CRISTHINI
SANGALETTI
DIAGNÓSTICO
E
ANÁLISE
DA
CASA
AURORA
SUPERMERCADOS
FLORIANÓPOLIS
"w~hS
DIAGNÓSTICO
E
ANÁLISE
DA
CASA
AURORA
SUPERMERCADOS
Trabalho de Conclusão de Estágio apresentado à disciplina
Estágio Supervisionado
-
CAD
5236,como
requisito parcialpara obtenção
do
grau de Bacharelem
Administraçãoda
Universidade Federal de Santa Catarina, \ área deconcentração
em
Administração Geral.Professor Orientador: Luís Moretto
Neto
FLORIANÓPOLIS
DIAGNÓSTICO
E
ANÁLISE
DA
CASA
AURORA
SUPERMERCADOS
Este Trabalho de Conclusão de Estágio foi julgado
adequado
e aprovadoem
suaforma
final pela Coordenadoria de Estágiosdo Departamento
de Ciênciasda
Administraçãoda
Universidade Federal de Santa Catarina,em
27
dejunho
de 2003.-Prof. Sinesio Stefano
Dubiela
Ostroski .._
Coordenador
de
EstágiosApresentada à
Banca Examinadora
integrada pelos professores:ll
'I
I
Áífiw/MW
A
tomo
Alve
FilhoMembro
. __‹_`V4_Â,¿...//2 / /L `Í
ãmwfi
zzézzzl-Da
`Mar_cjan'o GirardiMembro
~quando
já não eramais
uma
menininha.E
aosmeus
padrinhos, Edelcir Antonio Salvador e Leonir Eisele Salvador, pelos ensinamentos, pelas palavras de incentivo e porcumprirem
de maneira tão linda ocompromisso assumido
de seremmeus
segundos pais.Ao meu
professor orientador, Luís Moretto Neto, por ter permitidocom
que eu compartilhassemomentos
de sua vida, por ter contribuídocom
omeu
aprendizado,também
porsempre
me
olharcom
atemura
e a preocupação deum
pai e“puxar minhas
orelhas”quando
necessário;A
f
Ao meu
irmãoEduardo
Sangaletti, pelas brigas queme
ensinaram anão
baixar a cabeça .paraos mais fortes, pelos
momentos
alegres e “altos” quepassamos
juntos, poisme
ensinaram a aproveitar a vida e pela proteçãoque
me
fez e faz sentiramada;
À
minha
innã Thalita Sangaletti, porme
presentearcom
suaamizade
sincera e porme
esperarsempre
de braços abertos eum
grande sorrisono
rostoquando
eu voltava para casa nas férias;Aos
amigos, muitos deles perdidos por cidadesonde
morei,mas
em
especial àquelesque
sempre
estiveram presentes:Marianna
Salvador,Femanda
Caovilla, César V. Rodrigues,Nara
O. Barbosa, Josy E. de Souza, Daiamlida
C. Barbosa, Josiane Giachini,Amanda
S.Schneider, Juliana C.
Momm
Athayde
e Carla R. Soares pela amizade, apoio, fidelidade e por proporcionarem as mais belas lembrançasda
minha
vida;` _
_ .
A
minha
família, por serem grandes incentivadores e torcedoresdo
meu
sucesso tantocomo
pessoa quanto
como
profissional; _` V
À
famíliaDonadel
pela calorosa acolhida, tratando-mesempre
com
muito respeito e carinho,em
especial à Marília Donadel, por ser incrivelmente intuitiva e generosa,tomando-se
desta forma,minha
amiga, conselheira emeu
porto seguroem
Florianópolis;À
Ação
Júnior -4empresa
júnior de consultoria dos alunosda
UF
SC,
por mostrar-meum
mundo
infinito de possibilidades, por ensinar-me a gostar de seruma
administradora de empresas e por ter sido o local reconfortante nos dias de tempestade; çAos
amigos
maravilhososque
conhecina
Ação
Júnior,em
especial à PatríciaN.
Junkes,Fernando Benko,
Amanda
Z. Oliveira, Gustavo Carvalho, Paula B. Arruda,Diego
Z. Rosauro, Rodrigo Ferreira e Patrícia B. Varella, porserem
tudo debom
na
minha
vida,sem
vocês Florianópolis não seria amesma,
eunão
seria amesma;
E
àDeus
porme
dar odom
da
vidanão
sóuma,
mas
duas vezes e por permitircom
que
eu-RESUMO
O
'presente trabalho de conclusão de curso apresentoucomo
objetivo principal identificar eavaliar o processo de gerenciamento aplicado
na
loja matrizda
Casa Aurora
Supermercados, localizadana
cidade de Sinopem
Mato
Grosso, à luz das teorias das organizações.A
Casa
Aurora Supermercados
foi fundadaem
1986, por Pedro J. Sangaletti, sendocomposta
por cinco sócios, pertencentes àmesma
família.Atualmente
atuaem
cinco cidades distintas eemprega aproximadamente 700
pessoas.O
tema
justifica-se por serum
trabalho de interesseda
família proprietária e por proporcionar àacadêmica
um
conhecimentoímpar
sobre as teorias administrativas e omodo como
estasvem
sendo utilizadas nas organizações. Este trabalho apresenta características de pesquisa científica, aplicada, qualitativa, descritiva e decampo.
A
análise e o diagnóstico realizados focaram-se especificamente nas áreas de estruturaorganizacional c
na
gestão de pessoas, por limitações temporais.A
empresa
está sedesenvolvendo desprovida de
métodos
científicosembasados
á luz das teorias administrativas,portanto faz-se necessário realizar
pequenos
ajustes objetivando formar bases sólidas para seu crescimento e prolongar sua permanênciano
mercado. ~1.1 Apresentação da
empresa
1.2Problema
de pesquisa 1.3 objetivos 1.3.1 Objetivo Geral 1.3.2 Objetivos Específicos 1.4J
ustificativa 2REVISÃO
DA
LITERATURA
2.1 Estrutura organizacional 2.1.1 Modelos de estrutura 2.1.2 Tamanho organizacional2.2 Processo de
tomada
de decisão2.3 Liderança e autoridade 2.4 Hierarquia 2.5 Burocracia 2.6 Gestão de pessoas 2.7
A
empresa
familiar 3METODOLOGIA
3.1 Tipo de pesquisa `3.2
Métodos
e técnicas de coleta de dados3.3 Universo pesquisado
~
3
ANÁLISE
DA
LORGANIZAÇAO
EM
ESTUDO
3.1 -Estrutura organizacional3.1.1 Modelos de estrutura 3.1.2 Tamanho organizacional
3.2 Processo de
tomada
de decisão3.3 Liderança e autoridade 3.4 Hierarquia 3.5 Burocracia 3.6 Gestão de pessoas 4
'coNSI1_)ERAÇÕES FINAIS
4.1 Conclusões 4.2 Limitações e recomendaçõesREFERÊNCIAS
'APÊNDICES
13 14 14 14 15 16 16 19 20 23 26 28 29 31 35 3 8 38 40 41 43 43 45 47 50 52 53 54 55 63 63 6869
71Anexo
3-
Questionário para a gestão de pessoasAnexo
4-
Organograma
geográficoAnexo
5-
Organograma
da
loja matrizda Casa
Aurora Supermercados
1
rNTRoDUÇÃo
“Nao
há filosofia
verdadeira enquanto amente nao
se voltar a examinar a simesma.
AGnothi seauton, disse Sócrates: conhece a ti
mesmo”.
(DURANT,
1996, p. 33)No
caso das organizações, o conhecimentode
seu ambiente internotoma-se
fundamental paraque
estasprolonguem
sua existência, adaptando-se ao conturbado emutável
ambienteextemo
que
as cerca. Atualmente julga-se muito importante estar ciente das forças externasque influenciam
as organizações,porém
parte-seda
premissa de que estastenham
0
domínio de
seu ambiente interno.Desta
forma, o presente estudotem
como
objetivo central conhecer e avaliaro
processode
gerenciamento daCasa Aurora Supennercados
paraque
amesma
possa a partirde seu auto conhecimento
melhor
entender e atender às necessidades e expectativasdo
ambiente externo ao qual está inserida.~
1.1
Apresentaçao
da empresa
O
presente estudo foi desenvolvido naCasa Aurora
Supermercados,empresa
atuanteno
mercado
varejistano
Estado deMato
Grosso desde 1986,quando
fora inaugurada a primeira lojaem
Matupá.Seu
fundador foi Pedro José Sangaletti, sócio majoritário e Diretor Geralda
empresa. Atualmente existem seis lojas atendendo as cidades de Matupá,Guarantã
do
Norte, TerraNova
do
Norte, Sinop e Sorriso. Este estudo abster-se-á apenas á loja matriz localizadana
Avenida
dos J acarandás, n° 3800, Centro, na cidade de Sinop,Mato
Grosso.Em
1986, o Estadodo
Mato
Grosso atraía pessoas de todas as regiõesdo
país.Movidas
pela expectativa de crescimento e desenvolvimentoeconômico
deuma
regiãonova
epouco
explorada.O
ciclodo Ouro
transfonnou cidadesem
formigueiroshumanos,
fatoque
levouPedro
J osé Sangaletti a assumir os riscos e a deixar a cidade de Medianeirano Paraná
com
a família-
mulher e dois filhos.De
acordocom
Degen
(1989, p. 11) “o empreendedor,por definição,
tem
de assumir riscos, e o seu sucesso estána
sua capacidade de convivercom
eles e sobreviver a eles”.A J H ø A
Ele já trabalhava
no
ramo
supermercadista, herançade
seu pai, e acreditavano
potencial de crescimentodo
Estado.Em
1985,em
companhia do
sogro Pedro Eisele, foi visitar a regiao para verificar a possibilidade de se estabelecerno
local.A
regiao apresentavauma
grandedemanda
por gêneros alimentícios epouca
oferta para supri-la. .Detectou-se, desta fonna,
uma
oportunidade a partir da identificação deuma
necessidade.Segundo
Degen
(1989, p. 22) “a fórmulamais
direta para identificar oportunidades de negócios é procurar necessidadesque
não
estão sendo satisfeitas e desenvolver os produtosou
serviços para satisfazê-las, aum
custoque
os consumidores estejam dispostos a pagar”.Após
a descobertada
oportunidadedeu
início ao desenvolvimentodo
projeto de construção deum
mercado. 'Em
1986
foi inaugurado o primeiro mercado,com
apenas40
empregados,em
Matupá,
pormeio
da constituição deuma
pequena
empresa
familiar,composta
de cinco sócios, sendo Pedro J. Sangaletti o sócio majoritário ePedro
Eisele,Leonor
Eisele Sangaletti, EdelcirAntonio Salvador e Leonir Eisele Salvador, respectivamente seu sogro, sua esposa, seu
cunhado
e sua cunhada, os sócios minoritários.Porém,
constano
contrato de sociedadefimiado, que
os sócios responsáveis por gerir aempresa
seriamsomente
Pedro José Sangalettie Edelcir Antonio Salvador.
Após
dois anos foi inaugurada outra lojaem
Guarantãdo
Norte, cidade vizinha a Matupá.Aos
poucos
oempreendimento
foi crescendo e setomando
conhecido na região porser o
maior
supermercado instalado nas duas cidades.No
início, as atividades nãoeram
discriminadas por cargo,ou
seja, todos os sócios faziamum
pouco
de tudo,sem
atribuições específicas paracada
um.
Com
o crescimento daempresa
as atividades relativas à área comercial e as decisões estratégicasficaram
competentes ao Diretor geral, Pedro J. Sangaletti.
As
atividades administrativas e financeiras ficaram sob responsabilidadedo
Diretor Administrativo-Financeiro, Edelcir A. Salvador.Os
demais
sócios trabalhamem
outros cargos da organização,porém-
nenhum
delesassume
responsabilidades diretivas.Os
sóciosdetinham
o conhecimentono
setor varejista,porém
não
dominavam
o processo gerencialem
termosdo
conhecimento sistematizado.A
experiência dos donos, sabercomo
aproveitar a deficiência da concorrência e a grandedemanda
da regiaoforam
os principais motivosque
levaram a conquistado
sucessono
empreendimento.Em
1991, outrafilial foi inaugurada
em
TerraNova
do
Norte, visto que aempresa
prosperava e cresciana
região.
O
ciclodo
Ouro
teve inícioem
1986
e o ténninoaproximadamente
em
1991,quando
oGovemo
Collorconfiscou
o dinheiro da população e fechou as pistas de garimpo ocasionando aqueda
do
preçodo
ouro. Nesta época os garimpos faliram e ocorreumovimento
migratório para outras regiõesdo
país.Em
vista disto, Pedro e seus sócios resolveramcomprar
um
terrenoem
Sinop, amaior
cidadedo
nortedo
Mato
Grosso,com uma
boa
infra-estrutura e grande potencial de desenvolvimento.Em
1994 abriram outra filialem
Matupá
e já planejavam construirem
Sinop emudar-
se para lá.
As
lojas iniciais nãoforam
fechadas e continuaram atendendo a população residente nas cidadesde
Matupá, Guarantãdo
Norte e TerraNova
do
Norte.No
dia 10de
setembro de 1997 foi inauguradoum
supennercado de grande portena
cidadede
Sinop.A
cidade apresenta concorrência forte, poishá
um
empreendimento
atuanteno
mesmo
ramo
bem
estabelecido e muito conhecido atendendo a população, fato esteque
A
grande loja abertaem
Sinop trouxe para a cidade inovaçõesna
área de layout, pois sua estrutura e apresentaçaoforam
baseadasem
grandes supermercados da regiao Sul e Sudestedo
paíscomo,
por exemplo, oSupemiercado Angeloni
e o Carrefuor.Em
2002
a rede de supennercados experimentou-Anovo
crescimento, fruto deuma
parceria estabelecida
com
a ConstrutoraEMEGE
Ltda,empresa
que
está investindona
construção deum
Shopping
Centerem
Sorriso, cidade a80
km
de Sinop, originandoo
maisnovo
supermercado da rede. Ele está alocado ao ladodo
shoppingque
estáem
construçãoefoi inaugurado recentemente, dia
28
de agosto de 2002,com
1700 metros
quadradosde
área de venda.Atualmente, a
empresa
familiar contacom
aproximadamente
700
empregados
e atua nas cidades anteriormente citadas.Porém,
o rápido crescimento da redede
supermercados nãofoi
acompanhado
porum
desenvolvimento estruturadoem
bases sólidasda
administração.Em
vista disto, a
empresa
apresenta inúmeras deficiênciasque
podem
ser solucionadas ao aplicarmos oconhecimento
baseado a luz das teorias administrativas e adaptado à realidadeexistente.
A
intenção dos proprietários é a de dar continuidade ao crescimentoda
empresa, paraisto estão
em
construção outras duas unidadesna
cidade de Sinop. Para alicerçar estedesenvolvimento da rede sabe-se
que não
bastasomente
boas intenções e recursos financeiros.É
precisoque
a loja matriz da organização apresente-sebem
estruturada e ciente de suas responsabilidades paracom
as demais unidades,na
medida
em
que
algumas atividades administrativas são centralizadas nesta unidade,como
por exemplo, a gestão de pessoas e deinformática.
A
empresa
funcionanum
processo gerencial desprovido demétodos
e técnicas de.
adrninistraçao,
embasado na
experiência e percepçao dos proprietários.Um
plano de sucessao infonnal está sendo organizado, jáque
uma
filha
de Pedro está cursando a faculdade deCiências
da
Administraçãode Empresas na
Universidade Federal de Santa Catarinaem
Florianópolis.
O
crescimentoeconômico
do
Estadodo
Mato
Grosso e sua posição de destaqueno
cenário.nacional,.como
um
importante pólo agrícola, são algunsdos
indicativos para a existência de oportunidades futuras de investimentono
território.As
oportunidadesnão
cessam
esegundo
Pedroenquanto
houver espaço aCasa Aurora Supermercados
tende a1.2
Problema
de
pesquisaVi
a
Este estudo teve a seguinte pergunta norteadora:
Quais
as características centraisdo modelo
de
gestão aplicadona
lojamatriz
da
Casa Aurora
Supermercados,
situadana
cidade de
Sinop
em
Mato
Grosso?
Por
meio
desta, definiu-se otema do
presente trabalhodenominado
“Diagnóstico e Análise daCasa
Aurora Supermercados”.Um
diagnóstico organizacional engloba o estudo e a análise deuma
organizaçãoem
todas as suas partes, pois é certoque
todas as áreas administrativastem
sua importância e sua contribuição para que- as organizaçõesdesenvolvam/ sua rnissão ealcancem
seus objetivos.Contudo; o presente diagnóstico limitou-se ao estudo
da
gestão administrativa e de pessoas, por motivos de restriçao temporal para que sedesenvolvam
estudos a respeito dasdemais
1.3 Objetivos
1.3.1 Objetivo Geral
Identificar e avaliar as características centrais da organização, relativas à área administrativa e de pessoas, na loja matriz da
Casa Aurora
Supermercados, localizada na cidade de Sinopem
Mato
Grosso, à luz das teorias das organizaçoes.1.3.2 Objetivos
Específicos
0 Identificar e analisar a estrutura organizacional, evidenciando aspectos relacionados ao
tamanho
emodelos de
estruturas;0 Analisar os seguintes aspectos organizacionais: processo de
tomada de
decisão, lideranças, autoridade, hierarquia e burocracia;0 Identificar e analisar os principais processos de gestão de pessoas nas funções de recrutamento pe seleção; treinamento e desenvolvimento; avaliação
de desempenho;
1.4 Justificativa
A
Casa Aurora Supermercados
séuma
empresa
familiar e, sobretudouma
fonte ricaem
aprendizado para a Ciência da Administraçao por se tratar de
uma
organizaçaoque
cresceu ao longodo
tempo
sem
a adoção de procedimentos gerenciais de natureza científica, apresentando diversos fatoresque
podem
ser aprimorados e explorados pormeioda
aplicação de teorias administrativas. Para isto é preciso primordialmente desenvolveruma
pesquisa capaz de conhecer e avaliar esta organização paraque
a partir daí outros trabalhospossam
serrealizadoscom
o objetivo de otimizar 0 processo de gerenciamentoda empresa
e alavancarum
crescimentoamparado
em
bases sólidas de conhecimento.O
diagnóstico organizacional foi o primeiro estudo científicona
áreada
ciência administrativa desenvolvido naempresa
e auxiliará os sócios e proprietárioscomo
instrumento norteador para
um
futuro direcionamento e posicionamento estratégico.Pelo fato da autora deste projeto pertencer à família proprietária
da
organização e osmesmos
demonstrarem
receptividade ao trabalho, as infonnações serão de fácil acessotomando
o estudo viável e exeqüível.2
REVISÃo
DA
LITERATURA
2.1
Estrutura
organizacional -As
organizaçoes raramente sao vistasde
maneiraampla
pelas pessoas, geralmente sao observados alguns aspectoscomo
suas instalações, suamarca
em
alguma
propaganda,empregados que
entram e saem,porém
a organização'como
um
todo se apresentavaga
eabstrata. Muitas vezes
nao
se percebe,mas
elas participamdo
nosso cotidiano, desde o diaem
que
nascemos, sejanum
hospital,na
farmácia,na
escola,no
supermercadoou
numa
entidadefilantrópica.
(DAFIÍ1999)
- ›Montana
eCharnov
(1999, p. 152)conceituam
organizaçãocomo
“uma
entidadeque
faz
com
que
seja possível aos integrantes deum
grupoou
deuma
equipe trabalharem juntos,em
busca de metas,com
mais
eficáciasdo
que
se estivessem sozinhos”ou
seja, pessoasque
interagem sinergicamente entre si
buscando
alcançarum
objetivoem
comum.
Segundo
Chiavenato (1994, p. 330) a organizaçãocomo
função administrativa“significa o ato de organizar, estruturar e integrar os recursos e os órgãos incumbidos
de
sua administração e estabelecer relações entre eles e atribuições de cadaum
deles”.Seguindo
0raciocínio
do
autor a interação e estruturação destes recursos teriacomo
objetivo alcançar asmetas preestabelecidas,
tomando
deextrema
importância a participação de pessoas nas organizações para realizaremcom
eficácia as atividades inter-relacionadas e trabalharemem
equipe.(CHIAVENATO,
1994)As
organizações trazem muitas contribuições emoldam
a vida das pessoas de váriasmaneiras.
A
primeira a ser considerada é o fatode
que
as entidadesreúnem
uma
gama
muito
grande de recursos, sejam eles tecnológicos, financeiros e/ouhumanos,
para alcançar as metasdesejadas.
Além
disso, elasoferecem
produtos e serviços para suprir as necessidades e desejos de seus clientes eprocuram sempre
buscar formas inovadorasem
seus processosadministrativos, tais
como
novas tecnologias de infonnação e a automatizaçãoda produção ou
de serviços. Desta fonna, as organizações trazem valor paraquem
trabalha nelas etambém
paraquem
usufrui os seus produtos e serviços. Elastambém
têm
grande influencia sobre oambiente no
qual estão inseridas devido a forte interação e a troca que realizacom
ele. Esta trocamutua
de recursos deve trazer resultadosbenéficos
para a sociedade,onde
asorganizações se incluem.
(DAFT,
1999)Percebe se que as organizaçoes sao, portanto, sistemas
que
interagemcom
o
ambiente externo.De
acordocom
Mc
Gregor (apudCHIAVENATO,
1994, p. 57)“uma
empresa
éum
sistema aberto. Ele se engaja
em
transaçõescom
um
sistema maior: a' sociedade”. Estastransações inferem
em
conseqüências diretas para as organizações, pois estas devem"se'tomar
flexíveis e abertas asmudanças
que ocorrem velozmenteno
ambiente extemo. Enfatizando,Mc
Gregor
(apudCHIAVENATO,
1994, p. 57)complementa
que“uma
empresa
éum
sistema orgânico e adaptativo,
no
sentidoem
que
muda
sua naturezacomo
resultado dasmudanças
no
sistema externo que o envolve”.Assim,
novos modelos
e estruturas organizacionais estão eclodindoem
contrapartida a estasmudanças,
tornando-se fundamentais à sobrevivência das organizaçõesem
um
novo
mercado
global. Para Daft “as fronteiras entre os departamentos e entre as organizações estãose
tomando
mais flexíveis e difusas àmedida que
as empresas enfrentam a necessidade de responder àsmudanças do
ambienteextemo
com
maior
rapidez”. (1999, p. O7)É
de interesse dos administradores estudarem as estruturas organizacionais antigas e atuais paraque
proponham
mudanças
que seadaptem
ao cenário atual e futuro.Simeray
(1978) acredita que os meios pelos quais as empresas se utilizam e as regras defuncionamento
destas constituem a organizaçãode
uma
empresa, sendoque
esta é definida porum
conjunto de fatores ao qual está incluída a estrutura organizacional. Acrescenta ainda que, a organização é constituída porum
conjunto de meioshumanos
enão
humanos,
sendoque
a estrutura refere-se particularmente aosmeios
humanos
e afonna
como
se relacionam entre si.Da
mesma
fonna,Kwasnicka
(19_95) consideraque aestmtura
deuma
organizaçãodiz respeito à estrutura formal
na
qualocorrem
os relacionamentos interpessoais e as relações funcionais deuma
empresa.Portanto, de acordo
com
Simeray
(1978, p. 05),_
uma estrutura é a disposição de
um
conjuntonde pessoas reunidas poruma
rede de ligações de dependência ou de cooperação, constituindo inicialmente grupos elementares que se integramem uma
sucessão de conjuntos mais complexos, 0 último dos quais constituirá a empresaem
si mesma.A
estrutura servecomo
veículo paraque
os processos sejam realizados deforma
eficaz
pelas pessoasem
uma
organização, poisforma
uma
teia de relacionamentos,ou
seja,determina o
fluxo
de
informações e a cadeia hierárquica.(MONTANA
E
CHARNOV,
1999)Chiavenato (1994, p. 333) conceitua estrutura organizacional da seguinte forma:
O
desenho organizacional retrata a configuração estrutural da empresa e o seu funcionamento.De
um
lado, a configuração da estrutura organizacional representa os órgãos quecompõem
a empresa e as suas relações de interdependência; de outrolado, o seu funcionamento exige atividade e coordenação necessárias para levar
adiante 0 alcance dos objetivos da empresa.
Para Daft (1999) as organizações
devem
ser estudas sob o prisma de duas dimensões: contextuais e estruturais. Esta última é responsável pelas características internas daempresa
e são balizadoras nascomparações
realizadas entre outras organizações.As
dimensõesestruturais baseiam-se nos seguintes fatores
como
fonna
de diretrizes comparativas: a formalização, a especialização, a padronização, a hierarquia de autoridade, a complexidade, a centralização, o profissionalismo e os graus de pessoal.Em
vista disso, faz-se necessário o uso deum
instrumentoque
simplifique e facilite a visualização a estruturade
uma
organlzaçao.
Segundo
Lacombe
e Heilborn (2003, p. 103),“Organograma
éuma
representaçãográfica simplificada da estrutura organizacional de
uma
instituição, especificando os seus órgãos, seus níveis hierárquicos e as principais relações formais entre eles”. Neste tipo derepresentação deve-se seguir fielmente a realidade da organização,
como
destacamLacombe
eHeilbom
(2003, p.l03), “os organogramasdevem
refletir a organização real da empresa.Se
não
ofizerem
com
fidelidade, poderão distorcer acompreensão
e gerar decisões e atitudeserrôneas
por
parte dos queconfiam
na sua exatidão”. C2.1.1
Modelos
de estruturaConforme Montana
eCharnov
(1999) existem diversos tipos de estrutura, dentre estesse
destacam
a organização de linha, a organização de linha e equipe e ocomitê de
organização.A
organização de linha, considerada amais
simples, está estruturada paraque
os trabalhode
todas as áreas daempresa
estejam envolvidoscom
os processos deprodução ou
prestaçãode
serviços.A
organização de linha e equipe ocorrequando
são acrescidas à organizaçãode
linha pessoas incumbidasem
aconselhar, apoiar e auxiliar os processosfins
da
empresa,como
exemplo
de equipe pode-se citar a função de recursoshumanos.
Quando
um
comitê é especialmente constituído para resolver problemas específicos caracteriza-seum
comitê
de
organização.Para Chiavenato (1994) existem três tipos de estrutura a serem consideradas: linear,
funcional e linha - stafif
A
organização linear baseia-sena
autoridade linear, que diz queicadasuperior
tem
autoridade única e absoluta sobre seus subordinados,com
total exclusividade,formando
uma
cadeia escalar de autoridade e responsabilidade.As
principais característicasdesta
forma de
estrutura,além
da autoridade linear, são acomunicação
restrita as linhasde
hierarquiado
organograma, a centralização nastomadas
de decisão e o aspecto piramidal.Em
oposição encontra-se a organização funcional,que
aposta na especialização das áreas ena
descentralização de poder. Este tipo de organizaçãoconforme
Chiavenato (1994, p. 370) “toma-se indispensável à organização competitiva e inovadora”.Chiavenato (1994) descreve ainda a estrutura linha -
stafi
como uma
forma
altemativapara as organizações que
não
seenquadram no
modelo
linear e funcional. Este tipo de organizaçãotem
como
principal característica a assessoria especializada a área de linha,que
trabalha diretamentecom
as atividadesfins da empresa:
V
'
Segundo
Daft (1999, p. 133) “odesenho
estrutural é influenciado pelo ambiente, pelas metas, pela tecnologia, e pelo tamanho”. Desta forma, a estrutura organizacional é peculiar a cada organização, sendo de responsabilidade dos seus dirigentes e agentes adequar-se aum
modelo
capaz de torná-la eficaz.Além
disso,confonne
Drucker (1986, p. O7) “as estruturas de organização estão setomando
cada vez mais efêmeras e instáveis”, reforçando a idéiade
que
é necessário reinventarnovos modelos
organizacionais, levandoem
consideração os objetivos, estratégias e prioridades de cadaempresa
e diagnosticando as verdadeiras causas para seus problemasgerenciais. Para Oliveira (1999, p. 44) “o
que
se procura hoje é identificar formasde
estrutura passíveis deserem
usadas e criaruma
estruturaque
possibilite implantar o tipo maisadequado
ao ambiente ético da empresa”, postoque
as organizaçõestambém
devem
preocupar-secom
os aspectos éticos, sendo responsáveis pelos impactos ocasionados à sociedade.Freitas (1999) aborda
novos modelos
organizacionais preocupadosem
manter
asempresas
em
constante adaptação asmudanças
do
ambiente extemo. Estes modelos, taiscomo
a reengenharia, a administração holística, as organizações de aprendizagem, a readministração e as organizações virtuais,refletem
em
estruturas organizacionaismais
flexíveis, priorizando a
maior
autonomia dos empregados, a diminuição dos níveishierárquicos,
maior
abertura para que todos participem dastomadas
de decisão e amaior
integraçao entre as partes.Segundo
Chiavenato (1994) as organizaçõespodem
ser classificadas de acordocom
seutamanho
em
pequenas,médias ou
grandes, observando critérioscomo
número
de
empregados,
volume de
atividades e patrimônio envolvido. `Oliveira (1999, p. 40) considera que “o tamanho, a rigor,
não pode
ser aferido apenas porum
indicadorcomo
o volume
de faturamento,número
de empregados, patrimônio líquido,extensão geográfica
do
mercado, e outros”.A
empresa que
utiliza o processode produção
operacional apresentará maiornúmero
deempregados comparada
àempresa
virtualprestadora de serviços. Drucker (1975, p. 718)
complementa que
“fé necessárioque
seconsidere
também
as estrutura da indústriana
qual ela opera, e a sua participação nos seusmercados, e
inúmeros
outros fatores,nenhum
dos quais por si só decisivos”.As
mudanças
ocasionadas pelaeconomia
globalizadatambém
ocasionam impactono
tamanho
das organizações.O
gigantismo, antes consideradoum
objetivo a ser alcançado pelasempresas que
priorizavam aeconomia
de escala,tomou-se
alvo fácil para 0mercado
ágil emutável
cuja preferência passou a ser organizações flexíveis emenos
complexas, capazesde
tomar
decisões rapidamente e atender demodo
customizado seus clientes.(LAS
CASAS,
1999)
De
acordocom
Oliveira (1999, p. 40) “na grandeempresa
as crises detamanho
eidentidade são constantes,
bem
como
a necessidade de descentralizar as operações para conferir às áreasem
comando
próprio e competente”.Segundo
Drucker (1975, p. 709)“Tamanhos
diferentesrequerem
estruturas, políticas, estratégias ecomportamentos
diferentes.Há
tamanhos
certos e errados para empresas diferentes”.Cabe
às organizações verificaremo
tamanho
ideal de acordocom
a eficáciano
seu funcionamento e oaumento ou
declínio de sua produtividade.O
tamanho
pode comprometer
a velocidade, agilidade e habilidade das organizações, quantomaior
otamanho
maior a complexidade etambém
ocorreráum
aumento
de
dispêndioem
recursos para sustentá-laem
funcionamento.Chiavenato (1994, p. 363) acredita que “o
tamanho
organizacional deuma
empresa
constitui
um
aspecto importante nacompreensão
de sua estrutura e comportamento, econsequentemente,
no
entendimentodo
seu desenho organizacional”.Desta
fonna, otamanho
está relacionado diretamente
com
os níveis hierárquicos e funcionais das empresas, influenciando estratégias,comportamentos
e políticas,que
p_osteriormente virão causar impactos sobre os vários grupos de interesse aos quais a organizaçao está ligada.Para Daft (1999) algumas empresas que
atuam
em
âmbito global necessitam atuarem
economia
de escala ealocam
grandes recursos para tal.A
padronização e acomplexidade
sãocaracterísticas
comuns
de grandes empresas.No
entanto, amesma
economia
global exige flexibilidade e capacidade de adaptação das organizações, características facilmente encontradasem
pequenas empresas.Confonne
Daft (1999, p. 108)“As
pequenas organizaçõestêm
uma
estrutura enxuta eum
estilo de gerenciamentode
livrefluxo
que
incentiva a capacidade de
empreendimento
e inovação”. Estas característicaspermitem
com
que
as pequenas empresastenham
sucesso e cresçam, tornando-secomplexas
e na maioria das vezes perdendo tais qualidades.A
solução seria encontrarum
equilíbrioentre as pequenas e grandes organizaçoes, buscando o potencial de investimentoem
recursos destas e aflexibilidade daquelas.
Por
fim,
Nadler et al (1993, p. 137) enfatizamque
“o tamanho,ao
que
parece, não é omelhor
barômetro da capacidade deuma
organizaçãoem
serbem
sucedida.O
desafio
àadministraçao é criar grandes -organizaçoes
que
continuem
competitivas”.O
tamanho
influencia os demais fatores estruturais nas empresas, assimcomo
a maneiracomo
estaspassam
a tomar decisões.Quando
pequena, o processo decisório geralmente está centralizado nasmãos
dos proprietários e àmedida que
cresce torna-se necessário a descentralização para prolongar sua existência.. ~
2.2 Processo
de
tomada
de
decisaoDe
acordocom
Pereira e Fonseca (1997) ohomem
toma
decisões desde sua criação,pois, está
sempre preocupado
em
decidir sobre sua vida.No
início as decisõeseram tomadas
baseadasem
eventos da naturezao que
dava aos indivíduosque
conseguissem decifrar esses eventos a capacidade de decidircom
maiores chances de acerto.Muitos foram
osque
influenciaram o processo decisório durante a existênciada
humanidade, as divindades,o
Estado e a religiãoforam
econtinuam
sendo fortes parâmetros para opção entre alternativasexistentes. '
Nas
organizações os administradorestambém
sevêem
diante de problemas organizacionais cuja resolução requer a análise de altemativas, posterior escolha eimplementação de
uma
delas.O
processo decisorial faz parte das responsabilidades administrativasem
uma
organização e é tão importante para a sobrevivência desta quanto as outras funções administrativas.Conforme
Chiavenato (1994, p. 289) “Decidir é optarou
escolherou
selecionar dentre várias altemativas de cursos de ação aquela que pareçamais
adequada”.O
processo decisórionão
éum
caminho
fácil a ser perconido e muitas vezesremexe
em
assuntosque
as pessoas relutam para aceitar,em
simesmas
ou
nos outros, porém, evitar a resolução dosproblemas
não
éo
caminho.O
estudo deste processo auxilia e esclarece.Contudo, a iniciativa precisa partir
do
indivíduo paraque
possa contagiaro
coletivo e atingirmacro
resultados.Daft (1999) classifica as decisões
em
programadas e não~programadas, de acordocom
sua complexidade.As
decisões programadas são repetitivas e apresentam procedimentosbem
definidos para a resoluçãodos
problemas.A
decisões não-programadas lidamcom
situaçõesadversas,
na
qualnão
existem procedimentosbem
definidos e as altemativas são imprecisas.Segundo
Daft (1999, p. 263) “os executivos e as organizações estão lidandocom
uma
porcentagem mais alta de decisões não-programadas por causa
do
ambiente empresarial rapidamente mutável”.Em
virtude disto, paraMontana
eCharnov
(1999, p. 77) “as decisões não programadascontam
apenascom
a habilidadedo
gerenteem
tomar
decisões, jáque não
existe
uma
solução rotineira”.Porém,
a flexibilidade e a adaptabilidade dosempregados,
neste contexto,também
é fator chave de sucesso, pois denada
resultaria a escolhade
uma
alternativasem
a aprovação e o esforço dosempregados
paraque
esta se concretizecom
sucesso.De
acordocom
Chiavenato (1994)fazem
partedo
processo decisorial adefinição
ediagnóstico
do
problema, a procura por alternativas e posterior análise destas e por fim a escolha damelhor
opção para a resoluçãodo
problema. ParaMontana
eCharnov
(1999) faz- se necessário anteriormente verificar a veracidade da existênciado
problema,por
meio
deuma
análise situacional, seguida pelo estabelecimento demetas
e a análise das alternativas.Para auxiliar
na
verificaçãodo cumprimento
das metasdefinem-se
padrões dedesempenho.
Porfim,
após a escolha damelhor
alternativa realiza-seo
teste-piloto e aimplementação
desta.
Pereira e Fonseca (1997) consideram
que
as decisões estão baseadasno
usoda
racionalidade etambém
na
intuição e sensibilidade.A
racionalidade traz grande contribuiçãoe faz parte
do
ato de decidir, pois cientificamenteo
homem
continua a tomar suas decisões de maneira racional,mensurada
e fragmentada, destafonna
a decisão passou a ser considerada proveniente da razão,ou
seja, para decidir ohomem
precisa usar sua inteligência e seu conhecimento para escolher a altemativaque mais
lhe parece correta. Já a intuição e a sensibilidade estãoganhando
mais espaço nas organizaçõesmodernas que passam
a priorizar a criatividade e outras práticas singulares para auxiliar nas soluçõesde
problemas.Segundo
Daft (1999) as organizações utilizam-sede
procedimentosmais
racionaisé
mais
utilizadaquando
existeuma
grande pressão.dotempo
e outros fatores internos eexternos,
como
quando
os problemas são desconhecidos enão
rotineiros.«
Montana
eChamov
(1999) ainda classificam as decisões de acordocom
os níveis
em
que elas são
tomadas
dentro deuma
organização. Para estes autores elas se diferenciam nosníveis estratégico, tático e operacional.
As
decisões estratégicas são aquelas quedetenninam
os objetivos e a direçao
da
organizaçaocomo
um
todo.As
decisoes táticasenvolvem
o desenvolvimento de táticas para alcançar as metas preestabelecidas pelo nível institucional,porém
atuam
em
departamentos específicos da organização. Porfim,
as decisões operacionais referem-se as atividades diárias da organização eque
dizem
respeito ao nível mais baixo,ou
seja, a parte operacional.
Conforme
Chiavenato (1994, p. 295-296)além
das decisões operacionais, “as decisões estratégicas estão relacionadascom
estabelecimento de relações entre a empresa e o ambiente(...) as decisões administrativas estão relacionadas
com
o estabelecimento da estrutura e aconfiguração
organizacionalda
empresa”.De
acordocom
Kwasnicka
(1995, p.202) a centralização e descentralização “refere-seao grau de delegação
de
tarefas, poder e autoridade aos níveis mais baixos da organização”, quanto maior a participaçãode
todos os níveisna tomadas
de decisãomenor
a centralização equanto maior o controle
do
nível institucional ao processo decisorial maior a centralização dentro deuma
organização.A
centralizaçãoconforme
os quatorze princípios de Fayol (apudKWASNICKA,
1995, p.30) “é essencial para aempresa
euma
conseqüência naturaldo
processo de organizar”, não obstante seja considerada importanteem
outras épocas,quando
a administração clássicatrouxe muitas contribuições para as organizações. Hoje, porém, exige-se das organizações maior velocidade nas
tomadas
de decisão ocasionando o processo de descentralização,ou
Drucker (1986) já discorria a respeito da necessidade
que
asnovas
organizações teriamem
tratar atomada
de decisãocomo uma
tarefada
administraçãoque
fosse orientada para a açao e executadaem
baixos níveis na organizaçao,motivando
uma
forma mais
participativa de administração. Plunkett
(apud
FERREIRA
et al, 1997, p. 129)" conceitua administração participativacomo:
Uma
filosofia que exige que o processo organizacional de tomada de decisões sejafeito de forma que os recursos e responsabilidades necessários sejam estendidos até
0 nível hierárquico mais apropriado.
O
propósito da administração participativa é assegurar que decisões efetivas sejam feitas pelas pessoas certas.Para Nadler (1993, p. 137):
O
sucesso de qualquer organização depende da capacidade que seu pessoal tem de identificar e de tratar os problemas críticos.Uma
empresa perde a sua adaptabilidade quando os problemas conhecidos persistem, quando os conflitos têm de ser levadosàalta gerência e quando as soluções não são implementadas
com
eficiência e deuma
maneira oportuna.
No
entanto,mesmo em
tempos
de descentralização nas organizações é precisorespeitar a realidade destas e suas peculiaridades,
devendo
seus dirigentes escolher pela centralizaçãoou
descentralização demodo
a otimizar seus processos eaumentar
sua produtividade. Neste contexto, a liderança e a autoridadepassam
a ser objetos de pesquisa indispensáveis por apresentaremuma
ligação estreitacom
os processosde
centralização e descentralização das tomadas de decisão.2.3
Liderança
e autoridadeA
liderança éuma
qualidade bastante representativa nas organizações, pois auxiliano
alcance de metas e objetivos estabelecidos pelamesma.
Os
líderesdevem
estar presentesem
todos os níveis hierárquicos etambém
nos grupos informais de traballio.(CHIAVENATO,
1994)
Segundo
Tannenbaum
et al (apud_CHIAVENATO,
1994, p. 526) “Liderança é a influência interpessoal exercidanuma
situação e dirigida atravésdo
processo dacomunicação
humana
à consecuçao deum
ou de
diversos objetivos específicos”.De
acordocom
Banard
(apudFERREIRA
et al, 1997, p. 41)“A
liderança se refere àqualidade
do comportamento
dos indivíduos, atravésdo
qual elesguiam
pessoasou
suasatividades
em
esforço organizado”.E
Kwasnicka
(1995, p. 73) enfatizaque
a capacidade de liderar toma-se importanteem
tempos
demudança,
pois“sem
bons
líderes, as organizações serão incapazes de lidarcom
asconstantes
mudanças que
sao necessárias para sobreviver e competireficazmente no
mundo
dos negócios”. z
Além
disso, fazuma
comparação
entre liderança e chefia, na qual descreveque
o lídertem
a capacidade de influenciar pessoasem
qualquer cargo que ocupe e o chefe é designado, portantotem
o poder legítimo e autoridade,não
significandoque
a pessoa que exerça função de chefia sejaum
líder.Conforme
Kwasnicka
(1995, p. 201) “a autoridade é o poder legitimado (...)pode
ser consideradacomo
o direito de tomar decisão específica e ordenarobediência, posto
que
o ato decomandar
sempre
envolve, aomenos,
determinada decisão”. ParaMontana
eCharnov
(1999) existem dois tipos de liderança nas organizações, a formal e a informal.O
líder formal é oficialmente designado e por esta razão está investidode
autoridade.
O
líder infomial exerce a funçãode
liderançamesmo
não sendo esta sua responsabilidade formal,porém
apresenta a capacidade de influenciar as pessoas a executartarefas dentro
da
organização.De
acordocom
Chiavenato (1994) as teorias sobre liderançapodem
ser classificadasem
teorias de traços de personalidade, teorias sobre estilos de liderança e teorias situacionaisde liderança.
As
primeirasdefendem
a idéiade que
o líder apresenta traços específicos deperceptivo e decisivo.
As
segundaspreocupam~se
em
estudar caraterísticascomuns
a respeitodo comportamento do
líderem
relação aos seus subordinados. Já as terceiraspartem
da premissa deque
não existeum
estilo preestabelecido de líder, enfatizandoque o
verdadeirolíder
deve
se adaptar as situações e se ajustar às condições impostas.Dentro das teorias sobre estilos de liderança existem os estilos de liderança autoritária, liberal e democrática, na qual este último
ganha
maior respaldo por incentivarmaior
responsabilidade ecomprometimento
pessoal.(CHIAVENATO,
1994)Embora
a liderança sejauma
característica indiferente ao cargo e acomplexidade
deste, ela
pode
estar presente nos diversos níveis hierárquicos. Contudo, a autoridade éconcedida as pessoas gerahnente pela
complexidade do
seu cargo, respeitando a hierarquia da organizaçao.2.4
Hierarquia
A
hierarquia está intimamente ligada aforma
como
uma
organização se estrutura. Elaexiste para graduar as pessoas dentro das organizações de acordo
com
acomplexidade
dastarefas por elas realizadas.
A
cada nível hierárquico se designauma
responsabilidade distintaa
fim
de que
o todo possa sinergir forças para alcançarum
resultadoem
comum.
De
acordocom
Kwasnicka
(1995, p. 186) “caso estejamos interessadosem
elaboraruma
estruturahierarquizada
bem
feita, é essencial dar ênfase a responsabilidade e autoridade”.Além
disso, a autora apresenta duas dimensões básicasda
estrutura organizacional, a vertical e a horizontal, sendoque
a hierarquia écomposta
por níveis verticais de responsabilidades.Toffler
(1985) explicaque
durante muitos anos as organizações rigidamente verticaisforam
consideradas extremamente eficientes, pois os problemaseram
repetitivos, tornando asocorrendo
no
ambiente externo às organizações, osproblemas
passaram as ser variados,exigindo
maior
autonomia no processo decisorial.Além
disso, o sistema de feedbacktomou-
se inadequado devido à velocidade
com
que
os fatosocorrem intemamente
eextemamente.
Para Toffler (1985, p. 1-48) “as decisõesefetivasde
hojedevem
sertomadas
em
níveiscada vez
mais
baixosda
organização”, sendo importante para as organizações a eliminação deníveis desnecessários e a maior deliberação
de
poder eautonomia
para os níveismais
baixos,podendo
estes tomar decisões rápidasque otimizem
a realização de suas tarefas e a satisfaçãodos desejos e necessidades dos seus clientes.
Contudo,
Drucker
(1986, p. 26)afinna
que
“a organização hierárquica dá omáximo
de liberdade individual.Quando
o titularcumpre
os deveres designados de seu cargo, faz seu...
1 z ,,, ...
trabalho.
Nao
tem
responsabi idadealem
dai .Embora
estaafinnaçao
esteja coerente e correta é preciso perceber que hoje as organizaçõesprecisam
de pessoas multiespecialistas ecom
a capacidade de trabalharem
equipe,não
se resignado só as funções de seu cargo,mas
encarando a organizaçao
como
um
todo,sendo
responsáveisnao
só pelocumprimento de
suastarefas.
A
diminuiçao dos níveis hierárquicosou
downsizing surgiu justamente paraque
asorganizações
possam
atuar de maneiramais
eficiente e competitivano
mercado, objetivando eliminar a burocracia exagerada eo
enxugamento
dos processos ineficazes.(FERREIRA
et al,1997, p. 221)
2.5
Burocracia
Segundo Toffler
(1985, p. 118) “a burocracia erauma
máquina
de formular decisões padronizadas.A
burocracia baseia senuma
divisao automática de funçoes, na atividadeMax
Weber
quando
desenvolveu o conceito de burocracia acreditava que ela poderiagarantir
maior
eficiência de funcionamento às organizações,em
virtudeda
padronização e das regras as tarefaspoderiam
ser realizadas deumaneira organizada, previsível e rotineira.Além
disso, os registros escritos favoreciam a continuidade dos procedimentos e auxiliavam amanter
um
histórico das organizações.(DAFT,
1999)Complementado, confonne Kwasnicka
(1995, p. 31)“Weber
enfatizao
profissionalismo na burocracia, acreditandoque
o sistema não poderia funcionar eficientemente amenos
que
estivesse provido de pessoas competentes e especializadas”.A
divisao
do
trabalho de maneira hierárquica e segundo a responsabilidade e a autoridadede
cada
cargotambém
faz partedo
modelo
burocrático.(KWASNICKA,
1995)Contudo,
omovimento
burocrático apresentaalgumas
desvantagens, principalmenteàs organizações
que
priorizam a descentralização, aautonomia
e a flexibilidade, pois limitam a criatividade, as relações interpessoais, a liberdade e a espontaneidade das pessoas,além
disso, as
normas passam
a ser supervalorizadas eem
conseqüência háuma
desvalorizaçãodos
objetivosda
empresa
e os clientesrecebem
um
tratamento universal,sem
distinções,prejudicando
o
relacionamentoconsumidor
-empresa
jáque
cada cliente é diferentedo
outroe deseja ser atendido
de
modo
único e especial.(FERREIRA
et al, 1997)Da
mesma
forma,Kwasnicka
(1995, p. 31)também
faz críticas aomodelo
burocráticoquando
afirma
que
“a impessoalidade e a racionalidadedo modelo
nãopennitem
liderança competitiva,ou
uma
sobrevivênciaem
um
ambiente dinâmico”.Os
novos modelos
de gestão,que procuram
reduzir os níveis hierárquicos, adocumentação
dos processos e o controle sobre os empregados, secontrapõem
aomodelo
burocrático
que
acredita e defende o inverso, omodelo
burocrático tende a ser obsoleto e ultrapassado paraalgumas
organizaçoes.(ALMEIDA,
1999)2.6
Gestão de
pessoasAssim
como
as embarcações nãochegam
ao seu destinosem
que
os tripulantesexerçam
seus papéis paraque
isto aconteça, as organizaçõestambém
necessitam de componentes-chaves para alcançarem seus objetivos, as pessoas.São
elas que dão vida,entusiasmo e dinamicidade às empresas, sendo indiferente o
tamanho,
a estrutura, os recursos e os objetivos destas. Neste contexto Chiavenato (1994, p. 69)afinna
ainda que as pessoas “constituemum
tipo de recurso dotado deuma
vocaçao
dirigida para Q crescimento e para o desenvolvimento”. Responsáveis pela trocade insumos
das organizaçõescom
0 ambiente extemo, os recursoshumanos,
-como
sãochamados
freqüentemente, constituemum
importante elemento para o processo demudanças, respondendo de
maneira positivaou
negativa a ele.V
Existe entre as organizações e as pessoas
uma
trocamútua
de
interesses, sendoque
uma
buscana
outra a satisfação de suas necessidades.Confomie
Chiavenato (1994) aspessoas contribuem por
meio
de habilidades, conhecimentos, atitudes e comportamentos, necessários ao desenvolvimento das organizações. Estas por sua vez, de acordocom
a teoriade
Maslow
(apudCONNELLAN,
1984) são instrumentos ativos paraque
as pessoasbusquem
satisfazer suas necessidades fisiológicas, de segurança, sociais,
de
estima e de auto-realizaçãoem
ordem
ascendente respectivamente.Segundo Kwasnicka
(1995, p. 140)“A
administraçãode Recursos
Humanos
tem
sidodescrita
como
a função de planejar, coordenar e controlar a obtenção da mão-de-obra necessária à organização”.Embora
sejauma
descrição simplista, engloba de maneira geral a função responsável por alocar pessoas certas, nos lugares certos eno
momento
certo.Além
disso, esta função apresentauma
dificuldade peculiar por se tratarda
administração de recursos não estáticos ecom
capacidadede
raciocínio, 0que não
ocorrecom
os outros recursos organizacionais.Sendo
assim,Montana
eChamov
(1999, p. 174) acreditamque
“aN
organizaçao
deve
seempenhar
continuamenteem
manterum
ambiente positivo para encorajar cada indivíduo a continuamentetomar
seu trabalho mais produtivo. Isto beneficiará tanto a pessoa quanto a organizaçao.”Para auxiliar a gestão de pessoas a concretizar seu objetivo geral,
ou
seja, prover emanter
as organizaçõescom
capital intelectual necessário paraque
estascumpram
sua missãoe
alcancem
o objetivo traçado(DAFT,
1999), existem funções específicas de planejamento, recrutamento, seleção, avaliação dedesempenho,
treinamento e desenvolvimento,remuneração
e carreira.(MONTANA
E
CHARNOV,
1999)_
Segundo
Geisler (apudKWASNICKA,
1995, p. 147), defini-se por planejamentode
recursoshumanos
“o processo, incluindo previsão, desenvolvimento, implantação e controle,pelo qual a
empresa
assegura ter onúmero
e o tipo certo de funcionáriosno
lugar certo,na
hora certa, e fazendo coisas para as quais eles são
economicamente
viáveis”.Complementado
o
pensamento
de Geisler,Montana
eCharnov
(1999, p. 178) consideram que “o planejamentode
recursoshumanos
ajuda a administraçãono
projeto de carreiras, assimcomo
no
recrutamentobem-sucedido
de pessoas para assumir as posições de carreira”.`
Para Pilares (1991, p.86) “Recrutamento
tem
por missão identificar junto aomercado
de mão-de-obra
os profissionais que, dentroda
síntesedo
perfil existente e desejado,possam
a vir a contribuir para
com
a empresa”.Conforme Ramalho
(1977, p. 27) “recrutar significa angariar os candidatos melhores possíveis,de
vezque
a categoriado
serviço prestado pelas instituiçõeshumanas
depende,em
grande parte, das qualidades dos indivíduosque
sesubmetem
às provas de seleção”.O
recrutamentopode
ser intemo e/ouextemo
à organização.O
recrutamentoextemo
consisteem
captar pessoas fora da organização e o intemono
aproveitamento damão-de-obra
já existentena
empresa.(KWASNICKA,
1995)Algumas
das técnicas utilizadas para o recrutamento internopodem
ser o quadro de avisos e a procuraem
um
banco de dados existente. Já o recrutamentoextemo
pode
ser realizado pormeio
de anúncios, agências de emprego,recomendação de
empregados, outrasorganizações, dentro outros.
(MONTANA
OECHARNOV,
1999) `De
acordocom
Lopes
(apudRAMALHO,
1977, p. 29) “Seleção de pessoas é o processo de escolher, dentre os indivíduos recrutados, osque
sao aptos para a execuçao de determinado trabalho, e de classificá-los,conforme o
graude
aptidão decada um”.
Kwasnicka
(1995, p. 148) considera que “a seleçao éuma
continuidadedo
processo de recrutamento e consisteno
ato de escolher dentre os elementos recrutados aqueleque mais
seenquadra nos requisitos
do
cargo”, desta forma, verifica seque
paraque
hajauma
seleçaosatisfatória é preciso realizar
eficazmente
o processode
recrutamento.Não
existeuma
maneira padrão para realizaro
processo de seleção,cabendo
ao responsável por ele, definir as melhores técnicas para selecionar o candidato ao cargo desejado.As
mais utilizadas sao entrevistas, dinâmicasde
grupo e aplicaçao de testes paraverificar o conhecimento
do
candidato.(MONTANA
E
CHARNOV,
1999)Depois de contratado o
empregado pode
sersubmetido
as constantes avaliações dedesempenho,
como
fonna
de controlar os resultados obtidos pelomesmo
e motivá-lo pormeio
depromoçoes
e incentivos, conseqüentesde
um
bom
desempenho.
Segundo Lucena
(1992, p. 15):O
grande desafio que se apresenta para as empresas será desenvolver a qualificação e o potencial de seus colaboradores para obterem
contrapartida alto desempenho, aceitação de maiores responsabilidades e comprometimentocom
os resultados desejados, criando condições mais favoráveis à inovação, ao aprimoramento da qualidade, ao intercâmbio de informações, intemamente ecom
o mercado e ao relacionamentocom
os clientes.Conforme
Kwasnicka
(1995, p. 148)“Na
avaliaçãodo
desempenho
verifica-se,além
do
desempenho
técnicodo
indivíduo, ocomportamento do
mesmo
no
ambiente de trabalho,É
importante que oprograma
de avaliação dedesempenho
sejaacompanhado
de
programasde
treinamento e desenvolvimento.As
empresas naodevem
apenas cobrarde
seusempregados
produtividade,mas também
contribuir para seu desenvolvimento e sua capacitação profissional, criando condições favoráveis paraque
isto ocorra dentroou
fora da organização.Para
Montana
eChamov
(1999) deve-se terem
mente
a diferença entre os termos treinamento e desenvolvimento.Aquele
dá ênfase na função desenvolvida atualmente peloempregado
e este nas atividades organizacionais futuras a serem praticadas pelomesmo.
Segundo
Pilares (1991, p. 74)podemos
caracterizar:...O treinamento como a atividade desenvolvida para ensinar pessoas sobre procedimentos, normas, operacionalizações
em
geral. Desenvolvimento é então mais que isso. Desenvolvimento é levar às pessoas as condições para que elas achemo caminho, que elas procurem uma forma de se alimentar.De
qualquer forma,as
duas atividades são importantes para as organizações, jáque
o treinamento é utilizado para sanar as deficiências atuais dosempregados
e o desenvolvimento procura evitarque
ocorramnovas
deficiênciasno
futuro,podendo
estas duas funções da gestaode
pessoasserem
consideradascomo
um
investimento para a organizaçao.Por
fim,
as duas últimas funções a serem tratadas serão a remuneração e a carreira.Para
Montana
eChamov
(1999) existem dois tipos de remuneração,em
dinheiro e pormeio
de benefícios. Estes estão setomando
um
importante fator para manter e atrairempregados
qualificados.
Alguns
benefícios oferecidos são o seguro-saúde, creches, planos de saúde,transporte e alimentação.
Para estabelecer
uma
remuneração
justa e coerente as organizaçõespodem
desenvolver deum
planode
cargos e salarios,que
segundo Pontes (2002)pode
sercaracterizado