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Projeto atenção de enfermagem ao escolar

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Academic year: 2021

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(1)

UNIVERSIDHDE FEDERAL DE SANTÀ CATARINÂ - UFSC agem a ENF 00 6 , ne A

Il

o de enferm 0 Ac. 23925!

|

,__. U C os Ea aençã 79 M ccsM FS 4.» .--‹ ¿_, ._ am. TCC u or: Mede r o Proje o 9725 95 uFsc asccs

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U _. ,_. 3-' -. N.Ch A T Ex CCSM TCC UFSC ENF 0016 Ex.

DEPRR TAYHENTD DE `ET\2FERñ'IAGEB3

B

PRUJ-Em

ATENÇÃO QE ENFERf{šAG`Eí%'š A0 ESCOLAR

EL1âms âpâflsclon msaaxans nan mâLU âLvEs nas maflcts

VIII UNIDÂDE CURRICULÂR DRIENTHDURÂ

MARIA HELENA BITTENCOURT LUESTRÚPP

(2)

_

"Criança, sorriso da vida, embelezag

do o mundo".

"Eõucação recorda preparo para a ví-

da.

Vida ê patrimônio divino que nin- guem pode malbaratar, ínconse- quantemente".

(3)

"U caminho é longo

É`preciso chegar até o fim. O caminho é.pedregoso

É

preciso desviar das pedras, quebrar as rochas e

seguir avante. '

U“caminho ë perigoso

É`preciso ter coragem, correr os riscos, enfren- tar o perigo e ser constante. V

O caminho não esta feito

É preciso construílo todos os días, arrancando eg pinhos, derrubando barreiras, aterrando vales- D caminho as vezes.escurece

É"praciso estar prevenido, não deixando nunca a

lâmpada sem azeite. Estar pronto para tudo o que acontece.

As vezes toda perspectiva de um caminho desaflanee ce

u V

Éfpreciso uma esperança profunda, sem limites. U-

ma esperança que nunca dasvanace. Caminha sempre

Não importa que haja quedas

Importa sempre começar de novo, guandu necessário

Caminhando sempre

Camihhante, não há caminho, faz-se o caminho ca- minhanteä.

(4)

Agradecimentos;

ä Deus por ter~nos dado forças para

realizar este projeto e a nossa orienta dera por ter acrescentado apoio, amiza-

de e carinho ã sua orientação segura e objetiva.

(5)

Imrnoonçãn

Sendo a escola um instrumento da sociedade, cuja função ê

incutir as novas geraçöes, de um modo metôdico, os dotes, as capa cidades, os conhecimentos e a compreensão que terão importância para os jovens, guandu mais tarde passarem a trabalhar na sociedg

de. Quanto mais complexa e avançada for a sociedade que a escola

serve, tanto maiores serEo_as exigencias impostas a escola.

Todas as sociedades esforçam-se por alcançar um grau eleva-

do de uniformidade, de comportamento, quanto seja compativel com

a variedade de atividades que a vida comum abranja. das comunida- des primitivas, o cuidado com as crianças, a aquisição de alimen- tos para a familia e a transferência de atitudes e valores estão intimamente entrosados.

mas as sociedades desenvolvidas incorporam uma vasta gama

de atividades especializadas, de maneira que a escola como um dos

instrumentos mais uniformes de socialização existentes acaba por ter de desempenhar uma função cada vez maior nofimportante proceg

so de integração. (lã) .

A escola não ë apenas um local de alfabetização. É também

um ambiente onde a criança '

o processo de socialização, dg

|-In U |-Ia O PN

vendo ada Dtar-se ao convívio com outras essoas bem como apren- ,

/ . .

dâgla respeitar uma nova autoridade, a professora, que se apreseg

ta as vezes muito diferente de seus pais, em especial de sua mae.

O período escolar é a principio, de baixa incidência de

doenças de um modo geral, e isto se revela pela pouca frequencia,

em consultórios médicos e centros de saude. (4 )

Por isso, muitas deficiências no escolar sô chegam muuito tardiamente aos cuidados profissionais de saãde. Deficiencias eg

(6)

J\/

que infflem

/

negativamente na capacidade de aprendizagem da criag

Q n az A

ça, provocando sérios distúrbios fisico e psicosociais.

Olhando especificamente sobre as.condiç5es de saúde, o escg lar não está incluido entre os grupos de alto risco, pois a maior parte das medidas preventivas ou foram ou deveriam ter sido toma- das na idade prêeescolar. No entanto, a saúde escolar é uma

ativi dade pedagógica, que encara a criança como um futuro cidadão que

C0 O\

0\

o 9 n \ z ó

que cumpre preservar para uma vida util a sociedade. Por isso visto como um grupo prioritário. A saúde do escolar visa não a criança doente, mas principalmente a sadia. Tais atividades,

55 gundo Trindade z

'L

(3) ,_.-*'-- não são bem compreendidas: "Valorizar e comprg ender um planejamento de saude escolar, em sua aplicação aos ag

pectos fisicos, mental, emocional e social da criança na escola procurando resolver os problemas que afligem as mesmas no seu de- senvolvimento, na sua conduta e aprendizagem e em muitos duautnos

Q. |.:. *ñ PsO |-Jo D-4

setores de inadaptalidade, É ainda hoje de conhecimento

para muitos que julgam ser a presença do médico, do dentista, do enfermeiro, do assistente social e dos demais membros da equipe, simplesmente para atender casos de pronto socorro, para fazer cu- rativos, arrancar dentes ou medicer banais dores de barriga".

Por outro lado, a Lei 5.692 de ll de agosto de 1971 em seu artigo 62, paragrafo 1°, preve a assistencia a saude do escolar. Ínfelišmente por múltiplas causas, poucas são as escolas benefic; adas com estes serviços de saâde. Sabemos também que dentro da

nossa realidade econômico - social ê guase impossível a manuten-

ção de um serviço de saúde em cada escola.

Sendo assim, faz-se necessário encontrar alternativas que pelo menos minimizem o problema do escolar, pois,

conforme cesto- dos realizados em São Paulo, existe uma evasão de

68% entre o 19

e 49 ano primário e que 70% das evasöes, reprovagoes

e absenteis

_-a

mo escolar, deve-se a problemas de saude.

(3)

Considerando todos os problemas de saúde que acarretam o

escolar e as deficiencias institucionais na prestação de serviços de safide, nãs graduandas de enfermagem da VIII U.C., resolvemos

para uma alternativa de trabalho através da integração da UFSC,

DSP, 19 UCRE, Escola e Comunidade, pelo_set;g~de saúde

e educacig

nal, quanto a importância da prevenção das deficíencias fisicas

(7)

U3

mentais, emocionais e de socialização, determinadas pelas enfermi dades infantis, fome, condiçoes sanitárias precárias, desleixo fa miliar e tantos outros fatores que contribuem para um grande per~ centual de cidadãos incapacitados tanto intelectualmente quanto fisicamente.

Atuaremos, no grupo Escolar Laura Lima e Escola Básica R0-

sinha Campos, onde cada acadêmica ficará responsável pelo desen- volvimento do projeto na escola que atuará, cumprindo quatro ho-

Q. p. 0\H f-loW U)

ras ou vinte horas semanais, dando cobertura tanto no pe-

riodo matutino quanto vespertino. Essas escolas foram oferecidas pela 19 UCRE.

(8)

1...

O4

I - LEUQNTÂÊENTC DA RERLIDADE

Nome de escola: Grupo Escolar Laura Lima ílãdigo: 0103011.

. lfll - Alunos matriculados: 406 alunos.

Séries: pré-primário, primário, da primeira a sétima série do primeiro grau.

1.2

1.3

Períodos: matutino, intermediário, vespertino.

- Diretora: G1.

Secretšria: 01. ~

âuxiliares de direçao: 02.

Professores: entre 20 e 24.

- Recursos financeiros: Secretária da Educação, ÀPP,

e do bar da escola. _

1.4 geografia.

- Recursos materiais: mimiógrafo a álcool, ouadros

2 - Nome da escola: Escola Ešsica Rosinha Campos.

2.1

2.2

2.3

- Alunos matriculados: 558 alunos.

Séries: pré-primãrio{ primário e ginásio. Períodos: matutino, vespertina.

- Diretora: U1.

Secretária: G1 e U2 auxiliares. Pessoal auxiliar: 02 '

Orientadora: 01 Professores: 21.

- Recursos financeiros: Secretária da Educaçao, APP

(9)

05

bar da escola.

2.4 - Recursos materiais: mapas de geografia e globo

(10)

UD

11 --xoamtlslcâçäo

2.1 - Projeto

Atenção de Enfermagem ao Escolar

2;2 - flrqão que fez páfte_

V

- UFSC - Curso de Graduação de Enfermagem - Colaboração - 19-UCRE e DSP

2.3 - Unidade exeoutora

(11)

nv

III - ESTRATÉGIA

5.1 - Finalidade

Implantar o projeto de Atenção de Enfermagem ao Escolar no

Grupo Escolar Laura Lima e na Escola Básica Rosinha Campos.

e.2 - ' '

Justificativa

3.2.1 - Delimitação do problema

Inexistência de atuação efetiva dos programas de saúde ao

educando. E.principalmente da Atenção de Enfermagem, privando eg

sas duas escolas da orientação sistemática quanto: a higiene e

salubridade da escola; educação sanitária aos pais, professores e

alunosíëgfiessistência de enfermagem aos alunos; da vigilância e-

pidemiolõgica e do levantamento de dados referentes a saúde do eg

colar e a falta da integração da escola com a familia e comunida-

de. __'

5.2.2 - Análise da situação

Considerando que: ^

- Â Lei 5.692 de ll de agosto de 1971, prevê em seu artigo

62, parágrafo 19, a assistencia š saóde do escolar.

- Essa assistência não vem sendo realizada no Grupo Escg

lar Laura Lima e na Escola Básica Rosinha Campos.

- às atividades dos orgãos drestadores de serviços de saúde

não vão ao encontro das necessidades dos escolares.

- Está largamente comprovada a necessidade que sente o escg lar a familia e a comunidade de receber informaçães sobre a saúde

e meios de profilaxia das doenças infecta contagiosas.

3.2.3 - Proposta de solução

(12)

08

Enfermagem ao Escolar pela 19 UCRE.e DSP, para que seja modifica-

da a situação atual, introduzindo a promoção de medidas de profi- laxia das doenças mais comuns ao ambiente escolar, e investigação

epidemio16gica,a inspeção sanitária dos escolares e das escolas ,

o atendimento dos alunos com necessidades de cuidados de enferme-

gem de urgência e a educação sanitária aos pais, professores e alunos. Essas medidas visando uma mudança de comportamento em rg

lação ã saude que aumentará, consequentemente a curto, médio e .O

longo prazo a eficiencia da escola e principalmente o rendimento

escolar. .

3.2.4 - Dbjetiuo Geral,

Proporcionar a valorização de criança, na fase escolar em

(13)

SUMÁRIO

INTRGDUÇKO ;CIOOOÓOOOOÍÓÔOOOIOOOÓOÓOOCOIOIIOOOIOIÚÍÍIIOO ul

I - LEVANTAMENTO DA REALIDADE ..Í... 04

II _ IDENTIFICnÇg0 CCOIIOIOOOOOOOOIQOOOOOOIOI Itüiiiilfiiíuõ 261 - 2-2 ~ 2-3 - III - 3.1 - 3.2.- 3.2.1 3.2.2 3.2.3 3.2.4 Qrojeto ... O6 Órgão que faz parte ... D6

Unidade executora ... U6 ESTRÃTEGIÂ ...z.‹... U7 F1n¿1iózóz Justificativa ... U7 - Delimitação do problema ... U7 ~ Análise da situação ... U7 ~ Proposta de solução ...¿G7 _ objetivo gerál OOÇOIOIOCIÓOOIOOOIÓOIUIOOOOIOOOIIOU8

Iv IIIIÚCÚOIOÍOÍOCIIUÓIIIOIOOIOIDQ

CGNCLUSÃU OOOIOÍICÓÍÍOOIÍOOIOIIOIIIOOIOIOOCOOCIÍIOOOÍIÍÍ 19 ANEXOS OOOOOOIUOOOUOOOOI10000000.09'Qqq¢QOQ¡0q¡Q¡qQQpQQg 21

(14)

09

Iv - oB3ET1vos Específicos

l - Primeiro objetivo

- Detectar, acompanhar e encaminhar os alunos com deficiên~

cias de aprendizagem.

1.1 - metodologia

- Bbservaçšoâsda acuidade auditiva e visual, da linguagem

,

do estado de conservação dos dentes, do desenvolvimento psicomo~ tor, do desenvolvimento fisico e estado nutricional, dos d'

os de comportamento e da postura ao sentar e caminhar.

12 etapa: reunião com os professores para a coleta de dados

O . .I . ~ .

sobre: - o numero de alunos com queixas em relaçao a visao e aud¿

H 01 ff' CsH

|5

çao, distúrbios de linguagem e de comportamento. '

22 etapa: triagem: - acuidade visual, através do teste de

Snellen. .

- acuidade auditiva, através do teste

por via aérea. Procedimento: numa sala com a porta fechada, colo-

car a criança sentada a olhar uma revista, e ficar atrás dela fa- zendo ruídos em distâncias diferentes, observando a sua reação.

- postura, através da observação na sala

de aula.

~ o desenvolvimento fisico, crescimento, o estado nutricional, o estado de conservação dos dentes,, os dis

tãrbios de linguagem, do comportamento e psicomotor, serão avalia dos na consulta de enfermagem. À A i l

3° etapa: consulta de enfermagem , assistência aos casos ~

que requererem cuidados e acompanhamento dos alúnos com deficiên-

cies.« '

4* etapa: encaminhamento dos alunos que necessitarem de um acompanhamento especializado.

(15)

10

- Teste de Snellen. ,

- Revelação de placa dentária. A

- Tabela de dados antropomëtricos de marcondes.

- Sala, mesa, cadeira, maca, escadínhe com dois degraus pa- ra a maca, carteira escolar, balança.

- Éstetoscõpio pediátrico, esfingomanômetro, termometro

,

otoscopio, laringoscâpio.

- Êspátula, escova de dente, copinho, guardanapo de papel

,

algodão, gase, mercurio cromo, esoaradraco, 2 pinças Kelly, 1 pin

ça servente, germikil,fisäbao, álcool, atadure, pia,...

~ Revistas. `

-.Histórico de Enfermagem, FAOSE eSOAP.

1.3 - Cronograma

- Terceira e quarta semanasde setembro - triagem. - Terceira e quarta semanas de novembro - triagem. g

~ Setembro, outubro e novembro - consulta de enfermagem

e assistência aos casos de emergência.

l.á - Avaliação

~ Acuidade visual: através dos critérios de Snellen e levag

tamento dos alunos com diminuição da acuidade visual e de afec- çães oculares externas - anexo: 07.

- Anuidade auditiva: através do levantamento do nãmero de

alunos com diminuição da acuidade - anexo: GB.

- Linguagem: através de observações realizadas e do levanta mento do numero de alunos com deficiência da linguagem - ane×o:U9 e 12

e critérios em anexo: D5. `

- Postura: através do caminhar e sentar do aluno - anexo:B6 ~ Estado de conservação dos dentes: através

do instrumento

- Estado nutricional e desenvolvimento tisico: através da

comparação dos dados obtidos com os da tabela de marcondes - ane-

xo: U2, G3 e Dá. '

s Distfirbios de comportamento: observação do número de alu-

nos com distürbíos de comportamento- anexo: G9 e 10.

~ Õesenvolvimento psicomotor: observação do número de alu-

I 1* I I

nos com deficiencia psicomotora - anexo: G9.

d0$¢

(16)

encaminha-11 \

2 - Segundo_objetivo

- Iospecioner e orientar os escolares quanto a higiene cor-

poral e do vestuário.

-~

2.1 - metodologia

- flbservaçëo das condições de higiene dos alunos. Verifica-

ção semanal dos alunos que apresentam pediculose, escabiose, tun- ga penetrus, presença ou näo de sujidade corporal e do vestuário. ~ Orientações: através de palestras nas salas de aula, de

conversas informais e de visitesádonieiliarss, para orientar seus

pais. Serão orientados quanto a prevenção, tratamento, profilaxia

e sobre a importância da aquisição de hábitos de higiene. 2.2 - maëerial

Ê

método

Q Cartazes.

- Transparências.

- Leituras informativas.

à Quadro negro e giz.

_2.3 - Cronograma

- Terceira e quarta semana de setembro - observação. - Primeira e segunda semanas de outubro ~ orientações. - Terceira e quarta semanas de outubro - observação - Primeira e segunda semanas de snoebbmo- orientações. - Terceira e quarta semana de novembro - observação.

2.4 - Avaliagão

- Relatšrio dos resultados obtidos.

~

(17)

12

3 - Terceârp objetíoo

Inspecionar e orientar sobre as condíçöes de salubridade do

prédio e área externa.

3.1 - metodolooía

- Visitas as dependências escolares.

- Orientações aos alunos; funcionários e professores, quan-

to e necessidade da higienização do ambiente Vascular e a sua ma- nutenção. Procedímento: palestras nas salas de aula e conversas informais com os funcionários.

_3.2 - material e më§odo_

- Cartazes. - z -

- Caixas de papelão, sacos de papel, secos plásticos.

- Quadro negro e giz.

3.3 - Cronograma

- Setembro, outubro e novembro - observação e oríentaçöes.

3.6 - Aua1ía§ao+_

(18)

13

4 - Quarto objetivo

- Integrar a escola com a comunidade.

4.1 - metodolooia

- Reunião com os pais dos alunos no dia da reunião da ãPP.

- Criacão do clube de mães.v

- Participação da comunidade na melhoria do ambiente físi- co e social da escola.

` -

Orientações: quanto a educação sanitária, psicologia da

criança, relacionamento pais × filhos, e outros.

4.2 - material e método

- Bebates. .

ã Cartazes, transparências e apostilas

6.3 - Cronoorama

~›

_ Nos dias da reunião da APP.

- O clube de mães, as participantes que escolheram os dias das reuniões.

4.4 - Ãvalígëü ~

(19)

14

5 - Quinto objetivo

- Auxiliar os pais na identificação das doenças própria da

infância e na utilização dos recursos de saúde da comunidade.

5;1 - metodologia

~ Orientações: quanto a doenças infecta-contagioses, sua prg

venção e profilaxia, durante as reuniões da APP e clube de mães.

5.2 - material e método ^¬ A - âpostílas. › ~ Sfiides, transparências. '- Cartazes.V .

- Reunião da APF e no clube de mães.

5.3 - Cronograma

- As reuniões serão marcadas de acordo com a disponibilidade

dos interessados. ^ *

5;á - âvaliegão i

(20)

15

6 - Sexto objetivo

- Fazer visitas_domici1iares aos casos que se fizerem priâ-

ritários.

6.1 ~-metodologia

- Ir ao domicílio do aluno que apresentar principalmente cg so de doença infecta contagiosa.

_

6.2 --material e método - Apostilas.

6.3 -~Cronocrama

-übservação

das crianças visitadas.

\

(21)

16

7 - Sétimo objetivo

- Criar e coordenar o pelotão de saúde.

7;1 - metodologia

~ Em cada classe a escolha de um aluno, para atuar no pelo

tão, treinando-o para detectar problemas de hígèene, identificar e registrar casos de escabíose, pedioulose, lèsões e outros.

7.2 - mëterial e método, _

l U7

V

H

Q

ph Qmm

» / í 'I C0 rtazes

~ äpostílas.

7}3 ~ âvaliá§§o~ '

- Relatõrío da atuação do pelotão saúde.

(22)

17

8 - Oitavo objetivo

- Treinar professores para atuarem como agentes primários de saúde na escola.

8.1 - metodologia »

- Treinamento: conteõdo a ser ministrado: educação sanitã~

ria, saneamento das escolas, noçëes sobre doenças parasitárias , doenças infecciosas, deficiências auditivas e visuais, cárie dog tária, doenças da gengiva, primeiros socorros.

- Solicitar a um acadêmico de odontologia, que participe desse treinamento ministrando o conteúdo referente a sua área e a aplicação de flúor e da revelação da placa dentária.

8.2 - Êaterial e método ~ ãpostilas.

- Aulas expositivas. ~

- Discussão em grande grupo e em pequenos.

- Cartazes, álbum seriado-_

- Transparências. i

8.3 ~ Cronograma

- Primeira e segunda semanas de novembro.

-

8.4 - Avaliagšú

(23)

18

9 - Nono objetivo

- Orientar quanto a confecção da merenda escolar e implan-

tar a horta na escola.

9.1 ~ metodologia

*- Solicitar a um; acadêmica da nutrição que_oriente as me-

: . Q, \ /

rendeíras sobre o valor calorlco e protéico que a merenda deve ,_/__,f conter.

- Solicitar a

um

acadêmico de agronomia, que Oriente aos funcionários e alunos sobre a implantacao da horta. `

ções

9.2 - mzterialzeamétøau

- Pá, enxada, regador, adubo, tábuas, sementes, barbante. - ñpostílas.

9.3 - Cronoorama

- Gutubro e novembro.

9.4 _ âvzlízgäo _

- Gbservaçšo do valor nutricional da merenda apõs as orienta

(24)

19

comcLusKo

Visto que os povos das Nações Unidas, na carta, reafirmaram

sua fé nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e no valor

do ser humano, e resolveram promover o progresso social e melhg

rar as condições de vida dentro de uma liberdade mais ampla.

.Visto que as flaçoes unidas, na Declaração Universal dos U IM

reitos Humanos proclameram que todo o homem tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades nela estabelecidos, sem distin- ção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, reli- gião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento ou qualquer outra condição.

Visto que a criança, em decorrência de sua imaturidade -o Hs us [eh

ca e mental, precisa de proteção e cuidados especiais, inclusive proteção legal e apropriada, antes e depois do nascimento.

Visto que a necessidade de tal proteçao foi anunciada na

Beclaração dos Direitos da criança em Genebra, em 1926, e reconhg

cida na Declaração Universal dos Direitos Humanos, e nos estatu-

tos das agências especializadas e organizações internacionais ig teressadas no bem-estar da criança.

Visto que a humanidade deve E criança 0 melhor de seus es- forços, assim a Assembléia Geral proclama essa Declaração dos Di-

reitos da Criança, visando que a criança tenha uma infância fe- liz e possa gozar, em seu-próprio beneficio e no da sociedade, os direitos e as liberdades aqui anunciadas, e apela a que os pais,

os homens e as mulheres em sua qualidade de indivíduos, e as or- ganizaçöes voluntárias, as autoridades locais e os governos na-

cionais reconheçam esses direitos e se empenham pela sua observâg

cia mediante medidas legislativas e de outra natureza.

(25)

2U

os compromissos de governo, onde o principal é "Primeiro os pequg

nos, e ninguem 6 mais o Pequeno do que acaba de despertar para a vida: a criança'L

Baseadas nestas declarações, propomos a implantação do pro-

jeto de Atenção de Enfermagem ao Escolar, nas escolas: Escola Bã~ sica Rosinha Campos e Grupo Escolar Laura Lima, e que ao final

do estágio concretizando os nossos objetivos, ohtenhamos bons re- sultados,~para que as autoridades competentes reflitam sobre n o

assunfo e deem chance a todas as crianças da rede estadual de en- sino de receberem \ o mesmo atendimento.

(26)

CONSULTA.DE ENFERMAGEM AO ESCOLAR I - IDENTIFICACÃO

Criança

* Nome: Data de nascimento: 1. Escolaridade: Procedëncia: Data da consulta: ' ao Situaçao Familiar Nome do Pai: Idade: Escolaridade: na Nome da Mae: Idade: Escolaridade:

Número de irmãos vivos:

ou

Posiçao.da criança na familia:

Educação a Saúde

o

. _ ..;_.¡

~ Realiza.exame medico periõdico?

< Sexo: Religião: Naturalidade: Nacionalidade Profissão: vv Profissao: Mortos:

~ Realiza exame odontologico periódico?

- Condiçoes de Habitação:

ou Localizacao: Cõmodos:

(27)

- temperatura axilar Cabeça: Crâneo ( ( ( ( ( ( ( ( ( (

observar forma ( cilíndrico, redonda ou oval) e

consistência.

couro cabeludo ¬

IV ›

observan

integridade, vigor e distribuiçao dos ca belos) - pediculose.

,face ~

nv

observar integridade, simetria e coloraçao).

olhos - ` '

_

observar espaço inter-ocular, posição e orientaçã›

da iris, diâmetro das pupilas,integridade e colo-

ração das mucosas e conjuntivas).

nariz -

ou vv ‹v

observar coanas, secreçao, congestao e ventilaçao)

boca -

observar lábios e cavidade bucal, car e zumiaaâe

das mucosas, integridade da lingua e das gingivas

vv

dentiçao, integridade das amigdalas)

ouvidos -

observar pavilhão, implatação, secreções, audição»

condiç"es periauriculares e compressão do tragos)

torax -

observar configuração, particularidades e difereg

ças acentuadas na respiração)

mamas -

observar tamanho, conscistëncia, secreçoes, engur

gitamento)

paniculo adiposo -

observar quantidade normal, escasso ou abundante)

auscuta pulmonar -

observar e frequência respiratoria)

f

(28)

( observar frequência e ritmo cardíaco)

- abdomem -

( observar a forma globosa, depressiva ou normal)

- tonus -

( observar turgência ou flacidez)

- umbigo -

( observar cicatrização, higiene e presença de herh “

nias)

- região ingnal -

( observar presença de hërnias, gânglios ou nódulos

reação dolorosa ou de desconforto a palpação, lo-

calizaçšo e intensidade da dor).

- genitais - '

Feminino:

( observar grandes e pequenos_labios,clitÕris, mea=

to urinário, introito vaginal e perineo, 'verifi- cando coloração, higiene, forma, integridade e

secreção). '

Masculino:

( observar penis, verificar tamanho, condiçoes de

retração do prepucio, integridade, coloração e

secreção; localização do meato urinário, tamnho e

simetria da bolsa escrotal e localização dos tes

ticulos).

- dorso -

( observar forma e vértebras )

‹ - anus e reto -

( observar higiene e integridade )

f pele e mucosas - Â

~

( observar cor, consistência, umidade, elasticidada

turgência, integridade, manchas, higiene ).

5. Extremidades:

(29)

( observar tamnho, simetria, integridade e mobilidade)

- mãos -

( observar número de dedos, forma, movimentos e posição)

Membros Inferiores _

( observar simetria, formas, pregas inguinais e movi-

mentação: extensão, abdução e rotação)

- ø -Pes...

( observar número de dedos, forma, posição e arcos plan

(30)

4

Dados comparativos para pesos médios, em_Kg em

QUADRO

crianças de 7 a 14 anos de ambos os sexos

¬; ÂNEXU II Idade em Azevedo anos cog pletos U T Castro e' *Resultados

Märcøndes ~Ba pesquisa

Koenigstein

Mas. Fem. Mas. Fem. Mas. Fem. Mas. Fem.

7 22,57 21,85 22,63 22,18 22,00 21,20 8 25,05 24,09 23,94 23,50 23,56 23,53 9 2õ,s2 25,62 25,25 26,14 26,40 25,72 10 31,20 28,70 28,48 23,79 28,73 28,35 11 32,27 32,92 31,24 32,48 31,29 31,60 12 33,76 35275 33,46 35,87 34,12 37,01 1;. #-

13'

36,20 39,53 14 38,59 41,93

(31)

Y

-4

em

QUADRO

fiNEXGIII

Dados comparativos para altura media, em metros,

crianças de 7.a 14 anos, de ambos os sexos.

Idade em anos cog pletos

*Castro G

_dKoenigstein Marcondes pesquisa Resultados desta

Masc. Fem. Masc.

Fem. Masc. ; Fem.

7 1 1,19 1,18 1,18 a 1,17 f»V 8 1,24 1,22 1,23 1,23 C 9 1,27 1,26 1,28 A 1,27 xr 10 1,32 1,31 1,33 1,33 1- 11 4 1,36 1,37 1,38 1,38 12 1,40 1,42 1,41 1,44 4 13 1,44 1,46

1141

1i¿l›4Ê

š 1,49 1 V Q

(32)

ANEXO IV

QUADRO' 4

Peso e altura médios, por sexo, dos escolares

de 7 a 14 anos. . ‹¡ Sexo _ ' _ _ Masculino V Femlnlno Medldà e N ' Í V s Altura P so :_Altura

à

ffig? ¢ (nz) (kg) <m~› l \ J» 7 . ,

8

9 IO `

/lí

` ll 12 13 : 14 À d i _ H TJ

(33)

RNEXO VI

QUADRO '

/

› I

Percentuals de escolares que apresentam ma postura,

segundo o sexo

-.

Sexo

Postura

¬ _

Masculino Feminino Total

2% %

FI

ha

Normal

(34)

QUADRO

ANEXO VII

Percentuais, por sexo, dos escolares que Áëesentam

~

diminuíçao de acuidade visual e afecções oculares es-

termas. SEXO Distúrbi do Ôrgao visão _Mz ` Ú Q* \

~ OS. Masculino Feminino

total-wflf

da d 5 % % /"Í I L. É › f A vv Diminuiçao da zf» acuidade visual e J. ou Afecçoes oculares I v externas _ . i I 1 .H/x. _\ __ |\z ~ 1

(35)

Awaxn v111

ÓUADRQ -

Percentuais por sexo; dos escolares que apresen-

taram hipoacusia.

Sexo

Ànormali-

dades auditi-

Ya.

Masculino Feminino _ Total

1

Hipoacusia_

I o

Otorreia

(36)

QUADRO

ÀNEXUIX

,Distribuição dos alunos estudados segundo os desvios

comportamentais pesquisados atraves de entrevistas com

as mães.f " ^

1

1

`

\

Desvios comportamentais Nil %

< ._ëEscolaridade Sociabilidade s Interrelações

fwiloiëfist

no A _-_. Í Sono › \ Altmentaçäo _

}

Linguagem 1 of Manipulaçöes= F Medo A `1 Psicomotricidade Tics Sexualidade EI11lI'6S6

(37)

Distribuição dos alunos estudados segunda

frequencia de disturbio. de comportamento

< QUADRO. ANEXO 1"' -r Disturbios de comportameg tais . â 1 1 ? ” :T Masc. z Egm, 1`T°tdl - z ‹ 1 rw. % 1-19 ¢, 3

Alunos sem problemas

Alunos com l tipo de

Problema Com dois tipos de problemas

Com

3 tipos de problemas

Com 4 tipos de problemas

Com 5 tipos de problemas

¬._

J

' Ú

(38)

Quadro

Distribuição dos alunos estudados segundo

antecedentes morbidos pesquisados.

ANEXO XI 'r

~

-r

Antecedentes morbidos N9 % Sarampo r :I -1 Varicela Á' Coqueluche .luz- Â Rubeola Escarlatina e Hepatite - Doenças reumáticas Cachumba Á

_Pneumonia

*C Outros \\

(39)

ANEXO XII

Qzmnno

Distribuição dos alunos com distúrbios e afecções

e os casos encaminhados I _ ` ¿ 1 NUMERO _

Distúrbios e afec- -Encaminhamento a or-

DISTÚRBIOS çöes.encontradas gãos específicos.

e AFECÇÓES 1 Visão Audição ' Linguagem Comportamento __;-_ ¬ Dentes 1: Postura Dermatites 4* Pediculose Escabiose Piodermites 4 Tunga Penetrus 1 Outros ` 5

(40)

BIBLIGGRAFIR

1 --CAVALHEIRO, 3. da R4 Investigação epidemiológica e eg

trevistas domiciliares. Rev. Saúde gábl., São/Paulo,

. ig; sós-sn, 1981.

`

› _

2;- sowçâLv£s, 3.1 âgõez em saóae, são Pauls, Papiro Ed., 1979. 11õ:p.

3 _ KLQETZEL, K. .ns sagas ea méóiziúz pzayznfiiúa. -säo Pag lo, Edart, 1973. 399 p. ¬

. ~

4 - MARCUNDES, E etfiallilg Problemas de Escolaridade. In:

Conhecimentos Fundamentais de Pediatria. São Paulo,

S. só., 1e7;2o1 p.

5 - mEäELLI, E. Enfermagem Escolar. Bevista qaúcha de En- fermagem, Porto Alegre, Lflfiz 13-26, 1976.

õe- oomrziao, o. â. â REA, m. F. n classificação zptrúpomg trica como instrumento de investigação epidemiológica

da desnutrição proteico - calórica. Rev. Saúde góbl.,

são Panis,-¿¿§3)z 353-61, 1977.

7 - RODRIGUES5 E. C. et al. Levantamento de condições de

. saúde de alunos dos estabelecimentos de ensino primá-

rio da Secretária dos Negócios da Educaçäo do Governo

do Estado, no municipio de São paulo, Brasil. Rev. Saúde Qfibl., São Paulo, É: 343-59, 1972.

8 - RUSENEURG, 0. A merenda escolar dos alunos das ouatro primeiras séries de nivel I das escolas da Rede äuni-

cioal de Ensino de São Paulo, Brasil. Rev. Saúde gü g¿,, são paulo, ¿§1õ)z 317~2a, 1952.

`

(41)

9 - SAMPAIO, m. de M. &`GDNÇALVES, A. Fonoaudiologia em 10 - 11'- 12 - 13 ~ 14 - 15 - 16 -

Saúde pública: apreciações preliminares a' propósito

de experiência pioneira em São Paulo. Rev. Saúde Eó-

g¿,, são Paulo, igz 215-23, 1950.

É ,

sâmosranm, C- A Psizoipqia da Infância z<àz âóoieszêg R.3., ZAHÂR editores, 1979. 289 p.

sâaEâm5mTo oâs ESCQLAS. In: BRASIL, ministério da seg

de, Fundação SESP. manual de saneamento. R.3., s.

' edo,

SQNTA CQTAHINA. Liga de Apoio ao Desenvolvimento Saci.

al Catarinense. Comissão Pr6~críança. Pró-crianga:

adote esta ideia. Florianopolis, s. ed., 1983. (SÉ

rie Prõ-criança. 1; documento básico).

z

TEmPURINl, E. R. Aspectos do plano de Gftalmologia Sa-

nitãria Escolar do Estado de São Paulo. Rev. Saúde

g§g¿¿, s.Pz, ;g¿4): zâs-so, 1952. .

TEmPGRINI, EL KI -Avaliação dos critérios de triagem visual de escolares de primeira série do nrimeiro grau. Rev. saúde gúbl., §.P., ig: zos-14, 195o.

TURINI, T. L. Desnutrição e Aproveitamento Escolar -

estudo entre escolares da primeira série do primeiro grau da zona urbana periférica de Londrina, P.R.z

Rev. saúde Qãbl., S.P., ¿g(U1)z 55-66.

VASCUüCELLUS, m, do C. C. Prevalência de cárie dentá-

ria em escolares de 7 a 12 anos de idade, na cidade

(42)

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA - UFSC

DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM

ATENÇÃO DE ENFERMAGEM AO ESCOLAR

ELIANE APARECIDA MEDEIRQS

NEN NALÚ ALVES DAS MERCES

VIII UNIDADE CURRICULAR

ORIENTADORA

MARIA

HELENA B; WESTRUPP

(43)

x

_

Í

"Cada dia É preciso retomar o caminho 9

partir com um novo entusiasmo e um fer

vor maior; Cada dia É uma subida íngre me, para o alto, mais cansativa, porém

(44)

_ Agradecimentos:

vv

- A nossa.Orientadora, que tao carinho

samente nos auxiliou;

- A Direção, corpo descente e demais '

funcionarios da Escola Basica Rosinha

Campos e Laura Lima,-que nos acolheram

e estimularam para que podessemos rea-

lizar este trabalho;

- A Orientadora Educacional da Escola?

Básica Rosinha Campos, pelo apoio e

compreenção;

- A Deus que nos iluminou nessa cami ~

(45)

sümâaln

OOGIIOOQIOIOIOIOOÇOIOIOOC;IOOIOIOIOI¢IOO0OG1

arrvroâoss Dsssmvnuvxnâs mà :scoLâ ešsxcn Lâofiâ

O1OOIÓQÍÓÍIÍÍÍÍOÓÚÓÓÍQÓCÓ-Ó;ÍIIIOOOIIICOOÍU2

IA» ANÃLISE DDS UB3ETIVDS`PRDPGSTOS

NB FRUJETU 1.1 - I;1.1 I,1.2 1.1.3 1.1.4 1.1.5 1.1.6 1.;.? 1,1.e 1.2 - 1.3 - 1.a - \ 1:5 Ú 1.6 ~ I.7 - 1.8 - I}9 -P S T Q Q S S B É

UE ATENÇÃO DE E§?ERmâGEfi ÂÚ ESCDLâR ...G3 rimeíro objetivo ...O3

Conservação dos dentes ...U6

Anuidade visual ...O6

Acuidede auditiva ...;U6

Postura ...10 Área de comportamento ...1O Prolação ...Ã...1U Estado nutricional ...1G Sutros ...16 egundo objetivo ...16 erceiro objetivo ... . . ... ...16 uarta objetivo ...18 uinto objetivo ...18 exto objetivo ...18 étimú úàjetivo ...19 itavo objetivo ...19 ÍUOÍÍÍOÍÓIÓÓÔO-GIIIIOÓÚÓÍÍIOÍÓICOÓI-9 ÊTIUIDRDES DESENVUEUIDAS fiâ ESCDLÊ ÊÃSICKÊHUSINHÂ

COIOI-¢›I‹OO'O¢I¢OIO^lOOOOIOO'OIOOIOIIIOOOOII2ã-

I - HNÃLISE DDS 0B3ETIUDS*PROPUSTUS NU PROJETO DE TÍ“

A

RTENÇÃU DE ENFERMAGEE ÃO ESCULãR...2?

1.1 -'prímeírs Dbjetívü onwoøroøvootøomoooorøøooøoon¢22

1.1.1 _ Cflnsarvaçâfi ÚDS dentes ncovnoocc¢o¡s¢o¢o¢øovo23

1¢1¢ã ” ACUid@dB VÍSUÔI ccooooccoaøoooøooøøuoovcnoooags

1.1: 3 _ ñcflídade aUdítiVa nocooocooøoocoofløcooccnødfizz

1.1.é w pOStUr3 aooocowooooøcoøoooúoooøunaoo¢¢o¢¢øÓ0‹25

1.1ê5 * Área de C0mpÚrtamEÚt° oouøovoocooøoooooøøowo025

lalaõ _ prÚl8ÇëÚ oovooorcoocoocooøømøooaøaunoovoocoaøzs

(46)

~

1.1.1 1.2 - 1,3 - 1.4 - 1.5 - 1.6 - 1.? - 1.s _ leg _

CQC-Ó¡I-O-O OÓOÓÊOIIÍIIOOOIUOOOIOOÇOCÓÓÓ 00.0 C O IÓÍI

OÍÍÍIÍQIOIOIIIIOOÍOIIÓOFIÓOÓÓIIOÓÓOIIQÓÓOOOÍÓ ,OOOOOOIOÓOOOOODOOOO-'COCOOOOOOOOOOOIIIOÍ'IOI ~ Estado nutricional ...,...25 Segundo objetivo â...«...-..29 Terceiro objetivo ...32 Quarto objetivo ...32 Quinto objetivo ...3? .Í..Ô...Õ...'....ÍÍÔ...'..33 Sétimo Úbjfitivo onoooootcooouoonooooocouocoçooounsz

Í.. '..."ÓÔ..Ô....'.. ..Í.'...ÚÔ..33 ÓÓOOÓÓÓOQO.ÓÓÓUKÚOÓÓCÓÓOOOÔÍOUÓÓVÔÍOS QQOQOOIOQOOOOIIOIOOOIOOIOOOOOICOOOICOOOOIIÚOOOOO3 .z 35 36 37

(47)

ImfR.o.ouçëín..

. ñ VIII Unidade Curricular do Corso de Graduação

de

Enfer-

magem, permite ao acadêmico a escolha de um campo de estágio ,

visando a aplicação dos conhecimentos teóricos adquiridos duran te o curso e de elaborar um projeto, atuando como profissional

de saída. '

Escolheu-se a Escola, como um campo favorável para prestar

a Assistência de Enfermagem. äpesarfde_è×ístír um Projeto de Sa

Gde, definido pela Secretaría da Educação, ele está muito aquém das reais necessidades eo escolar , não assistindo o tripé bio- psíquico-social.

Apesar das barreiras e da resistência, consegpimos alcan-

çar resultados satisfatõríos, com a esperança de que, a Atenção

de Enfermagem ao Escolar continue, para em curto, médio e longo

(48)

-_

U2

ÊTIVIDADE5'DE5ENVOLUID&S NA ESCULA BÁSICA

LAURA`LImA

O Projeto de Atenção de Enfermagem ao Esco1ar,-ímolaotade

na Escola Básica Laura Lima, desenvolveu~se no período de cator-

ze de setembro ã vinte e cinco de novembro do corrente ano, num total de 200 horas de estágio, excluindo o período de elaboração

do Projeto. 8 período de dezessete de agosto ã treze de setembro desoíl novescento e oitenta e três, foi reservado ã visitas a escola para o levantamento da realidade e a elaboração do proje-

fflz '

Foram assistidos trezentos e vinte e nove escolares do prê

~prímãrío ã quarta série do primeiro grau; dos três períodos

g

xistentes, que são: matutino, com uma turma (das oito as onze

hg

res); intermediário (das onze às catorze horas); e vespertino

(das catorze as dezesseis e quarenta e cinco minutos).

Horários de estágio: - segundas feiras: das treze as dezeâ

sete horas.

-V

- terças feiras: das dez às catorze

horas.

-V

- quartas feiras: das treze as dezes~

sete horas.

~ quintas feiras: das dez às catorze horas.

- sextas feiras: das treze as dezessg te horas.

(49)

UL*

1 ç AflÃLISE;QflS"OB3ETIUQ5 ERUPOSTQS NQ›PRDJETU

`

ârarzçgc ntfsmfnâsmnstmí 5,35

Essomg

I.l - Primeiro objetivo ¬

- Detectar, acompanhar e encaminhar os alunos com deficiêg

cias de aprendizagem.

Fora previsto uma primeira etapa 3 que seria a colete de da

_

dos fornecidos pelos professores, dos alunos com alguma anormal;

dade, para dar-se preferência as prioridades. Não se concretizeg

do, deu-se início a segunda etapa.

,

8 Setor de Educaçao Física forneceu a lista de alunos ava- liados pelos acadêmicos de medicina, e que estavam inaptos s frg

quentarem as aulas de weducação física. GUAQRG I e II.

 segunda etapa: triagem. `

_

Foram realizadas na biblioteca, por não haver uma sala dis

ponível, para a execução desta etapa. G ambiente era desfavorã~

vel, barulhento, com entradas e saídas constantes de pessoas a~

heias ao trabalho, dispersando constantemente a atenção do aluno

inibindo~o e sendo um fator prejudicial ao atendimento do mesmo

Us materiais indispensáveis, pedidos aos ôrgëos competen-'

tes, não foram fornecidos, prejudicando o andamento do trabalho.

Foram detectados problemas nos seguintes casos:

4 Conservação dos dentes.

- Acuidade visual. - Aouidade auditiva. ~ Postura. . ~¡:. - Área de comportamento. - Prolação. - Estado nutricional. _

O acompanhamento dos casos foram realizados através de re-

vistas, orientações, levantamentos de problemas, encaminhamentos

(50)

. Dietribuíção dos

alunos inaptos temporariamente para fre- QUADRU I

U4

quentarem as aulas de educação física, na Escola Básica Laura Li

ma, Floríanõpolis - 1983.

1

f

temporariamente

Inaptos` lâérie Ocorrências

Glaucia Oliveira 19 «- Sopro sístõlico š esclarecer

Rodrigo Santos 12 š na Sopro sístõlíco

š esclarecer

Demâríse Silva 29 Sopro sístölico à esclarecer,

Jane Vieira França 12 Sopro sistôlíco š esclarecer

Cíntia Fernenées 4C Traumatismo ósseo

1

(51)

R

~×.

QUADRO IT

z

Distribuição dos alunos ínaptos permanentemente as aulas

de educação física, na Escola Básica Laura Lima, Floríanõpolis

- 1983. \ ¡ L U3 (UsH [Ja (O Inaptos Permenentemente ' Ocorrências

Cleide Terezinha Armando 49 - Cirurgia cardíaca

(52)

Ub Cí

F

I.l.l - Conservação gps dentes

Na avaliação do estado de conservação dos dentes, observou

-se um percentual de 70,82% de má conservação dos dentes e afec-

ções perlodontais. QUHDRO III;

H

Cabe salientar que os critérios forem alterados, por orieg

tação do Professor João Carlos Caetano do SPB (Departamento de

Saude Publica da Universidade Federal de Santa Catarina - Udontá

logo Sanitarista), tendo em vista, que um portedo§:de cárie den- taria, apresenta concomitantemente uma afecção periodontal. Sen-

do a cárie dental uma doença de fácil tratamento e cura, ê neceg

sério que as autoridades competentes tecomecem a analizar o pro- jeto dos gabínetes odontológicos nas escolas, e que sancionem eg te projeto, no qual a Escola Básica Laura Lima está incluida.

10102 “" .fi V

Acuidede visual

Na avaliação da acuidade visual, foram utilizados o teste e os critérios de Snellen, cujos casos encontrados de diminuição de acuidade visual e de afecções oculares externas podem ser o- bservadas no QUADRO IV.

Entre os 329 escolares, 8,21% apresentaram diminuição na

a

cuidada visual, dentre eles dois casos de glaucoma, dois cegos

do olho direito, um cego do olho esquerdo, um com oterígio e o

caso de uma aluna que não alegava queixas, e conforme a avalia - ção do teste apresentou 30% de visão no olho direito e 100% no

Q

lho esquerdo, sendo encaminhada ao oftalmologista, como os dema- is casos, retornando com a confirmação do percentual avaliado.

1.1.3 - Acuidade auditiva

da avaliação da acuidade auditiva fez-se o levantamento do número de alunos com hipoacusia e com otorrêia, utilizando-se o teste de ruídos por via aérea. Contudo os resultados podem não ser_uerdodeiros em sua totalidade, mas foram encaminhados nao na

vendo retorno. QUADRO U.

Um caso que chamou a atençao, é o de uma aluna surda de ag

bos os ouvidos frequentando uma turma normal de segunda série, e também fazendo exercícios no IATEL (Instituto de Audição e

(53)

Tera-nf

lares, segundo o sexo, na.EscoIa Básica Laura Lima, em Floríanõ U7

z

Humano I ÍI

Avaliação do estado de conservação dos dentes em 329 esco~›

polis no período de setembro a novembro de 1983.

Sexo

Conserva-

ção dos dentes

äasculíno FemínínU Total

¡ ‹ ¡ R me í % flë M9 95 Êoa 28 r 8,51 26 ?,9a 54 16 ,zu ,r fiã _ 128 38,91 IU5 31,91 233 78 ,82 Tratamento 22 õ,õ9 20 s,ee 44 13 ,37 1

(54)

~¬._Y Uö QUADRO II/ ¿ - . . mg ¡ d =

Percentuais, por saxo, dos escolares que apresentaram Óímínuiçm

da acuidade visual e de afecç5es»oculere externas; na Escola

h d 108*

Básica Laura Lima, Floríanõplís ~ setembro e ncbem ro e z Q.

z..:_¡-‹- --. ‹.¡, -z-1, _ :_‹--ø._-.-.__z -.... ._ _._...zV masculino ' 'Feminino Blsturblcs do _ - \ Q ø ~ . ~ V ÍI 1' ` orgao da vzsao \ ¿ 11 H ¡ f. 'I N” Â_ % 1 Ne 1 ¡ _--. - _... -___-..`...-.-_. ¬. -_ * 1 |\ ii g ,ra ,T , ___ ________ Diminuição da \ Í acuidade visual 27 * 8'21 É 7 * 1- 2,13 I J É 6,88 _ - `1 I É Afecçães oculereá J 3 0,91 2 externas - 2 0,61 ¬ 1 z. 1 I É a,zo -_.-..._._ ._____.r lá Í E + Outros ' i 3 ` 9,91 \ - u ` nn -Â _., `\ _ ._‹‹u-2 \ I

+ Outros: 2 casos de glaucoma congênita

. 1 caso de pterígíc

0,61 !

3 o,3u

(55)

vJ

z

QUADRO PCL

Incidência de hípoacusia e otorrêía entre 329 escolares

da Escola Básica Laura Lima em Floríanôpolís no período de se

tembro a novembro de 1983. __. ' l Anormalídades me % auditivas D Hipoacusía 8 ` 2,63 Otorréía 2 0,61 1

(56)

ta

pia da Linguagem).

1.1.4 - Postura

No avaliação da postura do escolar ao sentar e caminhar, bservou-se a incidência de má postura de 100%. Foram dadas as

rientaçães individualmente e nas salas de aula, mas continuaram com as mesmas posições ' viciosas, principalmente ao sentar.

‹q

É comum observar-se vícios de postura em adultos, mas em crianças, principalmente da fase escolar É um indicador de

preocupar, uma vez que, pode haver o comprometimento de todqv estrutura Õssea, que está em crescimento e amadurecimento, pose bilitando o surgimento de deformidades e enfermidades na estrut

9 ~

. O .

ra ossea a medio e a longo prazo.

I;1.5 - Ârea de comportamento

da avaliação de comportamento dos 3?? escolares, foram u

tilizaoos os métodos de observação e de conversação, e foram or

entados individualmente. Ubservou-se que muitos escolares, apre sentam distãrbios de comportamento devido aos maus tratos que r

cebem em casa, outros os pais incentivam ao vício do fumo e do

álcool, e principalmente um sentimento de revolta e raiva contr a direção da escola. QUADRO UI.

I.l.6 - Prolegão

Na avaliação da prolação, EUADRG VII, observou-se um pero

ntual de 10,64% de dislalia. Foram utilizados exercicios de cor ração, que até o término do estágio não apresentaram resultados satisfetõrios em virtude do pouco tempo.

I.1.7 - Estado Nutricional

Foram tomadas medidas de peso e altura dos escolares, pro

curando avaliar seu estado nutricional e de desenvolvimento fís

co. ñhpartir dos QUADRUSíUIII, IX e X, far-se-á uma comparação com os dados até então existentes para os mesmos grupos etários

na literatura brasileira. 2 2 S8 s

É

E -é

É

Ê a

Ê

IP' !

(57)

3

ll

QUÂDRD UI .

Incidência de desvio comportamenta gntre.329 alunos da

Escola Básica Laura Lima em Floríanõpolís no período de Seteg

bro a Novembro de 1983. 'f Desvios Eomportamentais N* % soziz:zí1'iózàe b a 2,63 «fi Enurese il 8,30 Roer as unhas 24 7-V, 29 ¡ -v ¬.-....-._-.¡›..~»--...-. ._ M... ., - .‹.«-..~~-.¬-‹..-¬-.-»_z...-¬.¬..._... .. . z. ...-.._..¬--_..--«._. -~.--- f _; --__f~- - f

(58)

Distribuição dos alunos com distúrbios e efeçções encontra dos na Escola Básica Laura Lima, em Florianópolis,

e encaminha- QUADRO VII

mentos feitos. Período de setembro a novembro, 1983.

L L \ Número oistór-'»\ bios s

afec-\"«,

ao `*~¬ goes

Dístãrbíos e afec- Encaminhamento e ções encontrados orgãos específicos

\

L Visão 27 ' 27 _ A7 7;' .. .... ... ÍI Audição 8 V 8 prolação 35 30 Comportamento › 32 Dentes 233 233 Postura 329 Êedículose 141 Escabíose 3 Tunge Penetrus 2 Bores de barriga 32 32 mucosas descoradas 37 37 Dermetoses 35 2?

(59)

13

QUADRO VIII

Dados comparativos para pesos médios, em Kg em crianças de

?`a 14 anos de ambos os sexos.

h›_ 1 ' 7 'i ' . Azevedo ‹ fiarcondes * Idade em. - Castro e š Resultado ' anos ; 1K0Bfl1QSÍ€1fl-1 V da Pes€u1áaW fiomøletvs masc- Fem. ímasc. Fem. wasc. Fem.

E

fi 1OO Fem.

7 22,57 21¿e5 22,53 22,18 22,on 21,23 2U,9? 25,67

5 25,35 23,59 23,94 23,50 23,55 23,53 23,31 23,41 9' 26,82 25,52 26,25 2õ,1é 25,¿n 25,72 27,78 25,09 19 31,20 2s,7n' 25,48 23,79 25,73 23,35 27,43 25,17 11 32,27 1 32,92: 31,24 32,43 31,29 31,52 28,38 29,óz 12 33,75 35,75rs3,â5.«35,a3i 34,12' 37,31 29,40 34,75 13 - - 35,20 39,53 - _ 39,25 33,53 Iá - -z 35,59 ú1,93 _ _ 35,50 5 r §1,oo

(60)

.‹L*4

QUADRO 'IX

Dados cpmparatívos para altura média, em metros, em ceíag ças de 7 a lá anos, de ambos os sxos.

_ A

Idade em a~ nos comple-` tos

Castr

Koení gstein 0 e äarcondes

Resultados

pesquisa deste masc O Fgm. Ê $SCz ?em. maS¢o Fem.

,,. I. 1,19 1, 1,18 1,18 1,1 1,23 11ÊÂ.w 8 1,24 1,22 1,23 1,23_ 1,26 1,27 9 1,2? 1,26 1,25 1,2 1,32 1,31 10 1,32 1,31 1,33 1,33 1;:s 11 2,58 1,38 1,3? 1,32 Ll2 1,á9 1,éz 1,41 1,64 13 ,úé 1,46 1,51 1,55 14 ¡ 1,á9 1,óâ 1,48

(61)

QUADRU X

Distrihuíçäo do peso e altura (médios), por sexo, entre 329 escolares de 7 a 14 anos da Escola Básica Laura Lima, em Floríaná

polis, no período de Setembro a Movembro de 1983. _

I I › Sexa 5 < masculina Feminino nefiífia Peso Altura Peso

(K9) Altura (m) 7 Idade

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(Kg) (m) \í_,,,_,,.._‹|...|. z--z-.~ ›~¬--'ffl'-4¢_""_ "' *Q ` ›" *_ "' "'_"" ' _ 'M " 7 F W Í7 36 27 20,97 f 1,23 20,79 1¿21 8 35 1,26 23,46 1,27 9 31 22 27¿óe 1,36 26,17 1,35 10 25 29 2n,§7 1,23 28,07 zll 1 8 ;í5 28,38 1,37 29,42 1,32 12 1 V 6' _ 29,âa r 3é,7e 1,53 13 4 2 39,25 1,51 38,50 1,5e lá 2 2 39,eu 1,éé 41.0G 1,óe ` Í

(62)

Estes.resultados mostram , que as médias estäo reletivameg

te iguais as citadas pelos autores(Azevedo, Marcondes e Castro).

Para avaliação desse estado, tomou-se em consideração o relacio-

namento entre peso e altura, espessura doppaniculo adiposo e con dições de mucosas. Dos escolares atendidos 11,25% eram portado- res de anemia, 9,75% apresentaram queixa de dores de barriga, e 4,8% eram portadores de ouelite, podendo estas queixas estarem 1

relacionados com a insuficiência de ingestão proteica, Vitamini-

ce

e

calórica.

1.1.8 - Outros

do levantamento das dermatoses foram encontrados 11,24% dos escolares portadores de afecções de pele, em percentuais

discriminados no QUADRO XI. '

Il 2`- Segundo objetivo_

_ - Inspecionar e orientar aos escolares cuanto a higiene

corporal e de vestuário.

Foram realizadas as observaçäes e orientações aos alunos

\

E \

0! IP' e pais nas reuniões , onde enfatizou-se a necessidade de uma

or atenção com o asseio corporal e do vestuário, pois e necessa-

rio e aquisição de hábitos dee higiene para a promoção e manuteg

ção da saúde e do bem estar fisico e psíquico. Houve uma melhora significativa, com a atuašão do pelotão-de safide. \

Nas observações levantou-se um percentual de.I42,8E% de pg

diculose eíl3,87% de_sujidade corporal, em esèoiares, que resi- dem no conjunto habitacional, onde se encontra a escola , e que

se supõem que as condiçoes socio-econõmicas_sejam melfiores e

de higiene. QUASRG VII;

1.3 - Terceiro objetivo

- Inspecionar e orientar sobre as condições de salubridade do prédio e área escolar.

- A Secretaria da Educação não fornece as escolas, faxina;

(63)

escolares de Escola Básica Laura lima, em Floriaoõpolis, no pe-

Incídência de áfecçöes de pele (dormatoses), entre os 329

17

Quâpao xx

ríodo de setembro a novembro de 1883.

Afecções de pele encontradas 1 . -M9 -Q | _ ^ I _ % Quelite 16 4,86 Erme á 1,22 ¬

Wanchas hipocromi ces 4 f-I VI f\.) HJ Impinge_; 3 õ;91 Escabíose . 'Z 0,91 Impetígo 1 0,39 Dermíte = 1 CJ vo 'bl (D Piodermite V2 U ,se

Referências

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