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TÍTULO: CARACTERIZAÇÃO DOS CASOS DE VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E

ADOLESCENTES NOTIFICADOS NO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (CREAS), NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2016

TÍTULO:

CATEGORIA: CONCLUÍDO CATEGORIA:

ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS ÁREA:

SUBÁREA: SERVIÇO SOCIAL SUBÁREA:

INSTITUIÇÃO: FACULDADES INTEGRADAS DE BOTUCATU INSTITUIÇÃO:

AUTOR(ES): TATIANE MASCHETTI SILVA AUTOR(ES):

ORIENTADOR(ES): PRISCILA SALES PICOLI ORIENTADOR(ES):

COLABORADOR(ES): ALESSANDRA MASCHETTI SILVA, NILZA PINHEIRO DOS SANTOS COLABORADOR(ES):

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CARACTERIZAÇÃO DOS CASOS DE VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NOTIFICADOS NO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (CREAS), NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2016

RESUMO

Esta pesquisa teve como objetivo identificar os procedimentos e intervenções realizados nos casos de violência sexual contra criança e/ou adolescente antes e depois de notificados no Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), além de verificar as formas de abusos, os índices de violência sexual registrados no município e tipos de família. Foram analisados todos os documentos dos casos que ocorreram no primeiro semestre de 2016 e constamos que os casos de abuso se dá em crianças e adolescentes, na faixa etária de 6 a 14 anos de idade, na maioria do sexo feminino e em famílias pequenas, ou seja, onde existi apenas de um a duas criança. São famílias de baixa renda e em situações de vulnerabilidades. Quanto aos procedimentos e encaminhamentos, estes se dão na rede socioassistencial, mais especificamente, no CREAS, CRAS e Conselho Tutelar e Hospital das clinicas. Notamos que houve um aumento significativo dos casos no segundo semestre 2015 em relação ao primeiro semestre de 2016. Para tanto se faz necessário os serviços que realizam atendimento a essas demandas estarem preparados para dar subsidio as vítimas e aos familiares.

INTRODUCAO

A violência sexual embora seja um fenômeno antigo passou a ser reconhecida como um problema social apenas no século XX quando foi inserida no contexto dos Direitos Humanos pelas sérias consequências que ocasiona as vítimas como o comprometimento do desenvolvimento físico, psicológico e social.

Considerado pela Organização Mundial da Saúde como um fenômeno de maus-tratos na infância e na adolescência, o tema vem ganhando maior visibilidade na sociedade. Atualmente o debate inclui tanto a criança como sujeito de direitos, quanto as práticas educativas dos pais assim como o compromisso da comunidade em relação à prevenção e identificação dos casos.

Desta forma as consequências da violência para as vítimas podem se diversificar de acordo com as suas características sociais e afetivas, recebido por pessoas significativas e órgãos de proteção, até as características do abuso sexual em si.

Desde de 2006 o Programa Sentinela do Governo Federal passou a integrar o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) fazendo parte da Proteção Social Especial de Média Complexidade – Centro de Referência Especializado de

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Assistência Social (CREAS) que tem por objetivo a oferta de atendimento especializado a situações de violação de direitos, buscando promover orientações, apoio especializado e continuado de Assistência Social e o rompimento com a violência.

OBJETIVOS

-Identificar os procedimentos realizados nos casos de violência sexual contra criança e/ou adolescente antes e depois que notificados no Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS).

-Verificar as formas de abusos e os índices de violência sexual do município.

-Traçar o perfil socioeconômico demográfico das famílias identificadas.

ASPECTOS METODOLÓGICOS

Utilizou-se de pesquisa documental, sendo esta composta por quarenta e um casos de violência sexual contra criança e/ou adolescente registrados no Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) com abrangência total do município, que representam 100% dos casos registrados, no primeiro semestre de 2016.

A coleta de dados ocorreu por meio de levantamento de dados dos prontuários das crianças e adolescentes notificados ao Centro de Referência Especializado de Assistência Social, na coleta de informações sobre procedimentos e intervenções realizados nos casos de violência sexual contra criança e/ou adolescente antes e depois de notificados no Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), além de verificar as formas de abusos, os índices de violência sexual registrados no município.

DESENVOLVIMENTO

A Assistência Social é um direito do cidadão e dever do Estado, instituído pela Constituição Federal de 1988. A partir de 1993, com a publicação da Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS, é definida como Política de Seguridade

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Social, compondo o tripé da Seguridade Social, juntamente com a Saúde e Previdência Social.

A Assistência Social, diferentemente da previdência social, não é contributiva, ou seja, deve atender a todos os cidadãos que dela necessitarem. Realiza-se a partir de ações integradas entre a iniciativa pública, privada e da sociedade civil, tendo por objetivo garantir a proteção social à família, à infância, à adolescência, à velhice; amparo a crianças e adolescentes carentes; à promoção da integração ao mercado de trabalho e à reabilitação e promoção de integração à comunidade para as pessoas com deficiência e o pagamento de benefícios aos idosos e as pessoas com deficiência.

Em 2005, é instituído o Sistema Único de Assistência Social – SUAS, descentralizado e participativo, que tem por função a gestão do conteúdo específico da Assistência Social no campo da proteção social brasileira, sendo que em 6 de julho de 2011, é sancionada a Lei 12.435 garantindo a continuidade do SUAS. O Sistema organiza as ações da assistência social em dois tipos de proteção social, dentre elas a básica e a especial. (Brasil,2016c)

Em 13 de Julho de 1990, foi promulgado o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), uma conquista social inegável que hoje, após 26 anos de implantação, observamos que ainda sofre resistências quanto a sua natureza e aplicabilidade. Considerar o Estatuto implica em valorizar, redimensionar e assegurar à criança e ao adolescente o direito à vida digna de um cidadão em formação e desenvolvimento.

De acordo com o que está previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente o atendimento especializado para crianças e adolescentes vítimas de violência, deve ocorrer dentro dos Centros De Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) os quais são integrantes do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), onde constitui-se da Proteção Social Especial de Média Complexidade devendo promover aos indivíduos e famílias que tem os seus direitos violados, orientações, o apoio especializado e continuado de Assistência Social dinamizado por meio de equipe multidisciplinar.

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No município o atendimento a criança e ao adolescente vítimas de violência sexual se realizam por meio do Protocolo denominado VVS ( Vítimas de Violência Sexual) , os quais fazem parte a Delegacia de Defesa da Mulher, o Conselho Tutelar, o Hospital das Clínicas e o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) com a finalidade de garantir acesso a atendimento e o rompimento com a violência.

Existem diversas formas de violência, inclusive as de procedência do âmbito familiar, as quais não possuíam visibilidade, sendo que atualmente o tema ganhou maior ênfase na sociedade envolvendo toda a população a repensar as práticas da violência utilizadas contra a criança e o adolescente e as etapas do desenvolvimento infanto-juvenil, promovendo a efetivação da proteção integral.

A violência sexual é considerada uma violação de direitos humanos, que se estrutura no estabelecimento de relações de desigualdade e de poder apresentando dinâmica arbitrária entre agressor, criança e adolescente, envolvendo toda a família.

Essa violência acontece em todas as classes sociais, independentemente de gênero, de raça e de etnia. Segundo Rouyer (1997, p. 63), não há estudos prospectivos sobre as consequências que crianças vítimas de violência sexual apresentarão na idade adulta. Para Rouyer, essas reações podem acontecer de forma tardia, manifestando-se, comumente, em distúrbios da sexualidade e da parentalidade.

Para AZAMBUJA, 2011):

A dependência que a criança apresenta em relação aos adultos e a pouca visibilidade que a violência intrafamiliar costuma apresentar são fatores que contribuem para seus elevados índices Entre todas as formas de violência, a sexual é a que traz maiores dificuldades de manuseio, tanto por parte das famílias quanto pelos profissionais que estão envolvidos com as suas consequências não só por parte da família como também dos profissionais que se envolvem com suas consequências. As sequelas que dela decorrem costumam cobrar alto preço, que acompanha o desenvolvimento da vítima ao longo da vida e não raro se transmite às gerações futuras. Na nossa cultura, a atenção à violência sexual costuma aparecer quando o fato já ocorreu e seus danos se fazem presentes. Nessa circunstância, os esforços, embora possam ser grandes, são sempre paliativos, pois tratam os sintomas, sem atacar suas causas (AZAMBUJA, 2011:138).

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Nos dias de hoje, o trabalho realizado com as crianças/adolescentes vítimas de violência sexual não está voltado prioritariamente para os cuidados da saúde social, física e emocional e mesmo com todos os esforços mobilizados a esta questão a violação de direitos causa um grande prejuízo a infância e a sociedade.

RAMIREZ (2011) apud Gomes (1994), por sua vez, indica que as marcas decorrentes dessas situações aparecem em relatos, com agravos no campo da saúde mental evidenciados, em alguns casos, por profundo comprometimento emocional, insegurança, medo e baixa autoestima.

Outra consideração relevante é a importância de se considerar qualquer ação voltada a prevenção, de enfrentamento ou de atendimento em situações de violência sexual intrafamiliar ou incestuosa, considerada quando ocorre a violência sexual por alguma pessoa com parentesco com a vítima, deve se atentar que ao tratar o fenômeno que ocorre na família, envolve todos os membros desta. Assim coloca-se a importância do atendimento não somente a criança/adolescente mas sim aos membros que nelas fazem parte com a finalidade de promover o rompimento com a violência e transformação de postura da família frente ao fenômeno.

RESULTADOS

Gráfico 01–Referente a idade das crianças que sofreram abuso sexual, quantidade

de crianças do sexo feminino e masculino residentes na casa, idade do responsável e idade do abusador.

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Fonte:Pesquisa documental realizada no CREAS no mês de agosto de 2016.

Verificamos que 48,78% das crianças que sofreram abuso tem de 6 a 10 anos e 26,83% tem de 11 a 14 anos de idade; Em relação a quantidade de crianças do sexo feminino, 19,51% não tem e 36,59% tem 1 criança; Quanto a crianças do sexo masculino, 34,15% não tem e 36,59% tem 1 criança; 60,98% dos responsáveis tem de 30 a 59 anos de idade; Referente a idade do abusador, 36,59% tem de 3 a 15 anos e 24,39% tem de 30 a 59 anos.

Podemos constatar, que as crianças que sofreram abuso estão na faixa etária em que já sabem se expressar e denunciar o abuso sofrido, embora ainda não tenham entendimento quanto ao significado do abuso. Com relação ao número de crianças verificamos que a maioria tem apenas uma criança, os pais estão numa faixa etária na qual se espera maturidade e proteção aos filhos, sendo que parte dos identificados como abusador estão na mesma faixa etária, mas o que nos causa estranheza, é o fato de se denunciar uma crianças de 3 anos como abusador, quando na realidade pode ser visto apenas como curiosidade infantil.

48,78 26,83 19,51 36,59 34,15 36,59 60,98 36,59 24,39

IDADE DAS CRIANÇAS QUE SOFRERAM ABUSO

QUANTIDADE DE CRIANÇAS DO SEXO FEMININO NA CASA QUANTIDADE DE CRIANÇAS DO SEXO MASCULINO NA CASA IDADE DO RESPONSÁVEL

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Gráfico 02 – Referente ao sexo dos abusados, formas de abuso, escolaridade da

criança abusada, escolaridade do responsável e revelação do segredo.

Fonte:Pesquisa documental realizada no CREAS no mês de agosto de 2016.

Constatamos que 80,49% das crianças que sofrem abuso sexual são do sexo feminino; Quanto a forma de abuso, 39,02% foram intrafamiliar e extrafamiliar respectivamente; 73,17% das crianças estão cursando o ensino fundamental; Referente a escolaridade dos responsáveis, 31,71% não informaram e 24,39% possuem o ensino fundamental completo; 31,71% das crianças abusadas revelaram o segredo para a mãe e 14,63% revelaram para o(a) irmã(o).

Podemos constatar que os abuso acontecem tanto no seio da família como extrafamiliar, e a maioria das vítimas são do sexo feminino, estão frequentando o ensino fundamental, sendo que a escolaridade dos responsáveis, muitos não informaram e dos que responderam possuem o ensino fundamental completo, e quanto a revelação do abuso sofrido, a criança na sua maioria reportam a mãe ou a(o)s irmã(os), ficando claro a a figura do pai não é referenciada 80,49 39,02 39,02 73,17 31,71 24,39 31,71 14,63

SEXO DOS ABUSADOS

FORMAS DE ABUSO ESCOLARIDADE DA CRIANÇA ESCOLARIDADE DO RESPONSÁVEL REVELAÇÃO DO SEGREDO

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Gráfico 03 – Referente ao procedimento/protocolo de VVS, ações/

encaminhamentos do CREAS, programas sociais em que a família da criança abusada está inserida, região de residência da família, renda familiar mensal e mês de registro do caso.

Fonte:Pesquisa documental realizada no CREAS no mês de agosto de 2016.

Verificamos que em relação ao protocolo de VVS, 29,93% foram referenciados ao Centro de Referência Especializado de Assistência Social , 24,82% ao Hospital das Clínicas e ao Conselho Tutelar, respectivamente; Quanto aos encaminhamentos realizados pelo CREAS, 17,76% foram encaminhados ao CRAS, 15,87% a atendimento psicológico e 15,34% a atendimento social as famílias; Em relação aos programas sociais, 42% das famílias estão inseridas no Cadastro Único e 18% no Bolsa Família; 43,90% das famílias residem na região Oeste e 24,39% na região Norte do munícipio; Quanto a renda familiar mensal, 34,15% não informaram e 31,71% tem renda menor ou igual a 1 salário mínimo; Referente ao mês de registro do caso de abuso, 11,26% ocorreram em março e 9,21% em maio de 2016.

Podemos verificar que os meses de maior incidência de registro de violência sexual foram os de março e maio, sendo que o procedimento de comunicação dos casos de violência sexual, foram tanto ao Centro de Referência Especializado de Assistência Social-CREAS, ao Conselho Tutelar como Hospital das Clinicas; já em relação aos encaminhamento realizados pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social-CREAS, foram realizadas ao Centro de referência de Assistência Social-CRAS, ao atendimento psicossocial da criança e o atendimento

29,93 24,82 24,82 17,46 15,87 15,34 42,00 18,00 43,90 24,39 34,15 31,71 11,26 9,21 PROCEDIMENTOS/PROT OCOLO DE VVS AÇÕES/ENCAMINHAME NTOS DO CREAS PROGRAMAS SOCIAIS QUE A FAMÍLIA ESTÁ INSERIDA REGIÃO DE RESIDÊNCIA RENDA FAMILIAR (N◦ S.M.) MÊS DE REGISTRO (2016)

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individual e social das famílias. São famílias de baixa renda, em situação de vulnerabilidade social e estão inscritas no Cadastro Único e Bolsa Família.

Gráfico 04 – Referente ao número de casos de abuso sexual contra a criança e

adolescente registrados no CREAS no primeiro semestre de 2015 e 2016.

Fonte:Pesquisa documental realizada no CREAS no mês de agosto de 2016.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O trabalho realizado para o atendimento as vítimas de violência sexual (VVS), requer muito envolvimento da equipe multidisciplinar e dos órgãos que fazem parte do protocolo de atendimento, para desmistificar a abrangência de cada caso, em particular, pois cada indivíduo tem sua especificidade em relação a realidade social a qual está inserido.

Podemos notar que a região de grande vulnerabilidade social demonstrou com maiores índices de violência. Para tanto, o trabalho permitiu realizar o levantamento dos casos no último semestre, na qual constatou que as vítimas de violência sexual são crianças e adolescentes em idade escolar, do sexo feminino, que possui condições de verbalizar a violência, apesar da mesma ter uma significativa participação dos familiares os mesmo também apresentam como sujeitos que possibilitam a denúncia em casos que possivelmente são percebidos ou quando esse “segredo” é revelado a eles.

36 41

QUANTIDADE DE CASOS REGISTRADOS NO

CREAS

2015

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FONTES CONSULTADAS

AZAMBUJA, Maria R. F. de. A justiça criminal e a proteção da criança, in Revista do Ministério Público do RS, n. 68, jan. 2011 – abr. 2011, p. 135-156, Porto Alegre. Disponívelhttp://www.amprs.org.br/arquivos/revista_artigo/arquivo _1312316928. pdf Acesso em 15 de julho de 2016

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil, 1988 disponível em http://www.trtsp. jus.br/legislação/ constituição-federal-emendas, Acesso em 19 de agosto de 2016.a

BRASIL. Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA. Disponível em http://www. planalto.gov.br /ccivil_03/leis/L8069Compilado.htm.Acesso em 10 de agosto de 2016b

BRASIL, Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Disponível em http://www.

mds.gov.br/suas. Acesso em 10 de agosto de 2016c

RAMIREZ, Carlos E.N. PEDAGOGIA E GOVERNAMENTALIDADE: ou Da Modernidade como uma sociedade educativa, Belo Horizonte: Autentica Editora Ltda., 2011

ROUYER, M. As crianças vítimas: consequências a curto e médio prazo. In: GABEL, M. Crianças vítimas de abuso sexual. São Paulo: Summus, p. 62-71, 1997

Referências

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