UNIVERSIDHDE FEDERAL DE SANTÀ CATARINÂ - UFSC agem a ENF 00 6 , ne A
Il
o de enferm 0 Ac. 23925!|
,__. U C os Ea aençã 79 M ccsM FS 4.» .--‹ ¿_, ._ am. TCC u or: Mede r o Proje o 9725 95 uFsc asccsEEEEEE
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U _. ,_. 3-' -. N.Ch A T Ex CCSM TCC UFSC ENF 0016 Ex.DEPRR TAYHENTD DE `ET\2FERñ'IAGEB3
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PRUJ-Em
ATENÇÃO QE ENFERf{šAG`Eí%'š A0 ESCOLAR
EL1âms âpâflsclon msaaxans nan mâLU âLvEs nas maflcts
VIII UNIDÂDE CURRICULÂR DRIENTHDURÂ
MARIA HELENA BITTENCOURT LUESTRÚPP
_
"Criança, sorriso da vida, embelezag
do o mundo".
"Eõucação recorda preparo para a ví-
da.
Vida ê patrimônio divino que nin- guem pode malbaratar, ínconse- quantemente".
"U caminho é longo
É`preciso chegar até o fim. O caminho é.pedregoso
É
preciso desviar das pedras, quebrar as rochas eseguir avante. '
“
U“caminho ë perigoso
É`preciso ter coragem, correr os riscos, enfren- tar o perigo e ser constante. V
O caminho não esta feito
É preciso construílo todos os días, arrancando eg pinhos, derrubando barreiras, aterrando vales- D caminho as vezes.escurece
É"praciso estar prevenido, não deixando nunca a
lâmpada sem azeite. Estar pronto para tudo o que acontece.
As vezes toda perspectiva de um caminho desaflanee ce
u V
Éfpreciso uma esperança profunda, sem limites. U-
ma esperança que nunca dasvanace. Caminha sempre
Não importa que haja quedas
Importa sempre começar de novo, guandu necessário
Caminhando sempre
Camihhante, não há caminho, faz-se o caminho ca- minhanteä.
Agradecimentos;
ä Deus por ter~nos dado forças para
realizar este projeto e a nossa orienta dera por ter acrescentado apoio, amiza-
de e carinho ã sua orientação segura e objetiva.
Imrnoonçãn
Sendo a escola um instrumento da sociedade, cuja função ê
incutir as novas geraçöes, de um modo metôdico, os dotes, as capa cidades, os conhecimentos e a compreensão que terão importância para os jovens, guandu mais tarde passarem a trabalhar na sociedg
de. Quanto mais complexa e avançada for a sociedade que a escola
serve, tanto maiores serEo_as exigencias impostas a escola.
Todas as sociedades esforçam-se por alcançar um grau eleva-
do de uniformidade, de comportamento, quanto seja compativel com
a variedade de atividades que a vida comum abranja. das comunida- des primitivas, o cuidado com as crianças, a aquisição de alimen- tos para a familia e a transferência de atitudes e valores estão intimamente entrosados.
mas as sociedades desenvolvidas incorporam uma vasta gama
de atividades especializadas, de maneira que a escola como um dos
instrumentos mais uniformes de socialização existentes acaba por ter de desempenhar uma função cada vez maior nofimportante proceg
so de integração. (lã) .
A escola não ë apenas um local de alfabetização. É também
um ambiente onde a criança '
o processo de socialização, dg
|-In U |-Ia O PN
vendo ada Dtar-se ao convívio com outras essoas bem como apren- ,
/ . .
dâgla respeitar uma nova autoridade, a professora, que se apreseg
ta as vezes muito diferente de seus pais, em especial de sua mae.
O período escolar é a principio, de baixa incidência de
doenças de um modo geral, e isto se revela pela pouca frequencia,
em consultórios médicos e centros de saude. (4 )
Por isso, muitas deficiências no escolar sô chegam muuito tardiamente aos cuidados profissionais de saãde. Deficiencias eg
J\/
que infflem
/
negativamente na capacidade de aprendizagem da criagQ n az A
›
ça, provocando sérios distúrbios fisico e psicosociais.
Olhando especificamente sobre as.condiç5es de saúde, o escg lar não está incluido entre os grupos de alto risco, pois a maior parte das medidas preventivas ou foram ou deveriam ter sido toma- das na idade prêeescolar. No entanto, a saúde escolar é uma
ativi dade pedagógica, que encara a criança como um futuro cidadão que
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que cumpre preservar para uma vida util a sociedade. Por isso visto como um grupo prioritário. A saúde do escolar visa não a criança doente, mas principalmente a sadia. Tais atividades,
55 gundo Trindade z
'L
(3) ,_.-*'-- não são bem compreendidas: "Valorizar e comprg ender um planejamento de saude escolar, em sua aplicação aos agpectos fisicos, mental, emocional e social da criança na escola procurando resolver os problemas que afligem as mesmas no seu de- senvolvimento, na sua conduta e aprendizagem e em muitos duautnos
Q. |.:. *ñ PsO |-Jo D-4
setores de inadaptalidade, É ainda hoje de conhecimento
para muitos que julgam ser a presença do médico, do dentista, do enfermeiro, do assistente social e dos demais membros da equipe, simplesmente para atender casos de pronto socorro, para fazer cu- rativos, arrancar dentes ou medicer banais dores de barriga".
Por outro lado, a Lei 5.692 de ll de agosto de 1971 em seu artigo 62, paragrafo 1°, preve a assistencia a saude do escolar. Ínfelišmente por múltiplas causas, poucas são as escolas benefic; adas com estes serviços de saâde. Sabemos também que dentro da
nossa realidade econômico - social ê guase impossível a manuten-
ção de um serviço de saúde em cada escola.
Sendo assim, faz-se necessário encontrar alternativas que pelo menos minimizem o problema do escolar, pois,
conforme cesto- dos realizados em São Paulo, existe uma evasão de
68% entre o 19
e 49 ano primário e que 70% das evasöes, reprovagoes
e absenteis
_-a
mo escolar, deve-se a problemas de saude.
(3)
Considerando .À todos os problemas de saúde que acarretam o
escolar e as deficiencias institucionais na prestação de serviços de safide, nãs graduandas de enfermagem da VIII U.C., resolvemos
para uma alternativa de trabalho através da integração da UFSC,
DSP, 19 UCRE, Escola e Comunidade, pelo_set;g~de saúde
e educacig
nal, quanto a importância da prevenção das deficíencias fisicas
U3
mentais, emocionais e de socialização, determinadas pelas enfermi dades infantis, fome, condiçoes sanitárias precárias, desleixo fa miliar e tantos outros fatores que contribuem para um grande per~ centual de cidadãos incapacitados tanto intelectualmente quanto fisicamente.
Atuaremos, no grupo Escolar Laura Lima e Escola Básica R0-
sinha Campos, onde cada acadêmica ficará responsável pelo desen- volvimento do projeto na escola que atuará, cumprindo quatro ho-
Q. p. 0\H f-loW U)
ras ou vinte horas semanais, dando cobertura tanto no pe-
riodo matutino quanto vespertino. Essas escolas foram oferecidas pela 19 UCRE.
1...
O4
I - LEUQNTÂÊENTC DA RERLIDADE
Nome de escola: Grupo Escolar Laura Lima ílãdigo: 0103011.
. lfll - Alunos matriculados: 406 alunos.
Séries: pré-primário, primário, da primeira a sétima série do primeiro grau.
1.2
1.3
Períodos: matutino, intermediário, vespertino.
- Diretora: G1.
Secretšria: 01. ~
âuxiliares de direçao: 02.
Professores: entre 20 e 24.
- Recursos financeiros: Secretária da Educação, ÀPP,
e do bar da escola. _
1.4 geografia.
- Recursos materiais: mimiógrafo a álcool, ouadros
2 - Nome da escola: Escola Ešsica Rosinha Campos.
2.1
2.2
2.3
- Alunos matriculados: 558 alunos.
Séries: pré-primãrio{ primário e ginásio. Períodos: matutino, vespertina.
- Diretora: U1.
Secretária: G1 e U2 auxiliares. Pessoal auxiliar: 02 '
Orientadora: 01 Professores: 21.
- Recursos financeiros: Secretária da Educaçao, APP
05
bar da escola.
2.4 - Recursos materiais: mapas de geografia e globo
UD
11 --xoamtlslcâçäo
2.1 - Projeto
Atenção de Enfermagem ao Escolar
2;2 - flrqão que fez páfte_
V
- UFSC - Curso de Graduação de Enfermagem - Colaboração - 19-UCRE e DSP
2.3 - Unidade exeoutora
nv
III - ESTRATÉGIA
5.1 - Finalidade
Implantar o projeto de Atenção de Enfermagem ao Escolar no
Grupo Escolar Laura Lima e na Escola Básica Rosinha Campos.
e.2 - ' '
Justificativa
3.2.1 - Delimitação do problema
Inexistência de atuação efetiva dos programas de saúde ao
educando. E.principalmente da Atenção de Enfermagem, privando eg
sas duas escolas da orientação sistemática quanto: a higiene e
salubridade da escola; educação sanitária aos pais, professores e
alunosíëgfiessistência de enfermagem aos alunos; da vigilância e-
pidemiolõgica e do levantamento de dados referentes a saúde do eg
colar e a falta da integração da escola com a familia e comunida-
de. __'
5.2.2 - Análise da situação
Considerando que: ^
- Â Lei 5.692 de ll de agosto de 1971, prevê em seu artigo
62, parágrafo 19, a assistencia š saóde do escolar.
- Essa assistência não vem sendo realizada no Grupo Escg
lar Laura Lima e na Escola Básica Rosinha Campos.
- às atividades dos orgãos drestadores de serviços de saúde
não vão ao encontro das necessidades dos escolares.
- Está largamente comprovada a necessidade que sente o escg lar a familia e a comunidade de receber informaçães sobre a saúde
e meios de profilaxia das doenças infecta contagiosas.
3.2.3 - Proposta de solução
08
Enfermagem ao Escolar pela 19 UCRE.e DSP, para que seja modifica-
da a situação atual, introduzindo a promoção de medidas de profi- laxia das doenças mais comuns ao ambiente escolar, e investigação
epidemio16gica,a inspeção sanitária dos escolares e das escolas ,
o atendimento dos alunos com necessidades de cuidados de enferme-
gem de urgência e a educação sanitária aos pais, professores e alunos. Essas medidas visando uma mudança de comportamento em rg
lação ã saude que aumentará, consequentemente a curto, médio e .O
longo prazo a eficiencia da escola e principalmente o rendimento
escolar. .
3.2.4 - Dbjetiuo Geral,
Proporcionar a valorização de criança, na fase escolar em
SUMÁRIO
INTRGDUÇKO ;CIOOOÓOOOOÍÓÔOOOIOOOÓOÓOOCOIOIIOOOIOIÚÍÍIIOO ul
I - LEVANTAMENTO DA REALIDADE ..Í... 04
II _ IDENTIFICnÇg0 CCOIIOIOOOOOOOOIQOOOOOOIOI Itüiiiilfiiíuõ 261 - 2-2 ~ 2-3 - III - 3.1 - 3.2.- 3.2.1 3.2.2 3.2.3 3.2.4 Qrojeto ... O6 Órgão que faz parte ... D6
Unidade executora ... U6 ESTRÃTEGIÂ ...z.‹... U7 F1n¿1iózóz Justificativa ... U7 - Delimitação do problema ... U7 ~ Análise da situação ... U7 ~ Proposta de solução ...¿G7 _ objetivo gerál OOÇOIOIOCIÓOOIOOOIÓOIUIOOOOIOOOIIOU8
Iv IIIIÚCÚOIOÍOÍOCIIUÓIIIOIOOIOIDQ
CGNCLUSÃU OOOIOÍICÓÍÍOOIÍOOIOIIOIIIOOIOIOOCOOCIÍIOOOÍIÍÍ 19 ANEXOS OOOOOOIUOOOUOOOOI10000000.09'Qqq¢QOQ¡0q¡Q¡qQQpQQg 21
09
Iv - oB3ET1vos Específicos
l - Primeiro objetivo
- Detectar, acompanhar e encaminhar os alunos com deficiên~
cias de aprendizagem.
1.1 - metodologia
- Bbservaçšoâsda acuidade auditiva e visual, da linguagem
,
do estado de conservação dos dentes, do desenvolvimento psicomo~ tor, do desenvolvimento fisico e estado nutricional, dos d'
os de comportamento e da postura ao sentar e caminhar.
12 etapa: reunião com os professores para a coleta de dados
O . .I . ~ .
sobre: - o numero de alunos com queixas em relaçao a visao e aud¿
H 01 ff' CsH
|5
çao, distúrbios de linguagem e de comportamento. '
22 etapa: triagem: - acuidade visual, através do teste de
Snellen. .
- acuidade auditiva, através do teste
por via aérea. Procedimento: numa sala com a porta fechada, colo-
car a criança sentada a olhar uma revista, e ficar atrás dela fa- zendo ruídos em distâncias diferentes, observando a sua reação.
- postura, através da observação na sala
de aula.
~ o desenvolvimento fisico, crescimento, o estado nutricional, o estado de conservação dos dentes,, os dis
tãrbios de linguagem, do comportamento e psicomotor, serão avalia dos na consulta de enfermagem. À A i l
3° etapa: consulta de enfermagem , assistência aos casos ~
que requererem cuidados e acompanhamento dos alúnos com deficiên-
cies.« '
4* etapa: encaminhamento dos alunos que necessitarem de um acompanhamento especializado.
10
- Teste de Snellen. ,
- Revelação de placa dentária. A
- Tabela de dados antropomëtricos de marcondes.
- Sala, mesa, cadeira, maca, escadínhe com dois degraus pa- ra a maca, carteira escolar, balança.
- Éstetoscõpio pediátrico, esfingomanômetro, termometro
,
otoscopio, laringoscâpio.
- Êspátula, escova de dente, copinho, guardanapo de papel
,
algodão, gase, mercurio cromo, esoaradraco, 2 pinças Kelly, 1 pin
ça servente, germikil,fisäbao, álcool, atadure, pia,...
~ Revistas. `
-.Histórico de Enfermagem, FAOSE eSOAP.
1.3 - Cronograma
- Terceira e quarta semanasde setembro - triagem. - Terceira e quarta semanas de novembro - triagem. g
~ Setembro, outubro e novembro - consulta de enfermagem
e assistência aos casos de emergência.
l.á - Avaliação
~ Acuidade visual: através dos critérios de Snellen e levag
tamento dos alunos com diminuição da acuidade visual e de afec- çães oculares externas - anexo: 07.
- Anuidade auditiva: através do levantamento do nãmero de
alunos com diminuição da acuidade - anexo: GB.
- Linguagem: através de observações realizadas e do levanta mento do numero de alunos com deficiência da linguagem - ane×o:U9 e 12
e critérios em anexo: D5. `
- Postura: através do caminhar e sentar do aluno - anexo:B6 ~ Estado de conservação dos dentes: através
do instrumento
- Estado nutricional e desenvolvimento tisico: através da
comparação dos dados obtidos com os da tabela de marcondes - ane-
xo: U2, G3 e Dá. '
s Distfirbios de comportamento: observação do número de alu-
nos com distürbíos de comportamento- anexo: G9 e 10.
~ Õesenvolvimento psicomotor: observação do número de alu-
I 1* I I
nos com deficiencia psicomotora - anexo: G9.
d0$¢
encaminha-11 \
2 - Segundo_objetivo
- Iospecioner e orientar os escolares quanto a higiene cor-
poral e do vestuário.
-~
2.1 - metodologia
- flbservaçëo das condições de higiene dos alunos. Verifica-
ção semanal dos alunos que apresentam pediculose, escabiose, tun- ga penetrus, presença ou näo de sujidade corporal e do vestuário. ~ Orientações: através de palestras nas salas de aula, de
conversas informais e de visitesádonieiliarss, para orientar seus
pais. Serão orientados quanto a prevenção, tratamento, profilaxia
e sobre a importância da aquisição de hábitos de higiene. 2.2 - maëerial
Ê
métodoQ Cartazes.
- Transparências.
- Leituras informativas.
à Quadro negro e giz.
_2.3 - Cronograma
- Terceira e quarta semana de setembro - observação. - Primeira e segunda semanas de outubro ~ orientações. - Terceira e quarta semanas de outubro - observação - Primeira e segunda semanas de snoebbmo- orientações. - Terceira e quarta semana de novembro - observação.
2.4 - Avaliagão
- Relatšrio dos resultados obtidos.
~
12
3 - Terceârp objetíoo
Inspecionar e orientar sobre as condíçöes de salubridade do
prédio e área externa.
3.1 - metodolooía
- Visitas as dependências escolares.
- Orientações aos alunos; funcionários e professores, quan-
to e necessidade da higienização do ambiente Vascular e a sua ma- nutenção. Procedímento: palestras nas salas de aula e conversas informais com os funcionários.
_3.2 - material e më§odo_
- Cartazes. - z -
- Caixas de papelão, sacos de papel, secos plásticos.
- Quadro negro e giz.
3.3 - Cronograma
- Setembro, outubro e novembro - observação e oríentaçöes.
3.6 - Aua1ía§ao+_
13
4 - Quarto objetivo
- Integrar a escola com a comunidade.
4.1 - metodolooia
- Reunião com os pais dos alunos no dia da reunião da ãPP.
- Criacão do clube de mães.v
- Participação da comunidade na melhoria do ambiente físi- co e social da escola.
` -
Orientações: quanto a educação sanitária, psicologia da
criança, relacionamento pais × filhos, e outros.
4.2 - material e método
- Bebates. .
ã Cartazes, transparências e apostilas
6.3 - Cronoorama
~›
_ Nos dias da reunião da APP.
- O clube de mães, as participantes que escolheram os dias das reuniões.
4.4 - Ãvalígëü ~
14
5 - Quinto objetivo
- Auxiliar os pais na identificação das doenças própria da
infância e na utilização dos recursos de saúde da comunidade.
5;1 - metodologia
~ Orientações: quanto a doenças infecta-contagioses, sua prg
venção e profilaxia, durante as reuniões da APP e clube de mães.
5.2 - material e método ^¬ A - âpostílas. › ~ Sfiides, transparências. '- Cartazes.V .
- Reunião da APF e no clube de mães.
5.3 - Cronograma
- As reuniões serão marcadas de acordo com a disponibilidade
dos interessados. ^ *
5;á - âvaliegão i
15
6 - Sexto objetivo
- Fazer visitas_domici1iares aos casos que se fizerem priâ-
ritários.
6.1 ~-metodologia
- Ir ao domicílio do aluno que apresentar principalmente cg so de doença infecta contagiosa.
_
6.2 --material e método - Apostilas.
6.3 -~Cronocrama
-übservação
das crianças visitadas.\
16
7 - Sétimo objetivo
- Criar e coordenar o pelotão de saúde.
7;1 - metodologia
~ Em cada classe a escolha de um aluno, para atuar no pelo
tão, treinando-o para detectar problemas de hígèene, identificar e registrar casos de escabíose, pedioulose, lèsões e outros.
7.2 - mëterial e método, _
l U7
V
HQ
ph Qmm» / í 'I C0 rtazes
~ äpostílas.
7}3 ~ âvaliá§§o~ '
- Relatõrío da atuação do pelotão dè saúde.
17
8 - Oitavo objetivo
- Treinar professores para atuarem como agentes primários de saúde na escola.
8.1 - metodologia »
- Treinamento: conteõdo a ser ministrado: educação sanitã~
ria, saneamento das escolas, noçëes sobre doenças parasitárias , doenças infecciosas, deficiências auditivas e visuais, cárie dog tária, doenças da gengiva, primeiros socorros.
- Solicitar a um acadêmico de odontologia, que participe desse treinamento ministrando o conteúdo referente a sua área e a aplicação de flúor e da revelação da placa dentária.
8.2 - Êaterial e método ~ ãpostilas.
- Aulas expositivas. ~
- Discussão em grande grupo e em pequenos.
- Cartazes, álbum seriado-_
- Transparências. i
8.3 ~ Cronograma
- Primeira e segunda semanas de novembro.
-
8.4 - Avaliagšú
18
9 - Nono objetivo
- Orientar quanto a confecção da merenda escolar e implan-
tar a horta na escola.
9.1 ~ metodologia
*- Solicitar a um; acadêmica da nutrição que_oriente as me-
: . Q, \ /
rendeíras sobre o valor calorlco e protéico que a merenda deve ,_/__,f conter.
- Solicitar a
um
acadêmico de agronomia, que Oriente aos funcionários e alunos sobre a implantacao da horta. `ções
9.2 - mzterialzeamétøau
- Pá, enxada, regador, adubo, tábuas, sementes, barbante. - ñpostílas.
9.3 - Cronoorama
- Gutubro e novembro.
9.4 _ âvzlízgäo _
- Gbservaçšo do valor nutricional da merenda apõs as orienta
19
comcLusKo
Visto que os povos das Nações Unidas, na carta, reafirmaram
sua fé nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e no valor
do ser humano, e resolveram promover o progresso social e melhg
rar as condições de vida dentro de uma liberdade mais ampla.
.Visto que as flaçoes unidas, na Declaração Universal dos U IM
reitos Humanos proclameram que todo o homem tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades nela estabelecidos, sem distin- ção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, reli- gião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento ou qualquer outra condição.
Visto que a criança, em decorrência de sua imaturidade -o Hs us [eh
ca e mental, precisa de proteção e cuidados especiais, inclusive proteção legal e apropriada, antes e depois do nascimento.
Visto que a necessidade de tal proteçao foi anunciada na
Beclaração dos Direitos da criança em Genebra, em 1926, e reconhg
cida na Declaração Universal dos Direitos Humanos, e nos estatu-
tos das agências especializadas e organizações internacionais ig teressadas no bem-estar da criança.
Visto que a humanidade deve E criança 0 melhor de seus es- forços, assim a Assembléia Geral proclama essa Declaração dos Di-
reitos da Criança, visando que a criança tenha uma infância fe- liz e possa gozar, em seu-próprio beneficio e no da sociedade, os direitos e as liberdades aqui anunciadas, e apela a que os pais,
os homens e as mulheres em sua qualidade de indivíduos, e as or- ganizaçöes voluntárias, as autoridades locais e os governos na-
cionais reconheçam esses direitos e se empenham pela sua observâg
cia mediante medidas legislativas e de outra natureza.
2U
os compromissos de governo, onde o principal é "Primeiro os pequg
nos, e ninguem 6 mais o Pequeno do que acaba de despertar para a vida: a criança'L
Baseadas nestas declarações, propomos a implantação do pro-
jeto de Atenção de Enfermagem ao Escolar, nas escolas: Escola Bã~ sica Rosinha Campos e Grupo Escolar Laura Lima, e que ao final
do estágio concretizando os nossos objetivos, ohtenhamos bons re- sultados,~para que as autoridades competentes reflitam sobre n o
assunfo e deem chance a todas as crianças da rede estadual de en- sino de receberem \ o mesmo atendimento.
CONSULTA.DE ENFERMAGEM AO ESCOLAR I - IDENTIFICACÃO
Criança
* Nome: Data de nascimento: 1. Escolaridade: Procedëncia: Data da consulta: ' ao Situaçao Familiar Nome do Pai: Idade: Escolaridade: na Nome da Mae: Idade: Escolaridade:Número de irmãos vivos:
ou
Posiçao.da criança na familia:
Educação a Saúde
o
. _ ..;_.¡
~ Realiza.exame medico periõdico?
< Sexo: Religião: Naturalidade: Nacionalidade Profissão: vv Profissao: Mortos:
~ Realiza exame odontologico periódico?
- Condiçoes de Habitação:
ou Localizacao: Cõmodos:
- temperatura axilar Cabeça: Crâneo ( ( ( ( ( ( ( ( ( (
observar forma ( cilíndrico, redonda ou oval) e
consistência.
couro cabeludo ¬
IV ›
observan
integridade, vigor e distribuiçao dos ca belos) - pediculose.,face ~
nv
observar integridade, simetria e coloraçao).
olhos - ` '
_
observar espaço inter-ocular, posição e orientaçã›
da iris, diâmetro das pupilas,integridade e colo-
ração das mucosas e conjuntivas).
nariz -
ou vv ‹v
observar coanas, secreçao, congestao e ventilaçao)
boca -
observar lábios e cavidade bucal, car e zumiaaâe
das mucosas, integridade da lingua e das gingivas
vv
dentiçao, integridade das amigdalas)
ouvidos -
observar pavilhão, implatação, secreções, audição»
condiç"es periauriculares e compressão do tragos)
torax -
observar configuração, particularidades e difereg
ças acentuadas na respiração)
mamas -
observar tamanho, conscistëncia, secreçoes, engur
gitamento)
paniculo adiposo -
observar quantidade normal, escasso ou abundante)
auscuta pulmonar -
observar e frequência respiratoria)
f
( observar frequência e ritmo cardíaco)
- abdomem -
( observar a forma globosa, depressiva ou normal)
- tonus -
( observar turgência ou flacidez)
- umbigo -
( observar cicatrização, higiene e presença de herh “
nias)
- região ingnal -
( observar presença de hërnias, gânglios ou nódulos
reação dolorosa ou de desconforto a palpação, lo-
calizaçšo e intensidade da dor).
- genitais - '
Feminino:
( observar grandes e pequenos_labios,clitÕris, mea=
to urinário, introito vaginal e perineo, 'verifi- cando coloração, higiene, forma, integridade e
secreção). '
Masculino:
( observar penis, verificar tamanho, condiçoes de
retração do prepucio, integridade, coloração e
secreção; localização do meato urinário, tamnho e
simetria da bolsa escrotal e localização dos tes
ticulos).
- dorso -
( observar forma e vértebras )
‹ - anus e reto -
( observar higiene e integridade )
f pele e mucosas - Â
~
( observar cor, consistência, umidade, elasticidada
turgência, integridade, manchas, higiene ).
5. Extremidades:
( observar tamnho, simetria, integridade e mobilidade)
- mãos -
( observar número de dedos, forma, movimentos e posição)
Membros Inferiores _
( observar simetria, formas, pregas inguinais e movi-
mentação: extensão, abdução e rotação)
- ø -Pes...
( observar número de dedos, forma, posição e arcos plan
4
Dados comparativos para pesos médios, em_Kg em
QUADRO
crianças de 7 a 14 anos de ambos os sexos
¬; ÂNEXU II Idade em Azevedo anos cog pletos U T Castro e' *Resultados
Märcøndes ~Ba pesquisa
Koenigstein
Mas. Fem. Mas. Fem. Mas. Fem. Mas. Fem.
7 22,57 21,85 22,63 22,18 22,00 21,20 8 25,05 24,09 23,94 23,50 23,56 23,53 9 2õ,s2 25,62 25,25 26,14 26,40 25,72 10 31,20 28,70 28,48 23,79 28,73 28,35 11 32,27 32,92 31,24 32,48 31,29 31,60 12 33,76 35275 33,46 35,87 34,12 37,01 1;. #-
13'
36,20 39,53 14 38,59 41,93Y
-4
em
QUADRO
fiNEXGIII
Dados comparativos para altura media, em metros,
crianças de 7.a 14 anos, de ambos os sexos.
Idade em anos cog pletos
*Castro G
_dKoenigstein Marcondes pesquisa Resultados desta
Masc. Fem. Masc.
‹
Fem. Masc. ; Fem.
7 1 1,19 1,18 1,18 a 1,17 f»V 8 1,24 1,22 1,23 1,23 C 9 1,27 1,26 1,28 A 1,27 xr 10 1,32 1,31 1,33 1,33 1- 11 4 1,36 1,37 1,38 1,38 12 1,40 1,42 1,41 1,44 4 13 1,44 1,46
1141
1i¿l›4Ê
š 1,49 1 V QANEXO IV
QUADRO' 4
Peso e altura médios, por sexo, dos escolares
de 7 a 14 anos. . ‹¡ Sexo _ ' _ _ Masculino V Femlnlno Medldà e N ' Í V s Altura P so :_Altura
à
ffig? ¢ (nz) (kg) <m~› l \ J» 7 . ,8
9 IO `/lí
` ll 12 13 : 14 À d i _ H TJRNEXO VI
QUADRO '
/
› I
Percentuals de escolares que apresentam ma postura,
segundo o sexo
-.
Sexo
Postura
¬ _
Masculino Feminino Total
2% %
FI
ha
Normal
QUADRO
ANEXO VII
Percentuais, por sexo, dos escolares que Áëesentam
~
diminuíçao de acuidade visual e afecções oculares es-
termas. SEXO Distúrbi do Ôrgao visão _Mz ` Ú Q* \
~ OS. Masculino Feminino
total-wflf
da d 5 % % /"Í I L. É › f A vv Diminuiçao da zf» acuidade visual e J. ou Afecçoes oculares I v externas _ . i I 1 .H/x. _\ __ |\z ~ 1
Awaxn v111
ÓUADRQ -
Percentuais por sexo; dos escolares que apresen-
taram hipoacusia.
Sexo
Ànormali-
dades auditi-
Ya.
Masculino Feminino _ Total
1
Hipoacusia_
I o
Otorreia
QUADRO
ÀNEXUIX
,Distribuição dos alunos estudados segundo os desvios
comportamentais pesquisados atraves de entrevistas com
as mães.f " ^
1
1
`
\
Desvios comportamentais Nil %
< ._ëEscolaridade Sociabilidade s Interrelações
fwiloiëfist
no A _-_. Í Sono › \ Altmentaçäo _}
Linguagem 1 of Manipulaçöes= F Medo A `1 Psicomotricidade Tics Sexualidade EI11lI'6S6Distribuição dos alunos estudados segunda
frequencia de disturbio. de comportamento
< QUADRO. ANEXO 1"' -r Disturbios de comportameg tais . â 1 1 ? ” :T Masc. z Egm, 1`T°tdl - z ‹ 1 rw. % 1-19 ¢, 3
Alunos sem problemas
Alunos com l tipo de
Problema Com dois tipos de problemas
Com
3 tipos de problemasCom 4 tipos de problemas
Com 5 tipos de problemas
¬._
J
' Ú
Quadro
Distribuição dos alunos estudados segundo
antecedentes morbidos pesquisados.
ANEXO XI 'r
~
-r
Antecedentes morbidos N9 % Sarampo r :I -1 Varicela Á' Coqueluche .luz- Â Rubeola Escarlatina e Hepatite - Doenças reumáticas Cachumba Á_Pneumonia
*C Outros \\ANEXO XII
Qzmnno
Distribuição dos alunos com distúrbios e afecções
e os casos encaminhados I _ ` ¿ 1 NUMERO _
Distúrbios e afec- -Encaminhamento a or-
DISTÚRBIOS çöes.encontradas gãos específicos.
e AFECÇÓES 1 Visão Audição ' Linguagem Comportamento __;-_ ¬ Dentes 1: Postura Dermatites 4* Pediculose Escabiose Piodermites 4 Tunga Penetrus 1 Outros ` 5
BIBLIGGRAFIR
1 --CAVALHEIRO, 3. da R4 Investigação epidemiológica e eg
trevistas domiciliares. Rev. Saúde gábl., São/Paulo,
. ig; sós-sn, 1981.
`
› _
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3 _ KLQETZEL, K. .ns sagas ea méóiziúz pzayznfiiúa. -säo Pag lo, Edart, 1973. 399 p. ¬
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Conhecimentos Fundamentais de Pediatria. São Paulo,
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g¿,, são Paulo, igz 215-23, 1950.
É ,
sâmosranm, C- A Psizoipqia da Infância z<àz âóoieszêg R.3., ZAHÂR editores, 1979. 289 p.
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de, Fundação SESP. manual de saneamento. R.3., s.
' edo,
SQNTA CQTAHINA. Liga de Apoio ao Desenvolvimento Saci.
al Catarinense. Comissão Pr6~críança. Pró-crianga:
adote esta ideia. Florianopolis, s. ed., 1983. (SÉ
rie Prõ-criança. 1; documento básico).
z
TEmPURINl, E. R. Aspectos do plano de Gftalmologia Sa-
nitãria Escolar do Estado de São Paulo. Rev. Saúde
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TURINI, T. L. Desnutrição e Aproveitamento Escolar -
estudo entre escolares da primeira série do primeiro grau da zona urbana periférica de Londrina, P.R.z
Rev. saúde Qãbl., S.P., ¿g(U1)z 55-66.
VASCUüCELLUS, m, do C. C. Prevalência de cárie dentá-
ria em escolares de 7 a 12 anos de idade, na cidade
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA - UFSC
DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM
ATENÇÃO DE ENFERMAGEM AO ESCOLAR
ELIANE APARECIDA MEDEIRQS
NEN NALÚ ALVES DAS MERCES
VIII UNIDADE CURRICULAR
ORIENTADORA
MARIA
HELENA B; WESTRUPPx
_
Í"Cada dia É preciso retomar o caminho 9
partir com um novo entusiasmo e um fer
vor maior; Cada dia É uma subida íngre me, para o alto, mais cansativa, porém
_ Agradecimentos:
vv
- A nossa.Orientadora, que tao carinho
samente nos auxiliou;
- A Direção, corpo descente e demais '
funcionarios da Escola Basica Rosinha
Campos e Laura Lima,-que nos acolheram
e estimularam para que podessemos rea-
lizar este trabalho;
- A Orientadora Educacional da Escola?
Básica Rosinha Campos, pelo apoio e
compreenção;
- A Deus que nos iluminou nessa cami ~
sümâaln
OOGIIOOQIOIOIOIOOÇOIOIOOC;IOOIOIOIOI¢IOO0OG1
arrvroâoss Dsssmvnuvxnâs mà :scoLâ ešsxcn Lâofiâ
O1OOIÓQÍÓÍIÍÍÍÍOÓÚÓÓÍQÓCÓ-Ó;ÍIIIOOOIIICOOÍU2
IA» ANÃLISE DDS UB3ETIVDS`PRDPGSTOS
NB FRUJETU 1.1 - I;1.1 I,1.2 1.1.3 1.1.4 1.1.5 1.1.6 1.;.? 1,1.e 1.2 - 1.3 - 1.a - \ 1:5 Ú 1.6 ~ I.7 - 1.8 - I}9 -P S T Q Q S S B É
UE ATENÇÃO DE E§?ERmâGEfi ÂÚ ESCDLâR ...G3 rimeíro objetivo ...O3
Conservação dos dentes ...U6
Anuidade visual ...O6
Acuidede auditiva ...;U6
Postura ...10 Área de comportamento ...1O Prolação ...Ã...1U Estado nutricional ...1G Sutros ...16 egundo objetivo ...16 erceiro objetivo ... . . ... ...16 uarta objetivo ...18 uinto objetivo ...18 exto objetivo ...18 étimú úàjetivo ...19 itavo objetivo ...19 ÍUOÍÍÍOÍÓIÓÓÔO-GIIIIOÓÚÓÍÍIOÍÓICOÓI-9 ÊTIUIDRDES DESENVUEUIDAS fiâ ESCDLÊ ÊÃSICKÊHUSINHÂ
COIOI-¢›I‹OO'O¢I¢OIO^lOOOOIOO'OIOOIOIIIOOOOII2ã-
I - HNÃLISE DDS 0B3ETIUDS*PROPUSTUS NU PROJETO DE TÍ“
A
RTENÇÃU DE ENFERMAGEE ÃO ESCULãR...2?
1.1 -'prímeírs Dbjetívü onwoøroøvootøomoooorøøooøoon¢22
1.1.1 _ Cflnsarvaçâfi ÚDS dentes ncovnoocc¢o¡s¢o¢o¢øovo23
1¢1¢ã ” ACUid@dB VÍSUÔI ccooooccoaøoooøooøøuoovcnoooags
1.1: 3 _ ñcflídade aUdítiVa nocooocooøoocoofløcooccnødfizz
1.1.é w pOStUr3 aooocowooooøcoøoooúoooøunaoo¢¢o¢¢øÓ0‹25
1.1ê5 * Área de C0mpÚrtamEÚt° oouøovoocooøoooooøøowo025
lalaõ _ prÚl8ÇëÚ oovooorcoocoocooøømøooaøaunoovoocoaøzs
~
1.1.1 1.2 - 1,3 - 1.4 - 1.5 - 1.6 - 1.? - 1.s _ leg _CQC-Ó¡I-O-O OÓOÓÊOIIÍIIOOOIUOOOIOOÇOCÓÓÓ 00.0 C O IÓÍI
OÍÍÍIÍQIOIOIIIIOOÍOIIÓOFIÓOÓÓIIOÓÓOIIQÓÓOOOÍÓ ,OOOOOOIOÓOOOOODOOOO-'COCOOOOOOOOOOOIIIOÍ'IOI ~ Estado nutricional ...,...25 Segundo objetivo â...«...-..29 Terceiro objetivo ...32 Quarto objetivo ...32 Quinto objetivo ...3? .Í..Ô...Õ...'....ÍÍÔ...'..33 Sétimo Úbjfitivo onoooootcooouoonooooocouocoçooounsz
Í.. '..."ÓÔ..Ô....'.. ..Í.'...ÚÔ..33 ÓÓOOÓÓÓOQO.ÓÓÓUKÚOÓÓCÓÓOOOÔÍOUÓÓVÔÍOS QQOQOOIOQOOOOIIOIOOOIOOIOOOOOICOOOICOOOOIIÚOOOOO3 .z 35 36 37
ImfR.o.ouçëín..
. ñ VIII Unidade Curricular do Corso de Graduação
de
Enfer-magem, permite ao acadêmico a escolha de um campo de estágio ,
visando a aplicação dos conhecimentos teóricos adquiridos duran te o curso e de elaborar um projeto, atuando como profissional
de saída. '
Escolheu-se a Escola, como um campo favorável para prestar
a Assistência de Enfermagem. äpesarfde_è×ístír um Projeto de Sa
Gde, definido pela Secretaría da Educação, ele está muito aquém das reais necessidades eo escolar , não assistindo o tripé bio- psíquico-social.
Apesar das barreiras e da resistência, consegpimos alcan-
çar resultados satisfatõríos, com a esperança de que, a Atenção
de Enfermagem ao Escolar continue, para em curto, médio e longo
-_
U2
ÊTIVIDADE5'DE5ENVOLUID&S NA ESCULA BÁSICA
LAURA`LImA
O Projeto de Atenção de Enfermagem ao Esco1ar,-ímolaotade
na Escola Básica Laura Lima, desenvolveu~se no período de cator-
ze de setembro ã vinte e cinco de novembro do corrente ano, num total de 200 horas de estágio, excluindo o período de elaboração
do Projeto. 8 período de dezessete de agosto ã treze de setembro desoíl novescento e oitenta e três, foi reservado ã visitas a escola para o levantamento da realidade e a elaboração do proje-
fflz '
Foram assistidos trezentos e vinte e nove escolares do prê
~prímãrío ã quarta série do primeiro grau; dos três períodos
g
xistentes, que são: matutino, com uma turma (das oito as onze
hg
res); intermediário (das onze às catorze horas); e vespertino(das catorze as dezesseis e quarenta e cinco minutos).
Horários de estágio: - segundas feiras: das treze as dezeâ
sete horas.
-V
- terças feiras: das dez às catorze
horas.
-V
- quartas feiras: das treze as dezes~
sete horas.
~ quintas feiras: das dez às catorze horas.
- sextas feiras: das treze as dezessg te horas.
UL*
1 ç AflÃLISE;QflS"OB3ETIUQ5 ERUPOSTQS NQ›PRDJETU
Qš
`
ârarzçgc ntfsmfnâsmnstmí 5,35
Essomg
I.l - Primeiro objetivo ¬
- Detectar, acompanhar e encaminhar os alunos com deficiêg
cias de aprendizagem.
Fora previsto uma primeira etapa 3 que seria a colete de da
_
dos fornecidos pelos professores, dos alunos com alguma anormal;
dade, para dar-se preferência as prioridades. Não se concretizeg
do, deu-se início a segunda etapa.
,
8 Setor de Educaçao Física forneceu a lista de alunos ava- liados pelos acadêmicos de medicina, e que estavam inaptos s frg
quentarem as aulas de weducação física. GUAQRG I e II.
 segunda etapa: triagem. `
_
Foram realizadas na biblioteca, por não haver uma sala dis
ponível, para a execução desta etapa. G ambiente era desfavorã~
vel, barulhento, com entradas e saídas constantes de pessoas a~
heias ao trabalho, dispersando constantemente a atenção do aluno
inibindo~o e sendo um fator prejudicial ao atendimento do mesmo
Us materiais indispensáveis, pedidos aos ôrgëos competen-'
tes, não foram fornecidos, prejudicando o andamento do trabalho.
Foram detectados problemas nos seguintes casos:
4 Conservação dos dentes.
- Acuidade visual. - Aouidade auditiva. ~ Postura. . ~¡:. - Área de comportamento. - Prolação. - Estado nutricional. _
O acompanhamento dos casos foram realizados através de re-
vistas, orientações, levantamentos de problemas, encaminhamentos
. Dietribuíção dos
alunos inaptos temporariamente para fre- QUADRU I
U4
quentarem as aulas de educação física, na Escola Básica Laura Li
ma, Floríanõpolis - 1983.
1
f
temporariamente
Inaptos` lâérie Ocorrências
Glaucia Oliveira 19 «- Sopro sístõlico š esclarecer
Rodrigo Santos 12 š na Sopro sístõlíco
š esclarecer
Demâríse Silva 29 Sopro sístölico à esclarecer,
Jane Vieira França 12 Sopro sistôlíco š esclarecer
Cíntia Fernenées 4C Traumatismo ósseo
1
R
~×.
QUADRO IT
z
Distribuição dos alunos ínaptos permanentemente as aulas
de educação física, na Escola Básica Laura Lima, Floríanõpolis
- 1983. \ ¡ L U3 (UsH [Ja (O Inaptos Permenentemente ' Ocorrências
Cleide Terezinha Armando 49 - Cirurgia cardíaca
Ub Cí
F
I.l.l - Conservação gps dentes
Na avaliação do estado de conservação dos dentes, observou
-se um percentual de 70,82% de má conservação dos dentes e afec-
ções perlodontais. QUHDRO III;
H
Cabe salientar que os critérios forem alterados, por orieg
tação do Professor João Carlos Caetano do SPB (Departamento de
Saude Publica da Universidade Federal de Santa Catarina - Udontá
logo Sanitarista), tendo em vista, que um portedo§:de cárie den- taria, apresenta concomitantemente uma afecção periodontal. Sen-
do a cárie dental uma doença de fácil tratamento e cura, ê neceg
sério que as autoridades competentes tecomecem a analizar o pro- jeto dos gabínetes odontológicos nas escolas, e que sancionem eg te projeto, no qual a Escola Básica Laura Lima está incluida.
10102 “" .fi V
Acuidede visual
Na avaliação da acuidade visual, foram utilizados o teste e os critérios de Snellen, cujos casos encontrados de diminuição de acuidade visual e de afecções oculares externas podem ser o- bservadas no QUADRO IV.
Entre os 329 escolares, 8,21% apresentaram diminuição na
a
cuidada visual, dentre eles dois casos de glaucoma, dois cegos
do olho direito, um cego do olho esquerdo, um com oterígio e o
caso de uma aluna que não alegava queixas, e conforme a avalia - ção do teste apresentou 30% de visão no olho direito e 100% no
Q
lho esquerdo, sendo encaminhada ao oftalmologista, como os dema- is casos, retornando com a confirmação do percentual avaliado.
1.1.3 - Acuidade auditiva
da avaliação da acuidade auditiva fez-se o levantamento do número de alunos com hipoacusia e com otorrêia, utilizando-se o teste de ruídos por via aérea. Contudo os resultados podem não ser_uerdodeiros em sua totalidade, mas foram encaminhados nao na
vendo retorno. QUADRO U.
Um caso que chamou a atençao, é o de uma aluna surda de ag
bos os ouvidos frequentando uma turma normal de segunda série, e também fazendo exercícios no IATEL (Instituto de Audição e
Tera-nf
lares, segundo o sexo, na.EscoIa Básica Laura Lima, em Floríanõ U7
z
Humano I ÍI
Avaliação do estado de conservação dos dentes em 329 esco~›
polis no período de setembro a novembro de 1983.
Sexo
Conserva-
ção dos dentes
äasculíno FemínínU Total
¡ ‹ ¡ R me í % flë M9 95 Êoa 28 r 8,51 26 ?,9a 54 16 ,zu ,r fiã _ 128 38,91 IU5 31,91 233 78 ,82 Tratamento 22 õ,õ9 20 s,ee 44 13 ,37 1
~¬._Y Uö QUADRO II/ ¿ - . . mg ¡ d =
Percentuais, por saxo, dos escolares que apresentaram Óímínuiçm
da acuidade visual e de afecç5es»oculere externas; na Escola
h d 108*
Básica Laura Lima, Floríanõplís ~ setembro e ncbem ro e z Q.
z..:_¡-‹- --. ‹.¡, -z-1, _ :_‹--ø._-.-.__z -.... ._ _._...zV masculino ' 'Feminino Blsturblcs do _ - \ Q ø ~ . ~ V ÍI 1' ` orgao da vzsao \ ¿ 11 H ¡ f. 'I N” Â_ % 1 Ne 1 ¡ _--. - _... -___-..`...-.-_. ¬. -_ * 1 |\ ii g ,ra ,T , ___ ________ Diminuição da \ Í acuidade visual 27 * 8'21 É 7 * 1- 2,13 I J É 6,88 _ - `1 I É Afecçães oculereá J 3 0,91 2 externas - 2 0,61 ¬ 1 z. 1 I É a,zo -_.-..._._ ._____.r lá Í E + Outros ' i 3 ` 9,91 \ - u ` nn -Â _., `\ _ ._‹‹u-2 \ I
+ Outros: 2 casos de glaucoma congênita
. 1 caso de pterígíc
0,61 !
3 o,3u
vJ
z
QUADRO PCL
Incidência de hípoacusia e otorrêía entre 329 escolares
da Escola Básica Laura Lima em Floríanôpolís no período de se
tembro a novembro de 1983. __. ' l Anormalídades me % auditivas D Hipoacusía 8 ` 2,63 Otorréía 2 0,61 1
ta
pia da Linguagem).
1.1.4 - Postura
No avaliação da postura do escolar ao sentar e caminhar, bservou-se a incidência de má postura de 100%. Foram dadas as
rientaçães individualmente e nas salas de aula, mas continuaram com as mesmas posições ' viciosas, principalmente ao sentar.
‹q
É comum observar-se vícios de postura em adultos, mas em crianças, principalmente da fase escolar É um indicador de
preocupar, uma vez que, pode haver o comprometimento de todqv estrutura Õssea, que está em crescimento e amadurecimento, pose bilitando o surgimento de deformidades e enfermidades na estrut
9 ~
. O .
ra ossea a medio e a longo prazo.
I;1.5 - Ârea de comportamento
da avaliação de comportamento dos 3?? escolares, foram u
tilizaoos os métodos de observação e de conversação, e foram or
entados individualmente. Ubservou-se que muitos escolares, apre sentam distãrbios de comportamento devido aos maus tratos que r
cebem em casa, outros os pais incentivam ao vício do fumo e do
álcool, e principalmente um sentimento de revolta e raiva contr a direção da escola. QUADRO UI.
I.l.6 - Prolegão
Na avaliação da prolação, EUADRG VII, observou-se um pero
ntual de 10,64% de dislalia. Foram utilizados exercicios de cor ração, que até o término do estágio não apresentaram resultados satisfetõrios em virtude do pouco tempo.
I.1.7 - Estado Nutricional
Foram tomadas medidas de peso e altura dos escolares, pro
curando avaliar seu estado nutricional e de desenvolvimento fís
co. ñhpartir dos QUADRUSíUIII, IX e X, far-se-á uma comparação com os dados até então existentes para os mesmos grupos etários
na literatura brasileira. 2 2 S8 s
É
E -éÉ
Ê aÊ
IP' !3
ll
QUÂDRD UI .
Incidência de desvio comportamenta gntre.329 alunos da
Escola Básica Laura Lima em Floríanõpolís no período de Seteg
bro a Novembro de 1983. 'f Desvios Eomportamentais N* % soziz:zí1'iózàe b a 2,63 «fi Enurese il 8,30 Roer as unhas 24 7-V, 29 ¡ -v ¬.-....-._-.¡›..~»--...-. ._ M... ., - .‹.«-..~~-.¬-‹..-¬-.-»_z...-¬.¬..._... .. . z. ...-.._..¬--_..--«._. -~.--- f _; --__f~- - f
Distribuição dos alunos com distúrbios e efeçções encontra dos na Escola Básica Laura Lima, em Florianópolis,
e encaminha- QUADRO VII
mentos feitos. Período de setembro a novembro, 1983.
L L \ Número oistór-'»\ bios s
afec-\"«,
ao `*~¬ goesDístãrbíos e afec- Encaminhamento e ções encontrados orgãos específicos
\
L Visão 27 ' 27 _ A7 7;' .. .... ... ÍI Audição 8 V 8 prolação 35 30 Comportamento › 32 Dentes 233 233 Postura 329 Êedículose 141 Escabíose 3 Tunge Penetrus 2 Bores de barriga 32 32 mucosas descoradas 37 37 Dermetoses 35 2?13
QUADRO VIII
Dados comparativos para pesos médios, em Kg em crianças de
?`a 14 anos de ambos os sexos.
h›_ 1 ' 7 'i ' . Azevedo ‹ fiarcondes * Idade em. - Castro e š Resultado ' anos ; 1K0Bfl1QSÍ€1fl-1 V da Pes€u1áaW fiomøletvs masc- Fem. ímasc. Fem. wasc. Fem.
E
fi 1OO Fem.7 22,57 21¿e5 22,53 22,18 22,on 21,23 2U,9? 25,67
5 25,35 23,59 23,94 23,50 23,55 23,53 23,31 23,41 9' 26,82 25,52 26,25 2õ,1é 25,¿n 25,72 27,78 25,09 19 31,20 2s,7n' 25,48 23,79 25,73 23,35 27,43 25,17 11 32,27 1 32,92: 31,24 32,43 31,29 31,52 28,38 29,óz 12 33,75 35,75rs3,â5.«35,a3i 34,12' 37,31 29,40 34,75 13 - - 35,20 39,53 - _ 39,25 33,53 Iá - -z 35,59 ú1,93 _ _ 35,50 5 r §1,oo
.‹L*4
QUADRO 'IX
Dados cpmparatívos para altura média, em metros, em ceíag ças de 7 a lá anos, de ambos os sxos.
_ A
Idade em a~ nos comple-` tos
Castr
Koení gstein 0 e äarcondes
Resultados
pesquisa deste masc O Fgm. Ê $SCz ?em. maS¢o Fem.
,,. I. 1,19 1, 1,18 1,18 1,1 1,23 11ÊÂ.w 8 1,24 1,22 1,23 1,23_ 1,26 1,27 9 1,2? 1,26 1,25 1,2 1,32 1,31 10 1,32 1,31 1,33 1,33 1;:s 11 2,58 1,38 1,3? 1,32 Ll2 1,á9 1,éz 1,41 1,64 13 ,úé 1,46 1,51 1,55 14 ¡ 1,á9 1,óâ 1,48
QUADRU X
Distrihuíçäo do peso e altura (médios), por sexo, entre 329 escolares de 7 a 14 anos da Escola Básica Laura Lima, em Floríaná
polis, no período de Setembro a Movembro de 1983. _
I I › Sexa 5 < masculina Feminino nefiífia Peso Altura Peso
(K9) Altura (m) 7 Idade
;;:;;;;i"`;;`;š;:"~
(Kg) (m) \í_,,,_,,.._‹|...|. z--z-.~ ›~¬--'ffl'-4¢_""_ "' *Q ` ›" *_ "' "'_"" ' _ 'M " 7 F W Í7 36 27 20,97 f 1,23 20,79 1¿21 8 35 1,26 23,46 1,27 9 31 22 27¿óe 1,36 26,17 1,35 10 25 29 2n,§7 1,23 28,07 zll 1 8 ;í5 28,38 1,37 29,42 1,32 12 1 V 6' _ 29,âa r 3é,7e 1,53 13 4 2 39,25 1,51 38,50 1,5e lá 2 2 39,eu 1,éé 41.0G 1,óe ` ÍEstes.resultados mostram , que as médias estäo reletivameg
te iguais as citadas pelos autores(Azevedo, Marcondes e Castro).
Para avaliação desse estado, tomou-se em consideração o relacio-
namento entre peso e altura, espessura doppaniculo adiposo e con dições de mucosas. Dos escolares atendidos 11,25% eram portado- res de anemia, 9,75% apresentaram queixa de dores de barriga, e 4,8% eram portadores de ouelite, podendo estas queixas estarem 1
relacionados com a insuficiência de ingestão proteica, Vitamini-
ce
e
calórica.1.1.8 - Outros
do levantamento das dermatoses foram encontrados 11,24% dos escolares portadores de afecções de pele, em percentuais
discriminados no QUADRO XI. '
Il 2`- Segundo objetivo_
_ - Inspecionar e orientar aos escolares cuanto a higiene
corporal e de vestuário.
Foram realizadas as observaçäes e orientações aos alunos
\
E \
0! IP' e pais nas reuniões , onde enfatizou-se a necessidade de uma
or atenção com o asseio corporal e do vestuário, pois e necessa-
rio e aquisição de hábitos dee higiene para a promoção e manuteg
ção da saúde e do bem estar fisico e psíquico. Houve uma melhora significativa, com a atuašão do pelotão-de safide. \
Nas observações levantou-se um percentual de.I42,8E% de pg
diculose eíl3,87% de_sujidade corporal, em esèoiares, que resi- dem no conjunto habitacional, onde se encontra a escola , e que
se supõem que as condiçoes socio-econõmicas_sejam melfiores e
de higiene. QUASRG VII;
1.3 - Terceiro objetivo
- Inspecionar e orientar sobre as condições de salubridade do prédio e área escolar.
- A Secretaria da Educação não fornece as escolas, faxina;
escolares de Escola Básica Laura lima, em Floriaoõpolis, no pe-
Incídência de áfecçöes de pele (dormatoses), entre os 329
17
Quâpao xx
ríodo de setembro a novembro de 1883.
Afecções de pele encontradas 1 . -M9 -Q | _ ^ I _ % Quelite 16 4,86 Erme á 1,22 ¬
Wanchas hipocromi ces 4 f-I VI f\.) HJ Impinge_; 3 õ;91 Escabíose . 'Z 0,91 Impetígo 1 0,39 Dermíte = 1 CJ vo 'bl (D Piodermite V2 U ,se