I z 4 -. ,Q -\ J \ . 'gx' . \ \ / \ a .rá . flz \ » -z \ ¬ z ' _ \ ' z \ umIuERsIuâõE_F:nâaâL¬aã sâNTâ_sATga1mA \ \ v /
'~Hmmm%mEm@mmA
¿Ê_ ' ' . n'_~ . 1- z ,_ _ ‹. x - . _ / _ L _/ -Esväeío RBTATÕRID Em Gímemnpmsíâ,
I A x . I , _ \ \ _.. _ \ \ . N O ' ‹¬
“MENGPÂU5Â.- IMFLICAÇDES PaIQUIEA5V
_: f fd ^ I ' { \ \ I - 1 . 'J 1' .Ê ` 'L
To
oôs
E äv z 9 Í É 4 \ z AUTÚRÊS: \ * ¿. 'ELÍAS Fäfiaâífiâ DA sILug _ ¬`RoeÉBIO na aQuzA_ ' Florianšpolís, 21 de Ncvem5roÊd$|l977 × r Í ) \
\
' \ ` `¿ ¢9_ “` _ '\ ` I ‹‹ ‹ ' ‹ I ‹ " . v *L tz; ,_ ”l _
Wzrz
‹» “if 1 - INTRUDUQÃU ‹” ^^U” V _ _ 'Í V _ J ` LÃf «v~¢>»*^”Í**'*““*2 _ CDNBEITDS GERAIS. A› QÂAmdbU,¿§ ¿¿¿; v~¢
`Í~2}l Q Difefenciagäo ¿ ¬ U¿;í;¿;Abä> < « _ ` 2Ç1a é MENDQAUSÀ. _,¿ 0í2'””°/Í /‹ 2.1b Ç~nLIMATÊHIq Ú?
Âgfkzfiv
¿ÍL64/L«~fâL./ubfi ` '. ` /ll 2.2 - Classifica ao F 7 . . .____._...J¿__ lí z . ` A4~§ÍÃ/v\D ~'~ ' ” ' ` *›2á2a*# Nàfiural A ' 2.2b +«Ar¢ifizia1\ 3 _ cowslggfiâgõëensâfiâís- ,z- ',_.§ÍzÍ':"'¡; v:¡`z|_¿¡f.=¡¡2›__;~_|_ af 9 ' ' IV I w4 ~ CAHACTEÊIZAÇAU DA MULHER MENÚPAUàIEA
` ‹ . “K › ' ' ' ` ' '. 'Á X ' ' Ã _ _ 1 *_ 3 ._ '_ 1 ' 1, : 1 L ^- . _ ~ _ _ - ; _ ‹ , _, ' › 2 5 É i 5 . ¡ 1 : _ - *_ _ 'I '- . ‹
5 _ ¶ENU5AusA;_ QUADROS DISTÍMIEDS' .. __ ¿'.._¡,;.'._-._ Í.\‹1¿›~›?"z\%';iz»ííê*¡‹\-'-í*
õ _ MENDPAUSA; uuânnçs N§yBôTIcos E Pslsóílüoâ - GL1 ÇÂQQàúfbš7Néufô¢í¿ós7;§?:.'¬í.”«?fi“5 ' .__ ¡ =,~_.. .-_ -.zé .-f,_, _ `õ.2 ~'Quadros'Psico%icDs ,- 3 .g _, ¡5.3 #iEàUsašja-Ihtèrtbrrënciag - . . ' - - __ > _ `› ¿ : É"-, V , . , › , ~_ 3 ¬, ' _ ' _ \ _ V « L 1 - : E
7 ~ Pasolsfiüslgãu A um GLIMATÊRIB MELHOR
~z. _ fz À »- '.-_í.f=uâ'<*.~2¬z~ B - ‹=fl11_õ_1DEFâ5ç_f_ãES F:LNAI_ê V % ¶ _______;___;__-__ ~
///W
1,
Ú
'._ _A 2
ø
z
1 _
Immooucñn
~ z , z ' '
U ser humanos em sua evolugao psicológica, atravessaiuma se rie de situagoes criticas, que se não forem satisfatoriamente elaboradas criam pontos frágeis em seu~psiquismo, areas de conflitos que, quando pe
« . _ _ .
ativas por situaçoes de~sobrecarga, podem*leva-lo a simtomatologia psi -
cossomatica, soluçoes neurÔticas^ou-psicoticas. 7' '
A mulher, mais que o homem, tem sua evolução marcada por pro
H.m I-X»o m
«o oz
m m
fundaa mod
mais exposta, em seu desenvolvimento, a uma serie de vicissitudes.
biologicas, fisicas eípsicologicas, estando por isso,
Da mesma maneira que a menarca, É também a menopausa seguida
de certo temor superticioso, por um misticismo erroneamente'cultivado nos
povos mais primitivos, mais ou menos valadamente consciente entre os ci-
vilizadoszi 'Í ` u
'
'~ -
`
Ha certa tendencia em se pensar que a mulher ao percorrer I › '. . Vv ff _ . ' ' . BS ta fase da vida esta Fadada a apresentar inexoravelmente perturbaçEes` de
maior ou menor gravidade. `- i ' V V'
A serie de sintomas vasomotores, ansiedade e a depressão -
I o z N . ' - ~ ¬` . .
os sintomas emocionais sao mais notaveis nas mulheres das camadas sociais
mais elevadas; que temem perder sua feminilidade e erroneamente, que a me
nopausa signifique o termino de suas atividades sexuais.
Escrevemos menopausa de "menofl (mes) e ”pausis" (cessação).
Menopausa e termo híbrido que provem do`grego fimeno" e do latim "pausa",
(interrupção temporaria}, que-não corresponde š realidade "¡') H. U)
ca..
"
- '*
' ”
iopatologi - Admite-se clinicamente ser a menopausa caracterizada por ma~ nifestaçoes neurovegetativas progressivas iniciando com irregularidades
_ r ' ' 1 " N ' . -_ _. menstruais ata a parada totaldas menstmuaçoes, desde as atrofias
de orgãos e*tecidos estrogeno-dependentes ate a profunda involução de es-'
|..|. 3 _›.
Q p.
Q |.¡. U3
.
.'.
, H .truturas genito«urinarias, desde as leves oepressoes ate perturbaçšes neu
' . I z ' . I ` i I ` roticas e psicoticas.
'_ Estudos atuais revelam que 79% das mulheres apresentam sinto
› ›
` matologia, ocorrendo com a progressiva diminuiçao`da capacidade Funcional
dos ovários. Em 39% das mulheres registra-se menopausa tranquila, semqqug ixas subjetivas e sem sintomas objetivos de declínio das gonadas. É chama
' ' ' ~ ›
_ z '
z z '
-
do criptoolimaterio a estes casos em que a crise É clinicamente compensa~
da, inaparente, devido a intervenção e a suplëncia de Fatores endocrinos
' `
-
z . "' ‹
e fisiologioos. Tratasse de mulheres euorinioas com Favorável regulação /
glândulas. ¬ -- ~
z ~ ~~I
› Esta compensação vem da funçao parassexual dos esteróides
¢ , ¿ . _ . _ z .' ' .._ ' 1- . 'N - 'z^ › -_ '°
cortioais, Ja que as glândulas supra~rena1s sao as gonadas das mulheres - ‹ ‹ . z› - . É z-« . 4 maduras e senis, oomoloportunamente demonstrou HAMELEN{¶ ›"rÍf `
. . '.'. - '.'. 2.- .
Vë~se assim que no olimaterio feminino convergem Fatores ena
* . .sf .. ' . . _ ¡ . " ' ' " . V - -
doorinos, Fisiologioos e psicologioos, ora negativos, mas também em rumos
positivos,=neutralizadoreslda*Falência-ovarioa;^ " i ' ' ^ ' \ I 1
2 - CONCEITOS GERAIS
2.1~~
_2;la Mena D ausa
Éessaeao completa da menstruação, qu pode se dar abruptamens
te, mas, em geral ela passa a ocorrer em intervalos irregulares, algumas vezes aumentando de quantidade, para finalmente cessar por completo.
` ^
n '- ' o
on
A tendencia atual e reconhecer a seguinte sub-divisão cromos
:_
' - - logica: - 4 V ' I› a) Pre-menopausa - com irregularidades menstruais, primeiros disturbi~
os da instabilidade vaso~motoba, ondas de calor, sudorese frontal, a me -
lancolia, irritabilidade, a"insõnia-e a cefaléia.-' `
'
\› ‹z. _ .
b) Meno ausa 9 ~ cessação das menstruaçoes . . . com aumento dos disturbios _` H va so~motores, atroFia¡dos orgãos e tecidbs'estrôgenoádependentesú(vulva¡-va
'
-
>.,~-"
`
. .^-:. .
gina, mamas, alteraçÉes~metabÔl1oas], artropatias e vivencia de-perspecti
X _ I _ À _ N . . , _ Q . v . va negativa da vida social e sexual. .`
C) M9Íam9n0DaU5fi - aumento dos sintomas atroficos, vaginite eenil, inu
n I _' 1 A 1 `
voluçao -das estruturas genito urinarias, osteoporose e tendencia a fratu
ras; sobretudo de colo de Fëmur. ' '
~ *` ' '
2.1b-~'
slimaterioE iüdü Q DTUCBSSU que alem de incluir a-diminuição e oâdesa- parecimento dos fluxos menstruais; envolve tambem todo o certejo;sintoma~
ø o ' ' \ É tolQ9ico-dai~advindo; A *ll l'A ~ Í- '=- z ~ '1 ' * ø 0 r
O climaterio e um fenomeno clinico mais dilatado que prece-
de a menopausa e mesmo:a pre;menopausa e pode se-estender a metamenopausa devido as repercussšes orQänicas;'endÔcrinas e psíquicas; ' '
‹ . '~ W' .. . '.
4
2.2 - Classificaoão 2.2a ~ Natural
É aquela que aparece expontaneamente quando a mulher atinge sua idade critica, isto e, entre os 4U“e os 5U anos de idade, mais Frequen
temente. -' 2.2b - Artificial _' r _' |4..._, n n' n ' n ~ _
Provem de uma intervengao cirurglca ou da acao sobre os ova- rios dos Raiosâx em altas doses ou qualquer outro tipo de irradiagao;
Discriminação esta, importante, pois sabe-se que a sintomato- logia geral de uma menooausa artificial sera muito mais intensa, trazendo consequentemente maiores conflitos organofiosiquicos, mais nitidos do que a
natural.¡ ~ ` :` = ' -
"
' ›' ' gfl ' ` V ”"
-'APartindo da premissa de que na ultima modalidade, ou seja, na
menopausa natural, a somato psyque esta sofrendo uma transformação progreâ : _ * ' ' › _ .z ' '- ~ yu' ~ . ^ ' . _ z ' ' _ . _
siva e, o que e muito-imo ' '
ESPmRäDA, as diferenças de-reaçoes sao O 'ü rt Q: Di. Cr m . ,í _ Facilmente compreensiveis;' ` :i A, ' " ` . ` n
Não destazindo naturaümente os fatores idade e equilibrio emà
1
cional do paciente, importantes'na consideração desses aspectos.V ”
5
3 _ gowsiosfiggõss eaeâis
“_ A passagem da idade da maturação sexual para a menopausa rara
sem que lhes advenham outros sintomas; são, porem, uma pequena minoria.
_ t
'
- =
. ø
A maioria apresenta um verdadeiro complexo sintomatico, desde
os pequenos distúrbios vago-simpáticos ate as graves~perturbagEes organo ~
' . . _ 1
‹
psiquicas.‹ ,
'
"Toda mulher tem seu climatêrio coordenado pelo seu tipo cons tituoional." " ` ' ' = , ~ ` '
f---«~
, / , N V - As do tipo "picnico" ÍMATHES] apresentam uma evoluçao branda.' '
- - ,
1
. z ' z -
As do tipo "intersse×ual",^ao contrario, tem umzclimaterio intenso, com /
sintomas subgetivos e obgetivos, sendo Frequentes os-conflitos psiquicos ;
as perturbações endoorinas são Frequentes e, nao raro, apresentam um Hiper tiroidismo'do climaterio, ou um de Basedoxismo, onde as perturbaçšes nerv2_ sas são costumeiramente multlipas; As classiFicadas.do tipo flhipoplasicas"
não sofrem com tanta frequência no olimatêrio. ' ' `
Natural reconhecer que, ao nos referirmos as perturbacoes psi
fluicas advindas desta fase, que tem como variaveis o AMUR PRÕPHID, A VALDÊ RIZAÇÃU nos-sEus~A%H1euTos Físicos e A imoivIouALInAoE, em-muito infiuégzg
rao no desfecho do quadro.~-` ~
- I
Reforçando as afirmagoes supra, lembramos o Fato de encontrar _
_ 1 .;¬:,_.
'
» . - n '
mos certas mulheres-cessando seu periodo menstrual aos SU anos, e cujos or gaos genitais apresentam as oaracteristicaszda senilidade, inclusive comes
pectos dos de uma velha; outras, ao contrario, raiando os 50 anos se man ~
v P'
'
-`
tem frescas, tendo as vezes o aparelho genital sem a caracteristica de se-
nilidade esperada.¢, 1 ~ ~
' ~ “
A
D estadode desequilíbrio psico-somatico (nervosismo, vertigens
dores, etc.],-Frequentes nesta epoca, SBHICKÊLE o atribui ao aumento dapres
IU I . M
sao sanguinea consequente a uma diminuição de secregao ovariana. Tambem se
aceita por diversos autores,-Que~esas alteraçoes sejam a expressao da desor
. ~ . . ^ ' . ^
dem produzida na correlacao de diversas glandulas endocrinas em consequen-
. f ^ V~ . ."
' ' “
cia da ruina da-secreçao-ovarica. '
‹ -
I I _
Y
6
A titulo de esclarecimento, mister se Faz lembrar aqui o pa~ pel das glândulas endocrinas,-cujo;Funcionamento e controlado pelo›SNBVe,
mais especificamente, pelo‹comple×o'DienceFalico-hipofisiario,-importante _
JL. . À .
inclusive na determinagao do temperamento;
Q
¡- '. ..
1 *V
Nos animais a retirada de determinadas glândulas levarão ~a
R*-¬'-. ^“}1f'= _
,_
W 1* ¬..
"'if.
.---.
..
uma modificagao especifica-do comportamento» Assim também no homem, as al
:-1 Ó 'A' ` N* 7
. teragoes endocrines‹se acompanham também de alteraçoes da-personalidade.
›
.
1.»
Se bem que o.papel neuro~endÔcrino e certo, parece que no ho
n
mem as influências hormonais vem muito mais ligados do que no animal, as
¡ . . ~. ¬
m _ . .
_'
`›o_ _
"
‹ influencias psicolÔgicas'do-meio e das suas proprias. '
L i. *z
-1
» ' . z ' ¡__~ . \ \ ¡u \I Destas consideraçoes, resultou a concepçao "multifactorial" do climeterio, que superou'a5teoriaVuniglandular'restrita, apenas; ë in-
.~¡
.¡..
x .`~
\ K vo1uçao'gonadial. * ` ` A vr l . ' ^ ` , . › ›‹ 4 47
a. _ càeâcteaizagäo D¿Á____f~›1_uL:=|f;aMsNQgÃu_sIcA
^ t
1.-`‹"
\
Junto a todos estes Fenomenos descritos, se tem atribuido a menopausa, principalmente na mente dos.leigos, quase que todo e qualquer
`4 ¬
'.
'.,sintoma que apareça Fortuitamente em uma mulher de media idade, tendo sua
explicação nesta idade critica. a este respeito nós perguntamos se em oca
N N - -
'
\
sioes nao podemos culpar a muitos colegas de sugerir a mulher -- ou~cor~
roborar a ideia pre-concebida que se tem-Formado' -4 de que a menopausa e
responsavel por to classe de sintomas indefinidos, sobretudo quando não
se patentiza uma causa mais provavel-dos mesmos. A '
Necessário se faz estabelecer uma diferença entes: a) sinto-
mas de origem menopausicos evidentes no sentido de constituírem o resulta
do fisiológico do cessar da atividade ovsrica; e b] os que se observam~ /
A' '
rm e `
com Frequencia em mulheres que se acham em menopausa, porem, so devidos
H - s
›"
_ Ju 'av r,
indiretas ou secundariamente a esta origem e,'portanto¡ nao tao típicos.
. i _ _ "
z
'_ _ ..
Para aülarar a ideia tomamos oomojexemplo um mulher corrente,
¡ ._-¬ ø ` .
'
_
sem conhecimento sobre o assunto, proxima a menopausa, e que apresenta mui
_ 1, «_.
-.
~
_
N N v f i
ta apreensao. À aparigao de ondas de calor Frequentes e de suores que Fre-
quantemente interrom em*o . seu sono rofundo _ e a despertam _ com sensa.ão 9_ de pânico, aumehtando sua instabilidade nervosa e a tornam irritadica.
'
Com tudo isso, porque nao haveria de se precipitar toda uma
situaçao de insõnia, depressão, sintomas subjetivos e outros, mas principe
._ .. _ ' ¡..,_ ' _ › _ _ _ lmente aqueles que abalam seu equilibrio psíquico? Inclusive, o que muito
: _ _ , __
_. __,_ _.- _, ' ~ _ _'
frequentemente acontece, aparecendo um desequilíbrio ate entao latente»
,_,_
__ ._.__ __ _, _8 * 1 _ _ ' 5 _ g “Ê Nopâuegzfi euâofiflêaoistimicoe ` "' Í . . . › 1 ' . . -
Na avaliacao de quadros distimicos climatericos, o mais Fre »
quente é o;"Depressivo", incidindo ate em 58% de-mulheres menopausicas;{J. ALvEs.sAeo1A e_coLs.). `
_
A
_
 preferência do termo É para depressão climaterica, pois em
u 1 1 1. u 'rn
bora tenha inicio na-pra-menopausa, continua-se por todo o climaterln.
Ê antecedido cor um periodo prodrõmico, de duração variavel, z
,
› ›‹\ .
com anorexia, dispepsia, insônia; irritabilidade ou-intolerância ante a ~
contecimentos infimos da vida diaria;-tendo como-Fator desencadeante-basi
. ' . _ ',. _ _ , N ' ~-_
co, o.temor ou disturbio relacionado›com a emocao sexual e amorosa. -'
.
.f.
._
. A tendência ao suicidio durante estas crises de depressão
/
climatêria É comum, segundo`re§istra ÉSQUIROLÁ Por isso.mesmo, muitos sui
cidios que se nos Fiouram como inexplicáveis enumulheres de meia idade,de
vem-se a disposição de'auto-eliminação ocorrentes nesta fase e nessas cri-
ses depressivas. ` 1*
N - N .
._ A interpretacao xob um prisma pluriglandular nao nos exclui a
possibilidade do despertar de um conjunto de'representacÉes e sentimentos
de minúsvalia sexual'e¿social, com convergência de Fatores emocionais`per=
n - -' . -- sonalissimos. ' W' ` i' ` ` - _ 1
Vasta literatura nos Fala a respeito de fatores psicoFarmaco~
logicos, acentuando estas condicoes,:principalmente“relacionadas com as mo
_ \ . - ' `
noaminas cerebrais.^ 'f `
~ ^' ' '
'i r: l:`“
Fazendo parte dos quadros distimicos do climaterio, poderia ~ mos acrescentar a "impaciência climaterica“5 caracterizada na_mulher into-
I E
' '
.
'
lerante aos Fatos~diarios¿ cada dia›mais notório, obediente mas irritada ,
sentimentos asperos concentrados) " *V ' 1
' _
9
õ _ gf_a3_~,oP/àusà; sauànanssssmfsumíritosfle Pssicóyisõs
_
' ¢
_ "
-:_-.Ã`Í.-1;*
'
'
Domo ja salientamos anteriormente, frequentes seremos disture bios NEURÚTIUOS e PSIEÕTIGÚS.durante a_menopausa e , nos periodos que a /
preoedem e a suoedem" Dependem da predesposigão genética e, desencadeados
peäa idade critica. Em SU
%
das mulheres menopausioas ocorrem sinais deÉ
maturidade orgânica, endocrina e emocional, assim como "imperfeigoes biolá
gioas da persoüalidade". A4 i “
6.1 - Quadros Neurotioos
_. « 1 zxfl
No que se refere a esses disturbios, eles poderaoir desde as
atitudes de dependência, de oposição (recusa de alimentos, mutiemo§'faIta_
› ‹ _ _ _
de higiene, hostilidade) aos estados francamente histericos e obsessivos. As "personalidades deFeituosas“ demonstram Frequentes.sinto -
mas neurotiooszreacionais~(oircunstanciais) e existenciais. Ê natural, por
tanto, que estas personalidades apresentem quadros neurticos olimatêrioos.
r _ 1,' _ ¡ '_ 1 i _ ' _
Podem surgir ansiedade, reagoes afetivas inadequadas, despro~
ø _____ _ ' _
- ~-
_; .
poroionais e agravos minimos, teatralismo, tirania e exploraçao aFetiva,as
_ f _ f _ _ i
_ _ -' _ _ _
tenia fisica e psiquica,Âhipocondria~e sintomas somatioos: pruridos [prin-
cipalmente dos.orgaos genitaisfi, algias, paresias, paralisias, distúrbios
u 1 1 , 1 V \ ‹
-I digestivos e urinarios.» ~ ^
'
Gontrastando com a frigidez anterior, pode-se desenvolver com portamento ninFo~maniaco'e mais raramente homossexual - mais Frequentes
N ^ ,.
. . . '
z . , , .
äs relaçoes platonicas com individuos bem mais Jovens, num protecionismo /
. ¡ .__ _ ` _ _ _ ' , ` lj . U . despotico e exclusivista. ~ i- ~ ' ' ' _ - : ` -V
Importante notarmos os fatores situacionais, como_e×emp1o, mu
lheres que conhecem algo sobre climäterio od menopausa, seja atraves delei
turas ou de conversas com ginecologistas e medicos, e ultrapassam os anos
tidos comos fatais sem nada sentir, por terem antecipado por via puramente
_ × _
- - N
10 _ ' p 6.2 - . ` Quadros Psicoticos
Quanto as.maniFestag5es psicoticas, as mais comuns são as de
estrutura:maníaco-depressiva (que vão desde a dispreta excitaçãfl P5íCU"m0- toraa mania Franca, desde leve depressão a melancolia grave, não raro aeom panhada de series tentativas ou realização de suididio)¡ ou delirante; def
9.
. .'.
¬ .¬“ -.._ . ~ .' .
lirios misticos, eroticos, de perseguiçao, reivindicaçao e ciume, com elim
I 'U n 1 'H n " u '
minaçao do traidor e/ou da rival, real ou imaginaria; 6.3 - Causas e Intercorrëncias Éâiäíy i z W _ ,.. b ” .
*z
.-
Quanto as causas das perturbaçoes no climaterio, os autores admitem haver uma crise de adaptação, na qual se entrosam o desequilíbrio
ø ~ _
`
~ _ r _
endocrino, involupao geral do organismo, terrenoâe reaçoes psicologicas.
o I ' n n q Ê'
A nosso ver, mais que o terrno pslcopatologico e as modificac pães hormonais e corporais, o principal fator de desequilíbrio É a maneira
com que a mulher vivencia seu climatêrio, oàsentido que em sua realidade / ‹
interna tem a cessação das regras-e a capacidade de procriar.
Numa concepção global do ser humanoä unidade psmcofisica, sô
podemos entender as perturbaçoes mentais como a resultante de disposiçoes congênitas ou precocemente)adquiridas, trabalhadas por_influencias.e expei riênoiasâvarias, que as atenuam ou*reforçam. ' 1
V '
Não se herdam doenças, mas potencialidades patologicas que /
poderão ou não se manišestar ou realizar~se, na dependência-da maneira pe la qual a personalidade total lida com os agravos Físicos ou psíquicos.
Com o advento da menopausa, sofre a mulher uma humilhação nar
sisica, não so quando à perda do poder de gerar filhos, mas também por inu
meras perdas outras, havendo a necessidade da mobilização total das forças reparadoras do ego para supera~las e evitar um luto patologico - =lamento
pela morte de partes de si mesma.~ »
i
`
0
-Ao entrar nesta Fase ela da como que um balanço em toda sua Y
vida e, na tentativa desesperada de buscar o tempo perdido pode procurar ,
ll
r na no `
Surgem, entao, as atuagoes bizarras e extravagantes em que e-
. _ . .ú ,
_ _
la, vestida e ataviada comowuma adolescente, adota comportamentos em com -
' .
pleto desacordo com o que sempre teve ou, ao contrario, num mecanismoade /
formaçao reativa, mulheres de vida livre passam bruscamente a demonstrar / moral rígida e intolerável. ~
V
A menopausa atinge a mulher numa idade em que os filhos vão
se desprendendo dos pais,-buscando-vida propria, liberdade, em que o mari-
do atingiu relativa estabilidade profissional e economica, dispensando a /
sua colaboração, e em que ela mesma, por vezes, se aposenta, afastando-se
de um trabalho que dava certo sentido a sua vida. Por tudo isso, a mulher `
' ' ø ' ~
vai se sentindo "desprotegida", desnecessaria e a solidao se abate sobre
ela. '
`
'
' '
' `
à mulher vazia, que não soube desenvolver suas proprias capa-
cidades, que procurou viver a vida dos seus num quase que inconsciente pa-
rasitismo, que se ve frente ao nada» Nofidesespero de enfrentar esse nada,
começa a fazer exigências, a reivindicar, a querer continuar a fazer a vi~ da dos filhos funçaoÍda~sua e vice~versa, a perder os limites do que ela e
I _
e do que e o outro» Exige dos filhos homens que sejam perfeitos, herois,os primeiros em tudo, que a acompanhem, cuidem e mimem, como-principe encabta
do que tardou mas veio e que vai compensa-la de todas as frustraoëes, pa -
gando-a, recompensando-a por seus "sacrifÍcios". ~
_ Ha mulheres que se identificam com as filhas e as impelem, o~ brigam-nas quase que a se tornarem artistas, cientistas, ou mesmo oonquis~ tadoras,invulgares,para obter atraves delas tudo aquilo que nao tiveram. /
Algumas nao permitem que os filhos crescem, exigem que permanecem como.beb
bes indefesos,-dependentes delas para continuarem a sentirase uteis e ne Ç
'n
. ,._
cessarias, havendo as que "se mantem" eternamente Jovens e procuram aoompa
'›
›-
`3 .,
w "
nha-los em atividades em desacordo com sua idade e situaçao, por vezes se
iludindo - num incerto inconsciente Q em poder passar pela esposa ou namo- '
, _ -
'
_ _
rada do proprio filho.¿
A situaçao triangular mae-filho-nora ou genro, pode ser viven ciada nos moldes da edipiana e, como na infancia, torna-se insuportavel` a
'
12
r
I O _ .
mulher ser excluída da relaçao amorosa a dois. A nora e a intrusa, a es - tranha que roubou o fruto de suas entranhas e o genroaduele due esta mui-
. . . .
, f .
to aquem das suas dualidade e virtudes impares da esposa, e que, numa re-
petição de seu casamento , mais uma vez impede, aporte a realizaçao de um
futuro colorido, perfeito. Surgem conglitos relativos aos netos, quando / ele duer impor sua experiência, tira~los da "ladra dos filho", numa racio
. ú ‹ _ .
N - .
1
nalizaçao de ajuda. Falnando as tentativas de controle, vem a depressão ,
as queixas hipocondriacas em due, fazendo-se de vitima, induz sentimentos de culpa nos jovens, impedindo-os de serem felizes. Como.num circulo vi -
9 ' '
›
1 n ‹ o '
|
'
cioso, ha uma repetição compulsiva de conflitos que atravessam o tempo e as gerações - sentindo os filhos due crescer significa desprezar, abando«
U3?
nar a mas e ou s Drocurando corres onder as sdas.ambi Ées e es eran as 1
cam ¡ insatisfeitos por jamais conseguirem na realidade o,oue deles se espe -
ra~na fantasia e na idealização. 'i '
'
`
A mulher due viu frustrados seus anseios de maternidade, ao
. .
'.
- . . z.z
. 1' »›atingir o climaterio liga-se muitas vezes a animaizinhos de estima@ao,num .
'
'-.
:s.‹i
~~"faz de conta" tristemente ridiculo, de "mamae e '¬'1 [-1. ë-1 hinho", desperdiçand
do«se, incapaz de sublimar, de adotar atitudes de produtividade real, -Q- teis para ela mesma e para a sociedade. 'l l`f
›
"l
I `_; ,› . _ I .I _ I ' . I ~ V ANo climaterio reativam-se angustias antigas, nao superadas. . . . ; Ç... '. ;\ ". ._ nf _ J' .
Quanto mais narcisista e dependente dos atrativos fisicos para a sua auto
afirmação, É a mulher, tanto pior É a perda deles; quanto mais egoísta e
' - . -
, .›-\z dependente de necessidades neuroticaste-o seu relacionamento com os Tilhos
tanto mais dificil É suportar que eles cresçam e'se tornem independentes .
f -.
| 1
' "
- . z - ¡ - - Podem recrudescer os sentimentos oe due a propria feminilidade, a vida se-
xual e'a capacidade de ter filhos foram roubados, de due crescerem foi* um
triunfo sobre ela e que o ficar velha e um castigo e identificaçao~com `a
›__~
0 _.. _ _propria mae due tambem por ela foi atacada, deepogada, esvašiada.
*
l
A realidade se torna por vezes tão insuportável que a mulher,
como na puberdade, se refugia na fantasia, numa rotura maior ou menor com
D mundo externo, e com toda a gama de perturbaçoes, que vao da histeria ao
delirio franco. l `
ABLEY, em investigaçoes sobre o olimaterio, concluid que me ~
è - i
« e 4.
nos de 58% das mulheres apresentam perturbapoes nesse periodo~e que somen
13'
te gouco mais de 1% são distfirbios greves; 33% são sintomas transitorios
fugazes; lU% f
_ ›.. _
V -_
neurotioos graves,-enquanto as perturbaçoes psioÕtioas_ooov~ reriam em apenas 2 a 3 por mil." ' `
` `
Contudo, som o sistema de desequilíbrioâoeds vez:mais oresoen
z _ - _
te em nossos _ ø _
_ “_
_ _. _
dlas, esses-numeros Floem progresslvamente alterados e, hoge
I I
A ) ›
_ Y I '
são bem male elevadas essas oeroentegens.pafa o lado dos desequilíbrios /
ø _ o _ o ^ . A
- s 1 ‹ ‹
neurotloos e psicotlcos, eske e o onus de sobrevlveñcia que nos cobram o
progresso e a cresceníe luta Competitiva pela vida, com kodas as suas in ~
A , x :-_-- -"Í .'“_|~)`=zÍ`_^,'›L,__.-. tz -' › ¬› - _ y tefcorrenoles 1 ». ‹š._7".f~ _ \ _. z. ‹¡ ¬‹‹¡ .,› ,, vz, -››, - ,‹ , ._¡.. › I › v 0 1
14
7 zz Psgopiseqslgxo A um eL1MATÊsIo
mawns
1 I
. - 1 _ _ lâ¿**‹`f. ^\'_'..'
n "|~
A mulher equilibrada, sem problemas graves que aretem muito profundamente a sua personalidade, que-superou os conflitos infantis gre ças a sublimação de impulsos agressivos e a oapaoidade de dar amor, amor
. I _
' _ ,
com o=qual nutre o progresso e'oresoimento proprio e dos seus; a mulher
que possue a dose~de_altruismo necessaria para suportar renunoias inevi-
' 1 ' `
~ › .
`
.
taves e que soube desenvolver os seus‹propr1os valores, ao entrar no oli
' ' - I .I _ -" z' .Í f- - › 1 .'
materio, ao inves de perder, recupera partes suas que estavam a serviço
, - . , . ~ _ .
dos que ama e que ate entao dependiam integralmente dela. Desoobre novos '
› _. _-- .› I `~_ N
'
caminhos, reoursos›e~potenoial1dade que ate entao nao puoera usar, orian
do, muitas vezes, com a dessexualizaçao de suas energias libidinosas{- a
possibilidade de relaçoes pessoais`menos erotizadas, menos contlitivas ,
- -
'.
Í'L-
.-.“»
.~
-.
mais satisfatorias. Mobilizamàse os impulsos oe vida busoanoo novos-fins
. . . f .
e, ao diminuirem as responsabilidades para oom o lar e a Familia, tem a
vz
`
1 › I ' u .
oportunidade'ds reaver ou-realizar inumeras aptidšes.
Mesmo a mulher pendente para o lado neurotioo, não pode /
ser colocada dentro de um quadro psioofarmacologioo e hormonal grave. /
Tanto o É que todos os sintomas neurotioos sao deFensivos_e que alguns
ate devem ser respeitados. Por outro ladof*dentro de certo grau e medida
um certo toque de neurose e feminilidade combinam bem e podem compor ea-
preoiavelmente a personalidade da mulher» Assim, os Fatores patogênicos
9.
. .z..\
, 1.¡e patoplastioos podem abrir o drama olimaterioo, mas chegam tambem' a
, .
J A _ _
, . H V
_
oonverglr-e, as vezes, a compensa-lo.-Cabe, portanto, ao meoioo pratico arpoveitar esta alternativa para aÃpsiooterapiazde.apoio e para o-trata~
×_ -~
'.
-mento psioofarmaoologico e hormonal. ~
'
, 15 e *_ V comsinemgõesz fgrygçg * › .. ' ` ' , n| 1 .v ny 1
So a mulher rigloa, de lnteresees llmltados, lnoapaz de en~
frentar e de se adotar a situaçoes novas; que hão usou bem'sue'egreesivi
~ I
' ' i.
. . '. . '
dede, neutrallzando-a~oom amor e oane11zando~e para atlvldadee ute1e,que
nao soube realizar ou eublimar suas necessidades sexuais, que não apren- deu a der pelo prazer de der; oriar pelo prazer de cfiar, construir pelo prazer de construir, produzir pelo prazer de'produzir, que não-manãeveem
sua realidade interna as ooieas boae~que-reoeoeu,`pTeservando o fuim`i e
deixando que o bom se estfagasse =~*`so ela; vivencia o olimatefio como
_ _' p _ V 1 .I ~¿,- p . V V~ x'›‹_¿. or1se vltal'cetastroF1oe,~por~vezee~1neuperaveÍ¡~ u I' “ V-
"
..› . - . -1 \ x*. «9 I _ b] .C) dl _ F) 9) h i) â) K 1)
\
-1 I _.- 16 - HEFÉHÊNÇÍASlelfiteøâfiáfleâê f ~` .‹ . ' ' _/ ' .z ..¡= ,ALVES GARCIA, Q.;MDREIRA, Mário 8.; CAMAEHG, Bilob celeste; FAMDINfl,'
FILHO, Ramone L "üepreeešes Blimaterias na Mulher", JBM, Hier de lldaneirog Vol. 29, n9 3,Vppzfl4»25Ç setembro de l975¡-~ ,
CALATBDNI, Carlos J.; RUIZ, Vicente » Libreria Êüifiorial El Ateneu;
.\. À z
'
~× 4a. Ed., Buenos Aires, pp. 983¬994, l94ô¡` '_ '
' « " Í ` ` \ .
GAMAHGU, leão Pereire ae -` "Terepeutiee'eineee15giee"¿
ze. Ee., Eu;
tora Guanabara, Rio de Janeiroä pp. 195-ZUO,-1934. ~'
‹/ V
'
GDKE, Willard R. ~í “Manual de Ginecologia", trad. por A. Vespasiano
Ramos; Edišora Gertum Bàrneiro, 1947.. l
` ›
8)
z
DUNBAR, Flanders - "The Meñopause and Mental Dieorder", JL Neurol. e Peyehepet, 12, lee; 1932.- - - , ` - - - ~ \ _ ` \
FàeIÃo, M.M. e- "Treeeee de sineeelegiefl, le. eu., Eeitere F. ari -
./_ ' '
_
` guiet e Cia, Rio de Janeiro, pp. 65~6õ e 141-ld2ƒ 1935, _ j- HUFMEIER, Schroeder - "Tratado de Ginecologia", Casa Editorial P.
Salvat¿ Barcelona, pp.-l5l~l52,.1922,' .› v '.
KLEIN, Malaine ~ “Êhvy and Gratirúte", Tavietoek Publioarions, Lon~
eres, 1932; z . z
*
..› r ..
x _
LAMPL DE GRDDT, Jeanne - "Problems of Feminity", Psychoanal Quarte- É ly, 1933; A . e . i\_: . V . , ` .`_ '_ ~ ,
Luz,äu1ée 5. Lieheeneeein' - flperúurbeçšee4Peiee15gieee nú climete ~
z fi0“z B01. de peiq;, são Peu1e;‹ve1z Iv, nQ~I;-são Peu1e,“19v2.
-'
. - _'z
MACHADO, Nery ~ `"Manual Prático de Ginecologia“¿ Edição e proprieda
. ~ 1 , » ‹ -
eae-úe_eufier, Hie de Jeneire, pp. 259-2e1.¬ ×
_
Í
NDVAK¿ Edmund R. ~ "Tratado de Ginecologia", 7a. Ed., Interamericana Eeiteriel s.A., mé×1ee, pp. ea-e5.v ~
s \.-. ..z.~ z 44» _ __ __ __”. _ _. h
TCC
C N-C am- TCC UFSC TO 0063UFSÇ
-. Autor: Silva, Eliqs Ferre
'
T0
¬Título: Estágio rotatório em ginecologia
A ' 912316266 Ac. 254207