-mais.

Esta pode ser representado por letras, sendo elas: V (vazio) quando cocho está sem ração ou lambido, N (normal) e C (cheio) quando está com muita ração, parecendo que os animais não chegaram ao cocho no último trato ou ingeriram muito pouca ração.

Leitura da noturna: nota normal (N)

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RefeRêNcIas bIblIOgRáfIcas

BOIN, C., Manella M. Q. Importância da qualidade da água no desempenho animal, 2003. Disponível em www.beefpoint.com.br, acesso em 04/03/2012. ERICKSON, G. E., C. T. MILTON, K. C. FANNING, R. J. COOPER, R. S. SINGLE., J. C. PARROTT, G. VO-GEL, and T. J. KLOPFENTEIN. 2003. Interaction be-tween bunk management and monensin concentra-tion on finishing performance, feeding behavior, and ruminal metabolism during an acidosis challenge with feedlot cattle. J. Anim. Sci. 81:2869-2879.

GALYEAN, M. L., K. J. Malcolm-Callis, D. R. Garcia, & D. G. Pulsipher. 1992. Effects of vaying the pattern of

Escrito por

Tonny Michel Yukio Takigawa Trainee de Confinamento

RecOmeNDaÇões e cUIDaDOs

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A quantidade correta e distribuição uniforme da dieta ao longo da linha de cocho é fundamental para evitar o aparecimento de dominância por parte dos animais do lote.

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Limpar os cochos todos os dias, independentemente do tipo e quantidade de sobras.

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Nunca permitir que os cochos fiquem vazios durante o dia.

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Monitorar curvas de consumo de MS (%PV) diariamente.

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Manter bebedouro com água sempre limpa, ausente de sólidos, bom cheiro e temperatura ambiente.

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Manter adequado o espaçamento de cocho/cabeça.

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Ficar atento com a mudança na composição e teor de MS dos insumos.

>

Considerar efeitos do clima.

feed consumption on the performance by program--fed beef steers. Clayton Livestock Res. Center, Pro-gress Rep. No. 78. New Mexico State Univ., Clayton. GALYEAN, M. L.. Manejo da Ingestão para Bovinos Confinados. In: SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE NUTRIÇÃO DE RUMINANTES, 2., 2009, Botucatu. Nutrição de Ruminantes. Botucatu: [s.n.], 2009. p. 32 - 43.[em arquivo]

MILLEN, D. D., R D. L.Pacheco, M. D. B.Arrigoni, M. L. Galyean & J. T. Vasconcelos. 2009. A snapshot of management practices and nutritional recommenda-tions used by feedlot nutritionists in Brazil. J. Anim. Sci.87:3427-3439.

PRITCHARD, R. H., & K. W. Bruns. 2003. Controlling variation in feed intake through bunk management. J. Anim. Sci. 81(E. Suppl. 2):E133–E138.

VASCONCELOS, J. T. & Galyean, M. L. 2007. Nutri-tional recommendations of feedlot consulting nutritio-nists: The 2007 Texas Tech University survey. J. Anim. Sci. 85:2772–2781.

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VASCONCELOS, Judson. Manejo de cocho em con-finamento, 2005. Disponível em: www.beefpoint.com. br, acesso em 05/02/2012.

Referências

Documentos relacionados