DEPARTAMENTO DE
CIENCIAS
DA
ADMINISTRACAO
COORDENADORIA DE
ESTÁGIOS
ESTRATÉGIAS
PARA
CONQUISTAR
E
RETER
CLIENTES
NA
EXTRA
G
MODA
GRANDE
~ f
TRABALHO
DE
CONCLUSAO
DE
ESTAGIO
SORAIA
LANZNASTER
DA
COSTA
PEREIRA
DEPARTAMENTO DE
CIENCIAS
DA
ADMINISTRACAO
COORDENADORIA
DE
ESTÁGIOS
ESTRATÉGIAS
PARA
CONQUISTAR
E
RETER
CLIENTES
NA
EXTRA G
MODA
GRANDE
SORAIA
LANZNASTER
DA
COSTA
PEREIRA
Orientada por:
Prof. Liane Carly
Hermes
ZanellaÁrea
de concentração:Marketing
PEREIRA
na
disciplina de Estágio Supervisionado ObrigatórioCAD
5236.Banca
Examinadora
Professora Liane Carly
Hermes
ZanellaPresidente
Professora Edinice
Mei
SilvaMembro
Professora Maria Terezinha Angeloni
A
Deus
por todas as oportunidadesque
me
deu, pelas pessoas maravilhosas quecolocou
no
meu
caminho, pornunca
terme
deixado nosmomentos
diñceis, e por terme
dado
forças para chegar até aqui. i
Aos meus
Pais pelas portasque
abriram paramim,
pela segurança quesempre
me
passaram, e pela força e
confiança que
depositaramem
mim.
Aos
meus
irmãos, pelo companheirismo.A
Professora Liane CarlyHermes
Zanella por sua orientaçãoem
relação aoTCE,
porsuas importantes dicas, por suas horas dedicadas a este trabalho, por sua paciência e
compreensão, e pelo auxílio
nunca
negado. Sua atenção teve importância essencial para arealização desse projeto.
Aos
professores que contribuiram naminha
formação, eque sem
dúvida ajudaram-me
a crescer. -Ao meu
marido, pelo apoio e compreensão.Uma
pessoa foi especialmente importante paramim.
Minha
sogra Zelinda, quesempre
compreensiva e atenciosa comigo, cuidoucom
carinhodo
meu
filho, paraque eu
pudesse concluir esta etapa
em
minha
vida: a Universidade.A
minha cunhada Márcia
e seu marido Vicente, aminha cunhada
Cristiane e a Zélia,pelo apoio e ajuda. -
Ao
meu
filhode
um
ano
e meio, que talvezsem
entender porque eu saíade
casa,esperava a
minha
volta da Universidade.Por
último,mas
nãomenos
importante, aos clientes daEXTRA
G
Moda
Grande,que
que
0da
prata, emelhor
a
sua rendado
queo
ouro
mais
fino.O
Senhorcom
sabedoriafundou a
terra,com
inteligência estabeleceu os céus.Pelo seu conhecimento os abismos se
rompem,
e as nuvens destilam orvalho. ”AGRADECIMENTOS
... ..EPÍGRAFE
... ..LISTA
DE
FIGURAS
... ..LISTA
DE
Gmâncos
... ..SINOPSE
... .. 1n×1TRoDUÇAo
... ..1.1
Tema
problema de
pesquisa ... ._1.2 Justificativa ... ..
2
OBJETIVOS
... .. 2.1 Objetivo geral ... _. 2.2 Objetivos específicos ... .. ~ r 3FUNDAIVIENTAÇAO TEORICA
... .. 3.1 Posicionamentoda
empresa ... ..3.2
Adotando
uma
estratégia ... ._3.3 Prestação de serviços ... ._
3.4
O
processo de vendasdo
produto ... ..3.4.1
A
recepção ... ..3.4.2 Técnicas verbais de vendas ... ..
3.5 Necessidades e desejos dos clientes ... ..
3.6 Reconquistando clientes perdidos ... ._
3.7
Mantendo
contatocom
os clientes ... ..3.8
Mantendo
os clientes através de vendas cruzadas e parcerias3.9 Concorrência ... ..
39
3.10
Formas
decomunicação
... ..3.10.1
Comunicação
entreempresa
e cliente ... ..3.10.2
Comunicação
entreempresa
emercado
... ..5
DESCRIÇÃO
E
ANÁLISE
DA
EMPRESA
... .. 5.1Os
produtos ... .. 5.2Os
empreendedores ... .. 5.3A
estrutura organizacional ... .. 5.4A
gestão de materiais ... .. 5.5O
sistema de informações ... ._ 5.6O
mercado
... ._ 5.6.1 Concorrentes ... .. 5.6.2 Clientes ... ..5.7 Análise da pesquisa realizada
com
os clientes ... ..5.8
O
processode comunicação
... ..5.9
O
processode
vendas ... ..6
DEFINIÇÃO
DAS
ESTRATÉGIAS
PARA CONQUISTAR
E
RETER
CLIENTES
~
7
coNs1DERAÇoEs
FINAIS
... .. sREFERÊNCIAS
BIELIOGILAEICAS
... ..ANEXOS
... ._Anexo
O1: Questionário para pré-teste ... ..Anexo
O2: Questionário aplicado aos clientes ... ..Anexo
O3: Roteiro de entrevistas feitacom
clientes e concorrentes ...FIGURA
O1FIGURA
O2
FIGURA
O3
FIGURA
O4:FIGURA
O5Posicionamento dinâmico da empresa
Ciclo de vida de
um
consumidor
... ..Cadastro de clientes ... ..
Aviso de cobrança de clientes perdidos
GRÁFICO
oi;GRÁFICO
02;GRÁFICO
03;GRÁFICO
04;GRÁFICO
05;GRÁFICO
oózGRÁFICO
07;GRÁFICO
os-_GRÁFICO
09;GRÁFICO
io;GRÁFICO
11;GRÁFICO
12;GRÁFICO
13aGRÁFICO
IsbzGRÁFICO
14;GRÁFICO
15;GRÁFICO
16;GRÁFICO
17;GRÁFICO
is;GRÁFICO
19;GRÁFICO
2o;GRÁFICO
21;GRÁFICO
22;GRÁFICO
23;GRÁFICO
24:GRÁFICO
25;GRÁFICO
26;GRÁFICO
27;GRÁFICO
28;GRÁFICO
29;GRÁFICO
30;Como
O clienteficou
sabendo da existência da loja ... ._66
Momento
que o clientecompra
roupas ... ._67
Mais alguém
na casacompra
roupastamanhos
grandes ... ._68
Quando
o cliente entranuma
loja de roupas para comprar, ele: ... ._69
Dificuldades que
o
cliente encontra na hora decomprar
roupas ... ..70
Opinião
do
clientecom
relação a deixar de comprar se o vendedor fossedo
sexo masculino ... _. 71O
que o
cliente levaem
contaquando
entranuma
loja ... ._72
Quanto
ao preço deuma
roupa,o
cliente: ... ._ 73Opinião
do
cliente quanto a querer saber das novidades ... __74
De
queforma
O cliente gostaria de saber das novidades ... _. 75Melhor
horário para O cliente comprar roupas nos dias desemana
... _.76
Melhor
horário parao
cliente comprar roupasno Sábado
... ._77
O
que a lojapode
oferecer para que o cliente continue cliente (de 1 a 7pelo que achar mais importante) ... ._ 78
O
que
a lojapode
oferecer para que O cliente continue cliente ... __79
Opinião
do
cliente quanto a utilizar o serviço de atendimento domiciliar80
Tipo de roupa que
o
cliente costumacomprar
... ._ 81Opinião
do
cliente sobre usarou não
conjuntos ... ._82
Opinião
do
cliente sobre usar roupas damoda
... _. 83O
que
o cliente costumacomprar
damoda
... ._ 84Opinião
do
cliente quanto a comprar roupas de praia ... _. 85O
que o
cliente compraria ... __86
Opinião quanto às roupas da
EXTRA
G
... _. 87Opinião quanto ao atendimento da
EXTRA
G
... ._88
Opinião quanto aos preços das roupas da
EXTRA
G
... ._ 89Perfil dos clientes quanto aos meios de comunicação:
TELEVISÃO
.... _. 90Perfil dos clientes quanto aos meios de comunicação:
RÁDIOS
OUVIDAS
91Perfil dos clientes quanto aos meios de comunicação:
JORNAL
... __92
Tipos
de
clientes ... _. 93Lojas
onde
o clientecostuma
comprar roupas ... ._94
Perfil dos clientes:
IDADE
... ._ 95Através
do
presente trabalho de pesquisa, procurou-se desenvolver estratégias paraconquistar e reter clientes na
EXTRA
G
Moda
Grande, unidade de análiseda
pesquisa.A
população-alvo de análise
foram
os clientes quecompram
na
loja.Os
objetivos definidos paraalcançar
o
objetivo maior sãode
identificar as necessidades e desejos dos clientes, avaliarsuas satisfações, classificar os tipos de clientes da loja, identificar os concorrentes e traçar o
perfil sócio-econômico-cultural dos clientes da
EXTRA
G.A
metodologia utilizada paraalcançar os resultado
foram
a entrevistacom
os clientes e concorrentes, o questionário, aobservação pessoal feita
no
ambienteda
empresa e a análise documental feitano
cadastro declientes
da
EXTRA
G.Sendo que
a empresatem
pouco tempo
de mercado, seus clientes sesentem satisfeitos
com
os tipos de roupas ecom
o preço praticado pela loja.Os
clientesencontram muita dificuldade de encontrarem roupas
do tamanho
certo devido aomanequim
ser desproporcional.
As
mulheresgostam
de usar roupas confortáveis, que se sintam bem' avontade,
não
muito justa. Elastêm
preferência porusarem
mais calçasdo
que saias e vestiremblusas e camisetas
com
manga
ao invés de blusas e camisetassem
manga.As
clientesgostam
de saber das novidades
que
a lojatem
para oferecer.Alguns
clientesgostam
de seguir amoda
e o que mais
compram
são roupas e sapatos. Elas geralmentesabem
o quequerem
egostam
1.1
Tema
problema
de pesquisaO
presente projeto foi realizadocom
o desejo de conhecer melhor os clientes quecompram
roupas naEXTRA
G
Moda
Grande.A
proprietária procurou saber dasnecessidades, desejos e expectativas das clientes que,
sem
muitas opções de lojas naGrande
Florianópolis,
querem
estar semprebem
vestidas.A
empresa, objeto de estudo, éuma
empresa
quevende
roupas detamanhos
grandes,do 48
ao 80, masculinas e femininas, localiza-seno
município deSão
José, bairro Kobrasol,rua Charles Ferrari,
500
s1.02 e iniciou suas atividadesem
junho de 1999.A
cidade deSão
José,em
conforme
SANTOS
(1999, p.18), éuma
dasmais
promissoras cidades de Santa Catarina. Possui
uma
estrutura de comércio e serviços que atoma
auto-suficiente e, acima de tudo, conquistouno
ano de 1999 o 18° lugarno
rankingnacional dos municípios
em
qualidade de vida.A
economia
brasileira, apesar dos entraves criados pelo Estado patrimonialista ecorporativo, sustenta-se, hoje, nas atividades desenvolvidas pelas micro e pequenas empresas.
De
acordocom
CETEB
(1995), pequenos comerciantes de ontem, hoje são proprietários degrandes estruturas comerciais; pequenas
companhias
de transporte hoje são verdadeirosgigantes
no
ramo;pequenos
industriais se transformaramem
grandes empresários e ex»pequenos
produtores rurais hoje são fazendeiros de porte.A
intenção de muitas micro empresasque
estão, atualmente, concorrendo nestemercado
globalizado é se manter, crescer e ter filiais.CETEB
(1995, p.120) ressalta que:“nenhuma
economia do mundo,
por razões naturais e óbvias, se consolidousem
a efetivaparticipação da micro e
da pequena
empresa. Elasfazem
frente aos novos desafios dasgrandes empresas e corporações.”
E
continua “elas são mais ágeis natomada
de decisões, seadaptam
às transformaçõescom
maior rapidez, são mais especializadas e o controleda
Por
outro lado, exigedo empreendedor
muito esforço, dedicação, perseverança e,sobretudo, conhecimento de aspectos gerenciais e organizacionais que a envolvem. Assim,
questões
como
o planejamento financeiro, adaptações anova
realidade das tecnologias deinformação e comunicação, uso
adequado
das ferramentas de marketing, conhecimento domercado
de clientes e de concorrentes, são fundamentais.Quando
setem
uma
empresa
pequena, oempreendedor tem
motivos para estar ali, semantendo
e competindo.Motivos
estescomo
localizaçãobem
no
centroda
cidade, preçocompetitivo para poder concorrer
com
demais lojas, não ter concorrente diretono
mesmo
bairro
ou na
cidade. Estes são pontos fortes paraque
a empresa consiga se manter e competircom
êxitono
mercado.O
mercado
de obesosno
Brasil é aindapouco
conhecido.Conforme
omédico
endocrinologista Dr. Sérgio de Carvalho, que trata da obesidade de crianças e adultos
em
Florianópolis (SC), não existe estatísticas
do número
de pessoas obesas naGrande
Florianópolis.
O
que
se sabe éque
a porcentagem de obesos adultosno
Brasil está na faixa de26%
a34%
e de obesos infantis está na faixa de14%
a 16%. Este índice tende a crescerdevido a
comodidade
que a vidavem
oferecendo.No
Brasil, pesquisa desenvolvida entre 1974 e 1989 constatou, que a proporção depessoas
com
excesso de pesoaumentou
de21%
para32%.
Dentre as regiõesdo
País, o Sulapresenta as maiores prevalências de obesidade, sendo essas semelhantes e, até
mesmo
superiores, a países desenvolvidos,
(GIGANTE,
1997, p.237).A
evolução da ocorrênciada
obesidade neste peniodo,
em
relação ao sexo,dobrou
entre os homens, de2,4%
para 4,8%,enquanto
que
entre a população feminina oaumento
também
foi significativo,7%
para12%.
Algumas
variáveis semantiveram
associadascom
a obesidade de acordocom
apesquisa de
GIGANTE
(1997, p.236).Nas
mulheres a obesidade está relacionada a obesidadedos pais; diabete
ou
hipertensão;não fumam, tem
menor número
de refeições diárias enão
realizam exercício fisico.
Nos homens
as causas são: obesidade dos pais, hipertensão arterialsistêmica e maior
número
de refeições.Os
determinantes de obesidade são diferentes entre os“A
obesidade estáaumentando no
País”, disseGIGANTE
(1997, p.23 7).É
com
base nesta fraseque
aEXTRA G
Moda
Grande
tem
perspectivas decrescimento, visando atender as necessidades e desejos dos clientes.
Quanto
mais a populaçãoobesa aumentar, mais pessoas
vão
procurar comprar roupas detamanhos
grandes ecom
issoaumentar o
número
de clientes.Dentro deste contexto, pergunta-se:
° Quais são as necessidades e desejos dos clientes?
°
Como
se classificam os clientes da loja?° Quais são seus concorrentes?
°
Qual
o perfil sócio-econômico-cultural dos clientes daEXTRA
G
Moda
Grande?
°Como
conquistar e reter os clientes daEXTRA G
Moda
Grande?Buscando
responder às questões norteadoras, e para que a empresa continuecrescendo,
um
estudo junto aos clientes foi desenvolvidocom
a intençãode
posicionar aempresa no
mercado, definiruma
estratégia paraque
a empresa possa crescer, melhorar oserviço prestado ao cliente e adotar
uma
politicacom
estratégias de retenção de clientes.l .2 Justificativa
O
motivoque
levou a aluna a desenvolver este projeto foi devido a nunca ter sido feitonenhum
trabalho de pesquisa, segundo preceitos metodológicos, na loja onde ela éproprietária.
A
o ãoP
elotema da
P
es uisa, ca Pta Ç ão e reten ão de clientesnuma
lo`a de rou as detamanhos
grandes, justifica-se por considerarque o
estudoem
questão é essencial paraqualquer organização que tenha por
meta
a satisfação de seus clientes eo compromisso
demantê-los na loja,
comprando
os produtosquando
sentem necessidade equando
surgem
novidades.
De
acordocom
CASTRO
(1977),um
tema
é importantequando
está dealguma forma
A
fatia demercado
que ela quer ocupar é favorável devido a inexistência de outraconcorrente direta
na
cidade.A
aluna quer, pormeio
deste projeto, aprimorar-secom
astécnicas e
métodos
decomo
tratar melhor seus clientes, colocandotambém
em
prática oque
aprendeu
no
cursode
Administraçãoda
Universidade Federal de Santa Catarina.Pretende-se,
também,
compartilhar os resultados desta pesquisa junto aos clientes da2.1 Objetivo geral
Desenvolver estratégias para conquistar e reter clientes da
EXTRA
G
-Moda
Grande
Ltda.
ME.
2.2 Objetivos específicos
1. Identificar necessidades e desejos dos clientes;
2. Avaliar a satisfação dos clientes;
3. Classificar os tipos de clientes da loja;
4. Identificar os concorrentes;
As
empresas bem-sucedidastêm que
estar dispostas a adaptar seus produtos e serviçosàs necessidades dos clientes.
Ao
definir os objetivos deste trabalho, serão abordados nestecapitulo assuntos
que
envolvem
desde 0 posicionamentoda
empresa, estratégias para omercado, serviços, vendas, até o que a empresa
pode
fazercom
seus concorrentes,com
afinalidade
de
definirmelhor
as estratégias a serem adotadas.3.1 Posicionamento da empresa
Antigamente,
o
empresárionão
corria muitos riscosem
face dos problemas de falta deplanejamento e distribuição. Atualmente, porém,
com
a competição cada vezmais
intensa, osmercados
já não apresentam aspectos tão simples detempos
passados.A
fixação de algunspontos importantes
sempre
serão de utilidade,como
estratégia competitiva, preço,embalagem,
distribuiçao, serviço ecomunicação
para poder competir.Neste sentido,
McKENNA
(1992) alerta para a importânciado
posicionamentodinâmico
de
uma
empresa. Ele dizque
este posicionamento éum
processo multidimensional,pois
compreende
três etapas sobrepostas:>
posicionamentodo
produto;>
posicionamentono
mercado; e>
posicionamentoda
empresa. Produto'QQ'
Mercado
'
Figura 1: Posicionamento dinâmico de
uma
empresa.Conforme
MCKENNA
(1992), o posicionamento iniciacom
o consumidor.Os
consumidores
comparam
os produtos e a empresacom
outros produtos e empresas.O
queimporta, de acordo
com
o autor, écomo
os possíveis clientes e os já existentesvêem
uma
empresa
em
relação as concorrentes.Para isso, a. empresa. precisa se estruturar, se posicionar frente aos produtos, ao
mercado
e a própria empresa.No
posicionamento
do produto
“a empresatem que
determinarcomo
deseja colocarseu produto
no mercado
competitivo.”(MCKENNA,
1992, p.49).De
um
ano para o outro,o
mercado
geralmente se transforma. Qualquermudança
que ocorrano
mercado, oposicionamento
do
produto émodificado.
As
pessoas quecompram
os produtos,têm
gostos eaversões, pensam,
têm
vontades e opiniões.As
empresas precisamacompanhar
constantemente o mercado, a
fim
de identificar estasmudanças
nas atitudes e nas opiniões dosclientes. Precisam trabalhar junto
com
ele para diferenciar e posicionar o produto. Precisamentender o
que
as pessoas estao pensando, conhecer seus preceitos, gostos e aversoes, saber oque
desejam ouvir.Pode
acontecer de dois produtos terem asmesmas
características e preços idênticos eos consumidores considerarem diferentes.
Pode
ser que a empresa deum
deles seja conhecidapor sua qualidade,
ou
por teruma
tecnologia melhor,ou
uma
lista mais impressionante declientes.
De
qualquer forma,o
ambiente fazcom
que produtos aparentemente idênticosfiquem bastante distintos
um
do
outro.Outro enfoque a ser
dado
no
posicionamentodo
produto diz respeito aos fatoresintangíveis.
Quando
se falaem
intangível, está se relacionandocom
algoque
nãopode
sertocado,
tem
pouca ou
nenhuma
materialidade, só existecomo
experiência vivida, dizHOROVITZ
(1993).E
o cliente só poderá saber se ficará satisfeitoou não
depoisdo
consumo.
É
o
casode
se contratarum
seguroonde
o cliente procura tranqüilidade; reservarum
quartoonde
o cliente procura descanso, compraruma
roupaonde
o cliente procura“Se
tudo ficar muito parecidoem
termos de tecnologia, os consumidores erevendedores escolherão os produtos desejados
com
base na força dos atributos não-tecnológicos: coisas
como
a fidelidade auma
empresa que atendeu as suasnecessidades, que atende ao telefone
quando
ligam.”Este serviço a mais
que
aempresa
oferece e que o cliente não paga é que fazcom
que
o cliente retorne à
empresa
e muitas vezes pague pelo produtoum
pouco
mais para obter oque
deseja, confiante deque
é de qualidade. Outra preocupaçãoque
a empresatem
que terquando
colocaum
produtono mercado
écom
relação ao preço.A
competição de preçostem
todos os tipos de problemas. Produtoscom
preços baixosnormalmente
são considerados depouco
valor.Os
consumidores partemdo
princípio deque
barato é sinônimo
de
baixa qualidade. Preço baixo e alta qualidadepodem
serum
desastrepara a
empresa que
acaba enfrentandoameaças
de outrasque
podem
oferecer preçosmais
baixos e roubar sua posição.
A
empresa
tem que
pensar muito sobre oque
deseja: o que aempresa
pretende colocando o produtono mercado?
Ter excelente qualidade, preços baixos?Quem
deseja tercomo
clientes?O
posicionamento
no mercado,
segundoMCKENNA
(1992), é determinadoem
grande parte pelas percepções das pessoas que
fazem
parte da infra-estrutura.Conhecendo
ofuncionamento do mercado, as empresas
podem
influenciar a formacomo
seus produtos sãovistos.
Podem
criaruma
imagem
mais sólida para seus produtos epodem
adotar medidas paraque
aumentem
a confiabilidade de seus produtos e delasmesmas.
“O
produtotem
que ganharo
reconhecimentodo
mercado.Tem
que ganhar credibilidade junto aos consumidores.”(McKENNA,
1992, p.50)Para o autor, a credibilidade é a chave para o processo de posicionamento no mercado.
Os
clientes são muito inseguros frente anúmeros
tão grandes denovos
produtos e tecnologiasno
mercado.As
empresastêm
que buscar contrabalançarmedo
e conforto, incerteza eestabilidade e dúvida
com
desconfiança. Precisam criar imagens de credibilidade, liderança equalidade. Precisam oferecer proteção ao cliente, além de
um
produto de alto valor.A
partirde
então, os clientespassam
a reconhecer o produtocomo
um
vencedor.O
desenvolvimentoda
credibilidade éum
processo lento e dificil,mas
pode
ser realizado e é vital para o sucessoNo
posicionamento
da empresa
-
estágio finaldo
processo - as empresastêm que
posicionar
não
os seus produtos,mas
a elasmesmas.
O
posicionamento da empresa, segundoMcKENNA
(1992, p.135), baseia-seem
muitos fatores dentre os quais estão “as forçasadministrativas, sua história e até a personalidade dos altos executivos.” Porém,
o
fator maisimportante é o sucesso financeiro. Frente a tantos encargos, impostos e contas a pagar, ela
precisa obter lucro para poder se sustentar e fazer frente à concorrência.
Uma
empresasem
lucros
não
consegue manter sua posição por muito tempo.Para o autor, a
empresa
que estabeleceuma
posição sólida, suas outras posiçõestomam-se
mais sólidas e duradouras, obtendo assim muitos beneficios,como:
penetraçãomais rápida
no
mercado, custo de vendas menores, preços mais altos,melhor
relaçãopreço/ganho e
melhor
acesso às informações tecnológicas e sobreo
mercado.Todos
essesbeneficios desaparecerão se os lucros
da
empresa não aparecerem.O
objetivodo
posicionamento dinâmico é traçaruma
linhaem
comum em
todas aspartes da empresa, conectando-as,
em
seguida, ao mercado.A
partir de então, definiruma
estratégia para a empresa.
3.2
Adotando
uma
estratégiaO
desenvolvimento deuma
empresa pode
assumirum
ou
mais rumos,dependendo do
posicionamento
ou
estratégiaque
aempresa
deseja adotar.A
finalidade das estratégias éestabelecer quais
rumos
ou
programas de ação aempresa
irá seguir. Para se traçaruma
estratégia
em uma
empresa, segundoOLIVEIRA
(1989), é necessário que se avalie os pontosfortesre fracos da empresa, e as oportunidades e
ameaças do
ambiente. Desta forma, estaavaliação será o ponto de partida para traçar o
rumo
que a empresa irá seguir.Existe, segundo
OLIVEIRA
(1989, p. 154), vários tipos de estratégia,como
estratégiade sobrevivência, de manutenção, de crescimento e de desenvolvimento.
A
estratégia de sobrevivênciapode
ser adotada, segundo o autor,quando
não existirmais pontos negativos
do
que positivos e muita concorrência quenão
consiga competir.O
que
o
administrador deve fazer é reduzir aomáximo
as despesas da empresa. Esta estratégia nãodeve ser adotada
como
objetivo único da empresa, lembra o autor, e simcomo
condiçãominima
para atingir outros objetivos.A
estratégia. demanutenção
é utilizadaquando
o administrador possui disponibilidadefinanceira, tecnologia e recursos
humanos,
tendo assim mais pontos positivosdo que
negativos,
mas
pode
encontrar dificuldades.É
o
caso deuma
empresa que
teve perdas e que,além de conseguir sobreviver, consegue se manter devido a ter mais pontos fortes do
que
fracos. Usufruindo destes pontos fortes, a empresa conseguirá deixar a concorrência para trás
e minimizará seus pontos fracos. Outro caso de estratégia de
manutenção
ocorrequando
aempresa
se especializaem
poucas atividades e então, ela semantém
na
liderançano
mercado.Já na estratégia de crescimento,
o
ambiente oferece oportunidades para empresaque
tenha predominância de pontos fracos e que queira lançar novos produtos
ou
deseje aumentaro
volume
de vendas. Este tipo de estratégia é utilizada por empresasque
querem
se anteciparaos seus concorrentes lançando
novos
produtos, desenvolvendo novas tecnologiasou
produtosinéditos.
Até
mesmo
empresas que desejam expandir seu negócio utilizam estratégias decrescimento.
Por último, a estratégia de desenvolvimento.
Empresa
que tenha pontos fortes eoportunidades
pode
utilizar este tipo de estratégia.A
empresa procuranovos
mercados eclientes, diferente daqueles conhecido atualmente. Esta estratégia
pode
ser adotada paralelo aoposicionamento da empresa,
do
produto/serviço eno
mercado.Dependendo
do
tipo dedesenvolvimento que a empresa queira seguir,
pode
assumiruma
ou
mais das conotações,como:
>
Desenvolvimento
de mercado: isto ocorrequando
a empresa procura maioresvendas, levando seus produtos a
novos
mercados;>
No
desenvolvimento de produtos a empresa procura o desenvolvimento atravésda
venda
de novas característicasdo
produto, variação de qualidadeou
diferentesmodelos
etamanhos
dos produtos;> O
desenvolvimento financeiro ocorrequando
duas empresas sefundem
euma
procura
complementar
a outra nos pontos fracos parapoderem
se manterno
mercado.Percebe-se que tanto 0 desenvolvimento de mercado,
como
o de produtos e ofinanceiro estão relacionado a venda.
Uma
empresa
precisa vender para conseguir se manter,ter lucro e assim continuar vivendo neste
mercado
que está cada vez mais competitivo.E
paraconcorrer, a empresa precisa apresentar
um
diferencial que a torne melhor que as outras, elapI'CClSa l1'lOV21I`.
O
critério para inovarnão
se baseia mais na ciênciaou
na tecnologia,mas
nasmudanças no
ambienteeconômico
e social, eno
comportamento
das pessoascomo
consumidores e produtores.
A
estratégianuma
empresa é fundamental para saber onde elaquer chegar.
Segundo
PORTER
(1989), existem algumas estratégias genéricas que aempresa
precisa ter para obter
vantagem
competitiva:>
Liderança de custos: aempresa
deve terum
produto de baixo custo, para que sepossa obter
um
bom
potencial demanutenção
de preços baixos;>
Diferenciação: deve-se criarum
único produtoou
serviço diferenciávelno
mercado;>
Enfoque: deve-se encontrarum
nichono mercado
no qual seja possível competirfavoravelmente. Pode-se utilizar
vantagem
competitivaou
diferenciação.Estas três estratégias
podem
ser trabalhadas junto de forma que a empresa consigaum
diferencial
no
mercado
em
que está atuando, atraindo cada vez mais clientes.Diante
do
mercado
globalizado,quando
a tecnologia e a qualidade já não são maisum
diferencial competitivo, a outra opçao para a empresa é acrescentar ao produto a prestação de
serviços.
3.3 Prestaçao de serviços
Para melhor
compreensão
do
desenvolvimento dotema
é importanteque
primeirodefina a palavra serviço. Para
HOROVITZ
(1993, p.23), serviço é o “conjunto das“prestações”
que
o cliente espera alémdo
produtoou
do serviço de base,em
funçãodo
preço,imagem
e da reputação presentes.”Demonstração
do produto, atendimento personalizado,Segundo
BERRY
(1996) o papel principal de serviços de qualidadeem uma
estratégiade
serviços incluio compromisso
com
os quatro princípios de serviços de qualidade:credibilidade, surpresa, recuperação e integridade:
>
Credibilidade se refere a serviços confiáveis e corretos, o que significa manter apromessa
dos serviços;>
Surpresa implica surpreender o cliente e provocar o seguinte comentário: “Nossa,como
esse pessoal é competente.”Uma
reação deuma
surpresa extra;>
Recuperação envolve reconquistar o cliente se o serviço for deficiente,ou
seja, tera capacidade de prestar total apoio ao serviço;
>
Integridade exigeum
nível de respeitono
relacionamento entre a empresa eo
cliente; os negócios
têm
que ser conduzidosno
campo
da
ética.Desta forma, a empresa terá
uma
visao de futurodo caminho
que estarátomando
e éuma
vantagem
saber qualcaminho
quer seguir,onde
a intenção de trabalharcom
qualidade ésuper importante.
PORTER
citado porMcKENNA
(1992, p. 143) disseque
“Manter avantagem
exige aperfeiçoamentos emudanças
contínuos, nãouma
solução estática na qual aestratégia possa ser definida e depois esquecida.” Isso
pode
ser conseguida atravésda
credibilidade, da surpresa ao cliente, da recuperação
do
cliente eda
integridadeno
relacionamento entre empresa e cliente.
O
serviço,quando
prestado, segueum
roteiro tendoum
início eum
fim, que
échamado
porALBRECHT
(1992) de ciclo de serviço.O
autordefine
ciclodo
serviçocomo
“um
mapa
vivenciado pelos clientes; é ativadocada vez
que
o cliente entraem
contatocom
a firma.”O
ciclodo
serviçopode
ser visualizadoFinal , _ _ do
cmo
Inicio do cicloEntrar no estabelecimento
Descarregar o carrinho
.
E
'
Cumpnmemar
0 ncontrar lugar para estacionarguarda de segurança
Entrar na loja
Sair da loja
Mesa de serviço e
Qbservar as compras informação ao cliente
passarem pelo caixae
empacota
Pegar o carrinho
Registrar os produtos
U0 Caixa Escolher os produtos
E
`
Spam
a VezPedir ajuda ao funcionário
Entrar Lista dos produtos do supermercado
na fila 1;à
d° Caixa farmácia
Figura 2: Ciclo de serviços de
um
consumidorFonte:
ALBRECHT
(1992, p.30)Assim que
o cliente resolvecomprar
um
produto, ele segueum
caminho.No
cicloacima, o cliente chega
no
lugar desejado, estaciona o carro, escolhe a loja que desejacomprar
e entra.
Caso
tenhaalguma
dúvida, existeuma
mesa
de informações ao cliente.A
pessoapega
o
carrinhode compras
ecomeça
a escolher os produtos que deseja .Se
não encontrao
que
deseja, pede ajuda ao funcionário, verifica a lista de produtos para ver se não falta nada.
Vai
àfarmácia. Passa
no
caixa para pagar,empacota
os produtos e sai da loja. Coloca ascompras no
carro e vai embora. Para cada atividade que a pessoa vá desenvolver, ela
sempre
teráum
início e
um
fim parao
ciclo.Por
maisque
a pessoa entrena
loja e desenvolva suas atividades sozinha, ofilncionário,
o
guarda, a pessoado
caixa estão à disposição e prontos para cumprimentar eajuda-los.
As
expectativas dos clientesem
relação às organizações fornecedoras de serviços sãoclaras e definidas.
O
cliente ao ser atendido, além de dar importância a qualidade do produto,agradável.
ANDERSON
(1995)comenta que
os clientes avaliam a qualidade dos serviços deacordo
com
cinco fatores:1. Confiabilidade: a capacidade de fornecer o
que
foi prometido, sempre ecom
exatidão;
2.
Capacidade
de resposta: a disposição para ajudar os clientes de imediato;3. Segurança: o conhecimento e cortesia que
o
vendedor demonstra aos clientes e suahabilidade
em
transmitir confiança, competência e credibilidade;4. Empatia: o grau de cuidado e atenção individual que o vendedor demonstra aos
clientes;
5. Tangíveis: as instalações fisicas, equipamentos e a própria aparência de
quem
lheatende.
Quando
o
serviçonão
ocorrecomo
desejado, o cliente fica insatisfeito. Muitas vezes apessoa
que
executao
serviço éacostumado
a trabalhar dema
formaque
não agrada ao clientee
sem
querer o cliente acaba se aborrecendo e não gostando do serviço.Quanto
a questão de clientes insatisfeitos, o autorALBRECHT
(1992, p.72) cita ossete pecados relacionados
com
os serviços que aborrecem os clientes:>
Tratar os clientescom
apatia;> O
cliente sentirque
o funcionário está despachando-o;>
Ser friocom
o cliente;>
Trataro
clientecom
condescendência. Falar aos clientes decima
para baixo,usando
palavras
que
elesnao
podem
compreender;>
Trabalharcomo
um
robô;>
Fazendo
só oque
está no manual;>
Obrigando
os clientes a ficardando
voltascomo
forma
de livrar-se dele a fim de fazeroutra coisa.
3.4
O
processo de vendasdo
produtoPara se ter
uma
boa
venda, é importante o vendedor conversarcom
o cliente,procurando saber seus gostos e desejos.
Cada
pessoatem
um
jeito de se comportarno
momento
que
sai para comprar e cabe ao vendedor se comunicarno
modo
preferidodo
seucliente.
BROOKS
(1993, p.) acrescenta que “vendas bem-sucedidas, baseadasem
valores eos clientes potenciais.”
O
cliente potencial, continua o autor, ao tomar a decisão decompra
deve acreditar
que
está adquirindo algo de valor e que o vendedor está sinceramenteinteressado
em
satisfazer as necessidades de seu cliente.As
informações que ovendedor
precisa para ter sucesso nas vendas, muitas vezes eleencontrará trabalhando diretamente
com
o inconsciente de seu cliente.“O
vendedor
inteligente
ouve
as emoções,não
os fatos”,comenta
JOHNSON
(1995, p.55).Conversar
com
o cliente é filndamental para se venderum
produto. Atenderbem
ocliente
na
hora que elepõe
os pés na loja é primordial para o sucesso da venda.A
recepção éo
primeiro passo para 0vendedor
descobrir oque
o cliente deseja.JOHNSON
(1995) eFRIEDMAN
(1995) vão falar de técnicas de vendas que o vendedorpode
e nãopode
usar nasconversas para fazer
com
que
desperte o desejono
cliente e este saia da lojacom
um
produtonas mãos.
3.4.1
A
recepçãoA
abertura davenda
pode
ser a etapa mais importante de todo o processo davenda
e éa chave para o
bom
andamento
de todo o restodo
atendimento.Não
há dúvida, nãohá
nadaque
substituaum
bom
atendimento ao cliente.Mas
primeiro, é importante
que
se observe alguns elementos específicos na pessoa que irárecepcionar
o
cliente.A
aparência, a voz,o
contato visual, a linguagem corporal, a escolhadas palavras e a atitude do
vendedor
são essenciais para queo
cliente se sintabem
ao seratendido por esta pessoa na
empresa
(RICHARSON,
1996).Dentro
desse enfoque,FRIEDMAN
(1995) dá algumas sugestões decomo
atender ocliente na hora
que
ele entra na loja:Satisfazer cada cliente
como
se ele fosse único, cumprimentá-lo dealguma
forma echamá-lo pelo
nome.
Estas atitudes proporcionamum
clima amistoso, mostrando aOutra
forma
de atrair a atençãodo
clienteno
momento
que ele entra naempresa
indicada
por
JOHNSON
(1995), é a formacomo
são feitas as perguntas iniciais.Formas
padronizadas de perguntar
“Como
vai?”ou
“Como
vão as coisas?” gerauma
respostasempre
automática de dizer
“Bem,
obrigada.”O
autor sugere que o vendedorcumprimente
o clientede outra maneira.
Em
vez de“Como
vai?”, perguntar“Como
está seu dia, hoje'?”ou
então,“Trabalhando muito, hoje?”,
ou
“As
coisas estão indobem,
hoje?”. Desta forma, o clienteprecisará pensar
no que
o vendedor disse, isso se traduzem
cuidado,que
se traduzem
maiorconfiança. Este é
um
meio
de iniciaruma
conversa e a partir daí, descobriro
que o clientedeseja e precisa.
Na
mesma
linha segueTHORN
(1992), que sugere aproximar deuma
clienteevitando de fazer perguntas
como
“Posso ajudarem
alguma
coisa?”,onde
a pergunta convidaa responder
“Não”
Se
ovendedor
recepcionarum
cliente e este lhe disserque
está só olhando,FRIEDMAN
(1995, p.59) fazum
lembrete: “o percentual de clientes que está realmente “sóolhando” é tão
pequeno
que,como
regra, faz sentidonunca
acreditar que o cliente está “sóolhando”.
O
vendedor pode
utilizar as perguntas acimacomo
forma
de o cliente lhe daratenção.
3.4.2 Técnicas verbais de vendas
Existem
inúmeras técnicas para capacitar o vendedor para prender a atenção do cliente.No
entanto, técnicas são apenas alvos de curto prazo e diretas, usadas para se iniciaruma
venda,não
propriamente para fechar avenda
com
sucesso.A
seguir,algumas
técnicas,como:
o uso de palavras-chave, as treze palavras mais persuasivas, a marcação,o
bate-papo ea metáfora, são técnicas indicadas por
JOHNSON
(1995, p.75) para que o vendedor possaaplicar nas conversas
com
os clientes:>
Uso
de palavras-chave.As
Palavras-chave são aquelas quechamam
atençãoporque
têm
impacto e são cheias de significado.Usar
as palavrasou
frases-chave dealguém
torna esta pessoa
mais
receptiva aoque
o vendedortem
para dizer ao cliente.Ao
ouviruma
palavra-chave, o vendedor poderá sondar
um
pouco
mais para descobrir exatamente quais asassociações que a palavra
tem
para o cliente. Muitas vezes o cliente usauma
palavra paraestar atento às idéias dos clientes e
não
as palavras(FRIEDMAN,
1995). Talvez amesma
informação tenha interpretações diferentes para duas pessoas.
Ao
interpretar amensagem,
caso não tenha entendido, “muitos vendedores tentammudar
o vocabuláriodo
cliente.Não
faça isso,”comenta
JOHNSON
(1995).Ao
contrário,acrescente.
O
vendedor pode
anotar as palavras-chave e depois,combinando
as palavras,decifrar o que eles buscam, satisfazendo-os,
sem
precisar perder a venda.>
As
13 palavras mais persuasivas, sugeridas pelomesmo
autor (p.79), são usadaspara fazer
com
que
as pessoasolhem
as coisas de maneira totalmente diferente e talvez tentemalgo que
nunca
tentaram antes.FRIEDMAN
(1995) segue omesmo
raciocinio dizendoque
utilizando estas palavras, os clientes ficam ansiosos para se tornarem compradores.
O
autorsugere
que
devem
ser usadas nas apresentações, ao telefone, eem
correspondênciaquando
fizer o
acompanhamento
do
cliente.1. Descobrir.
A
palavra descobrir evoca sentimento de oportunidade e sugeremudança
na
vida da pessoa.2.
Bom.
Se
alguma
coisa éboa
para os seus clientes, elesvão
querer comprar.E
se éboa
não é ruim.Todo
mundo
quer estar associado ao que ébom
3. Dinheiro.
A
palavra dinheiro traz para a pessoauma
vida melhor, obtendo o que eladeseja e precisa.
4. Fácil.
Todos
querem
simplicidade equerem
ser capaz de fazer as coisas maisfacilmente. Se o seu produto
pode
tornaralguma
coisa mais fácil para os prováveiscompradores, eles estarão
mais
aptos a compra-lo.5.
Amor.
Muitas empresasganham
quantidadesenormes
de dinheirovendendo
amor.Ex. viagens para pessoas solteiras
ou
programações de encontros, oamor
é ótimo gancho devendas.
6.
Novo. Se
é novo, deve ser melhor.Quem
tentar vender algo fora demoda
terápouco
sucesso.A
palavranovo
para o cliente fazcom
que ele se sinta novo, que adquira novidade.7. Provado.
Embora
gostemos
de novidades, desejamos confiabilidadetambém
(TRIUMPH,
DULOREN,
Pierre-Cardin, Levis).Às
vezes,um
produto que tenhauma
marca
conhecida tenha mais aceitação e seja mais fácil de vender pelo fato
de
o cliente já saber que8. Resultados.
Queremos
saber exatamente o quevamos
terquando
gastamos o nosso dinheiro.9. Seguro.
Se
um
produto é seguro, os nossos bens estão seguros, então, confiamosmais.
10.
Economia. Economizar
dinheiro é quase tão importante quanto ganhá-lo.O
vendedor
pode
mostrar ao clienteque
o produto vale o preço que elepaga
eque
ele ainda saiganhando
por estar levandoum
produto de garantia porum
preço baixo.11. Possuir. Possuir é
melhor do
que comprar.Quando
apresentarum
produto, ovendedor
ao invés de usar a palavra comprar, poderá usar a palavra possuir, que temmais
poder.
12. Grátis. Esta palavra é
um
chamariz instantâneo, algoque
o
força a procurar mais.Mostre
ao clienteque
vai conseguir algo porum
preço superem
conta.Você
vai atrair a atenção dele imediatamente.13. Melhor.
Cabe
ao vendedor demonstrar, dealguma
forma, que seu produto éreconhecido
como
sendo o melhor.O
fato de ser melhor, a palavra exerceuma
atraçãoenorme
sobre nós.>
O
uso
da marcação.A
explicação para a palavramarcação
são pistas verbais parapontuar
o que
os clientes falam. Faz-seuma
pausa e baixa-se otom
de voz.A
marcação émuito útil
com
palavras comuns, palavrasque
o vendedorou
o clientenem
perceberiam nãofosse aquela pausa
ou
mudança
de
tom.JOHNSON
(1995, p.75) explica que o clientepode
“erguer os olhos,
ou
afastaro
olhar, para marcaruma
palavra.”O
vendedorpode
não saber oque
seu cliente realmente quer dizercom
esta palavra,mas
perceberáque
alitem alguma
coisa.
Quando
acharque
percebeuuma
palavra marcada, guardará namemória
e tornará ausá-la
com
seu cliente na hora certa. Verifique a reação. Se o vendedor sentirque
descobriualgo importante, ele poderá seguir
em
frente e montar parte da sua apresentaçãoem
cima
disso.
>
O
Bate-papo é outra técnica sugerida pelo autor. Permite queambas
as partes seconheçam
e se sintam à vontadeuma com
a outra, o que é importante nos negócios.JOHNSON
(1995) diz que pesquisasmostram que
as mulherestendem
a se comunicar paraganhar intimidade, enquanto
que
oshomens
ofazem
para ganhar status e poder.As mulher
preferindo ir direto aos negócios.
Com
o estilo indireto, as mulheres são mais capazes de gerarconfiança nos clientes, estabelecendo
um
relacionamento intenso desde 0 início.Quando
estiver
vendendo
paraum
clientedo
sexo oposto, tenha estas tendênciasem
mente. Procureajustar-se ao cliente, para não forçar as coisas.
>
A
última técnica sugerida pelo autor é a vendacom
metáforas.A
metáfora éuma
figura de linguagem
ou
história, que ajuda o vendedor a vendercom
mais eficiência de quatroformas básicas:
0
O
vendedor
realmente consegue a atenção dos seus ouvintes;Ó
as metáforassimplificam
idéias;0 as metáforas
tocam
asemoções
de seus ouvintes;0
metáforas são fáceis deserem
lembradas.O
autor afirma que os clientespodem
esquecer os fatos,
mas
se recordarão das histórias e ilustrações que o vendedorusou
para descrever os produtos.
A
partirdo
ponto de vistado
cliente, o vendedorpode
criaruma
metáfora.As
metáforas tornam-se muito mais poderosas
quando
o vendedor consegue realmente colocarseus clientes
em
uma
situação específica que lhes permita identificar-secom
os produtos.Além
destas técnicas citadas, o vendedorpode
utilizar outras regras, sugeridas porFRIEDMAN
(1995), para atenderbem
os cliente:>
Evitar “senhor” e “senhora”, poisquando
usado para jovensou
de meia-idade, fazcom
que
se sintam mais velhas e lembra as pessoas mais idosas da idadeque
querem
esconder. “Seja apenas cortês e educado”, diz o autor.
>
Quando
for venderalgum
produto e precisar utilizaralgum termo
técnico, éimportante
que
o vendedor explique o termo aomesmo
tempo.>
Os
clientesadoram
ter poder.Por
mais errados, mal-educados, grosseiros,detestáveis e negativos
que
sejam, aempresa
é que precisa deles maisdo
que eles da empresa.>
O
vendedor
tem
que parecer sempre profissional.Logo
os clientes entram na loja,já
começam
a formar opiniões sobre a loja, os produtos eo
vendedor.Os
sentimentos dosclientes
podem
ser influenciados por muitos fatores, taiscomo
seu estado de espírito,possível
com
relação àquiloque
pode
controlar, cuidando da aparência, vestindo-seadequadamente
e comportando-se de maneira amistosa.>
O
vendedor tem
que vender o produto que não gosta damesma
forma quevende
oproduto
que
gosta.Mas
oque
importa sempre é o que o cliente quer-
não oque
o vendedorgosta
ou
achaque
é melhor.FRIEDMAN
(1995, p.l9) recomenda: “quer seu cliente tenhavindo
comprar
algo interessanteou
não, na últimamoda
ou
ultrapassado, caro ou barato,guarde suas opiniões para si
mesmo.
Mostre
entusiasmo ao ajudá-lo a selecionar os itens queeles
querem ou
precisam.”>
Procurar atender os clientes de formas diferentes, pois as situações e ritmos decada cliente são diferentes.
>
Fazer perguntas abertas.O
vendedorpode
descobrir as respostas para o que desejapor
meio de
perguntas abertas, querequerem
como
respostas maisdo que
um
simples “sim”ou
“não”.Com
perguntas fechadas,o
vendedortem
menos
chance de obter informaçõesvaliosas sobre por
que
os clientes desejamum
produtoem
particular.FRIEDMAN
(1995) fazuma
comparação
entre perguntas abertas e fechadas para teruma
idéia davantagem
de se utilizarmais
as perguntas abertas para serem usadas ao atenderum
cliente:Fechadas
Abertas
Você
querum
estilo requintadoou
informal?Que
estilo você prefere?Você
querem
azulou
em
amarelo?De
que cor você quer?Você
tem
certeza deque
gosta desta marca?Por
quevocê
escolheu esta marca?É
um
presenteou
é para você? Paraquem
você
estácomprando?
É
parauma
ocasião especial? Qual é a ocasião especial?Você
quercom
gola?Que
estilo de gola você prefere?Você
preferecomprido?
Qual éo comprimento que
você prefere?Procura
alguma
coisaem
especial?O
que você está procurando?>
Pode
acontecer de o vendedor estar atendendoum
cliente e outro cliente entrar naloja para ser atendida. Neste caso, se acontecer de o vendedor não reconhecer a presença
do
segundo
cliente, isso representaráuma
perda de vendas potenciais e é deseducado,afirma
FRIIEDMAN
(1995). Ele aconselha a seguinte conversano
caso de o vendedor estaratendendo
um
cliente e entrar outro na loja:Vendedor:
“Você
poderiame
dar licençaum
minuto?Eu
vou
avisar àqueleCliente A: Claro!
Vendedor: Obrigado. (aproxima-se de cliente B). Oi,
pode
me
fazerum
favor?Estou terminando
com
aquela cliente e voltoem
um
minuto paraatendê-lo.
Tudo
bem?
Cliente B:
Ok.
Vendedor: Obrigado. (retorna ao cliente A). Basta assinar aqui. Obrigada por
escolher esta loja e tenha
um
bom
dia.Se
depois de todas estas regras, o vendedor não conseguir descobriro
que o clientedeseja,
FRIEDMAN
(1995) dáexemplos
de algmmas estratégiasque
o vendedor pode usarpara descobrir realmente o
que
o cliente precisa de Verdade, porque muitas vezesnem
ocliente sabe o que quer e o vendedor é peça fundamental nesta descoberta.
O
vendedor pode
fazeralgumas
perguntas simples.As
pessoas não só dirão o queesperam
comprar,mas
como
gostariam que lhes vendesse isso. Elastambém
dirãocomo
compraram
no
passado ecomo
esperamcomprar
no
futuro.Em
resumo, elas revelarão suasestratégias de compra.
Conversando
um
pouco
maiscom
o cliente, o vendedor irá perceberque
o que seu cliente quer não é necessariamente o que ele diz de imediato.Mesmo
se os clientes disseremque
nãosabem
o que querem, elesacabam
dizendoo
que
pensam
que querem.Cabe
à experiênciado
vendedor fazer as perguntas certas e ajudaro
cliente a encontrar o produto que procura.
No
diálogocom
o
cliente, se o vendedor perceberque
o cliente estámeio
indecisosobre qual produto escolher dentre os vários que gostou, o vendedor
pode
ajudar da seguinteforma:
l. Deixar o cliente saber qual é o seu próprio interesse na situação;
2. Determinar as necessidades e os desejos
do
seu cliente.Por
desejos, o autor serefere aos objetivos imediatos dos clientes,
o
porquê de entrarem na loja. Elespodem
saberexatamente o
que
desejam comprar,ou
podem
ter apenasuma
vaga
idéia.Mas
o que seusclientes desejam
pode
não ser oque
eles necessitam basicamente. Elesquerem que
ovendedor,
com
perguntas e informações, proveque
realmentecompreende
a situação deles.Esperam que
ele,com
sua perícia profissional, lhes ajude a escolheralguma
coisa e forneça odeseja,
o vendedor
não vende-
não
importa a quantidade de informaçõesque
tiver para .lhedar.
FRIEDMAN
(1995) fala da importância de fazercom
que o cliente se imagine usando oproduto.
Quando
se deixa as pessoas fantasiarem, elas revelam suas necessidades.O
vendedorpode
ajudar ouvindocomo
o cliente descreveum
produto;como
ele o vê,ouve ou
sente.3. Traduzir necessidades
em
beneficios. Se as pessoastem
desejos e necessidades,produtos
têm
caracteristicas e beneficios.Um
cliente ao entrarem
uma
empresa
não esta tãointeressado nas características quanto nos beneficios
que
elas lhe trarão e assimque
ovendedor
tiver descoberto as necessidades dos seus clientes, ele poderá traduzi-lasem
beneficios
que
o produtopode
oferece.FRIEDMAN
(1995, p.92) afirmaque
“clientes nãocompram
características, elescompram
beneficios.” Focalizando os beneficios, o vendedorestará
provando
aos seus clientes quepode
satisfazer as necessidades deles atuandocomo
um
solucionador de problemas.
Às
vezes é preciso serum
pouco
criativo para fazer isso, achar osbeneficios
de
um
produto.4. Descobrir padrões
de compra do
passadocom
a técnica de repetição instantânea.Se
o vendedor puder descobrircomo
seu clientecomprou
um
produtono
passado, bastarárepetir a
mesma
estratégiacom
ele ao vender o seu próprio produto.As
empresas de melhordesempenho
são aquelas que ouviram seus clientes e continuaram se adaptando parasatisfazerem suas necessidades.
(JOHNSON,
1995, p. 1 13)Às
vezes, seguir amesma
linha decomportamento ou
atitudes de seu cliente, garantirá para a empresaum
cliente para a vida toda.5.
Usar
a técnicacomo
se para relevar as expectativasdo
seu cliente quanto ao futuro.Está técnica é utilizada
com
clientesque
nuncacompraram
um
produtonuma
determinadaloja antes,
ou
com
clientesque
nãosabem
oque
querem. Para isso, é preciso paciência esondagens mais cuidadosas.
O
vendedorpode
fazer perguntas nas quais os clientes sãoforçados a determinar o resultado.
Os
clientes se transportam para o futuro, esclarecendo suaspróprias necessidades e revelando-as para
quem
está lhe atendendo. Esta técnica é muito útilcom
alguém
quenão
estivercom
suas necessidadesbem
clarasna
cabeça.Ao
fechar as vendas, o vendedor deve se lembrar que seu clientetem
o dinheiro e aempresa
tem
o produto.O
cliente decidiucomprar
nesta loja,com
este vendedor.O
vendedorpode
expressar opensamento
“Obrigado porme
escolher”.Depois
de passarum
diada
compra, o
vendedor pode
ligar para a casado
cliente dizendo a eleque
ele fezuma
grandeempresa
se preocupacom
eles ecom
sua compra. E, de acordocom
FRIEDMAN
(1995),dá
ao
vendedor maiores chances de voltar a vê-los parauma
nova
venda.3.5 Necessidades e desejos dos clientes
Para que
o
planejamento tenha sucesso, a empresa precisa ter sempreem
mente
a peçafundamental
do
sucesso: o cliente. Este aspecto é reforçado porMcKENNA
(1992, p.45)quando
colocaque
“Tudo começa
com
oconsumidor”, ou
seja,com
o cliente.ALBRECHT
(1992, p.l6) entende que, “cliente éuma
pessoaque
tem
necessidades epreocupações.” Já
SANTOS
(1995, p.33) não define o clientecomo
serhumano
e simcomo
“um
sujeitoque
serve a sua empresa, porque, além dos custos, estápagando
o seu lucro,em
troca de
um
produtoacompanhado da
qualidade dos serviços.”ALBRECHT
(1992, p.l7) resgata a definição deum
autor desconhecido da seguinte maneira:0 QUE
É
UM
CLIENTE?
,“O
cliente é a pessoa mais importanteem
qualquer tipo de negócio.O
clientenão depende
de nós.Nós
éque
dependemos
dele.O
clientenão
interrompeo
nosso trabalho. Ele é o propósitodo
nosso trabalho.O
cliente nos fazum
favorquando
entra.Nós
não estamos lhe fazendonenhum
favor -Vlx
esperando por ele.
. , . , . ~ , if;
O
cliente euma
parte essencialdo
nosso negocio - naouma
parte descartavel. ¡-O
cliente não significa só dinheiro na caixa registradora.É
um
serhumano
com
sentimentos,que
precisa ser tratadocom
todoo
respeito. z,E%i!Í.'l¢z'!¡mI!
O
clientemerece
toda atenção e cortesia possível.Ele é
o
sangue de qualquer negócio.É
eleque
paga o seu salário.Sem
o clientevocê
fecharia as suas portas.Nunca
esqueça disso.”Autor desconhecido ã