Presidenta da República
Dilma Rousseff
Ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão
Miriam Belchior
INSTITUTO BRASILEIRO
DE GEOGRAFIA E
ESTATÍSTICA - IBGE
Presidenta
Wasmália Bivar
Diretor-Executivo
Nuno Duarte da Costa Bittencourt
ÓRGÃOS ESPECÍFICOS SINGULARES
Diretoria de Pesquisas
Marcia Maria Melo Quintslr
Diretoria de Geociências
Wadih João Scandar Neto
Diretoria de Informática
Paulo César Moraes Simões
Centro de Documentação e Disseminação de Informações
David Wu Tai
Escola Nacional de Ciências Estatísticas
Denise Britz do Nascimento Silva
UNIDADE RESPONSÁVEL
Diretoria de Pesquisas
Coordenação de Agropecuária
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
Instituto Brasileiro de Geografi a e Estatística - IBGE
Produção da Extração
Vegetal e da Silvicultura
volume 25 2010
Brasil
ISSN 0103-8435
Instituto Brasileiro de Geografi a e Estatística - IBGE
Av. Franklin Roosevelt, 166 - Centro - 20021-120 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil
ISSN 1676-9244 (CD-ROM)
ISSN 0103-8435 (meio impresso)
© IBGE. 2011
Elaboração do arquivo PDF
Roberto Cavararo
Produção de multimídia
Márcia do Rosário Brauns
Marisa Sigolo
Mônica Pimentel Cinelli Ribeiro
Roberto Cavararo
Capa
Marcos Balster Fiore e Renato Aguiar - Coordenação de
Marketing /Centro de Documentação e Disseminação de
Sumário
Apresentação
Notas técnicas
Metodologia da coleta
Conceituação das variáveis investigadas
Apresentação dos resultados
Regras de arredondamento
Disseminação dos resultados
Comentários
Tabelas de resultados
1 -
Quantidade e valor dos produtos da extração vegetal e da
silvicultura, segundo os principais produtos - Brasil - 2010
2 -
Quantidade e valor dos produtos da extração vegetal, por produtos,
segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2010
Borracha
Gomas não elásticas
Ceras
Fibras
Tanantes
Oleaginosos
Alimentícios
Convenções
-
Dado numérico igual a zero não resultante
de arredondamento;
..
Não se aplica dado numérico;
...
Dado numérico não disponível;
x
Dado numérico omitido a fi m de evitar a individualização da
informação;
0; 0,0; 0,00
Dado numérico igual a zero resultante de arredondamento de
um dado numérico originalmente positivo; e
-0; -0,0; -0,00
Dado numérico igual a zero resultante de arredondamento de
um dado numérico originalmente negativo.
Aromáticos, medicinais, tóxicos e corantes
Madeiras
3 -
Número de árvores abatidas, produção de madeira em tora,
quantidade e valor do nó-de-pinho do pinheiro brasileiro nativo,
segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2010
4 -
Quantidade e valor dos produtos da silvicultura, por produto,
segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2010
Madeiras
Outros produtos
Anexo
Questionário da pesquisa Produção da Extração Vegetal e da
Silvicultura 2010
Marcia Maria Melo Quintslr
Diretora de Pesquisas
Apresentação
O
Instituto Brasileiro de Geografi a e Estatística - IBGE, com a presente
publicação, divulga os resultados da Produção da Extração Vegetal
e da Silvicultura - PEVS 2010. Este volume contém notas técnicas
de natureza metodológica, conceitos das variáveis investigadas,
comentários e um conjunto de tabelas para Brasil, Grandes Regiões
e Unidades da Federação. As informações referem-se à quantidade e
ao valor da produção decorrentes dos processos de exploração dos
recursos vegetais naturais (denominados de extrativismo vegetal),
bem como da exploração de maciços fl orestais plantados (silvicultura).
São também apresentadas informações sobre o número de árvores
abatidas do pinheiro brasileiro nativo.
Encartado nesta publicação, encontra-se um CD-ROM com o
plano tabular da pesquisa por Unidades da Federação, mesorregiões,
microrregiões geográfi cas e municípios.
Notas técnicas
Metodologia da coleta
Os dados são obtidos pela rede de coleta do IBGE, mediante
consulta a entidades pública e privada, produtores, técnicos e
órgãos ligados direta ou indiretamente aos setores da produção,
comercialização, industrialização e fi scalização de produtos vegetais
nativos, bem como daqueles produtos originados de maciços fl orestais
plantados.
A coleta de dados baseia-se num sistema de fontes de informação,
representativo de cada município, gerenciado pelo agente de coleta
do IBGE, que obtém os informes e subsídios para a consolidação dos
resultados fi nais da produção.
A unidade de investigação da pesquisa Produção da Extração
Vegetal e da Silvicultura é o município.
Conceituação das variáveis investigadas
Extrativismo vegetal
É o processo de exploração dos recursos vegetais nativos que
compreende a coleta ou apanha de produtos como madeiras, látex,
sementes, fi bras, frutos e raízes, entre outros, de forma racional,
permitindo a obtenção de produções sustentadas ao longo do tempo,
ou de modo primitivo e itinerante, possibilitando, geralmente, apenas
uma única produção.
Silvicultura
É a atividade que se ocupa do estabelecimento, desenvolvimento e da
reprodução de fl orestas, visando a múltiplas aplicações, tais como: a produção de
madeira, o carvoejamento, a produção de resinas, a proteção ambiental etc.
Quantidade
Refere-se à quantidade total de cada produto obtido no município durante o
ano de referência da pesquisa.
Preço médio unitário
É a média ponderada por produto dos preços recebidos pelos produtores do
município, ao longo do ano de referência da pesquisa.
Valor da produção
É a produção obtida multiplicada pelo preço médio unitário.
Apresentação dos resultados
Nas tabelas de divulgação, os dados de quantidade de lenha, madeira em tora,
nó-de-pinho, folhas de eucalipto e cascas de acácia-negra estão expressos na unidade
de medida declarada, ou seja, metros cúbicos para lenha, madeira em tora e
nó-de-pinho, e toneladas para folhas de eucalipto e cascas de acácia-negra. Os dados de
quantidade dos demais produtos, o número de árvores abatidas do pinheiro brasileiro
nativo, e os dados de valor da produção encontram-se convertidos, respectivamente,
para toneladas, milhares de árvores e milhares de reais.
Regras de arredondamento
As informações de quantidade de alguns produtos são coletadas em quilogramas
e número de árvores, e tabuladas em toneladas e milhares de árvores. Para cada linha
das tabelas de resultados, as informações são divididas por 1 000 e o arredondamento
é feito aumentando-se de uma unidade a parte inteira do total da variável, quando o
valor do decimal é igual ou superior a cinco.
Neste sentido, podem ocorrer pequenas diferenças entre os totais apresentados
e a soma das parcelas em uma mesma tabela.
Mesmo procedimento é adotado para a tabulação do valor da produção.
Disseminação dos resultados
Acompanha esta publicação um CD-ROM com os dados da pesquisa que também
estão disponíveis no portal do IBGE na Internet, onde podem ser encontrados, de modo
Comentários
O extrativismo vegetal tem uma forte ligação com a história
do Brasil, uma vez que o primeiro produto explorado por nossos
colonizadores foi a madeira que deu nome ao País. Desde então, devido
a grande biodiversidade existente nas expressivas porções de fl orestas
que compõem o vasto território brasileiro, esta atividade vem sendo
realizada, acarretando risco de extinção para algumas espécies, já que
parte desta exploração é realizada de forma irregular e muitas vezes ilegal.
As instituições responsáveis pela fi scalização e controle ambiental vêm,
ao longo dos anos, travando árdua batalha no sentido de combater tais
práticas e implantando o conceito de extrativismo sustentável, procurando
impedir que os recursos se esgotem e comprometam a vida de milhares
de famílias que têm na atividade sua fonte de renda.
A silvicultura brasileira nasceu em 1903 quando um técnico da
Companhia Paulista de Estradas de Ferro - CPEF trouxe mudas de
eucalipto originárias da Austrália, objetivando a produção de madeira
e dormentes para serem utilizados na ferrovia. Em 1966, o setor obteve
uma rápida expansão com o estabelecimento, pelo governo federal, da
Lei n
o5.106, de 2 de setembro, sobre incentivos fi scais ao fl orestamento
e ao refl orestamento, visando atender à demanda para fabricação de
papel e também da indústria moveleira. Hoje, o Brasil tornou-se grande
exportador de produtos fl orestais, fi gurando como maior produtor e
exportador de celulose branqueada de madeira de eucalipto.
Os comentários a seguir são uma análise dos resultados apurados
na PEVS 2010, que investiga, em todos os municípios brasileiros, 38
produtos oriundos do extrativismo vegetal e sete da silvicultura. Abordam
informações sobre a variação da produção de 2010 em relação a 2009, a
distribuição espacial e a produção dos principais produtos madeireiros
e não madeireiros, e a participação dos segmentos da extração vegetal e da silvicultura
no valor da exploração fl orestal em 2010.
A produção primária fl orestal, em 2010, somou R$ 14,7 bilhões, retomando
a tendência de aumento da participação da silvicultura, que contribuiu com 71,8%
(R$ 10,7 bilhões) do total apurado, enquanto a extração vegetal participou com 28,2%
(R$ 4,2 bilhões) (Gráfi co 1).
0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,0 % Silvicultura Extrativismo vegetalGráfico 1 - Participação percentual do extrativismo vegetal
e da silvicultura no valor da produção - Brasil - 1994-2010
1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010
Fonte: Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura 1994-2010.
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura 2010.
Gráfico 2 - Participação dos produtos madeireiros e não madeireiros
no extrativismo vegetal - Brasil - 2010
81,5% 18,5%
Madeireiros Não madeireiros
A participação de produtos madeireiros na extração vegetal totalizou R$ 3,4 bilhões
e o de não madeireiros somou R$ 778,2 milhões. Na silvicultura, os quatro produtos
madeireiros somaram R$ 10,5 bilhões e os três não madeireiros apenas R$ 139,7 milhões.
Os Gráfi cos 2 e 3 traduzem esses números em termos percentuais.
Assim como em 2009, os produtos não madeireiros do extrativismo vegetal que se
destacaram, em 2010, pelo valor da produção são: coquilhos de açaí (R$ 179,4 milhões);
amêndoas de babaçu (R$ 154,8 milhões); fi bras de piaçava (R$ 117,7 milhões); erva-mate
nativa (R$ 100,5 milhões); pó de carnaúba (R$ 86,2 milhões); e a castanha-do-pará (R$ 55,2
milhões). Juntos somaram 89,0% do valor total da produção extrativista vegetal não
madeireira. Destes produtos, o único que não tem sua produção nos estados das Regiões
Norte e Nordeste é a erva-mate, que está concentrada (99,9%) na Região Sul. A Região
Norte destaca-se por sua participação na produção de açaí (91,0%) e de castanha-do-pará
(96,3%). Na Região Nordeste estão concentradas as produções de amêndoas de babaçu
(99,4%), fi bras de piaçava (96,5%) e o pó cerífi co de carnaúba (100,0%).
Na Tabela 1, observa-se que 16 produtos extrativos não madeireiros tiveram
aumento de produção quando comparados com o ano de 2009. Destaque para o grupo
dos alimentícios que, com exceção dos produtos castanha-de-caju e palmito, apresentou
acréscimo nas produções: frutos de açaí (7,3%); castanha-do-pará (7,7%); erva-mate (4,3%);
mangaba (3,3%); pinhão (10,9%); e umbu (3,9%). Dos cinco produtos madeireiros do
extrativismo, quatro apresentaram decréscimo em 2010: carvão vegetal (-8,7%); lenha
(-7,9%); madeira em tora (-17,0%); e nó-de-pinho (-11,3%).
A demanda industrial, o preço, a disponibilidade de mão de obra na coleta de
determinados produtos, a atuação de órgãos de controle ambiental e fi scalizadores que
ora liberam abertura de áreas para agricultura e ora intensifi cam a fi scalização (aplicando
multas e fechando serrarias e carvoarias) e, também, as condições climáticas são fatores
que explicam as oscilações da produção do extrativismo vegetal. Na atividade é comum
serem observadas fl utuações expressivas da produção.
Dos sete produtos investigados oriundos da silvicultura, apenas a produção de
cascas de acácia-negra apresentou um ligeiro decréscimo de 3,0%. Os demais tiveram
aumento em suas produções, destacando o acréscimo de 51,2% na produção de folhas
Madeireiros Não madeireiros
Gráfico 3 - Participação dos produtos madeireiros e não madeireiros
na silvicultura - Brasil - 2010
98,7% 1,3%
2009 2010
Extração vegetal Borrachas
Hévea (látex coagulado) 3 341 3 379 1,1 Hévea (látex líquido) 122 137 12,3 Maçaranduba 5 5 Sorva 36 2 (-) 94,4 Ceras Carnaúba (cera) 2 832 2 660 (-) 6,1 Carnaúba (pó) 18 300 18 802 2,7 Outras 0 0 _ Fibras Buriti 803 465 (-) 42,1 Carnaúba 1540 1 552 0,8 Piaçava 72 232 63 776 (-) 11,7 Outras 500 429 (-) 14,2 Tanantes Angico (casca) 168 193 14,8 Barbatimão (casca) 7 7 Outros 6 2 (-) 66,7 Oleaginosos Babaçu (amêndoa) 109 299 106 055 (-) 2,9 Copaíba (óleo) 538 580 7,8 Cumuru (amêndoa) 97 95 (-) 2,2 Licuri (coquilho) 4 654 4 307 (-) 7,5 Oiticica (semente) 250 37 (-) 85,4 Pequi (amêndoa) 5 869 5 786 (-) 1,4 Tucum (amêndoa) 636 517 (-) 18,7 Outros 180 514 185,7 Alimentícios Açaí (fruto) 115 947 124 421 7,3 Castanha de caju 4 243 4 030 (-) 5,0 Castanha-do-pará 37 467 40 357 7,7 Erva-mate 218 102 227 462 4,3 Mangaba (fruto) 699 722 3,3 Palmito 5 076 4 920 (-) 3,1 Pinhão 5 151 5 715 10,9 Umbu (fruto) 9 435 9 804 3,9 Aromáticos, medicinais, tóxicos e corantes
Ipecacuanha 0 6 100,0 Jaborandi (folha) 217 266 22,6 Urucu (semente) 12 14 16,7 Outros 565 297 (-) 47,5 Madeiras Carvão vegetal 1 646 236 1 502 997 (-) 8,7 Lenha (1) 41 469 097 38 207 117 (-) 7,9 Madeira em tora (1) 15 248 182 12 658 209 (-) 17,0 Pinheiro brasileiro Nó-de-pinho (1) 11 970 10 612 (-) 11,3 Árvores abatidas (2) 57 57 Madeira em tora (1) 33059 87 610 165,0 Silvicultura Carvão vegetal 3 394 842 3 448 210 1,6 Lenha (1) 41 410 850 49 058 232 18,5 Madeira em tora
Para papel e celulose (1) 65 445 154 69 778 615 6,6 Para outras finalidades (1) 41 716 098 45 962 916 10,2 Cascas secas de acácia-negra 110 566 107 171 (-) 3,1 Folhas de eucalipto 64 077 96 907 51,2 Resina 56 922 71 073 24,9 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura 2009-2010.
(1) Quantidade declarada em m³. (2) Quantidade em 1 000 árvores.
Tabela 1 - Quantidade produzida e variação percentual dos produtos
da extração vegetal e da silvicultura - Brasil - 2009-2010
Variação (%)
Quantidade produzida (t) Produtos
de eucalipto (Tabela 1). Os três produtos não madeireiros estão concentrados nas Regiões
Sul e Sudeste, sendo que a produção de casca de acácia-negra está toda no Rio Grande
do Sul. A produção de folhas de eucalipto está nas Regiões Sudeste (54,6%) e Sul (43,9%),
o mesmo ocorrendo com a produção de resina, com a Região Sudeste participando com
63,6% e a Região Sul, com 33,6%.
Produção não madeireira da extração vegetal
A seguir é apresentado um conjunto de tabelas, contendo informações
ordenadas decrescentemente segundo os municípios que se constituem nos maiores
centros produtores dos principais produtos do extrativismo vegetal não madeireiro, em
valor da produção. As tabelas são antecedidas de um breve relato sobre o desempenho
das respectivas produções entre os anos de 2009 e 2010.
Açaí (fruto)
Mesmo com a derrubada de áreas produtivas para implantação de pastagens em
alguns municípios e a expansão do manejo
1em áreas de produção no Pará, principal
estado produtor, a produção de açaí apresentou um aumento de 7,3% em relação ao ano
de 2009. Com uma produção de 106 562 toneladas de um total de 124 421 toneladas,
o Pará (com 85,6% da produção nacional) e o Maranhão (com 8,8%) foram os únicos
estados a registrar aumento da produção deste produto. A instalação de indústrias de
benefi ciamento do vinho e da polpa do produto, as condições climáticas favoráveis, a
valorização do produto em alguns municípios e a redução da exploração do palmito
foram os motivos que levaram ao aumento registrado. Dos 20 maiores municípios
produtores de frutos de açaizeiros nativos do País, apenas dois (Luís Domingues e
Carutapera, no Maranhão) não são do Pará. Destaque para Limoeiro do Ajuru, Ponta
de Pedras, Oeiras do Pará, Muaná, São Sebastião da Boa Vista e Igarapé-Miri, que
concentraram 51,3% da produção nacional (Tabela 2).
1 Um produto extrativo quando recebe tratos culturais (adubação, limpeza, adensamento etc.) é enquadrado como cultura permanente. Relativa (%) Acumulada Brasil 124 421 100,0 -Limoeiro do Ajuru - PA 20 231 16,3 16,3 Ponta de Pedras - PA 13 197 10,6 26,9 Oeiras do Pará - PA 8 909 7,2 34,0 Muaná - PA 8 505 6,8 40,9
São Sebastião da Boa Vista - PA 7 166 5,8 46,6
Igarapé-Miri - PA 5 800 4,7 51,3
Mocajuba - PA 5 378 4,3 55,6
São Miguel do Guamá - PA 4 700 3,8 59,4
Afuá - PA 4 100 3,3 62,7
Inhangapi - PA 3 781 3,0 65,7
Cachoeira do Arari - PA 3 296 2,6 68,4
Magalhães Barata - PA 2 750 2,2 70,6
Barcarena - PA 2 500 2,0 72,6
São Domingos do Capim - PA 2 120 1,7 74,3
Luís Domingues - MA 1 817 1,5 75,8 Irituia - PA 1 750 1,4 77,2 Marapanim - PA 1 600 1,3 78,4 Carutapera - MA 1 010 0,8 79,3 Anajás - PA 980 0,8 80,0 Curralinho - PA 920 0,7 80,8
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura 2010. Participações Municípios produtores e respectivas Unidades da Federação Quantidade produzida (t)
Tabela 2 - Quantidade produzida e participações relativa e acumulada de açaí, dos
20 maiores municípios produtores e respectivas Unidades da Federação,
em ordem decrescente - 2010
Açaí (fruto)Babaçu (amêndoa)
Os 20 municípios maiores produtores de amêndoas de babaçu são do Maranhão,
maior estado produtor, e concentram 54,6% da produção nacional obtida em 2010
(106 055 toneladas) (Tabela 3). Quando comparada com a produção registrada
em 2009, verifi ca-se uma queda de 2,9%, explicada pela falta de compradores em
alguns municípios, pela proibição da extração da amêndoa pelos proprietários das
terras e mesmo pelo abandono da atividade por parte da população de baixa renda,
responsável pela extração do produto (Tabela 3).
Fibras de piaçava
A menor demanda pelas fi bras de piaçava resultou em uma queda de 11,1% na
produção nacional em 2010 (63 776 toneladas) quando comparada ao ano de 2009.
A Bahia (61 538 toneladas) foi o principal estado produtor, seguido pelo Amazonas
(2 230 toneladas) e Maranhão (9 toneladas).
Relativa (%) Acumulada Brasil 106 055 100,0 -Vargem Grande - MA 5 921 5,6 5,6 Pedreiras - MA 5 774 5,4 11,0 Poção de Pedras - MA 4 775 4,5 15,5 Bacabal - MA 3 822 3,6 19,1
São Luís Gonzaga do Maranhão - MA 3 562 3,4 22,5
Bom Lugar - MA 3 409 3,2 25,7
Lago da Pedra - MA 2 926 2,8 28,5
Codó - MA 2 885 2,7 31,2
Chapadinha - MA 2 826 2,7 33,9
Cajari - MA 2 543 2,4 36,2
Lago dos Rodrigues - MA 2 274 2,1 38,4
Coroatá - MA 2 234 2,1 40,5 Vitorino Freire - MA 2 232 2,1 42,6 Paulo Ramos - MA 2 122 2,0 44,6 Joselândia - MA 2 046 1,9 46,5 Penalva - MA 2 001 1,9 48,4 Lago Verde - MA 1 781 1,7 50,1 Bernardo do Mearim - MA 1 671 1,6 51,7
Santo Antônio dos Lopes - MA 1 596 1,5 53,2
Alto Alegre do Maranhão - MA 1 473 1,4 54,6
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura 2010. Participações Municípios produtores e respectivas Unidades da Federação Quantidade produzida (t)
Tabela 3 - Quantidade produzida e participações relativa e acumulada
de babaçu (amêndoa), dos 20 maiores municípios produtores e respectivas
Unidades da Federação, em ordem decrescente - 2010
Babaçu (amêndoa)Na Bahia, encontram-se 17 dos 20 maiores municípios produtores de piaçava
do País, que, juntos com três municípios amazonenses, são responsáveis por 99,7%
da produção nacional. Destaques para os municípios baianos de Ilhéus, Nilo Peçanha,
Cairu e Ituberá, responsáveis por 85,0% do total registrado (Tabela 4).
Relativa (%) Acumulada Brasil 63 776 100,0 -Ilhéus - BA 21 100 33,1 33,1 Nilo Peçanha - BA 14 983 23,5 56,6 Cairu - BA 12 791 20,1 76,6 Ituberá - BA 5 328 8,4 85,0 Taperoá - BA 1 989 3,1 88,1 Canavieiras - BA 1 648 2,6 90,7 Valença - BA 1 127 1,8 92,5
Santa Isabel do Rio Negro - AM 1 050 1,6 94,1
Camamu - BA 984 1,5 95,7
Santo Antônio do Içá -AM 636 1,0 96,7
Barcelos - AM 500 0,8 97,4 Santa Luzia - BA 276 0,4 97,9 Maraú - BA 230 0,4 98,2 Maragogipe - BA 215 0,3 98,6 Cachoeira - BA 187 0,3 98,9 Igrapiúna - BA 186 0,3 99,2 Jaguaripe - BA 146 0,2 99,4 Una - BA 121 0,2 99,6 Nazaré - BA 49 0,1 99,7 Itacaré - BA 47 0,1 99,7
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura 2010.
Participações
Tabela 4 - Quantidade produzida e participações relativa e acumulada de piaçava,
dos 20 maiores municípios produtores e respectivas Unidades da Federação,
em ordem decrescente - 2010
Municípios produtores e respectivas Unidades da Federação Piaçava (fibra) Quantidade produzida (t)Erva-mate
A boa produtividade, oriunda de condições climáticas favoráveis, obtida em
alguns municípios do Paraná, maior estado produtor, aliada a uma maior demanda
e a bons preços de comercialização foram responsáveis pelo aumento de 4,3% na
produção de erva-mate nativa em 2010. A produção total obtida nos ervais nativos
foi de 227 462 toneladas, sendo 166 682 toneladas registradas no Paraná, 36 274
toneladas em Santa Catarina, 24 231 toneladas no Rio Grande do Sul e 275 toneladas
em Mato Grosso do Sul.
Dos 20 maiores municípios produtores, 15 são paranaenses, três estão em
Santa Catarina e dois são gaúchos. Juntos são responsáveis por 65,7% da produção
nacional (Tabela 5).
Pó cerífero de carnaúba
O pequeno aumento de 2,7% na produção de pó cerífero de carnaúba, verifi cado
em 2010, deveu-se, principalmente, à demanda industrial para atender o mercado
exterior com cera de carnaúba, que vem a ser um dos principais produtos da pauta
de exportação piauiense. Da produção total de 18 802 toneladas, o Piauí participou
com 12 982 toneladas, o Ceará com 5 267 toneladas, o Maranhão com 506 toneladas
e o Rio Grande do Norte com 47 toneladas.
Campo Maior, no Piauí, é o principal município produtor, com 1 507 toneladas.
No ranking dos 20 municípios maiores produtores, 13 são piauienses, seis cearenses
e um está no Maranhão. Juntos são responsáveis por 55,0% da produção nacional
em 2010 (Tabela 6).
Relativa (%) Acumulada
Brasil 227 462 100,0
-São Mateus do Sul - PR 32 940 14,5 14,5
Cruz Machado - PR 19 390 8,5 23,0 Paula Freitas - PR 15 940 7,0 30,0 Bituruna - PR 12 780 5,6 35,7 Inácio Martins - PR 12 620 5,5 41,2 Mallet - PR 5 961 2,6 43,8 Guarapuava - PR 5 570 2,4 46,3
Coronel Domingos Soares - PR 4 900 2,2 48,4
Ipiranga - PR 4 750 2,1 50,5 General Carneiro - PR 4 600 2,0 52,5 Pinhão - PR 4 375 1,9 54,5 Canoinhas - SC 4 200 1,8 56,3 Fontoura Xavier - RS 3 325 1,5 57,8 Prudentópolis - PR 3 165 1,4 59,2
São José do Herval - RS 3 000 1,3 60,5
Turvo - PR 2 680 1,2 61,7
Paulo Frontin - PR 2 400 1,1 62,7
São João do Triunfo - PR 2 301 1,0 63,7
Itaiópolis - SC 2 300 1,0 64,7
Irineópolis - SC 2 200 1,0 65,7
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura 2010 Participações Municípios produtores e respectivas Unidades da Federação Quantidade produzida (t)
Tabela 5 - Quantidade produzida e participações relativa e acumulada
de erva-mate nativa, dos 20 maiores municípios produtores e respectivas
Unidades da Federação, em ordem decrescente - 2010
Erva-mate nativaRelativa (%) Acumulada Brasil 18 802 100,0 - Campo Maior - PI 1 507 8,0 8,0 Granja - CE 864 4,6 12,6 Piripiri - PI 832 4,4 17,0 Camocim - CE 764 4,1 21,1 Piracuruca - PI 749 4,0 25,1 Coreaú - CE 630 3,4 28,4 Picos - PI 601 3,2 31,6 Parnaíba - PI 462 2,5 34,1 Pedro II - PI 423 2,2 36,3 Araioses - MA 413 2,2 38,5 Castelo do Piauí - PI 384 2,0 40,6 Luís Correia - PI 353 1,9 42,4 Santana do Acaraú - CE 333 1,8 44,2 Ilha Grande - PI 326 1,7 46,0 Moraújo -CE 309 1,6 47,6 Batalha - PI 308 1,6 49,2 Cariré - CE 274 1,5 50,7 Oeiras - PI 273 1,5 52,1 Campinas do Piauí - PI 273 1,5 53,6
São João da Serra - PI 266 1,4 55,0
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura 2010.
Participações Carnaúba (pó cerífero)
Tabela 6 - Quantidade produzida e participações relativa e acumulada de carnaúba
(pó cerífero), dos 20 maiores municípios produtores e respectivas
Unidades da Federação, em ordem decrescente - 2010
Municípios produtores e respectivas Unidades da Federação Quantidade produzida (t)Castanha-do-pará
Um dos principais produtos de exportação da Amazônia, a castanha-do-pará,
apresentou, em 2010, um aumento de 7,7% em sua produção (40 357 toneladas),
mantendo a tendência de crescimento verifi cada nos últimos três anos. Tal variação
se deve à grande procura pelo produto, principalmente por empresas ligadas ao
comércio exterior.
O Amazonas é o principal estado produtor (16 039 toneladas), seguido pelo Acre
(12 362 toneladas) e pelo Pará (8 128 toneladas).
Dos 20 municípios maiores produtores, o primeiro colocado é Beruri, no
Amazonas, com 6 600 toneladas, sendo que mais outros oito se encontram nesse
mesmo estado, seis no Acre, quatro no Pará e um em Rondônia. Juntos são
responsáveis por 77,0% da produção nacional (Tabela 7).
Produção não madeireira da silvicultura
Folhas de eucalipto
Dos três produtos não madeireiros originários de fl orestas plantadas, a produção
de folhas de eucalipto, utilizada na fabricação de óleo essencial (eucaliptol), foi a
que apresentou o maior aumento (51,0%) em relação ao ano de 2009, em função da
coleta do produto em novos municípios, impulsionados pelo bom preço praticado.
A produção de 96 907 toneladas foi coletada em apenas 15 municípios. O principal
município produtor é São João do Paraíso (32 190 toneladas), responsável por parte
Relativa (%) Acumulada Brasil 40 357 100,0 - Beruri - AM 6 600 16,4 16,4 Brasiléia - AC 3 760 9,3 25,7 Rio Branco - AC 2 210 5,5 31,2 Xapuri - AC 2 190 5,4 36,6 Oriximiná - PA 2 100 5,2 41,8 Óbidos - PA 1 750 4,3 46,2 Porto Velho - RO 1 412 3,5 49,7 Sena Madureira - AC 1 384 3,4 53,1 Lábrea - AM 1 300 3,2 56,3 Boca do Acre - AM 1 200 3,0 59,3 Manicoré - AM 1 125 2,8 62,1 Alvarães - AM 840 2,1 64,2 Novo Aripuanã - AM 750 1,9 66,0 Senador Guiomard - AC 740 1,8 67,8 Alenquer - PA 740 1,8 69,7 Acará - PA 660 1,6 71,3 Humaitá - AM 625 1,5 72,9 Tefé - AM 600 1,5 74,3 Bujari - AC 570 1,4 75,8 Tabatinga - AM 500 1,2 77,0
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura 2010. Participações Quantidade produzida (t) Municípios produtores e respectivas Unidades da Federação
Tabela 7 - Quantidade produzida e participações relativa e acumulada
de castanha-do-pará, dos 20 maiores municípios produtores e respectivas
Unidades da Federação, em ordem decrescente - 2010
Castanha-do-parámuito expressiva da produção de Minas Gerais (39 521 toneladas). O Paraná detêm
a maior produção, com 42 540 toneladas obtidas em quatro municípios: Tamboara,
Guaporema, São Tomé e Ivaté. Os demais municípios produtores são: Torrinha,
Dois Córregos, Santa Maria da Serra, São Pedro e Mineiros do Tietê, em São Paulo;
Ninheira, Berizal e Minas Nova, em Minas Gerais; e Três Lagoas e Antônio João, em
Mato Grosso do Sul.
Resina
A produção de resina alcançou 71 073 toneladas. A ampliação da área de
exploração em alguns municípios proporcionou um aumento na produção de 24,9%,
em relação ao ano anterior. O principal município produtor é Paranapanema, com
8 377 toneladas, fi ca em São Paulo, estado com maior produção (36 555 toneladas).
O Município de Rio Grande é o principal produtor no Rio Grande do Sul; Buritizeiro,
em Minas Gerais; Cerro Azul, no Paraná; e, na Bahia, o Município de Jaborandi.
Cascas de acácia-negra
Único produto da silvicultura a apresentar decréscimo de 3,1%, a casca de
acácia-negra vem nos últimos anos apresentando queda na sua produção devido ao
baixo preço do produto. Explorada em um único estado brasileiro, o Rio Grande do
Sul, com uma produção de 107 171 toneladas, tem no Município de Gramado (13 270
toneladas) a maior produção registrada em 2010.
Produção madeireira
O Gráfi co 4 mostra a importância da silvicultura na produção madeireira do
Brasil, que atingiu, em 2010, um total de 128 399 740 m³ de madeira em tora, sendo
90,1% oriundos da silvicultura e 9,9% da extração vegetal. Do total de madeira em
tora produzido pela silvicultura, 60,3% foi destinado para papel e celulose e 39,7%
para outras fi nalidades. A produção de carvão vegetal foi de 4 951 207 toneladas, das
quais 69,6% foram produzidas pela silvicultura e 30,4% pela extração vegetal. A maior
participação relativa do extrativismo vegetal é na produção de lenha, que colabora
com 43,8% da produção nacional que alcançou 87 265 349 m³.
Produção madeireira da extração vegetal
Os resultados apurados apontam decréscimo na quantidade obtida de quatro
produtos madeireiros da extração vegetal: carvão vegetal (-8,7%); lenha (-7,9%); madeira
em tora (-17,0%) e nó-de-pinho (-11,3%). O Gráfi co 5 mostra o declínio observado nos
últimos anos na quantidade obtida dos principais produtos madeireiros, considerando
o refl exo da forte atuação dos órgãos fi scalizadores e ambientais.
1 000 000
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura 2006-2010.
Gráfico 5 - Produção madeireira da extração vegetal - Brasil - 2006/2010
0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 2006 2007 2008 2009 2010
Carvão (t) Lenha (m³) Madeira (m³)
Carvão vegetal da extração vegetal
A produção de carvão vegetal do extrativismo totalizou 1 502 997 toneladas,
sendo o Maranhão o maior produtor com 335 982 toneladas, seguido por Mato Grosso
do Sul (286 023 toneladas), Minas Gerais (207 008 toneladas), Piauí (181 825 toneladas),
Bahia (131 156 toneladas), Goiás (111 069 toneladas) e Pará (100 728 toneladas).
A produção destes sete estados corresponde a 90,0% do total obtido no País.
O principal município produtor de carvão da extração vegetal é Barra do Corda,
no Maranhão (64 029 toneladas). Compõem o ranking dos 20 maiores municípios
produtores, que juntos participam com 31,7% do total nacional: Regeneração
(31 967 toneladas), Uruçuí (29 440 toneladas), Parnaguá (17 109 toneladas) e
Gráfico 4 - Participação da silvicultura e do extrativismo na produção
de madeira em tora, carvão vegetal e lenha - Brasil - 2010
0,0 20,0 40,0 60,0 80,0 100,0 %
Madeira em tora Carvão vegetal Lenha
Silvicultura Extrativismo
Relativa (%) Acumulada Brasil 1 502 997 100,0 Barra do Corda - MA 64 029 4,3 4,3 Regeneração - PI 31 967 2,1 6,4 Aquidauana - MS 31 440 2,1 8,5 Grajaú - MA 30 950 2,1 10,6 Uruçuí - PI 29 440 2,0 12,5 Baianópolis - BA 26 158 1,7 14,3
Ribas do Rio Pardo - MS 25 000 1,7 15,9
Marabá - PA 24 000 1,6 17,5
João Pinheiro - MG 21 345 1,4 19,0
Riachão das Neves - BA 20 581 1,4 20,3
Parnarama - MA 20 003 1,3 21,7 Itupiranga - PA 18 860 1,3 22,9 Porto Murtinho - MS 18 000 1,2 24,1 Campo Grande - MS 18 000 1,2 25,3 Parnaguá - PI 17 109 1,1 26,4 Buriticupu - MA 17 034 1,1 27,6 Caracol - MS 16 000 1,1 28,6 Jerumenha - PI 15 542 1,0 29,7 Buritizeiro - MG 15 220 1,0 30,7 General Carneiro - PR 15 100 1,0 31,7
Fonte: IBGE,Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura 2010
Tabela 8 - Quantidade produzida e participações relativa e acumulada de carvão da
extração vegetal, dos 20 maiores municípios produtores e respectivas
Carvão vegetal Participações Municípios produtores e respectivas Unidades da Federação Quantidade produzida (t)
Unidades da Federação, em ordem decrescente - 2010
Lenha da extração vegetal
A lenha obtida na extração vegetal, além de ter sua produção afetada pela
fi scalização, vem sendo substituída em alguns estados pelo gás liquefeito de petróleo,
GLP, o que vem contribuindo também para a queda na quantidade produzida.
O maior estado produtor, responsável por 24,0% da produção nacional (38 207 117 m³),
é a Bahia, com uma produção de 9 263 509 m³, seguido por Ceará (4 525 067 m³), Pará
(3 488 608 m³), Maranhão (2 796 131 m³) e Mato Grosso (2 122 237 m³). Juntos, estes
estados contribuíram com 58,0% do total registrado. O principal município produtor
é Xique-Xique, na Bahia. No ranking dos 20 maiores municípios produtores, fi guram
como primeiro colocado: Oriximiná, no Pará; Santa Cruz, em Pernambuco; Chapadinha,
no Maranhão; e Cruzeiro do Sul, no Acre (Tabela 9).
Jerumenha (15 542 toneladas), no Piauí; Aquidauana (31 440 toneladas), Ribas do
Rio Pardo (25 000 toneladas), Porto Murtinho (18 000 toneladas), Campo Grande
(18 000 toneladas) e Caracol (16 000 toneladas), em Mato Grosso do Sul; Grajaú
(30 950 toneladas), Parnarama (20 003 toneladas) e Buriticupu (17 034 toneladas), no
Maranhão; Baianópolis (26 158 toneladas) e Riachão da Neves (20 581 toneladas),
na Bahia; Marabá (24 000 toneladas) e Itupiranga (18 860 toneladas), no Pará; João
Pinheiro (21 345 toneladas) e Buritizeiro (15 220 toneladas), em Minas Gerais; e General
Carneiro (15 100 toneladas), no Paraná (Tabela 8).
2ELATIVA !CUMULADA Brasil 38 207 117 100,0 8IQUE 8IQUE 3ERRA 2IACHO "OM *ABORANDI 0ARATINGA /RIXIMINÖ 3A¢DE 3ANTA 3¤TIO !LAGOINHAS #HAPADINHA "AIâO #ACUL£ *URUTI #RUZEIRO 3âO /URICURI 4APAUÖ #ENTRAL &ONTE
Tabela 9 - Quantidade produzida e participações relativa e acumulada de lenha da
extração vegetal, dos 20 maiores municípios produtores e respectivas
,ENHA 0ARTICIPAÀµES -UNIC¤PIOS E 5NIDADES 1UANTIDADE M
Unidades da Federação, em ordem decrescente - 2010
Madeira em tora da extração vegetal
A madeira em tora, objeto de intensa fi scalização, é o produto madeireiro que
apresentou a maior queda na produção em 2010. Dos 12 658 209 m³ registrados na
PEVS 2010, o Pará participou com 5 763 823 m³, caracterizando-se como o principal
estado produtor. O segundo maior estado produtor foi Mato Grosso, com 2 124 346 m³,
seguido por Rondônia (1 511 456 m³) e Bahia (1 052 983 m³). Em conjunto, estes estados
participaram com 82,6% do total nacional.
Treze dos 20 municípios maiores produtores de madeira em tora da extração
vegetal se encontram no Pará, onde se destaca o Município de Baião com uma
produção de 628 347 m³. Em Rondônia, encontram-se dois municípios, sendo Porto
Velho (444 379 m³) o de maior produção. Riacho de Santana (300 335 m³) e Serra do
Ramalho (177 265 m³) são os municípios representantes da Bahia. Completando o
ranking, encontram-se três municípios em Mato Grosso, sendo Juara (267 542 m³) o
2ELATIVA !CUMULADA Brasil 12 658 209 100,0 "AIâO 0ORTEL !LMEIRIM 0ORTO 2IACHO 0ARAGOMINAS *UARA /EIRAS 0ACAJÖ #UJUBIM 4AIL½NDIA $OM !LTAMIRA 5RUARÖ 5LIANPOLIS #OLNIZA 3ERRA .OVO 3ANTANA .OVA &ONTE
Tabela 10 - Quantidade produzida e participações relativa e acumulada de
madeira em tora da extração vegetal, dos 20 maiores municípios produtores e
-ADEIRA 0ARTICIPAÀµES -UNIC¤PIOS E 5NIDADES 1UANTIDADE M
respectivas Unidades da Federação, em ordem decrescente - 2010
Produção madeireira da silvicultura
A demanda por produtos fl orestais vem crescendo dia a dia, seja para atender
às necessidades da indústria de papel, celulose, moveleira, caixotaria e outras tantas
que dependem da matéria-prima fl orestal para transformação, ou seja, como fonte
energética para uso na indústria, na prestação de serviços e no uso doméstico.
A forte pressão que os órgãos ambientais exercem no sentido de coibir a retirada
de produtos das fl orestas nativas, aliada aos motivos acima citados, desenham o
quadro demonstrado nos resultados da pesquisa: crescimento de todos os produtos
madeireiros da silvicultura.
Carvão vegetal da silvicultura
A produção de carvão vegetal totalizou 3 448 210 toneladas em 2010,
apresentando um aumento de 1,6% em relação ao ano anterior. A necessidade de
suprir o grande número de siderúrgicas instaladas no estado, faz de Minas Gerais
o maior produtor nacional, com 2 798 653 toneladas e Felixlândia o município que
apresenta a maior produção (232 195 toneladas). No ranking dos 20 maiores municípios
produtores, apenas dois não são mineiros: Alcobaça (42 058 toneladas) e Entre Rios
(41 463 toneladas), ambos do Estado da Bahia (Tabela 11).
2ELATIVA !CUMULADA Brasil 3 448 210 100,0 &ELIXL½NDIA *OâO ,ASSANCE )TAMARANDIBA #URVELO 2IO 5BERL½NDIA "URITIZEIRO -ARTINHO 4RäS 6AZANTE -ORRO 0OMP£U -ONTES 4URMALINA 0RATA 1UARTEL !LCOBAÀA %NTRE "OM &ONTE
Tabela 11 - Quantidade produzida e participações relativa e acumulada de madeira
em carvão vegetal da silvicultura, dos 20 maiores municípios produtores e respectivas
#ARVâO
0ARTICIPAÀµES -UNIC¤PIOS
E
5NIDADES 1UANTIDADET
Unidades da Federação, em ordem decrescente - 2010
Lenha da silvicultura
A quantidade de lenha obtida, em 2010, foi de 49 058 232 m³ (18,5% superior ao
ano anterior). Deste total, 93,0% estão concentrados nas Regiões Sudeste e Sul. O maior
produtor é o Rio Grande do Sul (14 127 269 m³), seguido por Paraná (11 300 033 m³),
Santa Catarina (8 097 378 m³), São Paulo (6 662 921 m³) e Minas Gerais (4 898 201 m³).
Salto do Itararé , no Paraná, é o município que mais produziu em 2010 (1 125 000 m³).
O maior município produtor em Santa Catarina é Arvoredo (972 000 m³); no Rio Grande
do Sul é Santa Cruz do Sul (767 930 m³); em São Paulo é Itapetininga (695 400 m³); e
em Minas Gerais é Três Marias (592 833 m³).
Madeira em tora para papel e celulose
A produção de madeira em tora para papel e celulose, em 2010, foi de
69 778 615 m³, o que signifi cou um crescimento de 6,6% em relação ao ano de 2009.
O bom desempenho do mercado editorial brasileiro, o aumento na produção de papel
para embalagens e as exportações de papel e de celulose, que tiveram aumentos
em relação ao ano anterior de 3,3% e 1,8%, respectivamente, impulsionaram o setor
durante 2010
2O principal estado produtor é São Paulo, onde se encontram 30,0% das fábricas
de papel e 32,0% das de celulose no Brasil. Sua produção, em 2010, foi de 17 212 783 m³.
O segundo maior produtor é a Bahia, com 14 707 593 m³, seguido por Santa Catarina
(9 665 503 m³), Paraná (8 402 843 m³), Espírito Santo (5 981 864 m³), Minas Gerais
(5 474 484 m³), Mato Grosso do Sul (4 287 630 m³), Rio Grande do Sul (2 398 114 m³)
e Pará (1 495 400 m³).
Caravelas, na Bahia, é o município que apresentou a maior produção, em 2010,
com 2 299 345 m³, seguido por Conceição da Barra (2 281 334 m³), no Espírito Santo, e
Mucuri (2 050 254 m³) também na Bahia. O principal município produtor de São Paulo
é Itapetininga (2 040 600 m³); em Mato Grosso do Sul é Três Lagoas (1 938 487 m³);
em Santa Catarina é Otacílio Costa (1 726 800 m³); no Paraná é Telêmaco Borba
(1 553 531 m³); e no Pará é Almeirim (1 495 400 m³) (Tabela 13).
2 Dados da Associação Brasileira de Celulose e Papel - BRACELPA. Para informações complementares, consultar o endereço: <http://www.bracelpa.org.br>. 2ELATIVA !CUMULADA Brasil 49 058 232 100,0 3ALTO !RVOREDO 3ANTA "UTIÖ 4ELäMACO )TAPETININGA %NCRUZILHADA 4RäS 0ANTANO !RAPOTI 5BERL½NDIA 3âO #ARLPOLIS &ELIXL½NDIA 0AVERAMA 3ACRAMENTO #IANORTE )BI¢NA )TABERÖ 4OMAZINA &ONTE
Tabela 12 - Quantidade produzida e participações relativa e acumulada de lenha da
silvicultura, dos 20 maiores municípios produtores e respectivas
,ENHA
0ARTICIPA˵ES
Unidades da Federação, em ordem decrescente - 2010
-UNIC¤PIOSE 5NIDADES
1UANTIDADE M
2ELATIVA !CUMULADA Brasil 69 778 615 100,0 #ARAVELAS #ONCEIÀâO -UCURI )TAPETININGA 4RäS .OVA 3ANTA /TAC¤LIO 3ELV¤RIA 4ELäMACO !LMEIRIM 3âO -AFRA !RACRUZ !LCOBAÀA 'ENERAL #APâO ,EBON "RASIL½NDIA %NTRE &ONTE
Tabela 13 - Quantidade produzida e participações relativa e acumulada de madeira
em tora para papel e celulose, dos 20 maiores municípios produtores e respectivas
-ADEIRA 0ARTICIPAÀµES -UNIC¤PIOS E 5NIDADES 1UANTIDADE M
Unidades da Federação, em ordem decrescente - 2010
Madeira em tora para outras fi nalidades
O Paraná é o maior estado produtor de madeira em tora para outras fi nalidades,
com uma produção de 15 444 468 m³ de um total de 45 962 916 m³ produzidos no Brasil,
que apresentou um aumento de 10,2% em relação ao ano de 2009. O segundo estado a
se destacar é Santa Catarina com 8 965 814 m³, seguido por São Paulo (8 952 989 m³),
Rio Grande do Sul (4 995 384 m³) e Minas Gerais (3 407 721 m³).
Os principais municípios produtores são: Itapetininga, em São Paulo
(1 740 500 m³); Porto Grande, no Amapá (1 317 548 m³); General Carneiro (1 284 000 m³)
e Telêmaco Borba (1 255 893 m³), no Paraná; e Estrela do Sul (1 168 883 m³), em Minas
Gerais. No Rio Grande do Sul, o principal município produtor é Taquari (684 000 m³);
em Mato Grosso do Sul é Ribas do Rio Pardo (550 000 m³); e em Santa Catarina é
Caçador (530 000 m³) (Tabela 14).
Relativa (%) Acumulada Brasil 45 962 916 100,0 Itapetininga - SP 1 740 500 3,8 3,8 Porto Grande - AP 1 317 548 2,9 6,7 General Carneiro - PR 1 284 000 2,8 9,5 Telêmaco Borba - PR 1 255 893 2,7 12,2 Estrela do Sul - MG 1 168 883 2,5 14,7 Lençóis Paulista - SP 934 614 2,0 16,8 Cerro Azul - PR 900 000 2,0 18,7 Cabrália Paulista - SP 823 480 1,8 20,5 Itatinga - SP 698 520 1,5 22,0 Taquari - RS 684 000 1,5 23,5 Sengés - PR 670 252 1,5 25,0 Lapa - PR 593 000 1,3 26,3 Doutor Ulysses - PR 590 000 1,3 27,6
Ribas do Rio Pardo - MS 550 000 1,2 28,8
Cambará do Sul - RS 540 205 1,2 29,9 Caçador - SC 530 000 1,2 31,1 Arapoti - PR 527 961 1,1 32,2 Antônio Olinto - PR 503 000 1,1 33,3 Botucatu - SP 496 373 1,1 34,4 Nanuque - MG 489 171 1,1 35,5
Fonte: IBGE,Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura 2010
Tabela 14 - Quantidade produzida e participações relativa e acumulada de madeira
em tora para outras finalidades, dos 20 maiores municípios produtores e respectivas
Madeira em tora para outras finalidades Participações Municípios produtores e respectivas Unidades da Federação Quantidade produzida (m3)
Principais produtos Quantidade (t)
Valor (1 000 R$)
Borrachas
Hévea (látex coagulado) 3 379 7 872
Hévea (látex líquido) 137 363
Gomas não elásticas
Maçaranduba 5 18 Sorva 2 3 Ceras Carnaúba (cera) 2 660 17 376 Carnaúba (pó) 18 802 86 227 Outras Fibras Buriti 465 1 693 Carnaúba 1 552 1 226 Piaçava 63 776 117 706 Outras 429 774 Tanantes Angico (casca) 193 97 Barbatimão (casca) 7 9 Outros 2 13 Oleaginosos Babaçu (amêndoa) 106 055 154 777 Copaíba (óleo) 580 4 908 Cumaru (amêndoa) 95 744 Licuri (coquilho) 4 307 3 623 Oiticica (semente) 37 14 Pequi (amêndoa) 5 786 10 688 Tucum (amêndoa) 517 746 Outros 514 954 Alimentícios Açaí (fruto) 124 421 179 378 Castanha de caju 4 030 4 774 Castanha-do-pará 40 357 55 194 Erva-mate 227 462 100 515 Mangaba (fruto) 722 1 213 Palmito 4 920 8 691 Pinhão 5 715 9 120 Umbu (fruto) 9 804 7 499
Aromáticos, medicinais, tóxicos e corantes
Ipecacuanha ou Poaia (Raiz) 6 385
Jaborandi (folha) 266 1 124 Urucu (semente) 14 33 Outros 297 482 Madeiras Carvão vegetal 1 502 997 650 614 Lenha (1) 38 207 117 624 293 Madeira em tora (1) 12 658 209 2 156 610 Pinheiro brasileiro Nó-de-pinho (1) 10 612 801 Árvores abatidas (2) 57 Madeira em tora (1) 87 610 Madeiras Carvão vegetal 3 448 210 1 685 924 Lenha 49 058 232 1 653 710 Madeira em tora 115. 741. 531 7 231 123
Para papel e celulose (1) 69 778 615 3 841 347
Para outras finalidades (1) 45 962 916 3 389 775
Outros produtos
Cascas de acácia-negra 107 171 9 586
Folhas de eucalipto 96 907 4 064
Resina 71 073 126 026
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Agropecuária, Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura 2010. (1) Quantidade declarada em m³. (2) Quantidade em 1 000 árvores.
Silvicultura
Tabela 1 - Quantidade e valor dos produtos da extração vegetal e da silvicultura,
segundo os principais produtos - Brasil - 2010
(continua) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Brasil 3 379 7 872 137 363 Norte 3 367 7 853 137 363 Rondônia 370 788 - -Acre 507 1 640 82 204 Amazonas 2 331 5 054 - -Roraima - - - -Pará 138 294 - -Amapá 21 78 55 159 Tocantins - - - -Nordeste 5 7 - -Maranhão - - - -Piauí - - - -Ceará - - -
-Rio Grande do Norte - - -
-Paraíba - - - -Pernambuco - - - -Alagoas - - - -Sergipe - - - -Bahia 5 7 - -Sudeste - - - -Minas Gerais - - - -Espírito Santo - - - -Rio de Janeiro - - - -São Paulo - - - -Sul - - - -Paraná - - - -Santa Catarina - - -
-Rio Grande do Sul - - -
-Centro-Oeste 7 13 -
-Mato Grosso do Sul - - -
-Mato Grosso 7 13 -
-Goiás - - -
-Distrito Federal - - -
-Tabela 2 - Quantidade e valor dos produtos da extração vegetal, por produtos,
segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2010
Grandes Regiões e
Unidades da Federação
Borracha Hévea
(continuação) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Brasil 5 18 2 3 Norte 5 18 2 3 Rondônia - - - -Acre - - - -Amazonas 5 18 2 3 Roraima - - - -Pará - - - -Amapá - - - -Tocantins - - - -Nordeste - - - -Maranhão - - - -Piauí - - - -Ceará - - -
-Rio Grande do Norte - - -
-Paraíba - - - -Pernambuco - - - -Alagoas - - - -Sergipe - - - -Bahia - - - -Sudeste - - - -Minas Gerais - - - -Espírito Santo - - - -Rio de Janeiro - - - -São Paulo - - - -Sul - - - -Paraná - - - -Santa Catarina - - -
-Rio Grande do Sul - - -
-Centro-Oeste - - -
-Mato Grosso do Sul - - -
-Mato Grosso - - -
-Goiás - - -
-Distrito Federal - - -
-Tabela 2 - Quantidade e valor dos produtos da extração vegetal, por produtos,
segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2010
Grandes Regiões e
Unidades da Federação
Gomas não elásticas
(continuação) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Brasil 2 660 17 376 18 802 86 227 0 0 Norte - - - - 0 0 Rondônia - - - -Acre - - - -Amazonas - - - -Roraima - - - -Pará - - - - 0 0 Amapá - - - -Tocantins - - - -Nordeste 2 660 17 376 18 802 86 227 - -Maranhão 42 332 506 6 927 - -Piauí - - 12 982 61 409 - -Ceará 2 225 14 792 5 267 17 704 - -Rio Grande do Norte 393 2 251 47 188 -
-Paraíba - - - -Pernambuco - - - -Alagoas - - - -Sergipe - - - - -Bahia - - - -Sudeste - - - - - -Minas Gerais - - - -Espírito Santo - - - -Rio de Janeiro - - - -São Paulo - - - -Sul - - - - - -Paraná - - - -Santa Catarina - - -
-Rio Grande do Sul - - -
-Centro-Oeste - - - - -
-Mato Grosso do Sul - - -
-Mato Grosso - - -
-Goiás - - -
-Distrito Federal - - -
-Tabela 2 - Quantidade e valor dos produtos da extração vegetal, por produtos,
segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2010
Grandes Regiões e Unidades da Federação Ceras Carnaúba Outras Cera Pó
(continuação) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Brasil 465 1 693 1 552 1 226 63 776 117 706 429 774 Norte 255 280 - - 2 230 3 156 333 571 Rondônia - - - - - - - -Acre - - - - - - - -Amazonas 0 1 - - 2 230 3 156 331 567 Roraima - - - - - - - -Pará 254 279 - - - - 2 4 Amapá - - - - - - - -Tocantins - - - - - - - -Nordeste 210 1 412 1 552 1 226 61 546 114 550 91 196 Maranhão 138 1 266 9 22 9 15 - -Piauí - - - - - - - -Ceará 4 7 1 473 1 180 - - 90 195 Rio Grande do Norte - - 71 24 - - - -Paraíba - - - - - - - -Pernambuco - - - - - - - -Alagoas - - - - - - - -Sergipe - - - - - - - -Bahia 69 139 - - 61 538 114 535 1 1 Sudeste - - - - - - 5 7 Minas Gerais - - - - - - - -Espírito Santo - - - - - - - -Rio de Janeiro - - - - - - 5 7 São Paulo - - - - - - - -Sul - - - - - - - -Paraná - - - - - - - -Santa Catarina - - - - - - - -Rio Grande do Sul - - - - - - -
-Centro-Oeste 0 1 - - - - -
-Mato Grosso do Sul - - - - - - - -Mato Grosso - - - - - - - -Goiás 0 1 - - - - - -Distrito Federal - - - - - - -
-Tabela 2 - Quantidade e valor dos produtos da extração vegetal, por produtos,
segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2010
Grandes Regiões e
Unidades da Federação
Fibras
(continuação) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Brasil 193 97 7 9 2 13 Norte 3 3 - - 2 13 Rondônia - - - - - -Acre - - - - - -Amazonas - - - - - -Roraima - - - - - -Pará 0 0 - - 2 13 Amapá - - - - - -Tocantins 3 3 - - - -Nordeste 191 94 7 9 - -Maranhão - - - - - -Piauí - - - - - -Ceará 2 1 - - - -Rio Grande do Norte 1 1 - - - -Paraíba - - - - - -Pernambuco 56 28 - - - -Alagoas 14 3 - - - -Sergipe - - - - - -Bahia 118 61 7 9 - -Sudeste - - - - - -Minas Gerais - - - - - -Espírito Santo - - - - - -Rio de Janeiro - - - - - -São Paulo - - - - - -Sul - - - - - -Paraná - - - - - -Santa Catarina - - - - - -Rio Grande do Sul - - - - -
-Centro-Oeste - - - - -
-Mato Grosso do Sul - - - - - -Mato Grosso - - - - - -Goiás - - - - - -Distrito Federal - - - - -
-Tabela 2 - Quantidade e valor dos produtos da extração vegetal, por produtos,
segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2010
Grandes Regiões e Unidades da Federação Tanantes Angico (casca) Barbatimão (casca) Outras
(continuação) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Brasil 106 055 154 777 580 4 908 95 744 4 307 3 623 Norte 666 846 579 4 862 95 744 - -Rondônia - - 12 229 - - - -Acre - - 0 2 - - - -Amazonas 12 13 538 4 284 - - - -Roraima - - - - - - - -Pará 28 44 28 348 95 744 - -Amapá - - - - - - - -Tocantins 626 788 - - - - - -Nordeste 105 389 153 931 0 6 - - 4 307 3 623 Maranhão 99 460 147 129 0 6 - - - -Piauí 5 223 6 027 - - - - - -Ceará 354 484 - - - - - -Rio Grande do Norte - - - - - - - -Paraíba - - - - - - - -Pernambuco - - - - - - - -Alagoas - - - - - - 68 53 Sergipe - - - - - - - -Bahia 352 291 - - - - 4 238 3 571 Sudeste - - - - - - - -Minas Gerais - - - - - - - -Espírito Santo - - - - - - - -Rio de Janeiro - - - - - - - -São Paulo - - - - - - - -Sul - - - - - - - -Paraná - - - - - - - -Santa Catarina - - - - - - - -Rio Grande do Sul - - - - - - -
-Centro-Oeste - - 2 39 - - -
-Mato Grosso do Sul - - - - - - - -Mato Grosso - - 2 39 - - - -Goiás - - - - - - - -Distrito Federal - - - - - - -
-Tabela 2 - Quantidade e valor dos produtos da extração vegetal, por produtos,
segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2010
Grandes Regiões e Unidades da Federação Oleaginosos Babaçu (amêndoa) Copaíba (oléo) Cumaru (amêndoa) Licuri (coquilho)
(continuação) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Brasil 37 14 5 786 10 688 517 746 514 954 Norte - - 423 1 334 17 23 484 844 Rondônia - - - -Acre - - - 232 80 Amazonas - - - - 16 22 239 637 Roraima - - - -Pará - - 420 1 328 1 1 13 128 Amapá - - - -Tocantins - - 3 6 - - - -Nordeste 37 14 3 446 6 035 500 724 30 110 Maranhão - - - - 150 449 24 100 Piauí - - - - 349 275 - -Ceará - - 3 121 5 533 - - 6 10
Rio Grande do Norte 37 14 - - -
-Paraíba - - - -Pernambuco - - 6 4 - - - -Alagoas - - - -Sergipe - - - -Bahia - - 319 498 1 0 - -Sudeste - - 1 724 2 993 - - - -Minas Gerais - - 1 724 2 993 - - - -Espírito Santo - - - -Rio de Janeiro - - - -São Paulo - - - -Sul - - - -Paraná - - - -Santa Catarina - - -
-Rio Grande do Sul - - -
-Centro-Oeste - - 192 326 - - -
-Mato Grosso do Sul - - -
-Mato Grosso - - 85 270 - - - -Goiás - - 107 56 - - -
-Distrito Federal - - -
-Tabela 2 - Quantidade e valor dos produtos da extração vegetal, por produtos,
segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2010
Grandes Regiões e Unidades da Federação Oleaginosos Oiticica (semente) Pequi (amêndoa) Tucum (amêndoa) Outros
(continuação) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Brasil 124 421 179 378 4 030 4 774 40 357 55 194 227 462 100 515 Norte 113 331 169 139 53 81 38 879 53 419 -Rondônia 408 608 - - 1 797 2 492 -Acre 1 674 924 - 12 362 14 083 -Amazonas 3 256 4 298 - 16 039 26 244 -Roraima - - - - 106 68 -Pará 106 562 161 826 53 81 8 128 10 129 -Amapá 1 427 1 477 - - 447 402 -Tocantins 3 5 - - - -Nordeste 11 090 10 240 3 977 4 693 - -Maranhão 10 930 9 999 13 19 - -Piauí - - - - - -Ceará - - 2 2 - -Rio Grande do Norte - - 4 5 - -Paraíba - - 398 476 - -Pernambuco 0 0 983 1 183 - -Alagoas - - - - - -Sergipe - - 309 374 - -Bahia 160 240 2 269 2 634 - -Sudeste - - - - - -Minas Gerais - - - - - -Espírito Santo - - - - - -Rio de Janeiro - - - - - -São Paulo - - - - - -Sul - - - - - - 227 187 100 479 Paraná - - - - - - 166 682 75 611 Santa Catarina - - - - - - 36 274 14 996 Rio Grande do Sul - - - - - - 24 231 9 873
Centro-Oeste - - - - 1 477 1 775 275 35
Mato Grosso do Sul - - - - - - 275 35 Mato Grosso - - - - 1 477 1 775 -Goiás - - - - - -Distrito Federal - - - - -
Tabela 2 - Quantidade e valor dos produtos da extração vegetal, por produtos,
segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2010
Erva-mate Grandes Regiões
e
Unidades da Federação
Açaí
(fruto) Castanha de caju Castanha-do-pará Alimentícios
(continuação) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Quantidade (t) Valor (1 000 R$) Brasil 722 1 213 4 920 8 691 5 715 9 120 9 804 7 499 Norte - - 4 856 8 530 - - 2 3 Rondônia - - 57 150 - - - -Acre - - - -Amazonas - - - 2 3 Roraima - - - -Pará - - 4 773 8 356 - - - -Amapá - - 25 23 - - - -Tocantins - - - -Nordeste 721 1 212 2 1 - - 9 537 7 245 Maranhão 1 2 - - - -Piauí - - - 92 69 Ceará 0 1 - - - - 39 41 Rio Grande do Norte 44 67 - - - - 185 167 Paraíba 99 102 - - - - 111 73 Pernambuco - - - 441 253 Alagoas 33 40 - - - - 46 20 Sergipe 401 803 - - - -Bahia 142 198 2 1 - - 8 624 6 622 Sudeste 1 1 6 12 631 1 711 264 252 Minas Gerais 1 1 - - 276 540 264 252 Espírito Santo - - 0 0 - - - -Rio de Janeiro - - - -São Paulo - - 6 12 355 1 171 - -Sul - - 0 0 5 084 7 409 - -Paraná - - - - 2 536 3 275 - -Santa Catarina - - - - 1 799 3 038 - -Rio Grande do Sul - - 0 0 749 1 096 -
-Centro-Oeste - - 56 148 - - -
-Mato Grosso do Sul - - -
-Mato Grosso - - 56 148 - - -
-Goiás - - -
-Distrito Federal - - -
Tabela 2 - Quantidade e valor dos produtos da extração vegetal, por produtos,
segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2010
Umbu (fruto) Pinhão Mangaba (fruto) Grandes Regiões e Unidades da Federação Palmito Alimentícios