¡
CC
244
'MARISA
HELENA
DA
SILVA
TUMQRES
MVALIGNOS
s1NcRôN1cos
DE
CÓLQN
E
RETO
Trabalho apresentado à Universidade
Federal de Santa Catarina, para a conclusão no C-urso de Graduação
em
Medicina.
z
FLORIANÓPOLIS
1999
MARISA
HELENA
DA
SILVA
TUMORES MALIGNQS
SINCRÔNICOS
DE
CÓLON
E
RETQ
Trabalho apresentado à Universidade
Federal de Santa Catarina, para a
conclusão no Curso de Graduação
em
Medicina.
Coordenador
do
Curso:
Prof. Dr.EDSON
JOSÉ
CARDOSO
Orientador:
Prof. Dr.JOSÉ
MAURO
DOS
SANTOS
FLORIANÓPOLIS
~
Silva, Marisa Helena da. Tumores malignos sincrõnicos de cólon e reto. Florianópolis, 1999. ' A 9 ' 30 p.
Trabalho apresentado à Universidade Federal de Santa Catarina, para a conclusão
“ no Curso' de Graduação em Medicina - Universidade Federal de Santa Catarina.
`
l. Neoplasias sincrônicas colorretais 2. Câncer de cólon e reto _3. _Careinon1as múltiplos colorretais
Dedico esta obra à minha família, que sempre esteve ao
meu
ladoem
todos os momentos,_ .
A dando força e coragem frente às
. dificuldades, e ao _meu namorado que soube '
AGRADECIMENTOS
Agradeço
aomeu
orientador, Prof. Dr.JOSÉ
MAURO
DOS
SANTOS,
pela dedicação dispensada amim
neste período e pelosconhecimentos que sempre
me
passou,na
qualidadede
sábio mestreque lhe cabe.
Agradeço
aosmédicos
e professoresdo
lnternatoMédico
em
Gineco-Obstetrícia e Pediatria,
que
souberam
respeitar e admirarum
estudante
no
fim
da
sua batalha acadêmica.'
Agradeço
a todos os funcionáriosdo
HU
eHC
pela atençãoprestada a todos os pesquisadores
que
como
eu
estãoem
buscade
sabedoria. ,
Agradeço
aDona
HELENA,
funcionáriaexemplar que sempre
está pronta para fornecer sua ajuda.
Agradeço
aos Professoresda
Técnica Operatória e CirurgiaExperimental pelos
momentos
de ensinamentoque dedicaram
amim
em
toda a etapaque
lá foi percorrida.'
Agradeço
aoexemplo
de servidor eamigo
fiel Sr.LUIZ
HENRIQUE
PRAZERES,
que não nega
esforçosna
incansávelAgradeço
ao Prof. Dr.FELIPE
FELÍCIO
pelaconfiança
prestada a
minha
pessoa e pela chanceque dá
aos seus seguidoresde
conhecer
sempre mais
amedicina
como
arte, ciência e cultura.Agradeço
às Residentes de Patologiado
HU,
SÍLVIA,
DANIELA
eLEE
pelaamizade
dedicada e pela paciênciaao
repassarem seus
conhecimentos
àquelesque
lhes questionam.'
Agradeço
à Sra.FABIANE
TOMÉ
pela correção gramaticaldesta obra, fornecendo
um
pouco
de seu vastoconhecimento
aosque
solicitam.
Agradeço
aosmeus
colegas de classe pelaamizade
dispensada aINTRODUÇÃO
... .. 01OBJETIVO
... ..MÉTODO
. ... ..RESULTADOS
ÍNDICE
. . . › . ¢ . . . . . . «. . . . z . - . . . - . ..DISCUSSÃO
... ..CONCLUSÕES
REFERÊNCIAS
- . ~ . z . . . z . . . . z ‹ › - - - - z . . . . . . . . . - --.I
1
1.
INTRODUÇÃO
Tumores
múltiplospodem
ser sincrônicosou
metacrônicos.Tumores
sincrônicos sãoquando
duasou
mais lesões primárias são diagnosticadasna
mesma
investigação.Os
tumores
metacrônicos são doisou mais tumores
primárioscom
diagnóstico intercaladopor
1 a ll anos,dependendo do
autor.l'2Entre as neoplasias sincrônicas, as mais
comuns
são asdo
intestino grosso, totalizando 1,8 a8%
dos casosde
neoplasias colorretais. Esta variaçãodepende
principalmente dos critérios diagnósticos e dos critériosde
inclusãopara lesões sincrônicasz' 3'4*5° 6 '
Os
carcinomas sincrônicos de cólon e retoforam
descritos pela primeiravez por
CZERNY,
em
1880.5' 6” 7Desde
então,
numerosos
trabalhostêm
sidopublicados a cerca
do
tema. _O
câncer colorretal é mais frequenteem
paíseseconomicamente
privilegiadosl
A
dieta pobreem
fibras e ricaem
poli-insaturadospode
serconsiderada fator de risco para o desenvolvimento
da
doença, explicando adiferente incidência
em
populações distintas(PAINTER
eBURKITT,
l971).1'8'
A
neoplasia colorretal é a terceiradoença maligna
em
frequência nos' _
EUA. E
ainda o câncermais
comum
do
tubo digestivo, sendo sua mortalidade. . ,` ._ 9 O
somente
inferior ado
cancerde
pulmao.8' ' 1Nos
EUA
são diagnosticados por ano,em
média, 155.000novos
casos eocorrem
cerca de 60.000 óbitos anuaisem
decorrência dessa doença. Estima-se6%
dedesenvolverem
a afecção se forem, respectivamente,do
sexo feminino e masculino.4' 9Alguns
autores relatam diferenças percentuais entre os sexosque
podem
chegar até a20%.
Contudo, istonão
é determinante paraque o
sexomasculino seja referido
como
fator de risco para o desenvolvimento tumoral.“'iz, is, i4, is
O
carcinoma do
intestino grosso _épredominantemente
uma
afecção depessoas idosas,
com
picode
incidênciaem
tornoda
sétima décadade
vida.“' 15” 16Porém, a
doença pode
incidirem
qualquer faixa etária, ocorrendoem
cerca de5%
dos casosem
pacientescom
menos
de
40
anos de idade.4' 5 ^Quando
presenteem
individuosmais
jovens, ocarcinoma do
cólon e retogeralmente está associado a
alguma sindrome
hereditária,com
diagnósticoem
tomo
da
terceiraou
quarta décadas de vida.17' ls' 19” 2°' 21' 22'23' 24Entre as síndromes familiares
com
risco dedesenvolverem carcinomas no
intestino grosso, a
Síndrome
de Polipose Familiar Múltiplado
Cólon
ea
Síndrome de Gardner
possuem
alto potencial de malignização, sobretudona
doença
de
longa duração,com
transfonnaçãómaligna
inevitável cercade
12anos após o diagnóstico
(MORSON,
l966).8' 2°” 23Desta
forma,não
seconsideram neoplasias primárias sincrônicas
do
cólon e reto asque
houverem
associação
de
polipose familiar nestes pacientes.3°4*5Pólipos adenomatosos,
em
pacientessem
polipose familiar, são achadoscolonoscópicos frequentes e
podem
abrigar,comprovadamente,
focos dei.
7 . ,_ . , .
carcinoma.”
25' 26' 2' 28O
risco
de
transformaçao malignados
poliposadenomatosos depende do tamanho,
número
e caráter histológico das lesões.]2' 2!'28' 29' 3°
Sua
presençaaumenta
consideravelmente o riscode
neoplasia sincrônicacolorrem
29, 32, ss, 34, 35, só, 37 VUma
síndrome de
transmissão hereditáriado
câncerdo
intestino grosso,3
Alfred S.
Warthin
e posteriormentenomeada
deSindrome
deLynch
(BOLAND,
1984).” Esta
doença
é caracterizada pela presença decarcinoma do
intestinogrosso
em
no minimo
trêsmembros
da
mesma
familia porduas
geraçõesconsecutivas, ocorrendo
um
caso antesdos
50 anosem
pelomenos
um
dosafetados.17' 18' 19
Existem
dois tiposda
Sindrome de Lynch.
A
varianteLynch
I écaracterizada por herança autossômica dominante, idade precoce,
envolvimento
de
segmento
proximal colônico e presença de múltiplos tumores primárioscolorretais.
Os
pacientes portadoresda
varianteLynch
II apresentam lesõessincrônicas extra colônicas,
com
particularacometimento
do
endométrio, ovárioe estômago.18' 19 Esta
síndrome
está presentede
5 a10%
dos casosde
neoplasiasmalignas
do
cólon e reto.22' 24' 38' 39 -Os
tumores
sincrônicospodem
estarno
mesmo
segmento
intestinal 32' 36ou
em
segmentos
distintos.35' 4°' 41O
diagnóstico pré-operatório é dificilmesmo
em
lesões próximas,sendo
geralmente a classificação histopatológica dostumores responsável pelas divergências entre diagnóstico e conduta.34' 35'4°'42'43
Desde
1973,quando
se realizou a 1” Conferência Internacional sobre aSíndrome
de NeoplasiasMalignas
Primárias Múltiplas, enfatiza-seo
diagnósticoprecoce de
novas
neoplasiasno
pacientecom
câncer.2' 14' 44 ParaLANGEVIN
eNIVATVONGS35
é fundamental a avaliação de todo intestino grossoem
pacientes
com
neoplasiamaligna
colorretalna
buscade
lesões sincrônicas.A
sobrevida parece ser semelhanteem
pacientescom
carcinoma
solitárioe sincrônico
do
cólon e reto.24' 41' 42' 45Porém,
ostumores
sincrônicos sãoconsiderados fatores
de
risco parao carcinoma
metacrônico, afecçãocom
reservada sobrevidaó' “'47
Assim,
seria interessante conhecer a epidemiologia destestumores
no
nosso meio,
bem como
suas caracteristicas e a eficáciados
métodos
2.
OBJETIVO
ANALISAR
os
CASOS DE
NEOPLASIAS
3.
MÉTODO
Analisou-se retrospectivamente,
de maneira
descritiva e longitudinal, osprontuários
de
pacientes portadores de neoplasias malignas sincrônicasde
cólone reto, atendidos pelo Serviço de Colo-Proctologia
nos
hospitaisde
Caridade eUniversitário
da
cidadede
Florianópolis,no
períodode
janeirode 1980
adezembro
de 1998.Os
prontuáriosforam
obtidosno
Serviçode Arquivos
Médicos
dosreferidos hospitais. _
Dentre os pacientes portadores de
carcinoma
colorretal,foram
considerados portadores
de
neoplasias sincrônicasde
cólon e reto os pacientescom
adenocarcinomas que preenchessem
os critérios de seleção sugeridos porWARREN
sGATES
sMOERTEL
a ¢a1.z5 1)duas
ou
mais
lesões malignasseparadas por
segmento
colônico demucosa
e parede normal; e 2)nenhum
tumor
poderia representar extensãoou
metástasedo
outro.O
diagnóstico dasmúltiplas lesões deveria ser feito
na
mesma
investigação. Pacientes portadoresde
polipose familiar e colite ulcerativaou granulomatosa
(Crhon)não foram
incluídos neste estudo.
_
Nos
pacientes portadores de neoplasiamaligna
sincrônica colorretal,analisou-se
o
número
de
lesões malignas encontradasem
cada
paciente.Os
dados
relativos à idade, sexo, localização tumoral e associaçãocom
pólipos
foram
comparados
com
aqueles dos pacientes portadoresde tumores
Analisou-se
também
de
modo
comparativo o grau de diferenciação e aclassificação histopatológica das lesões malignas colorretais, utilizando a
classificação
de
Dukes modificada
(ASTLER
eCOLLER,
1954).O
diagnóstico,o
tratamento cirúrgico e ao sobrevidaforam
analisadosseparadamente nos pacientes portadores
de
neoplasias sincrônicasdo
cólon e4
RESULTADOS
total
de
41 lesoes multrplasForam
analisados357 pronmarlos de
paclentes portadoresde
neoplasla
mahgna
colorretalsendo
encontrados 17(4,76%)
paclentesportadores
de
tlmaoresmahgnos
smcromcos
de colon e reto, perfazendoum
2 lesões
E
3 lesõesEl 4 lesões
E
6
lesões n= 41 lesõesfigurz 1 Numero de 195085 malignas encontradas nos I7
Q)
'U
CU
60
E
iliiiiiiiiiiniiliim41
-
50
11111feminino
masculino
-, š!z>àz›è¿É¢f~:Ê'§Z.~.â\z^$ê*âêt§ =“-'P-¬=1*‹_b'z‹_l.“.‹?~› " ~.Tz*\â‹‹‹.:›*§£1›"'?f~¢z>!^~.-T‹›-~,=‹¿¬**=€êz›9.›êͧ**°” . _ ~,:~=‹ N» ..~0.=_‹f‹_>_‹.-_. _. .`,ç,~»¿z;1€Ê¡;>
2O
. _ - z i *¬*`ââëäiššê
`› z- ag» Êšõz 4% if if 1: ._ _ _«¬›§× -‹Ílllliiiiiiiiilliii ii Illlli i illiiliiiii
* z, \, \ ›«‹›¡~. ..z“_` - _¬ \ ã'‹r"-.w _ f›<. _ › _ ._~ wf'<= _. _,_ _ ›»~__›;f:'- eo ug Âëi É-,ç"Í1“l-if* ‹$› 1* L.:J ×~e'~* _ š'<›.-. _- ›x. :".-* › -.,_‹; Ê {~_u.,,¡f. J xi; ._ v 1--' vz ë'~ ._ _ _ _ ."_Ê.::~,‹;«\ ,__sõ:f$¬¬.'u ¬" csi»
W
.›- ., _*0 '-,=â~.<àä*\ i× 11'* _ »~ ~ _ à~¬f"'z ff-= PÉ _ ‹.=_ = ›_‹- .. `z.z- ._-.. z_‹ _',*¿¡~;Á.;¡._`-___,;¿z'¡~¡.¿-<.:‹..¿; '¬z-~. ' ›--\. ‹»`-¿$.z.-~§1_=è;'f?5?ä§'- = _ , .› , _ _ ,_mnnmmilm
;,_f~_‹-.i«:-_~; =- -zèz _ .n ¡. \¬_,z¡} ¿:¿¿}_ _ z- ‹ _. .-f » M. vz >:z«~:‹‹z»:›\~*'Íè ¬" ~$'‹: *zr fr :Í11 ,¿"" Á ' >'~ .. Í «Í _ âššâä ifší.É
3% ‹ yi JM. fi X ›. äšjf ímã* . ) 4 Já gm €zz~*›,›:“:',1f^~ ?~'~?_ aê £'~:\' 1?-« Ç _ ee ;.,;f:1zv_;-_â.;;~¿;,¡¢;«z;zs“¢,¬«¬.~*â;¿^z;f¿:f'‹,-¿§.׋_ ., ,ig ¿;~.vz_.z,i _ _›-›‹_- zm-¿V:.;«,.~;¡_ ~ ._ .-›.z× '~,1z" -mz. 3-'~› \ =‹;:\- ‹ ~- 1.B¬?1,,¿¿j:_._3_~<'.,>`-›%~€¡¡_- -,-* . u fez .z - š=.›_ÊÍ`=~Ê~fi “(5 L' ézW
I 1 .rm-=_~z ~z› z'zfz`.¡ .1.§3 mz i‹ "fi KT 'JH :AU ¬›E i _¬ `3:* r*§Ê`: 1» úz 3 «- eai' ÍÍ*`;.‹; .+-‹5› «_ 'J _ Sflêš* . ââš mf .ei ffi ~._ 55 š;i¬“›'¿ ^ .aiii-É H' fi-__' ‹\ , Ç* 1 _ 1* ^‹- ä-Ê Êfiiif H Q _, ‹ I 1 ' :_ ¢z¡h_ -1 z .Az L .~ _ ' ..' -fx _ ~ z « ih '”"¿9*`W ‹3w"Ê wL- . " ` mf 1. -ia: """ "° "' '›* `›§Í<`:?'×*5›'*ã=ÍÍz7` šë' ^¬.ú -zz ‹*›.="'»*.~* gw.-.:$«`5Y'f ‹- fšfãâe =‹-<_s~'(*=-›zš*›,_~§ê ' '- f"-*H ~›› ,v~.~›§$Í›z2§z\›3l.`¡"Ê'š`‹:"\-.*›”.." . . _2.br›"`f . ~~ `***?'=‹'°"**,Í=`_=;.í¡=&-3*
¬ 'Í ~'*1`f"Í›â "°<.<_¿'*2¡`x""*¿¿""~ "
. _ Í '›z.~ÍÍ"'›'¿ÍfiÍ"'~*"J`*'¿¿'í>*ʰ'*'^-'-â -.\=¬›' Í- H'
A:›_.._-.›;, Nz--›.¬.~~ _* `., ,-~A ‹‹- .. 1... na-_. ._.`¬.., _._¬~ _. .: _..`_ .›». rw
' z ` ,Ez zz '-« * ¬× z-? **‹;‹_»~‹› ,if 5 . p « 4, iliilliliiliiiiilliililllilllflillIiilillliliiilIlillllillilllilli `
_
- '5›:" :,L›'._" ^‹'›2¬1"-':* zí z._›«›~%›'\ 1›f:"‹:“;“z_;:l'2f.~¬:'›:_ê _z.`€' '*'< ;.‹“`;='1=I_`f` `=,›_¬"~._«* ‹_‹ zz, -'.~zzí#¿z -,, -'à2;›;ä'_.'§¿.z'~°×:~-.;'»zg. K -Y zfzl " _šyfi..-_ -1 ~_-À:.`;E¿.¿~ 2»i‹¡§.¬$ ‹‹‹_ÊE~'=
~§¿§; z ' ,fišäf 'f_f<“ ez? f _  zzzâ-~ ' ~ =;â=z“**"*_ z _ ~_ wet .›ée.‹z;_.», \ uz-..z@=* " W . ›;?:**~:@ z. «~_›~=;' __';z`¡:*â‹;_~.ë›3z›fi='f*z*.‹ \-` . ' ‹=‹‹ __ ׋` ” =-,”Iíš';*".f”í**'“*Z*i**~.._ *ir ¬ sf ,-_ z""=";-_~`z'I~1› _. ¡é¿z- _ z;-=: ~â»-‹;zz\.,Ê Í 11.2 of _ _ . - =-` fi; _^`-z-*l:'.ífi.`›,. V. 132 1:: ¬'. ›“¢Í.fÊÍÊ?“íÊ1'*:°'V- 1 ~ .. = ~'~ ‹ . - - .i ' =~~ »_- ~ . V. _ 1. -‹ ef ' ›› \ ~ _*-6%, (Ê“~.";L~›.-.-:-' É-zw-“.;"'Ê¡§Ê$;¬"`‹'~¿{ '_'_ '¿>5l'~'àzv1“~'‹›:5*`¬zl'fi -~ ' ' 'f -- › -
_ ¬ _'-_ «Z _ ..f~,~,¬,ë-'›Í°.'=zU;- vam»-¬.~é ,-_ ››,.,‹. «S1 wi «fé-*'vf*1}‹~*í~.¬“ Ê* ,¿¬;J?> ,-.›â.›_- V ,z'Yf:z'ze-:êz.~.¿1=.*z›
. › ›.*f-‹- **v_›‹ -¡-'-^;__j ,^,._ __›_›,‹_¿w_ z ._ ¬_.4_ _ ~- ~ ~'%~*~.,z_¬‹ - -Q» ' A _ ._ ._ ,___ __ _ W; *_ . ._ . \\:f*‹5P 3 . W _ kh. _ .- àë; Zn lê* *~_;zz_ . 5;; _ Ê? _ Ísfiííëz "'-á'‹¿-5,-‹..='z] ,.'°',V"`v'\ . .~__`;{m`.~`›" _. 'É ' -,~'* ' ' ' -= af mz f^.°›`<*~* __ » ' _ _ ' ›*¬-_~.=\_ :f'~ _, êt. ‹~ - ;;' ..`,-'zff =»'z~ ~* › c' “ ' " ' -. šâí _ zz.. _ 2*-zw-_ --~ ._'\z_.,.»,-z.¿_z"§`¡¡\‹-..:;.. _¿ .‹»,¡,.?fà;¿-~ _ _ ' “ .â › _~ -_» _ .... ef C i '.'::›.~ *' _ §¿___.‹_. «,»=â,_,_$¿¿,__ zâf.:&.___,;,;L_Ê¿ ¶š¿¿y`~§§¶$; . ~ We ^ .z ._ 4.'~»›» âfië _.¬ ff? .~ fi; 'Z ›$`,^3.'›. Zi ix . *^- -‹ Px; “Q “'‹w;§>=.».¬›z,àz,~»'¿_\e
vã
1.* .Jú 1 fg* « är;.y2":Ê¿‹ °'~? _ ~<›- e1`5'“~§ “ 'iššv ¡. *iisf ' f-Q Ji T I §~fl~1_ \'‹še5.*«:*,'a'§^},<f_ z É fr .w4 w 4 Í: _, 0 *V ». G R fé L' .Hz “í¬ °~ ¬ 1.-` ==› _Lg
*§2_«f¿š_ë.› wàz *ãä “Êëv~ â_ . '_ E 1-_'‹~.' 1 *s -. `‹.-â‹ <\`;=~*='à'š'¡Ê›',”\:.¿`Í-'fi _ _, :: .\¿¬*~¬ \.~ "§*¿¡,¡¡~, ff' \ -&~ . ;§;‹â`¡¿z›‹_z;_;¬,:¬ š›Êë___ «Q ¬ Í -‹ ,. «Êá
~ Mm? “F V .\‹.;›f-1 _='ê _. .bw A» if" › f ,__ 34 .f ‹ _~*§§šlÉ5`*š›'“ ~.“,, Í«›‹`*Í"s'%' .~¿›_r.:":; 1, _ gq iv _Á`5 , “¡ ~ v. M-â ¬*.. . :..1.""§`Êz; ff :fa «zw =z ‹~.S=:'z ' z ..z.'.. z. ; 'V-ii' _»-'í‹..‹â":‹›.«i`~';.iwÃ.‹ " -.z.._ _ «Àn~.'_¡'__`.. - -. .Í _'._§«\‹1_z:z«;z_,\_ Í,›.~;›_'_=.¬:1~›‹ pr. › ' ~~ M ' ' _z‹‹_. “ f ~~f*=~'-À*
-fe _ _:= __ ›. ~. - -.*. .:_ .':z¬,' ›. V - ¬ =‹ ',; T. ~' =- ¬ ›-: g :_«-z;;¡ -. \ ze- ¬ "zé *fz z _. _zwââ« . « *Lpercentuais
Figum 2: Distribuição dos pacientes com neoplasias colorretais solitárias de acordo com a iàade e o sexo.
61
dade22
>70
<40§
70
60
41
-50-
lifllfeminino
masculino
_i 9 I I W N WTT '"
" Í0
10
20
30
percentuais
Figura 3: Distribuição dos pacientes com neoplasias colorretais
.flš >`.§.._. 5.596 :=¡â-sofá *“'4-¬§¿j°““ . ›~-0 o3% \€_,.¡';\-¬A,,..Y_ú__$_‹.. Agzcegdíag 8,4% _.
Figura 4: Localização. em percentuais. do total de neoplasias solitárias do «._`_,..__ '~'fi¡_:'.iT!'. /¡:›...4,___;
I
$› ,`,...¬. 3 .\ 2 ': /'_"(.- W... 4... . .‹ E *\ \‹._§ ?"`~»‹-~..,(.... "'7'~.' z ;*~«.¿,›«.~» Í `\ Cacuia 41% v __'_‹_.,-¬,‹ ` É 3 `C .‹\. '* Quan- t...--\<. ff . }": 23%s
.z ~.f«×¢z~›f ~: f,w
e\ '\ .rg-,Ê r* ,.. K.. r ..- .: 1 z ii 1' '›`°` Cisrfscamtíng 4-*Ê- 4,4% ,; . :n~:=<$ _š Recscsšgrfl-:ic 23% . "^ `\ É . - lt ~\¬*'** \ .. ..az..×›--. 'X 'f' 365%intestino grosso em 340 pacientes.
.~ _) 11.. z¬n"`\ - 4*-° Haââatzi _, _ /4. ._‹:-” ggexurü rY!!'°!,'(_='$.. › 12.5»/z _ ¿¿_ 2,5% _, - rësa ` -. z--. 2.' \~* ` e°'rr,5`›'1:'r/'ii . :A sx ,_ ,. ..¡. -‹ ,za-~~~›«...:-.~e.~:‹-f-'-- = °'-” ñ».,_,,.. .,\,;__ 1f'=-À.- n'/"“\/^~v '1.';::: '-_';:-.f,¡.. J' .,_,¡.,_____ ;>"z::iz: fšexure 75% ...›.__, vl ` Sêseeruíinç Ascefidifig 225% 7,5% -1;-›› `. .-. á..
Figura 5: Localização. em percentuais. (bs 41 neoplasias sincrõnicas do
P c š V» /_,.›-q/' gl. wi ,L ~....,..×\ (Ze cz: .fa 7.5% ' ~ 1~ z /Lx' ' .-‹ *Í › › «""" `2o% Í '~...« cf”- ~‹~.. za ~`_ zú-wa? «sê ,,/-"
intestino grosso em 17 pacientes.
3 .¿-..._,'. '.:...‹ z ;_ _w«)...›\'/ ...__ /" .YSEg.¬-=¢š:$ \ ššeâšum 20% `.../-/
TABELA
I- Incidência de póliposadenomatosos
associados àsneoplasias malignas solitárias e sincrônicas
colorretais.
Neoplasias
número
percentual WSolitárias
35
10,3Sincrônicas
9
52,9TABELA
II-Classificação histológica dos carcinomas solitários esincrônicos
do
intestino grosso.solitários sincrônicos Histologia
n
%
n
%
Adenocarcinoma
282
f _ 8330
73,1Adenocarcinoma
em
- pólipo A 22 6,59
22
Cain
situ 15 4 - "4,4 2 4,9 Outros A' 2l 6,1 - - Espinocelular 8 2,3Melanoma
3 0,8C
arcinóide 10 3TABELA
III-Grau
de diferenciação celular das neoplasiassolitárias e sincrônicas de cólon e reto.
bem
moderadamente
indiferenciadasdiferenciadas diferenciadas .
Neoplasias
(%)
(%)
(%)
A
Solitárias
33
64
3Sincrônicas 41,5 5 3 ,6 -
TABELA
IV-
Classificação deDukes
modificada paracarcinomas
solitários e sincrônicos de cólon ereto
A
Bl
B2
Cl
C2
in situCarcinomas
(%)
(°/›)(%)
(%)
(%)
(%)
solitários na ~ 5,3 16,2 Ais*
35,4 39,3 5 Sincrônicos 24,4 7,3 26,8 4,9 31,7 4,9Os
dados
queseguem
se referem apenas às neoplasias sincrônicasdo
cólon e reto.TABELA
V-
Sinais e sintomas principais referidos pelos pacientesportadores
de
tumores
malignos sincrônicosdo
intestino grosso. `
H
Sinais e
sintomas
n
%
Alteração
dohábito
intestinal 14 28Dor
abdominal
13 26 `Emagrecimento
7 14Sangramento
4 8 . ' A Sub-oclusão intestinal -4
8Massa
palpável 3 6Não
referentes ao intestino 3 6TABELA
VI-
Exames
complementares
utilizadosno
diagnósticodas múltiplas lesões colorretais e sua positividade
na
detecção de
doença
neoplásica eno
diagnósticode
tumores
sincrônicos.n°
de
lesão eficáciaExames
exames
1 lesão sincrônica(%)
Colonoscopia
14Exame
radiológico contrastado - 10Radiografia
simples 17 Ultrassonograñaabdominal
6Tomografia
Vcomputadorizada
3 14 'S 3 5,720
TABELA
VII- Fatores limitantes à realizaçãoda
pancolonoscopianos
pacientescom
tumores malignos
sincrônicos decólon e reto. I Fatores
n
%
Tumor
estenosanteDor
aoexame
Preparoinadequado
8 42,1 5 26,3 3 15,7Compressão
extrínsecacom
estenoseRecusado
2 10,5
I 5,4
TABELA
VIII-Causas
que levaram ao diagnósticode
lesõessincrônicas
somente
com
oexame
anatomo-
- patológico. ` Fatores
n
_%
Dukes
A
Pólipo malignizadoCa
in situTumor
estenosante 3 37,5 3 l 37,5 12,5 l 12,5TABELA
IX-Tratamento
efetuadonos
pacientescom
carcinomas
' sincrônicos colorretais.Tratamento
n
%
Hemicolectomia
9 53Retossigmoidectomia
3 17,7Colectomia
total 3 17,7Ressecção
abdomino-perineal de reto 1 ` 5,8Colectomia
subtotal 1 5,8TABELA
X-
Sobrevida dos pacientescom
neoplasias malignassincrônicas de cólon e reto.
Sobrevida
zn
%
<
1ano
7 41,22 a 5 anos 2 11,8
5.
DISCUSSÃO
A
incidência dos carcinomas colorretais sincrônicos é bastantevariável, oscilando
de
1,8 a8%
do
totalde
tumoresdo
intestino grosso.Diversos fatores influenciam diretamente nesta variação,
'como
asdiferenças demográficas,
o
período estudado, osmétodos
diagnósticos e oscritérios de inclusão. 2' 3” 4” 5”6
Na
presente casuística, a incidência das neoplasias malignassincrônicas foi de
4,76%
num
estudo renospectivo de 18 anos.Ocasionalmente
os pacientescom
neoplasias sincrônicaspodem
apresentar 3
ou mais
lesões.2¬ 3KAIBARA
e col.” relataramum
pacienteportador de 7 carcinomas simultâneos.
No
Brasil,`BONARDI
e col.”observaram
a presençade
seis neoplasias simultâneasnum
mesmo
paciente. Este fato poderia sugerir
uma
fragilidadeda
mucosa
intestinal àtransformação maligna,
sendo
preconizado por alguns autoresum
tratamento
mais
radicalimpedindo o
desenvolvimento de neoplasias metacrônicas.3Dos
17 pacientes desta série,um
apresentou 3 lesões, outro4 e outro 6 lesões sincrônicas colorretais.
Alguns
estudosdemonstram
não
haver variação significativada
incidência entre os tumores solitários nos sexos feminino e masculino. “' Ú'
13' 14* 15
A
diferença encontrada nesta casuística entre os dois sexos
nos
carcinomas solitários e sincrônicos foi, respectivamente, de
5%
e5,8%,
nos sincrônicos.
A
idade é considerada fator de risco parao desenvolvimento de
neoplasias múltiplas,
com
predomínio na
sétimadécada de
vida.“' 15' 16Segundo
DEBINSKI
e col.2l, para cadaaumento de
10 anosno grupo
etáriohá
um
aumento
do
riscode 2
a 4 vezes parao desenvolvimento de
carcinomas sincrônicos.
Contudo,
em
pacientescom
menos
de50
anosde
idade os carcinomas sincrônicos são
mais
comuns
que
os solitáriosf*No
presente estudo
também
ocorreuum
aumento
da
incidência abaixodos 50
anos,
em
comparação
com
ostumores
solitários, jáque
se encontrouuma
incidência
de
18,9%
de neoplasias Solitáriasem
pacientescom
menos
de 50
anos de idade, contra
29,4%
de pacientescom
tumores
sincrônicosjO
predomínio da
neoplasia sincrônica foina
sétimadécada
de vida.Houve
decréscimo
da
incidência a partir desta faixa etária, contrariando aliteratura.”
Populações estudadas
com
prevalência alta de câncer colorretalapresentam a lesão
no
lado esquerdodo
órgãoem
até77%
dos casos.”Grupos
de baixo riscotêm
maior
ocorrência dadoença no
cólon direito.”Pacientes portadores
de
neoplasia colorretal sincrônicapossuem
lesõesno
cólon direito
com
mais frequênciado que
pacientescom
lesão SolitáriasEncontrou-se nesta casuística
um
predomínio
das neoplasias solitárias esincrônicas
no
cólon esquerdo, sobretudoem
reto, junção reto-sigmóide e sigrnóide.De
acordocom
a
literatura, observou-se nos casos sincrônicosuma
maior
incidênciade
lesões malignasno
lado direitodo
cólonquando
comparada
à
neoplasia solitária, sendo esta diferençade 4,7%.
z
Ao
estabelecer os critérios de seleção para ostumores
sincrônicosdo
intestino grosso,
MOERTEL
e co1.5 caracterizaramque
essas lesõesuma
lesãonão
poderia representar extensãoou
metástaseda
outra, e sugeriu a exclusão dos carcinomas in situ. Contudo, paraCALI
e col. e'I A . .
MUTO
e col.4 , certostumores
metacronicospodenam
ser naverdade
tumores sincrônicos
não
diagnosticadosna
datada
primeira lesão. Este fatoexplicaria a
não
exclusãodos carcinoma
in situ deste estudo, já que se tratade
uma
lesão malignaque
fatalmente seguirá suaordem
naturalde
crescimento,
mesmo
não sendo
invasivono
momento
do
diagnóstico.O
mesmo
ocorreriacom
focosde
malignizaçãoem
póliposadenomatososó'
47Pacientes portadores
de tumores
sincrônicos apresentam altaincidência
de
póliposbenignos
associados,o achado
reforça a hipóteseda
evolução
maligna
dos pólipos.” 22' 23°24' 25° 26' 27' 28' 29' 3°Segundo
CAUVIN
ecolfn,
quando
pólipos estão presentesem
pacientescom
câncerdo
intestino grosso,o
risco para o diagnóstico deuma
lesão sincrônica éaumentado
em
3,8 vezes.Na
presente casuística,o
aparecimentode
pólipos adenornatososem
pacientescom
neoplasias solitárias foi de 10,3%, enquantonos
pacientes
com
tumores
sincrônicos foide
52,9%.Em
22%
dos carcinomassincrônicos e
6,5%
doscarcinomas
solitários, as neoplasias originaram-seem
pólipos, estando de acordocom
a literatura.27' 28' 29' 41O
número,
o tipo histológico e otamanho
são fatores de risco para amalignização dos pólipos.`2'21'18' 19' 3°
Contudo,
alguns autores referemque
qualquer pólipo poderia desenvolver
uma
lesão maligna, reforçando aanálise histopatológica cuidadosa de toda lesão polipóide
adenomatosa ao
exame
colonoscópicozs* 26' 46' 48Sendo
assim,CAMPOS
e col.3sugerem a
colectomia total
em
pacientes jovens portadores de neoplasias sincrônicas esolitárias
que
apresentem pólipos associados, evitandoa
ocorrênciade
possíveis
tumores
metacrônicos.fase
avançada
nos carcinomas sincrônicos colorretais é variável.” 42' 29É
~
provável
que
esta variaçao sedeva a
um
diagnósticomais
precocede
um
dos
tumores
em
serviçoscom
programas
deseguimento
rígido de seuspacientes.3' 5
Nos
casosde
carcinomas sincrônicos relatados porKAIBARA
e col. 42,
há
uma
dominância da
associaçãode
lesõesavançadas
com
lesõesiniciais
em
59,0%
dos casos.ADLOFF
e col.” referem a prevalênciade
lesões
mais
agressivas nos carcinomas sirrcrônicos, enquantoFINAN
e col.” encontraramem
75%
dostumores
um
estágio favorável(Dukes
A)
com'9()%
delesbem
ou moderadamente
diferenciados.No
presente estudoencontrou-se
uma
incidênciamaior de
neoplasiasbem
diferenciadasnos
pacientes portadores de carcinomas sincrônicos colorretais
em
comparação
com
os pacientes portadores decarcinoma
solitário, contudoemaambos
houve predomínio da forma
moderadamente
diferenciada.Na
classificaçãode
Dukes houve
em
todos os pacientesuma
prevalênciado
estágio C2,mas
também
houve
uma
incidência relativamente altade
lesõesmenos
avançadas nos pacientes
com
neoplasias sincrônicas:24,4%
de
Dukes
A.Em
relaçãoaos
sinais e sintomas observados.nos
pacientescom
tumores
malignos
sincrônicos colorretais,não há
diferenças significativasem
comparação
com
os sinais e sintomas apresentados pelos pacientesportadores de tumores solitários.” Neste estudo,
o
sintoma maiscomum
foia
alteraçãodo
hábito intestinal, seguido pela dor abdominal.Em
10%
dos
casos
o
diagnóstico de neoplasias sincrônicas foi ocasional, sendoque
destes,
6%
não
apresentavam sintomas referentes ao intestino grosso.O
método
diagnóstico é aindamotivo
de controvérsiasna
pesquisade
carcinomas colorretais.3' 5' 5°' 51Apesar da
superioridadeda
colonoscopiana
detecção das lesões,algumas
séries aindasugerem
o
uso do estudo21
realizada
no
pós-operatório de pacientescom
tumores
colorretais,identificando lesões
que
passaram
desapercebidas,diminuindo
os riscosde
neoplasias metacrônicas, e realizando polipectomias se houver pólipos
associados. -
Há
casosem
que o
usoda
colonoscopia é prejudicado.Para
LONGANO
e co1.5 1o
preparoinadequado do
cólon, cirurgias prévias e aestenose tumoral são os principais fatores limitantes.
No
presente estudo,o
tumor
estenosante foi a principal barreira diagnósticano
estudocolonoscópico, seguido pela dor e pelo preparo
inadequado do
intestino.Obteve-se neste estudo
uma
eficáciade
35,7%
no
diagnósticode
lesõessincrônicas colorretais pela colonoscopia, e
20%
de eficácicacom
o
estudobaritado.
Desta
forma,na
presente casuística,47%
das 'neoplasiassincrônicas'
passaram
despercebidasna
investigação inicial,sendo
diagnosticadas
somente
no
exame
anatomopatológico. Destas,37,5%
pertenciam ao estágio de
Dukes
A;
37,5%
eram
adenomas
malignizados;12,5%
eram
carcinomas in situ; e12,5%
eram tumores
estenosantesque
impediam
apassagem do
colonoscópio.Desta
forma,o
exame
baritadonão deve
ser considerado obsoleto esem
utilidade.O
exame
radiológico émais
barato emais
acessíveldo que
a colonoscopia.Além
disso, a visualizaçãodo
cólon ascendente e ceco ébem
obtida, principalmente naqueles casosem
que o
colonoscópio nãoconsegue
atingiro
cólon direito.Estudos
apoiam
a utilizaçãoda
colonoscopia transoperatóriana
possibilidade
da
visualizaçãode
todo cólon nos pacientes submetidos àcirurgia
com
diagnósticode carcinoma
do
intestino grosso.5°' 51' 52A
palpação intraoperatória é
fundamental
na
busca de
lesões sincrônicas,colonoscopia e o
exame
baritadonão
puderam
mostrar a simultaneidadedas lesões, nesta série. ,
~
Em
relaçao ao tratamento das lesões sincrônicas,devem
serobedecidos os
mesmos
critérios utilizados nas neoplasias solitárias.2' 3' 4' 5Mesmo em
lesões próximas, o diagnóstico pré-operatório é dificil,sendo
feitoem 32 a
60%
dos casoselevando a
alterações de conduta cirúrgicaem
até
58%
dasvezes.”
42* 48A
principal conduta realizada neste estudo foi ahemicolectomia, pelo fato das lesões estarem localizadas
no
mesmo
segmento
intestinalem
53%
dos pacientescom
tumores
sincrônicoscolorretais. ~
A
sobrevida para os pacientescom
neoplasiamaligna
colorretal évariável nas diversas séries.2'3'4'5'24'32'41'42'45
Segundo
MARC
e col.5 asobrevida
em
5 anos é semelhante nos pacientescom
tumores
sincrônicos esolitários,
dependendo
apenas dos estágios de suas lesões.Porém,
paraWAGNER
e col.32, a sobrevida dos pacientescom
neoplasia sincrônicacolorretal é melhor,
quando
comparados
aos casos solitários.No
presente estudo, a sobrevida após 5 anosdo
diagnóstico foi de47%.
6.
CONCLUSÕES
1)
Todo
paciente portadorde
neoplasia colorretal deve sersubmetido
a investigaçãocompleta
do
intestino grossona
busca
de lesões sincrônicas.2)
A
colonoscopia éum
método
eficiente de diagnósticodas lesões sincrônicas,
devendo
ser associada a outrosmétodos
quando
seu uso for limitado.7.
REFERÊNCIAS
Pessoa
AXC.
Carcinoma
do
cólon.Rev
Col
bras Cir 1983;lO(5):l61-5.
Araújo
HR,
Mello,ELR,
Salomão
AR,
CorreiaMM,
CorrêaJHS,
OliveiraIM.
Neoplasias malignas primárias múltiplas.Rev
Col
bras Cir 1996; 24(l):49-2.Campos
FGCM,
Habr-Gama
A,Alves
PRA,
Silva JH,Souza
Jr.
AHS,
et al.Carcinomas
colorretais sincrônicos.Rev
brasColo-Proct 1995; l5(l):88-6. .
Evers
BM,
Mullins RJ,Matthews TH, Broghamer
WL,
Polk
Jr.
HC.
Multipleadenocarcinomas
of the colonand
rectum.Dis
Colon
Rectum
l988;3l:5l8-522.Passman
MA,
Pommier
RF,
Vetto JT.Synchronous
colonprimaries
have
thesame
prognosis as solitary colon cancers.Dis
Colon Cancer
l996;39:329-334.Campos
FGCM,
Habr-Gama
A,
Silva JH,Souza
Jr.AHS,
Nahas
SC, Alves
PRA,
et al.Carcinomas
colorretaismetacrônicos.
Rev
bras Colo-Proct l995;l5(4): 158-163.Gordon PH,
Nivatvongs
S. Principlesand
praticof
surgery for the colon, rectum,and
anus. Missouri:QMP;
1992.Corman
ML.
Colon
and
Rectal .Surgery. 3“ed. California:9. 10. 11 12 13 14 15 16. 17
Mosca
F, Stracqualursi A, Latteri F, PalazzoF
,Vecchio
R,Di
Franco
F, et al.Synchronous primary carcinoma of
the colon.Diagnostic
and
therapeutic problems.G
Chir1998
Aug,19:8-9,347-50. 1
Robbins
S,Cotram
RS, Vinay
K. Patologia estrutural efuncional. 4”ed.
Rio
de Janeiro: Interamericana; 1994.Antal
A,
Vallent K.Cases
of multiple turnours in our clinic.Orv
Hetil1997
Jun,138:23,l507-10.12. Shida
H,
Yamamoto
T,Hiraiwa
M,
Kuroda
T,Masuda
K,
Ishimaru J, ct al. Colorectal cancer
and
synchronousadenomatous
or malignat polyps-factors 'influencing itsincidence.
Gan
No
Rinsho
1987 Jul,33:8,929-35.13.
Murakami
CM,
SorianoOM,
SardinhaRA,
Venancio
GS,
Moreira
JM,
Batista E.Cancer de
colon e reto. Análise críticados resultados de
um
hospital de interior.Rev
bras cir 1984; 74(3):127-32. 'Chen YR,
Wang
HM,
Chen
SS,Liou
TY,
Hwang
YF,
Chen
JB.
A
clinical studyof
colorrectal canceraccompanied
by
cancer
of
other organs.Chuang
Hua
IHsueh Tsa
Chih
(Taipei)1995
May,55:5,381-5. .Nogueira
MVF,
Silva JAF. Apresentação clínica dos tumorescolon-retais.
Rev
Col
bras Cir 1985;12(2):60-4Welch
JP. Multiple colorectal tumors.Na
appraisalof
naturalhistology
and
therapeutic options.Am
J Surg 1981,142:2,274-80.
Patchett SE, Alstead
EM,
SaundersBP,
Hodgson
SV,
F
arthingMJG.
Regional proliferative patterns in the colon of patients at2 8 9. 0. 21 2. 3 4 5
risk for hereditary
nonpoyposis
colorectal cancer. DisColon
Rectum
1997; 40(2):168-3.Baba
S. Hereditary nonpolyposis colorectal cancer.Dis
Colon
Rectum
l997;40(Sup1 10): 586-8.Bonardi
RA.
Risco de
câncerde
retoem
pacientescom
síndrome
de câncer colorretalnão
polipóide após a colectomiaabdominal.
Rev
bras Colo-Proct 1998;18(l):42-2. ~Greenstein AJ, Slater
G,
Heimann
TM,
SacharDB,
Aufses
Jr.AH.
A
comparisionof
multiple synchronous colorectal cancerin ulcerative colitis, familial polyposis coli,
and de
novo
cancer.
Arm
Surg 1986
Feb, 203:2,123-8.Debinski
HS, Love
S,Spigelman
AD,
PhilipsRK.
Colorectalpolyp counts
and
cancer risk familialadenomatous
polyposis. Gastroenterolo
gy
1996
Apr,1 1 014,1 028-30.Fante
R, Roncucci
L,Di
Gregorio C, TarnassiaMG,
Losi L,Pedroni
M,
et al.Frequency and
clinical featuresof
multipletumors of
the largebowel
in the general population in patientswith hereditary colorectal carcinoma.
Cancer 1996
May,77:10,2013-21.
Constanda
MT,
Munier
FL, Caplin S, Givel JC. Familialadenomatous
polyposis.Scweiz
Rundsch
Med
Prax1996
Aug,ssz35,1o52-7.
`
Perez
PL, Quinonez G,
BribiescaLB,
Bamentos
FJ,de
laTorre A.
Cancer
colorrectal hereditario sin poliposis:Síndrome
de Lynch.
Rev
Gastroenterol Mex;60(3):169-74. «__
Shinya
H, Wolff
WI.
Morphology,
anatomic distributionand
Rev
GastroenterolPeru 1995
Jan,15:1,2l-526.Barreda
CC.
Colorectal polyps in a hospitalof
MetropolitanLima.
Rev
Gastroenterol Peru1995
Jan,l5:l,2l-5.27.Graziano_A,
BosisioO,
FraiseAM,
Montes
JR, GrilliCV,
Seone
8 Poliposis colónicamúltiple.
Rev
arg Cirl985;48(6):280-2.
28. Tripp
MR,
Morgan
TR,
SamplinerRE,
Kogan
FJ, ProtellRL,
Eamest DL.
Synchronous neoplasms
in patients withdiminutive colorectal
adenomas.
'29.
Chu
DZ,
Giacco G, Martin
RG,
Guinee VF.
The
significanceos synchronous
carcinoma and
polyps in the colonand
rectum.Cancer 1986
Feb,57:3,445-50.30.
Dinning
JP,Hixson
LJ, -ClarkLC.
Prevalenceof
distal colonicneoplasia associated with proximal colon cancers.
Arch
Intem
Med
1994
Apr,154:8,853-6.31.
Kanaoka
S,Hanai H,
Kanaeko
E,Kino
I,Baba
S, FujitaM.
A
very large villous
adenoma
withand
adjacent cancer of therectum:
na
informative case for testing theproposed
molecularbasis
of
colorectal turnorigenesis.JPN
J ClinOncol 1996
Oct,26:5,384-90. . . _ _
32.
Wagner
HE,
BarbierPA,
Luder
PJ, Niederhauser U. Prognosisin synchronous colorectal carcinomas.
Z
Gastroenterol 1988Feb,26:2,117-20. .
33.Mandarano
R,
Ciccone
A.Synchronous
carcinomasof
thecolon e rectum.
Minerva
Chir1995
Dec,50:l2,lO89-94.34.
Adloff
M,
Arnaud
JP,Bergamaschi
R, SchloegelM.
35 36 37 38 39.
40
4142
and
therapeutic implications.Am
JSurg 1989
Mar,157:3,299-302.
A
35.Langevin
JM,
Nivatvongs
S.The
true incidenceof
synchronous
cancerof
the large bowel.A
prospective study.Am
JSurg 1984
Mar,:l47:3,330-3.Ouchi A,
Sakuma
A,
Sugawara
T,Kawakami
K,
ShiibaK,
Ebina N,
et al. Clino-pathological studieson
multiplecolorectal cancer.
Gan
No
Rinsho
1983 Oct,29:12,l424-32.Takahashi H,
Shimoda
T,Ikegami
M,
Tanoue
S, Ishikawa E,Sakurai K. Clinical
and
pathological studiesof
multiplecarcinoma of
the colonand
rectum.Gan
No
Rinsho 1983
Jun,29:7,817-22.
V
“
1
Brown
SR,
Finan PJ,Bishop
DT. Are
relatives of patients withmultiple
HNPCC
spectrumtumours
at increased riskof
cancer?
Gut
1998
Nov,43:5,664-8. `Beck NE,
Tomlinson
IP,Homfray
TF, FraylingIM,
Hodgson
SV,
Bodmer WF.
Frequency of
germline hereditarynon-
polyposis colorectal cancer
gene
mutation in patients withmultiple or early onset colorectal
adenomas.
Gut 1997
Aug,4l:2,235-8. '
Pricolo R, Salvatori P, Rizzitelli E. Multiple synchronous
colorectal carcinomas.
Minerva
Chir 1993 Feb,48:3-4,115-22.Cauvin
Boutron
MC,
Arveus
P, LiabeufA,
GrobostO,
Faivre J. Multiple colorectal
1
cancers.
A
populationbased
study. Gastroenterol Clin Biol 1992,16:l,l6-20.
Kaibara N,
Koga
S, Jinnai D.Synchronous and metachronous
43
44
45
46
47.48
49. 50reference to a coexisting early cancer.
Cancer 1984
Nov,59:9,1870-4.
Pagana
TJ,Ledesma
EJ,Mittelman A,
Nava IR.
The
useof
colonoscopy in the study of
synchronous
colorectal neoplasms.Cancer
1984 Jan,53:2,356i-9.Detry
R, KartheuserA.
Preoperative evaluationof
cancerof
the rectum.
Arm
Chir l997,51:1,32-5.Garcia
AF, Marchena
GJ,Aguaiar
MJA,
Gomez
GG, Conde
MA
Benavidei
C. Colorectal cancer in the contextof
multipleprimary malignant neoplasms.
Rev
Esp
Enferm Dig
l995
May,87:5, 369-74.
Yamazaki
T, Takii Y,Okamoto
Sakai Y,Hatakeyama
K.What
is the risk formetachronous
colorectal carcinoma?Dis
Colon
Rectum
1997
Aug,40:8,935-8.Cruz
GMG.
Câncer
coloiretal metacrônico: estudoda
incidência e apresentação de 10 casos pessoais.
Rev
bras Colo- Proct1996;l6(3):l2l-128.Finan PJ, Ritchie JK,
Hawley
PR. Synchronous and
“early”metachronous carcinomas
of the colon and rectum.Br
JSurg
1987
Oct,74:lO,945-7Sawai
T,Sasano
-O,
Tsuji T,Nanashima
A,
Yasutake T,Kusano
H, et al.Numerical
aberration ofchromosome
17 iscorrelated with multiple primary cancer
_
in colorectal
carcinoma.
Nippon
Shokakibyon Gakkai
Zasshi1997
Jul,94:7,464-8.
Winawer
SJ, LeidnerSD, Boyle
C, KurtzRC.
Comparison of
diagnosis of rectocolon neoplasia.
Dig
Dis and
Scien1979;24(4):277-5.
Longano RL,
Borato SF,Haddad
'MA,
Anderi
Jr. E.Colonoscopia: análise crítica de suas indicações, padronização e
limitações.
Endoscopia
digestiva baixa:um
serviçoem
expansão.Rev
bras Colo-Proct l998;l8(3):l68-4.Martinez
AS,
HellingerMD,
MartiniM,
Hartamann
RF.
Intraoperative
endoscopy
during colorrectal surgery.Surg
h
RESUMO
INTRODUÇAO:
Tumores
sincrônicos sãoquando
duasou
mais lesões primárias são diagnosticadasna
mesma
investigação.A
maioria das neoplasiasmúltiplas
ocorrem
no
intestino grosso, perfazendo 1,8a
8%
do
totaldos
tumores malignos colorretais.
MÉTODOS:
Este estudousou o
critériode
seleção estabelecido por
Warren
e Gates e Moertel e col.,sendo
realizadode
forma retrospectiva e descritiva.
RESULTADOS:
Dentre os pacientescom
neoplasias colorretais, 17
(4,76%)
apresentaram lesões sincrônicas.A
neoplasia de cólon e reto é
uma
doença
de pessoas idosas, contudonos
pacientes mais jovens o
tumor
sincrônicotem
maior incidência. Neste estudofoi encontrado neoplasias múltiplas colorretais
em
29,4%
dos
pacientescom
menos
de 50 anos.A
associaçãode
pólipos e câncer colorretal écomum,
sendo
mais frequente
em
pacientescom
neoplasia sincrônica.Nesta
série52,9%
dos
pacientes
com
tumores sincrônicosdo
intestino grossopossuíam
póliposbenignos associados.
O
riscode
malignização destes pólipos nestes pacientes fémais
comum
do que
em
pacientescom
neoplasia solitária colorretal.(22%
vs6,5%)
epode
ser interpretadocomo
hipóteseda
evolução dos pólipos paracarcinomas.
CONCLUSÕES:
A
colonoscopia é ométodo de
escolha parao
diagnóstico de lesões malignas sincrônicas coloiretais,
podendo
ser feitoa
análise das lesões e sua eventual remoção.Todo
pacientecom
câncerde
cólone reto deve ser investigado pois
o
câncer sincrônicodo
intestino grossonão
éuma
afecção rara.Deve
servisado o
diagnóstico pré-operatório das múltiplasY
R
um
“UL
S
d
C *L C C t Cd
CE
m
mm
p
G
8 n mw ANW
Mm mu hm n G In “W S E 3 "W mn S rm
mm S UG
nO
r_ h "W mpS
7 ou _ nl hu S 8 fu mn 3 mà ám _ mm mm mv C G 3 “M mu S flw
hm f O mdF
_ mu _mJm
mw
nm G _g
Hu S mv `v _m
“WW
_m hu _m_ _ nm ml by _¿_ "__ C ow mu Au 8 ob nu H! imu hm “D _É
“H __|_ 3 c Mw c JWM
MM
um À "W dm ciG
/Õ O/ 8G
it 3, 1l *L Uim
nag
_ nu hu mwMW
3 MG “WMm
nm ¡'__ "U C nc AM ñ__ 8 MmN
M
S MWa
G
M
mw
um “W vub
km cm *t C "DM
MW
8d
:___O
“O MW na c R5 “Hmw
um nb Mu .MM nm D. Am/ W/ Áu 7,4
Í` fifl GW *L “U mb 'V 6 euMm
OM MHÊ
mn
_ “M HI C Mwd
Au um mv _ 'W ht cW
G
ku mw AN MmH
'mmO
c em Wu rt QV MW flw "U "D uu “N Mm im nm mp S FlG
_6
M3 nm gv _ mm Au OV Inu *Ld
3 kuE
nmW
'Mm tt MW r hm nu "V fl 3 Mw nm pv mm muMM
'Mm nm "H hmG
C MW JM mu '__ mv 'V mv “W G ku ow, n n e _ mm Au 3 "yo 3 umO
na _ mw fl 8 MW nm CMW
C c ___ Dl hu “O nuG
G
G '¡ h AW my "OMW
rm "D ma `v `vy
HW ht "D _ mm um n I O__ umw
Cg
na r. Mä ml um mu __y_ 3m
mm c CG
d
6d
n C *L “U mvMW
kw
n
_ mm CG
“O S na eh
T1HM
O
na MwÉ
'J nv ÇJ Mm “mu na "O C Ii_ S *L nu Ê _H“__ na ny riG
%
Ar9
qb , mm “D _mM S um f. 3 it 3 6 M9 h _MU_ "W mm C C O _ "W 'MU Gp
ma _ 1 n 3B
nu AN mm muO
cÉ
iam MuH
'mwG
C r 3MW
nm CMN
na nüW
G
Gl _ ow ml gw _ mm Im fm rn C Mw nm Cmm
ht “U ab r. 'Mm nm “__ hm MW ump
_hu Mmm
mv “V na ku0
Im" "W _m
Y
c "H ouMW
eÊ
nufl ao _É
ft na “Pb
MM
_ mm CO
S naa
A“W
__fl am
G _n CÉ
M
W
E
€ p 0), 2 58
BtS N”m
kum
H
w
S em
WH
U__ riO
fl *mw _mw
h
no _ 1 S Gl Mw É" a ny S _ 'H mu _m “W Im”MW
S _ '___ um plG
_k _ um “__WM
nm wmv IL nm mu “N “U GW MUO
p
mw 'LÉ
p
m
“__ Okw
äl nm c 'Mm nm ) /_U O 1, 5,6
mb _' /Ú O I 2 2 I* nam
G
_m
c Mm CÍ
MW “__ IG nu “W na mnMM
nm "P nm mu _ mm Mm mu “U7 ou “U nm MM 'MUG
mw 'W mwq
MW r MWm
na'W
e ImW
Ê
MW
W
ma AMM
8M
mw M”MM
mw _mH
MwO
c S Um
O r hm
ä
É
SW
_8 _m ___ rmd
O
_m Cm
E
b
3H
G r t S Om
Cm
É
Y
p
O
C SO
H
'Am8
In fl ku *L _ "I _" `MW
_' “W mw pl 'NJ im uu "O u 'Mm nm MW “U _n n C umMW
“__ flm C "U _ mm S 8 8 “H mu mv Am G,E
A
mm
MM
na cMW
*t mwm
um mu O _ mm c Mm CMW
MW r um G C f O _ nm NOW
_ mmd
*M _" Í" _ S tn
_ mw Mmp
C R muÚ
mg \E
W
O
C SO
H
m
O
C naMu
nm C, __mw
flG
nu 3 um S íl “M um c MW r_ Am MmR
hm MW S uuO
MW
r BH "Ww
e S nuM
Au e _ mw dm Mm Mm um _m 'mm _mm “__ p0
t 8 h tO
S nsB
` ^w mb 'mmW
__m r_ rm 3 d 3m
Éb
h
"U Mm nv S 3m
m_O
m
pMo
G
rO
É
APÊNDICE
Protocolo:
Tumores
Malignos
Sincrônicosde
Cólon
eReto
1- Identificação:
Nome:
Sexo: ()F
()M
DN:
__/__/_
2- Sinais e sintomas: 3-Exames
realizados: .USG(
)Enema
opaco(
)TC
i( )` Outros.í.»~
Colonoscopia completa:
sim(
) -_V -
não(
)causas: laudoda
colonoscopia: 4- Diagnóstico pré-operatório: 5- Diagnóstico pós-operatório: 6-Tratamento
Cirúrgico:7-
Data da
Cirurgia:/_/___
8-
Data do
óbito:___/
/__
9- Resultado anatomopatológicoi
BD(
)MD(
) I ( )Dukes:
Número
e local das lesões:10- Presença de póliposz
sim
( )não
( )ll- Pólipos malignizados:
sim
( )não
( )12- Diagnóstico final: ( )colonoscopia (
)enema
( )cirurgia ()AP
( )outrosTCC
UFSC
CC
0244 Ex.l; N-Charm TCC UFSC CC 0244Autor: Silva, Marisa Hele
Título: 'l`zum9¿'e_§ malignos singrôrgicos de
972808338 Ac. 253066