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Workshop APCN / 2015

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Texto

(1)

Eduardo Kokubun

PRÓ-REITOR DE PÓS GRADUAÇÃO

Gestão Júlio C. Durigan

Workshop APCN / 2015

Objetivo:

Dar a conhecer sobre as principais orientações contidas na

página da CAPES para proposição de cursos de

Pós-graduação stricto sensu

(2)

CAPES - Sistema de avaliação

2 processos distintos

Requisitos

gerais

Critérios

Parâmetros específicos

FUNDAMENTAIS PARA A RECOMENDAÇÃO

(3)

Processo de avaliação

de cursos novos

4 etapas

PROPOSTAS:

a) Mestrado Profissional

b) Mestrado e/ou

Doutorado Acadêmico

(4)

1) Acesse o endereço: www.capes.gov.br

CAPES - AVALIAÇÃO (Apresentação Cursos Novos)

(5)

1

2

4

3

5

3) Legislação específica

Proporciona uma visão geral

das regras que sustentam

a pós-graduação

Legislação específica - sugestão de leitura

1)  Conceito de pós-graduação;

2)  Organização da pg (funcionamento);

3)  Atuação corpo docente;

4)  Enquadramento de uma proposta na CAPES;

5)  Mestrado profissional.

(6)

Áreas de avaliação CAPES

Áreas de avaliação

(48)

Colégios (3)

Grandes áreas (9)

(7)

4) Critérios para APCN

Orientações da área

(8)

CAPES - Entrada no SNPG - Propostas

(9)

CAPES – Instrumentos de apoio –

Tabela áreas do conhecimento

Avaliação

(10)

Tabela de Áreas do Conhecimento - CAPES

Grande

Área

Conhecimento

(são 9)

Área

Conhecimento

Sub Áreas

Conhecimento

(especificidades)

(11)

Tabela de Áreas do Conhecimento - CAPES

Área de

Avaliação

CAPES

(são 48)

(12)

Grande área: Multidisciplinar CAPES

Tabela de Áreas do Conhecimento - CAPES

90000005 MULTIDISCIPLINAR

ÁREA DE AVALIAÇÃO: INTERDISCIPLINAR

90100000 INTERDISCIPLINAR

90191000 MEIO AMBIENTE E AGRÁRIAS 90192000 SOCIAIS E HUMANIDADES

90193000 ENGENHARIA/TECNOLOGIA/GESTÃO 90194000 SAÚDE E BIOLÓGICAS

ÁREA DE AVALIAÇÃO: ENSINO

90200000 ENSINO

90201000 ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA

ÁREA DE AVALIAÇÃO: MATERIAIS

90300009 MATERIAIS

ÁREA DE AVALIAÇÃO: BIOTECNOLOGIA

90400003 BIOTECNOLOGIA

ÁREA DE AVALIAÇÃO: CIÊNCIAS AMBIENTAIS

(13)

– agrega diferentes áreas do conhecimento em torno

de um ou mais temas;

- cada área preserva sua metodologia e

independência

- convergência de 2 ou mais áreas do conhecimento

que não pertencem à mesma classe, que contribui para

o avanço das fronteiras da ciência e tecnologia,

transfere métodos de uma área para outra, gerando

novos conhecimentos.

novo profissional com perfil

distinto dos existentes c/

formação sólida e integradora

Áreas Multidisciplinar e Interdisciplinar

Interdisciplinaridade

Mulltidisciplinaridade

(14)

Área Interdisciplinar CAPES

principais pontos

Interdisciplinaridade

• 

o paradigma disciplinar de produção do conhecimento particionado não é suficiente

para responder aos problemas complexos e ressurge na ciência a necessidade de

outras formas de abordagem que deem conta da realidade....essa realidade

complexa e híbrida demanda novos modos de pensar problemas e gerar

conhecimento.”

• 

é o resultado de uma necessidade epistemológica e de uma exigência da realidade

contemporânea”

• 

busca responder, assim, a problemas gerados pelo próprio avanço da ciência

moderna disciplinar, quando esta se caracteriza como fragmentadora e simplificadora

do real”

• 

“ é um processo que exige mudanças na modalidade de produção de conhecimento,

implicando transformações individuais e institucionais.”

• 

“se concretiza por meio de práticas que se diversificam, dependendo de escolhas

científicas, objetos de pesquisa, problemas tratados e condições institucionais locais,

respeitando-se, contudo, princípios comuns.”

(15)

Principais diferenças entre os cursos

Cursos de Especialização

- objetivo técnico profissional

específico - SEM abranger o

campo total do saber em que

se insere a especialidade;

- é de natureza e destinação

específica de um curso;

- sentido prático profissional;

- c u r s o s d e s t i n a d o s a o

treinamento nas partes de

que se compõe um ramo

profissional ou científico

-domínio científico e técnico

de uma certa e limitada área

do saber ou da profissão para

f o r m a r p r o f i s s i o n a l

especializado

“profissional comum”

Mestrado/ Doutorado

- p o s s u e m o b j e t i v o s

amplos e aprofundados de

formação científica ou

cultural;

- é de natureza acadêmica e

de pesquisa

-representam 2 níveis de

e s t u d o q u e s e

hierarquizam, porém são

relativamente autônomos;

-  ME e DO são necessários

à r e a l i z a ç ã o d e f i n s

e s s e n c i a i s d a

u n i v e r s i d a d e , i s t o

pressupõe que o grupo

p r o p o n e n t e j á t e n h a

pesquisa;

“cientista”

- Prepara profissionais de bom

n í v e l p a r a o m e r c a d o d e

trabalho “extra acadêmico”,

com perfis desenhados pela

demanda desse mercado;

-  foca de maneira mais intensa

as necessidades do país;

- considera a necessidade da

formação de profissionais aptos

a elaborar técnicas e processos

com desempenho diferenciado

dos egressos dos cursos de

mestrado;

-não há financiamento CAPES/

UNESP;

- inovação de base tecnológica,

empresas, governos;

técnico de alto padrão”

(16)

Caderno  de  Indicadores  

Documentos  de  área  e    

Relatórios  de  avaliação  

Planilhas  indicadores  

Documentos  importantes  para  preenchimento  de  um  APCN  na  plataforma  sucupira  –  

disponíveis  na  página  da  CAPES  (

www.capes.gov.br

)  

Portarias  CAPES  

01  e  02/2012  

(17)

Acesso  

PLATAFORMA  

SUCUPIRA  

Acesso  

Avaliação  trienal  

2013    

Acesso    

informações  

avaliação  

CAPES: www.capes.gov.br

Acesso    

informações  

avaliação  

(18)

Acesso  Avaliação  Trienal  2013      

Documentos  

gerais  permitem  

uma  visão  da  

situação  do  

Programa  em  

relação  aos  seus  

(19)
(20)

1) Escolher o ano

2)  Digitar  código,  nome  ou  sigla  IES  

 

3)  Escolher  área  avaliação  em  que  o  

Programa  é  avaliado.  

(21)

4)  Escolha  o  caderno  segundo  a  legenda  

Caderno  de  Indicadores  

(22)

 Relatório  -­‐  Corpo  docente  Atuação  

(23)

Planilhas  de  Indicadores  

(24)
(25)

D  O  C  E  N  T  E  

PERMANENTE

 (núcleo  principal)  

VISITANTE

   

COLABORADOR

   

1)  ARvidade  de  ensino:                          

                       Pós-­‐graduação                                        e/ou                              Graduação  

 +  

2)  ARvidade  de  pesquisa:  

• Par<cipação  em  projetos  de  pesquisa  

 +  

3)  ARvidade  de  orientação  (limite  máximo  8  

orientandos/orientador,  considerando  todos  os   Programas  onde  o  docente  atua  como  

permanente)  

+  

4)  Dedicação  integral  à  IES  (40h)  

(parte  não  majoritária  dos  docentes  pode  ter   regime  de  dedicação  parcial)  

+  

5)    Vínculo  funcional  com  a  IES;  

                                     

ou  

           Condições  especiais:  

•   bolsa  de  fixação  de  docente  /  pesquisador;  

•   

professor/pesquisador  aposentado;   •   professor  cedido,  por  acordo  formal;   •   professor  do  pg  em  estagio  pós-­‐doutoral,   sênior  ou  a<vidade  relevante  em  Ciência  e   Tecnologia.  

1)  A<vidade  de  ensino:              Pós-­‐graduação                      e/ou                  Graduação  

   

2)  A<vidade  de  pesquisa:  

•   Par<cipação  em  projetos  de  pesquisa  

   

3)  A<vidade  de  orientação    

4)  Dedicação  integral  à  IES          (Período  conXnuo  de  tempo)  

•   contrato  de  trabalho  por  tempo  determinado   com  a  ins<tuição  ou  por  bolsa  concedida  pela   IES/agência  de  fomento.  

 

5)  Vínculo  funcional  com  outras  InsRtuições   (brasileiras  ou  não)  

 

•           

 

contrato  de  trabalho  por  tempo   determinado  com  a  insRtuição  ou  por  bolsa   concedida  pela  IES/agência  de  fomento;  

•   liberado  mediante  acordo  formal.  

 

 

 

•   Não  atende  a  todos  os   requisitos  para  ser   enquadrado  como   permanente  ou  visitante,   embora  par<cipe  de  forma   sistemá<ca  no  Programa.  

   

 

   

•    Pode   possuir   vínculo   ou   não  com  a  IES.  

   

 

•   Pode  atuar  em  a<vidades   de  pesquisa,  ensino,   extensão  ou  orientação.    

Portarias  CAPES  nº  01,  de  04  de  janeiro  de  2012,  publicada  no  DOU  em  12/01/2012,  seção  1,                                                    nº  02,    de  04  de  janeiro  de  2012,  publicada  no  DOU  em  05/01/2012,  seção  1  

(26)

Como  acessar?                                                                                          

h\ps://sucupira.capes.gov.br/

(27)

Solicitação proposta de curso novo – APCN

Composto

por

14 abas

(28)
(29)
(30)
(31)
(32)
(33)
(34)
(35)
(36)
(37)

Aba: Atividade

docente

(38)
(39)
(40)

Procedimentos a serem adotados pelo(a) COORDENADOR(A) DO PROGRAMA:

1º. verificar se o conteúdo da proposta está completo e correto;

2º. se os documentos exigidos foram devidamente anexados;

3º. o aplicativo apresentará uma mensagem indicando que não existem pendências.

Pressionar o botão “

Enviar

”;

Procedimentos a serem adotados pelo(a) Pró-reitor:

Após o envio, a proposta

de solicitação de novo(s) curso(s) será enviada para análise e

homologação da Pró-Reitoria.

(41)

Referências bibliográficas

PHILIPPI JR, Arlindo; SILVA NETO, Antônio (editores), Interdisciplinaridade em

Ciência, Tecnologia & Inovação, Barueri, SP, Editora Manole, pp. 997, 2011

COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL

SUPERIOR (CAPES) – Documento da Área Interdisciplinar, disponível em

http://www.capes.gov.br/avaliacao/documentos-de-area-/3270

(42)

Referências

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