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(1)

Teoria dos Dispositivos

Semicondutores

Semicondutores

Prof. Gustavo Oliveira Cavalcanti

[email protected]

(2)

Estudo dos dielétricos



Dielétrico

• É um material no qual é possível armazenar energia pela aplicação de um campo elétrico, sendo esta energia reversível quando o

campo é removido.

• A armazenagem de energia é recuperável por ocasião da remoção do campo.

ocasião da remoção do campo.

(3)



Forma de apresentação do dielétricos

• Estado gasoso

 Ar, hidrogênio, nitrogênio, dióxido de carbono,

SF6 (Hexafluoreto de Enxofre ) • Estado líquido

Óleos minerais derivados do petróleo, fluidos

Estudo dos dielétricos

 Óleos minerais derivados do petróleo, fluidos

sintéticos (ascarel), fluidos de silicone • Estado sólido

 Aplicados no estado líquido ou pastoso

 Resinas, (polímeros), betumes, ceras, vernizes, massa compound (adesivo epoxi).

 Aplicados no estado sólido

 Materiais fibrosos (papel, papelão, seda, algodão), micas, borrachas sintéticas, silicones, porcelana, vidro, fibra de vidro.

(4)

Dielétrico ideal x Real



Condutividade de um dielétrico ideal é

nula

• Resistividade infinita



Todos materiais isolantes apresentam

uma certa condutividade

uma certa condutividade

• Pureza e estrutura do material

(5)

Correntes de fuga



Superficiais

• Função do estado sanitário da superfície do dielétrico superfície do dielétrico 

Volumétricas

• Depende da natureza intrínseca (falhas estruturais) do material dielétrico Correntes de Fuga Volumétricas Correntes de Fuga Superficiais A d R = ρ d RA = ρ d A R s s = ρ

(6)

- + - + - + - + - + - + - +

Estudo dos dielétricos

a) b) c) d)

a) Campo elétrico entre duas placas eletrizadas b) Inserção de um dielétrico entre as duas placas

c) Cargas induzidas superficiais, e o campo por elas

originado

(7)
(8)



Eletrônica

• É resultante do deslocamento elástico (deformação) da nuvem eletrônica dos átomos e íons.

• O tempo para estabelecimento desse tipo de polarização é 10-15 segundos

Polarização

polarização é 10 segundos

• Não depende da temperatura

• É observável em TODOS OS TIPOS DE DIELÉTRICOS e NÃO É ACOMPANHADO DE PERDA DE ENERGIA

(9)

Polarização



Iônica

• É característica dos sólidos de estrutura iônica e se deve ao deslocamento dos íons que estão ligados por forças de atração coulombianas.

• O tempo de estabelecimento da polarização

• O tempo de estabelecimento da polarização iônica é da ordem de 10-13 segundos

• Ao se elevar a temperatura se intensifica a polarização iônica

 Diminuição das forças de atração interiônicas

• NÃO HÁ DISSIPAÇÃO DE ENERGIA

(10)



Direcional ou Dipolar

• A polarização dipolar é própria dos gases e líquidos polares

 Ocorre também nas substâncias sólidas orgânicas

polares

• As moléculas dipolares se encontram no movimento térmico caótico e se orientam

Polarização

movimento térmico caótico e se orientam parcialmente pela ação do campo elétrico

• É acompanhada de perdas de energia

• Ao aumentar a temperatura as forças

moleculares se tornam mais fracas e diminui a viscosidade da substância, se intensificando por conseqüência a polarização dipolar, entretanto ao mesmo tempo aumenta a energia do movimento

térmico das moléculas, com que faz diminuir a influência orientadora do campo

(11)



Em alguns líquidos viscosos é tão grande

a resistência ao giro dos dipolos, que em

campos rapidamente variáveis os dipolos

não têm tempo de se orientar na direção

do campo e para certas frequências

elevadas o dielétrico não é afetado pela

Polarização

elevadas o dielétrico não é afetado pela

polarização direcional

(12)

Propriedade higroscópica



Os materiais isolantes são, em maior ou

menor grau

Higroscópicos

• São capazes de absorver a água do meio ambiente



Ar atmosférico => Vapor de água

Umidade Absoluta do Ar



Umidade Absoluta do Ar

• Massa (m) de vapor de água existente em uma unidade de volume de ar (m3)



Massa de saturação (m

sat

)

• Quantidade máxima de vapor de água contida na unidade volumétrica de ar sem que haja precipitação

(13)



Umidade Relativa

• Relação entre a massa de vapor contida em um dado volume pela massa de saturação suportável por este volume

Propriedade higroscópica

%

100

x

m

m

sat

=

α

(14)

 A água é um dielétrico muito polar, com baixa

resistividade (da ordem de 103-104 Ω.m)

 Sua introdução entre os poros dos dielétricos

sólidos ocasiona um queda brusca de suas propriedades elétricas

 A ação da umidade se nota especialmente

Propriedade higroscópica

 A ação da umidade se nota especialmente

quando as temperaturas são elevadas (30/40ºC) e os valores de “umidade relativa” são altos

(98/100%)

 Estas condições ocorrem nos países tropicais,

com clima úmido

 Tais condições influem negativamente na

(15)



Umidade elevada influencia na

resistência superficial dos dielétricos



Proteção

• Recobrir as superfícies com vernizes



Capacidade dos dielétricos serem

Propriedade higroscópica



Capacidade dos dielétricos serem

molhados pela água

(16)



Efeitos da Umidade

• Alterações na propriedades elétricas,

físicas, mecânicas e químicas dos materiais dielétricos.



Espaços capilares no interior dos

Propriedade higroscópica



Espaços capilares no interior dos

materiais

• Penetração da umidade



Materiais porosos (fibrosos)

(17)

Gases dielétricos



Todos os gases são dielétricos

• Propriedades próximas aos dielétricos ideais



Constituem um dos três estados de

agregação da matéria



Nas moléculas dos gases os elétrons são

fortemente presos aos núcleos

fortemente presos aos núcleos



Principal propriedade

• Mobilidade de seus átomos e moléculas

 Movimento caótico, desordenado

 Velocidade é proporcional a temperatura absoluta

(em Kelvin)

m kT

(18)



Gases mais importantes para aplicações

em elétrica

• Ar (mistura de gases e vapor de água)

• Nitrogênio

• Hidrogênio

• Hexafluoreto de enxofre – SF

Gases dielétricos

• Hexafluoreto de enxofre – SF6



Grandes distâncias entre as moléculas ou

átomos

• Baixa densidade

 Permissividade relativa (constante dielétrica)  Muito pequena (próxima da unidade)

(19)

Constante dielétrica

HÉLIO 1,000072 OXIGÊNIO 1,00055 NITROGÊNIO 1,0060 NITROGÊNIO 1,0060 AR 1,00058 HIDROGÊNIO 1,00027 ARGÔNIO 1,0056 DIOXIDO DE CARBONO 1,0096 SF6 1,002084

(20)

Condutividade dos gases

dielétricos



Intensidade do campo é fraca

• Os gases possuem uma condutividade muito pequena



Antes do campo elétrico já existe uma

quantidade de partículas eletricamente

carregadas (elétrons e íons livres)

carregadas (elétrons e íons livres)



A formação de partículas carregadas se

deve à ionização do gás por fontes

externas de energia:

• Raios cósmicos e solares, emissões radiativas da crosta terrestre, raios-x e a ação térmica (aquecimento do gás)

(21)

Disrupção elétrica dos

gases



Rigidez dielétrica

• Valor limite do campo elétrico que o material isolante suporta antes de ser perfurado

• Tensão elétrica que ocorre o fenômeno

 Tensão disruptivaTensão disruptiva



Depende de vários fatores

• Natureza do gás

• Distância entre os eletrodos

• Grau de uniformidade do campo elétrico (função da geometria dos eletrodos)

• Natureza do campo elétrico (ac ou dc)

• Pressão e temperatura

(22)

 Rigidez dielétrica influenciada pela composição  Maioria dos gases (O2, N2, CO2, ...)

• Valor próximo à do ar (31 a 32 kV/cm) – CNTP

 Valor menor para gases raros (hélio, argônio,

...) e vapores metálicos

Bastante superiores para gases eletronegativos

Disrupção elétrica dos

gases

 Bastante superiores para gases eletronegativos

• Contêm cloro e flúor

NATUREZA DO GÁS FÓRMULA QUÍMICA RIGIDEZ DIELÉTRICA DO GÁS EM RELAÇÃO A DO AR NITROGÊNIO N2 1,0 OXIGÊNIO O2 0,9 HIDROGÊNIO H2 0,6 DIOXIDO DE CARBONO CO2 0,9 HEXAFLUORETO DE ENXOFRE SF6 2,3 a 2,5 FREON CCl2F2 2,4 a 2,6 TETRACLORETO DE CARBONO CCl4 6,3

(23)

Campos de aplicação dos

dielétricos gasosos



Dielétricos no domínio da alta tensão

• Linhas de transmissão e disjuntores

• Subestações blindadas a SF6



Os isolantes gasosos apresentam duas

grandes vantagens

grandes vantagens

• Constituem um meio homogêneo, envolvendo

perfeitamente as partes energizadas, qualquer que seja a complexidade e suas formas geométricas e que elas sejam estáticas ou móveis

• Após a disrupção os gases são os dielétricos que recuperam mais rapidamente suas propriedades isolantes

 Os sólidos são degradados definitivamente por

(24)

Estudo do Ar



Mais importante dielétrico gasoso

• Presente em toda atmosfera terrestre



Composição básica do ar

Nitrogênio 78,00%

Oxigênio 21,00%

Argônio 0,90%



Principais vantagens

• Grande e fácil disponibilidade

• Confiável (envolve totalmente os equipamentos)

• As correntes de fuga são insignificantes

• RD=32kV/cm, (CNTP)

Argônio 0,90%

(25)



Quando sob pressões elevadas apresenta

excelente comportamento dielétrico

• 10 atm  RD = 226kV/cm

• Sua RD se torna fraca a baixas pressões (sub-pressões)

Principais desvantagens

Estudo do Ar



Principais desvantagens

• Formação de ozônio, sob ação de eflúvios

 Altamente oxidante provocando destruição dos

isolantes

• Formação de misturas detonantes com outros gases

• Contém umidade

(26)

Outros gases



Nitrogênio

• Rigidez dielétrica vizinha a do ar

• Vantagens

 Inércia química (quimicamente neutro)  Incolor, inodoro

 Grande quantidade (quatro quintos da atmosfera

terrestre) • Utilização

terrestre) • Utilização

 Cabos de alta tensão  Condensadores

 Pára-raios



Gás carbônico

• Rigidez dielétrica vizinha a do ar

• É incomburente

(27)



Hidrogênio

• Rigidez dielétrica inferior a do ar (60%)

• Quimicamente inerte

• Condutividade térmica elevada (6,69)

Agente de refrigeração

Outros gases

 Agente de refrigeração

• Baixa densidade (0,07 em relação ao ar)

 Motores síncronos de alta potência (baixas perdas

rotacionais)

• Exige selagem de grande eficiência para evitar contato com ar

(28)

Gases nobres



Hélio, neônio, argônio, xenônio, radônio, e

criptônio



Rigidez dielétrica inferior a do ar

• Cerca de 1/5



Não são usados como isolantes

• Argônio – processos industriais de soldagem

• Argônio – processos industriais de soldagem devido à sua baixa tensão disruptiva

• Encher bulbos de determinados tipos de lâmpadas



Hélio

• Agente de refrigeração para dispositivos que utilizam o fenômeno da supercondutividade

(29)

Gases eletronegativos



São aqueles que contêm átomos de

elementos halogênios

• Flúor, cloro, bromo, iodo e astato

• Confere ao gás uma certa afinidade com elétrons

 Inibe o desenvolvimento de descargas

Um dos mais utilizados é o hexafluoreto



Um dos mais utilizados é o hexafluoreto

(30)

Principais características

do SF

6



Trata-se de um gás pesado

• Cerca de 5 vezes mais pesado que o ar



Não é tóxico, é inodoro e incolor



Não inflamável e apresenta boa



Não inflamável e apresenta boa

estabilidade química



Extraordinário poder extintor de arco

• 2 vezes superior ao do ar



Excelente rigidez dielétrica (CNP)

• 2,3 vezes maior do que a do ar (cerca de 74 kV/cm)

(31)

Principais características

do SF

6



Não se liquefaz à temperatura ambiente

• A não ser que seja submetido a pressões elevadas, da ordem de 20 a 22 atmosferas



Fraca condutibilidade sônica

• Velocidade do som no SF6 é 1/3 da

• Velocidade do som no SF6 é 1/3 da velocidade do som no ar



A sua condutividade térmica é elevada

• Cerca de 1,6 maior que a do ar (CN)

• Facilita os problemas de dissipação de calor



Aparelhos isolados a Ar são mais leves e

competitivos do que aqueles isolados

com dielétricos líquidos

(32)

Principais características

do SF

6



Desvantagens

• Para ter sua rigidez dielétrica comparável a de um isolante líquido, deve ser mantido sob pressões elevadas

• Utilização de tanques selados que suportam

• Utilização de tanques selados que suportam as pressões desenvolvidas

• Presença de enxofre, sob certas condições, produz corrosão

• Quando decomposto pelo arco ou pelo calor, desenvolve misturas gasosas que contêm

ingredientes tóxicos

 Inodoros e incolores  Difícil detecção

(33)
(34)
(35)

Subestações blindadas isoladas

à gás SF

6

 Subestação totalmente blindada em

compartimentos de aço com gás isolante SF6

• Pressurização de 4 a 5 atmosferas, por onde correm os barramentos e demais dispositivos elétricos de manobra, seccionadoras e aterramento

 Isolamento total das partes energizadasIsolamento total das partes energizadas

• Todas as fases podem estar próximas entre si

• Redução substancial das dimensões da subestação

 Seu tamanho corresponde aproximadamente de

10 a 15% do espaço ocupado por uma subestação convencional (ao tempo).

 Com a blindagem a segurança é bem maior e

oferece defesa no caso de ambientes poluídos e de alta corrosão.

(36)



Vantagens

• Espaço reduzido

• Alta confiabilidade

• Diminuição da mão de obra para instalação e manutenção

Subestações blindadas isoladas

à gás SF

6

manutenção

• Menor custo para SE’s de Extra Alta

Tensão (EAT) e Ultra Alta Tensão (UAT)

• Insensível à poluição externa

• Segura ao contato manual

(37)

Subestações blindadas isoladas

(38)

Subestações blindadas isoladas

(39)

Dielétricos líquidos



Conhecimento das propriedades dos

óleos isolantes é de grande importância

para o engenheiro

• Isolação

• Refrigeração

• Extinção de arco

• Extinção de arco



Análise periódica assegura melhor

desempenho dos equipamentos



Tratamento dos óleos contaminados

permite sua reutilização de forma

eficiente, econômica e ecológica

(40)



Os líquidos se comportam de três

maneiras diferentes sob a ação do

campo elétrico

• Líquidos bons condutores

 São os que se deixam atravessar facilmente pela

corrente, sem decomposição do material

 Mercúrio, metais fundidos

• Eletrólitos

Dielétricos líquidos

• Eletrólitos

 São constituídos de sais ou de ácidos, bases e sais

dissolvidos na água ou em um solvente

 São decompostos pela passagem da corrente

elétrica e são acompanhados de deslocamento de matéria (íons positivos e negativos)

• Líquidos isolantes

 São os que apresentam uma forte resistência à

passagem da corrente elétrica

(41)

Condutividade dos líquidos

dielétricos



É função dos seguintes fatores

• Estado de polarização molecular

• Grau de impureza • Temperatura • Viscosidade • Tensão aplicada • Tensão aplicada 

Contaminante importante

• Água absorvida pelo dielétrico diretamente da atmosfera (umidade)



A água pode estar no líquido sob três

estados

• Molecularmente dissolvida (H+ e OH)

• Emulsificada (gotículas em suspensão)

(42)

Rigidez dielétrica dos

líquidos



Tensão atinge o valor disruptivo

• Uma descarga se produz sob forma de arco

• Há uma perfuração do isolante líquido que retoma suas qualidades isolantes após a passagem do arco



Nos fluidos a perfuração dielétrica não

acarreta danos irreversíveis ao material



Nos fluidos a perfuração dielétrica não

acarreta danos irreversíveis ao material



Não há ocorrência de fenômenos

elétricos particulares que precedem a

disrupção



Fatores que influenciam a RD dos líquidos

• Temperatura

• Impurezas

(43)

Óleos minerais



Constituem a mais antiga classe de

isolantes líquidos



Suas moléculas são constituídas

basicamente por carbono e hidrogênio e

apresentam suas ligações de covalência

saturadas

saturadas



O óleo mineral é obtido pela destilação

fracionada do petróleo natural



Pode ser de origem

• Parafínica

• Naftênica

(44)

Óleos isolantes



Durante a operação o óleo “envelhece”

• Sofre consideráveis mudanças em suas propriedades

 Químicas, físicas e elétricas

• Acarreta alteração

• Acarreta alteração

 Comportamento sob a ação dos campos elétricos  Capacidade de transferência de calor

 Aumento da viscosidade  Sua cor

• Tudo isto devido ao mecanismo de oxidação e absorção de umidade

(45)



A oxidação é decorrente dos seguintes

fatores

• Ação do campo elétrico

• Concentração de oxigênio dissolvido no óleo

• Efeito da luz

Óleos isolantes

• Efeito da luz

• Temperatura e umidade

• Efeito dos materiais usados na construção do equipamento

(46)



Para o prolongamento da vida útil do óleo

• Selagem do equipamento para que não haja contato com oxigênio e umidade do ar

atmosférico  Conservador de óleo

Óleos isolantes

 Conservador de óleo  Sílica gel  Nitrogênio

(47)

Aplicações e funções dos óleos

isolantes



Transformadores



Capacitores



Capacitores



Disjuntores

(48)

Análise do óleo



O óleo mineral está sujeito a um

processo de deterioração quando em

operação



Análise do óleo mineral

• Ensaios laboratoriais (normas técnicas nacionais e internacionais)

nacionais e internacionais)



Objetivos

• Análise para aquisição do óleo

• Análise de apoio à manutenção



Cuidados na coleta das amostras

• Os recipientes devem ser rigorosamente limpos, secos e possuir rigorosa vedação

(49)
(50)

Análise cromatográfica

 Os hidrocarbonetos que compõem o óleo se

decompõem quando submetidos a esforços térmicos e elétricos

• Análise dos gases dissolvidos no óleo isolante permite diagnosticar a existência de uma falha no estágio

inicial, quando ainda não há danos apreciáveis ao equipamento Análise cromatográfica  Análise cromatográfica • *Hidrogênio – H2 • Oxigênio – O2 • Nitrogênio – N2 • *Metano – CH4 • *Monóxido de Carbono – CO • Dióxido de Carbono – CO2 • *Etileno – C2H4 • Etano – C2H6 • *Acetileno – C2H2

(51)

Diagrama Gases Nobres

Falha Gases Nobres

Óleo Arco C2H2 Corona H2 e CH4

Análise cromatográfica

Óleo Corona H 2 e CH4 Superaquecimento C2H4 Papel Corona H2 e CO Superaquecimento CO e CO2 Água Eletrólise H2

(52)

Tratamento do óleo



O óleo mineral isolante envelhece

• Sofre ao longo do tempo mudanças nas suas características físico-químicas

 Contaminação do óleo



O tratamento visa recuperar o óleo



O tratamento visa recuperar o óleo

eliminando as impurezas nele contidas

• Varia com a natureza dos contaminantes no óleo

 Físico

 Físico-químico  Químico

(53)

Fluidos de silicone



Os silicones são polímeros compostos de

átomos alternados de silício e oxigênio,

com radicais orgânicos unidos aos átomos

de silício



Apenas tem aplicação em equipamentos

elétricos

elétricos

(54)



Menor resistência ao fogo que o ascarel e

preço mais elevado

• Introdução como líquido dielétrico apenas após serem detectados os problemas

associados aos PCBs



Os silicones se apresentam nas formas:

Fluidos de silicone



Os silicones se apresentam nas formas:

• Líquidos • Graxas

• Elastômeros • Sólidos



Devido as suas extraordinárias

características apresentam um vasto

campo de aplicações

(55)



Propriedades Químicas

• São quimicamente inertes, resistem a oxidação

 Permitem o contato com uma ampla gama de

materiais isolantes sólidos, sem atacá-los • Excelente estabilidade química

Fluidos de silicone

• Excelente estabilidade química

 Permitem operação até 150°C por períodos de

tempo bastante longos ou mesmo sob temperaturas mais elevadas

• Quando submetidos a temperaturas

superiores a 360°C entram em combustão

 Entretanto tende à auto-extinção

 Formação de uma camada de silício sobre a

superfície do líquido, a qual restringe o acesso do oxigênio

(56)

Dielétricos sólidos



Dielétricos sólidos constituem um grupo

de materiais muito numerosos

• Advento os polímeros sintéticos



Podem ser classificados em dois grupos

• Aplicados no estado líquido ou pastoso

 Resinas, vernizes, ceras

• Aplicados no estado sólido

 Produtos fibrosos, micáceos, cerâmicos



Serão vistos os principais fatores que

influenciam

• Condutividade

(57)

Condutividade dos dielétricos

sólidos



Dielétricos não são isolantes perfeitos

• Pequena condutividade (pode ser desprezada)



Condutividade varia de acordo com o tipo

do dielétrico



Condutividade depende dos seguintes



Condutividade depende dos seguintes

fatores

• Imperfeições estruturais

• Impurezas contidas no material

• Temperatura

• Natureza da tensão

• Estado da superfície

(58)

Rigidez dielétrica dos

sólidos



Ocorrência da disrupção elétrica

• Perfuração do dielétrico devido à passagem do arco

• Destruição parcial ou total do material

dielétrico que não retoma suas propriedades dielétrico que não retoma suas propriedades isolantes após a retirada do campo elétrico provocador ou mesmo apenas com eliminação do arco



A danificação tem características

(59)

Polímeros



A palavra poli significa “muitas vezes” e

mero “parte”



Polímeros são compostos de monômeros x

que se unem em uma longa cadeia

formando macromoléculas de fórmula x

n

Os custos dos processos de síntese dos



Os custos dos processos de síntese dos

polímeros se tornaram mais acessíveis

• Suas propriedades podem ser ajustadas para que apresentem desempenho superior aos de origem natural



Oferecem grande interesse como

(60)



Macro moléculas constituídas de

monômeros idênticos

• Homopolímeros



Unidades monoméricas de diferentes

tipos

• Polímeros mistos ou copolímeros

Polímeros

• Polímeros mistos ou copolímeros



É muito vasto o campo de aplicação dos

polímeros, especialmente dos sintéticos



É uma área em que o homem

aparentemente se tornou “mais pródigo”

que a natureza



Existem muito mais tipos de polímeros

(61)



Resinas ou polímeros são compostos

orgânicos de alto peso molecular e que

apresentam as seguintes características

• Estado amorfo

• Insolúveis na água

Polímeros

• Insolúveis na água

• Solúveis em solventes orgânicos

• Quando aquecidos tornam-se flexíveis

(62)

Moléculas poliméricas



São gigantescas em relação às moléculas

dos hidrocarbonetos

• Macromoléculas



Estrutura principal (espinha dorsal –

back bone)

• Constituída de átomos de carbono

• Constituída de átomos de carbono



Cada uma das ligações covalentes

remanescentes pode ser ocupada por

outro átomo ou radical orgânico

(63)
(64)



Polietileno (PE)

• Polimerização do etileno

• Isolante em cabos elétricos e de comunicação

• Usado para fabricação de artigos domésticos em forma de plásticos

• Um dos polímeros mais utilizados no mundo

Polímeros sintéticos

• Um dos polímeros mais utilizados no mundo



Poliestireno (PS - isopor)

• Polimerização do estireno

• Molécula de estireno na qual 1 átomo de hidrogênio é substituído por 1 cadeia benzênica

• Boas propriedades elétricas

(65)

Polímeros sintéticos



Cloreto de polivinila (PVC)

• Molécula de etileno na qual 1 átomo de hidrogênio é substituído por 1 de cloro

• Isolante em fios e cabos elétricos de baixa tensão



Polimetacrilato de metila (plexiglass)

Polimetacrilato de metila (plexiglass)

• Produto semelhante ao vidro (acrílico)



Poliamidas (nylon)

• Polímero elástico com resistência mecânica



Politetrafluoretileno (teflon)



Poliésteres (PET)

(66)



Derivados da celulose (ésteres de

celulose)



Nitro celulosa



Acetato de celulose

Polímeros sintéticos



Acetato de celulose



Tri-acetato de celulose



Fenólicas (baquelite)



Polisteres (gliptal)



Epoxy (araldite)

(67)

Plásticos



Os polímeros são empregados sob a

forma de plásticos

• Levam o nome do polímero que constitui o polímero básico



Utilização

• Motores, máquinas, iluminação, isolamento de

• Motores, máquinas, iluminação, isolamento de condutores, ...



Os plásticos são resinas orgânicas

moldáveis



Dividem-se em dois grandes grupos

• Plásticos termoplásticos

(68)



Principais Propriedades

• Característica de isolamento

• Resistência ao calor

• Resistência mecânica e química

• Resistência às radiações

Plásticos

(69)

Aplicações



Utilizações que levam em conta a

propriedade isolante dos plásticos

• Isolamento de condutores

• Revestimento de rotores

• Caixas de baterias

• Porta contatos, tomadas, bases de

• Porta contatos, tomadas, bases de disjuntores

• Mancais de motores

• Revestimento de capacitores

• Suporte de isoladores cerâmicos

• Eletrodutos e acessórios

• Isolamentos especiais de enrolamentos de transformadores, espaçadores e calços isolantes, ...

(70)

Silicones

(Organopolisiloxanos)



Diferentemente dos polímeros orgânicos,

cadeia principal dos silicones

• Átomos alternados de silício e oxigênio



Silício é um elemento tetravalente (como

o carbono)

o carbono)

• As duas valências restantes são ligadas a radicais orgânicos (metil, benzeno)



Silício é abundante na natureza



Componente de muitos dielétricos

inorgânicos

(71)

Propriedade gerais dos

silicones



A energia do enlace Si-O

• 1,5 vezes maior que a do enlace

–C-C-• Grande resistência ao calor



Estabilidade térmica elevada

Resistência à oxidação



Resistência à oxidação



Grande estabilidade térmica

• -50°C a 250ºC



Excelentes propriedades dielétricas



Elevado poder hidrófugo

(72)

Propriedade gerais dos

silicones



Muito boa inércia química

• Resistência aos agentes químicos agressivos



Resistência à ação do oxigênio, ozônio e

ao efeito corona

Ausência de envelhecimento sob a ação



Ausência de envelhecimento sob a ação

dos agentes climatológicos



Boa condutividade térmica



São repelentes à água

(73)

Diferentes tipos de

silicone

 Resinas

• Geralmente líquidas à temperatura ambiente

• Sob forma de películas

 Vernizes de cobertura

• Hidrófugos

• Excelentes propriedades elétricas

• Excelentes propriedades elétricas

• Resistentes à umidade

• Envelhecimento quase nulo

 Fluidos (óleos)

• Incolores, viscosidade muito variável

• Hidrófugos

• Ponto de inflamação de cerca de 360ºC

 Propriedade de altoextinção do fogo

(74)

Diferentes tipos de

silicone

 Elastômeros (borracha de silicone)

• Radicais orgânicos metil entrelaçados

• Aspectos e propriedades semelhante aos da borracha

• Excelentes propriedades elétricas

• Resistentes à umidade e aos óleos lubrificantes

 Graxas  Graxas

• Fluidos de silicone adicionados de massa especial

• Resistência ao calor com pequena variação de consistência

 Não tem tendência a fluir nem de endurecer com o calor

• Hidrófugos

• Resistentes à oxidação

• Utilizados para tornar as superfícies dos isoladores resistentes à água em regiões poluídas

(75)

Aplicações importantes



Transformadores secos



Isolamentos de máquinas girantes



Coberturas protetoras em isoladores de

alta tensão

• A poluição nos isoladores

• A poluição nos isoladores

 Formação de filme contínuo de água

 Absorção da poluição existente na atmosfera que

seca

 Formação de caminhos condutivos  Arcos superficiais

(76)

Dielétricos Fibrosos



São formados de partículas alongadas

chamadas de “fibras”



Podem ser de origem natural ou sintética



Origem natural

• Madeira, algodão, seda natural, amianto, papel,

• Madeira, algodão, seda natural, amianto, papel, papelão, etc.



Origem sintética

• Tecidos sintéticos, fibra sintéticas, etc.



A celulose é um dos materiais fibrosos de

origem vegetal, denominados “materiais

celulósicos”

(77)



Principais vantagens

• Alta resistência mecânica

• Flexibilidade

• Baixo custo/fácil manufatura



Principais desvantagens

• Elevada higroscopicidade

Dielétricos Fibrosos

• Elevada higroscopicidade

• Baixa rigidez dielétrica



Propriedades podem ser melhoradas com

impregnação com vernizes e massas

compounds



Todos os materiais fibrosos são

impregnados, depois de retirado o ar e

umidade

(78)

Papel dielétrico



Constituído de fibras curtas de celulose

emaranhadas e aglutinadas entre si



Composição básica => Fibra de celulose



Propriedades

• Material leve 0,8 a 1,3 g/cm3

• Material leve 0,8 a 1,3 g/cm3

• Estabilidade térmica 900C

• Constante dielétrica em torno de 6

• Ionização do ar ocluso produz perfuração dielétrica

• Rigidez dielétrica seco

 Seco 60/90kV/cm

(79)

• Os papéis são higroscópicos e absorvem facilmente a água contida no ar úmido

 Necessitam ser impregnados com óleos ou resinas

• Com o aumento da umidade do papel, as suas características dielétricas e de resistência mecânica diminuem de forma considerável,

Papel dielétrico

mecânica diminuem de forma considerável, exige controle rigoroso do ambiente

• Antes da impregnação o papel tem de se submeter a secagem em estufa

• Elevada resistência mecânica

 Importante para ser utilizado como isolante de

(80)



Tipos de papéis

• Papel kraft • Papel de manilha • Papel chifon • Papel japon

Aplicações

Papel dielétrico



Aplicações

• Isolamento de cabos de alta tensão

• Capacitores

• Transformadores

(81)

Micas



Nome genérico dados aos silicatos de

alumínio hidratados de metais alcalinos



Extraordinárias qualidades

• Alta rigidez dielétrica

• Resistência mecânica e ao calor

• Flexibilidade

(82)



Principal característica

• Podem esfoliar-se em lâminas flexíveis,

seguindo planos paralelos entre si, chamados planos de clivagem (espessura de 0,015 a

0,033mm)



Tipos mais usuais de mica

Micas



Tipos mais usuais de mica

• Moscovitas – K2O.3Al2O3.6SiO2.2H2O

(83)



Moscovitas

• Apresentam melhor transparência

• Melhor resistência elétrica

• Maior perfeição de clivagem

• Estabilidade ao calor até 500/600ºC

Micas

• Estabilidade ao calor até 500/600ºC



Flogopitas

• São mais raras

• Menos regulares

• Maior estabilidade ao calor até 700/1000ºC

(84)

Propriedades das micas



Densidade

• 2,7 a 3,1 g/cm³



Grande dureza e boa resistência à

compressão



Boa condutividade térmica



Excelente estabilidade térmica

• 500 a 1000ºC)



Resistência química elevada

• Ácidos, bases, solventes e ozônio



Rigidez dielétrica

• 600 kV/cm

(85)

Produtos micáceos



Micanite

• Lâminas de mica aglutinadas à quente sob pressão entre si por meio de aglomerante



Micafolium

• Camadas de mica em escamas com um suporte

• Camadas de mica em escamas com um suporte de papel “kraft” e um aglomerante



Micalex

• Pó de mica e aglomerante vítreo

• Material vítreo duro e impermeável aos líquidos e gases

(86)



Micasin

• Escamas de mica, tratadas como “polpa de mica” e que à semelhança de uma “pasta de papel” se transforma em papel de mica

 Espessuras de 0,04 a 0,15 mm



Mica sintética

• Obtém-se por síntese a mica

FLUOR-Produtos micáceos

• Obtém-se por síntese a mica FLUOR-FLOGOPITA, cuja estabilidade química, resistência ao calor e as radiações são melhores que as da flogopita natural

 Na sua composição os grupos –OH são substituídos

por flúor

• A mica sintética é muito mais cara que a natural.

(87)

Produtos cerâmicos



São normalmente combinações de metais

com elementos não metálicos



Do ponto de vista das ligações químicas,

eles podem ser desde predominantemente

iônicos até predominantemente covalentes



São tipicamente isolantes térmicos e



São tipicamente isolantes térmicos e

elétricos



Mais resistentes às altas temperaturas e

a ambientes corrosivos que os metais e

polímeros



São muito duros porém frágeis



Fazem parte desse grupo de materiais os

(88)

Porcelana



Reduzido preço das matérias-primas

Argila em grande quantidade



Fabricação simples/Podem ser moldados



Boas características elétricas e mecânicas



Obtenção

Obtenção

• Cozimento, em temperaturas elevadas de uma mistura de água com 50% de argila, 25% de quartzo e 25% de feldspato



Argila  afeta as propriedades mecânicas



Feldspato  afeta propriedades elétricas



Quartzo  afeta as propriedades

(89)



Principais Propriedades

• Excelentes características dielétricas

• Grande resistência mecânica à compressão

• Impermeável à água e aos gases

• Inatacável pela ação dos ácidos e bases (exceção ao fluorídico)

Porcelana

(exceção ao fluorídico)

• Suportam temperaturas de serviço elevadas, da ordem de 1000ºC

 Peso especifico 2,3 a 2,5 g/cm³  Coef. de dilatação térmica 3 a 4,5x10-6ºC-1

 Tensão de compressão 4000 a 5500 kgf/cm²  Tensão de tração 350 a 500 kgf/cm²  Constante dielétrica 4 a 6

(90)

Aplicações



Isoladores de pino ou pedestal com

tensões inferiores a 35kV



Isoladores de suspensão (disco) para

linhas de transmissão com tensões

superiores a 35kV

superiores a 35kV



Braços isolantes ou peças para contatos

elétricos em chaves aéreas seccionadoras



Buchas de passagem para

(91)
(92)



O vidro é um material termoplástico

• Material básico – Sílica (SiO2)



À temperatura ambiente têm aparência

de corpos sólidos, mas não podem ser

considerados com tal

Vidro dielétrico

considerados com tal

• Não possuem organização estrutural característica do estado sólido



Excelente isolante elétrico



Alta resistividade e rigidez dielétrica



Boa rigidez mecânica

(93)



Dificuldade de enquadrar adequadamente

os corpos vítreos dentro de um dos três

estados de agregação da matéria

• Quarto estado da matéria

 Estado vítreo



Análise da estrutura interna

Vidro dielétrico



Análise da estrutura interna

• Comportamento semelhante a de um líquido super-esfriado

 Definição de vidros como líquido viscoso que

apresenta na temperatura ambiente viscosidade de 1040 Pa.s (Agua 1 Pa.s)



O vidro é um sólido não cristalino que

(94)

Transição vítrea



Todo material possui uma temperatura

característica de fusão

• Alumínio 660ºC

• Mercúrio -39ºC

• Mercúrio -39ºC

• Acima da temperatura de fusão o material se apresenta no estado líquido, abaixo no estado sólido

(95)

Transição vítrea

 Ponto A – líquido estável  Ao chegar à temperatura

de fusão ele se contrai (B)

• Menor agitação térmica das moléculas

 Mesma massa ocupa menor espaço

espaço

 Aumento da densidade

• Moléculas passam a se

ordenar na forma de cristais

 Continuação do

resfriamento (C)

• Redução maior na agitação

• Diminuição do volume

• Aumento da viscosidade

 Caso resfriamento seja

feito muito rapidamente (B)

• Moléculas não têm tempo de construir cristais

 Líquido super-esfriado

 Redução de volume devido à diminuição da agitação

(96)

 A partir do ponto E, a

viscosidade é tão alta que impossibilita

qualquer movimentação das moléculas

(cristalização)

Material continua com

Transição vítrea

 Material continua com

característica de líquido, mas com comportamento de sólido cristalino

 Temperatura de

transição vítrea

(97)



Temperatura de transição (Tg) não é um

ponto fixo, mas uma faixa

• Tg pode assumir vários valores, de acordo

com a velocidade de resfriamento do material

• A partir do ponto B (fase de líquido super

Transição vítrea

(fase de líquido super -esfriado)

 Início de arranjo dos átomos, sem tempo suficiente

para formar cristais

 Caso resfriamento mais lento, arranjo pode atingir

número maior de átomos

 Arranjo depende do material e da velocidade de resfriamento

(98)

Principais tipos de vidro

 Quartzo puro (sílica vítrea)

 Quartzo e óxidos de sódio e cálcio

 Quartzo e óxidos de boro, sódio e cálcio (pyrex)  Quartzo e óxido de chumbo

Vidros mais comuns SiO2+Na2O+CaO

Vidro Pirex SiO2+óxido de Boro (borosilicato)

(Resistente a variação de temperatura) Chumbosilicato SiO2+óxido de chumbo (cristal)

Aluminosilicato SiO2+Al2O3+OMg+Oca+óxido de boro Vidros óticos SiO2+CaO+Na2O (crown)

(99)

Obtenção do vidro



É obtido pela fusão, após resfriamento,

sem cristalização

• Sílica 65 a 70%

• Um fundente geralmente soda barrilha (8 a 17%) e cal viva (7 a 23%)

• Eventualmente um corante



Métodos de conformação do vidro

• Prensagem

• Insuflação

• Estiramento

(100)

Principais propriedades

 Peso específico • 8 a 8,1 g/cm3  Compressão • 600 a 2100 kgf/cm2  Tração • 100 a 300 kgf/cm2 • 100 a 300 kgf/cm2  Rigidez dielétrica • 250 a 500kV/cm  Resistividade • 1012 a 1019 ohm.cm  Tgδ • 0,0003 a 0,01  Constante dielétrica • 3,8 a 1,2

(101)

Aplicações



Lâmpadas e tubos de válvulas



Bulbos diversos e filamentos de lâmpadas

incandescentes



Dielétrico para capacitores



Isoladores para linhas de transmissão e



Isoladores para linhas de transmissão e

distribuição



Buchas e antenas isolantes



Vernizes vítreos



Lentes e espelhos



Fibras ópticas

Referências

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