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2.0 PROC.S CONF. - FUND.S MET.S 16.2

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(1)

FUNDAMENTOS

METALÚRGICOS DA

CONFORMAÇÃO

(RESUMO)

Prof.: M.Sc. Antonio Fernando de Carvalho Mota

Aço Duplex Soldagem por fricção com mistura

(2)

Processos de Conformação Plástica

Conformação Plástica a frio

Temperatura de

Recristalização

Conformação Plástica a quente

(3)
(4)

INFLUÊNCIA DO PERCENTUAL DE TRABALHO A FRIO NA TEMPERATURA DE RECRISTALIZAÇÃO

Critical deformation

Percent cold work

R ec ry ta liz at io n t em p er at u re ( °C )

(5)

TEMPERATURA DE RECRISTALIZAÇÃO

METAL INICIO DE RECRISTALIZAÇÃO (°C)

Pb, Sn 0 Zn 10 Al, Cu, Au 200 Fe 400 Ni 600 Mo 900 W 1200 Temperatura de forjamento: Aço carbono 800°C – 1.100°C Aço rápido 900°C – 1.100°C

(6)

LAMINAÇÃO A QUENTE

LAMINAÇÃO A QUENTE: Thomologa = Ttrabalho  0,6 Tfusão D ef . p st ic a R ec u p er ão R ec ri st al iz ão C re sc im en to d e g o

a) Trabalho a frio b) Recuperação c) Recristalização

(7)

Para anular os efeitos do

encruamento e voltar a ter as propriedades anteriores à

deformação plástica deve-se fazer um tratamento térmico chamado de recozimento para recristalização que possui 3 etapas:

Recuperação: ocorre um alívio de

parte das tensões internas.

Recristalização: (temperatura

entre1/3 e 1/2 da temperatura

absoluta de fusão, em K ) Nucleiam novos grãos no material com a forma anterior à deformação e as

propriedades mecânicas voltam aos valores originais

Crescimento de grãos: Após a

recristalização estar completa, os novos grãos continuarão a crescer, prejudicando as propriedades

mecânicas e a resistência ao choque

(8)
(9)

LAMINAÇÃO A QUENTE

VANTAGENS

Menor esforço mecânico para uma mesma quantidade de deformação, exigindo máquinas de menor

capacidade que no trabalho a frio.

Refina a estrutura do metal, melhora a tenacidade, elimina porosidades e

segrega impurezas comprimindo-as na forma de fibras, com orientação

definida, aumentando a resistência na direção de laminação.

Devido a contínua recristalização, deforma mais profundamente o material.

(10)

LAMINAÇÃO A QUENTE

DESVANTAGENS

Exige ferramental (cilindros,

matrizes, dispositivos de adaptação

e outros) de material de boa

resistência ao calor, o que pode afetar o custo da operação.

Formação de casca de óxido,

devido às elevadas temperaturas envolvidas.

Não permite obtenção de

dimensões dentro de estreitas tolerâncias.

(11)

LAMINAÇÃO À QUENTE

11

Bitola Americana: MSG = U. S. Manufacturer’s Stander Gauge Peso especifico do aço = 7,84 g/cm3

(12)

INFLUÊNCIA DO TRABALHO A FRIO

Laminação a frio

Endurecimento por

(13)

LAMINAÇÃO A FRIO

13

VANTAGENS

Permite melhor acabamento superficial e obtenção de

melhores tolerâncias dimensionais.

Deforma a estrutura em maior ou menor profundidade, conforme a extensão do trabalho e, com isso, permitindo alterar sensivelmente as propriedades mecânicas:

(14)

LAMINAÇÃO A FRIO

DESVANTAGENS

Diminuição da ductilidade. Defeitos como: casca de

laranja e linhas de Lüder ou de distensão.

Equipamento de maior capacidade e rigidez,

resultando em custo mais elevado.

(15)

CHAPAS FINAS A FRIO

15

Bitola Americana;

MSG = U. S. Manufacturer’s Stander Gauge

(16)
(17)

Placas Blocos Tarugos

Chapas

Folhas Tubos

Perfis Trilhos Barras

Barras Trefilados Tubos LAMINAÇÃO A QUENTE LAMINAÇÃO A FRIO

(18)

Deformação a frio versus resistência de

aços carbono laminados

(19)

APLICAÇÃO

Necessita-se de uma barra de latão 70-30 com um diâmetro de 5,4mm, uma resistência de mais de

42kgf/mm2 e uma elongação de mais de 20%.

A barra deve ser obtida a partir de uma outra maior, cujo diâmetro é de 8,9mm.

Especificar as etapas de processamento necessárias para a obtenção da barra de 5.4mm.

19

Processo de Conformação

Plástica ?

(20)

RESPOSTAS - LATÃO 70Cu-30Zn

Para atender uma resistência de mais de 42kgf/mm2 :

Deformação a frio > 15%

(21)

RESPOSTAS - LATÃO 70Cu-30Zn

Para atender uma elongação de mais de 20% : Deformação a frio < 23%

(22)

Deformação a frio > 15% para a Resistência Deformação a frio < 23% para o alongamento

Valor médio = (23 + 15)/2 = 38/2 = 19  20%

Portanto, na última etapa deve-se provocar 20% de deformação a frio.

Fórmula da Redução de Área, RA (%) = (Ai - Af )100 Ai

22

(23)

RESPOSTAS - LATÃO 70Cu-30Zn

Cálculo do diâmetro anterior a 5,4mm para obter 20% deformação plástica a frio:

DF = Redução de Área por Deformação Plástica a Frio

DF = (di2 – df2) 100 20% = (di2 – 5,42) 100 di = 6,0mm

di2 di2

Faz-se a redução de 8,9mm para 6,0mm ou por deformação a

quente ou por um ou mais ciclos de deformação a frio e recozimento.

A barra deve ser recozida com um diâmetro de 6,0mm.

Finalmente, por trabalho a frio, reduz-se de 6,0mm para 5,4mm.

(24)
(25)

VARIÁVEIS METALÚRGICAS

VARIÁVEIS METALÚRGICAS

MECANISMOS DE ENDURECIMENTO (Strengthening Mechanisms)

(26)
(27)
(28)

CRITÉRIOS DE ESCOAMENTO

a- Tensão necessária para causar 0,2% de deformação plástica. (Teoria da máxima tensão axial)

1 = Y (tração pura); Y = Limite de escoamento

b- Critério de Tresta (1865):

(Teoria da máxima tensão cisalhante)

máx. = (1 - 3)/2 = Y

c- Critério de Von Misses:

(Teoria da máxima energia de distorção) Y =

2 G = E/2(1 + );

 

adm = LE/NY ou LR/NLR

Tresta  critério da máxima

(29)

Struttura metallurgica di un cordone di

saldatura rapportato al diagramma Fe3C

Zona Fundida Zona de Ligação Zona Afetada pelo Calor Metal de Base

Temperatura

(30)

Esempio di schema di raccolta punti durezza Microdureza

Dureza Vickers

(31)
(32)

TUBOS SOLDADOS

COMAFAL – COMERCIO E INDUSTRIA DE FERRO E AÇO LTDA

(33)
(34)

ENSAIO DE ACHATAMENTO (TUBO DE SEÇÃO CIRCULAR)

Determina a qualidade da solda quanto a sua ductilidade e resistência

(35)

VARIÁVEIS METALÚRGICAS

1- Endurecimento por Solução Sólida (Sólid-Solition Hardening)

(36)

VARIÁVEIS METALÚRGICAS

2- Endurecimento por Deformação Plástica a Frio (Strain Hardening)

36

PR

(37)

VARIÁVEIS METALÚRGICAS

ENDURECIMENTO POR REFINO DE GRÃO (GRAIN REFINING) Eq. Hall e Petch

e

=

0

+ k

y

.d

-1/2

Onde, e = Limite de Escoamento

0 e ky são constantes do material

d = Diâmetro médio dos grãos em mm.

Obs.: O Refino de Grão aumenta simultaneamente a Resistência e a Ductilidade

37

(38)

TAMANHO DE GRÃO – PRINCIPAL VARIÁVEL METALÚRGICA

MEDIÇÃO DO TAMANHO DE GRÃO (T.G.):

OU

N = 2

n-1

onde:

N = número de grãos/ pol2 com aumento de 100 vezes

n ou G= número de Tamanho de Grão ASTM (1  n  12)

Determinação do TG através da análise de imagem

(39)

AUSTENITA

MARTENSITA

TRANSFORMAÇÃO ALOTRÓPICA COM AUMENTO DE VOLUME,

que leva à concentração de tensões

VARIÁVEIS METALÚRGICAS

4 – Endurecimento por reação Martensítica (MARTENSITE REACTIONS)

de face centrada

(40)

5- ENVELHECIMENTO

Endurecimento devido a partículas finas ou Envelhecimento (Precipitation Hardening)

Estágios da passagem de uma Discordância entre duas Partículas de Precipitado

Mecanismo de Orowan para a interação de discordâncias com partículas incoerentes.

(41)
(42)

ENGENHARIA DE MATERIAIS

(43)

43

Variáveis importantes na determinação das propriedades dos produtos Laminados a Quente

(44)
(45)

GRAFENO, O MATERIAL DO FUTURO

(46)
(47)
(48)

GRAFENO, O MATERIAL DO FUTURO

(49)

Roberta Ramalho, a jovem de 22 anos que comanda um dos maiores estaleiros

do Brasil

 Aos 15 anos, amadureceu rapidamente

após a morte do pai para assumir o desafio de comandar o Intermarine, um dos

maiores estaleiros da América Latina

Referências

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