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(3)

•--.---^---•---.¦"-¦¦---•.-¦-.-HIPPISMO

NSo «fora S complacência exaggerada, que a directoria do Derby Club sempre usou com a maioria dos jockeys, que, pari satisfazerem a cupidez própria e, muitas vezes, obedecendo a or-dens de proprietários pouco cscrupulosos, pretendem transi jrmar as corridas dc cavallos, cm jogatina desenfreada, e ifco sc regi.-trariam as irregularidades que sc verificaram, lamentavelmente, no domingo ultimo, naquelle hippodromo.

Q jogo constituc, é certo, uma das attracções principaes da diversão; mas entre o jogo licito, permittido cm toda parte, e aquelle que c feito com as combinações mais immoraes, sacrifi-cando, ás vezes, os proprietários honestos, c, cm geral o publio incauto, vae uma distancia immensa.

Proceda a directoria do Derby Club. inflcxivclmentc contra esses perniciosos e falsos elementos, que alguns, ingenuamente, suppôem necessários, c não tenha arrependimento, porque lucra-rá materialmente, grangeando a confiança sempre crescente d'n homens de bem e do publico «rm geral, que lhe attribue a respo*-sabilidade desses factos como resultantes da sua benevolência.

No primeiro parco, quasi uma dádiva ao cavallo Knockout. quer prfo handicap, quer pela turma dos competidores que lhe conseguiram, foi suspenso o jockey Júlio Kscobar. que o monta-va, porque, escandalosamente, conteve-o um rouco antes da raia do vencedor, afim de qut* náo obtivesse o segundo logar. A nena recahiu, como sempre suecede, somente sobre o jockey. c delia *c escapará o verdadeiro responsável pelo delicto, aquelle que or-denou ao referido jockey que o praticasse, porque ninguem acrr-dita que a ordem houvesse partido dos responsáveis pela direcçã * do cavallo Ernschorn.

Com esse facto, eoulte o segundo logar a Acá. Knockout fez os 1.250 metros em 80", distanciado tres corpos dc .Acá, sem esforço.

O segundo parco, cm 1.100 metros, foi ganho, de ponta 1 ponta, em <><>". por Dominocs. seguida de I.anius.

O terceiro, que teve uma partida demorada, venceu-o, tam-bem de ponta a ponta, o jockey Domingos Suarez. Não foi Ava-ré que ganhou, porque tivesse condições para isso. mas a perfeita maestria daquelle jockey fe!-o ganhar, pois o tirou numa esca-pada, que os outros não esperavam, c depois correu aproveitan-do, o mais caleuladamente que sc pode desejar, as forças do ani-mal. Obteve o segundo logar Cirrus, quasi tão bacamarte como aquelle.

O quarto parco, Acroplano. cujo dono fizera constar que o caballito não estava em condições, saltou bem e fechou logo Io encontro á cerca interna a Kn»»t, quasi o pondo por terra, e com esse jogo conseguiu a frente, não a entregando mais até o posto

vencedor, zombando da carga que lhe fez Ironia, a favorita. Ksta chegou em segundo e aquelle fez os 1.612 metros e.u io$ ". Luzir, que dera um banho nos sabidos, na corrida do dia 23 no Jockey. porque ficou parado, resolveu correr, agora, no Derby, e ganhou facilmente o quinto parco, na distancia dc 1.Ó12 metros, em 104", scgujdo a dous corpos de Lcna.

» O sexto pareô foi ganho de ponta a ponta por Mico, em 112", o tiro, que era dc 1.750 metros, e, derrotando o favorii > Kstoril, que esperava ganhar, como quem ia para as pitanga \ ema vez que, sabia-se: Metz não se empenharia pela victoria. De Castro Alves, vm tanto em decadência, não sc arreceava o pes-soai. Foi, conscguintcmcntc, um desfecho desagradável para ai-puns, mas muito merecido. Metz, vendo o desastre dc Estorit.

foi forçado a vir para segundo!

O sétimo parco, em 1.612 metros, foi ganho por Soberana apezar dos 57 krlos que levava, em 102". Nesse parco, a sahidi foi desvantajosa para Maroim. c o ju!z confirmador, havcinb somente tres animaes, teria feito muito liem. sc deixasse de a ap-provar. Assim, Soberano correu sempre de ponta. e. na che-Rada, Maroim approximou-sc um pouco, dando aos assistentes a 'Ilusão de que a desvantagem da partida fel-o perder.

O oitavo pareô foi ganho, com a mais extraordinária sur-presa dc todos, cm vista das péssimas provas fornecidas cm ridas anteriores, pelo aluado Bombazo. Sccundou-o, a tres cor-pos, Divino.

O ultimo parco foi ganho, como era esperado, por Alsacn-na, incontestavelmente um animal bom, que havia deixado opti-ma impressão recentemente, quando mediu forças cnm Mame >. Km scguifdo, chegou Alaska. porque Calligula. rcccm-chegado, não poude sc empenhar demasiado, segundo sc sabia, c ficou ev:-denciado da corrida.

+

No dia 3 deste as corridas ainda foram dadas pelo Derly Club. A resenha do que naquelle dia ali oceorreu, bem como co que oceorrer no Jockey Club. no dia dc amanhã, domingo, puWi-caremos no próximo numero.

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(6)

^hypiiamVb^RSí

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eja um

RUTH COLLEN (?)

mi estado passageiro, pois existem mas cxaggera a sua confiança no êxito. W «nac. de uma intelligencia clara e até audaciosa, mas debaixo de maneiras que scintillante. Na sua vontade, que é forte, encobrem muito essa qualidade. O seu es-ha eclipses, assim como tambem no seu pirito é frio, meditativo, mas sincero. Nào coração, que ora *. abre em actos dc ai- tem bondade cordial, a nao ser quando se truismo, ora tem a consistência granitica trate de um caso de amor.

? .PLBS! contra o alheio infortúnio. CAMÉLIA JAPONEZA (S. Paulo) — rezas physicamcntc fortes, mas dc espirito

wnRTK\CfA íRcll, torizonte^ O que sc vc de mais notável na sua gra frágil, sobretudo tímido, pela consciência MM.L. NLIA ^u:**

_ :„A.^ j„ .„„*.**. Am da relativa incultura

«ma grande coragem c vae com isso ven

li.H.li*»: pbia é o indicio da inconstância dc et-Comtudo, anima-a Natureza simples, despida dc vaiuaues t\ ... *a , «obretudo é de e apena» com um ligeiro e necessário P,nt0 c dÇ vonta(^1 V5ta' *°br^;ao». • <* de. uma grande fragilidade, comquajnto as ve-prichos de mando. Ha uma dealismo na sua natureza, predomina o grande apreço ao dinhei cendo suas campanha*. Não é audácia: é amor próprio. O que predomina é o de- «»£™*£ "**

uma esteie dc fé. arrimada a uma certa aejo dc ser uma boa dona dc casa. Era f" Ic.na

.* £ pcr.pic-.ciaa par, emauver .._ Ir.,».*», do ta-*»*,.*****, mmám, o.— •dcah.»,o H

«J^ o inundo. O esforço não é pequeno, mas valo tem ainda muita grandeza d'alma para

rZ»* «n^í,]-».' Í5is»u'cMi con,«ci<*. reagi, con... qualquer adversidade. O co-

«

Jj^çm

u.od.d.de, rna.enac._E' uaaa e não se faz de rogada: vae tocando para ração e pouco bondoso para as pessoa, es- . J~* tanto brusca ™£ 1^^^^ no seu trato, nio por «Jg£ falta dc educação, mas por ufiJucncia dc algu-ma còntraricdadc. Seu coração não tem a frente. I*.' muito interesseira c não gos- tranhas.

la dc perder tempo em fantasia». O coração BRENN WIRTH (Rio) Natureza

só é sensível ao amor c nisto chega a »er atormentada pela desconfiança e por uma wi<-c pit»? i i

impetuoso. Mas, por desconfiado, recua certa inconstância dos-instinetos de luxu- a-1"1^ ^JjHj ,r.ngcnno vemo; cada passo, para tentar novas investidas, ria. O espirito imponJcrado cac ás veze* *cm os característicos das naturezas

ro-SKNHOR1TA X. (S. Paulo) - Na a extremos lamentáveis, e de que a pro- l ' sua graphia ha o indicio dc exuberância pria individualidade, envergonhada, sc

pro-tle motins o sentimentos, denunciando uma cura liliertar. Seu idealismo é constame natureza consciente de s>i mesma c convi- mas sem força capaz dc regenerar a deca cia de representar um papel saliente na dencia espiritual. E' um vago idealism* sociedade. .Não ha orgulho e muito me- parecido com o sub-delirio. Talvez a tor-nos vaidade. Ha convicção! Depois, um tura de uma intensa sonhadora... Qual:*

cada passo. Vive intimamente sobrcsalta-da com o que a sua própria imaginação vae creando. Pouco mais faz do que fazer c desfazer cas tel los. Tem grande poder dissimulatorio e às vezes procura dissimu-lar perante si mesma. Nessas condições eroso ideal .mo cond &da passo dades voluntariosas não lhe faltam, mas «*> P** d*ix" d<- *' f,scrctí» c

J*W£* sem cfficiencia, por motivo de inconstan- cm tudo quanto se relaciona com a vida ás regiões da fantasia, onde o seu espirito

sc compraz em sonhar e dc onde volta cia e espirito. Tem alguma bondade, mas mais satisfeito c mais expansivo. Tem prevalece o egoismo.

vontade simples e forte das pessoas pre- THI-MIS (Taubaté) — O principal ca-destinadas e sabe querer sem se tornar im- racteristico é a rectidâo de espirito. Aliai pertinente. De resto, somente sc lhe apro- -**.m sempre o tem perfeitamente orienta-veitam cs<as qualidades exteriores, visto (jo; mas scgue impavidaincnte a sua dirc* como

tlosa.

nâo ter tempo para ser bon- ctrjz> scja qual fòr. Tem por isso uma dosa

real. Apezar dc todos esses traços não descura dc seus interesses pecuniários e faz questão dc ter sempre "alguma cou-sa", na sua bolsa. £' um bom indicio, mas seria muito melhor se correspondes-se a traços dc actividade* c trabalho correspondes-serio. Uma exeellente nota: c extremamente bon-certa vaidade, não admittindo observações

MARIA DAMATTA (Cantagallo) *obre possíveis faltas de ponderação. Pre-Só lhe podemos dar o estudo graphologi- domina o traço materialista, mormente o co. Horóscopos ou horoscopios è com o do amor ao dinheiro; mas não deixa de collega d'0 Tico-Tico. Ora' o que vemos *cr tambem no coração capaz de muita ge-na sua graphia c o indicio de uma crea- nerosidade, principalmente para com os

LUCANOR (São Paulo) Espirito cheio de decisão e audácia, mas pondera-do. Anima-o um intimo orgulho, talvez por se julgar com qualidades primorosas, o que, até certo ponto, não deixa de ser verdade. Todavia, não lhe fica bem a ten-tura amável, sensata e muito senhoril! necessitados. E* susceptível de cólera e dc J~~!

Nio se confunde com o vulgo e tem mo- a manifestar abertamente, quando lhe não dcnc,f.*?>I^,ta ^"cnte, apezar da ex-. , , ,' ç ..". ****>*&*•* •*- rcm . «.!.„—. «,. mmmla v a^-mA-. „,.,; I' a ii s i b 111 da dc que faz prcsuppor amabih-dos dc absoluta distineção, mas natural, agradem palavras ou actos. b. sendo mm- ' m.__.T ,-. *L,..,A :,i„ií.i, r. sem pose. V brandamente idealista c to obstinado cm seus desejos, bem como <»*« c lhan«a• ^ ****>. >**»«* fi

r.eitc particular, chega a ser ingênuo, pois o seu idealismo raia ás vezes pela infan-tilidade. Sua vontade é muito discreta, mas tem força rc-*'•«adora. E é um fact-j a sua bondade cordial.

D ViLLr.uA Uxt.»;.íe) Só pela as-signatura pode-se ver um individuo em que actuara principalmente os sentimentos

seu espirito vibra apenas dc aeeordo com profundo observador de eousas e pessoas, as situações. A vontade faz-se sentir deli- deve alcançar o mais brilhante futuro,

cadamente, mas com a força necessária POBRES1T.A. (S. Paulo) — Tem uma para se impor. E' discretamente bondosa grande confiança cm si mesma, amor pro-tem um pronunciado gosto artistico. prio, aliás, um tanto justificado, porque MARIANA DA MATTA (Cantaga!- *? trata realmente de uma natureza dis-lo) - Endereços relativos ao cinema são l,ncta* chc,a (k {?r«a espiritual c com HsH«.«. i>nr "íWr*.W a n,*»**m c «irt... muna grandeza d alma. Neste apanhado dados por Uperador a quem se dc\c à

traçada a sua individualidade Resta positivos. E* natural a sua ligação de dirigir. A sua letra nao indica fraqueza c la lra*a ,a a sua maiviauaiicaac. nesta despeito dc alimentar pretencões nhvsira istn é ni.» irm nonhiim e,«r---.i accentuar o traço forte da bondade cor- '«*«.» «»FW.U<- « . i ^ pii>s.ca isto e, nao tem nenhum signal .. . . N .

vonUdc* serena dis- consideradas utópicas. Mas tambem exces-particular indicador dc um estado anor- .' ashim .coni° ° .aa voniaat serena, uiü nroorio E nada mais sc node mal. Verdade, verdade, o que ella expri- crt,a* mas hr™ c l»caPaz dc recuar> «^ adeaníà^

me é uma extrema sensibilidade espiritual, m.° «,oríiue ,nao * aventura a querer se- aa~"";" _ _

CAimr,Crt ,-,. .. % capaz dc transportes cnthusiasticos e «lê nao ° •" c Jus,°' CORAÇÃO SAUDOSO (Thcrczopobs) silêncios significativos. E tem o indicio LOI RINHO (S. Paulo) — Vaidade e Instinetos sensuaes fortes por mo-dc que al^omas vezes gosta mo-dc ficar cm materialismo — eis os pontos cardeacs da mcntos. Desejos incontidos de material*.-contradição... comsigo mesmo. E' insinu- sua personalidade. O espirito é pouco ac- sar .°. quc .a outros parece pertencer ao ante c tte trato delicado. O seu idoalismo tivo, embora vibre muito com certos as- domínio espiritual Vontade forte, ura tan-resente-sc dc uma certa ingenuidade, mas sumptos de interesse secundário. Ha, dc to "rutal Por íalta ^e orientação. Lo.era não infantil. Deve ser por excesso de con- resto, uma tendência geral para a insigni- scm ra,zcs no coração; apenas um sym-fiança no amor que vota a alguém ou que ficancia, para o assumpto material, que P»oma nervoso. Ein sunima: natureza agi-alguém lhe vota... No mais, é cordialtnen- tanto pode ser discutido pelo douto como la(*a P°r f°r<:as contrarias, mas com gran-te bondosa c obstinada cm seus desejos. pelo analphaU-to. K* egoísta c desconfiado. dtza d'alma para rcaj :

JEAN JACQUES ROUSSE.' Paulo) Natureza capi

com um gosto artistico exquis cado. O que sc torna notável

ligação dc idéas em contraste com a fei- te) Temperamento expansivo, mas ai- . [ j, \

1 I' •¦ ção espiritual do seu temperamento. Tam- taneiro c freqüentemente cm opposiçào ás

lado e íaUa dc nome legal - cis duas bem e notável a perspicácia com que olha opiniões commun». Instinetos materialistas, cousas que sc oppõem aos seus desejos... as eousas cas pessoas, fazendo exacto jtn- mormente voluptuosos. Vontade capricho- EROS (Araraquara) - Natureza exu-zo a respeito O seu caracter e fno, com- sa, exigente e

pertinaz.Algum idealismo, bcramc Cm exterioridades palavrosas e de

\.rt.*t IrmnA nnn ».._ Alm*

\\J íSão Sua vontade pretende tudo, mas tacteia "lc"l°f;T.^,T^„_. ír* . *. *»* . t * a idealista »",ito» antcs **** <«ar o bote final. E' garri- ^BONhTIÊRE (Caxias)

- Nada feito. " "dtomas

St do cm modas e certamente em roupas... Tantas vezes temos avisado que nao sc

uo, mas ctaj -c

fazcr cstU(j0S cm graphias a lápis... e a nrande MLLE. HORTENCIA (Bello Horizon- ja é ,cima em insistir nesse descaso!...

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* Vl«aVal*., 1 - l'WU»V»* IUVUHJ.», #¦••».»

expansiva i*. amigo do d.nhei- diga cm matéria dc benefícios ás pessoas com um futuro cheio de

pruateres e ro e nao gosta muito de o repartir... necessitadas - traço que a distingue muito. ,lhc ai)Sorvc muito os

pensamentos. Sua ROL (Recife) Na sua letra ha si- CARMINHA (Bello Horizonte)--Pre- vontade é forte, pertinaz c ambiciosa. Tem gnaes alarmantes de qualquer affecção que sumpção de grandes qualidades c de um bondade cordial mas muito subordinada lhe conturbe os sentidos. E' possivel que futuro côr de rasa. Tem base para isso, aos seus interesses.

.',v .' ,.. •* .¦ .<\t , ,*¦ \t

(7)

. „ m-*z*--^^ #•- ' -*-rr*^.T3í» - ^*m*W^*'*K^T'Zl ___. a9a__k _____ ____ ¦____) • _*"" feV Mv ^l» » Mt -____v _R_E__Li -_¦__. -_-_-_-_. ar*. --P---I I H ________ __P^^^^^v\ _____________ ^B ^V fl__P^H . _--M--l---^--L-=y ll ¦ „ ¦ r-TTt ^-^*» :-****^^£i.*«—.

7*i*f/tf o correspondência para esta _ rfrtv jrr (/íVií/it/íi a O BER.IDO li —

Ouvidor — iVía </«• Janeiro.

Divido á formidatvl affluencia de cartas para esta secção, muiias aguardam a res-posta for semanas e meses ali; pedimos por isso excusaa ads nossos leitores. e ao mesmo tempo lhes solicitamos a attençao Para a Esla de endereço* de artistas qne mensalmente publica mos; isso evitar-lhes-j

mui-ta ves o trabalho de escre* terem pedindo informaçõc* que nella se encon Iram e a nós nm trabalho escusado de . ¦ impulsar catálogos para

os satisfa cer mos. .Mais : abreviará o proso ias respostas. Ko caso de pedido de informes sabre films devem vir sem-pre que possivel os títulos. Essa nossa exigência ê motivada Pelo fado de muitas veses os films aqui exhibidos com um ti* tnlo Passarem com outro nos Estados Unidos*

CAPATAZ

VA-LENTE (Recife) —

Univer-sal City, Califórnia. E* quanto

basta. ROSA DE CRAXADA (Limeira) — Ambos são solteiros. Quanto ás

ca-pas nada

po-no* Estados passam primeiro no Riu. J. V. (Alfenas) — Leu com attençao? S dt-\c ter notado que nem todos mere- Faltam mesmo? Ora, repare bem. Os ope-cem, nio a descripçáo, como diz, mas o radores sio quatro, tendo cada qual sua desenvolvimento d. thema literário do ar- fun. «-..<» A minha é responder ás cartas gumenti. dos leitores, nada entendendo dc cotações.

EDELTRI'»!.«*, (Kjo) __ R-vchidos. Kscreva ao Operador n. 3.

H. PORT ILLA (Porto Alegre) — As duas primeiras 485, Fifth Ave., N. Y. C. A ultima deixou o cinema e trabalha ein es-pectaculos dc va-riedades. A M AZ YLIS NEIVA (Rio) — Recebidos. B.A. AMARAN-TE (S. Paulo) — Já sahiu. não faz muito, nesta revista. Era Love-thne: Shirley Mason, i-taymnnd Mc Kee. Fran-ces Hatton. Kdward B.

Tilton, Mathildc Brunda-ge, Wilson Hum-mell. Harold Go-«'.•.'.*••¦. Charles Smi-ley e Corrcan Kir-kham*

Xào conhecemos o artista a que se refere.

JAÍ-.K ROZANNE ( Rio Crande ) — Que quer, amigo?. Isso de critica é cousa toda pessoal. Uns entendem de uma, outros de outra fôrma. E. como ninguém intervém aqui no

tra-balho dos outros, não é possivel fazer o que de-seja. Muitas vezes discorda-1 mos da cotação, sem que essa discordância influa, entretanto. MINEIRINHA DO SERTÃO (Bella Horizonte) — Seja l»em vinda,

patri-cia. Tenha pacien-cia; po-rém náo damos pu-Miei dade a essas

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3^-t*-demos iníormar por emquanto. V. A. A. ít F. E. ( Minas Geraes) — 1", Iâ m Colorado. Frank Mayo e Piloria Ilope. aV

Envie vinte ecin-co ccnts.3*,Isso é unia questão dif-íicil de respon-der, pois os gostos variam. <.", Porque os que são

cxhibi-*m

clarações pelo Para todos..* Que diabo, até parece rida-me do estabelecimento do Oscar l Desculpe, sim ?

DOLORES HIDALGO (Pe--lerneiras) — Não entendemos de series, senhorita. Sò responde-mos, além disso, por aqui. i°, <& annos. 3°, Uma porção delles. 3", E' Pearl Grant. 40. Universal

(8)

Ci-'-^ ^"SÊP^mU a—r ~ ¦

Nio foi má a semana. Kra sua maior parte, porém, os films &e eqüivaleram. No Parisiense, no Avenida, no Pathé. no Rialto, o publico teve programmas conimuns, mais ou menos do mesmo valor. E, salvo os habitues apaixonados por este ou por aquelle interpreie. quc sempre salientam c espccialiiam o quc elle vive na tela, a conorpção c os scenarios quc vimos foram os que habitualmente admiramos uas boas producções quc os ementas da Avenida nos offcrecem.

Entretanto, um film appareceu maior que todos e>s out roa e... foi o Central quc o cxhihhi. "Cherchez la ícmmc,\ da Sasclia, dc Vienna, foi a melhor produepção da semana.

A verdade é quc não sc poelendo km discutir o valor reak tia >ua cpnccpção, quc não M pereci* liem emelc deixou a moral,

COTAÇÃO DOS FILMS - SEMAtfA DE 24:Ã 30 DEABRIL DE 192a

—^_ 1 1

não se pe>de lhe negar uma feliz interpretação, o traltalho admi-ravel dc seu "tnct:ettr-en-scenc" ç o encanto dos scenarios.

O Central c nm cinema quc sempre nos offerece surpresas. Exhibtndo prexlucçôcs ele eliífcrentes procedências, algumas até desconhecidas de todo, com artistas absolutamente estranhes, é geralmente o publico mal servido; porém, quando menos se es-pera, eis quc a melhor producção passa na tela do grande cinema.

Assim, no saláo dos films imprcstavei.% capazes de só inter-essar as longínquas paragens do nosso interior, como ainda ha pouco aquelle celebre " Pax Eterna ", lá sc vae perdida uma pro-elucção grandiosa como essa que falíamos.

Operador n. 3. MARCA Gaiumont . . Paramount Realart. . Sascha .... o May Film. . . First National Tyfany Metro Paramount.. . Fox

CINEMA TITULO DO FILM

Odeon. . . Avenida . . Parisiense . Pathé . . Central . Palais. . . Metro . Odeon . Avenida . Pathé . . Central Rialto .

A orphãzinba (film em serie) .

Romance perdido (The lost Romance) Aluga-se um coração (A heart to Let) A mulher do meu vizinho (The outside

Woman)

O conquistador (TI» conqueror) . . .

Cherchez la fcmmc Quem dá mais? Quem dá mais? (*) . Pagando os peccados paternos (?) . . Hombro armas (Shoulder Arms) . . . Cléo ele Paris (Pcacock Alley) . . . . A hora sinistra (The Witching Hour) A herdeira do aristocrata (Little raiss

Hawksha») Chamma occutta (La flamme cachée) .

Código de amor dos homens (God's Law and Man's) .... . . . .

PRINCIPAES INTERPRETES

Sandra Milovanoff, Blanche Blanohe, Biscot e outros

Lois Wilson. Jaek Holt c Conrad Nagcl Justinc Johnstone . . Wanda Hawley e Clyde Filmore . . . William Farnum, Jewel Carmen e

Char-les Gary Lucy Doraine .

Paulo Wegcner, Asta Nielscn, Max Landa

Mia May

Ch. Chaplin .

Mac Murray c Mont Blue EIliot Dexter F.ilcen Percy. Musidora. . Viola Dana. . DATA i- -1

igai

tgai 1921 ieji8 19a] la-M I92I 1918 1021 1921 10.M' ¦> I9l8 CLÃS. ... 6 ... . •. o .. • ... 6 ... Reprise ..• 7 • • • ... 5 ••• ... 4 ••• Reprise Reprise ... 5 ••• ... 5 •-. ... 4 ••• Reprise

(•) Não constam dos programmas nem dos cartazes. ty, C alifomia. J*, Como sabcl-o ?

Aquel-lc quc escolher.

ATALAYENSE (Rio) - Ignoramos. PAULO FOCCACIA (Itararé) — Em Caçador a de maridos, com Kileen Percy, Emory Johnson: em Mandos e maridi-nhos, Harry Myers; em Fortuna das

estrellas, com T .Mcighan, Faire Binncy; em Constância, com Mary Pickford, Cas-son Ferguson; em Amor e audácia, com Charles Kay, Doris May.

PEDRO GOMES NETTO ( Villa Braz) Quc é possivel vários f;lms demonstraram. E nós mesmos explica-mos como isso sc faz, em paginas desta revista.

RAINKRK) (Ouro Preto) — Ha dois films, um americano c um francez. Nes-se que passou aqui não figura Douglas Fairbanks. Um é em serie e o outro não. MELPOMENE ( Espirito Santo ) — Pôde ser que este anno ainda.

VELHINHA (Santos) The Kid já está no Rio c passará em breve. Nós já o affirmámos. O film se é bom? Uma

maravilha.

ESTUDANTE (Bahia) - First Na-t ional.

ZE* BACH (Rio) Henny Porten, Berlim W. 10 Mathhaikrchstrasse 17 ; Mia May, Berlim Halcnsec, Kurfursten-damni 70; Ossi Oswalda, Berlim Wib mersdorf. Konstanzerstrasse 10.

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GRÁTIS!...

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(9)

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jüartfíbafcarV-J^TZtgé^cemcur&íy0

dou etn 1921 ?

RESULTADO ATE' SABBADO, 29 DE ABRIL DE 1922

(DÉCIMA SEXTA APURAÇÃO)

Qual a artista que mais lhe agra- Ivmil Jamings 180 Ardor de juventude . Tom Moore 105 ídolos de barro . . Votos Elbot Dexter 83

Gloria Swanson 463 Antônio Moreno ...

74 Norma rahnadgc . . 422 Milton Sills 66 Mac Murray . . . . 358 Douglas Pairbank

PnsciUa Dean 341 Art Accord 62

Shirley Mason 3iy George Walsh . . 61

Lda Lee 276 Lon Chaney 60

Pola Negri 364 Henry Licdtkc 55

Bebe Daniels 331 Amleto Novclli 51

Agnes Ayres 22$

Mary Pickford 22a Todos os mais com menos de 50 votos. Dorothy Dalton 213 3* Q"**! J /¦'•*• Q'*e mais lhe agra-M. M. Minter . . 107 dou em 1921 ? Wanda Hawlcy Macho e fêmea ¦ 0 v J***- ' ' .... 81 .... 71 Dansarina incógnita 70

Porque trocar dc esposa? .... 68

A renuncia 54

64 O medico c o monstro 51 Todos os mais com menos de 50 votos. 4* — Qual a marca que mais se salien-tou por suo produecão em 1 y_ 1 ?

Votoi Elsie Ferguson 59 Betty Compson Paramount Universal . Ufa . . . Votos Fox yai Goldwyn . •*q Metro . . 220 Itala . . . 54 O homem miraculoso .

Lottc Neumann 52 O frueto prohibido *****

Francesca Bertini 51 Sumurum 210 ~au".0"* '' Ethel Clayton 50 Direito d» amar 189 Ea 5.

Todas as mais com menos dc 50 votoi. Heliotrope 184 gj1'1?1®

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. . m

Alvorada de Maio 148 2* — Qual o artista que mais lhe agra- A mulher e o mundo 130 dou em 1921 Se eu fora re.

Votos Por direito dc compra Thomas Meigham 656 Seu maior sacrifício Wallace Ro.d 457 Mãos poderosas * . . William Farnum 305 Dahlia ou <Eis minha esposa . . .

William Hart 29») Machiavelismo

Eugcn O' Bricn 208 Anna Boleyn 83 Triangic, Terra Film e Worner, I voto Harold Lloyd 197 A roda da fortuna 83 cada uma.

Pathé Consortium Invicta "1T7 World 114 Vitagraph . . . i0-- Griffith I00 Sascha Film . .

Robertson Cole . 179Q 475

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A BIH.I-.EZA CONSIDERA-SE AT-TINGIDA, SEMPRE QUE SE OBTÉM UMA PERFEIÇÃO. UMA GRAÇA QUE TOKNE O ROSTO O CONJUNCTO HARMONIOSO E ATTRAHENTE. AO MESMO TEMPO O CUIDADO, A HYGIENE E O USO OE UM PRO-DUCTO VERDADEIRAMENTE UT1I, COMO O "POU.AH" CORRIGIRÃO AS IMPERFEIÇÕES PREMATURAS E RETARDARÃO AS QUE SAO DE-VIDAS A* IDADE.

Confesso que não iui generosamente «lota i i pela natureza, sem, entretanto, ter um

physico desagradável; deixei, porém, de proporcionar á minha cutis os cuidados necessários

e tive o desprazer de constatar cm certa epoca que parecia mais feia do que realmente

era.

Procurando^ só

então corrigir as manchas, cravos, pelle áspera e desigual, um pouco

flacida,

entreguei-me

a

diversos

tratamentos,

sem

conseguir, o que desejava. Fui,

entre-tanto, muito feliz, com o uso do creme •'POLLAH", creme inegualavel não só

para curar

os defeitos, como para conservar c cmbcllezar a cutis: com satisfação, de todos

comprehcn-sivel, vi dc-_ippareccrem as manchas, os cravos, senti a pelle mais unida, mais firme, mais

es-ticada c adquiri uma còr muito mais clara e uniforme.

penso

Agora, com uma linda pelle parelha, suave, com o rosto muito mais attrahente, nâo

dis-o "POLLAH", cdis-omdis-o cdis-onservaddis-or da cutis c dis-o melhdis-or creme dc tdis-oilette.

MARIA

PACHECO

—*

S.

Paulo,

19 de Julho de 1920.

Farinha

"P01_L_

Ap"

(AMÊNDOAS)

Para a hygiene da cutis - Sem igual para o rosto

O uso do sabonete c bastante prejudicial. O que suecede aos tecidos de lã, que ao

contacto da agtia com sabão enrugam c arrepiam, suecede á cutis,

que perde a maciez com o

uso constante do sabonete.

O

sabonete,

antigamente

era

pouco

usado

c

ainda hoje

as

orientaes

possuem

as

cutis mais bellas do mundo, porque não as estragam eom alcalis e gorduras, matérias pri

mas dc qualquer sabão.

A

FARINHA

"POLLAH"

é

inegualavel.

Limpa perfeitamente a cutis e evita os

estragos produzidos pelos sabonetes.

O uso que na Inglaterra,

França

e

Estados

Unidos

se

faz

da

FARINHA

DE

AMÊNDOAS "POLLAH", prova a excelleneia da mesm?

O

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lc manifestação de carinho e ciiihusiasino o Sr.

Fre-*.*. 1 A Rraül recebeu com uma grande muniu -wh"" "« w***v ** *<ui.*.ui***iiiu o o/, i r*, .1 capital ao nri- deteeu

dc Petropolis. Instantâneos feitos em frente ao palácio,

quan-lét^c^s*sw^^.'cS^» -W»»" Ceiso> c na sala "obrc d" C{ütete' loy" após a *******

(12)

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ras dc arte. Foi execut.nl.», cora longos applausos, e*stc programma:

i* parte — 1) " O.-.verturc", piano-Nadir Baptista: lil "O relógio" Luiz Carlos; Ul) "O coração- — Cas-tro Alves Maria dWlincourt Frar.-ça; IV) "Marinha" — Pethion dc Vil lar; " Aprcs la bataille¦" — Victor Hiu » Maria de Loordea Calm >n Vianna; V) "Bcrceu.e" Chiaffitelli — "Pre-ludio c Alle-gro" — Paganini — Ccição Harros Barreto, medalha de oure» do In-stituto, ac«>mp:inhada ao piano pela sra. Corrêa dc Araújo; \'I ) ** l.cnda" Memlcs Martins Marianna Salles; VII) Versos — Belmiro Braga Inah Assumpçâo; VIU) "O marron do Jan-jào" Adclmar Tavares Zely As-sumpção; IX) " Sans toi" Guy d'Hardcot ¦ Si mes vers ... des ailes" — Reynaldo Hahn Sra. Al-tair Guigon. acompanhada pela eximii pianista Ceição Barros Barreto; X)

"A

queimada" — Castro Alves — Maria Sabi-* na dc Albuquerque; XI) " Monsieur le^

Sous-préfet" — Alphonsc Daitdct Xair. Werneck Dickens.

j* parte I) " I.a Fiancée du Timlu-lier " — Victor Hugo—Maria Helena Coe-lho de Almeida; II) "Plenilúnio" Ray-mundo Corrêa — " Les Rubans" — Zama-cois — I.ais Ferreira dc Oliveira: III) "O:

cavalheiro pobre" Olavo Bilac — Au-rea Lafayette Palmeira: IV)

"A

mascot-tc- __ Gr.ilbermina de Almeida. Jujú c Maria Hc!cna Coelho de Almeida; V) "Humphrey

Crust" " Avec le sourirc" Jean Desbraino: VI) "O Corvo" Edgard Poe (Trad. dc Machado de Assis) - Sra. Angela Varuas Barbosa \ 'ianna.

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Depois do misse, mondada resar pelos engenheiros do turma dc tyei da Polyteehmca

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Referências

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