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MANUAL DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA E GARANTIA

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Academic year: 2021

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MANUTENÇÃO

PREVENTIVA

E GARANTIA

(2)

A HELI EMPILHADEIRAS têm como objetivo principal, oferecer produtos e serviços de qualidade além

de assegurar, aos seus clientes, soluções rápidas e eficazes na manutenção e reposição de peças e

pneus para todos os modelos e marcas de empilhadeiras nacionais e importadas. A proposta da HELI

EMPILHADEIRAS é a de formar sempre uma parceria com seus Clientes para, desta forma, atender suas

necessidades com agilidade e precisão.

Colocamos à disposição dos nossos clientes além de toda nossa experiência, uma estrutura

eficien-te, totalmente informatizada e vendedores especializados com grande conhecimento técnico

(3)

Sobre este Manual

O objetivo deste Manual de Manutenção Preventiva não é o de instruir mecânicos e operadores nos

procedimentos técnicos de manutenção de empilhadeiras recomendadas pelos fabricantes mas sim de

orientar sobre os procedimentos básicos de manutenção do dia-a-dia, assim como ajudar na

identifica-ção dos sintomas de problemas mecânicos, facilitando a comunicaidentifica-ção entre o operador e o pessoal da

oficina de manutenção.

As orientações, dicas, sintomas e problemas mencionados neste manual são compatíveis com

qual-quer marca de empilhadeira a combustão. Não entraremos em detalhes muito específicos uma vez que

cada marca de empilhadeira têm suas particularidades. Porém o princípio de funcionamento mecânico

e hidráulico é o mesmo para qualquer empilhadeira.

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Conceito

A necessidade da otimização dos meios de movimentação de materiais proporcionou um grande desenvolvimento ao sistema de

transportes dando origem ao aparecimento de equipamentos que substituíram sistemas ultrapassados por sistemas

auto0propulsionados ou de comando.

No âmbito industrial surgiram as correias transportadoras, as vagonetas, os vagões, paletadeiras, etc. Cada equipamento voltado

ao sistema de movimentação de materiais foi sendo aprimorado, orientado pelas necessidades da produção em crescimento.

A mecanização do sistema de movimentação de materiais e a constante diversificação dos meios de produção provocaram a

necessidade de criação de normas e critérios de utilização dos meios de transportes, visando uma utilização dos meios de

transporte de forma precisa, segura e eficaz desses meios, através de uma padronização cuja finalidade é obter o equipamento

correto para cada aplicação.

Com o crescimento industrial, as industrias apresentaram grande crescimento físico, representado pelo aumento e diversificação

de produtos. Houve necessidade de expansão das áreas industriais que possibilitasse o aumento dos meios de produção. Porém

os investimentos prioritários eram feitos em meios de produção e em segundo plano eram feitos investimentos em edificações,

gerando a necessidade da economia de área para recursos indiretos dos meios de produção.

Desta forma foi criado o sistema de verticalização de estoques, que proporcionou considerável economia de área, aumentando a

taxa de produção por área de industria ocupada.

O aumento da taxa de produção por área ocupada com a verticalização de estoques, criou uma utilização mais efetiva da

empilhadeira como meio de transporte e movimentação de materiais dentro do âmbito industrial.

A Empilhadeira, devido às suas características construtivas e funcionais, é o meio mais eficaz de movimentação de materiais, tem

utilização em larga escala na movimentação de matéria-prima, produtos em fase de industrialização e produtos acabados.

Sendo facilmente adaptada para uso específico, é o único meio de transporte que concilia as atividades de movimentação e

verticalização de estoques.

As Empilhadeiras são equipamentos indispensáveis na movimentação de cargas, assumindo um papal integrante na

rentabilidade da empresa. As empilhadeiras são apresentadas em diversos modelos, cuja capacidade é adequada para cada

aplicação. São construídas com tecnologia de ponta e cada componente é dimensionado de acordo com as exigências de

aplicação necessárias.

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Orientações Gerais

Os cuidados apropriados, por parte do opera-dor em relação à empilhadeira é uma parte vital em qualquer programa de manutenção preventiva.

A participação do operador, na manutenção preventiva do equipamento, fará com que avisos prévios de pontos potenciais de defeitos sejam sa-nados antes que causem maior prejuízo.

A manutenção por parte do operador não prevê reparos e consertos. Caso estes sejam necessá-rios, a empilhadeira deverá ser encaminhada ao setor de manutenção ou à uma empresa especiali-zada com mecânicos treinados e capacitados que poderão fazer os reparos com eficiência e segu-rança.

Empilhadeiras

1. As empilhadeiras, de um modo geral, são fabri-cadas para operarem em condições de temperatu-ra ambiente entre -15Cº e +40Cº se forem usados os óleos lubrificantes do motor, transmissão, óleos hidráulicos, fluídos de freio e graxas lubrificantes padrão. Para operar em temperaturas que exce-dam as temperaturas especificadas, consulte o fa-bricante da empilhadeira.

2. A empilhadeira padrão não deve ser usada em áreas contendo substâncias inflamáveis, em at-mosferas corrosivas, ou em áreas contendo ele-vado grau de contaminação de poeira. Somente empilhadeiras especialmente projetadas podem operar nestes ambientes.

3. A empilhadeira deve ser utilizada estritamente de acordo com as especificações recomendadas pelo fabricante e juntamente com as normas e pro -cedimentos estabelecidos pela empresa onde está operando.

4. Somente operadores habilitados, treinados e ca-pacitados devem operar empilhadeiras.

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Conheça sua Empilhadeira

Luzes dianteiras

Proteção do operador Farol

Apoio para as mãos Contrapeso Luzes traseiras Assento do operador Compartimento do motor Pneu traseiro (direcional)

Tanque de óleo hidráulico Degrau

Cilindro de elevação Pneu dianteiro (tração) Garfos

Carro porta-garfos e protetor de carga Painel de instrumentos Cilindro de elevação Corrente de elevação Mastro da torre Farol

Luz de serviço Luz de serviço

Luz direcional Luz de freio

Luz de ré A H D J E 1 C 2 C K 6º 12º G I I L B

(7)

9 10 12 13 11 1 2 3 4 5 6 7 8 20 19 18 17 23 24 25 16 15 14 16 15 14 17 24 23 18 19 20 21 25

O conteúdo e a disposição dos ítens que compõe o painel de uma empilhadeira pode variar de acordo com a marca e modelo da

empilhadeira.

01. Chave de contato / ignição

02. Pedal do acelerador

03. Pedal freio / aproximação (sist. automático)

03A. Pedal da embreagem (manual)

04. Botão do afogador (gasolina)

05. Interruptor das luzes

06. Alavanca do freio de estacionamento

07. Alavanca do reversor frente / ré (sist. automático)

07A. Alavanca de marchas (sist. manual) 07B. Alavanca do reversor frente / ré

08. Volante da direção

09. Buzina

10. Alavanca da seta direcional

11. Painel de instrumentos

21

3A

7A 7B

12. Alavanca de controle de elevação

13. Alavanca do controle de inclinação

14. Horímetro

15. Indicador de temperatura da água

16. Indicador do nível de combustível

17. Lâmpada da fela de ignição (motor diesel)

18. Lâmpada da pressão do óleo do motor

19. Lâmpada de carga da bateria

20. Lâmpada da temperatura do óleo do conversor de

torque

21. Lâmpada do sedimentador (motor diesel)

23. Lâmpada de aviso de obstrução do filtro de ar

24. Lâmpada de aviso do nível de fluído do freio

25. L^mpada de aviso do nível de liquido refrigerante

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Manutenção Geral de Empilhadeiras

Os intervalos para serviços de manutenção são dados tanto em horas (registradas pelo horímetro da empilhadeira), como em

dias (calendário). Utilize o intervalo que ocorrer primeiro. A recomendação para intervalo de tempo é de 8 horas de operação

por dia. Os intervalos de tempo devem ser menores daqueles recomendados nos seguintes casos.

a) Se a empilhadeira for usada por mais de 8 horas por dia.

b) Se a empilhadeira opera em locais sujos ou poluídos.

Os reparos, ajustes, substituição de peças, regulagens e outros serviços devem sempre serem realizados por pessoal e

autorizado. Algumas empresas têm oficina e mecânicos próprios para estes serviços. Neste caso, avise o encarregado de

manutenção sempre que notar algum problema com as empilhadeiras. Caso sua empresa não tenha oficina própria, entre em

contato com um fornecedor de serviços de manutenção capacitado para fazer os reparos necessários. Reparos ou serviços

de manutenção feitos inadequadamente, podem trazer sérios riscos e danos físicos e materiais.

Não permita a utilização de empilhadeiras que necessitam de reparos. Neste caso, avise o encarregado de manutenção e

coloque um aviso ou etiqueta ‘‘fora de uso’’ na área do operador e tire a chave de ignição do contato.

Nunca trabalhe debaixo do porta garfos levantado. Abaixe o porta garfos ou use uma corrente para travá-lo de modo a impedir

que ele abaixe enquanto a manutenção é executada. Certifique-se que todas as partes móveis estejam presas nas partes não

móveis. Sempre coloque calços nas rodas para evitar a movimentação da empilhadeira.

Siga sempre as recomendações do fabricante da empilhadeira quanto aos intervalos para manutenção, assim como para a

reposição de peças, componentes, acessórios e óleos lubrificantes. Isso proporciona mais vida útil da empilhadeira e

minimiza paradas para reparos.

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Descrição dos Componentes

GARFOS:

Os garfos são os elementos que sustentam todo o peso da carga a ser movimentada. São construídos coma materiais, dimensões e resitência compatíveis com a aplicação e capa cidade de cada modelo. São construídos de forma a deslizar sobre o carro porta-garfos, ajustando-se e travando, para oferecer possibilidades de perfeito apoio à carga a ser movi mentada.

PROTETOR DE CARGA:

O protetor de carga é de uso obrigatório nas empilhadeiras. É o elemento que apoia a carga durante a movimentação, evitando que a mesma se desloque para trás durante os movimen tos de apanhar e colocar a carga.

-Travas

-Protetor de carga

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TORRE DE ELEVAÇÃO:

O conjunto da torre de elevação é constituido pelas colunas de elevação, rolamentos espe-ciais, correntes, roldanas, cilindros de elevação e carro porta-garfos.

Todos os rolamentos das colunas e do carro porta-garfo são montados sobre suportes que possuem elementos internos de encostos ajustáveis, que permitem a regulagem de folgas e o perfeito alinhamento do conjunto.

Quadro interno da torre

Cilindros de elevação

Corrente de elevação

Âncoras das corrente (fixam a corrente no quadro)

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Figura 1 Figura 2 Figura 3 Figura 1: Torre totalmente abaixada

Figura 2: Elevação livre dos garfos sem alterar a altura da torre Figura 3: Elevação máxima dos garfos

Este modelo de torre é ideal para trabalhos em locais com pouca altura como vagões, conteineres, porões de navios, etc. TORRE SIMPLEX

Figura 1 Figura 2 Figura 3 Figura 1: Torre totalmente abaixada

Figura 2: Elevação livre dos garfos sem alterar a altura da torre Figura 3: Elevação máxima dos garfos

TORRE DUPLEX

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Figura 1 Figura 2 Figura 3 Figura 1: Torre totalmente abaixada

Figura 2: Elevação livre dos garfos sem alterar a altura da torre Figura 3: Elevação máxima dos garfos

Este modelo de torre é ideal para elevação de cargas a grandes alturas

PROTETOR DO OPERADOR

O protetor do operador é de construção rígida, fabricado com tubos de aço e oferece prote-ção ao operador em caso de queda parcial da carga.

Opcionalmente pode ser fabricado com dimensões e proteção compatíveis com a aplicação e segurança da carga a ser movimentada.

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CONJUNTO DA DIREÇÃO

O sistema de comando da direção é feito através de umau nidade hidrostática , acionada

mecanicamente por um volante automotivo. O mecanismo hidrostático consiste de uma

ba manual dosadora que permite a trasnferência do óleo hidráulico sob pressão, fornecido

pela bomba hidráulica, com vazão controlada para o cilindro de direção, transferindo o mo vimento mecânico para o movimento das rodas

CONTRA PESO

O sistema de contra peso é constituído de um contra peso principal e contra pesos auxiliares. O contra peso é projetado de acordo com a capacidade da empilhadeira. É o contra peso que permite à empilhadeira levantar e movimentar cargas.

bom -Volante Caixa de Direção Acoplamento Eixo Sistema hidráulico Cilindro de direção Acionamento da rodas

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EIXO DIRECIONAL

O eixo direcional é composto por uma carcaça de alta resistência. Para a montagem são usa-das buchas e pinos de aço tratado, barras de direção, mangas de eixo e rolamentos especiais de alta resistência.

A articulação da carcaça permite o basculamento do eixo direcional e confere à máquina estabilidade para deslocamento em pisos irregulares.

CHASSIS

O sistema estrutural de uma empilhadeiras é composto pelo Chassi, o qual é fabricado com chapas de aço laminado e soldados eletricamente formando uma estrutura do tipo monoblo-co a qual é montada sobre o eixo motriz através de mancais.

EIXO MOTRIZ

É constituido de uma carcaça de ferro fundido nodular ou aço fundido de alta resistência e que dá o fechamento do alojamento do diferencial.

Cilindro de direção Articulação da manga de eixo Manga de eixo Articulação basculante do eixo Eixo direcional Tanque de óleo hidráulico Tanque de combustível (gasolina ou diesel) Fixação do contrapeso Fixação e articulação da torre de elevação

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TRANSMISSÃO

As empilhadeiras podem ser equipadas com transmissão mecânica (platô, disco e alavanca de mudanças) ou com transmissão automática (conversor de torque). A transmissão é mon -tada em uma carcaça de ferro fundida de alta resistência que conjugam as engrenagens da transmissão e os suportes dos mancais que alojam o diferencial. Os rolamentos são super -dimensionados, as engrenagens e eixos são fabricados em aço de liga de alta resitência e tratados termicamente.

Na transmissão manual a mudança de velocidades é feita através de alavanca enquanto que na transmissão automática a mudança de velocidade é feita por sistema hidráulico.

Eixo motriz Fixação no cha ssis Conjunto d e freio Semi-eixo Cubo da rod a (tambor d o freio) Rolament os Acionamento hidráulico Conjunto de discos do pacote da transmissão Conversor de torque Alavanca de mudanças Platô e disco de embreagem Engrenagens da transmissão A transmissão da força motriz é feita por semi-eixos acoplados internamente na engrenagem

planetária do diferencial e na parte externa é acoplada à flange da roda. Sobre o cubo é montado o conjunto aro e pneu.

Sobre a carcaça do eixo motriz é montatdo o chassi através de mancais. Nesta carcaça tam-bém é pivotada a torre de elevação através de mancais sustentados por bronzinas de alta resistência. Nas extremidades do eixo motriz são montados os cubos das rodas e o tambor de freio. Os cubos são montados sobre rolamentos cônicos de alta capacidade de carga.

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-Câmara de ar CONJUNTO DIFERENCIAL

O par coroa e pinhão é fabricado em aço de liga tratado termicamente. O conjunto do diferencial é montado diretamente sobre os mancais da carcaça da transmissão.

O conjunto do diferencial permite que as rodas do eixo motriz tenham velocidades diferentes quando necessário (por exemplo, em curvas).

O sistema transmissão e diferencial consiste em acoplamento de conjuntos de engrenagens que reduzem a velocidade de rotação do motor até as rodas, aumentando a força transmitida.

CAIXA REVERSORA

A caixa reversora é fabricada com materiais de alta resistência, é montada diretamente sobre o eixo diferencial e permite a reversão do deslocamento para frente e para ré.

PNEUS

De acordo com a aplicação, as empilhadeiras podem ser equipadas com difentes tipos de pneus:

PNEUS MACIÇOS - também chamados de SUPER ELÁSTICOS, são anti abrasivos e anti estáticos. São usados em pisos regulares ou em locais aonde o risco de furos e cortes é maior como em siderúrgicas.

PNEUMÁTICOS: são pneus com câmara de ar, tem mais estabilidade e são mais confortá veis. São utilizados principalmente em terrenos irregulares e abrasivos.

PNEUS CUSHION: são pneus de borracha maciça vulcanizada na roda. São utilizados em ambientes fechados e com piso regular.

Coroa Planetária Pinhão Borracha Maciça Prensado ou Vulcanizado

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Carcaça Conversor de torque Carcaça Eixo piloto Platô Rolamento Garfo de acionamento Disco de embreagem volante SISTEMA DE FREIO

As empilhadeiras são equipadas com freios hidráulicos com lonas e tambor. As lonas e o tambor de freio são fabricados para permitir um sistema atuante sem produzir o travamento das rodas e o consequente arraste dos pneus. Esse sistema é projetado para evitar o despe-jamento da carga que está sobre o garfo.

O sistema de freio de estacionamento é acionado através de alavanca que aciona as lonas de freio através de cabos de aço.

EMBREAGEM

Como mencionado no ítem Transmissão, as empilhadeiras podem ser equipadas com trans-missão automática ou manual. Nas empilhadeiras com transtrans-missão manual, o acoplamento entre o motor e a transmissão é feito por platô e disco, normalmente em banho de óleo. Nas empilhadeiras com transmissão automática, a força do motor é transmitida para a transmis-são através do conversor de torque.

Cilindro da roda (burrinho) Lonas Acionamento do freio de estacionamento Regulagem Espelho Espelho SISTEMA DE PROPULSÃO

Empilhadeiras são veículos auto-propulsores destinados a movimentação de carga com os componentes básicos citados anteriormente.

O sistema de propulsão é constituído pelo conjunto motriz, formado por um agente propulsor (motor), acoplamento (embreagem), transmissão e diferencial.

Os sistemas de propulsão podem ser alimentados a álcool, gasolina, GLP, diesel ou elétrica.

Escapamento Admissão Carburador Distribuidor Volante Filtro de óleo Alternador Velas de ignição Ventoinha do radiador

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CAPACIDADE DA EMPILHADEIRA

A Regra na qual é baseada a Empilhadeira, todo o seu conjunto e principalmente o contra peso, exerce um momento sobre a linha de apoio dos pneus motrizes, compensando o momento aplicado pela carga quando esta se encontra sobre os garfos, chamada de ‘‘Momento de Carga.’’ Assim uma empilhadeira com capacidade nominal ‘‘C’’ é capaz de resistir com segurança, à um momento de carga dado pela fórmula:

M=CxW

M - Momento de carga em Kgf x cm W - Carga Nominal

C - Distância do centro de carga até a linha de apoio dos pneus motrizes

A distância pode ser obtida pelas dimensões físicas da máquina, lembrando que a capacidade nominal da máquina é dada para uma distância de 50 cm para máquinas com capacidade até 5 toneladas e de 60 cm para máquinas com capacidade acima de 5 toneladas.

Através do momento de carga podemos obter qual o máximo comprimento para uma determinada carga e/ou qual o peso máximo que a carga com determinado comprimento pode ter, sem afetar a instabilidade da máquina e não ultrapassar sua capacidade operacional.

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P L A N IL H A D E M A N U T E N Ç ÃO L EG E N DA : A - A ca da 8 h ora s o u d iari a me n te X - I ns p eçã o vis u a l, t es te e aj u st e B - A ca da 2 0 0 h ora s o u 5 se ma n a s L I - l u z in d ic a d ora C - A ca da 1 200 hor as o u 6 me ses O - Dr en a r e c o mp le ta r D - A ca da 2 40 0 ho ra s ou 1 a n o T - T rocar V E R IF IC A Ç Õ E S D E S E G U R A N Ç A E O P E R A Ç Ã O ( an tes de c ada tur no ) Somen te a s ver ific a ç õ es a c ad a 8 horas d e vem sere m fe it a s pelo operad or da empilçhadeira . As demais de vem ser f

eitas por um mec

ânic o qualific ado . A B C D V erifique se há cheiro de c ombust ív el Se no ta r a presen ç a d e c hei ro de c ombu st ív el , n ão dê p ar tid a na emp ilhad eira e a vi se imed ia ta men te o pessoal da manut enç ão . V a zamen tos : c ombust ív

el. óleo hidráulic

o , óleo do mot or ou água do rad iador X Pneus : C

ondições gerais e pressão (pneumáticos

) X Gar fos : C ond iç

ões gerais e tra

vas X Prot e tor de c arga : fixaç ão , rachaduras, montagem X

Estado das mangueiras hidráulic

as, c or ren tes de ele va ç ão e anc oragem X Prot e

tor do operador: fixa

ç ão . rachad uras e mon tagem X Cilindro de G L P: f err ugem, c or rosão e danos X Adesiv os de seguranç a

: instalados e limpos (podem ser lidos c

om facilidade ) X C O M P A R T IM E N T O D O M O T O R A B C D Bateria : Estado e n ív el ele trol ític o X N ív el do óleo hidráulic o X O N ív el do óleo da transmissão X O N ív el do óleo do mot or X O F

iltro de óleo do mot

or T Cor reias do mot or ( todas ) X T F iltro de ar do mo tor X T F iltro de c ombust ív el T N ív el do l íquido do rad iador X O V álvula P V C X T Cor reia do comando de v álvulas X T R egulagem do go vernor X Comando de v álvulas X R egulagem das v álvulas do mo tor X V elas de igniç ão T C O M P A R T IM E N T O D O O P E R A D O R A B C D Manual de operaç ão presen te X Indic a ç ão de capa c idade de c arga X R egulagem do assen to e cin to de seguranç a X P

edal do acelerador: livre e acionamen

to progressiv

o

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Flu ído de freio L I / X C O N T R O L E S ( após a par tid a ) V er ifique r uídos qu

e não são nor

mais ) A B C D F reio de estacionamen to : opera nor malmen te X F reio de ser viç o : opera nor mal e sua vement e X Sist ema de direç ão

: opera normal e sua

vemen

te

X

Con

trole direcional fren

te e ré : opera normal men te X Con trole de ele vaç ão : opera nor mal e sua vement e X Con trole de inclinaç ão : opera nor mal e sua vemen te X

Buzina e sinais sonoros

: opera nor

malment

e

X

Lu

zes, faróis e girofle

x: operam nor malmen te X IN D IC A D O R E S A B C D Horí metro : funcionando c or re tamen te X Indic ador de t emperatura do mot or: funcionando c orre tamen te X Indic ador de c ombust ív el : funcionando c orretamen te X Indic

ador da pressão de óleo do mot

or: funcionando c orretamen te L I Indic ador de c arga do alt ernador : func ionando c or re tament e L I Indic ador da t empera

tura do óleo da tranmissão

: funcionando c or retamen te L I Indic ador de baix o n ív el de l íquido do rad iador ( Opc ional ): funcionando c orreta -men te L I Indic ador de baix o n ív el do flu ído de freio ( Opcional ): funcionando c orre tamen te L I Indic ador de obstr uç ão do filtro de ar ( O pcional ): funcionando c or retamen te L I V E R IF IC A Ç Õ E S N O S IS T E M A M O T R IZ A B C D Estado do radiador X T

ampa do radiador e aper

to cor

re

to

X

Mangueiras e presilhas do radiador

X Sist ema de G L P: mangueiras e presilhas X Esc apamen to e silencioso : estado e v a zament o X Mangueiras de v ácuo : rachaduras ou v azamen tos X V elas de igniç ão X T Dis tr ib u id or X P orc as e pr isioneiros da rodas X T ransmissão : funcionament o e n ív el de óleo X X O Bomba D’ água X Bomba de combust ív el X F iltro de c ombust ív el X T ubulaç ão e mangueiras de c ombus tí vel X

Carburador: regulagem e limpe

za X A just es do go ver nor X

Compressão dos colindros

X Sincronismo do c omando de v álvulas X Co xins do motor X F ixa ç ão e aper

to de todos os parafusos do mot

or X F ixa ç ão e aper

to de todos os parafusos da transmissão e d

iferencial X F ixa ç ão e aper

to de todos os parafusos da tor

re

(21)

T ransmissão a utomátic a : v er ific ar e ajustar X V álvulas de al ívio : v er ific ar e ajustar X T ambor de freio e lon as X F

iltro de óleo da transmissão

X Óleo do diferencial X O L U B R IF IC A Ç Ã O (

limpe e inspecione os loc

ais quanto a de sgaste e d anos ) A B C D Lu brific

ar: todas as super

fí c ies de a tr ito X T odos os engat es e ar ticulaç ões X Super fí cies de atrito da t or re X Super fí cies de atrito do c ar ro por ta gar fos X Limpe z a e lu br ific aç ão das c orren tes de ele vaç ão X O Limpe z a e l br ific aç ão , c om gra

xa, dos rolamen

tos das rodas

X

E

lemen

to do filtro de óleo hidrá

ulic

o

T

E

ix

o direcional, pino rei e ter

minais X R espiro do tanq ue de óleo hidráulic o X V E R IF IC A Ç Ã O D O S IS T E M A H ID R Á U L IC O A B C D V a zamen tos no c ilindro de ele vaç ão X V a zamen tos no c ilindro de inclinaç ão X F uncionament o e r u ídos anor

mais na bomba hid

ráulic a X F uncionament o e r u ídos anor

mais na bomba da direç

ão X F uncionament o e v azament os no c omando hidráulic o X Desgast e , v a zamen tos ou danos em t

odas as mangueiras hid

ráulic as X V a zamen tos gerais X V E R IF IC A Ç Ã O N O S IS T E M A E L É T R IC O A B C D Limpe z a de t odos os c omandos elé tr ic os X In te rr u pt ore s X Ch a ve d irec iona l X Int er rup

tor da luz de freio

X

Cha

ve de par

tida

X

Sensores de pressão e tempera

tura X Limpe z a do alt ernador e mot or de ar ranque X V erific aç

ão das esc

o vas do alt ernador e mo tor de ar ranq ue X V erific aç ão dos t er minais e c abos do alter nador e motor de ar ranque X Limpaz a dos c on tat os da bat er ia X Condiç ão geral da ba ter ia X Solenóides do sist ema de G L P X T odas as c one xões elétr ic as X T O R R E E C A R R O P O R T A G A R F O S A B C D L im it a dores d a tor re e c a rr o p or ta ga rfos X Limpe z a dos tr ilhos da t or re X Rolamen tos da t orre

(22)

Rolamen tos do c ar ro por ta gar fos X V erific aç

ão dos ajust

es nas ânc oras das c orren tes de ele vação X V erific aç ão de desgas te e rachaduras nas c or ren tes X Gar fos

: estado geral e desgaste

X T E S T E D E R O D AG E M E T E S T E D E C A R G A : P roceda este s testes diaria -m ent e e d ep o is d e c a da se rviç o d e ma n u ten ç ão ou re pa ro. F a os te st es usa nd o a c ap aci da d e d e c arg a ind ic ad a p ar a a máq uina e co m os g a rfos posicionados cor ret amente. e st es testes d e v em ser realiz ados em uma área segura . Op

ere a empilhadeira cuidadosa

ment e e resp ei te as regras d e trânsito

. Relate o funcionamento anor

mal ou r uídos est ranhos. A B C D Direç ão X F reios : ser viço e estacionament o X

Sinais sonoros e luz

es X Motor: ac eleraç ão X T or re : fun c iona men to c o rr e to de ele vaç ão e i nc lin aç ão . F a ç a os t es te c om e sem c ar ga . X 1 Ó L E O D O M O T O R 1 6 F IL T R O D E Ó L E O D O M O T O R 2 C O R R E IA S 1 7 R E S P IR O D O T A N Q U E H ID R Á U L IC O 3 M A N G U E IR A S R A D IA D O R 1 8 T R IL H O S D A T O R R E 4 T O R R E , C A R R O, C O R R E N T E S 1 9 C O R R E N T E S D E E L E VA Ç Ã O 5 G A R F O S 2 0 E IX O D IR E C IO N A L 6 F R E IO S 2 1 P O R C A S D A S R O D A S 7 T R A N S M IS S Ã O 2 2 VÁ L V U L A P V C 8 P N E U S 2 3 VÁ L V U L A D E A A J U S T E 9 C O M B U S T ÍV E L 24 V E L A S D E I G N IÇ Ã O 1 0 S IS T E M A R E F R IG E R A Ç Ã O 25 Ó L E O D O D IF E R E N C IA L 11 F IL T R O D E A R D O M O T O R 2 6 F IL T R O D E C O M B U S T ÍV E L 1 2 F L U ÍD O D E F R E IO 27 F IL T R O D O Ó L E O H ID R Á U L IC O 1 3 B A T E R IA 28 F IL T R O D O Ó L E O D A T R A N S M IS S A Õ 1 4 Ó L E O D A T R A N S M IS S Ã O 2 9 R O L A M E N T O S D A S R O D A S 1 5 Ó L E O H ID R Á U L IC O 1 1 7 1 5 1 3 2 4 2 1 0 2 9 20 20 2 1 2 9 20 83 9 2 2 11 1 6 26 23 1 428 1 2 6 2 9 4 1 8 5 1 9 25 4 1 8 2 9 2 1 8 7 27

(23)

V Á L V U L A D O S A D O R A R E G U L A D O R D E F L U X O V Á L V U L A D E C O N T R O L E D IV IS O R D E F L U X O VÁ L V U L A D E A L ÍV IO D A D IR E Ç Ã O F IL T R O D E R E T O R N C IC U IT O D A D IR E Ç Ã O F IL T R O D E S U C Ç Ã O B O M B A V Á L V U L A D E C O N T R O L E D E D IR E Ç Ã O C IL IN D R O D A D IR E Ç Ã O C IL IN D R O D E I N C L IN A Ç Ã O C IL IN D R O D E E L E V A Ç Ã O

Circuito Hidráulico

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Registro de Garantia do Proprietário (1ª Via - Concessionario Heli - Grupo Rech)

Data: Nº da Nota:

(25)

Data: Nº da Nota:

(26)

1

Data: Nº da Nota:

(27)

O Grupo Rech garante os equipamentos e máquinas fabricados pela Heli Empilhadeiras, contra defeitos de fabricação através de seu departamento de assistência técnica e da rede de revendedores autorizados.

O serviço de assistência técnica substituirá em seu próprio estabelecimento, as peças que apresentarem defeito de material e/ou fabricação de acordo com a análise técnica definida pela Concessionária responsável pela manutenção, sem qualquer custo para o cliente dentro do período de validade desta garantia que é de 6 meses.

A Solicitação de assistência técnica em garantia deverá ser encaminhada ao Departamento de Assistência Técnica do revendedor que agendará e programará o serviço desde que observado o horário de atendimento.

O transporte do equipamento até as dependências do revendedor não está incluso nesta garantia.

Em Caso de deslocamento de pessoal técnico até o local onde está o equipamento, o solicitante será responsável pelas despesas de deslocamento, alimentação e hospedagem.

A revenda enviará orçamento, por escrito, e apenas após o aceite do cliente, os serviços e/ou a locomoção de pessoal técnico serão iniciados. Esta garantia tem sua validade apenas se obedecidas as revisões obrigatórias previstas no plano de manutenção, conforme determinados nos manuais de operação/manutenção do equipamento. A manutenção preventiva não é coberta por esse CERTIFICADO DE GARANTIA e o desconhecimento de práticas corretas de manutenção preditiva e operacional não justifica a execução de serviços e/ou operações que venham a danificar ou prejudicar o bom rendimento desde equipamento. Também não há nenhuma outra garantia nem qualquer outra pessoa que possa garantir termos diferentes dos aqui determinados.

ITENS NÃO COBERTOS:

Esta garantia não cobre sinais de maus tratos, utilização incorreta, alterações físicas, falta de manutenção preventiva e armazenagem do equipamento em desacordo com o manual de operação/manutenção ou que ocasionem danos em partes, conjunto, peças, sistemas, etc.

Completar/trocar lubrificante, graxa, combustível ou outros serviços que fazem parte da manutenção básica do equipamento. Modificações ou consertos feitos por pessoas ou entidades não credenciadas pela revenda.

Peças de desgaste normal e facilmente quebráveis, como todos os tipos de lâmpadas, elementos de filtros, correias, instrumentos elétricos, fios, cabos, fusíveis, vidros, pneus e câmaras de ar (quando for o caso), borracha e todo material plástico considerado manutenção operacional regular.

Utilizar partes, peças, acessórios não recomendados e/ou não aprovados pela Concessionária. Danos causados por agentes naturais (enchentes, maresias, descarga elétrica, etc.)

Acidentes de qualquer espécie, inclusive decorrentes do transporte ou meio de locomoção utilizados pelo cliente. Alterações documentais, remoção ou adulteração de lacres e/ou identificadores do equipamento.

As responsabilidades do Grupo Rech são limitadas a manutenções corretivas ou entrega de peças novas ou recondicionadas dentro dos termos aqui determinados.

(28)

NOTA

Lubrificação e manutenção adequadas podem assegurar o bom funcionamento da máquina, evitar problemas e também reduzir os gastos com serviços.

É proibido qualquer tipo de chama durante a inspeção técnica; mantenha um extintor de incêndio sempre ao seu alcance.

Plano de Manutenção

Verificação regular e manutenção

A lubrificação apropriada e manutenção podem assegurar que o equipamento trabalhe sem problemas, proporcionando maior vida útil ao equipamento. O período de trabalho do equipamento é prolongado e o custo de trabalho é reduzido, portanto o tempo e custo necessários para a manutenção e serviços serão reduzidos.

Revisão semanal (a cada 50 horas de operação)

Aperte os parafusos de fixação no eixo da transmissão e cubo.

Verifique o sistema de controle do acelerador, freio de estacionamento e mudança de marchas.

Limpe as superfícies expostas e as superfícies de contato. Aplique graxa nos pinos articulados do chassi, eixo de transmissão, suportes do eixo traseiro e pinos da direção.

O tipo e periodicidade da manutenção deverão ser ajustados de acordo com as características do local onde a máquina será usada, como por exemplo, temperatura alta ou baixa, poeira, elevações, etc.

O intervalo de duração e manutenção deve ser ajustado de acordo com diferentes ambientes onde o equipamento é utilizado, assim como: alta temperatura, baixa temperatura, poeira e altitude. No caso de haver algum problema, consulte o revendedor mais próximo.

Dependendo da situação operacional, em ambientes com atmosfera pesada ou muita poeira, o filtro de ar deve ser inspecionado a cada 48 horas; se necessário, faça sua limpeza ou substituição.

Atenção!

(29)

Para as revisões periódicas acima de 3.000 horas, o distribuidor emitirá um certificado de revisão como comprovante, que deve ser mantido com o proprietário durante o período de garantia.

Atenção:

(30)

C LI E N T E C O N TA T O

Manutenção Preventiva

 

 

 

 

 

E Q U IP A M E N T O M O D E LO S É R IE H O R A S M A S T R O M O T O R D A TA LO C A L S IS T E M A IN IC IO FI N A L A P R O V A Ç Ã O T É C N IC O LI M P E Z A G E R A L R E A P E R T O M A S T R O R E A P E R T O C O N E X Õ E S R E A P E R T O R O D A S IN S P E Ç Ã O G A R FO S IN S P E Ç Ã O E R E A P E R T O C O R R E N T E S IN S P E Ç Ã O D IR E Ç Ã O Ó LE O M O T O R FI LT R O M O T O R Ó LE O T R A N S M IS S Ã O FI LT R O T R A N S M IS S Ã O Ó LE O D IF E R E N C IA L Ó LE O F R E IO Ó LE O H ID R Á U LI C O FI LT R O H ID R Á U LI C O Á G U A R A D IA D O R P A IN E L IN S T R U M E N T O S IL U M IN A Ç Ã O B U Z IN A O P C IO N A IS B A T E R IA LU B R IF IC A Ç Ã O P R E S O P N E U S T E S T E T R A N S LA Ç Ã O T E S T E E LE V A Ç Ã O T E S T E D IR E Ç Ã O T E S T E FR E N A G E M O B S E R V A Ç Õ E S

(31)

Revisão

de

Entrega

S IS T E M A IN IC IO F IN A L A P R O V A Ç Ã O T É C N IC O R E A P E R T O M A S T R O R E A P E R T O C O N E X Õ E S R E A P E R T O R O D A S G A R F O S C O R R E N T E S Ó L E O M O T O R Ó L E O T R A S M IS S Ã O O L E O D IF E R E N C IA L O L E O F R E IO O L E O H ID R A U L IC O A G U A R A D IA D O R P A IN E L IN S T R U M E N T O S IL U M IN A Ç Ã O B U Z IN A B A T E R IA O P C IO N A IS L IM P E Z A L U B R IF IC A Ç Ã O T R A N S L A Ç Ã O E L E V A Ç Ã O D IR E Ç Ã O F R E N A G E M O B S E R V A Ç Õ E S :

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Controle de Serviços

CLI E N T E C O N TA T O O R Ç A M E N T O O S E Q U IP A M E N T O M O D E LO S É R IE A N O H O R A S FR O TA M A S T R O O P C IO N A IS D A TA S E R V O IN IC IO FI N A L T É C N IC O

Peças Aplicadas

Q T D E C Ó D IG O D E S C R Ã O T E R C E IR O S T É C N IC O

(33)

Santa Catarina:

ZM Equipamentos: Estoque de Peças, Oficina, Vendas de Máquinas

Paraná:

Leve Carga: Estoque de Peças, Oficina, Vendas de Máquinas.

Goiás:

TractorGyn: Oficina, Vendas de Máquinas. Rech Tratores: Estoque de Peças

Mato Grosso:

Copemaq: Oficina, Vendas de Máquians. Rech Tratores: Estoque de Peças

Pará:

Rech e Cia: Estoque de peças, Oficina, Vendas de Máquinas

Pernambuco:

Rondônia

Acre

Ceará

Rio Grande Do Sul

Irmac: Estoque de Peças, Oficina, Vendas de Máquinas Rech Tratores: Estoque de Peças, Vendas de Máquinas Rech Tratores: Estoque de Peças, Vendas de Máquinas Parceiro*: Estoque de Peças, vendas de Máquinas Parceiro*: Estoque de Peças, vendas de Máquinas

Mapa de Assistência Técnica

Paraná Goiás Mato Grosso Acre Rondônia Pará Ceará Pernambuco Santa Catarina Rio Grande do Sul

(34)

Manuais Técnicos Heli

Os manuais de operação, manutenção e de peças do seu equipamento estão disponíveis na rede de Revendedores Autorizados Heli.

Cada equipamento é entregue

acompanhado de seu jogo de manuais; porém, caso necessário, solicite outra cópia diretamente ao seu Revendedor Heli, bastando fornecer o número do chassi e nota fiscal.

Referências

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