Redes e Protocolos Industriais
INTRODUÇÃO
Uso das redes de computadores
• Uma rede de computadores é formada por um conjundo de módulos
processadores capazes de trocar informações e compartilhar recursos, interligados por um sistema de comunicação (meios de transmissão e protocolos)
Conceitos de redes
Segundo Gallo (2003), uma rede de computadores é uma coleção de computadores e outros dispositivos que usam um protocolo comum para compartilhar recursos uns com os outros através do meio de rede.
Conceitos de redes
Alguns componentes são essenciais para uma rede de computadores: Hosts / Entidades; Meios de Comunicação; Protocolos
As entidades conectadas (nós de uma rede). Aqui encontram-se todos os
dispositivos conectados na rede.
Conceitos de redes
O meio de comunição (meio de rede) pelo qual os dispositivos se
comunicam. Ex: cabo, Fibra Óptica, etc.
TOPOLOGIAS DE REDES
Topologias de Redes
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Arquitetura Ponto a Ponto ou Cliente - Cliente Características
1. Implementadas em pequenas redes - Geralmente até 30 computadores; 2. Fácil implementação;
3. Baixa segurança;
4. Geralmente não existe padrão no cabeamento estruturado; 5. Não existe uma administrador de rede;
Topologias de Redes
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Arquitetura Cliente – Servidor Características
1. Rede de maior desempenho se comparado a rede ponto a ponto; 2. Mais segurança;
3. Necessidade de especialista para sua administração; 4. Utilização obrigatória em grandes redes;
Topologias de Redes
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BARRAMENTO ANEL
ESTRELA HÍBRIDA
Topologias de Redes
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TOPOLOGIA BARRAMENTO
Todas as estações compartilham um mesmo meio físico. Utiliza cabo coaxial que deverá possuir um terminador resistivo em cada ponta.
O tamanho máximo do trecho da rede está limitada 185m no caso do cabo coaxial fino. Este limite entretanto pode ser aumentado através de um periférico chamado repetidor, que na verdade é um amplificador de sinais.
Características:
• Está em desuso;
• Se desconectar um nó e não ter o cuidado de fechar o barramento, toda rede cai.
Topologias de Redes
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TOPOLOGIA ANEL
Na topologia em anel os dispositivos são conectados em série formando um circuito fechado (anel).
Os dados são transmitidos unidirecionalmente de nó em nó até atingir o seu destino.
Uma mensagem enviada por uma estação passa por outras estações através das retransmissões até ser retirada pela estação destino.
Topologias de Redes
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TOPOLOGIA ESTRELA
A topologia em estrela utiliza cabos de par trançado e um concentrador (Hub – Switch) como ponto central da rede. O concentrador se encarrega de retransmitir todos os dados para todas as estações, mas com a vantagem de tornar mais fácil a localização dos problemas, já que se um dos cabos, uma das portas do concentrador ou uma das placas de rede estiver com problemas, apenas o nó ligado ao componente defeituoso ficará fora da rede.
Características:
• A mais difundida entre as topologias • Maior relação custo benefício
• Fácil implementação
Dispositivos de Rede
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Hubs e Repetidores; Pontes;
Switches; Roteadores;
MODELO OSI
Modelo de Referência OSI
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Esse
modelo
separa
as
etapas
de
transmissão,
definindo como cada fase do processo deve proceder na
transferência de dados.
Isto torna flexível a implementação de software e
hardwares ao longo da rede, pois define as funções de
cada fase, facilitando a operacionalização para usuários
e fabricantes.
Modelo de Referência OSI
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Cada nível oferece serviços ao nível seguinte.As conexões de um
nível são gerenciadas pelo protocolo daquele nível.
Os níveis definidos com suas funções são sete,assim numerados:
Camada 7-Aplicação;
Camada 6-Apresentação;
Camada 5-Sessão;
Camada 4-Transporte;
Camada 3- Redes;
Camada 2-Enlace;
Camada 1-Física;
Modelo de Referência OSI
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7 6 5 4 3 2 1 Aplicação Rede Enlace Físico Apresentação Sessão Transporte Rede Enlace Físico Apresentação Sessão Transporte
O encapsulamento empacota as informações de protocolo necessárias antes de passar pela rede. Assim, à medida que o pacote de dados desce ou sobe pelas camadas do modelo OSI, ele recebe cabeçalhos e outras informações.
Encapsulamento
PROTOCOLO ETHERNET
Protocolo ETHERNET
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Necessidade de conectar mais equipamentos na rede;
Estudos foram iniciados com o objetivo de identificar uma padrão que
pudesse ser utilizado para interconectar esses dispositivos;
IEEE criou um comitê 802, conhecido como IEEE 802;
Estudos foram realizados por Xerox, Intel, DEC (Digital Equipament
Corporation);
Em 1974, surge o protocolo ETHERNET, nos laboratórios da Xerox, através
do pesquisador Robert M. Metcalf;
Protocolo ETHERNET
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O protocolo ETHERNET define o cabeamento e sinais elétricos para a
camada física, e formato de pacotes e protocolos para a subcamada de controle de acesso ao meio (Media Access Control) do modelo OSI;
Protocolo ETHERNET
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CABEAMENTO
Originalmente desenvolvidos para utilização de cabo coaxial grosso; Desenvolvidos novos meios de transmissão: Cabo UTP e Fibra óptica; Criação de cabos STP ou S/UTP;
Cabo STP Cabo UTP
Patch Cord
Quadro ETHERNET
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Quadro Ethernet é um formato padronizado, contendo
informações dos dados, dispositivo de origem, dispositivo
de destino, com o objetivo de fazer com que dispositivos
diferentes possam se comunicar.
Quadro ETHERNET
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PROTOCOLO RS-232 E RS-485
Tipos de Transmissão
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Existem vários modos de transmitir dados entre uma
origem e um destino
1 – Quanto ao sentido da transmissão:
– Simplex, Half-Duplex, Full-Duplex
2 – Quanto ao número de vias de transmissão:
– Comunicação serial e paralela
3 – Quanto ao tipo de ligação física:
– Ponto a ponto e multiponto
4 – Quanto a cadência de transmissão:
Transmissão de sinais
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Comunicação paralela
Ocorre entre sistemas digitais localizados próximos
um do outro;
São enviados vários bits de cada vez;
O meio de transmissão é composto de vários canais,
um para cada bit;
Para grandes distâncias é muito caro;
É mais complexa que a serial;
Taxa de transferência de dados (“throughput”) é alta
Apresenta baixa imunidade a ruídos;
Transmissão de sinais
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Comunicação serial
Os dados são transmitidos em uma sequência serial
de bits;
É menos complexa que a paralela;
Utiliza apenas um canal de comunicação;
A taxa de transferência de dados (“trhoughput”) é
baixa;
O custo é menor;
Maior imunidade a ruídos;
Modos de comunicação:
Síncrono
Assíncrono
RS232, RS485
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Em uma interface serial os bits de dados são
enviados sequencialmente através de um canal
de
comunicação
ou
barramento.
Diversas
tecnologias utilizam comunicação serial para
transferência
de
dados,
incluindo
interfaces
RS 232
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RS 232
DB 9
Sinais da interface RS-232-C
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Nome do Sinal Abreviação Sentido DB-25 DB-9
Terra Chassi - - 1
Transmit Data TX Saída 2 3
Receive Data RX Entrada 3 2
Request To Send RTS Saída 4 7
Clear To Send CTS Entrada 5 8
Rede Industrial utilizando RS232
RS-485
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Desenvolvido pela EIA – Electronics Industry Association Somente um par de fio é compartilhado para transmissão e
recepção
Vantagem: pode-se interligar vários equipamentos no mesmo cabo
Desvantagem: a comunicação deve ser half-duplex, deve existir algoritmo (ou gerenciador de rede) para gerenciar a transmissão (evitar/tratar colisões)
Não especifica ou recomenda protocolos O alcance é de até 1200m
Máximo de 32 terminais remotos em cada nó da rede que devem ser endereçáveis
Único PC como mestre da rede
RS-485
RS-485
RS-485
CONVERSORES
Rede RS485
REDES INDUSTRIAIS
Redes Industriais
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Necessidade da indústria pela integração de
equipamentos e dispositivos em todos os níveis
de automação;
Necessidade de tecnologias de comunicação
de dados especificamente desenvolvidas para
atender os requisitos industriais.
Redes Industriais
Redes Industriais
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Níveis Hierárquicos de Redes Industriais
Níveis Hierárquicos de Redes Industriais
Níveis Hierárquicos de Redes Industriais
Redes Industriais
Nível de Planta
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No nível de planta temos a supervisão e gerenciamento de todo o processo que normalmente ocorre através de um software supervisório.
PRINCIPAIS AÇÕES
Supervisão; Comando; Planejamento; Banco de Dados.
Transferência maciça de dados entre equipamentos; Frequência de comunicação de segundos ou minutos; Grandes distâncias (LAN / WAN / INTERNET)
PROTOCOLOS
Profinet Ethernet
Nível de Controle
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Este nível permite o controle sobre as ações do níel de campo em função da definições e comandos dados pelo nível de planta
PRINCIPAIS AÇÕES
Controle em tempo real; Segurança;
Interface.
Integração entre unidades inteligentes; Mensagem de dados em words ou blocos;
Frequência de comunicação de centenas de milisegundos; Distância de centenas de metros.
PROTOCOLOS
Profibus FMS Modbus
Nível de Campo
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Através deste nível torna-se possível a aquisição e atuação direta dos dados de chão de fábrica como valor de pressão, status de um motor, ligamento e desligamento de uma válvula, etc.
PRINCIPAIS AÇÕES
Aquisição das variáveis;
Atuação sobre equipamentos; Sensores e atuadores;
Mensagem de dados de alguns bits, bytes;
Frequência de comunicação de dezenas de milisegundos; Distância de dezenas / centenas de metros;
Concepção determinística. PROTOCOLOS Profibus DP e PA ASI Fieldbus Foundations – DeviceNet
PROTOCOLO MODBUS
MODBUS
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Desenvolvido e publicado pela Modicon Industrial Automation Systems em
1979 para uso do seu CLP, tornou-se um padrão de fato na indústria.
É um dos mais antigos protocolos utilizados em redes de controladores
lógicos programáveis para aquisição de sinais de instrumentos e comandar atuadores usando uma porta serial.
Atualmente parte do grupo Schneider Electric, a Modicon colocou as
especificações e normas que definem o Modbus em domínio público.
O protocolo é utilizado em milhares de equipamentos existentes e é uma
das soluções de rede mais baratas a serem utilizadas em automação industrial.
MODBUS
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Para que se utiliza o MODBUS?
Tipicamente usado para transmitir sinais de instrumentação e
dispositivos de controle para um sistema controlador.
Na imagem ao lado, pode-se
observar 3 transdutores de pressão conectados à rede ModBus
MODBUS
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OMNI Turbo – Sensus
Medidor de Água
Tipos de Protocolos MODBUS
Transações entre mestre e
escravo
MODBUS
Descrição do protocolo
O protocolo MODBUS define uma única PDU,
independente do protocolo de comunicação
O mapeamento (encapsulamento) do protocolo
MODBUS em um barramento ou rede específica
introduz alguns campos adicionais, criando a ADU
MODBUS
Equipamentos Modbus
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Gateway Modbus Ethernet para Modbus
Equipamentos Modbus
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PROTOCOLO PROFIBUS
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Principal sistema aberto para fieldbus
Baseado nos padrões:
– EN 50170 e EN 50154
– IEC 61158 e IEC 61784
Independência de fabricantes (dispositivos devem comunicar-se)
Utiliza protocolo de acesso ao barramento token passing para comunicação entre os mestres (estações ativas), usando anel lógico
E o procedimento mestre escravo para comunicação entre o mestre e os escravos (estações passivas)
Atende vários níveis em sistemas de automação
O perfil de comunicação PROFIBUS estabelece como as informações serão transmitidas serialmente pelo meio de comunicação.
PROFIBUS
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ARQUITETURAS PROFIBUS
PROFIBUS DP – Periferia Descentralizada (Descentralized
Periphery)
PROFIBUS PA – Automação de Processo (Process
Automation)
PROFIBUS
Periferia Centralizada
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- Consiste em cabear todos os sinais de E/S em um módulo
do CLP (Controlador Lógico Programável)
Vantagens da Periferia Centralizada
Simplifica a arquitetura de comunicação
Simplifica a arquitetura de controle e configuração
Centraliza a verificação de equipamentos em caso de falhas
Mais segurança ao pessoal com falta de formação e experiência em automação
Periferia Centralizada
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Desvantagens da Periferia Centralizada
Aumenta a dimensão dos armários de controle (aumento de calhas, blocos terminais e aparelhagem auxiliar) e o espaço físico para abrigá-los
Aumenta o número de cabos e tubos
A identificação das E/S é mais complicada, não ajudando na identificação de falhas
Pouca flexibilidade para ampliações e modificações
Periferia Descentralizada
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- Consiste em cabear todos os sinais de E/S em um módulo
próximo aos dispositivos de campo
Vantagens da Periferia Descentralizada
Redução do número de cabos e tubos
Simplifica a identificação das E/S e facilita o diagnóstico e reparação de avarias.
Reduz o tempo de paradas e indisponibilidade
Grande flexibilidade para ampliações e modificações.
Reduz o tamanho dos armários de controle
Periferia Descentralizada
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Desvantagens da Periferia Descentralizada
Aumenta a arquitetura de comunicação, e dependendo do barramento ou rede de controle que escolher, também irá aumentar o número de equipamentos específicos para as comunicações
A arquitetura de controle e configuração, requer conhecimentos de redes
Dá mais insegurança ao pessoal com falta de formação e experiência em automação e sistemas
Módulo E/S digital / Profibus
Módulo E/S analógica / Profibus
Operação da Rede
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Mestre realiza a operação cíclica com todos os escravos a ele associados;
O mestre envia mensagem ao escravo 1 que a responde;
Após receber a resposta, o mestre enviar mensagem ao próximo escravo;
A operação continua até o término de todos os escravos e é reiniciada;
Operação da Rede
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A “passagem de token”é um procedimento usado para evitar que mais de um mestre se comunique ao mesmo tempo;
Um token é uma mensagem especial que só circula entre os mestres e que carrega a permissão de acesso à rede;
PROFIBUS DP - Camada Física
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Topologia básica aplicados à versão PROFIBUS DP
PROFIBUS DP - Camada Física
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PROFIBUS
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Na figura ao lado é mostrada uma rede em que os terminadores utilizados estão nos equipamentos.
Caso algum desses equipamentos seja desligado ou retirado, a rede fica sem terminador.
Solução utilizando o AT303 – Sense
PROFIBUS DP - Camada Física
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Repetidor Siemes
PROFIBUS DP - Camada Física
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PROFIBUS DP - Camada Física
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Derivador de rede Sense
PROFIBUS
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Também é possível utilizar o conceito de fibra óptica para
aumentar a distância da rede. Em algumas aplicações pode
ultrapassar 100km.
PROFIBUS
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PROFIBUS PA
É o perfil menos frequentemente utilizado; Velocidade fixa em 31,25 Kbp/s;
Depende da versão DP para entrar em operação;
Custo mais elevado em relação à DP;
Utilizado para automação de processos analógicos;
Configuração e parametrização integradas no instrumento de campo;
Utiliza padrões de supervisão avançados do mercado: FDT (Field Device Tool) ou DTM (Device Type Manager).
Ambas as tecnologias são conceitos de análise de falhas, diagnósticos, e parâmetros avançados de uma rede de campo para instrumentos
analógicos
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É uma extensão da versão DP. Para realizar a conversão de
DP em PA, há dois equipamentos:
LINK: É um gateways de rede, ou seja, converte a versão DP
em PA. É uma módulo de campo comum para a versão DP e
um mestre para a versão PA
PROFIBUS PA - Camada Física
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É uma extensão da versão DP. Para realizar a conversão de
DP em PA, há dois equipamentos:
COUPLER: Acoplador de meio físico entre as redes DP e PA.
Não influencia o endereçamento da rede
PROFIBUS PA - Camada Física
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A capacidade de endereçamento é significantemente aumentada com a presença dos links, uma vez que são escravos para o DP e mestres do PA.
PROFIBUS PA - Camada Física
Endereçamento com Couplers Endereçamento com Links
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PROFIBUS PA - Estrela
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PROFIBUS PA – Ponto a Ponto
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PROFIBUS PA - Barramento
PROFIBUS - Spurs
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Configuração típica de instalação
PROFIBUS
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Multímetro para análise física da rede PROFIBUS DP: Mostra como está
a parte físcia da rede, ou seja, cabos, terminadores de sinais e endereçamento de algum dispositivo.
Equipamentos para PROFIBUS
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Uma estrutura de rede uniformizada
Continuidade até o chão de fábrica Redução de interfaces
Engenharia em qualquer ponto da planta
Uso das vantagens da TI nas áreas de produção
Acesso Remoto Serviços de Web Updates de Software
Melhorias em relação aos sistemas existentes
Alta performance
Quantidade ilimitadas Operação Simples
Por que usar Ethernet?
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Topologias de automação convencionais:
Protocolos diferentes dificultam transparência de dados
Por que usar Ethernet?
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Um único barramento para todas as tarefas
Por que usar Ethernet?
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Há 3 formas distintas de operação: 2 em real time e uma para
não tempo real
A primeira baseia-se na arquitetura TCP/IP pura:
– Ethernet na camada 1 e 2;
– IP na camada 3;
– TCP e UDP na camada 4;
Chamada de Non-RT (Non-real time);
Tempo de processamento aproxima-se dos 100ms;
Utiliza o PROFINET CBA;
Utilizado na comunicação entre proxys de rede;
PROFINET
PROTOCOLO AS-i
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OBJETIVO: Tornar mais simples e rápidas as comunicações entre sensores e atuadores com os seus respectivos controladores;
HISTÓRICO:
Surgiu em 1990 na Alemanha, desenvolvida por um consórcio de 11 empresas;
1991 foi fundada a AS-International Association (suporte às informações, certificação de produtos, atividades, cursos, feiras e outros eventos)
1999 foi padronizada pela norma EN50295/ IEC 62026-2;
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Actuator Sensor Interface (AS-Interface ou na sua forma abreviada AS-i)
Alimentação e a comunicação são trafegadas no mesmo par de fios;
Permite derivações a qualquer momento inclusive com a rede energizada;
Permite montagem em várias topologias, como estrela, linear ou árvore;
Opera com traxa de transmissão fixa (167,5 kbps);
Possui três versões distintas: Versão 1 (AS-I 2.0 – Descontinuada), Versão 2 (AS-I 2.1) e Versão 3 (AS-I 3.0)
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AS-Interface
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Redes e Protocolos Industriais
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AS-I
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Comprimento máximo de 100 metros, por trecho de rede.
Possibilidade de utilizar casadores de impedância e/ou
repetidores, chegando a no máximo 600 metros.
AS-I
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Controlador de Rede HSE/AS-i (DF81) - SMAR
AS-I
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Módulo I/O Série D1 - Sense
Sensor Fotoelétrico Série EP - Sense
AS-I
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Cabo ASI;
Cabo Redondo - Sense Cabo Flat Amarelo, possui uma forma geométrica padrão desenhada para evitar a inversão de polaridade, quando empregado com conectores do tipo vampiro - Sense
AS-I
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Fonte ASI
–
Deve ser Regulada com valores de tensão entre 26,5
Vdc e 31,6 Vdc
–
Pode ser instalada em qualquer parte da rede;
–
Deve-se utilizar indutores para isolar a fonte do sinal de
comunicação
AS-I
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AS-I
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AS-I
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Fonte ASI;
Alimentação 110/220 Vac Tensão de Saída 30,5 Vdc Capacidade de 4A SENSE DN1031 - IFMAS-I
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Outros itens que podem ser inseridos;
GATEWAY AS-Interface
– Adaptador de protocolos e serve para ligar a rede AS-I a redes de nível mais alto (DeviceNet ou Profibus DP)
AC1376 – IFM
Gateway ASI – Profibus DP
AC1421 – IFM
AS-I
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AS-I
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AS-I
AS-I
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Sistemas Supervisórios
Wonderware Indusoft 8.0
INTRODUÇÃO
Prof. Me. Bruno Medina Pedroso