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Janeiro/2 - 2018 • Nº 1100
Queremos Danilo Silva
1001 no CA da Petrobrás
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Perbrás não reconhece
Sindipetro-NF
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Avanço na ação
coletiva da RMNR
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Gestão da Petrobrás
é marcada por acordos
na contramão do desenvolvimento
A Petrobrás anunciou, no dia 18/12, a venda de 25% do Campo de Ronca-dor, na Bacia de Campos, para a esta-tal norueguesa Statoil. Eles pagarão US$ 2,9 bilhões pela fatia do campo de petróleo — US$ 2,35 bilhões no fecha-mento da operação e US$ 550 milhões em pagamentos contingentes.
A estratégia da Statoil é focar na internacionalização de sua cadeia pro-dutiva de petróleo e gás. O governo norueguês faz questão de fortalecer esse setor, seja com investimentos, atuando nas atividades operacionais de E&P ou estimulando suas ações no mercado internacional.
O presidente da Statoil, Eldar Saetre, acredita que esse acordo vai agregar material e produção de longo prazo ao portfólio internacional deles. “Esta transação vai fortalecer ainda mais a posição no Brasil como área central para a Statoil”.
Os noruegueses entendem mui-to bem a importância de uma cadeia produtiva de petróleo forte para seu país. É geração de renda, empregos e os torna mais competitivos no merca-do sem desfazer de seu conteúmerca-do. Já no Brasil o que vemos é o oposto: a gestão de Pedro Parente está compro-metida com o capital estrangeiro e faz de tudo para facilitar o desmonte de sua cadeia produtiva.
Vale lembrar que, em 2013,
a Petrobrás vendeu cerca de
35% do campo de Parque das
Conchas, localizado também na
Bacia de Campos e que tinha
re-serva de aproximadamente 400
milhões de bpd, por US$ 1,64
bi-lhão. Roncador, por sua vez,
pro-duz 10 bilhões de bpd, ou seja,
25 vezes maior do que Conchas,
mas saiu mais barato, por US$
2,9 bilhões. Se fosse respeitado
o valor de Conchas na época, o
valor da negociação de
Ronca-dor deveria ser, no mínimo, de
US$ 41 bilhões.
Saem prejudicados com a desva-lorização e desmonte dos ativos na-cionais não só os trabalhadores, mas todos os brasileiros. A gestão entre-guista de Parente coloca em risco a economia, educação, saúde e cultura brasileira. Quando a Petrobrás está forte, todos esses setores apresen-tam desenvolvimento. Apenas a luta pode reparar esse erro histórico que estão cometendo.
Privatizar Faz Mal Ao BRasil!
FONTE: Agência Reuters e Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
O acordo com a Petrobrás fará a Statoil aumentar sua produção de 40 mil para 110 mil barris de óleo/dia, pagando apenas
US$ 1 por barril. Desta forma, a empresa norueguesa se tornaria a terceira maior petrolífera em atividade no país.
Conheça Danilo Silva 1001,
nosso candidato para o CA da Petrobrás
O primeiro turno da eleição para oConse-lho de Administração da Petrobrás tem início no dia 27 de janeiro e termina em 04 de feve-reiro. A FUP e o Sindipetro-ES apoiam o candi-dato Danilo Silva, com o número 1001.
Petroleiro desde 2003, é técnico de ma-nutenção pleno na Replan e tem um vasto currículo, como formação em Direito pela PUCCAMP, especialização em Economia pela Unicamp, MBA em Finanças pela FGV e
exten-são em Direito Empresarial na FGV. Foi diretor do Sindipetro-SP e participou da criação do Plano Petros 2, uma conquista dos trabalha-dores com resultados muito melhores que o deficitário PP-1.
“Quero representar os petroleiros no CA porque também já tenho experiência em vá-rios conselhos de administração de grandes empresas brasileiras, representando a Petros e os petroleiros. Conheço a Petrobrás e seus
trabalhadores; tenho respaldo técnico e uma grande equipe de petroleiros e petroleiras co-migo”, afirma Danilo.
Nossa principal bandeira é a luta contra a política de desmonte da empresa. “É o nosso futuro e o de nossos filhos e famílias que estão em jogo. Tenho garra, coragem e energia para representar você no Conselho da Petrobrás e votar contra essa política de venda de ativos e fechamento de postos de trabalho”.
• Diálogo e Transparência: Caso seja eleito,
faremos um mandato itinerante, visitando uma unidade e um escritório da Petrobrás por mês para dialogar com os trabalha-dores. Além disso, proponho a criação do Whatsapp do Conselheiro, como um canal de comunicação aberto à categoria, onde irei prestar contas do mandato.
• Compromisso com Temas Trabalhistas:
Em-bora o Estatuto do Conselho impeça o re-presentante dos trabalhadores de votar em questões trabalhistas e salariais, me com-prometo a levar sugestões, reclamações e o posicionamento da categoria.
• De olho na “Alta Direção”: Ficarei atento
ao trabalho de quem exerce cargos de
con-fiança. Vou entrevistá-los sobre suas ações e fazer chegar a cada um as reclamações, su-gestões e preocupações dos trabalhadores.
• Consultorias jurídica e econômica: Usarei
a remuneração de conselheiro para custear a organização do mandato e contratar as-sessorias econômica-financeira e jurídica, além de contar com o suporte de entidades como o Dieese, CUT e FUP. Meu objetivo é ter a argumentação necessária para debater e contrapor, se necessário, todos os temas discutidos pelo Conselho.
Saiba mais sobre as propostas de Danilo Sil-va no site do Sindipetro-ES. Para votar, basta acessar o site https://cael.petrobras.com.br/ e vote 1001, a sua voz no Conselho da Petrobrás!
NOSSAS PROPOSTAS
Na Petrobrás, os trabalhadores são obrigados a assistir vídeos anti-corrupção, sobre não aceitar privilégios, além de firmar compromissos com os gestores de que vamos seguir essas normas. No entanto, a pró-pria gestão da empresa não mede esforços para fugir de suas própró-prias regras: “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”.
No dia 04/01, a Petrobrás anunciou um acordo para que acionistas americanos retirassem uma ação coletiva contra a estatal. Foi proposto o pagamento de quase US$ 3 bi àqueles que se sentiram enganados para comprarem ações no mercado imobiliário dos EUA. Foi alegado que um es-quema de corrupção era criado para desvalorizar os papéis da companhia. Pedro Parente entende muito bem de ligações perigosas e suspeitas. Ele foi presidente da Bunge, empresa produtora de fertilizantes, e logo tratou de anunciar a privatização da Fábrica de Fertilizantes Nitrogena-dos, a Fafen-PR. Foi apontado também como sócio-fundador da Prada Consultoria, grupo de gestão financeira responsável pelo crescimento, por exemplo, das 20 maiores fortunas brasileiras.
Em agosto de 2017, o então diretor de governança João Adalberto Elek Junior foi afastado pelo Conselho de Administração por conta de um contrato sem licitação feito com a empresa onde sua filha trabalha-va, ferindo o código de ética da estatal.
Os escândalos na Petrobrás não param por aí: a gestão da Petrobrás ainda esteve ligada a um esquema de doação de informações importantes sobre a área de pré-sal para a Statoil que, tempos depois, adquiriu 25% do Campo de Roncador.
Enquanto somos submetidos à “sessões de cinema”, o capital estran-geiro vem forte para tomar conta de nosso patrimônio, com auxílio de Parente. Entretanto, a categoria petroleira está mobilizada para impedir qualquer retrocesso e mostrar que não estamos à venda!
FONTE: FUP | Rede Brasil Atual | G1 Globo | Revista Exame | Agência Brasil - EBC
Em 18/01, a Petrobrás apresentou uma proposta para a Par-ticipação nos Lucros e Resultados - PLR que, inicialmente, não atendeu a categoria. De acordo com o coordenador da FUP, José Maria Rangel, os indicadores apresentados não priorizam o es-forço da classe trabalhadora. “A Cesta de Indicadores mostra que a atual gestão quer tornar a Petrobrás uma empresa de escritó-rio, somente para dar rentabilidade a seus acionistas”. A atual PLR vale até o dia 14 de fevereiro de 2019.
Benefício Farmácia
O Grupo de Trabalho para discutir o novo modelo de Benefí-cio Farmácia, o qual a FUP participa, se reuniu com a empresa no último dia 19/01. Os representantes do GT cobraram detalhes e dados sobre os pontos do novo modelo, como os custos referen-tes ao ano de 2017, frequência de beneficiados em cada faixa de desconto em 2017, percentuais e valores do custo do Benefício em relação ao custo total da AMS, volume e valor de medicamentos e simulação da aplicação do novo modelo no exercício de 2017.
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A novela da aceitação do Acordo Coletivo (ACT) da Perbrás continua. A empresa insiste em não aceitar a representação sindical dos trabalhadores pelo Sindipetro Norte Flumi-nense em Macaé. O diretor Reinaldo Alves de Oliveira, da Secretaria do Setor Privado e Ter-ceirizados disse que as negociações vêm avan-çando em favor dos trabalhadores, acreditan-do na brevidade da aprovação acreditan-do acoracreditan-do.
Conforme Reinaldo, inicialmente a Perbrás ofereceu zero por cento de reajuste e manteve os benefícios. “A FUP não aceitou e continuou negociando, a empresa então ofereceu 1 por cento e agora subiu para 1,71 por cento va-lores já incluídos nos salários de dezembro”, explicou Reinaldo.
O impasse para o fechamento do ACT se dá por conta da resistência da Perbrás em não reconhecer o Sindipetro NF como legítimo re-presentante dos petroleiros. “Queremos que
ela venha para a mesa de negociação com esta aceitação do sindicato, não é possível que uma empresa, prestadora de serviços da Petrobrás em quatro estados possa ter em um único es-tado um sindicato diferente. Sem o NF na mesa não há acordo”- afirma Reinaldo, que no dia 16 de janeiro conversou com os trabalhadores da Perbrás, em São Mateus, antes do embarque.
No dia 10 de janeiro, venceu o prazo para que a Perbrás respondesse a FUP, e até o mo-mento a empresa não se pronunciou. “Espe-ramos que ela vença esta resistência para que tão logo façamos a aceitação da indicação da proposta”, disse Reinaldo.
No ano passado, os Sindipetros de vários estados onde a Perbrás atua realizaram um dia de protesto contra suas práticas antissindicais. Nas bases da empresa aconteceu um atraso de três horas na entrada dos trabalhadores para o expediente.
Perbrás não negocia ACT
com Sindipetro-NF
Fechado
acordo dos
trabalhadores
da Exterran
O Sindipetro-ES avança na apro-vação dos acordos coletivos de trabalho reafirmando sua reivin-dicação de nenhum direito a me-nos. Desta vez foi fechado o ACT 2017/2018 com a empresa Exter-ran Serviços de Óleo e Gás Ltda.
O diretor Reinaldo Alves de Oliveira, da Secretaria do Setor Privado e Terceirizados disse que os trabalhadores da Exterran, que trabalham na UTGC, em Linhares, aprovaram a proposta da empresa e a indicação da FUP.
“Houve um aumento de ga-nho real para o acordo, como foi implantado um plano de cargos e salários, cada faixa de trabalhador recebeu um reajuste, mas todos os valores ficaram acima da inflação”, explicou Reinaldo.
IMC SASTE
O diretor Reinaldo disse que o Sindipetro-ES passará a representar os trabalhadores da IMC SASTE que trabalham nas plataformas P57 e P58. “Em conversa com o represen-tante do setor privado da empresa e nossa diretoria foi acertada a re-presentação”, explicou Reinaldo.
De acordo com o diretor o pró-ximo passo será o fechamento do acordo coletivo dos trabalhadores da IMC SASTE. “Nossa intenção é seguir na busca por melhorias para a categoria, acolhemos com alegria esses funcionários que pas-sam a ser representados pelo Sin-dipetro”, disse Reinaldo.
Sindipetro-ES reunido com trabalhadores da Perbrás em Alto do Rodrigues, Rio Grande do Norte. Empresa insiste em não reconhecer o Sindipetro-NF como representante da categoria.
O economista aposentado pela Pe-trobrás e nosso companheiro Cláudio da Costa Oliveira foi convocado para receber o título de Sócio Honorário da Associação dos Engenheiros da Petrobrás - Aepet, no dia 6 de fevereiro, no Rio de Janeiro.
Cláudio entrou na Petrobrás em 2007, já com 60 anos e se aposentou em 2011 por invalidez. Ele sempre esteve ligado ao tra-balho de escrita e pesquisa. Curiosamente, ele nunca havia escrito artigos em sua fun-ção, apenas trabalhos, relatórios e cartas, por exemplo. Entretanto, com o incentivo do Sindipetro-ES e também da Aepet, ele começou a trilhar o caminho para se tornar um influenciador no meio sindical.
“A direção do Sindipetro
-ES sempre me apoiou e
in-centivou, não só publicando
e divulgando meus artigos,
como patrocinando minha
participação em palestras,
seminários e encontros.
Portanto a minha história
como articulista começou
aqui no sindicato.
Poste-riormente ganhei também
o apoio e incentivo da
Asso-ciação dos Engenheiros da
Petrobrás - AEPET”,
relembra Cláudio.
Seu primeiro artigo foi publicado em fevereiro de 2016, no Jornal Boca de Fer-ro Edição 1.064. No texto, o economista já mostrava que a Petrobrás, ao contrário do que diz a grande mídia, estava bem confortável nos aspectos econômicos, fi-nanceiros e patrimoniais. “O artigo ver-sou sobre o efeito dos “impairments” em 2014, que eram ajustes contábeis e não
afetaram o caixa da empresa. Voltei a abordar em dezenas de artigos posterio-res, mostrando a mentira divulgada pela grande midia, que dizia que a Petrobrás tinha problemas financeiros”
Uma das marcas registradas de Cláu-dio em seus artigos é a presença fre-quente de dados numéricos e análises que estão além de seu posicionamento político. “Só escrevo aquilo que acredito. Meus artigos não são de cunho político partidário, são sempre técnicos. Tudo que afirmo está baseado em dados ofi-ciais, auditados e publicados pelas em-presas. Sempre digo que se alguém de-monstrar que estou errado, eu mudo de opinião. Sem constrangimento”.
Cláudio acredita que a comunicação sindical é correta e engajada, mas que ainda não tem a devida cobertura:
“Os meios utilizados para
divulgar suas posições não
têm o alcance necessário
para atingir a opinião
públi-ca brasileira. Mais vale uma
mentira informada no Bom
Dia Brasil, do que uma
ver-dade publicada no site de 10
sindicatos. Creio que a
cria-ção de um comitê, que receba
recursos de todos os
sindi-catos e federações, poderia
resolver essa questão. Ele
estabeleceria as prioridades
nos assuntos de interesse dos
trabalhadores e do Brasil”.
Articulista sindical capixaba recebe
título de Sócio Honorário da Aepet
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Os motoristas da Mais Gestão e Loca-ção de Veículos, terceirizada da Transpe-tro, conseguiram na Justiça o bloqueio dos valores da medição contratual, garantindo o pagamento das verbas rescisórias aos trabalhadores, que estavam em débito.
A empresa propôs inicialmente o par-celamento referente ao rompimento de contrato, pois não havia verba para o pa-gamento integral. À princípio, os traba-lhadores não concordaram. Depois, acre-ditando que o FGTS e a multa rescisória seriam pagos junto com os demais valores parcelados, aceitaram a proposta.
Entretanto, a terceirizada manteve o discurso da falta de verba e decidiu não fazer acordo, orientando a categoria a pro-curar a Transpetro para resolver a situação. Mesmo não representando esses traba-lhadores, o Sindipetro denunciou a empre-sa no dia 21/12. “Pressionamos a Transpe-tro e cedemos a nossa assessoria jurídica, que garantiu a liminar no dia 26, bloquean-do os valores da medição”, explicou o dire-tor Hoffmann.
Após a decisão, a empresa depositou o FGTS dos trabalhadores. Os demais va-lores continuam bloqueados aguardando o pagamento.
Equacionamento do Plano Petros-1
O assessor jurídico Edwar Félix afirmou que o sindicato espera o fim do recesso do Ju-diciário para dar sequência ao processo do Equacionamento do Plano Petros-1. “A liminar ainda não foi analisada pela 2ª Vara Cível de Vitória, que solicitou ao MP um parecer, ape-nas necessitando do processo para sua emissão”, afirmou o advogado.
Desde o final de novembro do ano passado, o Sindipetro-ES promoveu uma ação cole-tiva que atende a todos os aposentados, pensionistas e beneficiários do PP-1 e que sejam filiados. Nesta ação, o sindicato apresentou um pedido de liminar, mesmo antes do en-cerramento do processo e estamos buscando uma decisão que isente os aposentados do pagamento de qualquer déficit gerado pelo PP-1.
O presidente do Conselho Fiscal da Petros, Fernando Leite Siqueira, sugeriu a suspen-são do equacionamento, para que as irregularidades do Plano sejam eliminadas e para melhorar as condições para a sua implementação. Vale ressaltar que a FUP sempre alertou aos gestores sobre o enorme déficit gerado pelo PP-1, como os R$ 5,2 bilhões referentes à Família Real, e está disposta novamente a propor soluções.
Procure o Sindipetro-ES
O Sindipetro-ES está ciente que existem advogados particulares procurando a categoria para ajuizar ações individuais em ambos os processos. Por isso, recomendamos a todos que não tomem decisões precipitadas. Para quem não é filiado ainda há tempo para se sindicalizar e ter direito ao atendimento jurídico gratuito.
“O petroleiro que entrar com uma ação individual corre o risco até de perder o direito que está previsto nas ações coletivas. E para quem não é filiado, orientamos que é melhor buscar a filiação, para que tenha assistência gratuita do sindicato nesse processo”, explica o advogado Edwar Felix.
Justiça bloqueia as
contas da empresa
Mais Gestão
Expectativa para a Ação
Coletiva da RMNR
De acordo com o nosso assessor jurídico, Luis Filipe Mar-ques Porto, a expectativa é que em 2018 haja o julgamento da ação coletiva de RMNR. Ele afirma que o Ministério Público do Trabalho deu parecer favorável aos trabalhadores. “O com-plemento deve ser a RMNR menos o Salário Base, conforme solicitação da categoria. No mínimo, teremos a periculosidade excluída do cálculo do complemento”.
Para que o sindicato execute a ação coletiva, é preciso que os trabalhadores enviem os documentos, como os contrache-ques de 2007 até 2017, as Fichas de Registro do Empregado - FRE, com as informações de nível e regime de cada ano para
Expediente
Boca de Ferro - Informativo do Sindicato dos Petroleiros do Espírito Santo - filiado à CUTwww.sindipetro-es.org.br - Responsabilidade Secretaria de Comunicação e Imprensa.Sede Vitória - Rua Carlos Alves, 101, Bento Ferreira, CEP 29050-040, (27) 3315 4014, [email protected]
Escritório São Mateus - Rua João Evangelista Monteiro Lobato, 400, Sernamby, CEP 29930-840, (27) 3763 2640, [email protected]
Escritório Linhares- Avenida Rufino de Carvalho, 1124, Ed. Pauster, sl 303, Centro, CEP 29.900-190, (27) 3371 0195, [email protected]
Comunicação e Imprensa - (27) 99508 0399, [email protected]
Editoração e textos- Marcos Barcelos, Junior Gaigher MTE ES0003050 e Pulso Conteúdo LTDA, (27) 3376 4577/4576, [email protected]
Jornalista responsável - Mirela Adams - Registro Profissional: ES00651/JP
Tir
ag
em- 3.000
Mais uma vez, a categoria é ignorada pela empresa: os serviços do Posto Compartilhado foram reduzidos pelos gestores, sob a justificativa de reestruturação e mudanças nos contratos de prestação de serviços, de janeiro até a primeira quinzena de fevereiro.
“Essa reestruturação não está bem explicada. Quem vai se
respon-sabilizar em cada atividade?”, indagou Hoffmann. De acordo com a Pe-trobrás, os serviços relacionados ao Benefício Farmácia, cadastro de be-neficiários e reembolso de despesas médicas podem ser acionados pelo Botão Compartilhado. O esclarecimento de dúvidas e serviços que não foram citados podem ser feitos via atendimento presencial.
Além disso, há algumas dúvidas ainda sem respostas. Os gestores não sabiam que o contrato iria acabar? Por que não planejaram para dar continuidade aos serviços durante a transição e não interromper o atendimento? Vários trabalhadores não sabiam dos problemas e perde-ram tempo indo ao Posto, mostrando a falta de compromisso da atual gerência da Petrobrás com a categoria.
O Sindipetro-ES fez a denúncia e a demanda pelo retorno dos Postos Avançados do serviço Compartilhado será também uma bandeira da FUP, na Comissão de AMS. Os Trabalhadores e aposentados merecem respeito!
Atendimento Benefício Farmácia
O Sindipetro-ES disponibiliza serviço de apoio para aposentados e pen-sionistas no preenchimento dos dados para solicitação de reembolso do Be-nefício Farmácia, consulta no site da Petros, dentre outros. O atendimento é feito nas Sedes do sindicato, em Vitória e São Mateus, e no escritório de Linhares, das 9h às 12h e depois das 13h às 16h. Agende seu horário pelo telefone (27) 3371-0195 (falar com Marcela) e aproveite este Benefício.
Atendendo aos filiados de São Ma-teus, a secretaria de Cultura, Esporte e Lazer do Sindipetro-ES fechou parceria de seis meses com o Centro de Treina-mento do Sr. Rainer, no Bairro Jaqueline, onde vamos relizar a “Pelada de Quinta”, toda quinta-feira, de 17h às 18h. Amigos e filiados do sindicato que quiserem par-ticipar do futebol, podem se inscrever pelo telefone (27) 3763-2640.
“A parceria vai além da prática de es-portes. É fundamental também para que os trabalhadores formem uma unidade e que possam se conhecer e interagir. Des-ta forma, o Sindipetro cumpre sua
fun-ção na defesa dos direitos e também na promoção de bem-estar ao trabalhador”, afirma o secretário da pasta, Clodoaldo Toze. Ele afirma também que outros pro-jetos estão em fase de amadurecimento e que novidades virão em breve.
é reduzido sem aviso prévio
Após a denúncia da categoria e da reivindicação do Sindipetro-ES, a Petrobrás reconheceu seu erro em não apontar as horas dos trabalhadores que possuem jornada de seis horas e participavam de treinamento com carga horária de oito horas.
De acordo com o Documento Interno do Sistema Petrobrás - DIP, para os empregados que possuem jornada de seis horas devem ser creditadas as horas de treinamento que excedem a jornada de trabalho, desde que a formação aconteça dentro do horário de funcionamento da unidade. Os apontamentos das horas excedentes serão retroativos à maio de 2017.
Caso algum gerente não queira cumprir a deter-minação, denuncie ao sindicato.
Petrobrás vai pagar
horas em treinamento
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