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Respostas ao questionário. Responses to the questionnaire

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Academic year: 2021

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(1)

Teaching Research

Respostas ao questionário Responses to the questionnaire

Quadro 1 (suplementar): Respostas ao excerto “A evolução (é) com frequência considerada um processo

teleológico porque levaria a “melhoramento” ou “progresso”. (...) Decerto é a seleção natural um processo de otimização, mas não tem meta definida, e, considerando o número de restrições e a frequência de eventos aleatórios, seria por demais equivocado chamá-la de teleológica. (...) A seleção natural lida com propriedades de indivíduos de determinada geração; ela simplesmente carece de uma meta de longo alcance, embora assim pareça quando se olha para trás, abrangendo uma longa série de gerações.” [4].

G ra d ua çã o e In ic ia çã o ci en tí fic a

“Concordo. Porque aceito esses argumentos, porque sei que eles possuem embasamento em dados coletados de diversos organismos, e que possuem encadeamento lógico entre si. E só. Justificar mais do que isso é repetir o que falou o autor.”

“Concordo. Qualquer processo de mudança, transformação, pode levar tanto para o progresso como para o regresso.”

“Concordo. Toda evolução tem como principal objetivo a melhora, em especial a sobrevivência e para manutenção da espécie.”

“Concordo. Mayr é mestre, e a evolução é fato.” “Concordo. Faz sentido.”

“Concordo. Eventos aleatórios são extremamente comuns no tempo do universo, a energia tende à expansão pelas teorias da física e as metas de ação são diferentes.”

“Concordo. A evolução resulta de eventos aleatórios que por seleção natural conferem um ‘objetivo’, se olharmos para trás.”.

“Concordo parcialmente. A evolução natural não tem como prevê o futuro das espécies, qual sobreviverá, porém, quando olhamos para trás, vimos que muitas gerações foram extintas e as resistentes (que conseguiram sobreviver) permaneceram.”

“Não sei. Não entendi a frase.” “Não sei. Irei estudar.”

“Discordo. A seleção natural é sim de longo alcance, uma vez que precisou-se de milênios para o surgimento de espécies mais complexas.”

(2)

P ó s-gr a d ua nd o s

“Concordo. A evolução não é planejada, é apenas uma consequência da infindável luta pela sobrevivência, com as adaptações a condições adversas.” (Mestrando)

“Concordo. Qualquer processo de mudança, modificação, pode gerar um progresso ou um regresso.” (Mestrando)

“Concordo. Não necessariamente a evolução e um processo de ‘melhoramento’ porque mudanças podem ser selecionadas negativamente.” (Doutorando)

“Concordo. A evolução não leva necessariamente a uma melhora ou objetiva um fim específico. É aleatória. E é a seleção natural que faz com que determinadas características perdurem ou sejam eliminadas.” (Doutorando)

“Concordo parcialmente. Para mim o nome evolução é equivocado para a teoria. A origem da palavra evoluir significa melhorar. E a teoria não é essa...” (Mestrando)

“Concordo parcialmente. A seleção natural não é otimização mas sim adaptação.” (Doutorando)

“Concordo parcialmente. Cada organismo ocupa seu lugar no processo evolutivo. A evolução é necessária para que a vida seja dinâmica.” (Mestrando)

“Não sei. Considerando a probabilística, seria impossível uma evolução tão especializada baseada em eventos randômicos em pouco tempo de evolução.” (Doutorando)

“Não sei. Série de terminologias abstratas. E idéias.” (Doutorando) “Não sei. Não sei o que é teleológico!” (Mestrando)

“Discordo parcialmente. Não acho que a seleção natural tenha uma meta de longo alcance, e sim uma meta evolutiva, que ai sim, p/ se concretizar leva um longo período de tempo.” (Mestrando)

“Discordo parcialmente. A evolução não é um processo de melhoramento, ou progresso. Se isso ocorrer é muito bom, porém a evolução é uma mudança ela não é direcionada, ela apenas ocorre.” (Doutorando)

“Discordo. A meta da seleção natural é tornar a espécie mais apta às mudanças.” (Mestrando)

“Discordo. A seleção natural é principalmente composta pelo fator TEMPO, portanto as gerações e gerações e gerações são sim, muito importantes para a seleção natural.” (Doutorando)

“Discordo. A idéia de melhoramento é errada. A seleção natural não tem uma meta.” (Doutorando)

P ro fe ss or e s e pe sq u is a do r es

“Concordo. Os seres vivos constituem um produto evolucionário a cada geração, sobrevivendo ou sucumbindo a adversidades.” (Professor)

“Concordo. Mudanças só são observadas após um longo período, às vezes não são claras. Mas após várias gerações são observadas.” (Pesquisador)

“Concordo parcialmente. Tenho dificuldade com acertivas, mas tendo a concordar...” (Pesquisador/Professor)

“Concordo. Faz sentido! Ação e reação.” (Professor)

“Discordo. A evolução não é retilínea, ela é regida por uma força que prima pela sobrevivência e o pelo menor gasto de energia.” (Professor)

“Discordo. Seleção natural, num determinado ambiente um indivíduo pode se sobressair, porém não necessariamente o ‘melhor’, ate porque o fator que causa a seleção não precisa ser permanente. Assim o mais adaptado se mantém, não o ‘melhor’.” (Pesquisador)

“Discordo. A seleção natural acontece com o passar do tempo...” (Pesquisador)

“Discordo. A teleologia fundamenta-se em um projeto transcendental ao jogo dos acasos fortuitos das mutações aleatórias. Portanto, não há objetivos ou alvos a serem atingidos.” (Professor)

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http://dx.doi.org/10.16923/reb.v14i1.558 18/06/2016

Quadro 2 (suplementar): Respostas ao excerto “É bem conhecido que a infecção com T. gondii pode

afetar a cognição e o comportamento de roedores. (...) Estudos mais recentes levaram os pesquisadores a formular a hipótese de manipulação. Esta hipótese estabelece que o parasita pode alterar o comportamento de seus hospedeiros para aumentar sua taxa de transmissão. (...)” [10].

G ra d ua çã o e In ic ia çã o ci e nt íf ic

a “Concordo. Todo parasita, independente do órgão afetado vai procurar mecanismos para manipular o

hospedeiro.”

“Concordo. É a evolução, e o ‘objetivo’ de cada espécie é a sobrevivência e a passagem de genes p/ a prole, não importando o meio.”

“Concordo. Porque existe um processo de co-evolução.” “Concordo. Devido aos testes já realizados.”

“Concordo parcialmente. Pode ser esse o ‘objetivo’ do T. gondii ou não...”

“Concordo parcialmente. Pois não seria uma manipulação consciente do microorganismo.”

“Não sei. Os argumentos apresentados no excerto são favoráveis à hipótese de manipulação, mas não são suficientes para validá-la (melhor dizer, ainda deixam dúvidas sobre sua validade). Nem todos os roedores têm o gato como predador principal o gato: a hipótese de manipulação é valida também para esses roedores? Doenças que afetam o olfato do roedor também o levam a não temer a urina do gato, e não são evidência para a hipótese de manipulação; por que seriam para o caso da infecção por

T. gondii (a resposta a urina de coelho e para urina de gato não são as mesmas, e portanto ñ

comparáveis).”

“Não sei. Não estudei isto ainda.”

“Não sei. Não vejo relação aparente, existem outros animais predadores de roedores.”

“Discordo parcialmente. Não se trata de manipulação e sim uma seleção natural da espécie e a ‘evolução’ para manter sua sobrevivência.”

“Discordo parcialmente. Não seria uma manipulação. Seria mais uma forma de manter seu ciclo vital e passar seus genes.”

“Discordo. Não é manipulação, é seleção natural.”

“Discordo. Não penso que um microorganismo seja capaz disso.” “Discordo. Não se trata de manipulação, o bicho não pensa.” “Discordo. Parece ser difícil de aceitar isso...”

(4)

P ó s-g ra du an d

os “Concordo. Acredito na hipótese. Mecanismos extraordinários podem ser ativados em favor da sobrevivência, além disto, as hipóteses foram testadas, avaliadas experimentalmente e aparentemente observaram-se resultados corroborativos.” (Doutorando)

“Concordo. Se tudo que foi dito é verdade, não vejo problema em aceitar a hipótese da manipulação, visto que trata-se apenas de uma hipótese!” (Mestrando)

“Concordo. Essa hipótese está de acordo com a teoria da evolução.” (Doutorando) “Concordo. Co-evolução.” (resposta de um Mestrando e um Doutorando)

“Concordo. Cada espécie procura um meio para manter-se viva. Adaptações e seleções de indivíduos mais adaptados são os responsáveis pela manutenção da vida.” (Mestrando)

“Concordo. Esse é um sofisticado exemplo de evolução comportamental.” (Mestrando)

“Concordo parcialmente. O que ocorre hoje é consequência do processo evolutivo que selecionou este comportamento em ratos, em sua interação com o parasita.” (Doutorando)

“Concordo parcialmente. Pois não acredito que o T. gondii tenha desenvolvido esta ‘artimanha’ com o intuito específico que conhecemos, o acaso favoreceu esta estratégia dele, e provavelmente muitas outras deixaram de ser usadas pois não conferiam nenhuma vantagem, prevalecendo esta.” (Doutorando)

“Concordo parcialmente. Os efeitos da infecção poderiam alterar a fisiologia neurológica dos animais.” (Mestrando)

“Não sei. Necesito más información.” (Doutorando)

“Discordo parcialmente. Pode ser um evento randômico selecionado por sucesso evolucionário.” (Doutorando)

“Discordo parcialmente. Não tenho conhecimento acerca do assunto.” (Doutorando) “Discordo parcialmente. Falhas experimentais.” (Doutorando)

“Discordo. A palavra manipulação, no sentido apresentado no texto, é novamente uma criação do homem para descrição de relações sociais. A relação entre os animais/(ininteligível)/ambiente/ nada tem a ver com a relação social humana, portanto a situação apresentada deve ser descrita como CICLO BIOLÓGICO, somente.” (Doutorando, grifo do pós-graduando)

“Discordo. Porque no concuerdo con que el parásito pueda manipular.” (Doutorando)

P ro fe ss or e s e p es q u is a do re

s “Concordo. De alguma forma molecular deve originar o comportamento.” (Professor)

“Concordo. O referido artigo comprova esta hipótese.” (Pesquisador)

“Concordo. Se existem evidências devemos manter a mente aberta ao novo, desconhecido em um tempo limitado. É sempre importante enveredar por caminhos diferentes sem pré-estabelecer respostas.” (Professor)

“Concordo parcialmente. Tenho dificuldade com acertivas, mas tendo a concordar...” (Pesquisador/Professor)

“Não sei. Não conheço a teoria por um todo.” (Professor)

“Não sei. Precisa de mais parâmetros para fazer a correlação de infecção-menor medo especificamente sobre gatos. Pode ser uma alteração geral que leva à menor preocupação com predadores ou ate mesmo uma menor percepção do meio.” (Pesquisador)

“Discordo parcialmente. É verdade que o efeito final parece ser uma manipulação, mas o processo não é intencional, manipulação (o termo) implica intenção e não acredito que este seja o caso.” (Pesquisador)

“Discordo. Não vejo como manipulação e sim o cumprimento do ciclo de vida de uma forma extremamente eficiente, aperfeiçoado ao longo de gerações. Os T. gondii + fortes foram selecionados e causam a menor neofobia nos ratos e o ciclo é completado c/ sua morte pelo gato.” (Pesquisador) “Discordo. 1) Precisaria avaliar que tipo de metodologia foi usada e conhecer mais s/ o trabalho publicado. 2) A perda do medo pelo rato infectado pode estar ligada a outros fatores.” (resposta marcada na questão seguinte) (Professor)

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http://dx.doi.org/10.16923/reb.v14i1.558 18/06/2016

Quadro 3 (suplementar): Respostas de estudantes de iniciação científica, pós-graduandos e professores/

pesquisadores à assertiva “O objetivo de todos os organismos é viver”.

G ra d ua çã o e In ic ia çã o ci e nt íf ic

a “Concordo. Todos os tipos celulares buscam permanecer vivos e multiplicar a espécie.”

“Concordo. Todo organismo vivo tem suas estratégias de sobrevivência para vencer a seleção natural.” “Concordo. Porque se fosse para morrer não nascia...”

“Concordo. Pois todo ser vivo quer viver.”

“Concordo. O objetivo é seguir o ciclo de vida quer demore ou não.” “Concordo. A evolução leva a conservação da vida.”

“Concordo. Crescer e reproduzir-se para alavancar sua espécie.”

“Concordo. Pois todas as nossas atitudes são de proteção a nossa vida. Todos os nosso instintos de certa forma nos protege.”

“Concordo. Sim todos querem viver e deixar descendencia.”

“Concordo. É uma visão teleológica, mas bem melhor que uma visão teológica ou religiosa.” “Concordo. Porque é objetivo de todos os seres, na minha opinião viver.”

“Concordo. Tem que viver pra ser organismo vivo.”

“Concordo parcialmente. Viver, reproduzir e se adaptar melhor ao meio.” “Concordo parcialmente. Se reproduzir, deixar descendentes.”

“Concordo parcialmente. Eles também se reproduzem.” “Concordo parcialmente. Ou sobreviver.”

“Concordo parcialmente. Acredito que a grande maioria dos organismos vivos não tenham consciência que estão vivos, ou de qualquer outra coisa, quanto mais um objetivo.”

“Não sei. Defina organismo.”

“Discordo parcialmente. Perpetuar seus genes.”

“Discordo parcialmente. Para muitos sim, mas existem alguns, como bactérias, que matam a si mesmas para favorecer a população.”

“Discordo. Deixar descendentes.”

“Discordo. Porque além de viver tem que contribuir com algo.”

“Discordo. A afirmação apresenta 2 problemas. Primeiro, o uso da palavra ‘objetivo’ supõe uma teleologia para a vida, o que não é correto do ponto de vista científico (por não poder ser verificado ou sequer inferido de dados concretos). Segundo, a palavra ‘viver’ não é muito precisa, pois é amplamente usada em nossa língua em diferentes contextos, permitindo que a frase seja interpretada conforme a vontade do leitor.”

“Discordo. Alguns organismos objetivam proporcionar um ambiente melhor à sua ou a outras espécies, sem necessariamente viver para isso. Por exemplo, o louva-a-deus macho após acasalar serve de alimento para a fêmea, ou seja, o seu objetivo era perpetuar a espécie.”

(6)

P ó s-g ra du an d

os “Concordo. Porque eles se reproduzem, se multiplicam, se tornam resistentes. São forma que elas escolheram para permanecer vivas”. (Mestrando)

“Concordo. Todos organismos passam por fases de vida: nascer, crescer, reproduzir e morrer, então todos têm o objetivo de viver. Existe organismo morto?” (Mestrando)

“Concordo. Todo ser vivo ao viver (redundância) automaticamente executa suas funções no meio.” (Doutorando)

“Concordo. Porque es el sentido de los organismos vivos.” (Doutorando) “Concordo. Não existe outro sentido senão a vida.” (Mestrando)

“Concordo. Acho que sem vida, os organismos não teriam objetivos. Trata-se de um objetivo primário.” (Doutorando)

“Concordo. Os fatos demonstram isso, desde das células aos eucariotos superiores.” (Mestrando) “Concordo. Para repassar o material genético.” (Doutorando)

“Concordo. Pois em meio a adversidades cada microrganismo é capaz de desenvolver diversos mecanismos, todos na tentativa de manter a viabilidade celular.” (Doutorando)

“Concordo parcialmente. ‘O objetivo de todos os organismos vivos é se manter vivos e perpetuar seus genes’ seria uma afirmação mais adequada.” (Mestrando)

“Concordo parcialmente. Devido a cadeia alimentar natural.” (Mestrando)

“Concordo parcialmente. De modo geral o objetivo de todos os organismos é viver, porém não se pode esquecer que principalmente além de viver o objetivo maior é deixar descêndentes férteis, ou seja, manter sua informação genética.” (Doutorando)

“Concordo parcialmente. Todos se ‘esforçam’ para viver, ou sobreviver e evitam o seu próprio fim. Os seres não pensantes o fazem ‘automaticamente’, os seres pensantes não o fazem automaticamente. Assim, um dos objetivos deve ser viver, o outro fazer algo enquanto se tem vida.” (Doutorando)

“Concordo parcialmente. Se reproduzir, deixar descendentes.” (Mestrando)

“Concordo parcialmente. De certa forma, o conjunto de reações de cd organismo no tempo, leva à uma causa maior, a sobrevivência (reprodução na melhor das hipóteses).” (Doutorando)

“Concordo parcialmente. O objetivo de todo organismo é reproduzir.” (Doutorando) “Concordo parcialmente. Alem de viver é perpetuar os genes.” (Doutorando)

“Concordo parcialmente. Acredito que o objetivo da grande maioria dos organismos seja propagar os seus genes e ‘perpetuar’ a espécie.” (Doutorando)

“Concordo parcialmente. E se reproduzir, de modo a passar suas informações genéticas adiante, preservando a espécie.” (Doutorando)

“Não sei. Não conhecemos todos para saber.” (Mestrando)

“Discordo parcialmente. Viver com qualidade de vida.” (Doutorando)

“Discordo parcialmente. No caso humano estamos querendo ser eternos, e objetivo dos organismos é reprodução.” (Mestrando)

“Discordo. O objetivo de todos os organismos é fazer com que seus genes prevaleçam.” (Doutorando) “Discordo. Reproduzir.” (Doutorando)

“Discordo. Los organismos no tienen objetivo.” (Doutorando)

P ro fe ss or e s e p es q u is a do re

s “Concordo. Para perpetuar seus genes.” (Pesquisador/Professor)

“Concordo. Passar o DNA adiante. Para isso deve suplantar as adversidades e manter-se vivo.” (Pesquisador)

“Concordo. Esta é em essência o que corresponde a definição da vida.” (Professor)

“Concordo. Manter a vida, toda uma regulação p/ continuar o ciclo até a reprodução e gerar a continuidade da espécie.” (Pesquisador)

“Concordo parcialmente/Concordo. Dependendo do organismo o objetivo principal é a perpetuação de sua espécie...” (Pesquisador)

“Concordo parcialmente. Alguns tem que morrer p/ servirem à cadeia alimentar.” (Pesquisador/Professor)

“Não sei. Gostaria de conhecer mais opiniões a respeito, ie, pq esta afirmativa é difícil. Gosto mais de reagir...” (Professor)

“Discordo parcialmente. Melhor seria deixar descendentes.” (Pesquisador/Professor)

“Discordo parcialmente. O objetivo maior para muitas espécies é passar seus genes para a próxima geração.” (Professor)

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Quadro 4 (suplementar): Respostas ao excerto “Muitas bactérias patogênicas escondem-se e crescem em

compartimentos intracelulares ligados à membrana, chamados fagossomos, onde elas são protegidas do sistema imune e ainda recebem nutrientes da célula infectada. Esta situação coloca um problema para o hospedeiro. Desta forma a célula hospedeira toma medidas para destruir o patógeno, o qual, obviamente, tenta se defender. Em uma clássica “corrida armamentista” evolucionária, ambos, patógeno e células hospedeiras têm desenvolvido um arsenal de armas, e esta corrida certamente não está terminada ainda.” [11]. G ra d ua çã o e In ic ia çã o ci e nt íf ic

a “Concordo. Todos os organismos se armam de forma a se proteger e se adaptar as situações.”

“Concordo. A própria evolução prova que há constante desenvolvimento de novos mecanismos de combate, assim como também atua a seleção natural, e desenvolvimento de seres resistentes.”

“Concordo. Ambos utilizam suas armas para sobreviver as condições adversas.” “Concordo. Pois também aqui, existe um processo de co-evolução.”

“Concordo. Pq é um processo natural.” “Concordo. Evolução e sobrevivência.”

“Concordo. Todos os seres vivos tendem defender sua vida.”

“Concordo. Concordo e acho que dificilmente essa corrida vai ter fim, somente com a extinção de uma das espécies.”

“Concordo. Show de bola essa corrida.”

“Concordo. Isso mostra o quanto a Bioquímica ainda tem para crescer.”

“Concordo parcialmente. Embora o termo ‘corrida armamentista’ seja uma antropização do processo de co-evolução entre hospedeiro e parasita, não vejo problema em aplicá-lo (desde que somente a essa situação, e não a todos os casos de co-evolução), já que os argumentos que o sustentam são válidos.” “Concordo parcialmente. Entendi como um mecanismo de ação de defesa da célula.”

“Concordo parcialmente. Porque cada um tem sua estrategia.”

“Concordo parcialmente. Adaptação sistemática a condições desfavoráveis.” “Não sei. Não conheço nada sobre o assunto.”

“Discordo parcialmente. Seria mais um sistema de defesa e não de ataque. Cada um precisa se manter vivo para perpetuar seus genes.”

“Discordo parcialmente. Existe sim, porem pactogenos bem adaptados são capazes de realizar infecção sem desenvolver resposta.”

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http://dx.doi.org/10.16923/reb.v14i1.558 18/06/2016 P ó s-g ra du an d

os “Concordo. As espécies evoluem e numa relação patógeno-hospedeiro, ambos desenvolvem mecanismos moleculares para vencerem a guerra!” (Mestrando)

“Concordo. Objetivando a sobrevivência e perpetuação da própria espécie, todos os organismos vivos desenvolvem mecanismos cada vez mais sofisticados de defesa.” (Mestrando)

“Concordo. É um clássico exemplo de evolução por seleção natural.” (Mestrando)

“Concordo. Seleção e adaptação no processo de evolução para a manutenção da vida.” (Mestrando) “Concordo. É a evolução.” (Doutorando)

“Concordo. Co-evolução patógeno-hospedeiro.” (Doutorando)

“Concordo. Assim como concordo com a afirmação que todos os organismos querem viver, acredito que para isso eles desenvolvem mecanismo cada vez mais finos e complexos para atingir este objetivo. Isso é lindo!” (Doutorando)

“Concordo. Porque a cada momento podemos observar novas estratégias, até então não observadas, em ambos organismos, p/ que consigam sobreviver.” (Doutorando)

“Concordo. Em se tratando de bactérias patogênicas, seu desenvolvimento põe em risco a vida do hospedeiro. Neste caso, há uma batalha de objetivo razoável: a vida!” (Doutorando)

“Concordo. Também existe co-evolução.” (Mestrando)

“Concordo. Cada organismo usa vários mecanismos para sobreviver e manter o seu nicho, ou seja, utiliza todas estratégias possíveis para que condições estáveis e favoráveis sejam mantidas.” (Doutorando)

“Concordo. Es una analogía acertada.” (Doutorando)

“Concordo parcialmente. Cada célula imunológica possui uma ‘arma’ p/ defender o organismo. Por exemplo, as interleucinas que possuem receptores de membrana inibidoras de alguns ‘invasores’.” (Mestrando)

“Concordo parcialmente. É um processo em seleção.” (Doutorando)

“Concordo parcialmente. O objetivo é a sobrevivência, o que inclui o prejuízo ao patógeno ou ao hospedeiro.” (Doutorando)

“Discordo parcialmente. Parasitas como as bactérias intracelulares não tem consciencia e apenas evoluíram bioquimicamente para essa forma.” (Doutorando)

“Discordo. Mais uma vez, o homem tentando HUMANIZAR as relações naturais, os ciclos biológicos, e etc...” (Doutorando, grifo do pós-graduando)

“Discordo. Porque se trata de una situación fisiológica, las células no toman desiciones.” (Doutorando)

P ro fe ss or e s e p es q u is a do re

s “Concordo. Concordo pois ambos estão se defendendo e portanto atacando. Entretanto não aplicaria

estes termos p/ uma conceituacão científica.” (Professor)

“Concordo. A ‘corrida armamentista’ não terá fim enquanto existirem hospedeiro e patógeno, o último tentando destruir, ou muitas vezes, se aproveitar do primeiro.” (Professor)

“Concordo parcialmente. Não seria ‘armamentista’ e sim que o parasito ou patógeno busca viver da melhor maneira e sem matar seu hospedeiro. Um patógeno bem adaptado ao hospedeiro ‘engana’ o sistema imune deste, mas não o mata porque seria suicídio...” (Pesquisador)

“Concordo parcialmente. As bactérias se adaptaram e tentam se defender da célula hospedeira. Não é uma corrida armamentista e sim de sobrevivência de organismo.” (Pesquisador)

“Discordo. Corrida armamentista é um termo/fenômeno completamente sociológico/antropológico. De forma nenhuma se aplica à situação em questão.” (Pesquisador)

“Discordo. Seleção natural na população. Indivíduos numa população podem apresentar mecanismos que o defendam de forma eficiente e estes viverão na presença da ameaça. Estes podem selecionar na ameaça (patógeno) alguns microrganismos que numa população podem contornar as defesas. Isso claro num espaço de tempo.” (Pesquisador)

“Discordo. Bactérias ñ traficam armas.” (Professor)

(10)

Quadro 5 (suplementar): Respostas ao excerto “Parasitas intracelulares usam várias estratégias para

invadir as células e subverter as rotas de sinalização celular e, assim, ganhar uma posição contra as defesas do hospedeiro. Entrada eficiente, habilidade para explorar nichos intracelulares, e persistência fazem destes parasitas patógenos traiçoeiros” [12].

G ra d ua çã o e In ic ia çã o ci e nt íf ic

a “Concordo. Muitas veses eles são capazes de enganar os sistemas de defesa.”

“Concordo. Fazem isso para sobreviver.” “Concordo. Co-evolução patogêno hospedeiro.” “Concordo. Subvertem as rotas de sinalização.” “Concordo. São traicoeiros para o homem.” “Concordo. Isto é obvio né meu amigo.”

“Concordo parcialmente. Os parasitas realmente usam várias estratégias para se adaptar ao hospedeiro, mas não são traiçoeiros pois apenas tentam se adaptar, e não fazer mal ao hospedeiro.” “Concordo parcialmente. Eles não são traiçoeiros porque querem, mas sim por extinto, por sobrevivência.”

“Concordo parcialmente. Porque eles desenvolvem técnicas de sobrevivência.”

“Concordo parcialmente. Nem sempre ele pode ser traiçoeiros, podendo até serem benéficos.” “Não sei. Parasitas não pensam, seres unicelulares evolue ao acaso.”

“Discordo parcialmente. São os seres humanos que ainda não descobriram uma melhor forma de trabalhar com ele.”

“Discordo. ‘Traiçoeiro’ é palavra usada para descrever comportamento humano, e não deve ser usada para descrever a ação de um microorganismo sobre o ambiente que habita, pelo mesmo motivo descrito na questão 3a.”

“Discordo. Um ser que não possui consciência, não apresenta características de personalidade.” “Discordo. É por simples instinto de sobrevivencia.”

(11)

http://dx.doi.org/10.16923/reb.v14i1.558 18/06/2016 P ó s-g ra du an d

os “Concordo. Gente, isso é apenas uma analogia!” (Mestrando)

“Concordo. Os vírus incubados, por exemplo HIV, HPV,..., ficam no organismo incubados, e esperam a baixa de imunidade p/ ‘atacarem’.” (Mestrando)

“Concordo. Evolução.” (Doutorando)

“Concordo. A Leishmania e o tripanossoma, por exemplo, apresentam moléculas de membrana que suprimem o sistema imune, sendo capazes de sobreviver no interior das células e enganar o hospedeiro, que quando ‘percebe’ a presença deles, já não consegue se defender.” (Doutorando) “Concordo. Fojem das defesas do hospedeiro e o prejudicam e se beneficiam da proteção/nutrição provida por este.” (Doutorando)

“Concordo. Na guerra vale tudo! Acredito que a evolução ensinou estes parasitas.” (Doutorando) “Concordo parcialmente. Esse é mais um exemplo clássico da luta pela sobrevivência e perpetuação, o que não torna esses microorganismos traiçoeiros.” (Mestrando)

“Concordo parcialmente. Desenvolvem técnicas p/ se defender.” (Mestrando)

“Concordo parcialmente. Eles desenvolvem técnicas de sobrevivência.” (Doutorando)

“Concordo parcialmente. Não é traição, é condição de sobrevivência do parasita, ele precisa deste comportamento para sobreviver e reproduzir.” (Doutorando)

“Discordo parcialmente. O nome traiçoeiro remete a coisas que as células fazem para sobreviver assim como qualquer organismo vivo. Traiçoeiro para mim seria alguma ação indigna humana.” (Mestrando) “Discordo parcialmente. O termo traiçoeiro não seria tão aplicável neste caso, pois esta palavra tem a ver com traição, não se encaixando neste contexto. Esta seria uma atitude de um ser pensante.” (Doutorando)

“Discordo parcialmente. Adjetivos com traiçoeiros só cabem a quem possui a faculdade cognitiva. Ele apenas tenta sobreviver.” (Doutorando)

“Discordo parcialmente. De certa forma pode-se aplicar este vocábulo ‘traiçoeiro’ neste caso, pois a proposta inicial do agente patogênico não era a que acaba sendo desencadeada, logo houve uma ‘TRAIÇÃO’ à proposta inicial.” (Doutorando, grifo do pós-graduando)

“Discordo. Termos que caracterizam comportamentos humanos devem ser desvinculados para organismos tão diferentes.” (Mestrando)

“Discordo. Patogenos não elaboram estratégias!” (Doutorando) “Discordo. Eles tentam sobreviver.” (Doutorando)

P ro fe ss or e s e p es q u is a do re

s “Concordo. Alguns patógenos passam a expressar genes de resistência à drogas por exemplo.”

(Pesquisador/Professor)

“Concordo. Sim, na posição de utilizar fraquezas (pontos em pode explorar a celular) em benefício próprio. Isso contornando mecanismos de defesa, ou melhor falhas no mecanismo de defesa.” (Pesquisador)

“Concordo. A complexidade de atuação dos ‘patógenos traiçoeiros’ é ilimitada e não proporcional às armas que buscam destruí-los.” (Professor)

“Concordo parcialmente. Discordo da palavra traicoeiro.” (Pesquisador/Professor) “Não sei. Isto é evolucionario na minha opinião.” (Professor)

“Discordo. Pelas mesmas razões do item acima o termo traiçoeiro não pode ser aplicado a patogenos (termo/fenômeno completamente sociológico/antropológico).” (Pesquisador)

“Discordo. A traição é um valor cultural e humano portanto ñ pertence ao mundo do patógeno.” (Professor)

“Discordo. Não se trata de ser ‘traiçoeiro’ e sim uma estratégia de sobrevivência e perpetuação.” (Pesquisador)

“Discordo. Apenas tentam se manter vivos de uma forma que o sistema do invasor não o reconheça.” (Pesquisador)

(12)

Quadro 6 (suplementar): Respostas à sentença “Os microrganismos têm personalidade”. G ra d ua çã o e In ic ia çã o ci e nt íf ic

a “Concordo. Porém, depende muito do ponto de vista e da visão filosófica de cada um.”

“Concordo. Todo organismo vivo possui sua personalidade característica.” “Concordo. Cada um se mimetiza e se adapta a suas condições.”

“Concordo. Porque tem capacidade de se tornar ativos ou inativos conforme o meio onde estão.” “Concordo. Se personalidade estiver se referindo a ‘comportamento’ ou características peculiares de cada ser.”

“Concordo parcialmente. A resposta é variável em diferentes cepas e estado imunologico.” “Concordo parcialmente. Porque sofrem mutações para adaptar-se.”

“Não sei. É controverso, pois ao dizer que uma bactéria ‘fugiu’ de um ambiente que para ela não era benéfico, ou às vezes tem ‘atitudes’ que induzem uma personalidade, tem que se levar em consideração os eventos químicos, a sinalização do ambiente, etc., pois são respostas automáticas, que devem ser tomadas a fim de possibilitar a sobrevivência do organismo.”

“Discordo parcialmente. O ambiente pode modifica-lo ou o próprio homem.” “Discordo. Parece ser uma idéia um pouco difícil de provar cientificamente.”

“Discordo. O uso da palavra ‘personalidade’ não é adequado, pois se refere a uma característica (ou conjunto de características) tipicamente humana; portanto, não pode ser usada para descrever uma característica de microorganismos, que não têm como apresentar ‘personalidade’ do modo como essa palavra é definida.”

“Discordo. Porque microrganismos não gostam, não preferem, não possuem personalidade.” “Discordo. Eles não tem o sistema nervoso desenvolvido.”

“Discordo. Sou um cientista não um sociólogo.”

“Discordo. Os microorganismos alteram suas caracteristicas para se adaptar ao meio.”

“Discordo. Porque eles não tem o sistema neurológico desenvolvido, por isso, eles não tem opinião própria e nem personalidade.”

“Discordo. Microorganismos não possui preferencias, não existe ‘sentimentos’ e simples atual conforme é de sua natureza biológica.”

“Discordo. Impossível. Não são seres que possuem alma!” “Discordo. São o que são devido a evolução.”

“Discordo. Pelo óbvio (ver resposta acima) (Um ser que não possui consciência, não apresenta características de personalidade).”

“Discordo. Eles não são irracionais?! Não possuem sistema nervoso.” “Discordo. Se tivessem eles teriam comunicação ou código reconhecível.”

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http://dx.doi.org/10.16923/reb.v14i1.558 18/06/2016 P ó s-g ra du an d

os “Concordo parcialmente. A ‘personalidade’ é dada pela expressão de genes que permitem a ele ter ou ñ personalidade.” (Doutorando)

“Concordo parcialmente. Cada microorganismo possui um perfil bioquímico específico.” (Doutorando) “Concordo parcialmente. Se personalidade envolver características bioquímicas/genéticas próprias.” (Doutorando)

“Concordo parcialmente. A personalidade é uma característica que se expressa a depender do ambiente e do organismo. Pode ser uma tomada de decisão que levará a uma adaptação mais favorável ao organismo.” (Mestrando)

“Concordo parcialmente. Afirmação razoável, mas muito pejorativa!” (Doutorando)

“Não sei. Se o conceito de personalidade usado for o mesmo que o aplicado a humanos, eu discordo! Entretanto, se a ideia aqui for dizer que os microrganismos tem características próprias só deles, então eu concordo!” (Mestrando)

“Discordo parcialmente. Os microrganismos têm fenótipos que podem ser interpretados como personalidade dependendo do envolvimento que o pesquisador tem com seu objeto/ferramenta de pesquisa.” (Doutorando)

“Discordo parcialmente. Pela minha crença (Bíblia Sagrada) Bichos não tem espírito.” (Mestrando) “Discordo. Os microorganismos não são capazes de tomar decisões, apenas respondem naturalmente a possíveis estresses no caminho de se manter vivos.” (Mestrando)

“Discordo. Muitos microrganismo vivem em diversos locais, não acredito existir preferências, talvez adaptações.” (Mestrando)

“Discordo. Personalidade remete a uma característica humana.” (Mestrando) “Discordo. Falta do componente que ‘gera’ personalidade.” (Mestrando) “Discordo. Não. Não são seres pensantes.” (Mestrando)

“Discordo. Não faz sentido algum.” (Doutorando)

“Discordo. Personalidade é um atributo de um ser pensante, com vontades, e livre.” (Doutorando) “Discordo. Personalidade é uma criação do homem, e só se aplica ao homem.” (Doutorando) “Discordo. Minha experiência mostra que não.” (Doutorando)

“Discordo. Eles tem necessidades biológicas.” (Doutorando)

“Discordo. No tienen personalidades, tienen particularidades.” (Doutorando) “Discordo. Tienen características particulares no personalidad.” (Doutorando)

“Discordo. Personalidade é uma característica apenas de seres que possuem algum nível de consciencia, estando diretamente ligado a atividades cerebrais em resposta a um ambiente.” (Doutorando) P ro fe ss or e s e p es q u is a do re

s “Concordo. Certamente eles se aproveitam do meio e de outros microrganismos para sobreviver com

eficiência a situações inóspitas. Sofrem mutações, agregam material genético e assim se tornam eficientes.” (Professor)

“Concordo. Conseguem perceber o ambiente e mudar suas atividades gerais de acordo com a situação.” (Pesquisador/Professor)

“Não sei. Cada organismo, micro ou não, tem sua peculiaridades, exigências e necessidades.” (Pesquisador)

“Não sei. Nunca pensei sobre isso. Mas parece que personalidade é algo muito humano e que tentamos por esta caracteristica em todos e tudo.” (Professor)

“Discordo. Não tem personalidade. Isto é uma qualidade atribuída a mamíferos.” (Pesquisador)

“Discordo/Não sei. Me defina exatamente ‘personalidade’ nesta pergunta, pois senão não faz sentido algum.” (Professor)

“Discordo. Sao organismos muito simples para apresentarem cognição.” (Pesquisador) “Discordo. Não tem linguagem, nem ego.” (Professor)

“Discordo. O hospedeiro é que responde diferentemente ao mesmo.” (Pesquisador/Professor) “Discordo. Microrganismos não tem querer.” (Pesquisador/Professor)

“Discordo. Personalidade implica, em maior ou menor grau, subjetividade e isto, definitivamente é ausente em patógenos.” (Pesquisador)

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Referências

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