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MINICURSO DE SIMULADOR EMSO

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Academic year: 2021

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

MINICURSO DE SIMULADOR EMSO

Dia 1: Modelagem e Simulac¸ ˜ao de Processos

Rodolfo Rodrigues, Eng MSc Doutorando em Engenharia Qu´ımica

PPGEQ/UFRGS [email protected]

XVI COREEQ Curitiba, Paran ´a 17–18 de julho de 2011

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Simulador EMSO

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Simulador EMSO

EMSO ´e a sigla para Environment for Modeling, Simulation

andOptimization.

Desenvolvimento iniciado em 2001, escrito em C++. Multiplataforma: dispon´ıvel para Windows e Linux (32 bits).

Modelos s ˜ao escritos em uma linguagem de modelagem. Sistema baseado em equac¸ ˜oes.

Computacionalmente eficiente para simulac¸ ˜oes estacion ´arias e din ˆamicas.

Para aprimoramento do sistema, em 2005, iniciou-se o

Projeto ALSOC. www.enq.ufrgs.br/alsoc

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Simulador EMSO

EMSO ´e a sigla para Environment for Modeling, Simulation

andOptimization.

Desenvolvimento iniciado em 2001, escrito em C++.

Multiplataforma: dispon´ıvel para Windows e Linux (32 bits).

Modelos s ˜ao escritos em uma linguagem de modelagem. Sistema baseado em equac¸ ˜oes.

Computacionalmente eficiente para simulac¸ ˜oes estacion ´arias e din ˆamicas.

Para aprimoramento do sistema, em 2005, iniciou-se o

Projeto ALSOC. www.enq.ufrgs.br/alsoc

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Simulador EMSO

EMSO ´e a sigla para Environment for Modeling, Simulation

andOptimization.

Desenvolvimento iniciado em 2001, escrito em C++. Multiplataforma: dispon´ıvel para Windows e Linux (32 bits).

Modelos s ˜ao escritos em uma linguagem de modelagem. Sistema baseado em equac¸ ˜oes.

Computacionalmente eficiente para simulac¸ ˜oes estacion ´arias e din ˆamicas.

Para aprimoramento do sistema, em 2005, iniciou-se o

Projeto ALSOC. www.enq.ufrgs.br/alsoc

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Simulador EMSO

EMSO ´e a sigla para Environment for Modeling, Simulation

andOptimization.

Desenvolvimento iniciado em 2001, escrito em C++. Multiplataforma: dispon´ıvel para Windows e Linux (32 bits).

Modelos s ˜ao escritos em uma linguagem de modelagem.

Sistema baseado em equac¸ ˜oes.

Computacionalmente eficiente para simulac¸ ˜oes estacion ´arias e din ˆamicas.

Para aprimoramento do sistema, em 2005, iniciou-se o

Projeto ALSOC. www.enq.ufrgs.br/alsoc

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Simulador EMSO

EMSO ´e a sigla para Environment for Modeling, Simulation

andOptimization.

Desenvolvimento iniciado em 2001, escrito em C++. Multiplataforma: dispon´ıvel para Windows e Linux (32 bits).

Modelos s ˜ao escritos em uma linguagem de modelagem. Sistema baseado em equac¸ ˜oes.

Computacionalmente eficiente para simulac¸ ˜oes estacion ´arias e din ˆamicas.

Para aprimoramento do sistema, em 2005, iniciou-se o

Projeto ALSOC. www.enq.ufrgs.br/alsoc

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Simulador EMSO

EMSO ´e a sigla para Environment for Modeling, Simulation

andOptimization.

Desenvolvimento iniciado em 2001, escrito em C++. Multiplataforma: dispon´ıvel para Windows e Linux (32 bits).

Modelos s ˜ao escritos em uma linguagem de modelagem. Sistema baseado em equac¸ ˜oes.

Computacionalmente eficiente para simulac¸ ˜oes estacion ´arias e din ˆamicas.

Para aprimoramento do sistema, em 2005, iniciou-se o

Projeto ALSOC. www.enq.ufrgs.br/alsoc

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Simulador EMSO

EMSO ´e a sigla para Environment for Modeling, Simulation

andOptimization.

Desenvolvimento iniciado em 2001, escrito em C++. Multiplataforma: dispon´ıvel para Windows e Linux (32 bits).

Modelos s ˜ao escritos em uma linguagem de modelagem. Sistema baseado em equac¸ ˜oes.

Computacionalmente eficiente para simulac¸ ˜oes estacion ´arias e din ˆamicas.

Para aprimoramento do sistema, em 2005, iniciou-se o

Projeto ALSOC. www.enq.ufrgs.br/alsoc

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Aplicac¸ ˜oes Industriais Realizadas

Modelagem e simulac¸ ˜ao dos seguintes sistemas:

Coluna deisobutanizadora - UGAV/RPBC, Cubat ˜ao-SP. Coluna separadora tolueno, etil-benzeno e estireno, Innova-RS.

Coluna depropenizadora, Braskem UNIB-RS.

Reator de polimerizac¸ ˜ao de alta press ˜ao discretizado no espac¸o da Braskem PE-4, Triunfo-RS.

Coluna depropenizadora REFAP com comunicac¸ ˜ao com SDCD via OPC, Canoas-RS.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Aplicac¸ ˜oes Industriais Realizadas

Modelagem e simulac¸ ˜ao dos seguintes sistemas: Tratamento biol ´ogico de efluentes da REFAP com estimac¸ ˜ao de par ˆametros, Canoas-RS.

Reator de polimerizac¸ ˜ao Innova-RS.

Coluna de recuperac¸ ˜ao de n-hexano do processo de polimerizac¸ ˜ao, Braskem, Camac¸ari-BA.

Coluna de destilac¸ ˜ao da unidade de g ´as natural, Petrobras, Catu-BA.

Infer ˆencia din ˆamica em colunas de destilac¸ ˜ao para uma unidade de processamento de g ´as natural com modelo fenomenol ´ogico.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Hist ´orico

2000 In´ıcio do desenvolvimento do EMSO: trabalho de mestrado

de Rafael de Pelegrini Soares sob orientac¸ ˜ao do Prof. Argimiro Resende Secchi.

2001 Primeiras vers ˜oes operacionais do simulador EMSO. 2003 Proposta de formac¸ ˜ao de cons ´orcio de Empresas e

Universidades.

2004 Proposta ao CT-PETRO / FINEP.

2005 In´ıcio do Projeto ALSOC 1, recursos de R$ 700 mil (45% FINEP e 55% Empresas).

2007 In´ıcio do Projeto ALSOC 2, recursos de R$ 1,2 milh ˜oes (65% FINEP e 35% Empresas).

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Hist ´orico

2000 In´ıcio do desenvolvimento do EMSO: trabalho de mestrado

de Rafael de Pelegrini Soares sob orientac¸ ˜ao do Prof. Argimiro Resende Secchi.

2001 Primeiras vers ˜oes operacionais do simulador EMSO.

2003 Proposta de formac¸ ˜ao de cons ´orcio de Empresas e Universidades.

2004 Proposta ao CT-PETRO / FINEP.

2005 In´ıcio do Projeto ALSOC 1, recursos de R$ 700 mil (45% FINEP e 55% Empresas).

2007 In´ıcio do Projeto ALSOC 2, recursos de R$ 1,2 milh ˜oes (65% FINEP e 35% Empresas).

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Hist ´orico

2000 In´ıcio do desenvolvimento do EMSO: trabalho de mestrado

de Rafael de Pelegrini Soares sob orientac¸ ˜ao do Prof. Argimiro Resende Secchi.

2001 Primeiras vers ˜oes operacionais do simulador EMSO.

2003 Proposta de formac¸ ˜ao de cons ´orcio de Empresas e

Universidades.

2004 Proposta ao CT-PETRO / FINEP.

2005 In´ıcio do Projeto ALSOC 1, recursos de R$ 700 mil (45% FINEP e 55% Empresas).

2007 In´ıcio do Projeto ALSOC 2, recursos de R$ 1,2 milh ˜oes (65% FINEP e 35% Empresas).

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Hist ´orico

2000 In´ıcio do desenvolvimento do EMSO: trabalho de mestrado

de Rafael de Pelegrini Soares sob orientac¸ ˜ao do Prof. Argimiro Resende Secchi.

2001 Primeiras vers ˜oes operacionais do simulador EMSO.

2003 Proposta de formac¸ ˜ao de cons ´orcio de Empresas e

Universidades.

2004 Proposta ao CT-PETRO / FINEP.

2005 In´ıcio do Projeto ALSOC 1, recursos de R$ 700 mil (45% FINEP e 55% Empresas).

2007 In´ıcio do Projeto ALSOC 2, recursos de R$ 1,2 milh ˜oes (65% FINEP e 35% Empresas).

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Hist ´orico

2000 In´ıcio do desenvolvimento do EMSO: trabalho de mestrado

de Rafael de Pelegrini Soares sob orientac¸ ˜ao do Prof. Argimiro Resende Secchi.

2001 Primeiras vers ˜oes operacionais do simulador EMSO.

2003 Proposta de formac¸ ˜ao de cons ´orcio de Empresas e

Universidades.

2004 Proposta ao CT-PETRO / FINEP.

2005 In´ıcio do Projeto ALSOC 1, recursos de R$ 700 mil (45%

FINEP e 55% Empresas).

2007 In´ıcio do Projeto ALSOC 2, recursos de R$ 1,2 milh ˜oes (65% FINEP e 35% Empresas).

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Hist ´orico

2000 In´ıcio do desenvolvimento do EMSO: trabalho de mestrado

de Rafael de Pelegrini Soares sob orientac¸ ˜ao do Prof. Argimiro Resende Secchi.

2001 Primeiras vers ˜oes operacionais do simulador EMSO.

2003 Proposta de formac¸ ˜ao de cons ´orcio de Empresas e

Universidades.

2004 Proposta ao CT-PETRO / FINEP.

2005 In´ıcio do Projeto ALSOC 1, recursos de R$ 700 mil (45%

FINEP e 55% Empresas).

2007 In´ıcio do Projeto ALSOC 2, recursos de R$ 1,2 milh ˜oes

(65% FINEP e 35% Empresas).

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Projeto ALSOC

PROJE

T

O

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Motivac¸ ˜ao

Os trabalhos acad ˆemicos na ´area de modelagem, simulac¸ ˜ao, controle e otimizac¸ ˜ao de processos possuem

grande impacto econ ˆomico e tecnol ´ogico.

Tais trabalhos carecem de umambiente comum para sua

execuc¸ ˜ao, sendo muito comum que cada grupo de

pesquisa utilize suas pr ´oprias ferramentas computacionais para desenvolver seus trabalhos.

Muitos trabalhos acabam sendorestritos e espec´ıficos

sendo dif´ıcil sua extens ˜ao para outros processos e a reutilizac¸ ˜ao dos modelos e rotinas desenvolvidas.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Motivac¸ ˜ao

Os trabalhos acad ˆemicos na ´area de modelagem, simulac¸ ˜ao, controle e otimizac¸ ˜ao de processos possuem

grande impacto econ ˆomico e tecnol ´ogico.

Tais trabalhos carecem de umambiente comum para sua

execuc¸ ˜ao, sendo muito comum que cada grupo de

pesquisa utilize suas pr ´oprias ferramentas computacionais para desenvolver seus trabalhos.

Muitos trabalhos acabam sendorestritos e espec´ıficos

sendo dif´ıcil sua extens ˜ao para outros processos e a reutilizac¸ ˜ao dos modelos e rotinas desenvolvidas.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Motivac¸ ˜ao

Os trabalhos acad ˆemicos na ´area de modelagem, simulac¸ ˜ao, controle e otimizac¸ ˜ao de processos possuem

grande impacto econ ˆomico e tecnol ´ogico.

Tais trabalhos carecem de umambiente comum para sua

execuc¸ ˜ao, sendo muito comum que cada grupo de

pesquisa utilize suas pr ´oprias ferramentas computacionais para desenvolver seus trabalhos.

Muitos trabalhos acabam sendorestritos e espec´ıficos

sendo dif´ıcil sua extens ˜ao para outros processos e a reutilizac¸ ˜ao dos modelos e rotinas desenvolvidas.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Objetivos

Desenvolvimento de um ambiente integrado de s´ıntese, modelagem, simulac¸ ˜ao, controle e otimizac¸ ˜ao de

processos, com caracter´ısticas demodularidade,

reutilizac¸ ˜ao e interfaceamento padr ˜ao.

Propiciar uma interac¸ ˜ao mais efetiva entreuniversidades

eempresas pelo uso de uma ferramenta comum,

facilitando a transfer ˆencia de tecnologias.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Objetivos

Desenvolvimento de um ambiente integrado de s´ıntese, modelagem, simulac¸ ˜ao, controle e otimizac¸ ˜ao de

processos, com caracter´ısticas demodularidade,

reutilizac¸ ˜ao e interfaceamento padr ˜ao.

Propiciar uma interac¸ ˜ao mais efetiva entreuniversidades

eempresas pelo uso de uma ferramenta comum,

facilitando a transfer ˆencia de tecnologias.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Metas

Desenvolvimento de um simulador e otimizador

estacion ´ario e din ˆamico de processos de uso industrial e acad ˆemico (oSimulador).

Aperfeic¸oamento das especificac¸ ˜oes de uma linguagem de modelagem de processos (aLinguagem).

Desenvolvimento e distribuic¸ ˜ao de uma biblioteca p ´ublica de modelos (aBiblioteca).

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Metas

Desenvolvimento de um simulador e otimizador

estacion ´ario e din ˆamico de processos de uso industrial e

acad ˆemico (oSimulador).

Aperfeic¸oamento das especificac¸ ˜oes de uma linguagem de modelagem de processos (aLinguagem).

Desenvolvimento e distribuic¸ ˜ao de uma biblioteca p ´ublica de modelos (aBiblioteca).

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Metas

Desenvolvimento de um simulador e otimizador

estacion ´ario e din ˆamico de processos de uso industrial e

acad ˆemico (oSimulador).

Aperfeic¸oamento das especificac¸ ˜oes de uma linguagem

de modelagem de processos (aLinguagem).

Desenvolvimento e distribuic¸ ˜ao de uma biblioteca p ´ublica de modelos (aBiblioteca).

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Metas

Desenvolvimento de um simulador e otimizador

estacion ´ario e din ˆamico de processos de uso industrial e

acad ˆemico (oSimulador).

Aperfeic¸oamento das especificac¸ ˜oes de uma linguagem

de modelagem de processos (aLinguagem).

Desenvolvimento e distribuic¸ ˜ao de uma biblioteca p ´ublica

de modelos (aBiblioteca).

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Alguns N ´umeros

Participantes: Aproximadamente 50 (participantes de Universidades e Ind ´ustrias).

Publicac¸ ˜oes: Aproximadamente 80 (e aumentando). Orc¸amento: Aproximadamente R$ 2 milh ˜oes.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio Entidades Participantes Universidades Empresas UFRGS Petrobras COPPE/UFRJ Braskem USP Innova Mackenzie REFAP UFBA

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Simulador EMSO Funcionamento

Retorno/Exportação dos Resultados

Comunicação com solvers ou aplicativos externos

Montagem de Sistemas de Equações

Interpretação de Modelos

O simulador EMSO pode ser pensado como um servidor de modelos matem ´aticos, disponibilizando-os para rotinas de c ´alculo externas atuarem sob os mesmos. Alguns c ´alculos s ˜ao integralmente realizados pelo simulador.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Algumas funcionalidades

Linguagem de descric¸ ˜ao de modelos voltadas `a objetos.

Interpretador de linguagem.

Sistemas de plug-in’s e solvers externos.

Avaliac¸ ˜ao da consist ˆencia de unidades dimensionais. Avaliac¸ ˜ao dos graus de liberdade do sistema de equac¸ ˜oes. Inicializac¸ ˜ao de DAE.

Resoluc¸ ˜ao de problema de ´ındice diferencial. Detecc¸ ˜ao de eventos.

Linearizac¸ ˜ao de modelos em espac¸o de estado. Vasta biblioteca de modelos, aberta e personaliz ´avel.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Algumas funcionalidades

Linguagem de descric¸ ˜ao de modelos voltadas `a objetos. Interpretador de linguagem.

Sistemas de plug-in’s e solvers externos.

Avaliac¸ ˜ao da consist ˆencia de unidades dimensionais. Avaliac¸ ˜ao dos graus de liberdade do sistema de equac¸ ˜oes. Inicializac¸ ˜ao de DAE.

Resoluc¸ ˜ao de problema de ´ındice diferencial. Detecc¸ ˜ao de eventos.

Linearizac¸ ˜ao de modelos em espac¸o de estado. Vasta biblioteca de modelos, aberta e personaliz ´avel.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Algumas funcionalidades

Linguagem de descric¸ ˜ao de modelos voltadas `a objetos. Interpretador de linguagem.

Sistemas de plug-in’s e solvers externos.

Avaliac¸ ˜ao da consist ˆencia de unidades dimensionais. Avaliac¸ ˜ao dos graus de liberdade do sistema de equac¸ ˜oes. Inicializac¸ ˜ao de DAE.

Resoluc¸ ˜ao de problema de ´ındice diferencial. Detecc¸ ˜ao de eventos.

Linearizac¸ ˜ao de modelos em espac¸o de estado. Vasta biblioteca de modelos, aberta e personaliz ´avel.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Algumas funcionalidades

Linguagem de descric¸ ˜ao de modelos voltadas `a objetos. Interpretador de linguagem.

Sistemas de plug-in’s e solvers externos.

Avaliac¸ ˜ao da consist ˆencia de unidades dimensionais.

Avaliac¸ ˜ao dos graus de liberdade do sistema de equac¸ ˜oes. Inicializac¸ ˜ao de DAE.

Resoluc¸ ˜ao de problema de ´ındice diferencial. Detecc¸ ˜ao de eventos.

Linearizac¸ ˜ao de modelos em espac¸o de estado. Vasta biblioteca de modelos, aberta e personaliz ´avel.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Algumas funcionalidades

Linguagem de descric¸ ˜ao de modelos voltadas `a objetos. Interpretador de linguagem.

Sistemas de plug-in’s e solvers externos.

Avaliac¸ ˜ao da consist ˆencia de unidades dimensionais. Avaliac¸ ˜ao dos graus de liberdade do sistema de equac¸ ˜oes.

Inicializac¸ ˜ao de DAE.

Resoluc¸ ˜ao de problema de ´ındice diferencial. Detecc¸ ˜ao de eventos.

Linearizac¸ ˜ao de modelos em espac¸o de estado. Vasta biblioteca de modelos, aberta e personaliz ´avel.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Algumas funcionalidades

Linguagem de descric¸ ˜ao de modelos voltadas `a objetos. Interpretador de linguagem.

Sistemas de plug-in’s e solvers externos.

Avaliac¸ ˜ao da consist ˆencia de unidades dimensionais. Avaliac¸ ˜ao dos graus de liberdade do sistema de equac¸ ˜oes. Inicializac¸ ˜ao de DAE.

Resoluc¸ ˜ao de problema de ´ındice diferencial. Detecc¸ ˜ao de eventos.

Linearizac¸ ˜ao de modelos em espac¸o de estado. Vasta biblioteca de modelos, aberta e personaliz ´avel.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Algumas funcionalidades

Linguagem de descric¸ ˜ao de modelos voltadas `a objetos. Interpretador de linguagem.

Sistemas de plug-in’s e solvers externos.

Avaliac¸ ˜ao da consist ˆencia de unidades dimensionais. Avaliac¸ ˜ao dos graus de liberdade do sistema de equac¸ ˜oes. Inicializac¸ ˜ao de DAE.

Resoluc¸ ˜ao de problema de ´ındice diferencial.

Detecc¸ ˜ao de eventos.

Linearizac¸ ˜ao de modelos em espac¸o de estado. Vasta biblioteca de modelos, aberta e personaliz ´avel.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Algumas funcionalidades

Linguagem de descric¸ ˜ao de modelos voltadas `a objetos. Interpretador de linguagem.

Sistemas de plug-in’s e solvers externos.

Avaliac¸ ˜ao da consist ˆencia de unidades dimensionais. Avaliac¸ ˜ao dos graus de liberdade do sistema de equac¸ ˜oes. Inicializac¸ ˜ao de DAE.

Resoluc¸ ˜ao de problema de ´ındice diferencial. Detecc¸ ˜ao de eventos.

Linearizac¸ ˜ao de modelos em espac¸o de estado. Vasta biblioteca de modelos, aberta e personaliz ´avel.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Algumas funcionalidades

Linguagem de descric¸ ˜ao de modelos voltadas `a objetos. Interpretador de linguagem.

Sistemas de plug-in’s e solvers externos.

Avaliac¸ ˜ao da consist ˆencia de unidades dimensionais. Avaliac¸ ˜ao dos graus de liberdade do sistema de equac¸ ˜oes. Inicializac¸ ˜ao de DAE.

Resoluc¸ ˜ao de problema de ´ındice diferencial. Detecc¸ ˜ao de eventos.

Linearizac¸ ˜ao de modelos em espac¸o de estado.

Vasta biblioteca de modelos, aberta e personaliz ´avel.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Algumas funcionalidades

Linguagem de descric¸ ˜ao de modelos voltadas `a objetos. Interpretador de linguagem.

Sistemas de plug-in’s e solvers externos.

Avaliac¸ ˜ao da consist ˆencia de unidades dimensionais. Avaliac¸ ˜ao dos graus de liberdade do sistema de equac¸ ˜oes. Inicializac¸ ˜ao de DAE.

Resoluc¸ ˜ao de problema de ´ındice diferencial. Detecc¸ ˜ao de eventos.

Linearizac¸ ˜ao de modelos em espac¸o de estado. Vasta biblioteca de modelos, aberta e personaliz ´avel.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Algumas funcionalidades

Motor de c ´alculo com suporte `a ´algebra esparsa e diferenciac¸ ˜ao autom ´atica.

Modelagem tamb ´em pode ser realizada por diagrama de blocos.

Exportac¸ ˜ao de resultados para MS Excel 2003, OpenOffice/LibreOffice Calc, Matlab e Scilab. Sistema de documentac¸ ˜ao autom ´atica dos modelos. Pacote termodin ˆamico.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Algumas funcionalidades

Motor de c ´alculo com suporte `a ´algebra esparsa e diferenciac¸ ˜ao autom ´atica.

Modelagem tamb ´em pode ser realizada por diagrama de blocos.

Exportac¸ ˜ao de resultados para MS Excel 2003, OpenOffice/LibreOffice Calc, Matlab e Scilab. Sistema de documentac¸ ˜ao autom ´atica dos modelos. Pacote termodin ˆamico.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Algumas funcionalidades

Motor de c ´alculo com suporte `a ´algebra esparsa e diferenciac¸ ˜ao autom ´atica.

Modelagem tamb ´em pode ser realizada por diagrama de blocos.

Exportac¸ ˜ao de resultados para MS Excel 2003, OpenOffice/LibreOffice Calc, Matlab e Scilab.

Sistema de documentac¸ ˜ao autom ´atica dos modelos. Pacote termodin ˆamico.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Algumas funcionalidades

Motor de c ´alculo com suporte `a ´algebra esparsa e diferenciac¸ ˜ao autom ´atica.

Modelagem tamb ´em pode ser realizada por diagrama de blocos.

Exportac¸ ˜ao de resultados para MS Excel 2003, OpenOffice/LibreOffice Calc, Matlab e Scilab. Sistema de documentac¸ ˜ao autom ´atica dos modelos.

Pacote termodin ˆamico.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Algumas funcionalidades

Motor de c ´alculo com suporte `a ´algebra esparsa e diferenciac¸ ˜ao autom ´atica.

Modelagem tamb ´em pode ser realizada por diagrama de blocos.

Exportac¸ ˜ao de resultados para MS Excel 2003, OpenOffice/LibreOffice Calc, Matlab e Scilab. Sistema de documentac¸ ˜ao autom ´atica dos modelos. Pacote termodin ˆamico.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

M ´odulos

Simulac¸ ˜ao estacion ´aria e din ˆamica.

Otimizac¸ ˜ao NLP e MINLP.

Estimac¸ ˜ao de par ˆametros est ´atica e din ˆamica. Reconciliac¸ ˜ao de dados.

Estudo de caso e an ´alise de sensibilidade. Integrac¸ ˜ao com Matlab/Simulink e Scilab/Scicos. M ´odulo de comunicac¸ ˜ao OPC.

Interface de comunicac¸ ˜ao CAPE-OPEN.

Exportac¸ ˜ao de modelos para NMPC formato BRPerfex. Equac¸ ˜oes diferenciais parciais.

Reconciliac¸ ˜ao de dados com metodologia Teclim-UFBA.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

M ´odulos

Simulac¸ ˜ao estacion ´aria e din ˆamica. Otimizac¸ ˜ao NLP e MINLP.

Estimac¸ ˜ao de par ˆametros est ´atica e din ˆamica. Reconciliac¸ ˜ao de dados.

Estudo de caso e an ´alise de sensibilidade. Integrac¸ ˜ao com Matlab/Simulink e Scilab/Scicos. M ´odulo de comunicac¸ ˜ao OPC.

Interface de comunicac¸ ˜ao CAPE-OPEN.

Exportac¸ ˜ao de modelos para NMPC formato BRPerfex. Equac¸ ˜oes diferenciais parciais.

Reconciliac¸ ˜ao de dados com metodologia Teclim-UFBA.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

M ´odulos

Simulac¸ ˜ao estacion ´aria e din ˆamica. Otimizac¸ ˜ao NLP e MINLP.

Estimac¸ ˜ao de par ˆametros est ´atica e din ˆamica.

Reconciliac¸ ˜ao de dados.

Estudo de caso e an ´alise de sensibilidade. Integrac¸ ˜ao com Matlab/Simulink e Scilab/Scicos. M ´odulo de comunicac¸ ˜ao OPC.

Interface de comunicac¸ ˜ao CAPE-OPEN.

Exportac¸ ˜ao de modelos para NMPC formato BRPerfex. Equac¸ ˜oes diferenciais parciais.

Reconciliac¸ ˜ao de dados com metodologia Teclim-UFBA.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

M ´odulos

Simulac¸ ˜ao estacion ´aria e din ˆamica. Otimizac¸ ˜ao NLP e MINLP.

Estimac¸ ˜ao de par ˆametros est ´atica e din ˆamica. Reconciliac¸ ˜ao de dados.

Estudo de caso e an ´alise de sensibilidade. Integrac¸ ˜ao com Matlab/Simulink e Scilab/Scicos. M ´odulo de comunicac¸ ˜ao OPC.

Interface de comunicac¸ ˜ao CAPE-OPEN.

Exportac¸ ˜ao de modelos para NMPC formato BRPerfex. Equac¸ ˜oes diferenciais parciais.

Reconciliac¸ ˜ao de dados com metodologia Teclim-UFBA.

(50)

Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

M ´odulos

Simulac¸ ˜ao estacion ´aria e din ˆamica. Otimizac¸ ˜ao NLP e MINLP.

Estimac¸ ˜ao de par ˆametros est ´atica e din ˆamica. Reconciliac¸ ˜ao de dados.

Estudo de caso e an ´alise de sensibilidade.

Integrac¸ ˜ao com Matlab/Simulink e Scilab/Scicos. M ´odulo de comunicac¸ ˜ao OPC.

Interface de comunicac¸ ˜ao CAPE-OPEN.

Exportac¸ ˜ao de modelos para NMPC formato BRPerfex. Equac¸ ˜oes diferenciais parciais.

Reconciliac¸ ˜ao de dados com metodologia Teclim-UFBA.

(51)

Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

M ´odulos

Simulac¸ ˜ao estacion ´aria e din ˆamica. Otimizac¸ ˜ao NLP e MINLP.

Estimac¸ ˜ao de par ˆametros est ´atica e din ˆamica. Reconciliac¸ ˜ao de dados.

Estudo de caso e an ´alise de sensibilidade. Integrac¸ ˜ao com Matlab/Simulink e Scilab/Scicos.

M ´odulo de comunicac¸ ˜ao OPC.

Interface de comunicac¸ ˜ao CAPE-OPEN.

Exportac¸ ˜ao de modelos para NMPC formato BRPerfex. Equac¸ ˜oes diferenciais parciais.

Reconciliac¸ ˜ao de dados com metodologia Teclim-UFBA.

(52)

Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

M ´odulos

Simulac¸ ˜ao estacion ´aria e din ˆamica. Otimizac¸ ˜ao NLP e MINLP.

Estimac¸ ˜ao de par ˆametros est ´atica e din ˆamica. Reconciliac¸ ˜ao de dados.

Estudo de caso e an ´alise de sensibilidade. Integrac¸ ˜ao com Matlab/Simulink e Scilab/Scicos. M ´odulo de comunicac¸ ˜ao OPC.

Interface de comunicac¸ ˜ao CAPE-OPEN.

Exportac¸ ˜ao de modelos para NMPC formato BRPerfex. Equac¸ ˜oes diferenciais parciais.

Reconciliac¸ ˜ao de dados com metodologia Teclim-UFBA.

(53)

Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

M ´odulos

Simulac¸ ˜ao estacion ´aria e din ˆamica. Otimizac¸ ˜ao NLP e MINLP.

Estimac¸ ˜ao de par ˆametros est ´atica e din ˆamica. Reconciliac¸ ˜ao de dados.

Estudo de caso e an ´alise de sensibilidade. Integrac¸ ˜ao com Matlab/Simulink e Scilab/Scicos. M ´odulo de comunicac¸ ˜ao OPC.

Interface de comunicac¸ ˜ao CAPE-OPEN.

Exportac¸ ˜ao de modelos para NMPC formato BRPerfex. Equac¸ ˜oes diferenciais parciais.

Reconciliac¸ ˜ao de dados com metodologia Teclim-UFBA.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

M ´odulos

Simulac¸ ˜ao estacion ´aria e din ˆamica. Otimizac¸ ˜ao NLP e MINLP.

Estimac¸ ˜ao de par ˆametros est ´atica e din ˆamica. Reconciliac¸ ˜ao de dados.

Estudo de caso e an ´alise de sensibilidade. Integrac¸ ˜ao com Matlab/Simulink e Scilab/Scicos. M ´odulo de comunicac¸ ˜ao OPC.

Interface de comunicac¸ ˜ao CAPE-OPEN.

Exportac¸ ˜ao de modelos para NMPC formato BRPerfex.

Equac¸ ˜oes diferenciais parciais.

Reconciliac¸ ˜ao de dados com metodologia Teclim-UFBA.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

M ´odulos

Simulac¸ ˜ao estacion ´aria e din ˆamica. Otimizac¸ ˜ao NLP e MINLP.

Estimac¸ ˜ao de par ˆametros est ´atica e din ˆamica. Reconciliac¸ ˜ao de dados.

Estudo de caso e an ´alise de sensibilidade. Integrac¸ ˜ao com Matlab/Simulink e Scilab/Scicos. M ´odulo de comunicac¸ ˜ao OPC.

Interface de comunicac¸ ˜ao CAPE-OPEN.

Exportac¸ ˜ao de modelos para NMPC formato BRPerfex. Equac¸ ˜oes diferenciais parciais.

Reconciliac¸ ˜ao de dados com metodologia Teclim-UFBA.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

M ´odulos

Simulac¸ ˜ao estacion ´aria e din ˆamica. Otimizac¸ ˜ao NLP e MINLP.

Estimac¸ ˜ao de par ˆametros est ´atica e din ˆamica. Reconciliac¸ ˜ao de dados.

Estudo de caso e an ´alise de sensibilidade. Integrac¸ ˜ao com Matlab/Simulink e Scilab/Scicos. M ´odulo de comunicac¸ ˜ao OPC.

Interface de comunicac¸ ˜ao CAPE-OPEN.

Exportac¸ ˜ao de modelos para NMPC formato BRPerfex. Equac¸ ˜oes diferenciais parciais.

Reconciliac¸ ˜ao de dados com metodologia Teclim-UFBA.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Em desenvolvimento

Otimizac¸ ˜ao din ˆamica.

Otimizador com m ´etodo SQP. An ´alise de incertezas.

Integrac¸ ˜ao m ´assica e energ ´etica. Projeto de sistemas de controle. Projeto integrado.

Simulador de treinamento.

Planejamento sequencial de experimentos.

(58)

Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

EML: EMSO Model Library

Biblioteca de modelos contendo os principais equipamentos.

Aberta para visualizac¸ ˜ao e edic¸ ˜ao dos modelos. Criac¸ ˜ao de novos modelos em uma linguagem de descric¸ ˜ao, n ˜ao requer conhecimentos de programac¸ ˜ao. Distribu´ıda livremente e aberta para contribuic¸ ˜oes.

(59)

Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

EML: EMSO Model Library

Biblioteca de modelos contendo os principais equipamentos.

Aberta para visualizac¸ ˜ao e edic¸ ˜ao dos modelos.

Criac¸ ˜ao de novos modelos em uma linguagem de descric¸ ˜ao, n ˜ao requer conhecimentos de programac¸ ˜ao. Distribu´ıda livremente e aberta para contribuic¸ ˜oes.

(60)

Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

EML: EMSO Model Library

Biblioteca de modelos contendo os principais equipamentos.

Aberta para visualizac¸ ˜ao e edic¸ ˜ao dos modelos. Criac¸ ˜ao de novos modelos em uma linguagem de descric¸ ˜ao, n ˜ao requer conhecimentos de programac¸ ˜ao.

Distribu´ıda livremente e aberta para contribuic¸ ˜oes.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

EML: EMSO Model Library

Biblioteca de modelos contendo os principais equipamentos.

Aberta para visualizac¸ ˜ao e edic¸ ˜ao dos modelos. Criac¸ ˜ao de novos modelos em uma linguagem de descric¸ ˜ao, n ˜ao requer conhecimentos de programac¸ ˜ao. Distribu´ıda livremente e aberta para contribuic¸ ˜oes.

(62)

Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Por que uma Biblioteca Aberta?

O conhecimento de modelagem ´e distribu´ıdo em livros e artigos.

Resultados s ˜ao dif´ıceis de reproduzir e/ou estender. Uma linguagem de modelagem e uma biblioteca dispon´ıvel podem acelerar consideravelmente o compartilhamento do conhecimento.

(63)

Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Plug-in’s: Propriedades F´ısicas e Termodin ˆamicas

Propriedades F´ısicas e Termodin ˆamicas:

1 Dispon´ıveis na forma de correlac¸ ˜oes ou procedimentos de c ´alculos.

2 Requerem a disponibilidade de dados.

Em suma, estas propriedades n ˜ao s ˜ao adequadas para descric¸ ˜ao direta na forma de equac¸ ˜oes de igualdade. Soluc¸ ˜ao no EMSO: sistema de Plug-in que permite que qualquer rotina de computador possa ser utilizada dentro dos modelos.

A interface de Plug-in’s ´e aberta, qualquer pessoa pode implementar um novo plug-in.

(64)

Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Plug-in’s: Propriedades F´ısicas e Termodin ˆamicas

Propriedades F´ısicas e Termodin ˆamicas:

1 Dispon´ıveis na forma de correlac¸ ˜oes ou procedimentos de

c ´alculos.

2 Requerem a disponibilidade de dados.

Em suma, estas propriedades n ˜ao s ˜ao adequadas para descric¸ ˜ao direta na forma de equac¸ ˜oes de igualdade. Soluc¸ ˜ao no EMSO: sistema de Plug-in que permite que qualquer rotina de computador possa ser utilizada dentro dos modelos.

A interface de Plug-in’s ´e aberta, qualquer pessoa pode implementar um novo plug-in.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Plug-in’s: Propriedades F´ısicas e Termodin ˆamicas

Propriedades F´ısicas e Termodin ˆamicas:

1 Dispon´ıveis na forma de correlac¸ ˜oes ou procedimentos de

c ´alculos.

2 Requerem a disponibilidade de dados.

Em suma, estas propriedades n ˜ao s ˜ao adequadas para descric¸ ˜ao direta na forma de equac¸ ˜oes de igualdade. Soluc¸ ˜ao no EMSO: sistema de Plug-in que permite que qualquer rotina de computador possa ser utilizada dentro dos modelos.

A interface de Plug-in’s ´e aberta, qualquer pessoa pode implementar um novo plug-in.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Plug-in’s: Propriedades F´ısicas e Termodin ˆamicas

Propriedades F´ısicas e Termodin ˆamicas:

1 Dispon´ıveis na forma de correlac¸ ˜oes ou procedimentos de

c ´alculos.

2 Requerem a disponibilidade de dados.

Em suma, estas propriedades n ˜ao s ˜ao adequadas para descric¸ ˜ao direta na forma de equac¸ ˜oes de igualdade.

Soluc¸ ˜ao no EMSO: sistema de Plug-in que permite que qualquer rotina de computador possa ser utilizada dentro dos modelos.

A interface de Plug-in’s ´e aberta, qualquer pessoa pode implementar um novo plug-in.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Plug-in’s: Propriedades F´ısicas e Termodin ˆamicas

Propriedades F´ısicas e Termodin ˆamicas:

1 Dispon´ıveis na forma de correlac¸ ˜oes ou procedimentos de

c ´alculos.

2 Requerem a disponibilidade de dados.

Em suma, estas propriedades n ˜ao s ˜ao adequadas para descric¸ ˜ao direta na forma de equac¸ ˜oes de igualdade. Soluc¸ ˜ao no EMSO: sistema de Plug-in que permite que qualquer rotina de computador possa ser utilizada dentro dos modelos.

A interface de Plug-in’s ´e aberta, qualquer pessoa pode implementar um novo plug-in.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Exemplo de Plug-in: VRTherm

Pacote de propriedades f´ısicas e termodin ˆamicas. Banco de dados com mais de 2.000 componentes. Principais modelos termodin ˆamicos: PR, SRK, UNIFAC, etc.

Todas as propriedades de misturas necess ´arias para a simulac¸ ˜ao din ˆamica: volume, viscosidade, condutividade t ´ermica, etc.

Plug-in para os principais softwares: EMSO, Matlab,

Scilab e MS Excel.

(69)

Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Solvers Externos

Assim como plug-in’s, o EMSO permite o uso de qualquer motor de c ´alculo externo, sendo que esta comunicac¸ ˜ao deve ser implementada pelo usu ´ario.

Vantagens:

Uso da linguagem do EMSO.

Uso das funcionalidades de ´algebra esparsa e diferenciac¸ ˜ao autom ´atica.

Visualizac¸ ˜ao dos resultados.

(70)

Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Solvers Externos

Assim como plug-in’s, o EMSO permite o uso de qualquer motor de c ´alculo externo, sendo que esta comunicac¸ ˜ao deve ser implementada pelo usu ´ario.

Vantagens:

Uso da linguagem do EMSO.

Uso das funcionalidades de ´algebra esparsa e diferenciac¸ ˜ao autom ´atica.

Visualizac¸ ˜ao dos resultados.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Solvers Implementados

NLA & DAE

1 Sundials (IDA/Sundials

2 NLA pr ´oprio (Newton com amortecimento) 3 DASSL e DASSLC 4 mebdf 5 psIde 6 dforrt Otimizadores 1 Ipopt

2 Complex (poliedros flex´ıveis) 3 DiRect

(72)

Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

EMSO & ALSOC

Presente & Futuro:

O projeto ALSOC foi oficialmente finalizado em fevereiro de 2010.

As empresas participantes do cons ´orcio t ˆem acesso ao c ´odigo-fonte do software para a implementac¸ ˜ao de funcionalidades.

O simulador EMSO pode ser considerado um software finalizado.

Alguns bugs podem ainda ser encontrados devido `a complexidade de software, por ´em, atualmente, a

manutenc¸ ˜ao do mesmo exige a parceria com instituic¸ ˜oes privadas.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

EMSO & ALSOC

Presente & Futuro:

O projeto ALSOC foi oficialmente finalizado em fevereiro de 2010.

As empresas participantes do cons ´orcio t ˆem acesso ao c ´odigo-fonte do software para a implementac¸ ˜ao de funcionalidades.

O simulador EMSO pode ser considerado um software finalizado.

Alguns bugs podem ainda ser encontrados devido `a complexidade de software, por ´em, atualmente, a

manutenc¸ ˜ao do mesmo exige a parceria com instituic¸ ˜oes privadas.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

EMSO & ALSOC

Presente & Futuro:

O projeto ALSOC foi oficialmente finalizado em fevereiro de 2010.

As empresas participantes do cons ´orcio t ˆem acesso ao c ´odigo-fonte do software para a implementac¸ ˜ao de funcionalidades.

O simulador EMSO pode ser considerado um software finalizado.

Alguns bugs podem ainda ser encontrados devido `a complexidade de software, por ´em, atualmente, a

manutenc¸ ˜ao do mesmo exige a parceria com instituic¸ ˜oes privadas.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Download & Instalac¸ ˜ao

O simuladorEMSO se comunica com pacotes de c ´alculos

externos por isso, al ´em de sua instalac¸ ˜ao ´e necess ´aria a instalac¸ ˜ao obrigatoriamente do pacote de propriedades termodin ˆamicas doVRTherm.

Instruc¸ ˜oes para baixar o EMSO:

1 V ´a a p ´agina do Projeto ALSOC: www.enq.ufrgs.br/alsoc

2 Na sec¸ ˜aoDownloads, cadastre seu E-mail em ambos os campos seguido do bot ˜aoOK.

3 Escolha a plataforma:Windows ou Linux. 4 Escolha a vers ˜ao mais atual por data.

Instruc¸ ˜oes para baixar o VRTherm:

1 Volte no navegador e selecione o download do VRTherm. 2 Informe nome deusu ´ario e senha j ´a enviados

previamente ao E-mail cadastrado. 3 Escolha a plataforma:Windows ou Linux. 4 Escolha a vers ˜ao mais atual por data.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Download & Instalac¸ ˜ao

O simuladorEMSO se comunica com pacotes de c ´alculos

externos por isso, al ´em de sua instalac¸ ˜ao ´e necess ´aria a instalac¸ ˜ao obrigatoriamente do pacote de propriedades termodin ˆamicas doVRTherm.

Instruc¸ ˜oes para baixar o EMSO:

1 V ´a a p ´agina do Projeto ALSOC: www.enq.ufrgs.br/alsoc

2 Na sec¸ ˜aoDownloads, cadastre seu E-mail em ambos os campos seguido do bot ˜aoOK.

3 Escolha a plataforma:Windows ou Linux. 4 Escolha a vers ˜ao mais atual por data.

Instruc¸ ˜oes para baixar o VRTherm:

1 Volte no navegador e selecione o download do VRTherm. 2 Informe nome deusu ´ario e senha j ´a enviados

previamente ao E-mail cadastrado. 3 Escolha a plataforma:Windows ou Linux. 4 Escolha a vers ˜ao mais atual por data.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Download & Instalac¸ ˜ao

O simuladorEMSO se comunica com pacotes de c ´alculos

externos por isso, al ´em de sua instalac¸ ˜ao ´e necess ´aria a instalac¸ ˜ao obrigatoriamente do pacote de propriedades termodin ˆamicas doVRTherm.

Instruc¸ ˜oes para baixar o EMSO:

1 V ´a a p ´agina do Projeto ALSOC: www.enq.ufrgs.br/alsoc

2 Na sec¸ ˜aoDownloads, cadastre seu E-mail em ambos os campos seguido do bot ˜aoOK.

3 Escolha a plataforma:Windows ou Linux. 4 Escolha a vers ˜ao mais atual por data.

Instruc¸ ˜oes para baixar o VRTherm:

1 Volte no navegador e selecione o download do VRTherm. 2 Informe nome deusu ´ario e senha j ´a enviados

previamente ao E-mail cadastrado. 3 Escolha a plataforma:Windows ou Linux. 4 Escolha a vers ˜ao mais atual por data.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Instalac¸ ˜ao

EMSO e VRTherm:

Ao abrir o arquivo execut ´avel, ser ´a aberto um assistente de instalac¸ ˜ao.

Configurando plug-in:

1 Com EMSO aberto v ´a em Menu → Config → Plugins.

2 Adicione um New Plugin cujo Type ´e: PP

3 No campo File localize a pasta de destino doVRTherm

e selecione o arquivo vrpp.dll (Windows) ou

libvrpp.so(Linux).

Adicionalmente, novas bibliotecas de modelos podem ser acrescentadas:

1 Com EMSO aberto v ´a em Menu → Config → Libraries.

2 Clique no bot ˜ao Add libraries e localize sua biblioteca personalizada.

Importante

Sempre reinicie o EMSO ao configurar (ou reconfigurar) as bibliotecas de modelos, solvers ou plug-in’s.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Instalac¸ ˜ao

EMSO e VRTherm:

Ao abrir o arquivo execut ´avel, ser ´a aberto um assistente de instalac¸ ˜ao.

Configurando plug-in:

1 Com EMSO aberto v ´a em Menu → Config → Plugins.

2 Adicione um New Plugin cujo Type ´e: PP

3 No campo File localize a pasta de destino doVRTherm

e selecione o arquivo vrpp.dll (Windows) ou

libvrpp.so(Linux).

Adicionalmente, novas bibliotecas de modelos podem ser acrescentadas:

1 Com EMSO aberto v ´a em Menu → Config →

Libraries.

2 Clique no bot ˜ao Add libraries e localize sua biblioteca

personalizada.

Importante

Sempre reinicie o EMSO ao configurar (ou reconfigurar) as bibliotecas de modelos, solvers ou plug-in’s.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Instalac¸ ˜ao

EMSO e VRTherm:

Ao abrir o arquivo execut ´avel, ser ´a aberto um assistente de instalac¸ ˜ao.

Configurando plug-in:

1 Com EMSO aberto v ´a em Menu → Config → Plugins.

2 Adicione um New Plugin cujo Type ´e: PP

3 No campo File localize a pasta de destino doVRTherm

e selecione o arquivo vrpp.dll (Windows) ou

libvrpp.so(Linux).

Adicionalmente, novas bibliotecas de modelos podem ser acrescentadas:

1 Com EMSO aberto v ´a em Menu → Config →

Libraries.

2 Clique no bot ˜ao Add libraries e localize sua biblioteca

personalizada.

Importante

Sempre reinicie o EMSO ao configurar (ou reconfigurar) as bibliotecas de modelos, solvers ou plug-in’s.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Necessidade da Simulac¸ ˜ao

Contenc¸ ˜ao de despesas (custo & tempo).

Processos fortemente integrados com diversos reciclos de massa e energia.

Necessidade de melhor compreens ˜ao de processos cada vez mais complexos (intensificac¸ ˜ao de processos). Otimizac¸ ˜ao e construc¸ ˜ao de processos otimizados. Projetos de sistemas de controle.

Construc¸ ˜ao de prot ´otipos virtuais, verificac¸ ˜ao de projetos, etc.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Necessidade da Simulac¸ ˜ao

Contenc¸ ˜ao de despesas (custo & tempo).

Processos fortemente integrados com diversos reciclos de massa e energia.

Necessidade de melhor compreens ˜ao de processos cada vez mais complexos (intensificac¸ ˜ao de processos). Otimizac¸ ˜ao e construc¸ ˜ao de processos otimizados. Projetos de sistemas de controle.

Construc¸ ˜ao de prot ´otipos virtuais, verificac¸ ˜ao de projetos, etc.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Necessidade da Simulac¸ ˜ao

Contenc¸ ˜ao de despesas (custo & tempo).

Processos fortemente integrados com diversos reciclos de massa e energia.

Necessidade de melhor compreens ˜ao de processos cada vez mais complexos (intensificac¸ ˜ao de processos).

Otimizac¸ ˜ao e construc¸ ˜ao de processos otimizados. Projetos de sistemas de controle.

Construc¸ ˜ao de prot ´otipos virtuais, verificac¸ ˜ao de projetos, etc.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Necessidade da Simulac¸ ˜ao

Contenc¸ ˜ao de despesas (custo & tempo).

Processos fortemente integrados com diversos reciclos de massa e energia.

Necessidade de melhor compreens ˜ao de processos cada vez mais complexos (intensificac¸ ˜ao de processos). Otimizac¸ ˜ao e construc¸ ˜ao de processos otimizados.

Projetos de sistemas de controle.

Construc¸ ˜ao de prot ´otipos virtuais, verificac¸ ˜ao de projetos, etc.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Necessidade da Simulac¸ ˜ao

Contenc¸ ˜ao de despesas (custo & tempo).

Processos fortemente integrados com diversos reciclos de massa e energia.

Necessidade de melhor compreens ˜ao de processos cada vez mais complexos (intensificac¸ ˜ao de processos). Otimizac¸ ˜ao e construc¸ ˜ao de processos otimizados. Projetos de sistemas de controle.

Construc¸ ˜ao de prot ´otipos virtuais, verificac¸ ˜ao de projetos, etc.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Necessidade da Simulac¸ ˜ao

Contenc¸ ˜ao de despesas (custo & tempo).

Processos fortemente integrados com diversos reciclos de massa e energia.

Necessidade de melhor compreens ˜ao de processos cada vez mais complexos (intensificac¸ ˜ao de processos). Otimizac¸ ˜ao e construc¸ ˜ao de processos otimizados. Projetos de sistemas de controle.

Construc¸ ˜ao de prot ´otipos virtuais, verificac¸ ˜ao de projetos, etc.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Experimentos: Mais Raz ˜oes para Simulac¸ ˜ao

Experimentos podem ser utilizados para extrair informac¸ ˜oes de um processo, entretanto:

Podem poluir.

Podem ser muito caros. Podem ser muito demorados. Podem ser perigosos.

O sistema pode ainda n ˜ao existir.

(88)

Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Experimentos: Mais Raz ˜oes para Simulac¸ ˜ao

Experimentos podem ser utilizados para extrair informac¸ ˜oes de um processo, entretanto:

Podem poluir.

Podem ser muito caros. Podem ser muito demorados. Podem ser perigosos.

O sistema pode ainda n ˜ao existir.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Experimentos: Mais Raz ˜oes para Simulac¸ ˜ao

Experimentos podem ser utilizados para extrair informac¸ ˜oes de um processo, entretanto:

Podem poluir.

Podem ser muito caros.

Podem ser muito demorados. Podem ser perigosos.

O sistema pode ainda n ˜ao existir.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Experimentos: Mais Raz ˜oes para Simulac¸ ˜ao

Experimentos podem ser utilizados para extrair informac¸ ˜oes de um processo, entretanto:

Podem poluir.

Podem ser muito caros. Podem ser muito demorados.

Podem ser perigosos.

O sistema pode ainda n ˜ao existir.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Experimentos: Mais Raz ˜oes para Simulac¸ ˜ao

Experimentos podem ser utilizados para extrair informac¸ ˜oes de um processo, entretanto:

Podem poluir.

Podem ser muito caros. Podem ser muito demorados. Podem ser perigosos.

O sistema pode ainda n ˜ao existir.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Experimentos: Mais Raz ˜oes para Simulac¸ ˜ao

Experimentos podem ser utilizados para extrair informac¸ ˜oes de um processo, entretanto:

Podem poluir.

Podem ser muito caros. Podem ser muito demorados. Podem ser perigosos.

O sistema pode ainda n ˜ao existir.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Interesse Industrial

Crescimento cont´ınuo do interesse industrial em pacotes computacionais.

Interesse impulsionado por:

Reduc¸ ˜ao da concentrac¸ ˜ao e volume de emiss ˜oes. Reprodutibilidade de produtos de alta qualidade. An ´alises de seguranc¸a e risco.

Treinamento de operadores.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Interesse Industrial

Crescimento cont´ınuo do interesse industrial em pacotes computacionais.

Interesse impulsionado por:

Reduc¸ ˜ao da concentrac¸ ˜ao e volume de emiss ˜oes. Reprodutibilidade de produtos de alta qualidade. An ´alises de seguranc¸a e risco.

Treinamento de operadores.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Interesse Industrial

Crescimento cont´ınuo do interesse industrial em pacotes computacionais.

Interesse impulsionado por:

Reduc¸ ˜ao da concentrac¸ ˜ao e volume de emiss ˜oes.

Reprodutibilidade de produtos de alta qualidade. An ´alises de seguranc¸a e risco.

Treinamento de operadores.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Interesse Industrial

Crescimento cont´ınuo do interesse industrial em pacotes computacionais.

Interesse impulsionado por:

Reduc¸ ˜ao da concentrac¸ ˜ao e volume de emiss ˜oes. Reprodutibilidade de produtos de alta qualidade.

An ´alises de seguranc¸a e risco. Treinamento de operadores.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Interesse Industrial

Crescimento cont´ınuo do interesse industrial em pacotes computacionais.

Interesse impulsionado por:

Reduc¸ ˜ao da concentrac¸ ˜ao e volume de emiss ˜oes. Reprodutibilidade de produtos de alta qualidade. An ´alises de seguranc¸a e risco.

Treinamento de operadores.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Interesse Industrial

Crescimento cont´ınuo do interesse industrial em pacotes computacionais.

Interesse impulsionado por:

Reduc¸ ˜ao da concentrac¸ ˜ao e volume de emiss ˜oes. Reprodutibilidade de produtos de alta qualidade. An ´alises de seguranc¸a e risco.

Treinamento de operadores.

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Uso na Ind ´ustria Brasileira

Uso de simuladores na ind ´ustria brasileira ´e limitado.

Limitac¸ ˜ao no uso se d ´a por:

Falta de treinamento dos engenheiros de processo. Complexidade na construc¸ ˜ao e an ´alise dos modelos. Alto custo para renovac¸ ˜ao das licenc¸as anuais. Multinacionais mant ˆem seus centros de tecnologia no exterior.

Heterogeneidade entre os diferentes pacotes comerciais.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Uso na Ind ´ustria Brasileira

Uso de simuladores na ind ´ustria brasileira ´e limitado. Limitac¸ ˜ao no uso se d ´a por:

Falta de treinamento dos engenheiros de processo. Complexidade na construc¸ ˜ao e an ´alise dos modelos. Alto custo para renovac¸ ˜ao das licenc¸as anuais. Multinacionais mant ˆem seus centros de tecnologia no exterior.

Heterogeneidade entre os diferentes pacotes comerciais.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Uso na Ind ´ustria Brasileira

Uso de simuladores na ind ´ustria brasileira ´e limitado. Limitac¸ ˜ao no uso se d ´a por:

Falta de treinamento dos engenheiros de processo.

Complexidade na construc¸ ˜ao e an ´alise dos modelos. Alto custo para renovac¸ ˜ao das licenc¸as anuais. Multinacionais mant ˆem seus centros de tecnologia no exterior.

Heterogeneidade entre os diferentes pacotes comerciais.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Uso na Ind ´ustria Brasileira

Uso de simuladores na ind ´ustria brasileira ´e limitado. Limitac¸ ˜ao no uso se d ´a por:

Falta de treinamento dos engenheiros de processo. Complexidade na construc¸ ˜ao e an ´alise dos modelos.

Alto custo para renovac¸ ˜ao das licenc¸as anuais. Multinacionais mant ˆem seus centros de tecnologia no exterior.

Heterogeneidade entre os diferentes pacotes comerciais.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Uso na Ind ´ustria Brasileira

Uso de simuladores na ind ´ustria brasileira ´e limitado. Limitac¸ ˜ao no uso se d ´a por:

Falta de treinamento dos engenheiros de processo. Complexidade na construc¸ ˜ao e an ´alise dos modelos. Alto custo para renovac¸ ˜ao das licenc¸as anuais.

Multinacionais mant ˆem seus centros de tecnologia no exterior.

Heterogeneidade entre os diferentes pacotes comerciais.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Uso na Ind ´ustria Brasileira

Uso de simuladores na ind ´ustria brasileira ´e limitado. Limitac¸ ˜ao no uso se d ´a por:

Falta de treinamento dos engenheiros de processo. Complexidade na construc¸ ˜ao e an ´alise dos modelos. Alto custo para renovac¸ ˜ao das licenc¸as anuais. Multinacionais mant ˆem seus centros de tecnologia no exterior.

Heterogeneidade entre os diferentes pacotes comerciais.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Uso na Ind ´ustria Brasileira

Uso de simuladores na ind ´ustria brasileira ´e limitado. Limitac¸ ˜ao no uso se d ´a por:

Falta de treinamento dos engenheiros de processo. Complexidade na construc¸ ˜ao e an ´alise dos modelos. Alto custo para renovac¸ ˜ao das licenc¸as anuais. Multinacionais mant ˆem seus centros de tecnologia no exterior.

Heterogeneidade entre os diferentes pacotes comerciais.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Hist ´orico do Desenvolvimento

Hoje a capacidade computacional dos PC’s comporta a

simulac¸ ˜ao de processos commodelos de alta fidelidade.

Esta disponibilidade tem popularizado cada vez mais o uso a n´ıvel mundial.

Embora isto tenha acontecido apenas nos ´ultimos anos os simuladores de processos tem um hist ´orico de

desenvolvimento demais de 50 anos.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Hist ´orico do Desenvolvimento

Hoje a capacidade computacional dos PC’s comporta a

simulac¸ ˜ao de processos commodelos de alta fidelidade.

Esta disponibilidade tem popularizado cada vez mais o uso a n´ıvel mundial.

Embora isto tenha acontecido apenas nos ´ultimos anos os simuladores de processos tem um hist ´orico de

desenvolvimento demais de 50 anos.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Hist ´orico do Desenvolvimento

Hoje a capacidade computacional dos PC’s comporta a

simulac¸ ˜ao de processos commodelos de alta fidelidade.

Esta disponibilidade tem popularizado cada vez mais o uso a n´ıvel mundial.

Embora isto tenha acontecido apenas nos ´ultimos anos os simuladores de processos tem um hist ´orico de

desenvolvimento demais de 50 anos.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Hist ´orico do Desenvolvimento

Anos 50:

M. W. Kellog. Corp. apresentou o sistema Flexible Flow. Anos 60:

Estima-se a exist ˆencia de 200 ferramentas diferentes (simuladores pr ´oprios nas grandes empresas).

Anos 70:

In´ıcio de projeto de software que se transformaram em aplicativos comerciais.

Ex.:Advanced System for Process Engineering (ASPEN)

Project desevolvido no MIT que se tornou a empresa AspenTech.

Anos 80-90:

Novos conceitos, interfaces gr ´aficas amig ´aveis. Novas linguagens de programac¸ ˜ao.

Algoritmos num ´ericos mais poderosos.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Hist ´orico do Desenvolvimento

Anos 50:

M. W. Kellog. Corp. apresentou o sistema Flexible Flow.

Anos 60:

Estima-se a exist ˆencia de 200 ferramentas diferentes (simuladores pr ´oprios nas grandes empresas). Anos 70:

In´ıcio de projeto de software que se transformaram em aplicativos comerciais.

Ex.:Advanced System for Process Engineering (ASPEN)

Project desevolvido no MIT que se tornou a empresa AspenTech.

Anos 80-90:

Novos conceitos, interfaces gr ´aficas amig ´aveis. Novas linguagens de programac¸ ˜ao.

Algoritmos num ´ericos mais poderosos.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Hist ´orico do Desenvolvimento

Anos 50:

M. W. Kellog. Corp. apresentou o sistema Flexible Flow.

Anos 60:

Estima-se a exist ˆencia de 200 ferramentas diferentes (simuladores pr ´oprios nas grandes empresas).

Anos 70:

In´ıcio de projeto de software que se transformaram em aplicativos comerciais.

Ex.:Advanced System for Process Engineering (ASPEN) Project desevolvido no MIT que se tornou a empresa AspenTech.

Anos 80-90:

Novos conceitos, interfaces gr ´aficas amig ´aveis. Novas linguagens de programac¸ ˜ao.

Algoritmos num ´ericos mais poderosos.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Hist ´orico do Desenvolvimento

Anos 50:

M. W. Kellog. Corp. apresentou o sistema Flexible Flow.

Anos 60:

Estima-se a exist ˆencia de 200 ferramentas diferentes (simuladores pr ´oprios nas grandes empresas).

Anos 70:

In´ıcio de projeto de software que se transformaram em aplicativos comerciais.

Ex.:Advanced System for Process Engineering (ASPEN) Project desevolvido no MIT que se tornou a empresa AspenTech.

Anos 80-90:

Novos conceitos, interfaces gr ´aficas amig ´aveis. Novas linguagens de programac¸ ˜ao.

Algoritmos num ´ericos mais poderosos. Rodolfo Rodrigues Minicurso EMSO, Dia 1

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Simuladores Modulares

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Simuladores Baseados em Equac¸ ˜oes

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Simuladores Baseados em Equac¸ ˜oes: Vantagens

Utilizando um mesmo conjunto de modelos ´e poss´ıvel executar diversas tarefas diferentes:

Simulac¸ ˜oes estacion ´arias. Simulac¸ ˜oes din ˆamicas. Estimac¸ ˜ao de par ˆametros. Reconciliac¸ ˜ao de dados. Otimizac¸ ˜ao estacion ´aria. Otimizac¸ ˜ao din ˆamica. Projeto de equipamentos. Projeto de sistemas de controle. An ´alise de processos.

Os modelos podem ser visualizados, modificados ou ampliados.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Simuladores Baseados em Equac¸ ˜oes: Vantagens

Utilizando um mesmo conjunto de modelos ´e poss´ıvel executar diversas tarefas diferentes:

Simulac¸ ˜oes estacion ´arias.

Simulac¸ ˜oes din ˆamicas. Estimac¸ ˜ao de par ˆametros. Reconciliac¸ ˜ao de dados. Otimizac¸ ˜ao estacion ´aria. Otimizac¸ ˜ao din ˆamica. Projeto de equipamentos. Projeto de sistemas de controle. An ´alise de processos.

Os modelos podem ser visualizados, modificados ou ampliados.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Simuladores Baseados em Equac¸ ˜oes: Vantagens

Utilizando um mesmo conjunto de modelos ´e poss´ıvel executar diversas tarefas diferentes:

Simulac¸ ˜oes estacion ´arias. Simulac¸ ˜oes din ˆamicas.

Estimac¸ ˜ao de par ˆametros. Reconciliac¸ ˜ao de dados. Otimizac¸ ˜ao estacion ´aria. Otimizac¸ ˜ao din ˆamica. Projeto de equipamentos. Projeto de sistemas de controle. An ´alise de processos.

Os modelos podem ser visualizados, modificados ou ampliados.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Simuladores Baseados em Equac¸ ˜oes: Vantagens

Utilizando um mesmo conjunto de modelos ´e poss´ıvel executar diversas tarefas diferentes:

Simulac¸ ˜oes estacion ´arias. Simulac¸ ˜oes din ˆamicas. Estimac¸ ˜ao de par ˆametros.

Reconciliac¸ ˜ao de dados. Otimizac¸ ˜ao estacion ´aria. Otimizac¸ ˜ao din ˆamica. Projeto de equipamentos. Projeto de sistemas de controle. An ´alise de processos.

Os modelos podem ser visualizados, modificados ou ampliados.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Simuladores Baseados em Equac¸ ˜oes: Vantagens

Utilizando um mesmo conjunto de modelos ´e poss´ıvel executar diversas tarefas diferentes:

Simulac¸ ˜oes estacion ´arias. Simulac¸ ˜oes din ˆamicas. Estimac¸ ˜ao de par ˆametros. Reconciliac¸ ˜ao de dados.

Otimizac¸ ˜ao estacion ´aria. Otimizac¸ ˜ao din ˆamica. Projeto de equipamentos. Projeto de sistemas de controle. An ´alise de processos.

Os modelos podem ser visualizados, modificados ou ampliados.

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Introduc¸ ˜ao Modelagem & Simulac¸ ˜ao Exerc´ıcio

Simuladores Baseados em Equac¸ ˜oes: Vantagens

Utilizando um mesmo conjunto de modelos ´e poss´ıvel executar diversas tarefas diferentes:

Simulac¸ ˜oes estacion ´arias. Simulac¸ ˜oes din ˆamicas. Estimac¸ ˜ao de par ˆametros. Reconciliac¸ ˜ao de dados. Otimizac¸ ˜ao estacion ´aria.

Otimizac¸ ˜ao din ˆamica. Projeto de equipamentos. Projeto de sistemas de controle. An ´alise de processos.

Os modelos podem ser visualizados, modificados ou ampliados.

Referências

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