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COSMÉTICO EM TEMPO DE CRISE

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Academic year: 2021

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Instituto Mauá de Tecnologia

Profa. Dra. Patricia Antonio de Menezes Freitas

INOVAÇÃO E TECNOLOGIA NO MERCADO

COSMÉTICO EM TEMPO DE CRISE

(2)

MOTIVAÇÕES E OBJETIVO ESTUDO DE MERCADO CABELO E XAMPU ENSAIOS E RESULTADOS CONCLUSÕES E AGRADECIMENTOS

Patricia Antonio de Menezes Freitas

FORMAÇÃO ACADÊMICA:

- Engenharia Química - Escola de Engenharia Mauá - IMT (1996) - Mestrado em Química - Química Analítica, USP-IQ (2003)

- Doutorado em Química, Química Analítica, USP-IQ (2007)

- Pós-Doutorado - Universidade Federal do ABC (UFABC) em 2011

ATUAÇÃO PROFISSINAL:

- Profa. Titular do Instituto Mauá de Tecnologia (há 20 anos)

- Atuação: Ciclo Básico (1ª série): coordenação da disciplina Introdução à Engenharia.

- atuação: Enga. Química (última série): coordenação da disciplina Desenvolvimento de Cosméticos.

PESQUISA:

- FAPESP 2010/18713-5 e 2011/21511-8: Adsorção - Cosméticos sustentáveis

- 2016: Recebeu o prêmio Natura de Sustentabilidade pela orientação do trabalho intitulado Xampu com Redução de Água

(3)
(4)
(5)
(6)

INOVAÇÃO

SUSTENTABILIDADE

PRATICIDADE

MOTIVAÇÕES

(7)

- campos de atuação da Ind. Cosmética se tornam cada vez mais diversificados

- público alvo: consumidores de todos os sexos e idades - busca por produtos INOVADORES, PRÁTICOS, EFICAZES e

SUSTENTÁVEIS

- análise crítica do cenário mundial: alterações climáticas e exploração de recursos naturais

- geram grandes DESAFIOS aos pesquisadores e profissionais da área cosmética.

(8)

POR QUE REDUZIR A ÁGUA?

• Considerando o crescimento industrial e o desperdício de água, a demanda global por recursos hídricos para a indústria deve contar com um aumento de 400% entre 2000 e 2050.

• O alerta consta em um estudo divulgado em 2017 pela Organização das Nações Unidas (ONU).

(9)
(10)
(11)

MANANCIAL SUPERFICIAL – FONTE DE ÁGUA: RESERVATÓRIOS RMSP – REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO

(12)

• Abastecimento público

• Geração de energia

• Irrigação

• Indústria

• Recreação

• Navegação

• Aquicultura

• Diluição de despejos

• Preservação de fauna e flora

(21%)

USO DA ÁGUA

(13)

XAMPU COM REDUÇÃO DE ÁGUA

(14)

haste Fibras naturais

Proteção da pele e do couro cabeludo contra

fatores ambientais raíz

Cutícula Medula Córtex Folículo piloso Glândulas sebáceas Bulbo Papila Composição Proteínas • (cerca de 95%) Água • Lipídeos • Pigmentos • Elementos • traço Queratina (85% do fio) Fe, Zn, I e Al

ESTRUTURA DO CABELO

CABELO E XAMPU

(15)

Secos

Normais

Oleosos

Mistos

CABELO E XAMPU

Ativos que ajudam a preservar a

saúde, hidratação e brilho do cabelo

(16)

Grau de

risco 1

Resolução – RDC n˚ 48, de 16 de março de 2006

Guia para Avaliação de Segurança de Produtos Cosméticos Guia de Estabilidade de Produtos Cosméticos

LEGISLAÇÃO – ANVISA

(17)

50,6 17,8 32,1

80,2

30,2 7,1% Consumo mundial

Mercado global de HPPC em USD milhões

Estudo de Mercado

(18)

269 1556 48 487 180 1,7% PIB Nacional (2016) 58% Crescimento nominal (2010-2016) Fonte: Euromonitor (2017) 62% Faturamento (2016) R$ 101 bi Investimento em P&D (2016) R$ 1,6 bi

Indústrias de produtos cosméticos de HPPC no Brasil

(19)

01

st

02

nd

03

th

COSMÉTICOS MASCULINOS

FRAGRÂNCIAS COSMÉTICOS PARA CABELOS

Fonte: Euromonitor (2016)

Ranking de HPPC

(20)

02

nd

COSMÉTICOS PARA CABELOS

Fonte: Euromonitor (2016)

Fonte: Euromonitor (2016)

25% entre 2015 e 2020 DINÂMICA E INOVAÇÃO

R$ 4,7 bilhões

02

XAMPU

Estudo de Mercado

(21)

228 repostas 27% 73% Masculino Feminino Dados: Agosto/2016 Pesquisa de Mercado

Estudo de Mercado

XAMPU EM PÓ

(22)

16%

67% 14%

0% 3%

Preço / Custo Benefício Função Marca Embalagem Outro 51% 33% 14% 2% Todos os dias

Um dia sim e um dia não A cada dois dias

Outro

Pesquisa de Mercado

(23)

44% 13% 23% 20% Normal Seco Mistos Oleosos 83% 17% Sim Não Pesquisa de Mercado

Estudo de Mercado

INOVAÇÃO

(24)

PROCESSO SIMPLIFICADO DE DESENVOLVIMENTO DO PRODUTO

- Conhecimento adquirido na graduação – EQ/EEM - Pesquisa de mercado

- Estudo da matriz de aplicação: cabelo

- Estudos de formulações de xampu da literatura

- Desenvolvimento do protótipo em escala laboratorial - Ajustes da melhor condição: alto poder de limpeza, e

hidratação dos fios do cabelo

- Avaliação da legislação vigente (ANVISA) para produtos de HPPC

- Desenvolvimento em escala piloto e industrial - Aplicação do produto

(25)

Emoliente Regulador de pH Agente Efervescente Tensoativos Agente espumante

“Binder”DiluenteOutros

Lauril éter sulfato de sódio Cocamidopropol betaína Bicarbonato de sódio Lactose Hidroxiestearato de isoestearilo Ácido cítrico Dietanolamida de ácido graxo de coco Caprilato de metil glucose Polietilenoglicol Metilisotiazolinona Fragrância

FORMULAÇÃO

Água

(26)
(27)

T-02 T-01 T-05 T-06 T-07 T-08 T-09 T-10 V-01 V-02 V-05 V-06 V-07 V-08 V-09 V-10 V-12 MIX-01 MIX-02 MIX - 03 B-01 B-02 B-03 B-04 B-05 B-06 B-07 B-08 B-09 T-03 T-03 V-03 V-04 V-11 B-10 V-13 EP-01 V-13 V-14 Envase Envase S-01 S-02 PA-01 PA-02 V-15 V-16 T-02 T-01 T-05 T-06 T-07 T-08 T-09 T-10 V-01 V-02 V-05 V-06 V-07 V-08 V-09 V-10 V-12 MIX-01 MIX-02 MIX - 03 B-01 B-02 B-03 B-04 B-05 B-06 B-07 B-08 B-09 T-03 T-03 V-03 V-04 V-11 B-10 V-13

FLUXOGRAMA DE PROCESSOS

(28)

ENSAIOS E RESULTADOS

EP-01 V-13 V-14 Envase Envase S-01 S-02 PA-01 PA-02 V-15 V-16

(29)
(30)
(31)
(32)

Ensaios TEP (Teste de Estabilidade Preliminar)

PH UMIDADE ATIVIDADE

DE ÁGUA

LAVAGEM SHELF LIFE

(33)

5 6 Valor ideal 5 - 6 Equipamento: potenciômetro Valor obtido 5 - 6

Ensaio de potencial hidrogeniônico

(34)

Espuma

Cabelos

ESPUMA

CABELOS

Adequada Boa espalhabilidade e fácil aplicação

Limpos e sem resíduos Hidratados e macios

Ensaios TEP (Teste de Estabilidade Preliminar)

(35)

≈ 2,50% 2,36%

Equipamento: IV3100 - GEHAKA Temperatura: 60˚C

Taxa: 0,5˚C/min Duração: 3 min

Ensaio de umidade

(36)

0 0,60 1 Sem atividade microbiana

0,99 Xampu líquido 0,76 Sombra em pó 0,72 Xampu em pó

Equipamento: AquaLab 3TE - Decagon Devices, Inc. Fonte: CBINET 2016

Ensaio de atividade de água

(37)

1

2

3

Fonte: Sarantópoulos et al, 2002

Embalagem

Cálculo

𝑡 = 𝑄𝑐𝑟í𝑡𝑖𝑐𝑎 − 𝑄𝑖𝑛𝑖𝑐𝑖𝑎𝑙 𝑇𝑉𝑃𝐴 ∗ 𝐴𝑒𝑚𝑏

Umidade crítica

ENSAIOS E RESULTADOS

Shelf Life

(38)

Shelf Life

Embalagem

PET / BOPP met / PEBD

TPVA (0,2 – 1,0) g água / m² dia

1

2

3

Cálculo

Aproximadamente 18 meses

Fonte: Sarantópoulos et al, 2002

Umidade crítica

7%: prejuízo à aparência e textura

(39)
(40)
(41)

Análise sensorial – EUREKA (2016  860 RESPONDENTES)

ENSAIOS E RESULTADOS

Extremamente inovador Quão inovador é o produto? Qual o nível de qualidade do produto? Você substituiria seu xampu atual? 88% 12% 92% 8% Inovador Altíssima qualidade Alta qualidade 58% 4% 38% Às vezes Sim Não

(42)

Você adquiriria o produto? O xampu conferiu odor agradável aos fios? Você recomendaria o produto a conhecidos? Os cabelos ficaram macios e hidratados? 100% Sim

ENSAIOS E RESULTADOS

(43)

COMO FUNCIONA O PRODUTO?

O produto funciona como um xampu

convencional, basta aplicá-lo no couro cabeludo, espalhá-lo e em contato com a água do chuveiro, iniciar-se-á o processo de limpeza.

(44)

Produto inovador, sustentável e prático Ensaios TEP

Redução de 95% de água Vida de prateleira: 18 meses Embalagens individuais

(45)

QUAL É A DIFERENÇA PARA O XAMPU CONVENCIONAL?

Os xampus vendidos atualmente contém aprox. 60% (m/v) de água.

VANTAGENS EM RELAÇÃO AO CONVENCIONAL:

a

- redução da água no processo de fabricação, apenas 2,5% (m/v) um

- excelente rendimento nas aplicações limpeza adequada

-a

- hidratação dos fios de cabelo praticidade

- ao consumidor gerando uma facilidade para levar o produto para viagens e passeios, embalagem reaproveitável, produto mais leve e compacto

BENEFÍCIOS PARA A INDÚSTRIA:

a

- diminuição do tempo do processo de fabricação – NÃO HÁ ESPUMA

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ABIHPEC – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DE HIGIENE PESSOAL, PERFUMARIA E COSMÉTICOS. Panorama do setor de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos. 2016. Disponível em: <https://www.abihpec.org.br/novo/wp-content/uploads/PANOMARA-DO-SETOR-2016.pdf

SARANTÓPOULOS, C. I. G. L. Propriedades de barreira ao vapor d’água. Campinas: CETEA/ITAL, 2002.

GONÇALVES, S. D. Água para cosméticos. Cosmetics & Toiletries, São Paulo, v. 19, n. 1, p.40-46, jan./fev. 2007.

BRASIL. Resolução - RES nº 481, de 23 de setembro de 1999. Estabelece parâmetros para controle microbiológico de Produtos de Higiene Pessoal, Cosméticos e Perfumes. ANVISA – Agência Nacional

de Vigilância Sanitária. Disponível em: <http://portal.anvisa.gov.br/legislacao>. Acesso em: 3 mai.

2016.

(47)

https://www.cosmeticinnovation.com.br/alunas-do-instituto- maua-desenvolvem-condicionador-capilar-hidratante-com-formula-inovadora/#.WdKzLljLvyg.facebook https://www.reporterdiario.com.br/noticia/2410375 /alunas-do-instituto-maua-desenvolvem-condicionador-com-formula-inovadora/

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Prof. Celio Higuchi

Profa. Carla Aparecida

Pedriali Moraes

AGRADECIMENTOS

Referências

Documentos relacionados