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Divisão Agronegócio - 01/10/2019

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Criada em 2015, a ASTECH é uma empresa de base tecnológica,

localizada no Distrito de Correas, na Cidade de Petrópolis/RJ,

especializada no desenvolvimento de produtos sustentáveis e

soluções inovadoras.

Desenvolvemos um produto inédito, inovador e exclusivo para a

área de saúde, uma Cápsula Inflável de Proteção, Segurança e

Higiênica, com patente requerida BR PI 10 2017 003786-0. (PI–

PATENTE DE INOVAÇÃO).

Na geração de Ozônio (O3), comercializamos novos equipamentos

com a marca SANITECH (O3) de nossa fabricação, atendendo as

nossas divisões de negócios no ano de 2019.

(3)

ATUALMENTE COMERCIALIZAMOS 08 (OITO)

PRODUTOS A SEGUIR:

1-Equipamento Gerador de Ozônio SANITECH (O3);

2-Cápsula Inflável de Proteção INFLATECH;

3-Barreira Hermética de Proteção para Obras INFLATECH;

4-Cabos Extensores de Bloqueio Manual por torção e pressão hidráulica;

5-Kit Autoadesivo para criação de uma porta dupla de passagem PORTA ZIPER FIX;

6-Cápsula Inflável de Higienização e Desinfecção com Ozônio INFLATECH (O3);

7-Kits Bags para ozonioterapia humana, animal, higienização e desinfecção na

hotelaria comercial e hospitalar com aplicação de Ozônio INFLATECH (O3);

(4)
(5)

Segundo a FAO (2015), 1,3 bilhão de toneladas de alimentos é perdido

ou desperdiçado anualmente em todo o mundo, onde 842 milhões de

pessoas passam fome diariamente;

54% das perdas ocorrem na fase inicial de colheita, manipulação e

armazenagem;

Dos 1,3 bilhão de toneladas de alimentos desperdiçados, 44% é composto

de frutas e vegetais e os produtos que mais vão para o lixo;

O desperdício de alimento no Brasil é estimado em 26,3 milhões de

toneladas/ano;

Uma das grandes redes de Hipermercados no Brasil, perde mais de R$ 8

milhões mensais em produtos por maturação, armazenamento

(6)

Ainda segundo a FAO:

PERDA:

É definida como a redução não intencional de alimentos disponíveis para o

consumo humano, sendo resultante de ineficiências na cadeia produtiva,

tais como infraestrutura e logística deficientes e/ou falta de tecnologias

para a produção.

As perdas ocorrem, principalmente, na produção, pós-colheita e

processamento, quando, por exemplo, o alimento não é colhido ou é

danificado durante o processamento, armazenamento ou transporte.

DESPERDÍCIO:

É o descarte intencional de produtos alimentícios apropriados para o

consumo humano. O desperdício é, portanto, decorrente do próprio

comportamento dos indivíduos.

(7)

CÁPSULA INFLÁVEL INFLATECH (O3) PARA HIGIENIZAÇÃO E

CONSERVAÇÃO PROLONGADA DE PRODUTOS

HORTIFRUTIGRANJEIROS

Módulo de insuflação de ar, filtragem, geração de ozônio (O3) e refrigeração

(8)
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HIGIENIZAÇÃO DE ALIMENTOS COM GÁS DE OZÔNIO (O3), COM A

CÁPSULA INFLÁVEL (O3)

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(13)

1º DIA DE TESTES COMPARATIVOS FLV (FRUTAS, LEGUMES E

VERDURAS)

(14)

6º DIA DE TESTES COMPARATIVOS FLV (FRUTAS, LEGUMES E

VERDURAS)

(15)

8º DIA DE TESTES COMPARATIVOS FLV (FRUTAS, LEGUMES E

VERDURAS)

(16)

BENEFÍCIOS NO ARMAZENAMENTO, HIGIENIZAÇÃO E

TRANSPORTE DA PRODUÇÃO DOS PEQUENOS

PRODUTORES COM A CÁPSULA INFLATECH (O3)

• Higienização nos alimentos após à colheita, eliminando os fungos,

bactérias e agrotóxicos, promovendo a conservação prolongada dos produtos hortifrutigranjeiros colocados em seu interior;

• Melhora as condições de armazenamento, da aparência e valorização

dos produtos hortifrutigranjeiros tratados em seu interior;

• Produto ideal para os micros e pequenos produtores rurais que não

possuam câmara fria ou instalações adequadas para armazenamento;

• Mantém a conservação dos produtos hortifrutigranjeiros para o

transporte aos grandes Centros de Distribuições (CEASAS) e Supermercados;

• Equipamento leve, dobrável e transportável, proporcionando

comodidade e praticidade e pode ser desenvolvida em diversos

(17)

CÁPSULA INFLÁVEL INFLATECH (O3) PARA HIGIENIZAÇÃO E

CONSERVAÇÃO PROLONGADA DE PRODUTOS

HORTIFRUTIGRANJEIROS, NO FORMATO E TAMANHO DE UM

CONTAINER DE 20 PÉS

(18)

Segundo a Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental (v.19, n.4, p.369–375, 2015):

A aprovação para o uso em alimentos nos Estados Unidos pela FDA (Food and Drug Administration) o classificou como um produto GRAS – “Generally Recognized As Safe”. Lista dos produtos geralmente reconhecidos como seguro pela FDA., bem como no Canadá, Japão e Europa (O’Donnell et al., 2012).

No Brasil, através da Resolução n° 25/76 da Comissão de Normas e Padrões para Alimentos, o Ministério da Saúde indica o ozônio (O3) para lavagem de frascos, caixas de água, dutos, máquinas e embalagens.

Igualmente, através da Portaria n°1469 de 29/12/2000, no art. 13°, parágrafo único, o MS admite "...a utilização de outro agente desinfetante..." que não o cloro.

(19)

EFEITO DO OZÔNIO (O3) SOBRE OS PARÂMETROS DE

QUALIDADE SENSORIAL E NUTRICIONAL

(20)

APLICAÇÃO DE GÁZ OZÔNIO (O3) NA SEÇÃO DE PEIXARIA

REDUZINDO O ODOR NO HIPERMERCADO EXTRA ITAIPAVA – RJ.

(21)

APLICAÇÃO DE GÁZ OZÔNIO (O3) NO BAÚ DO CAMINHÃO DE

TRANSPORTE DE FLVs DO GPA (GRUPO PÃO DE AÇUCAR) NO CD DE

SÃO JOÃO DE MERITI – RJ., REDUZINDO O ÍNDICE BACTERIOLÓGICO

(22)

OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO

AGRONEGÓCIO

(23)

OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO

AGRONEGÓCIO INCUBATÓRIO E CRIATÓRIO

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OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO

AGRONEGÓCIO INCUBATÓRIO E CRIATÓRIO

A produção de ovos no Brasil cresceu em 2016 e fechou o ano na marca de 39 bilhões de ovos produzidos, um aumento de 6%. As granjas brasileiras produzem 1240 ovos por segundo.

As exigências quanto a qualidade dos produtos oferecidos ao consumidor é um fator que tem crescido no mercado e gerado impacto nos processos de produção de diferentes segmentos.

No caso da indústria de ovos não é diferente. Cada vez mais os procedimentos usados pelo setor e seus impactos na saúde humana, são analisados e questionados.

O processo de desinfecção de ovos, por exemplo, é importante para diminuir ou eliminar riscos de contaminações por microrganismos, mas em muitos casos é feita com o auxílio de produtos químicos que podem gerar danos para o consumidor.

O uso do formol gera gastos com a compra do produto, funcionários para manuseio, local de armazenamento, EPI`s, além do risco de incêndios e alto consumo de energia com as panelas de queima de formol e custos que podem ser redirecionados a outros investimentos.

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OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO

AGRONEGÓCIO INCUBATÓRIO E CRIATÓRIO

SOLUÇÃO NA DESINFECÇÃO DE OVOS ECOLOGICAMENTE CORRETA

• Através da aplicação do ozônio (O3) na desinfecção de ovos; • Proporciona um ambiente saudável aos pintinhos e às pessoas; • Melhora a eficiência da desinfecção dos ovos;

• Aumenta a eclodibilidade;

• Tem como resíduo o oxigênio (O2);

• Elimina a utilização de produtos químicos, desde a postura até a entrega dos pintinhos;

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OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO

AGRONEGÓCIO INCUBATÓRIO E CRIATÓRIO

SOLUÇÃO E FORMAS COM APLICAÇÃO COM O GÁS DE OZÔNIO (O3)

•O sistema de ozônio para purificar o ar ambiente nas instalações de frango e outras criações de aves;

•A água potável para aves deve ser purificada e com ozônio;

•Após efetuada a desinfecção da água, um resíduo de ozônio muito pequeno na água potável tem efeito de esterilização para os pássaros;

•Alimentação de aves pode ser desinfetada com ozônio;

•No tratamento veterinário combatendo fungos, vírus e doenças infecciosas; •No processo de fumigação do baú do caminhão antes do carregamento o ozônio pode ser empregado para desinfetar o ambiente;

•Nas câmaras frias e no armazenamento a frio, o gás de ozônio pode ser injetado em estocadores frios para manter a sala de armazenamento livre de bactérias e vírus;

•Na sanitização de superfícies e paredes após o enxague com água ozonizada e gás de ozônio;

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OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO

AGRONEGÓCIO INCUBATÓRIO E CRIATÓRIO

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OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO

AGRONEGÓCIO INCUBATÓRIO E CRIATÓRIO

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OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO

AGRONEGÓCIO INCUBATÓRIO E CRIATÓRIO

DESINFECÇÃO DE OVOS E AMBIENTES ECOLOGICAMENTE CORRETA

Inédita no Brasil, a tecnologia do gás de ozônio (O3) revoluciona a forma de tratamento, até então utilizada com reagentes químicos e principalmente nos incubatórios.

O processo de desinfecção é importante para diminuir ou eliminar riscos de contaminações por microrganismos, mas em muitos casos é feita com o auxílio de produtos químicos que podem gerar danos para o consumidor.

Atendendo às normas do Ministério do Trabalho, ao equipamento pode ser instalado em qualquer incubatório, podendo ser utilizado também em outros setores da granja como fumigador, sala de ovos, sala de nascimento, de transferência, laboratório, expedição de pintos e no caminhão de transporte. O produto ainda dispensa o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s).

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OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO

AGRONEGÓCIO INCUBATÓRIO E CRIATÓRIO

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OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO

AGRONEGÓCIO INCUBATÓRIO E CRIATÓRIO

A EFICIÊNCIA DO OZÔNIO (O3):

A utilização do gás de ozônio (O3) na indústria de processamento de alimentos em todos os processos, elimina a contaminação cruzada por bactérias no processamento da carne proporcionando uma melhor eficácia. Recomenda-se também a água ozonizada na limpeza de carcaças e nos equipamentos de corte.

A desinfecção de embalagens e a redução da carga microbiana da água usada para resfriamento de frangos, visa o aumento da vida de prateleira.

A AÇÃO DO OZÔNIO ABRANGE:

Controle de odor;

Prevenção de epidemias;

Manutenção de ambiente higienizado; Obtenção de espécimes saudáveis; Redução de antibióticos.

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OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO

AGRONEGÓCIO INCUBATÓRIO E CRIATÓRIO

A EFICIÊNCIA DO OZÔNIO (O3):

• E-coli (a partir de fezes) ... Destruído em 30 segundos no ar; • E-coli (em água limpa) ... 99,99% destruição em 1,6 minutos; • E-coli (em águas residuais) ... 99,9% destruição em 19 minutos; • Bactérias Pseudomonas ... Muito suscetível;

• Salmonella ... ... Muito suscetível; • Bactérias Virbrio Cólera ... ... Muito suscetível; • Bactérias Clostridium ... Muito suscetível; • Vírus H5N1 (Gripe Aviária) ... Muito suscetível.

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OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO AGRONEGÓCIO

NA ORDENHA, ABATE E NA FABRICAÇÃO DE QUEIJOS

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OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO AGRONEGÓCIO NA

ORDENHA, ABATE E NA FABRICAÇÃO DE QUEIJOS

Do ponto de vista da saúde pública, o leite ocupa lugar de destaque em nutrição humana.

Contudo, ao lado da indiscutível qualidade intrínseca, há o permanente risco do leite servir como veiculador de microrganismos patogênicos ou de ser alvo de fraudes durante o processamento.

Em ambas as circunstâncias, o produto passa a ser prejudicial para a saúde do consumidor.

A produção de leite no Brasil em 2016 fechou o ano na marca de 33 bilhões de litros produzidos.

As exigências quanto a qualidade dos produtos oferecidos ao consumidor é um fator que tem crescido no mercado e gerado impacto nos processos de produção de diferentes segmentos.

Cada vez mais os procedimentos usados pelo setor e seus impactos na saúde humana, são analisados e questionados.

A qualidade do leite cru é influenciada pôr múltiplas condições, entre as quais destacam-se os fatores zootécnicos, associados ao manejo, alimentação, fatores relacionados à obtenção e armazenagem do leite recém-ordenhado.

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OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO AGRONEGÓCIO NA

ORDENHA, ABATE E NA FABRICAÇÃO DE QUEIJOS

O PROBLEMA

A obtenção do leite constitui a etapa de maior vulnerabilidade para a ocorrência de contaminações por sujidades, microrganismos e substâncias químicas, presentes no próprio local de ordenha, e que podem ser imediatamente incorporados ao produto In natura.

A origem da alta contaminação microbiana do leite passa a ser prioritariamente os utensílios e o sistema de ordenha mal higienizados.

Neste sentido, a qualidade da água utilizada para lavagem do gado, utensílios, equipamentos de ordenha e tetos dos animais é fundamental para evitar a contaminação do leite.

Considerando que a superfície dos animais e ambientes representa uma importante fonte de contaminação do leite, conclui-se que a lavagem e desinfecção dos mesmos antes da ordenha contribuem, significativamente, para o controle dos níveis de CGP. Estima-se que mais de 95% das causas são originárias de deficiências na lavagem e sanitização de equipamentos e utensílios de ordenha, ou estão associadas às deficiências de resfriamento do produto recém-ordenhado.

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OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO AGRONEGÓCIO NA

ORDENHA, ABATE E NA FABRICAÇÃO DE QUEIJOS

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OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO AGRONEGÓCIO NA

ORDENHA, ABATE E NA FABRICAÇÃO DE QUEIJOS

O PROBLEMA

O processo de desinfecção da ordenha que começa pela desinfecção dos equipamentos e desinfecção do úbere, é importante para diminuir ou eliminar riscos de contaminações por microrganismos, que em muitos casos é feita com o auxílio de produtos químicos que podem gerar danos para o consumidor.

A adição de água ao leite pode ser intencional ou acidental. Dentre as possibilidades de adição acidental de água, destacam-se os resíduos de água nos latões e drenagem incompleta após a limpeza dos sistemas de ordenha ou tanques de resfriamento.

O uso do cloro gera gastos com a compra do produto, funcionários para manuseio, local de armazenamento, EPI`s, custos que podem ser redirecionados a outros investimentos.

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OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO AGRONEGÓCIO NA

ORDENHA, ABATE E NA FABRICAÇÃO DE QUEIJOS

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OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO AGRONEGÓCIO NA

ORDENHA, ABATE E NA FABRICAÇÃO DE QUEIJOS

ENFERMIDADES

• A ocorrência de mastite afeta, a qualidade microbiológica do leite.

•Os patógenos causadores da mastite bactérias, tais como Staphylococcus aureaus e Escherichiacoli, porém gerar toxinas termoresistentes, o que representa um risco considerável à saúde humana.

• O tratamento das mastites, apresenta sérias implicações em Saúde Pública,

devido, sobretudo, à presença de resíduos de antibióticos no leite.

•Alguns estudos têm demonstrado que a maior fonte destes resíduos é representada, pela freqüente inoculação intra-mamária de antibióticos utilizados no combate à mastite.

• Mastite, pode causar alterações significativas na composição do leite.

• Animais acometidos de mastite clínica, ou mesmo sub-clínica, apresentam

uma diminuição percentuais de gordura e de ESD, visto que há uma redução nos teores de lactose, o valor de acidez levemente aumentado pode ser devido tanto à contaminação bacteriana no leite.

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OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO AGRONEGÓCIO NA

ORDENHA, ABATE E NA FABRICAÇÃO DE QUEIJOS

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OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO AGRONEGÓCIO NA

ORDENHA, ABATE E NA FABRICAÇÃO DE QUEIJOS

OUTRO PROBLEMA É A FABRICAÇÃO DE QUEIJOS

A presença de resíduos antibióticos no leite para a fabricação de queijos, contribuem para um efeito devastador sobre o organismo humano é traduzido em reações alérgicas ou tóxicas as quais, não são associadas imediatamente a ingestão do leite ou produto lácteo, manifestadas pelo surgimento de urticárias, dermatites, problemas respiratórios como rinite e bronquite asmática, potencializadas principalmente pela penicilina.

As reações tóxicas podem ser traduzidas, pela relação de certos agentes

antimicrobianos e efeitos carcinogênicos, assim como alterações

hematológicas em indivíduos sensíveis principalmente ao cloranfenicol.

Outros estudos também apontam a relação da ingestão passiva e a resistência bacteriana aos tratamentos empregados em enfermidades, além de certo impacto sobre a flora digestiva humana ocasionando problemas relacionados ao trato gastrointestinal.

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OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO AGRONEGÓCIO NA

ORDENHA, ABATE E NA FABRICAÇÃO DE QUEIJOS

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OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO AGRONEGÓCIO NA

ORDENHA, ABATE E NA FABRICAÇÃO DE QUEIJOS

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OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO AGRONEGÓCIO NA

ORDENHA, ABATE E NA FABRICAÇÃO DE QUEIJOS

•As salas de amadurecimento de queijo é um ambiente especial que incentiva o crescimento do mofo, contaminando o queijo não embalado e comprometendo o produto final.

•• O sistema de ozônio para purificar o ar ambiente na sala de maturação de queijo em forma de gás para inativar microrganismos contaminantes, melhorando assim a higiene do fabrico de queijos e no armazenamento.

• O ozônio pode ser empregado em forma de gás para desinfetar os caminhões de entrega antes do carregamento.

•Atendendo às normas do Ministério do Trabalho, o equipamento pode ser instalado em qualquer parte do processo, podendo ser utilizado na água em várias etapas da fabricação de queijo, melhorado a qualidade microbiológica dos produtos acabados e aumentando assim a sua vida útil.

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OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO AGRONEGÓCIO NA

ORDENHA, ABATE E NA FABRICAÇÃO DE QUEIJOS

SOLUÇÃO E FORMAS COM APLICAÇÃO COM O GÁS DE OZÔNIO (O3)

•O sistema de ozônio para purificar o ar ambiente nas instalações de ordenha e outros;

•A água potável no banho para os animais deve ser ozonizada com ozônio; •Após efetuada a desinfecção da água, um resíduo de ozônio muito pequeno na água potável tem efeito de esterilização para os animais;

•A ração dos animais pode ser mantida e desinfetada com ozônio;

•No tratamento veterinário combatendo fungos, vírus e doenças infecciosas, obtendo ótimo resultado no trato da mastite minite;

•No processo de fumigação do baú do caminhão antes do carregamento o ozônio pode ser empregado para desinfetar o ambiente;

•Nas câmaras frias e no armazenamento a frio, o gás de ozônio pode ser injetado evitando a contaminação cruzada por bactérias e vírus;

•Na sanitização de superfícies e paredes após o enxague com água ozonizada e gás de ozônio;

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OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO AGRONEGÓCIO NA

ORDENHA, ABATE E NA FABRICAÇÃO DE QUEIJOS

A SOLUÇÃO DO GÁS DE OZÔNIO NO TRATO VETERINÁRIO

A solução proporciona o resultado por meio da aplicação de ozônio. Inédita no Brasil, a tecnologia revoluciona a forma de tratamento, até então utilizada com uso de antibióticos.

A Universidade Federal de Uberlândia possui grande

destaque desenvolvimento da ozonioterapia veterinária, publicando trabalhos que mostram o sucesso desta terapia nas mais diversas enfermidades que acometem os animais.

A aplicação intramamária da mistura gasosa Oxigênio/Ozônio no tratamento de mastites subclínicas não altera a composição do leite, mantem a quantidade de células somáticas, reduzindo parcialmente a contagem bacteriana total, com a redução microbiológica de Corynobacterium bovis. É uma técnica promissora por não deixar resíduos no leite e ser de baixo custo.

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OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO

AGRONEGÓCIO NO TRATAMENTO DOS EFLUENTES

O PROBLEMA NOS EFLUENTES ATUALMENTE

Nos locais onde o serviço de coleta de esgoto é inexistente, os dejetos são lançados diretamente em córregos, rios e mar ou acumulados em fossas e lagoas, tendo o seu destino poluidor e disseminador de doenças.

A pesquisa da FGV mostra que cada R$ 1,00 investido em saneamento representaria uma economia de R$ 4,00 em gastos com saúde.

Esse dado se explica porque o esgoto provoca contaminação da água e causa doenças – principalmente a diarréia, que, de acordo com dados da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), levam à morte sete crianças por dia no País, além de provocar 700 mil internações hospitalares por ano.

Outra pesquisa da FGV, intitulada Saneamento, Educação, Trabalho e Turismo, revelou que o aproveitamento escolar de crianças que não têm acesso a saneamento básico é 18% menor se comparado ao dos demais alunos.

A pesquisa indicou, também, que os trabalhadores sem acesso a saneamento apresentam um índice de faltas ao trabalho 11% maior.

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OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO

AGRONEGÓCIO NO TRATAMENTO DOS EFLUENTES

NO TRATAMENTO DE EFLUENTES NO MEIO RURAL

Desinfecção da água no meio rural após remoção de materiais sólidos é necessária para eliminação de bactérias indicadoras de contaminação fecal, de modo que atenda aos parâmetros de potabilidade de água prescritos na Portaria 518/2004 (Ministério da Saúde, 2004).

No mercado há diversos desinfetantes utilizados para desinfecção da água, mas, historicamente, o cloro tem sido o desinfetante mais utilizado.

Pesquisas recentes mostram que alguns vírus e protozoários como a Giardia sp e o Cryptosporidium sp, que sobrevivem mesmo após o tratamento da água com elevadas doses de cloro, causando preocupações aos serviços de tratamento de água e de saúde pública.

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OUTRAS UTILIZAÇÕES DO GÁS DE OZÔNIO (O3) NO

AGRONEGÓCIO NO TRATAMENTO DOS EFLUENTES

NO TRATAMENTO DE EFLUENTES COM O GÁS DE OZÔNIO (O3)

Utilizando apenas o Ozônio (O3) como matéria-prima, máquinas especiais com bombas de pressão injetam o gás natural na água, permitindo a oxidação das cargas orgânicas e químicas nela presentes.

O Ozônio é um composto molecular extremamente forte e seu poder de purificação é 100 vezes mais forte ao do cloro e age 3.000 vezes mais rápido. A infusão por meio de equipamentos de alta pressão provoca movimentos que geram micro e nano bolhas que purificam a água.

O processo não deixa resíduos e não libera odores resultantes da oxidação dos materiais químicos ou orgânicos.

Dentre os vários benefícios que a nova tecnologia traz está a eliminação completa de lodo e elementos químicos como fósforo, potássio e nitrogênio amoniacal.

É um projeto que proporciona estabilidade ao processo de limpeza da água e permite até o reuso.

Outro aspecto é a redução drástica nos gastos com energia, já que os modelos convencionais de tratamento consomem muita energia.

(50)

Portanto, não há empecilho legal para o uso do ozônio. A Portaria

n°1469 de 29/12/2000, no art. 13°, parágrafo único, o MS admite "... a

utilização de outro agente desinfetante..." que não o cloro;

No Brasil, através da Resolução n° 25/76 da Comissão de Normas e

Padrões para Alimentos, o Ministério da Saúde indica o ozônio (O3)

para lavagem de frascos, caixas de água, dutos, máquinas e

embalagens;

O Ministério do Trabalho, através da Norma Regulamentadora (NR

15), indica, no Anexo 11, exposição máxima de 0,08 ppm (partes por

milhão) para jornadas de trabalho de até 48 horas por semana e ainda

classifica o ozônio com grau de insalubridade máximo no caso de sua

caracterização.

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a) Ministério do Trabalho do Brasil – Menos que 0,08 ppm com

exposição máxima de 48 horas por semana;

b) FDA (Food and Drug Adminstration) – Menos que 0,05 ppm e o

classificou como um produto GRAS – “Generally Recognized As Safe”.

Lista dos produtos geralmente reconhecidos como seguro pela FDA.,

bem como no Canadá, Japão e Europa (O’Donnell et al., 2012);

c) OSHA (Occupation Safety and Health Administration) - Menos que

0,1ppm com exposição máxima de 8 horas;

d) NIOSH (National Institute of Occupational Safety and Health) - Menos

que 0,1 ppm;

e) EPA (Environmental Protect Agency) - Menos que 0,05 ppm com

exposição máxima de 8 horas;

NÍVEIS MÁXIMOS E EXPOSIÇÃO DURANTE A

APLICAÇÃO DE OZÔNIO (O3)

(52)

O Ministério da Saúde classifica os equipamentos geradores de ozônio

(O3), como aparelho Purificador de Ar;

A Portaria do INMETRO 344/2014 diz que os equipamentos

purificadores de ar e ozonizadores de água tipo UV (ultra violeta), não

precisam ser certificados;

Os equipamentos geradores de ozônio da ASTECH para ambientes, são

programados por níveis de geração de ozônio (O3), conforme cubagem

do ambiente por m³ (metro cúbico), condicionando maior segurança

para as pessoas que circulam e garantindo qualidade para o ambiente;

As manutenções dos equipamentos, deverão ser quinzenais ou

mensais, com a troca dos filtros e averiguação da quantidade de ozônio

(O3) gerada no ambiente, através de equipamento de medição da

ASTECH.

(53)
(54)
(55)

CONTATO:

Guilherme Monteiro

Sócio - Inteligência de Mercado

[email protected]

+55 (21) 99465-9228

Referências

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